Queijos capixabas conquistam medalhas de ouro no VIII Prêmio Queijo Brasil

Queijos capixabas conquistam medalhas de ouro no VIII Prêmio Queijo Brasil

O evento reuniu mais de 2.200 participantes de 20 estados brasileiros. foto seag

Os queijos artesanais do Espírito Santo ganharam projeção nacional ao conquistarem importantes premiações no VIII Prêmio Queijo Brasil, realizado nessa quinta-feira (10), em Blumenau, Santa Catarina. O evento reuniu mais de 2.200 participantes de 20 estados brasileiros e avaliou centenas de produtos feitos por pequenas queijarias de todo o País.

Destaque da noite, três queijos capixabas receberam medalhas de ouro por alcançarem notas superiores a 95 pontos em 100 possíveis no julgamento técnico: o Boursin Erve de Provence, da Queijaria Pedrazul, de Domingos Martins; o Queijo Morbier, da Vila Veneto, de João Neiva; e o Queijo Minas Meia Cura Calvi, da Calvi Laticínios, de Cachoeiro de Itapemirim. Além disso, as duas queijarias também levaram outras medalhas de prata com produtos como Boursin Lemon e Boursin Alecrim, da Queijaria Pedrazul; e Queijo Asiago e doce de leite, da Vila Veneto.

Outros produtores do Espírito Santo também subiram ao pódio: o Sítio Hollunder, de Marechal Floriano, recebeu medalhas de prata e bronze, e a Queijaria Giacomin, de João Neiva, faturou uma medalha de prata e duas de bronze.

Para o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, o resultado comprova a qualidade e a tradição do queijo artesanal capixaba. “Essas premiações são motivo de orgulho para todo o Espírito Santo. Mostram que nossos produtores têm excelência, criatividade e tradição, conquistando consumidores em todo o Brasil. O Governo do Estado está comprometido em apoiar ainda mais esse segmento, que fortalece a economia local, gera renda e mantém viva a cultura capixaba”, destacou Bergoli.

Programas para fortalecer o setor

O Governo do Estado deu início a um projeto inédito para mapear, caracterizar e valorizar os queijos artesanais capixabas, financiado pelo Programa de Incentivo à Pesquisa, à Extensão, ao Desenvolvimento Social e à Inovação Agropecuária (Inovagro). Coordenado pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), o projeto conta com o apoio de parceiros como o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

A pesquisa, que teve início em fevereiro deste ano, busca identificar os diferentes tipos de queijo produzidos no Estado, analisar características técnicas, promover regularização sanitária e agregar valor aos produtos. Entre os benefícios esperados estão a melhoria das práticas produtivas, a redução de perdas, a ampliação do mercado e o fortalecimento de iniciativas como a Rota do Queijo Artesanal, que já atrai turistas e consumidores para regiões como João Neiva, as Montanhas Capixabas e o Caparaó.

Atualmente, as queijarias artesanais representam mais de 40% das agroindústrias familiares do Espírito Santo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2017, são cerca de 1.763 estabelecimentos espalhados pelo território capixaba, um patrimônio cultural e econômico que segue ganhando reconhecimento e força para conquistar ainda mais prêmios pelo Brasil afora.

fonte e foto Seag

Tarifa de 50% dos EUA ameaça exportações e competitividade brasileira, alerta Sistema Fecomércio-ES

Tarifa de 50% dos EUA ameaça exportações e competitividade brasileira, alerta Sistema Fecomércio-ES

Os Estados Unidos são o segundo principal destino das exportações brasileiras, com forte presença de produtos de maior valor agregado foto Pexels.

O Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac manifesta sua preocupação com os impactos da nova tarifa de 50% anunciada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto. A medida, unilateral e sem respaldo em acordos multilaterais, representa um retrocesso nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e impõe um risco direto à competitividade das exportações nacionais, sobretudo de bens manufaturados e setores estratégicos.

Os Estados Unidos são o segundo principal destino das exportações brasileiras, com forte presença de produtos de maior valor agregado, como aeronaves, autopeças, máquinas e derivados de petróleo. Qualquer barreira adicional imposta a essas mercadorias desestimula os embarques e compromete a estabilidade das cadeias produtivas, com reflexos sobre o comércio exterior, a indústria nacional e o mercado de trabalho, especialmente em estados com produção voltada à exportação, como o Espírito Santo.

