Um estudo sobre quem ganha e quem perde nas eleições 2018 no ES

Presidência
A briga é para ver quem vai para o segundo turno com Jair Bolsonaro (PSL). O mais provável Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmim (PSDB) ou se Fernando Hadad (PT), crescer o bastante como “poste” do ex-presidente Lula (PT).

Governador do ES
Com Renato Casagrande bem na frente, o questionamento é se teremos segundo turno? Provavelmente não. Depende do crescimento da senadora Rose de Freitas (Podemos), deputado federal Carlos Manato (PSL) e dos demais, devemos esperar pouco, pois como dizem nas rodas de políticos “são água de salsicha”.

Senado do ES
Com Magno Malta (PR), e Ricardo Ferraço (PSDB), bem à frente, seus seguidores de longe o ex- delegado do Detran Fabiano Contarato (Rede), vai ter que aumentar a velocidade para chegar junto, e Marcos do Val (PPS) que foi da Swat, terá que “prender” a atenção dos eleitores, para se aproximar dos favoritos. Já o quilombola e advogado Rogerio Bernardo (PMB), vem trabalhando muito no Sul do Estado para se viabilizar.

Deputados federais do ES
Na “perna” do Renato Casagrande envolvendo o PSB, PV, PTC, PSC, PPL e Avante, sejamos realistas, pode atingir 160 mil votos e eleger um, o nome é Paulo Foletto (PSB), brigando em seguida Reginaldo Almeida (PSC). Jorge Carreta (Avante) é literalmente muito “pesado” literalmente, mesmo com o ajuda dos Max’s em Vila Velha.

Na “perna” formada por PDT, PSDB, DEM, SD, PSD e PRP, é um verdadeiro “Chapão”, podendo ser a coligação que mais vai eleger, com os favoritos Sérgio Vidigal (PDT), Neucimar Fraga (PSD), Jorge Silva (SD), Norma Ayub (DEM), e Cesar Colnago (PSDB), com Charles da Autoescola (PRP), disputando as chamadas “sobras”. Pode eleger quatro.

Já a “perna” com PPS, PP, PHS, PSDC, PROS e PC do B, tem muitos atores políticos bons de votos. Os cotados Josias da Vitoria (PPS), Marcus Vicente (PP), Evair de Melo (PP), e Givaldo Vieira (PC do B). Correndo por fora Sandro Locutor (PROS). Deve eleger quatro.

Na “perna” que estão com Rose de Freitas temos MDB, Rede, Podemos e PMN. Considerada uma coligação fraca, se fizer faz apenas um no caso a reeleição de Lelo Coimbra (MDB).

Na “perna” do Carlos Manto composto por PSL, PRB, e PR, deve ter o deputado federal mais votado do Espirito Santo com o jornalista Amaro Neto (PRB), devendo ficar entre 120 a 140 mil votos, com isto puxa Lauriete Malta (PR), e provavelmente Gilsinho Lopes (PR).

A “perna” que tem o PT sozinho vai ter dificuldade em eleger um. Se der vai Hélder Salomão (PT).

Na perna do candidato a governador Aridelmo Teixeira (PTB), as chances de eleger um federal são difíceis.

Os demais não elegem ninguém. São os chamados “chupa cabras”, como se diz nos cafezinhos políticos.

Deputados estaduais do ES

Os 18 do “Cazão”
Com as “pernas”, do Renato Casagrande devendo fazer a maioria das 30 cadeiras de deputados estaduais, são 18 partidos aliado. Podendo chegar entre 16 a 20 cadeiras. Como está feita por PDT, DEM, PSD que deve eleger Teodorico Ferraço (DEM), Marcelo Santos (PDT), Suely Vidigal (PDT), e Luiz Durão (PDT). Podendo entrar o combativo vereador de Anchieta Beto Caliman (DEM), que vem se destacando no Litoral Sul.

