As inscrições para o XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina já estão abertas e podem ser realizadas presencialmente na Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Infraestrutura Rural (SEMDIR), localizada na sede da Prefeitura de Colatina, até o dia 30 de julho. Os produtores interessados também podem acessar o link para baixar a ficha de inscrição e conferio regulamento completo da competição. Acesse Clicando aqui
A iniciativa busca fortalecer a cafeicultura local, agregar valor à produção e ampliar as oportunidades de inserção dos produtores em mercados diferenciados
A ficha de inscrição para impressão está disponível no link a seguir: Inscrição
Promovido pela Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Infraestrutura Rural (SEMDIR), em parceria com instituições do setor cafeeiro, o concurso tem como objetivo reconhecer e incentivar a produção de café Conilon de alta qualidade no município, valorizando práticas sustentáveis e o aprimoramento do processamento pós-colheita. A iniciativa busca fortalecer a cafeicultura local, agregar valor à produção e ampliar as oportunidades de inserção dos produtores em mercados diferenciados.
O resultado do concurso será divulgado na primeira quinzena de setembro de 2026, e a cerimônia de premiação está prevista para ocorrer no mesmo mês, em evento específico.
Na categoria individual, serão premiados os dez primeiros colocados, sendo que o primeiro lugar receberá R$ 10 mil. A premiação contempla ainda os classificados até a décima colocação, com os produtores classificados entre o 7º e o 10º lugar recebendo R$ 1.400 cada. Também será premiada a organização participante que obtiver o melhor resultado na categoria de amostra coletiva. No total, serão R$ 30 mil reais em prêmio.
De acordo com o regulamento, somente receberão premiação os cafés que alcançarem pontuação mínima de 80 pontos. As amostras que atingirem esse índice também poderão representar Colatina em outros concursos estaduais e no concurso internacional realizado em Belo Horizonte.
As informações sobre inscrição, critérios de participação e regulamento completo acesse o link . Confira o Edital
O XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina é organizado pela SEMDIR/Prefeitura de Colatina, Incaper e IFES Campus Itapina, com apoio da SEAG, IDAF, Sebrae, Sindicato Rural de Colatina, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Colatina e Nazca Spices & Coffee.
fonte Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social
O apito inicial da Copa do Mundo de 2026 promete ecoar com força no caixa do setor de alimentação fora do lar no Brasil. Impulsionado por horários de jogos altamente favoráveis e por uma economia em ritmo de retomada, o segmento de bares e restaurantes deve registrar um faturamento real de R$ 2,42 bilhões durante o Mundial deste ano. A projeção, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta para um crescimento real de 15,7% na comparação com o torneio do Catar, em 2022, quando o setor movimentou R$ 2,09 bilhões.
Com fuso horário favorável e recuperação econômica, setor projeta crescimento de 15,7% nas vendas em relação ao Mundial do Catar. Foto: Reprodução/Freepik
De acordo com a análise da CNC, o cenário macroeconômico atual desenha um ambiente muito mais propício para o consumo do que o observado há quatro anos. A entidade aponta que esse desempenho positivo é sustentado por três fatores principais: a recuperação consistente no poder de compra das famílias brasileiras, o mercado de trabalho aquecido que eleva a confiança do consumidor e o fuso horário estratégico.
Ao contrário da última Copa, os jogos na América do Norte serão transmitidos no Brasil entre a tarde e a noite. Essa escala coincide exatamente com os horários de pico e de maior apelo social dos estabelecimentos, potencializando a circulação de clientes.
A expectativa é de ver os torcedores lotarem os bares pelo país, transformando os estabelecimentos nos principais pontos de encontro para acompanhar as partidas. Mais do que um espaço voltado apenas para a descontração, esses ambientes passaram a funcionar como um reflexo das novas dinâmicas de comportamento urbano, onde os consumidores expressam hábitos e estilos de vida contemporâneos.
Nesses cenários de intensa interação social, nota-se uma mudança no perfil de consumo que vai além de comidas e bebidas, com frequentadores utilizando acessórios de uso pessoal que marcam sua identidade visual e social. Essa tendência engloba a presença crescente de dispositivos eletrônicos portáteis integrados à rotina de lazer. Acompanhando esse movimento, parte do público jovem transita por esses locais buscando e compartilhando novidades em tecnologia de nicho, um mercado exemplificado pelo interesse em comprar vapes, aparelhos frequentemente observados em momentos de sociabilidade entre amigos.
