Inscrições para o XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina já estão abertas

Inscrições para o XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina já estão abertas

As inscrições para o XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina já estão abertas e podem ser realizadas presencialmente na Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Infraestrutura Rural (SEMDIR), localizada na sede da Prefeitura de Colatina, até o dia 30 de julho. Os produtores interessados também podem acessar o link para baixar a ficha de inscrição e conferio regulamento completo da competição. Acesse Clicando aqui

A iniciativa busca fortalecer a cafeicultura local, agregar valor à produção e ampliar as oportunidades de inserção dos produtores em mercados diferenciados

A ficha de inscrição para impressão está disponível no link a seguir: Inscrição

Promovido pela Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Infraestrutura Rural (SEMDIR), em parceria com instituições do setor cafeeiro, o concurso tem como objetivo reconhecer e incentivar a produção de café Conilon de alta qualidade no município, valorizando práticas sustentáveis e o aprimoramento do processamento pós-colheita. A iniciativa busca fortalecer a cafeicultura local, agregar valor à produção e ampliar as oportunidades de inserção dos produtores em mercados diferenciados.

O resultado do concurso será divulgado na primeira quinzena de setembro de 2026, e a cerimônia de premiação está prevista para ocorrer no mesmo mês, em evento específico.

Na categoria individual, serão premiados os dez primeiros colocados, sendo que o primeiro lugar receberá R$ 10 mil. A premiação contempla ainda os classificados até a décima colocação, com os produtores classificados entre o 7º e o 10º lugar recebendo R$ 1.400 cada. Também será premiada a organização participante que obtiver o melhor resultado na categoria de amostra coletiva. No total, serão R$ 30 mil reais em prêmio. 

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De acordo com o regulamento, somente receberão premiação os cafés que alcançarem pontuação mínima de 80 pontos. As amostras que atingirem esse índice também poderão representar Colatina em outros concursos estaduais e no concurso internacional realizado em Belo Horizonte. 

As informações sobre inscrição, critérios de participação e regulamento completo acesse o link . Confira o Edital


O XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina é organizado pela SEMDIR/Prefeitura de Colatina, Incaper e IFES Campus Itapina, com apoio da SEAG, IDAF, Sebrae, Sindicato Rural de Colatina, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Colatina e Nazca Spices & Coffee.

fonte
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Copa de 2026 deve movimentar R$ 2,42 bi em bares e restaurantes

Copa de 2026 deve movimentar R$ 2,42 bi em bares e restaurantes

O apito inicial da Copa do Mundo de 2026 promete ecoar com força no caixa do setor de alimentação fora do lar no Brasil. Impulsionado por horários de jogos altamente favoráveis e por uma economia em ritmo de retomada, o segmento de bares e restaurantes deve registrar um faturamento real de R$ 2,42 bilhões durante o Mundial deste ano. A projeção, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta para um crescimento real de 15,7% na comparação com o torneio do Catar, em 2022, quando o setor movimentou R$ 2,09 bilhões.

Com fuso horário favorável e recuperação econômica, setor projeta crescimento de 15,7% nas vendas em relação ao Mundial do Catar. Foto: Reprodução/Freepik

De acordo com a análise da CNC, o cenário macroeconômico atual desenha um ambiente muito mais propício para o consumo do que o observado há quatro anos. A entidade aponta que esse desempenho positivo é sustentado por três fatores principais: a recuperação consistente no poder de compra das famílias brasileiras, o mercado de trabalho aquecido que eleva a confiança do consumidor e o fuso horário estratégico.

Ao contrário da última Copa, os jogos na América do Norte serão transmitidos no Brasil entre a tarde e a noite. Essa escala coincide exatamente com os horários de pico e de maior apelo social dos estabelecimentos, potencializando a circulação de clientes.

Redutos da torcida e novas tendências de consumo

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A expectativa é de ver os torcedores lotarem os bares pelo país, transformando os estabelecimentos nos principais pontos de encontro para acompanhar as partidas. Mais do que um espaço voltado apenas para a descontração, esses ambientes passaram a funcionar como um reflexo das novas dinâmicas de comportamento urbano, onde os consumidores expressam hábitos e estilos de vida contemporâneos.

Nesses cenários de intensa interação social, nota-se uma mudança no perfil de consumo que vai além de comidas e bebidas, com frequentadores utilizando acessórios de uso pessoal que marcam sua identidade visual e social. Essa tendência engloba a presença crescente de dispositivos eletrônicos portáteis integrados à rotina de lazer. Acompanhando esse movimento, parte do público jovem transita por esses locais buscando e compartilhando novidades em tecnologia de nicho, um mercado exemplificado pelo interesse em comprar vapes, aparelhos frequentemente observados em momentos de sociabilidade entre amigos.

