Colatina realiza 1º Seminário de Turismo Religioso e discute estratégias de desenvolvimento sustentável

Colatina realiza 1º Seminário de Turismo Religioso e discute estratégias de desenvolvimento sustentável

O evento reuniu especialistas, gestores públicos, representantes do setor e sociedade civil, com o tema central “Turismo religioso como potencial de desenvolvimento sustentável”. foto Secom PMC

Os caminhos e estratégias para fortalecer o turismo religioso em Colatina foram pauta do 1º Seminário de Turismo Religioso, realizado nesta quarta-feira (24), no Centro de Ciência, pela Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. O evento reuniu especialistas, gestores públicos, representantes do setor e sociedade civil, com o tema central “Turismo religioso como potencial de desenvolvimento sustentável”.

Entre os destaques da programação, a coordenadora de Turismo Religioso e Fomento Econômico de Cachoeiro de Itapemirim, Adriana Pinheiro, apresentou, junto com a subsecretária de Turismo do município, experiências e ações desenvolvidas no município. Elas ressaltaram a importância da fé como origem desse turismo, associado ao rural, às festas de padroeiros, à Folia de Reis e à integração com outros tipos de turismo, como cultural e de negócios.

O assessor especial da Casa Civil do Governo do Estado, José Fernando Martins, destacou que metade do turismo mundial está ligado a motivações religiosas e que o segmento é também um importante vetor social e econômico. Ele lembrou que o Cristo Redentor de Colatina já é referência no Estado, atraindo mais de 3.036 visitantes entre fevereiro e agosto, incluindo turistas estrangeiros.

A especialista em políticas públicas da Secretaria de Estado do Turismo e coordenadora do Projeto Conecta Turismo, Letícia Tabachi Silva, abordou o papel do turismo como vetor de desenvolvimento regional sustentável. Ela destacou a importância de valorizar territórios, patrimônios históricos e naturais, além de envolver a comunidade local em projetos de base comunitária. Também apresentou os eixos de atuação do Conecta Turismo, que incluem inteligência de dados, monitoramento e inventariação.

No encerramento, os participantes foram divididos em grupos para elaboração de propostas coletivas voltadas ao fortalecimento do turismo religioso em Colatina. Entre as sugestões apresentadas estão a criação de um calendário anual de celebrações religiosas e culturais, a valorização de diferentes crenças e tradições, e a formatação de roteiros turísticos integrando experiências religiosas, gastronômicas e culturais.

A secretária municipal de Cultura e Turismo de Colatina, Loressa Campostrini, avaliou o seminário como um marco para o município.

“As ideias que surgiram aqui serão fundamentais para orientar nossas ações no turismo religioso, que é ao mesmo tempo instrumento de fé, cultura e desenvolvimento. Queremos criar um espaço de união e respeito entre as religiões, em que a comunidade também tenha voz. Colatina tem potencial para entrar no mapa do turismo religioso como parte da identidade cultural, transformando esse segmento em um motor de desenvolvimento turístico para a cidade”, destacou.

FONTE E FOTO Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Novo livro capixaba aborda impacto que a busca por aprovação causa na sociedade

Novo livro capixaba aborda impacto que a busca por aprovação causa na sociedade

Escrito por Pedro Galoza (foto), “O Regulador do Ego” será lançado neste domingo (28), em Vila Velha, e sugere práticas para uma vida mais equilibrada. foto divulgação

O que está por trás de muitas crises pessoais, relacionais e até profissionais? A busca incessante por aprovação e rótulos externos pode ser a raiz da identidade fragilizada, segundo o desenvolvedor de pessoas e mestre em ciências da religião Pedro Galoza. Essa é a reflexão central do seu novo livro “O Regulador do Ego”, que será lançado neste domingo (28), às 10 horas, durante a celebração na Igreja Ser Amor, na Praia da Costa, Vila Velha. O evento é aberto ao público.

“Vivemos em um tempo em que as pessoas estão sobrecarregadas, tentando se provar a todo momento, e esse vazio gera ansiedade, frustração e até depressão. Por isso a temática do livro é tão atual”, explica Galoza. 