O “Prêmio Copa” no bolso do empresário
O fenômeno de aceleração de vendas no meio do ano não é por acaso. O histórico mapeado pela CNC mostra que, tradicionalmente, os meses de junho e julho em anos de Mundial registram uma alta média de 5,4% no volume de receitas de bares e restaurantes, quando comparados ao mesmo bimestre de anos sem a competição.
Esse impulso extra é classificado pela confederação como o “prêmio Copa”, funcionando como um motor de atração que eleva tanto o fluxo de clientes quanto o valor gasto por pessoa (tíquete médio). O mapeamento conclui que o evento mobiliza consumidores que, em condições normais, não frequentariam esses estabelecimentos no período, transformando a torcida em um combustível essencial para o comércio e o entretenimento no país. Fonte Alan Santana
A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, realizou o bloqueio de 614 microempreendedores individuais (MEIs) que apresentaram irregularidades identificadas em ações de monitoramento fiscal. A medida impede que esses contribuintes recepcionem documentos fiscais eletrônicos até que regularizem sua situação cadastral e tributária.
O Espírito Santo conta com mais de 325 mil microempreendedores individuais
As irregularidades foram identificadas por meio de malhas fiscais da Receita Estadual. As análises apontaram dois tipos principais de inconsistências: a ausência de Inscrição Estadual por parte de MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS e a permanência no regime de microempreendedor individual por contribuintes com receita bruta acima do limite legal de enquadramento na modalidade, resultando em recolhimento de tributos em desacordo com a legislação.
O Espírito Santo conta com mais de 325 mil microempreendedores individuais. Para os MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS, a obtenção da Inscrição Estadual e a emissão de documentos fiscais eletrônicos passaram a ser obrigatórias a partir de 1º de abril de 2026, conforme previsto no Decreto nº 6.335-R/2026.
Para regularizar a situação, os contribuintes que ultrapassaram o limite de receita bruta permitido para o MEI devem providenciar o desenquadramento do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), enquadrando-se no regime tributário aplicável (Simples Nacional ou Regime Ordinário), além de realizar a apuração e o recolhimento dos tributos devidos.
Já os microempreendedores que exercem atividades sujeitas ao ICMS e ainda não possuem Inscrição Estadual devem solicitar o registro, para atender à legislação vigente. A Inscrição Estadual é gratuita e pode ser solicitada no Portal Simplifica ES (www.simplifica.es.gov.br ).
Após a obtenção da Inscrição Estadual, o MEI poderá emitir documentos fiscais eletrônicos sem necessidade de certificado digital, por meio do aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), disponibilizado gratuitamente para usuários das plataformas Android e iOS, ou utilizar outro emissor compatível com a legislação vigente.
O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES), Luiz Carlos Ciciliotti, recebeu, nesta sexta-feira (3), representantes da Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP), que apresentaram a Consulta Pública ARSP nº 008/2026, que trata da proposta de resolução destinada a estabelecer as condições gerais para a prestação do serviço público de loteria no âmbito estadual.
O serviço será operado pela Banestes Loteria, que foi criada em agosto de 2024, após aprovação legislativa e do Banco Central. Ela é uma subsidiária oficial do Sistema Financeiro Banestes, em fase de implantação para operar apostas no Espírito Santo, e cuja operação será controlada e fiscalizada pela ARSP.
O presidente do Tribunal de Contas do TCE-ES, Luiz Carlos Ciciliotti, recebeu representantes da Agência de Regulação do ARSP
O encontro teve como objetivo compartilhar com o órgão de controle os principais aspectos da proposta regulatória, visando a transparência, a segurança jurídica, a governança e a construção de um ambiente regulatório responsável para a atividade lotérica no Espírito Santo. Além de Ciciliotti, participaram o secretário de Controle Externo de Infraestrutura do TCE-ES, Guilherme Abreu, e os coordenadores de Núcleo Henrique Fassbender e Renata Junqueira.
A minuta em consulta pública disciplina temas essenciais para a adequada prestação do serviço, como regras para homologação de produtos lotéricos, mecanismos de fiscalização, proteção ao apostador, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, jogo responsável, segurança da informação, rastreabilidade das operações, auditoria, prestação de contas e transparência.
Segundo o Diretor-Geral da ARSP, Alexandre Ventorim, a regulamentação da loteria estadual representa um novo e importante desafio regulatório para a Agência.
“Estamos tratando de um serviço público que exige elevado grau de controle, responsabilidade e segurança. A proposta da ARSP busca equilibrar inovação, sustentabilidade da operação e proteção do interesse público, sempre com atenção à transparência, ao jogo responsável e à adequada fiscalização”, destacou.