O “Prêmio Copa” no bolso do empresário

O fenômeno de aceleração de vendas no meio do ano não é por acaso. O histórico mapeado pela CNC mostra que, tradicionalmente, os meses de junho e julho em anos de Mundial registram uma alta média de 5,4% no volume de receitas de bares e restaurantes, quando comparados ao mesmo bimestre de anos sem a competição.

Esse impulso extra é classificado pela confederação como o “prêmio Copa”, funcionando como um motor de atração que eleva tanto o fluxo de clientes quanto o valor gasto por pessoa (tíquete médio). O mapeamento conclui que o evento mobiliza consumidores que, em condições normais, não frequentariam esses estabelecimentos no período, transformando a torcida em um combustível essencial para o comércio e o entretenimento no país. Fonte Alan Santana

Sefaz bloqueia 614 MEIs por irregularidades fiscais

Sefaz bloqueia 614 MEIs por irregularidades fiscais

A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, realizou o bloqueio de 614 microempreendedores individuais (MEIs) que apresentaram irregularidades identificadas em ações de monitoramento fiscal. A medida impede que esses contribuintes recepcionem documentos fiscais eletrônicos até que regularizem sua situação cadastral e tributária.

O Espírito Santo conta com mais de 325 mil microempreendedores individuais

As irregularidades foram identificadas por meio de malhas fiscais da Receita Estadual. As análises apontaram dois tipos principais de inconsistências: a ausência de Inscrição Estadual por parte de MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS e a permanência no regime de microempreendedor individual por contribuintes com receita bruta acima do limite legal de enquadramento na modalidade, resultando em recolhimento de tributos em desacordo com a legislação.

O Espírito Santo conta com mais de 325 mil microempreendedores individuais. Para os MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS, a obtenção da Inscrição Estadual e a emissão de documentos fiscais eletrônicos passaram a ser obrigatórias a partir de 1º de abril de 2026, conforme previsto no Decreto nº 6.335-R/2026.

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Regularização

Para regularizar a situação, os contribuintes que ultrapassaram o limite de receita bruta permitido para o MEI devem providenciar o desenquadramento do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), enquadrando-se no regime tributário aplicável (Simples Nacional ou Regime Ordinário), além de realizar a apuração e o recolhimento dos tributos devidos.

Já os microempreendedores que exercem atividades sujeitas ao ICMS e ainda não possuem Inscrição Estadual devem solicitar o registro, para atender à legislação vigente. A Inscrição Estadual é gratuita e pode ser solicitada no Portal Simplifica ES (www.simplifica.es.gov.br ).

Em caso de dúvidas, o contribuinte pode utilizar o serviço Receita Orienta (https://s1-internet.sefaz.es.gov.br/ReceitaOrienta/formulario ), disponível no site da Secretaria da Fazenda.

Aplicativo Nota Fiscal Fácil

Após a obtenção da Inscrição Estadual, o MEI poderá emitir documentos fiscais eletrônicos sem necessidade de certificado digital, por meio do aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), disponibilizado gratuitamente para usuários das plataformas Android e iOS, ou utilizar outro emissor compatível com a legislação vigente.

Mais informações sobre o aplicativo poderão ser obtidas no site da Sefaz: https://s1-internet.sefaz.es.gov.br/ReceitaOrienta/categoria/Assunto/1442/ICMS/61

donte e foto Sefaz
Cintia Bento Alves

Representantes da ARSP apresentam ao TCE-ES consulta pública sobre regulamentação da loteria estadual 

Representantes da ARSP apresentam ao TCE-ES consulta pública sobre regulamentação da loteria estadual 

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES), Luiz Carlos Ciciliotti, recebeu, nesta sexta-feira (3), representantes da Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP), que apresentaram a Consulta Pública ARSP nº 008/2026, que trata da proposta de resolução destinada a estabelecer as condições gerais para a prestação do serviço público de loteria no âmbito estadual.  

O serviço será operado pela Banestes Loteria, que foi criada em agosto de 2024, após aprovação legislativa e do Banco Central. Ela é uma subsidiária oficial do Sistema Financeiro Banestes, em fase de implantação para operar apostas no Espírito Santo, e cuja operação será controlada e fiscalizada pela ARSP. 


O presidente do Tribunal de Contas do TCE-ES, Luiz Carlos Ciciliotti, recebeu representantes da Agência de Regulação do ARSP

O encontro teve como objetivo compartilhar com o órgão de controle os principais aspectos da proposta regulatória, visando a transparência, a segurança jurídica, a governança e a construção de um ambiente regulatório responsável para a atividade lotérica no Espírito Santo. Além de Ciciliotti, participaram o secretário de Controle Externo de Infraestrutura do TCE-ES, Guilherme Abreu, e os coordenadores de Núcleo Henrique Fassbender e Renata Junqueira.  