Ao encarecer os produtos brasileiros no mercado norte-americano, a tarifa pode desestimular os embarques e comprometer a estabilidade de cadeias produtivas interligadas. Para os empresários do comércio e da indústria, essa insegurança jurídica e diplomática reduz a previsibilidade, afeta planos de investimento e dificulta estratégias de expansão internacional.

O Sistema Fecomércio-ES – juntamente com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) –, reforça que a decisão da taxação é injustificada do ponto de vista econômico, considerando que, nos últimos dez anos, a balança comercial entre os dois países registrou superávit de US$ 51 bilhões em favor dos Estados Unidos. O fortalecimento das relações de comércio exterior produz efeitos positivos para ambas as nações, sendo que medidas que desestimulem a integração econômica global tendem a encarecer cadeias produtivas, afetando o crescimento e o bem-estar social dos países envolvidos.

O Sistema Fecomércio-ES e a CNC defendem o diálogo diplomático como caminho mais eficaz para superar impasses, preservar a estabilidade econômica e manter um ambiente comercial equilibrado e baseado nos princípios da Organização Mundial do Comércio (OMC). fonte Kelly Kalle/ Fecomércio-ES

Nova rota turística entre Vitória e Serra remete a levante por liberdade

Nova rota turística entre Vitória e Serra remete a levante por liberdade

Lei do deputado Fábio Duarte também busca incrementar infraestrutura na região da rota Igreja Queimados, foto LucasSCosta

O Espírito Santo agora conta com uma nova rota que remete a um dos episódios mais marcantes da história capixaba. A Rota da Liberdade percorre locais de interesse histórico, cultural, religioso e gastronômico de Vitória e da Serra. De iniciativa do deputado Fábio Duarte (Rede), a Lei 12.466, publicada no Diário de Imprensa Oficial (DIO-ES) na quarta-feira (9).

O ponto central do roteiro é o Sítio Histórico e Arqueológico de São José do Queimado, onde aconteceu a maior revolta de pessoas escravizadas no Espírito Santo. “Nos últimos dois anos, diversas ações foram realizadas para resgatar, restaurar e preservar este importante local, cenário do maior levante por liberdade em solo capixaba”, destaca o autor na justificativa do Projeto de Lei (PL) 337/2025, o qual deu origem à lei.

O texto também prevê que poderão ser implementadas pelas autoridades competentes ações de fortalecimento da infraestrutura da região, como obras de construção e melhorias até o fomento e manutenção de serviços essenciais como hospedagem, alimentação, sinalização, acessibilidade e segurança pública.

Rota

O trajeto permitirá reconstruir a narrativa da Insurreição, começando na Praça Oito, no Centro de Vitória, passando pelo Centro da Serra, até chegar ao Sítio Histórico.

O roteiro tem início no Palácio Anchieta, local onde foram julgados e condenados à morte dois líderes da revolta – Chico Prego e João da Viúva. Eles percorreram a pé o caminho desde a capital até os locais de execução no Centro da Serra e em Queimado.

A próxima parada é a Praça Oito, antiga Praça da Alfândega, onde os insurgentes foram açoitados. O percurso segue então para o Agroturismo de Pitanga e, depois, para o Centro da Serra, onde se encontram a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, o Sítio Histórico e Arqueológico do Marco Zero, e a estátua de Chico Prego, erguida no suposto local de sua execução.

A rota ainda passa pelos agroturismos de Guaranhuns e Putiri antes de chegar ao seu destino final: o Sítio Histórico e Arqueológico de São José do Queimado. Esse local, que abriga as ruínas da Igreja de São José, foi o cenário do maior levante por liberdade no estado. fonte Por Redação Web Ales, com a colaboração de Matheus Aldyr e edição de Nicolle Expósito

Entidades manifestam preocupação com efeitos de tarifaço de Trump

Entidades manifestam preocupação com efeitos de tarifaço de Trump

Algumas entidades afirmam que a medida inviabiliza exportações e advertem sobre os riscos para a economia brasileira. foto TÂNIA RÊGO/Age Brasil

imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros pelo governo de Donald Trump foi recebida com preocupação pelo setor produtivo brasileiro. Algumas entidades afirmam que a medida inviabiliza exportações e advertem sobre os riscos para a economia brasileira.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou não haver fato econômico que justifique a medida dos Estados Unidos. A entidade pede a intensificação das negociações para preservar a relação com um dos maiores parceiros comerciais do Brasil.