Na “perna” PSB e DC os cotados são Freitas de São Mateus (PSB), Bruno Lamas (PSB), e Euclerio Sampaio. Pode eleger dois, com um bem votado ficando de fora.

Na “perna” que tem PPS, Avante e PTC, os favoritos são Fabricio Gandini (PPS) e Carlos Von (Avante), os demais são como dizem os articuladores políticos “Pinga de quentão”.

PP e Pros tem nesta “perna” Jamir Malini (PP), Raquel Lessa (Pros), e Renzo da Faculdade de Colatina (Pros), deve eleger um, com Raquel espremida em seu reduto São Gabriel da Palha, pelos dois ex-prefeitos Henrique Vargas (PC do B), e Luiz Pereira (PSD). Pode dar Raquel ou Malini, pois só elege um, nesta coligação.

Na “perna” PHS, SD e PV, a tendência é ter uma cadeira cheia, entre o vereador de Cariacica Cesar Lucas (PV). Porem corre risco de não eleger ninguém.

Na “perna” PSDB e PSC com boa chance de fazer um, com alta cotação para Vandinho Leite (PSDB), bem atrás vem Pastor Mansusr (PSDB) e Guerino Balestrasi (PSC).

Na bem articulada “perna” formada por PRP e PC do B, temos na opinião do mercado político a melhor chapa desta eleição, pois não tem “bicho papão”, com todos com boas possibilidades de se eleger. Cotados Dary Pagung, Marcos Madureira, Tia Nilma, Wander Show, Gilberto Matias, Adson Nogueira e Delegando Pazolini do PRP. Pelo PC do B Henrique Vargas, Cirilo da Rádio e Pastor Sigmundo Berger. Pode chegar e três. Como a média deve ser alta, devido a competitividade de a chapa ser boa, um quarto deputado é provável.

Nas “pernas de Rose de Freitas tem chance de se eleger até meia dúzia de deputados. Analisemem umas das “pernas” tem a Rede, PMN, Patriotas, PRTB e Podemos; deve chegar a três: Cotados Janete de Sá (PMN), Rafael Favato (Patriotas), Marcos Bruno (Rede) e Roberto Carlos (Rede).

Sozinho o MDM com a “mão peluda política” agindo, deve eleger um ou dois, podendo ser o policial André Garcia na frente, vem contado com boa ajuda política da dita “mão peluda’”. Disputando a outra vaga Luzia Toledo, Zé Esmeraldo, Arnaldinho Borgo e Hercules Silveira. Com apenas 20 candidatos, corre o risco de eleger um. Se chegar a dois vai deixar como sempre bons de votos na faixa de quase 30 mil votos de fora. O MDB capixaba não sabe montar chapa definitivamente. Deveriam mandar os articuladores e a diretoria embora. Começando do zero para 2020.

Na “perna” de Carlos Manato temos o PSL, PRB, e PR. Devendo eleger três com Erick Musso (PRB), Hudson Leal (PRB), e Cláudia Lemos (PRB), que são deputados, saindo na frente. Tem bons nomes na “Fita” como o do desportista Armando Zanata (PRB), que é bem cotado no Sul do Estado.

Na “perna” do PT que está isolado, deve eleger um com José Carlos Nunes e Padre Honório na disputa, por fora corre Carlos Castiglione.

Na perna do empresário do ramo de educação Aridelmo Teixeira (PTB), que junta PTB e PMB, para estadual pode fazer um, sendo o favorito o presidente da Câmara de Laranja da Terra Gilson Gomes Filho (PMB).

Este cenário não é definitivo, pode mudar com a campanha que começa a esquentar. Analise do cientista político popular Anilson Ferreira que também é jornalista e radialista com longo tempo no mercado político, a cerca de um mês da eleição, antecipa alguns resultados baseados em sua experiência, além de contatos com lideranças dos 78 munícios. Deixando claro que não se trata de pesquisa, mas de opinião.

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