A construção da proposta foi precedida por estudos técnicos, tomada de subsídios e análise de impacto regulatório, de forma a permitir maior participação social e melhor identificação dos riscos, prioridades e boas práticas aplicáveis ao setor, conforme Ventorim.
Durante a reunião, a ARSP também ressaltou a importância do diálogo institucional com o Tribunal de Contas, especialmente diante da natureza inovadora do tema e da necessidade de fortalecer a segurança regulatória desde a fase inicial de estruturação do serviço. Também participaram o Diretor de Infraestrutura, Mobilidade e Loteria, Pedro Daemon, e a gerente de loteria Danielle Zanoli.
O secretário do TCE-ES Guilherme Abreu comentou sobre a apresentação feita pela Agência.
“A reunião foi importante porque nos deu ciência formal da iniciativa e permite que o tribunal possa se preparar antecipadamente para a fiscalização de um objeto inédito”, afirma.
Na proposta apresentada pela ARSP, estão as diretrizes para a prestação dos serviços de loteria, definindo direitos e deveres dos usuários, responsabilidades dos operadores, padrões de atendimento, mecanismos de transparência, requisitos de segurança e demais condições aplicáveis à execução da atividade no Estado.
De acordo com o diretor de Infraestrutura, Mobilidade e Loteria da ARSP, Pedro Daemon, a proposta foi construída a partir de estudos técnicos, análise de impacto regulatório e das melhores práticas adotadas no setor.
“A minuta incorpora mecanismos de proteção ao apostador e de fortalecimento da fiscalização, reunindo exigências relacionadas à segurança dos sistemas, certificação de conformidade com padrões internacionais, prevenção à ludopatia, combate a fraudes e monitoramento das operações. A proposta também estabelece instrumentos que permitirão à ARSP acompanhar a atividade lotérica de forma mais eficiente e alinhada às melhores práticas regulatórias”, explicou.
A Consulta Pública ARSP nº 008/2026 permanece aberta para recebimento de contribuições da sociedade, dos órgãos públicos, dos agentes interessados e demais entidades, com o objetivo de aperfeiçoar a proposta normativa antes de sua deliberação final pela Diretoria Colegiada da Agência. O objetivo é reunir sugestões, críticas e contribuições de usuários, agentes regulados, especialistas e demais interessados para subsidiar a tomada de decisão da Agência.
As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da ARSP e poderão subsidiar a versão final da norma. As sugestões poderão ser acolhidas integral ou parcialmente, consolidadas ou rejeitadas, sempre com base em critérios técnicos e regulatórios.
Serviço Consulta Pública ARSP nº 008/2026 – Condições Gerais da Prestação dos Serviços Públicos de Loteria 📅 Período para envio de contribuições: de 03 de junho a 17 de julho de 2026 📝 Participação: por meio de formulário eletrônico disponível no portal da ARSP, neste link 📄 Documentos disponíveis: minuta de resolução e formulário para envio de contribuições 📧 Dúvidas e informações: consulta.loteria@arsp.es.gov.br
Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (2), proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria fundos constitucionais para o Sul e o Sudeste. A proposta ainda amplia, em um ponto percentual (p.p.), os recursos repassados, pela União, ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Texto ainda aumenta em 1 ponto percentual repasses para municípios. foto câmara federal
A PEC 231 de 2019 ainda precisa ser aprovada no plenário da Câmara e depois deve ser analisada no Senado. Relatada pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ela permite que produtores e municípios do Sul e Sudeste usem recursos dos fundos criados para acessar linhas de crédito com juros menores para projetos produtivos e de infraestrutura.
“A criação dos Fundos Constitucionais de financiamento para as Regiões Sul e Sudeste representa um passo necessário para a consolidação de uma política de desenvolvimento regional verdadeiramente isonômica e alinhada ao princípio constitucional da redução das desigualdades”, escreveu o relator da PEC.
O relator Arnaldo Jardim estima que a criação dos dois fundos, mais o aumento dos repasses ao FPM, terá um impacto financeiro de R$ 49,67 bilhões em dois anos, sendo R$ 16,0 bilhões, em 2027, e 33,6 bilhões, em 2028. O Ministério da Fazenda não se manifestou publicamente sobre essa PEC.
Fundos Constitucionais
Atualmente, o Artigo 159 da Constituição prevê recursos para fundos regionais do Norte, Centro Oeste e Nordeste, criados como mecanismos para reduzir as desigualdades regionais do Brasil.