“Não existe qualquer fato econômico que justifique uma medida desse tamanho, elevando as tarifas sobre o Brasil do piso ao teto. Os impactos dessas tarifas podem ser graves para a nossa indústria, que é muito interligada ao sistema produtivo americano. Uma quebra nessa relação traria muitos prejuízos à nossa economia. Por isso, para o setor produtivo, o mais importante agora é intensificar as negociações e o diálogo para reverter essa decisão”, avaliou o presidente da CNI, Ricardo Alban, em comunicado.

A CNI defendeu uma comunicação “construtiva e contínua” entre os dois governos. “Sempre defendemos o diálogo como o caminho mais eficaz para resolver divergências e buscar soluções que favoreçam ambos os países. É por meio da cooperação que construiremos uma relação comercial mais equilibrada, complementar e benéfica entre o Brasil e os Estados Unidos”, acrescentou Ricardo Alban.

Carnes

Outro setor que será bastante afetado pela tarifa de 50% serão as carnes. Para a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a medida de Trump tornará o custo da carne brasileira tão alto que inviabilizará a venda do produto para os Estados Unidos.

“A Abiec reforça a importância de que questões geopolíticas não se transformem em barreiras ao abastecimento global e à garantia da segurança alimentar, especialmente em um cenário que exige cooperação e estabilidade entre os países”, destacou.

A associação também defendeu a retomada das negociações e informou querer contribuir com o diálogo. “Estamos dispostos ao diálogo, de modo que medidas dessa natureza não gerem impactos para os setores produtivos brasileiros nem para os consumidores americanos, que recebem nossos produtos com qualidade, regularidade e preços acessíveis”, acrescentou a entidade.

Agropecuária

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) também manifestou preocupação sobre a decisão de Trump. Em nota, a frente destacou que a medida representa um alerta às relações comerciais e políticas entre os dois países e afeta o agronegócio brasileiro.

“A nova alíquota produz reflexos diretos e atinge o agronegócio nacional, com impactos no câmbio, no consequente aumento do custo de insumos importados e na competitividade das exportações brasileiras”, declarou a frente, que representa a bancada ruralista no Congresso.

“Diante desse cenário, a FPA defende uma resposta firme e estratégica: é momento de cautela, diplomacia afiada e presença ativa do Brasil na mesa de negociações. A FPA reitera a importância de fortalecer as tratativas bilaterais, sem isolar o Brasil perante as negociações. A diplomacia é o caminho mais estratégico para a retomada das tratativas”, acrescentou o comunicado da FPA.

Comércio Exterior

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) disse que recebeu com surpresa e indignação a informação do aumento para 50% da tarifa de importação dos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros. Para o presidente-executivo da entidade, José Augusto de Castro, não se trata de uma medida econômica, mas política com impacto econômico de grande lastro.

“É certamente uma das maiores taxações a que um país já foi submetido na história do comércio internacional, só aplicada aos piores inimigos, o que nunca foi o caso do Brasil. Além das dificuldades de comércio com os Estados Unidos, o anúncio da Casa Branca pode criar uma imagem negativa do Brasil e gerar medo em importadores de outros países de fechar negócios com as nossas empresas, afinal, quem vai querer se indispor com o presidente Trump?”, questiona Castro.

A AEB entende que o cenário que hoje se vislumbra é muito duro para o Brasil, pois se refere a uma ameaça não só aos nossos exportadores, mas a toda a economia do país. A entidade acredita que o bom senso prevalecerá e a taxação será revertida.

*Colaborou Douglas Correa, do Rio de Janeiro

ONS defende volta do horário de verão para suprir demanda de energia

ONS defende volta do horário de verão para suprir demanda de energia

Documento aponta necessidade de acionamento de usinas térmicas. foto MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASI

O sistema elétrico brasileiro deve apresentar problemas para o suprimento da demanda de potência de energia elétrica nos horários de pico, especialmente no fim do dia, nos próximos cinco anos, caso não realize leilões de potência de energia.

A conclusão é do Plano da Operação Energética (PEN 2025), lançado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nessa terça-feira (8). O documento traz as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período de 2025 a 2029.

Segundo o ONS, haverá necessidade de despacho de usinas térmicas flexíveis para atender a demanda no horário de pico, com a adoção de medidas alternativas. Entre elas, a possibilidade de retorno do horário de verão, suspenso no governo do ex-presidente Bolsonaro. A adoção do horário de verão poderá ser recomendada, mas dependerá das projeções de atendimento dos próximos meses.

O documento aponta que a geração de energia no país cresceu, puxada principalmente pelas fontes de energia intermitentes, como a eólica, solar e a MMGD (mini e microgeração distribuída solar), essas últimas duas praticamente não produzem menos energia no horário noturno, quando há maior necessidade de potência.