A minuta em consulta pública disciplina temas essenciais para a adequada prestação do serviço, como regras para homologação de produtos lotéricos, mecanismos de fiscalização, proteção ao apostador, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, jogo responsável, segurança da informação, rastreabilidade das operações, auditoria, prestação de contas e transparência. 

Segundo o Diretor-Geral da ARSP, Alexandre Ventorim, a regulamentação da loteria estadual representa um novo e importante desafio regulatório para a Agência. 

“Estamos tratando de um serviço público que exige elevado grau de controle, responsabilidade e segurança. A proposta da ARSP busca equilibrar inovação, sustentabilidade da operação e proteção do interesse público, sempre com atenção à transparência, ao jogo responsável e à adequada fiscalização”, destacou. 

A construção da proposta foi precedida por estudos técnicos, tomada de subsídios e análise de impacto regulatório, de forma a permitir maior participação social e melhor identificação dos riscos, prioridades e boas práticas aplicáveis ao setor, conforme Ventorim.  

Durante a reunião, a ARSP também ressaltou a importância do diálogo institucional com o Tribunal de Contas, especialmente diante da natureza inovadora do tema e da necessidade de fortalecer a segurança regulatória desde a fase inicial de estruturação do serviço. Também participaram o Diretor de Infraestrutura, Mobilidade e Loteria, Pedro Daemon, e a gerente de loteria Danielle Zanoli. 

secretário do TCE-ES Guilherme Abreu comentou sobre a apresentação feita pela Agência. 

“A reunião foi importante porque nos deu ciência formal da iniciativa e permite que o tribunal possa se preparar antecipadamente para a fiscalização de um objeto inédito”, afirma. 

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Na proposta apresentada pela ARSP, estão as diretrizes para a prestação dos serviços de loteria, definindo direitos e deveres dos usuários, responsabilidades dos operadores, padrões de atendimento, mecanismos de transparência, requisitos de segurança e demais condições aplicáveis à execução da atividade no Estado. 

De acordo com o diretor de Infraestrutura, Mobilidade e Loteria da ARSP, Pedro Daemon, a proposta foi construída a partir de estudos técnicos, análise de impacto regulatório e das melhores práticas adotadas no setor. 

“A minuta incorpora mecanismos de proteção ao apostador e de fortalecimento da fiscalização, reunindo exigências relacionadas à segurança dos sistemas, certificação de conformidade com padrões internacionais, prevenção à ludopatia, combate a fraudes e monitoramento das operações. A proposta também estabelece instrumentos que permitirão à ARSP acompanhar a atividade lotérica de forma mais eficiente e alinhada às melhores práticas regulatórias”, explicou. 

A Consulta Pública ARSP nº 008/2026 permanece aberta para recebimento de contribuições da sociedade, dos órgãos públicos, dos agentes interessados e demais entidades, com o objetivo de aperfeiçoar a proposta normativa antes de sua deliberação final pela Diretoria Colegiada da Agência. O objetivo é reunir sugestões, críticas e contribuições de usuários, agentes regulados, especialistas e demais interessados para subsidiar a tomada de decisão da Agência. 

As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da ARSP e poderão subsidiar a versão final da norma. As sugestões poderão ser acolhidas integral ou parcialmente, consolidadas ou rejeitadas, sempre com base em critérios técnicos e regulatórios. 

Serviço
Consulta Pública ARSP nº 008/2026 – Condições Gerais da Prestação dos Serviços Públicos de Loteria
📅 Período para envio de contribuições: de 03 de junho a 17 de julho de 2026
📝 Participação: por meio de formulário eletrônico disponível no portal da ARSP, neste link
📄 Documentos disponíveis: minuta de resolução e formulário para envio de contribuições
📧 Dúvidas e informações: consulta.loteria@arsp.es.gov.br

fonte e foto TCE-ES

Comissão da Câmara aprova PEC que cria Fundos para Sul e Sudeste

Comissão da Câmara aprova PEC que cria Fundos para Sul e Sudeste

Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (2), proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria fundos constitucionais para o Sul e o Sudeste. A proposta ainda amplia, em um ponto percentual (p.p.), os recursos repassados, pela União, ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Texto ainda aumenta em 1 ponto percentual repasses para municípios. foto câmara federal

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A PEC 231 de 2019 ainda precisa ser aprovada no plenário da Câmara e depois deve ser analisada no Senado. Relatada pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ela permite que produtores e municípios do Sul e Sudeste usem recursos dos fundos criados para acessar linhas de crédito com juros menores para projetos produtivos e de infraestrutura.