A PEC aprovada em Comissão na Câmara inclui no dispositivo constitucional 1% das receitas da União com Imposto de Renda (IR), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto Seletivo (IS) para Fundo da região Sul. Outro 1% da arrecadação desses tributos vai para o Fundo da região Sudeste, sendo 0,5% aplicados a partir de janeiro de 2027 e os outros 0,5% a partir de janeiro de 2028.
O relator Jardim argumentou que as regiões Sul e Sudeste, embora apresentem indicadores econômicos melhores, abrigam municípios com indicadores tão críticos quanto os encontrados em outras partes do país.
“Ressalta-se que a criação desses fundos não implica desvio de recursos de outras regiões, garantindo que os recursos adicionais sejam alocados para o Sul e Sudeste sem reduzir as transferências já existentes”, diz o relatório.
O deputado federal paulista argumentou ainda que as desigualdades no Brasil não seguem “exclusivamente fronteiras macrorregionais”.
“O Sudeste concentra a maior parte do PIB nacional, mas também abriga bolsões de pobreza em vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira, periferias metropolitanas e áreas rurais do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, onde o acesso ao crédito produtivo é limitado e a infraestrutura social e econômica é precária”, escreveu o deputado Jardim.
Municípios
A proposta aprovada em Comissão Especial ainda amplia os repasses ao FPM, destinados aos municípios, em 1 p.p. da arrecadação com IR, IPI e IS. O repasse adicional ocorreria todo mês de março.
“A proposta reconhece que os municípios, especialmente os de pequeno porte, altamente dependentes desses repasses, são a esfera federativa que mais diretamente enfrenta o déficit de infraestrutura, saúde, educação e assistência social”, diz o relatório de Arnaldo Jardim.
O deputado federal acrescentou que o fortalecimento do FPM beneficia as cidades com menor capacidade de arrecadação própria, “independentemente da unidade da federação em que estejam localizadas”.
Moradores do Nordeste e Noroeste participaram nesta terça-feira (30/6) da Audiência Pública para elaboração do Orçamento 2027 do Governo do Estado. O encontro aconteceu no município de Conceição da Barra, ocasião em que os participantes debatem prioridades para as duas microrregiões capixabas.
Confira a programação dos próximos eventos e reserve a sua agenda. FOTO SECOM
O objetivo da Audiência Pública é garantir a devida transparência e participação popular no processo de definição e alocação dos recursos públicos estaduais. Durante o evento, os cidadãos presentes puderam fazer uso do microfone para opinar, sugerir ou questionar sobre os projetos e as ações do Governo do Estado e foram respondidos prontamente por gestores governamentais e equipes técnicas do Governo do Estado.
As contribuições colhidas na Audiência Pública servirão de subsídio para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA 2027), que é o orçamento anual do Estado. A peça orçamentária é de responsabilidade da Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e é enviada à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) para análise e votação dos deputados estaduais.
“É na LOA que o Governo do Estado estabelece para quais ações o recurso público será destinado no ano seguinte, portanto, é fundamental que este processo seja democrático e extremamente transparente. Por isso, estamos percorrendo todas as microrregiões, de norte a sul do Estado, seguindo a orientação do nosso governador Ricardo Ferraço que é de ouvir as pessoas, as demandas e as necessidades de cada município capixaba”, destacou o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, que também conduziu a plenária de debates.
O prefeito de Conceição da Barra, Erivan Tavares, agradeceu pela parceria com o governo do Estado na realização do evento. “Me sinto honrado em ver Conceição da Barra recebendo essa importante audiência regional. É uma oportunidade para a gente ouvir as pessoas, entender melhor as necessidades de cada cidade e ajudar a construir juntos as prioridades para os próximos anos. Tenho certeza de que a participação da população faz toda a diferença nesse processo”, pontuou.
Além do Nordeste e Noroeste, nas últimas semanas, as microrregiões Caparaó, Litoral Sul, Central Sul, Sudoeste Serrana e Central Serrana também já receberam Audiências Públicas para elaboração do Orçamento 2027. Ao todo, serão cinco encontros presenciais.