Segundo Pedro, que também é pastor na Igreja Ser Amor, o livro fala sobre identidade e como muitas crises pessoais, relacionais e até profissionais têm a ver com um ego desregulado. “Quando a gente se define por rótulos, aprovações ou expectativas externas, nosso ego fica desregulado. A proposta é apontar um caminho de equilíbrio, a partir de uma identidade sólida. A mensagem é que existe uma notícia boa, não é preciso viver refém de inseguranças ou máscaras. Há uma nova identidade capaz de trazer equilíbrio para todos os dilemas da vida”, afirma.

Embora a obra nasça da espiritualidade cristã, Pedro faz questão de dizer que escreveu de forma acessível a todas as pessoas. “Identidade é um dilema humano universal. Escrevi parte do livro em cafeterias, sempre de manhã, porque precisava sentir que estava falando de vida real e não só de teoria.”

A inspiração para o livro veio da experiência do próprio autor e da escuta pastoral. “Percebi que por trás de quase todo sofrimento está uma identidade mal definida. Sou um entusiasta da vida plena, mesmo em tempos desérticos, e este livro nasce da minha própria experiência de ter encontrado uma identidade firme que transformou tudo.”

“O Regulador do Ego” é o primeiro livro publicado por Galoza, que já prepara novas obras. “Com certeza virão outros. Tenho projetos em andamento, porque escrever se tornou uma forma de servir às pessoas”, afirma.

Com 240 páginas e publicado pela Next Editorial, o livro custa R$ 50 e estará disponível no lançamento, onde terá momento de autógrafos, e também pela internet.

Serviço
Lançamento do “O Regulador do Ego
Dia: Domingo, 28 de setembro 
Horário: 10 horas
Endereço: Igreja Ser Amor – Rua Castelo Branco, 449, Praia da Costa, Vila Velha 

Ficha técnica
“O Regulador do Ego”
Páginas: 240 
Editora: Next Editorial
Vendas: R$ 50 e estará disponível no lançamento e também pela internet

Sobre o autor
Pedro Galoza Pastor
Mestre em Ciência da Religião
Educador Físico
Desenvolvedor de pessoas
Marido da Marina, pai da Lis e do Luca
Alguém que gosta de correr, tomar café e conversar sobre a vida de forma simples e profunda.

Pequenas propriedades rurais podem ser saudáveis, lucrativas e sustentáveis

Pequenas propriedades rurais podem ser saudáveis, lucrativas e sustentáveis

A agricultura familiar é um dos pilares do desenvolvimento sustentável, contribuindo de forma decisiva para a segurança alimentar, a inclusão social e a economia do campo.

A agricultura familiar é um dos pilares do desenvolvimento sustentável, contribuindo de forma decisiva para a segurança alimentar, a inclusão social e a economia do campo. No Brasil, aproximadamente 77% dos estabelecimentos agrícolas pertencem a famílias, desempenhando papel estratégico no abastecimento interno e na diversificação da produção.

Enquanto grandes monoculturas mecanizadas estão majoritariamente voltadas à exportação, as pequenas propriedades se destacam pela capacidade de conciliar produtividade e sustentabilidade ambiental, com sistemas mais diversificados. O setor responde por 23% do valor bruto da produção agropecuária nacional, assegurando grande parte dos alimentos consumidos pelos brasileiros, como arroz, feijão, frutas e hortaliças.

O desafio central da agricultura familiar não está no tamanho da propriedade, mas na falta de gestão estratégica. Rentabilidade e sustentabilidade não dependem de centenas de hectares, mas de eficiência operacional. Isso exige foco em planejamento, controle de custos, acesso a mercados e uso inteligente de tecnologias acessíveis.

Na prática, o pequeno produtor precisa gerir sua área como uma empresa rural moderna, eliminando improvisos e priorizando decisões baseadas em dados. Planejar a safra com pelo menos seis meses de antecedência é essencial, contemplando aquisição de insumos, correção de solo, contratação de mão de obra e análise de cenários de mercado.