“A criação dos Fundos Constitucionais de financiamento para as Regiões Sul e Sudeste representa um passo necessário para a consolidação de uma política de desenvolvimento regional verdadeiramente isonômica e alinhada ao princípio constitucional da redução das desigualdades”, escreveu o relator da PEC

O relator Arnaldo Jardim estima que a criação dos dois fundos, mais o aumento dos repasses ao FPM, terá um impacto financeiro de R$ 49,67 bilhões em dois anos, sendo R$ 16,0 bilhões, em 2027, e 33,6 bilhões, em 2028. O Ministério da Fazenda não se manifestou publicamente sobre essa PEC. 

Fundos Constitucionais

Atualmente, o Artigo 159 da Constituição prevê recursos para fundos regionais do Norte, Centro Oeste e Nordeste, criados como mecanismos para reduzir as desigualdades regionais do Brasil.

A PEC aprovada em Comissão na Câmara inclui no dispositivo constitucional 1% das receitas da União com Imposto de Renda (IR), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto Seletivo (IS) para Fundo da região Sul. Outro 1% da arrecadação desses tributos vai para o Fundo da região Sudeste, sendo 0,5% aplicados a partir de janeiro de 2027 e os outros 0,5% a partir de janeiro de 2028.

O relator Jardim argumentou que as regiões Sul e Sudeste, embora apresentem indicadores econômicos melhores, abrigam municípios com indicadores tão críticos quanto os encontrados em outras partes do país.

“Ressalta-se que a criação desses fundos não implica desvio de recursos de outras regiões, garantindo que os recursos adicionais sejam alocados para o Sul e Sudeste sem reduzir as transferências já existentes”, diz o relatório.

O deputado federal paulista argumentou ainda que as desigualdades no Brasil não seguem “exclusivamente fronteiras macrorregionais”.

“O Sudeste concentra a maior parte do PIB nacional, mas também abriga bolsões de pobreza em vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira, periferias metropolitanas e áreas rurais do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, onde o acesso ao crédito produtivo é limitado e a infraestrutura social e econômica é precária”, escreveu o deputado Jardim.

Municípios

A proposta aprovada em Comissão Especial ainda amplia os repasses ao FPM, destinados aos municípios, em 1 p.p. da arrecadação com IR, IPI e IS. O repasse adicional ocorreria todo mês de março.  

“A proposta reconhece que os municípios, especialmente os de pequeno porte, altamente dependentes desses repasses, são a esfera federativa que mais diretamente enfrenta o déficit de infraestrutura, saúde, educação e assistência social”, diz o relatório de Arnaldo Jardim.

O deputado federal acrescentou que o fortalecimento do FPM beneficia as cidades com menor capacidade de arrecadação própria, “independentemente da unidade da federação em que estejam localizadas”.

Orçamento 2027: moradores do Nordeste e Noroeste do ES debatem prioridades para as microrregiões

Orçamento 2027: moradores do Nordeste e Noroeste do ES debatem prioridades para as microrregiões

Moradores do Nordeste e Noroeste participaram nesta terça-feira (30/6) da Audiência Pública para elaboração do Orçamento 2027 do Governo do Estado. O encontro aconteceu no município de Conceição da Barra, ocasião em que os participantes debatem prioridades para as duas microrregiões capixabas.

Confira a programação dos próximos eventos e reserve a sua agenda. FOTO SECOM

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O objetivo da Audiência Pública é garantir a devida transparência e participação popular no processo de definição e alocação dos recursos públicos estaduais. Durante o evento, os cidadãos presentes puderam fazer uso do microfone para opinar, sugerir ou questionar sobre os projetos e as ações do Governo do Estado e foram respondidos prontamente por gestores governamentais e equipes técnicas do Governo do Estado.

As contribuições colhidas na Audiência Pública servirão de subsídio para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA 2027), que é o orçamento anual do Estado. A peça orçamentária é de responsabilidade da Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e é enviada à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) para análise e votação dos deputados estaduais.

 “É na LOA que o Governo do Estado estabelece para quais ações o recurso público será destinado no ano seguinte, portanto, é fundamental que este processo seja democrático e extremamente transparente. Por isso, estamos percorrendo todas as microrregiões, de norte a sul do Estado, seguindo a orientação do nosso governador Ricardo Ferraço que é de ouvir as pessoas, as demandas e as necessidades de cada município capixaba”, destacou o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, que também conduziu a plenária de debates.

O prefeito de Conceição da Barra, Erivan Tavares, agradeceu pela parceria com o governo do Estado na realização do evento. “Me sinto honrado em ver Conceição da Barra recebendo essa importante audiência regional. É uma oportunidade para a gente ouvir as pessoas, entender melhor as necessidades de cada cidade e ajudar a construir juntos as prioridades para os próximos anos. Tenho certeza de que a participação da população faz toda a diferença nesse processo”, pontuou.