Confira a programação dos próximos eventos e reserve a sua agenda:
DATA
HORÁRIO
MICRORREGIÕES
MUNICÍPIO ANFITRIÃO
LOCAL
02/07/26 (quinta-feira)
13h
Centro-Oeste e Rio Doce
São Gabriel da Palha
Auditório da Escola Estadual “CEEFMTI Governador Gerson Camata”Rua João Izoton Filho, Km 05, s/n – São Vicente, São Gabriel da Palha / ES
09/07/26 (quinta-feira)
14h
Metropolitana
Cariacica
Auditório do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) – Campus Cariacica (Rod. Governador José Henrique Sette, 184 – Itacibá, Cariacica / ES)
Participação on-line
As pessoas que não puderem comparecer ao encontro presencial da sua microrregião, podem contribuir com a elaboração do Orçamento 2027 por meio do site oecamento.es.gov.br. A participação on-line segue aberta até o próximo dia 10 de julho.
Para participar, o cidadão deverá selecionar o município em que reside e, em seguida, a área temática de interesse. São elas: Educação, Cultura, Esporte e Lazer; Segurança Pública e Justiça; Proteção Social, Saúde e Direitos Humanos; Agricultura e Meio Ambiente; Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Inovação e Turismo; Infraestrutura; Gestão Pública Inovadora; Emprego, Trabalho e Renda; e Redução das Desigualdades Sociais.
Ao clicar em uma área estratégica, aparecerão subáreas relacionadas. É possível destacar as subáreas que julgar mais relevantes ou ainda inserir uma proposta sobre aquele tema.
Caso a demanda não esteja contemplada em uma das subáreas apresentadas, é possível acrescentar contribuições avulsas, clicando na opção “Quero participar, mas não encontrei a subárea”. O acesso ao sistema de participação é realizado via Acesso Cidadão ou pela conta Gov.BR do cidadão. fonte e foo SEP
O crédito concedido às médias empresas pelo Itaú BBA gerou impacto médio anual de R$ 1,7 bilhão no PIB do Espírito Santo entre 2020 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). No período, a atividade apoiada pelo banco também resultou em R$ 798 milhões em renda, R$ 550 milhões em impostos e 21 mil ocupações. No Brasil, o impacto médio anual estimado foi de R$ 105 bilhões em PIB, R$ 49 bilhões em renda e R$ 34 bilhões em impostos.
Entre 2020 e 2024, o atendimento do Itaú BBA contribuiu, em média por ano, para a geração de 21 mil empregos e R$ 550 milhões em impostos no estado. foto bc
As médias empresas desempenham papel estratégico na economia brasileira, com forte capacidade de geração de emprego e dinamização regional. O Itaú BBA atua oferecendo soluções financeiras estruturadas, apoio estratégico e proximidade com os empresários, contribuindo para a expansão sustentável desses negócios.
O levantamento foi conduzido pela FGV com base em metodologia de matriz insumo-produto, estimando os impactos diretos, indiretos e induzidos da atividade econômica associada ao atendimento às médias empresas pelo Itaú BBA no período de 2020 a 2024.
Produzir café arábica orgânico com alta produtividade é um desafio para os cafeicultores do Espírito Santo. Esse cenário, porém, tende a mudar com a adoção de cultivares recomendadas para o Estado pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Experimentos conduzidos nas Montanhas Capixabas têm demonstrado que esses materiais, indicados aos agricultores a partir de 2025, podem alcançar rendimentos comparáveis aos de muitas lavouras convencionais, mesmo sem o uso de qualquer produto químico.
Entre os materiais avaliados, a cultivar IPR 103 tem se destacado, com projeção de atingir 86 sacas por hectare na safra deste ano.
Os estudos são realizados nos municípios de Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins. Ao longo de cinco safras, em condições de sequeiro (sem irrigação), foram registradas produtividades médias entre 35,4 e 48,2 sacas por hectare — desempenho até 85% superior à média histórica da cafeicultura arábica capixaba. Entre os materiais avaliados, a cultivar IPR 103 tem se destacado, com projeção de atingir 86 sacas por hectare na safra deste ano.
Segundo o pesquisador do Incaper e coordenador dos estudos, Maurício Fornazier, os resultados superaram as expectativas da equipe técnica. “As produtividades observadas nas áreas experimentais mostram que é possível produzir café orgânico de forma econômica em níveis muito competitivos, conciliando desempenho produtivo e sustentabilidade”, destaca.
Um dos fatores que mais contribuem para esse desempenho é a resistência genética das cultivares à ferrugem do cafeeiro, considerada uma das principais doenças da cultura. Essa característica reduz a necessidade de intervenções fitossanitárias e aumenta a viabilidade econômica da produção orgânica. Além disso, práticas como o plantio adensado e o manejo da cobertura vegetal favorecem a conservação do solo, a retenção de umidade e a formação de matéria orgânica, além de reduzir a incidência do mato.