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Futuro

Para os próximos anos, é estimado um acréscimo de 36 Giga Watts (GW) de capacidade instalada, em relação ao gerado em dezembro de 2024, totalizando 268 GW até 2029.

 A MMGD, em conjunto com fonte solar, corresponderá a 32,9% da matriz elétrica em 2029, fazendo com que a fonte solar seja a segunda maior em termos de capacidade instalada do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Para o operador, a mudança no perfil da matriz elétrica, com a crescente participação das fontes renováveis no atendimento ao SIN, trouxe novos desafios para a operação e tem exigido maior flexibilidade na operação, especialmente das usinas das hidrelétricas, que são mais controláveis, além do despacho das termelétricas.

A avaliação do ONS é que, diante do cenário atual, haverá necessidade de preparar o sistema para elevados montantes de despacho termelétrico no segundo semestre para o atendimento de potência sob o ponto de vista conjuntural, principalmente a partir de outubro deste ano. “Observa-se, em todo o horizonte, necessidade de elevado despacho térmico adicional ao previsto para atendimento energético, sendo que grande parte dos cenários já indica a necessidade de utilização da reserva de potência ao longo do segundo semestre de 2025”, diz o documento.

Geração térmica

Apesar de apontar a necessidade de despacho das térmicas, o ONS não recomenda a inclusão de geração térmica com alto nível de inflexibilidade ou com longo tempo de acionamento nos próximos cinco anos.

“Ao contrário, o SIN tem demandado cada vez mais requisitos de flexibilidade e, desta forma, o ONS precisa ter à disposição elementos de despachabilidade adequados às rápidas variações de potência requeridas para o atendimento à variação da demanda e das fontes intermitentes ao longo do dia”, diz o ONS.

Leilão

Um leilão para a contratação de potência elétrica –  Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência – estava previsto para agosto do ano passado. Mas o certame foi judicializado, levando a inúmeros adiamentos da definição das regras do leilão.

A previsão era de que o leilão ocorresse em junho, mas em abril, o Ministério de Minas e Energia editou uma portaria revogando as regras para o certame, o que, na prática, acabou cancelando a disputa que seria destinada à contratação de potência elétrica a partir de empreendimentos de geração, novos e existentes provenientes de usinas hidrelétricas e termelétricas a gás natural e a biocombustíveis.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que, caso seja publicada uma nova portaria, um novo leilão será coordenado pela Aneel e realizado na plataforma online da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). 

“Assim, todo o aprendizado e os documentos redigidos no processo, como a consulta pública realizada pela Agência, poderão ser utilizados como base, na medida do que for adequado e pertinente, em eventual nova instrução”, informou a agência reguladora.

Próximos anos

Para o horizonte estrutural (2026/2029), documento aponta o risco explícito de insuficiência da oferta de potência (LOLP), com a violação do nível de confiança da insuficiência da oferta de potência de agosto de 2026 a dezembro de 2026, de agosto de 2027 a abril de 2028 e de julho de 2028 a dezembro de 2029. Ou seja, a LOLP é violada em todos os anos da avaliação.

“No sentido de busca do equilíbrio estrutural em termos de atendimento aos requisitos de potência, é premente a realização de leilões anuais de reserva de capacidade na forma de potência, uma vez que os estudos do PEN 2024 já indicaram violação dos critérios de garantia de suprimento de potência em 2025, e os resultados do PEN 2025 mostram aprofundamento das violações com o decorrer dos anos avaliados” diz o documento.

Cargas especiais

Outro ponto que merece atenção é a inserção de cargas especiais no sistema, tais como plantas de datacenters e hidrogênio verde, que demandam alto suprimento de energia e possuem baixa flexibilidade operativa, “com impacto tanto nos critérios de garantia de suprimento de energia quanto de potência, como mostrado nos cenários de sensibilidade”.

“Atenção especial deve ser dada na viabilização do atendimento destas cargas no período de ponta noturno, momento no qual o sistema já apresenta uma maior dificuldade no atendimento aos requisitos de carga”, finaliza o documento.  fonte LUCIANO NASCIMENTO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

Falta de qualificação pode deixar 85 milhões de vagas em aberto até 2030

Falta de qualificação pode deixar 85 milhões de vagas em aberto até 2030

Setor de tecnologia lidera o número de oportunidades não preenchidas por escassez de talentos. Foto: Reprodução/Freepik

O mercado de trabalho passa por transformações constantes, diante de fatores como avanços tecnológicos e mudanças geracionais. No entanto, a falta de qualificação em diversas áreas tem gerado preocupação entre as empresas e pode se agravar no futuro.