Além do Nordeste e Noroeste, nas últimas semanas, as microrregiões Caparaó, Litoral Sul, Central Sul, Sudoeste Serrana e Central Serrana também já receberam Audiências Públicas para elaboração do Orçamento 2027. Ao todo, serão cinco encontros presenciais.

Confira a programação dos próximos eventos e reserve a sua agenda:

DATAHORÁRIOMICRORREGIÕESMUNICÍPIO ANFITRIÃOLOCAL
02/07/26 (quinta-feira)13hCentro-Oeste e Rio DoceSão Gabriel da PalhaAuditório da Escola Estadual “CEEFMTI Governador Gerson Camata”Rua João Izoton Filho, Km 05, s/n – São Vicente, São Gabriel da Palha / ES
09/07/26 (quinta-feira)14hMetropolitanaCariacicaAuditório do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) – Campus Cariacica (Rod. Governador José Henrique Sette, 184 – Itacibá, Cariacica / ES)

Participação on-line

As pessoas que não puderem comparecer ao encontro presencial da sua microrregião, podem contribuir com a elaboração do Orçamento 2027 por meio do site oecamento.es.gov.br. A participação on-line segue aberta até o próximo dia 10 de julho.

Para participar, o cidadão deverá selecionar o município em que reside e, em seguida, a área temática de interesse. São elas: Educação, Cultura, Esporte e Lazer; Segurança Pública e Justiça; Proteção Social, Saúde e Direitos Humanos; Agricultura e Meio Ambiente; Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Inovação e Turismo; Infraestrutura; Gestão Pública Inovadora; Emprego, Trabalho e Renda; e Redução das Desigualdades Sociais.

Ao clicar em uma área estratégica, aparecerão subáreas relacionadas. É possível destacar as subáreas que julgar mais relevantes ou ainda inserir uma proposta sobre aquele tema.

Caso a demanda não esteja contemplada em uma das subáreas apresentadas, é possível acrescentar contribuições avulsas, clicando na opção “Quero participar, mas não encontrei a subárea”. O acesso ao sistema de participação é realizado via Acesso Cidadão ou pela conta Gov.BR do cidadão. fonte e foo SEP

Crédito às médias empresas gera R$ 1,7 bilhão em PIB no Espírito Santo, aponta estudo da FGV

Crédito às médias empresas gera R$ 1,7 bilhão em PIB no Espírito Santo, aponta estudo da FGV

O crédito concedido às médias empresas pelo Itaú BBA gerou impacto médio anual de R$ 1,7 bilhão no PIB do Espírito Santo entre 2020 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). No período, a atividade apoiada pelo banco também resultou em R$ 798 milhões em renda, R$ 550 milhões em impostos e 21 mil ocupações. No Brasil, o impacto médio anual estimado foi de R$ 105 bilhões em PIB, R$ 49 bilhões em renda e R$ 34 bilhões em impostos.

Entre 2020 e 2024, o atendimento do Itaú BBA contribuiu, em média por ano, para a geração de 21 mil empregos e R$ 550 milhões em impostos no estado. foto bc

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As médias empresas desempenham papel estratégico na economia brasileira, com forte capacidade de geração de emprego e dinamização regional. O Itaú BBA atua oferecendo soluções financeiras estruturadas, apoio estratégico e proximidade com os empresários, contribuindo para a expansão sustentável desses negócios.

O levantamento foi conduzido pela FGV com base em metodologia de matriz insumo-produto, estimando os impactos diretos, indiretos e induzidos da atividade econômica associada ao atendimento às médias empresas pelo Itaú BBA no período de 2020 a 2024. 

Fonte Comunicação Corporativa – Itaú Unibanco

Café arábica orgânico alcança alta produtividade com cultivares recomendadas pelo Incaper

Café arábica orgânico alcança alta produtividade com cultivares recomendadas pelo Incaper

Produzir café arábica orgânico com alta produtividade é um desafio para os cafeicultores do Espírito Santo. Esse cenário, porém, tende a mudar com a adoção de cultivares recomendadas para o Estado pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Experimentos conduzidos nas Montanhas Capixabas têm demonstrado que esses materiais, indicados aos agricultores a partir de 2025, podem alcançar rendimentos comparáveis aos de muitas lavouras convencionais, mesmo sem o uso de qualquer produto químico.

Entre os materiais avaliados, a cultivar IPR 103 tem se destacado, com projeção de atingir 86 sacas por hectare na safra deste ano.