Além dos benefícios agronômicos, os pesquisadores destacam as oportunidades de mercado para os cafés orgânicos. De acordo com o engenheiro-agrônomo do Incaper, Cesar Abel Krohling, a demanda por produtos cultivados com menor impacto ambiental segue em expansão, tanto no mercado interno quanto no exterior.
“A tendência é que esse cenário se fortaleça ainda mais com o aumento das exigências relacionadas à sustentabilidade nas cadeias globais de abastecimento”, afirma.
Nova área experimental em Pedra Azul
Recentemente, a pesquisa foi ampliada com a instalação de um novo experimento em sistema orgânico no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Serrano, do Incaper, localizado no distrito de Aracê, próximo à Pedra Azul, uma das regiões mais frias do Espírito Santo.
“Isso vai nos permitir avaliar o desempenho produtivo das cultivares em condições de maior altitude e temperaturas mais amenas, além de verificar a influência desse ambiente na qualidade do café produzido”, explica o pesquisador Maurício Fornazier.
Próximas etapas da pesquisa
Os próximos passos incluem a avaliação detalhada da qualidade da bebida e a identificação dos materiais genéticos mais promissores para recomendação aos cafeicultores capixabas. O objetivo é lançar, ainda em 2026, uma cartilha técnica que contribua para a expansão da cafeicultura orgânica no Estado, agregando valor à produção e fortalecendo a sustentabilidade da atividade.
Cultivares validadas e recomendadas pelo Incaper
As pesquisas em sistema orgânico utilizam materiais genéticos que integram o conjunto de cultivares validadas pelo Incaper para as condições de cultivo do Espírito Santo.
Os estudos dão continuidade ao projeto “Novas cultivares de café arábica para o Espírito Santo”, desenvolvido pelo Incaper com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e de parceiros da iniciativa privada.
O projeto avaliou cultivares em diferentes regiões produtoras do Estado, considerando critérios como produtividade, adaptação às condições locais, resistência a doenças e qualidade da bebida. A recomendação oficial dos materiais com melhor desempenho foi feita em maio de 2025, com o lançamento da cartilha “Café Arábica: Cultivares Validadas para o Estado do Espírito Santo”.
A publicação reúne informações técnicas sobre materiais adaptados às condições capixabas e serve como referência para produtores e técnicos na escolha das cultivares mais adequadas para cada região produtora.
A Modal Expo 2026 encerrou sua segunda edição com resultados que confirmam a consolidação do evento entre os principais encontros de logística, transporte e comércio exterior do Brasil. Realizada entre os dias 16 e 18 de junho, no Pavilhão de Carapina, na Serra, a feira superou a meta estabelecida de R$ 100 milhões em negócios projetados e alcançou a marca de R$ 110 milhões, um crescimento de 69,2% em relação aos R$ 65 milhões registrados na edição de 2025.
A feira também promoveu 143 reuniões de negócios por meio das rodadas realizadas em parceria com o Sebrae, além de reunir mais de 60 participantes nas visitas.
Os números reforçam o protagonismo do Espírito Santo no cenário logístico nacional e demonstram a capacidade do evento de conectar empresas, investidores, especialistas e lideranças públicas em torno de oportunidades concretas de desenvolvimento econômico.
Ao longo dos três dias, a Modal Expo recebeu mais de 8 mil visitantes, crescimento de 15% em comparação à edição anterior, além de representantes de mais de 20 estados brasileiros e visitantes internacionais dos Estados Unidos e Paraguai. O evento também registrou expansão na área de exposição, reunindo 120 marcas expositoras, aumento de 20% em relação ao ano passado.
Outro indicador que evidencia a qualificação do público é que 65% dos visitantes participaram diretamente do processo de decisão das empresas em que atuam, reforçando o posicionamento da feira como um ambiente estratégico para geração de negócios e networking de alto nível.
A programação reuniu mais de 70 painelistas e especialistas nacionais em debates sobre infraestrutura, comércio exterior, expansão portuária, transporte de cargas, armazenagem, reforma tributária, inteligência artificial, inovação, sustentabilidade, integração logística, e-commerce, investimentos, corredores logísticos e os desafios para aumentar a competitividade do Brasil no cenário global.
A feira também promoveu 143 reuniões de negócios por meio das rodadas realizadas em parceria com o Sebrae, além de reunir mais de 60 participantes nas visitas técnicas, que levaram empresários e profissionais para conhecer operações de referência dos setores no Espírito Santo.