De acordo com dados do Bureau of Labor Statistics (BLS), até 2030, cerca de 85 milhões de vagas poderão ficar em aberto apenas em cargos ligados à tecnologia.

Apesar disso, existem caminhos possíveis para que as empresas invistam na formação de talentos e aumentem as chances de sucesso nos processos de contratação.

Déficit de profissionais qualificados é crescente

Atualmente, o BLS estima uma escassez de pelo menos 40 milhões de profissionais qualificados na área de tecnologia.

Ao mesmo tempo, a projeção é de um crescimento de 13% no número de empregos na próxima década. Ou seja, o setor tecnológico segue aquecido, mas a capacitação dos profissionais não tem acompanhado esse ritmo.

Se esse cenário persistir, as empresas podem registrar perdas superiores a 8 bilhões de dólares. Além disso, quase 90% delas já enfrentam algum tipo de escassez de talentos ou devem lidar com isso em um futuro próximo.

Tecnologia está entre os setores mais afetados

O trabalho para recrutar e selecionar profissionais da área de tecnologia se transformou em um enorme desafio. Além da falta de qualificação, especialistas destacam outros fatores que dificultam a escolha do candidato ideal:

  • Profissionais qualificados já estão empregados: grande parte dos talentos com perfil mais especializado está empregada. Por isso, as empresas precisam adotar novas estratégias para atrair esses profissionais e demonstrar que são uma boa oportunidade.

  • Problemas nas ofertas de vagas: muitas organizações não conseguem atrair candidatos devido a descrições genéricas ou pouco atrativas, então é fundamental que a cultura esteja alinhada com o que é prometido durante o recrutamento.

  • Foco excessivo em profissionais jovens: segundo o BLS, 75% dos funcionários de TI em 2025 serão millennials. Apesar de ser vantajoso investir em jovens talentos, é necessário manter o equilíbrio, já que profissionais experientes também são essenciais.

  • Avanço acelerado da tecnologia: o setor tecnológico evolui rapidamente, exigindo atualização constante. Diante disso, as empresas precisam acompanhar essas mudanças e investir em programas de capacitação interna para desenvolver seus próprios talentos.

Tech recruiter tem um papel estratégico

Nesse cenário, o tech recruiter se torna uma figura estratégica nas empresas de tecnologia. Ele é o profissional responsável por conduzir o processo seletivo para áreas técnicas e também por avaliar se os candidatos se alinham com a cultura organizacional.

Ao atuar em todas as etapas da contratação, o tech recruiter contribui para que a vaga seja preenchida por alguém que atenda às necessidades da empresa e tenha maior potencial de permanência e desenvolvimento dentro da organização.

Com a tendência de escassez de talentos se acentuando ano após ano, se preparar para enfrentar esse desafio será um diferencial. Empresas que investirem em qualificação e estratégias de recrutamento eficazes estarão mais bem posicionadas para manter resultados no futuro. Fonte Alan Santana

Orçamento 2026: governador do ES encerra ciclo anual de Audiências Públicas no município da Serra

Orçamento 2026: governador do ES encerra ciclo anual de Audiências Públicas no município da Serra

Governador do Estado, Renato Casagrande, participou, nesta quarta-feira (02), da Audiência Pública para elaboração do Orçamento 2026 no município de Serra. foto Hélio Filho/Secom

O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, nesta quarta-feira (02), da Audiência Pública para elaboração do Orçamento 2026 no município de Serra. O evento, que representou a região Metropolitana, encerrou o ciclo anual de encontros presenciais, realizados de norte a sul do Estado para debater as prioridades da alocação dos recursos públicos estaduais para o próximo exercício.

“Sempre digo que quem planeja tem futuro. Essa audiência é importante, pois demonstra que temos capacidade de dialogar com a sociedade. O Governo faz seu plano, mas é fundamental ouvir as comunidades para que possamos entender quais são as prioridades e para que possamos montar esse plano em parceria com quem está na ponta e vai ser atingido pelas nossas políticas públicas. Ter organização é essencial para que possamos realizar o máximo de ações possíveis, pois somente com um Estado organizado que vamos ter poder de investimento para pôr em prática tudo o que estamos decidindo hoje”, afirmou o governador.

As Audiências Públicas fazem parte do processo de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). O objetivo é garantir transparência e a devida participação da população na definição das prioridades e dos investimentos da gestão estadual.  