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Os estudos são realizados nos municípios de Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins. Ao longo de cinco safras, em condições de sequeiro (sem irrigação), foram registradas produtividades médias entre 35,4 e 48,2 sacas por hectare — desempenho até 85% superior à média histórica da cafeicultura arábica capixaba. Entre os materiais avaliados, a cultivar IPR 103 tem se destacado, com projeção de atingir 86 sacas por hectare na safra deste ano.

Segundo o pesquisador do Incaper e coordenador dos estudos, Maurício Fornazier, os resultados superaram as expectativas da equipe técnica. “As produtividades observadas nas áreas experimentais mostram que é possível produzir café orgânico de forma econômica em níveis muito competitivos, conciliando desempenho produtivo e sustentabilidade”, destaca.

Um dos fatores que mais contribuem para esse desempenho é a resistência genética das cultivares à ferrugem do cafeeiro, considerada uma das principais doenças da cultura. Essa característica reduz a necessidade de intervenções fitossanitárias e aumenta a viabilidade econômica da produção orgânica. Além disso, práticas como o plantio adensado e o manejo da cobertura vegetal favorecem a conservação do solo, a retenção de umidade e a formação de matéria orgânica, além de reduzir a incidência do mato.

Além dos benefícios agronômicos, os pesquisadores destacam as oportunidades de mercado para os cafés orgânicos. De acordo com o engenheiro-agrônomo do Incaper, Cesar Abel Krohling, a demanda por produtos cultivados com menor impacto ambiental segue em expansão, tanto no mercado interno quanto no exterior.

“A tendência é que esse cenário se fortaleça ainda mais com o aumento das exigências relacionadas à sustentabilidade nas cadeias globais de abastecimento”, afirma.

Nova área experimental em Pedra Azul

Recentemente, a pesquisa foi ampliada com a instalação de um novo experimento em sistema orgânico no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Serrano, do Incaper, localizado no distrito de Aracê, próximo à Pedra Azul, uma das regiões mais frias do Espírito Santo.

“Isso vai nos permitir avaliar o desempenho produtivo das cultivares em condições de maior altitude e temperaturas mais amenas, além de verificar a influência desse ambiente na qualidade do café produzido”, explica o pesquisador Maurício Fornazier.

Próximas etapas da pesquisa

Os próximos passos incluem a avaliação detalhada da qualidade da bebida e a identificação dos materiais genéticos mais promissores para recomendação aos cafeicultores capixabas. O objetivo é lançar, ainda em 2026, uma cartilha técnica que contribua para a expansão da cafeicultura orgânica no Estado, agregando valor à produção e fortalecendo a sustentabilidade da atividade.

Cultivares validadas e recomendadas pelo Incaper

As pesquisas em sistema orgânico utilizam materiais genéticos que integram o conjunto de cultivares validadas pelo Incaper para as condições de cultivo do Espírito Santo.

Os estudos dão continuidade ao projeto “Novas cultivares de café arábica para o Espírito Santo”, desenvolvido pelo Incaper com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e de parceiros da iniciativa privada.

O projeto avaliou cultivares em diferentes regiões produtoras do Estado, considerando critérios como produtividade, adaptação às condições locais, resistência a doenças e qualidade da bebida. A recomendação oficial dos materiais com melhor desempenho foi feita em maio de 2025, com o lançamento da cartilha “Café Arábica: Cultivares Validadas para o Estado do Espírito Santo”.

A publicação reúne informações técnicas sobre materiais adaptados às condições capixabas e serve como referência para produtores e técnicos na escolha das cultivares mais adequadas para cada região produtora.

Acesse a publicação: Cartilha Café Arábica: Cultivares Validadas para o Estado do Espírito Santo 

Assita ao vídeo: Indicação de Cultivares de Café Arábica para o ES


fonte e foto Incaper

Modal Expo 2026 supera meta de negócios, movimenta R$ 110 milhões e consolida o Espírito Santo como hub logístico nacional

Modal Expo 2026 supera meta de negócios, movimenta R$ 110 milhões e consolida o Espírito Santo como hub logístico nacional

A Modal Expo 2026 encerrou sua segunda edição com resultados que confirmam a consolidação do evento entre os principais encontros de logística, transporte e comércio exterior do Brasil. Realizada entre os dias 16 e 18 de junho, no Pavilhão de Carapina, na Serra, a feira superou a meta estabelecida de R$ 100 milhões em negócios projetados e alcançou a marca de R$ 110 milhões, um crescimento de 69,2% em relação aos R$ 65 milhões registrados na edição de 2025.

A feira também promoveu 143 reuniões de negócios por meio das rodadas realizadas em parceria com o Sebrae, além de reunir mais de 60 participantes nas visitas.