Para o presidente do Sindiex, Sidemar Acosta, os resultados refletem a força do mercado e o potencial do Espírito Santo para ampliar sua participação na logística nacional.
“Nosso Estado é um verdadeiro canteiro de oportunidades e está preparado para o Brasil e para o mundo, com investimentos em infraestrutura que fortalecem sua posição estratégica e ampliam sua capacidade de atender às demandas logísticas de toda a costa brasileira. Os resultados desta edição da Modal Expo mostram a força desse ecossistema e nos dão muitos motivos para comemorar.”
O presidente do Sincades, Idalberto Moro, destacou o ambiente de conexões criado pelo evento.
“A Modal Expo conecta um ecossistema muito grande de comércio, transporte, importação, fornecedores e prestadores de serviço. A segunda edição foi extremamente positiva e já cria expectativa para a terceira.”
Para o presidente do Transcares, Luiz Alberto Teixeira, a feira já se tornou uma vitrine do potencial logístico capixaba.
“A Modal Expo ajuda a mostrar ao Brasil que o Espírito Santo tem vocação para ser um grande hub logístico e que precisamos continuar atraindo empresas, indústrias, centros logísticos e investimentos em infraestrutura.”
Maior feira de logística, transporte e comércio exterior do Estado encerra segunda edição com crescimento recorde de público, expositores e geração de negócios
Segundo o diretor da Milanez & Milaneze e realizador da feira, Marcos Milaneze, os resultados superaram todas as expectativas.
“A cada edição, a Modal Expo se consolida como um ponto de encontro para quem pensa o futuro da logística. O mais importante não são apenas os resultados gerados durante os dias de evento, mas as conexões que permanecem, os projetos que nascem e as oportunidades que se desenvolvem ao longo dos meses seguintes. Esse é o verdadeiro valor da feira: criar um ambiente que impulsiona negócios, inovação e desenvolvimento para todo o setor.”
Já o CEO da Liga de Marketing e realizador do evento, Marcelo Braga, ressaltou a qualidade do público e a evolução da experiência oferecida aos participantes.
“A feira superou totalmente nossas expectativas, especialmente pela qualidade do público. O reconhecimento dos expositores mostra a força do projeto. Conseguimos ampliar a experiência na arena de conteúdo, nas visitas técnicas e nas rodadas de negócios. A cada edição, a Modal Expo fortalece seu legado e ajuda a mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade logística, a infraestrutura e o ambiente de negócios que o Espírito Santo oferece.”
Promovida pelo Sindiex, Sincades e Transcares, com realização da Milanez & Milaneze e da Liga de Marketing, a Modal Expo encerra sua segunda edição consolidada como um dos principais ambientes de geração de negócios, conhecimento e relacionamento do setor no país, reforçando o posicionamento do Espírito Santo como protagonista da logística brasileira e porta de entrada para novas oportunidades de investimentos.
Modal Expo 2026 em números
Mais de 8 mil visitantes Crescimento de 15% em relação à edição de 2025 Participação de representantes de mais de 20 estados brasileiros Visitantes internacionais dos Estados Unidos e Paraguai 120 marcas expositoras Crescimento de 20% no número de expositores Mais de 70 painelistas R$ 110 milhões em negócios projetados Crescimento de 69,2% em relação aos R$ 65 milhões projetados em 2025 65% dos visitantes participaram diretamente do processo de decisão das empresas em que atuam 143 reuniões realizadas nas rodadas de negócios Mais de 60 participantes nas visitas técnicas
Patrocinadores:
Patrocínio Master: Cesan e Detran|ES
Patrocínio Diamante: Banestes
Patrocinador ESG: Marca Ambiental
Patrocínio Ouro: Portocel
Patrocínio Prata: Sicoob, Caixa e Governo do Brasil: Onde tem patrocínio CAIXA, tem Governo do Brasil
Patrocínio Bronze: Bradesco, ES Gás/Grupo Energisa e Banco do Nordeste e Governo do Brasil: Onde tem patrocínio do Banco do Nordeste, tem Governo do Brasil
Apoio Institucional: Confea, Crea-ES, Mútua, Fetransportes, Findes, Sebrae, Aderes e Governo do Estado do Espírito Santo
Entidades Parceiras: AVENPES Brasil, Centrorochas e SindLiqes
Promoção: Sindiex, Sincades e Transcares
Realização: Milanez & Milaneze e Liga de Marketing. Fonte Renata Salgueira Serra
O início da colheita do café voltou a mostrar sua força na economia capixaba. Em abril, o Espírito Santo registrou a abertura de 3.611 empregos formais com carteira assinada, impulsionado principalmente pela agropecuária, que respondeu por mais da metade das vagas criadas no estado. O resultado indica o bom momento do mercado de trabalho capixaba, que já acumula mais de 16 mil novos postos em 2026, além de evidenciar o protagonismo do interior na geração de oportunidades.