“Hoje sediamos um momento importante para todo o Espírito Santo. Estamos aqui, ao lado do governador, debatendo aquilo que se espera de um governo verdadeiramente democrático: portas abertas para a sociedade participar da construção do futuro. Reiteramos nosso compromisso com o planejamento estratégico, marca da gestão da Serra, e reforçamos que, sob a liderança do governador, seguimos olhando para o futuro com responsabilidade — o que tem garantido ao Espírito Santo resultados cada vez mais positivos. Seguiremos juntos, Estado e Serra, construindo um Espírito Santo cada vez melhor”, disse o prefeito anfitrião do encontro, Weverson Meireles.

“Estamos encerrando hoje mais um ciclo de consulta popular muito produtivo. Percorremos as microrregiões do Estado realizando cinco encontros presenciais, ouvindo as pessoas e debatendo sobre as prioridades de cada região. Esse diálogo é fundamental e todas as contribuições colhidas, certamente, enriquecerão muito o processo de elaboração do Orçamento 2026. Afinal, é com participação social e diálogo entre Estado, municípios e sociedade que vamos construir um Espírito Santo cada vez mais justo, desenvolvido e com qualidade de vida para os capixabas”, destacou o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc.

Duboc completou: “E ainda dá tempo de participar! A população tem até o dia 04 de julho para contribuir também de forma on-line, pelo site www.orcamento.es.gov.br”, finalizou.

Ao acessar o site www.orcamento.es.gov.br, basta fazer login com o Acesso Cidadão ou a conta Gov.BR e selecionar o município de residência. Em seguida, o cidadão escolhe a área temática com a qual deseja contribuir. Em cada área, aparecerão subáreas relacionadas. É possível destacar as subáreas que julgar mais relevantes ou ainda inserir uma proposta sobre aquele tema. Caso a demanda não esteja contemplada em uma das subáreas apresentadas, basta clicar no campo “Quero participar, mas não encontrei a subárea” e registrar uma contribuição avulsa.

Durante o evento, os presentes puderam ter participação direta, com direito à fala em microfone para opinar e questionar sobre os projetos e as ações do Governo do Estado na microrregião. Cada cidadão teve dois minutos para fazer a manifestação, seguida de uma pronta resposta de representantes do Governo e gestores estaduais.

As contribuições colhidas servirão de subsídio para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA 2026), que é o orçamento anual do Estado. A peça orçamentária é de responsabilidade da Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e é enviada à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) para análise e votação dos deputados estaduais.

Fonte Comunicação do Governo

ES articula novo Plano de Crédito Rural para fortalecer o agro capixaba

ES articula novo Plano de Crédito Rural para fortalecer o agro capixaba

O objetivo foi alinhar expectativas e reforçar parcerias para a construção do Plano Safra Capixaba 2025/2026, que será anunciado nas próximas semanas.

A Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) promoveu, nesta segunda-feira (30), em Vitória, uma reunião estratégica com representantes de instituições financeiras que operam no Espírito Santo, além de entidades de apoio ao setor agropecuário. O objetivo foi alinhar expectativas e reforçar parcerias para a construção do Plano Safra Capixaba 2025/2026, que será anunciado nas próximas semanas.

Estiveram presentes representantes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banestes, Sicoob, Sicredi, Cresol e Banco do Nordeste. Também participaram as entidades Agricultura Forte, Centro de Desenvolvimento do Agronegócio (Cedagro), Federação das Associações de Produtores do Espírito Santo (Fapaes), Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa), além de órgãos federais como o Ministério da Agricultura (Mapa), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

Durante o encontro, foram debatidos cenários, desafios e sugestões para aprimorar as políticas públicas de financiamento rural no Espírito Santo.

O secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, ressaltou que a construção de políticas eficazes depende do diálogo direto com quem está na ponta:

“A construção de uma política agrícola sólida depende da articulação com quem opera o crédito e, principalmente, com as entidades que apoiam os produtores na obtenção desses recursos. Esse diálogo reafirma nosso compromisso de preparar um Plano de Crédito Rural que realmente atenda às necessidades do produtor capixaba”, destacou.

A equipe técnica da Seag apresentou os resultados parciais do atual ano-safra 2024/2025, apontando avanços nas contratações de crédito e cumprimento das metas pactuadas. O encontro reforçou o compromisso do Governo do Estado com a transparência, o planejamento e a escuta ativa para tornar mais eficaz a aplicação dos recursos no campo.