Os números reforçam o protagonismo do Espírito Santo no cenário logístico nacional e demonstram a capacidade do evento de conectar empresas, investidores, especialistas e lideranças públicas em torno de oportunidades concretas de desenvolvimento econômico.

Ao longo dos três dias, a Modal Expo recebeu mais de 8 mil visitantes, crescimento de 15% em comparação à edição anterior, além de representantes de mais de 20 estados brasileiros e visitantes internacionais dos Estados Unidos e Paraguai. O evento também registrou expansão na área de exposição, reunindo 120 marcas expositoras, aumento de 20% em relação ao ano passado.

Outro indicador que evidencia a qualificação do público é que 65% dos visitantes participaram diretamente do processo de decisão das empresas em que atuam, reforçando o posicionamento da feira como um ambiente estratégico para geração de negócios e networking de alto nível.

A programação reuniu mais de 70 painelistas e especialistas nacionais em debates sobre infraestrutura, comércio exterior, expansão portuária, transporte de cargas, armazenagem, reforma tributária, inteligência artificial, inovação, sustentabilidade, integração logística, e-commerce, investimentos, corredores logísticos e os desafios para aumentar a competitividade do Brasil no cenário global.

A feira também promoveu 143 reuniões de negócios por meio das rodadas realizadas em parceria com o Sebrae, além de reunir mais de 60 participantes nas visitas técnicas, que levaram empresários e profissionais para conhecer operações de referência dos setores no Espírito Santo.

Para o presidente do Sindiex, Sidemar Acosta, os resultados refletem a força do mercado e o potencial do Espírito Santo para ampliar sua participação na logística nacional.

“Nosso Estado é um verdadeiro canteiro de oportunidades e está preparado para o Brasil e para o mundo, com investimentos em infraestrutura que fortalecem sua posição estratégica e ampliam sua capacidade de atender às demandas logísticas de toda a costa brasileira. Os resultados desta edição da Modal Expo mostram a força desse ecossistema e nos dão muitos motivos para comemorar.”

O presidente do Sincades, Idalberto Moro, destacou o ambiente de conexões criado pelo evento.

“A Modal Expo conecta um ecossistema muito grande de comércio, transporte, importação, fornecedores e prestadores de serviço. A segunda edição foi extremamente positiva e já cria expectativa para a terceira.”

Para o presidente do Transcares, Luiz Alberto Teixeira, a feira já se tornou uma vitrine do potencial logístico capixaba.

“A Modal Expo ajuda a mostrar ao Brasil que o Espírito Santo tem vocação para ser um grande hub logístico e que precisamos continuar atraindo empresas, indústrias, centros logísticos e investimentos em infraestrutura.”

Maior feira de logística, transporte e comércio exterior do Estado encerra segunda edição com crescimento recorde de público, expositores e geração de negócios

Segundo o diretor da Milanez & Milaneze e realizador da feira, Marcos Milaneze, os resultados superaram todas as expectativas.

“A cada edição, a Modal Expo se consolida como um ponto de encontro para quem pensa o futuro da logística. O mais importante não são apenas os resultados gerados durante os dias de evento, mas as conexões que permanecem, os projetos que nascem e as oportunidades que se desenvolvem ao longo dos meses seguintes. Esse é o verdadeiro valor da feira: criar um ambiente que impulsiona negócios, inovação e desenvolvimento para todo o setor.”

Já o CEO da Liga de Marketing e realizador do evento, Marcelo Braga, ressaltou a qualidade do público e a evolução da experiência oferecida aos participantes.

“A feira superou totalmente nossas expectativas, especialmente pela qualidade do público. O reconhecimento dos expositores mostra a força do projeto. Conseguimos ampliar a experiência na arena de conteúdo, nas visitas técnicas e nas rodadas de negócios. A cada edição, a Modal Expo fortalece seu legado e ajuda a mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade logística, a infraestrutura e o ambiente de negócios que o Espírito Santo oferece.”

Promovida pelo Sindiex, Sincades e Transcares, com realização da Milanez & Milaneze e da Liga de Marketing, a Modal Expo encerra sua segunda edição consolidada como um dos principais ambientes de geração de negócios, conhecimento e relacionamento do setor no país, reforçando o posicionamento do Espírito Santo como protagonista da logística brasileira e porta de entrada para novas oportunidades de investimentos.