Novas contratações no mercado formal do ES. Desta vez, o destaque foi a agricultura capixaba. As observações são do Connect Fecomércio-ES.
As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Embora o saldo de abril tenha ficado abaixo do registrado em março, quando foram criados 7.450 empregos – o melhor resultado para o período desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2020 –, o desempenho manteve a trajetória positiva do mercado formal de trabalho no estado.
“A geração de empregos continua em um patamar bastante favorável. Mesmo após o resultado excepcional de março, o Espírito Santo voltou a criar vagas em todos os grandes setores da economia, com exceção do comércio, o que demonstra a capacidade de absorção de mão de obra em diferentes atividades econômicas”, explicou André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES.
A agropecuária liderou as contratações em abril, com saldo de 2.104 empregos formais, equivalente a mais da metade de todas as vagas geradas no estado. O principal motor desse crescimento foi o cultivo de café, responsável sozinho pela criação de 1.390 postos de trabalho, ou 66,1% do total do setor.
“A safra do café exerce um papel estratégico para o mercado de trabalho capixaba. O início da colheita amplia a demanda por mão de obra em diversos municípios do interior e gera reflexos positivos não apenas na agropecuária, mas também em atividades ligadas ao transporte, armazenagem, comércio e prestação de serviços”, destacou Spalenza.
Além da agropecuária, os setores de serviços e construção também apresentaram resultados expressivos, com saldos positivos de 748 e 745 empregos, respectivamente. A indústria contribuiu com mais 317 vagas. O único setor que registrou resultado negativo foi o comércio, que encerrou 303 postos de trabalho, comportamento considerado comum nos primeiros meses do ano, após a movimentação intensa das vendas de fim de ano.
Com o resultado de abril, o Espírito Santo acumula saldo de 16.515 empregos formais nos quatro primeiros meses de 2026. Entre os destaques do ano está a construção, que ampliou em 79,8% a geração de vagas em comparação com o mesmo período de 2025, criando 1.553 empregos adicionais. Os serviços também avançaram, com crescimento de 12,3% na geração de postos, enquanto o comércio reverteu o cenário negativo observado no ano passado e voltou a registrar saldo positivo.
Segundo Spalenza (Foto), a composição das vagas geradas em 2026 também merece atenção. “Embora a agropecuária tenha papel importante neste momento, o crescimento do emprego formal está sendo sustentado também por setores como comércio, serviços e construção, que costumam oferecer vínculos mais estáveis. Isso contribui para aumentar a resiliência do mercado de trabalho ao longo do ano”, afirma.
Atualmente, o Espírito Santo contabiliza 932.721 vínculos formais de trabalho, número 1,5% superior ao registrado em abril de 2025. O setor terciário continua sendo o principal empregador do estado, concentrando 70,9% dos empregos com carteira assinada. Desse total, 45,6% estão nos serviços e 25,3% no comércio, que juntos somam mais de 661 mil trabalhadores formais.
Nos serviços, principal gerador de empregos em 2026, foram criadas 7.623 vagas entre janeiro e abril, o equivalente a 46,2% de todos os postos abertos no estado.
Outro destaque do mês foi a distribuição regional das contratações. Apesar de Vitória ter liderado individualmente entre os municípios, com saldo de 685 empregos e impulsionado principalmente pela construção civil, a geração de vagas esteve fortemente concentrada no interior do estado.
Ao todo, os municípios fora da Grande Vitória responderam por 3.467 empregos formais, o equivalente a 96% de todas as vagas criadas em abril. Além de Aracruz, que abriu 562 postos impulsionados pela indústria, destacaram-se Jaguaré, Linhares, Vila Valério, Itapemirim, Sooretama, São Mateus e Rio Bananal, todos beneficiados pela dinâmica da atividade cafeeira.
“Cada novo emprego com carteira assinada representa mais proteção ao trabalhador, maior segurança jurídica para as empresas e aumento da arrecadação que financia políticas públicas. A formalização é especialmente importante na agropecuária, setor que historicamente apresenta índices mais elevados de informalidade”, observou o coordenador.