O novo Plano Safra Capixaba terá como foco ampliar o acesso ao crédito, estimular tecnologias sustentáveis e fortalecer a inclusão produtiva, levando em conta as características regionais do Espírito Santo.

fonte e foto Seag

Governo lança Plano Safra de R$ 516,2 bilhões para agronegócio

Governo lança Plano Safra de R$ 516,2 bilhões para agronegócio

O valor é R$ 8 bilhões maior em relação à safra anterior. foto MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta terça-feira (1º), o Plano Safra 2025/2026, com R$ 516,2 bilhões para o financiamento da agricultura e da pecuária empresarial no país. O crédito vai apoiar grandes produtores rurais e cooperativas com R$ 447 bilhões, e produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) com R$ 69,1 bilhões.

O valor é R$ 8 bilhões maior em relação à safra anterior e contempla operações de custeio, comercialização e investimento. As condições variam de acordo com o perfil do beneficiário e o programa acessado.

O crédito de custeio também poderá ser destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais, nativas ou exóticas, e ao reflorestamento, com o objetivo de valorizar iniciativas voltadas à preservação ambiental. Ainda nesse contexto, será permitido o financiamento de culturas de cobertura, que ajudam a preservar o solo entre uma safra e outra.

Durante evento no Palácio do Planalto, Lula afirmou que a produtividade agrícola do Brasil está diretamente ligada à capacidade de proteção ao meio ambiente. Para ele, essa compreensão deve permear todo o setor e a sociedade, colocando o país como líder na produção de alimentos.

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Brasília (DF), 01/07/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do lançamento do Plano Safra 2025/26, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do lançamento do Plano Safra 2025/26, no Palácio do Planalto Marcelo Camargo/Agência Brasil

“O grande sucesso não é só o aumento da capacidade produtiva ou o aumento da quantidade de mercados que nós conseguimos. O grande sucesso é um aprendizado de todos nós. É o aprendizado de que fazer a preservação adequada e necessária ao país, de preservar os nossos rios e os nossos mananciais, de recuperar a terra degradada, a gente vai percebendo, com o tempo, que está produzindo mais em menos hectares”, disse, lembrando que o país ainda tem 40 milhões de hectares de terras degradadas.

“A gente está ganhando mais porque aumentou a qualidade dos produtos que nós estamos plantando, por conta dos avanços genéticos e tecnológicos. E a gente está percebendo que o mundo tinha ojeriza ao Brasil, que era conhecido como país do desmatamento, o país do fogo, do desrespeito. E é essa compreensão que a sociedade brasileira, os empresários, o pequeno e médio agricultor foram tendo que permite que o Brasil passe a ser um país respeitado e, cada vez mais, as pessoas têm menos medo da gente”, acrescentou.

Do total disponibilizado neste Plano Safra, R$ 414,7 bilhões serão para custeio e comercialização e R$ 101,5 bilhões para investimentos. As taxas de juros para custeio e comercialização serão de 10% ao ano para os produtores do Pronamp e de 14% ao ano para os demais produtores. Já para investimentos, as taxas de juros variam entre 8,5% ao ano e 13,5% ao ano, de acordo com o programa.

“Os produtores que adotarem práticas sustentáveis terão acesso a condições diferenciadas, como juros reduzidos”, destacou o governo.

O governo prorrogou para o período de 1º de julho de 2025 a 30 de junho de 2026 a aplicação do desconto de 0,5 ponto percentual na taxa de juros das operações de crédito rural de custeio. A medida vale para produtores enquadrados no Pronamp e para os demais produtores que investirem em atividades sustentáveis, respeitados os limites definidos em cada instituição financeira para o ano agrícola.

Sustentabilidade

Também a partir deste ano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ferramenta que identifica áreas e épocas de plantio com menor risco de perdas devido a eventos climáticos adversos.

Anteriormente, a exigência era restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por pequenos agricultores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com enquadramento no seguro rural do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Agora, ela se estende a financiamentos acima desse valor e a contratos em que o Proagro não é exigido.

“O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições, e contribuir para maior segurança e sustentabilidade na produção”, explicou o governo. A exceção é para os casos em que não houver zoneamento disponível para o município ou para a cultura agrícola financiada.

O subprograma RenovAgro Ambiental, voltado a práticas agropecuárias ambientalmente sustentáveis, passa a contemplar ainda ações de prevenção e combate a incêndios no imóvel rural, além de recuperação de áreas protegidas. Entre as novidades, está a possibilidade de uso dos recursos para a aquisição de caminhões-pipa ou carretas-pipa e, entre os itens financiáveis, mudas de espécies nativas para a reposição e recomposição de áreas de preservação permanente e reservas legais.