Modal Expo 2026 em números

Mais de 8 mil visitantes
Crescimento de 15% em relação à edição de 2025
Participação de representantes de mais de 20 estados brasileiros
Visitantes internacionais dos Estados Unidos e Paraguai
120 marcas expositoras
Crescimento de 20% no número de expositores
Mais de 70 painelistas
R$ 110 milhões em negócios projetados
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Safra do café impulsiona contratações e estado cria 3,6 mil empregos formais

Safra do café impulsiona contratações e estado cria 3,6 mil empregos formais

O início da colheita do café voltou a mostrar sua força na economia capixaba. Em abril, o Espírito Santo registrou a abertura de 3.611 empregos formais com carteira assinada, impulsionado principalmente pela agropecuária, que respondeu por mais da metade das vagas criadas no estado. O resultado indica o bom momento do mercado de trabalho capixaba, que já acumula mais de 16 mil novos postos em 2026, além de evidenciar o protagonismo do interior na geração de oportunidades.

Novas contratações no mercado formal do ES. Desta vez, o destaque foi a agricultura capixaba. As observações são do Connect Fecomércio-ES.

As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Embora o saldo de abril tenha ficado abaixo do registrado em março, quando foram criados 7.450 empregos – o melhor resultado para o período desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2020 –, o desempenho manteve a trajetória positiva do mercado formal de trabalho no estado.

“A geração de empregos continua em um patamar bastante favorável. Mesmo após o resultado excepcional de março, o Espírito Santo voltou a criar vagas em todos os grandes setores da economia, com exceção do comércio, o que demonstra a capacidade de absorção de mão de obra em diferentes atividades econômicas”, explicou André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES.

A agropecuária liderou as contratações em abril, com saldo de 2.104 empregos formais, equivalente a mais da metade de todas as vagas geradas no estado. O principal motor desse crescimento foi o cultivo de café, responsável sozinho pela criação de 1.390 postos de trabalho, ou 66,1% do total do setor.

“A safra do café exerce um papel estratégico para o mercado de trabalho capixaba. O início da colheita amplia a demanda por mão de obra em diversos municípios do interior e gera reflexos positivos não apenas na agropecuária, mas também em atividades ligadas ao transporte, armazenagem, comércio e prestação de serviços”, destacou Spalenza.

Além da agropecuária, os setores de serviços e construção também apresentaram resultados expressivos, com saldos positivos de 748 e 745 empregos, respectivamente. A indústria contribuiu com mais 317 vagas. O único setor que registrou resultado negativo foi o comércio, que encerrou 303 postos de trabalho, comportamento considerado comum nos primeiros meses do ano, após a movimentação intensa das vendas de fim de ano.

Com o resultado de abril, o Espírito Santo acumula saldo de 16.515 empregos formais nos quatro primeiros meses de 2026. Entre os destaques do ano está a construção, que ampliou em 79,8% a geração de vagas em comparação com o mesmo período de 2025, criando 1.553 empregos adicionais. Os serviços também avançaram, com crescimento de 12,3% na geração de postos, enquanto o comércio reverteu o cenário negativo observado no ano passado e voltou a registrar saldo positivo.

Segundo Spalenza (Foto), a composição das vagas geradas em 2026 também merece atenção. “Embora a agropecuária tenha papel importante neste momento, o crescimento do emprego formal está sendo sustentado também por setores como comércio, serviços e construção, que costumam oferecer vínculos mais estáveis. Isso contribui para aumentar a resiliência do mercado de trabalho ao longo do ano”, afirma.

Atualmente, o Espírito Santo contabiliza 932.721 vínculos formais de trabalho, número 1,5% superior ao registrado em abril de 2025. O setor terciário continua sendo o principal empregador do estado, concentrando 70,9% dos empregos com carteira assinada. Desse total, 45,6% estão nos serviços e 25,3% no comércio, que juntos somam mais de 661 mil trabalhadores formais.

Nos serviços, principal gerador de empregos em 2026, foram criadas 7.623 vagas entre janeiro e abril, o equivalente a 46,2% de todos os postos abertos no estado.

Outro destaque do mês foi a distribuição regional das contratações. Apesar de Vitória ter liderado individualmente entre os municípios, com saldo de 685 empregos e impulsionado principalmente pela construção civil, a geração de vagas esteve fortemente concentrada no interior do estado.

Ao todo, os municípios fora da Grande Vitória responderam por 3.467 empregos formais, o equivalente a 96% de todas as vagas criadas em abril. Além de Aracruz, que abriu 562 postos impulsionados pela indústria, destacaram-se Jaguaré, Linhares, Vila Valério, Itapemirim, Sooretama, São Mateus e Rio Bananal, todos beneficiados pela dinâmica da atividade cafeeira.

“Cada novo emprego com carteira assinada representa mais proteção ao trabalhador, maior segurança jurídica para as empresas e aumento da arrecadação que financia políticas públicas. A formalização é especialmente importante na agropecuária, setor que historicamente apresenta índices mais elevados de informalidade”, observou o coordenador.

Fonte Kelly Kalli – Fecomércio-ES