Outras ações

Uma das novas possibilidades do Plano Safra é a ampliação do limite de renda para enquadramento no Pronamp, que passou de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões por ano, permitindo que mais produtores tenham acesso às condições diferenciadas oferecidas pelo programa.

Outra mudança na edição deste ano do plano é a autorização para o financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito, o que flexibiliza o acesso aos insumos.

Já os programas voltados à modernização e inovação tecnológica no campo ─ ModerAgro e InovAgro ─ foram unificados para simplificar o acesso ao crédito. Com isso, segundo o governo, houve aumento do limite disponível para investimentos em granjas, possibilitando que essas estruturas se mantenham sempre atualizadas em relação à sanidade animal.

O programa de armazenagem (PCA) também foi ampliado. O limite de capacidade por projeto passou de 6 mil para 12 mil toneladas, com o objetivo de melhorar a infraestrutura de estocagem e escoamento da produção rural.

Além disso, o novo ciclo do Plano Safra traz medidas para facilitar a renegociação de dívidas, oferecendo aos produtores que enfrentaram dificuldades em safras anteriores mais flexibilidade para reorganizar passivos e retomar o fluxo produtivo.

Complementando os valores para o setor rural, nesta segunda-feira (30), Lula anunciou o Plano Safra da Agricultura Familiar, com R$ 89 bilhões em recursos e taxas de juros menores [] para o financiamento de pequenos produtores na produção de alimentos, aquisição de máquinas e práticas sustentáveis, como bionsumos, sociobiodiversidade e transição agroecológica. fonte ANDREIA VERDÉLIO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

Ales terá estande sobre Arranjos Produtivos na Feira dos Municípios

Ales terá estande sobre Arranjos Produtivos na Feira dos Municípios

Este ano, a Feira dos Municípios começa na quinta-feira (3) e vai até domingo (6)  / Foto: Governo do Estado

Gastronomia, cultura, história e música; tudo isso em um só lugar: a Feira dos Municípios. O evento, que tem como foco as potencialidades do Espírito Santo, será de quinta (3) a domingo (6), no Pavilhão de Carapina, na Serra. A Ales vai participar do evento com um estande e também com uma programação especial de transmissão ao vivo direto da feira temática. 

O espaço da Ales terá como foco o Arranjos Produtivos, desenvolvido pela Casa dos Municípios. A ação é voltada para agricultores familiares, abrangendo estímulo ao associativismo, elaboração de projetos, capacitação de produtores e técnicos, ciclos de palestras e entrega de mudas e insumos. O “Arranjos Produtivos” tem parceria com o governo do Estado, o Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e apoio das prefeituras. 

A cobertura do evento pela TV Ales será ao vivo, direto do estande da Casa: na quinta (3) e na sexta-feira (4), às 18 horas; e no sábado (5) e no domingo (6), às 16 horas. Além de acompanhar a movimentação da feira, o programa especial vai trazer entrevistas e matérias sobre turismo e gastronomia. As edições serão comandadas pelo apresentador Torino Marques.

“A Feira dos Municípios é um espaço importante de valorização e visibilidade das nossas potencialidades. A Ales participar desse evento reforça um dos principais compromissos da atual gestão: estar próximo dos cidadãos e dar suporte aos municípios. E não poderíamos deixar de mostrar a feira pela TV Ales, divulgando ainda mais nosso turismo e nossa cultura”, disse a subsecretária de Rádio e TV, Gabriela Mignoni. 

Programação da feira

Os 78 municípios capixabas estarão representados na feira, divulgando as potencialidades de cada região. As cervejas artesanais produzidas no Espírito Santo estarão em evidência no evento, que vai contar com 14 empresas do ramo. A programação musical traz 22 shows, todos de artistas e bandas do Estado. A feira também vai dar destaque ao turismo, mostrado as principais rotas turísticas do Espírito Santo, entre elas, as regiões do Caparaó e de Pedra Azul.

A entrada no evento é gratuita. Na quinta (3) e na sexta-feira (4), a feira vai funcionar das 14 às 22 horas; no sábado (5), das 10 às 22 horas; e no domingo (6), das 10 às 18 horas. A praça de alimentação terá horário diferenciado. 

Serviço: Feira dos municípios do ES

Data: de quinta (3/7) a domingo (6/7)
Local: Pavilhão de Carapina, Serra
Site: www.feiradosmunicipios-es.com.br
Entrada gratuita