O desafio central da agricultura familiar não está no tamanho da propriedade, mas na falta de gestão estratégica. Rentabilidade e sustentabilidade não dependem de centenas de hectares, mas de eficiência operacional. Isso exige foco em planejamento, controle de custos, acesso a mercados e uso inteligente de tecnologias acessível ao campo,

Inteligência digital a favor do produtor

A expansão da conectividade rural, sobretudo pelo uso de smartphones, abriu espaço para ferramentas digitais que apoiam a gestão. Aplicativos gratuitos oferecem previsões meteorológicas, cotações de mercado e análises em tempo real, ampliando a capacidade de tomada de decisão.

Além disso, instituições públicas e cooperativas disponibilizam conteúdos técnicos e cursos gratuitos que fortalecem a profissionalização do produtor. O diferencial está em transformar informação em estratégia prática de gestão.

Sustentabilidade como ativo de mercado

A competitividade do agronegócio moderno está atrelada também à sustentabilidade. Isso envolve práticas como o uso de bioinsumos, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), manejo racional do solo, reaproveitamento de resíduos e rastreabilidade da produção. Mais do que reduzir impactos, tais iniciativas geram valor agregado e posicionam o produtor dentro de agendas globais, como ESG e mercado de créditos de carbono, já em expansão no Brasil.

Outro ponto que sempre é importante reforçar é o aprendizado diário. O agricultor familiar precisa adotar uma mentalidade de aprendizagem contínua. Cursos, workshops, parcerias estratégicas e análise de mercado são instrumentos que elevam a competitividade. Com esse conhecimento certamente ele estará à frente do mercado e consequentemente mais preparado diante das adversidades que podem ocorrer da porteira para fora e mesmo em áreas menores, pode ser eficiente, saudável, sustentável e rentável.

5 passos para uma gestão estratégica na pequena propriedade

  • Planejamento antecipado: defina metas, insumos e mão de obra com pelo menos seis meses de antecedência.
  • Uso de ferramentas digitais: aplicativos gratuitos e plataformas online facilitam o aprendizado.
  • Monitoramento de mercado: acompanhe cotações, tendências e volatilidade.
  • Capacitação contínua: participe de cursos, treinamentos e programas de extensão rural.
  • Práticas sustentáveis: adote bioinsumos, faça o mapeamento do solo e considere sistemas integrados.
  • *Médica-veterinária, mestre e consultora com mais de 30 anos de experiência no agronegócio e CEO Grupo SCZ AGRO& Agro inteligência.
  • fonte Ana Rita Scozzafave*

Governo do ES e Ministério Público debatem projetos para recuperação da Bacia do Rio Doce

Governo do ES e Ministério Público debatem projetos para recuperação da Bacia do Rio Doce

O objetivo foi dialogar sobre os projetos de responsabilidade do Governo do Estado voltados à reparação dos danos socioambientais e socioeconômicos causados pelo desastre ambiental de Mariana (MG). foto MPES

A Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) participou de uma reunião com os representantes do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) na sede da instituição, em Vitória. O objetivo foi dialogar sobre os projetos de responsabilidade do Governo do Estado voltados à reparação dos danos socioambientais e socioeconômicos causados pelo desastre ambiental de Mariana (MG).

Com apenas nove meses de criação, a Serd e as demais secretarias estaduais já avançaram na elaboração de projetos com foco no saneamento, na recuperação ambiental e na retomada do desenvolvimento econômico das cidades capixabas da Bacia do Rio Doce e o Litoral Capixaba. Durante a reunião, foram apresentadas as iniciativas que serão executadas nestes dois primeiros anos e um planejamento de atuação até 2030, como forma de garantir a continuidade das ações nos municípios impactados.

O secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce, Guerino Balestrassi, esteve acompanhado do subsecretário de Ações Socioambientais, Saneamento e Infraestrutura, Ricardo Iannotti; da subsecretária de Ações Socioeconômicas e Participação Social, Margareth Saraiva; e do subsecretário de Gestão Administrativa da Serd, Harlen da Silva. Todos apresentaram relatórios das ações, projetos e investimentos e responderam às dúvidas dos integrantes do Ministério Público.

Por parte do Ministério Público, participaram do encontro o procurador-Geral de Justiça, Francisco Martínez Berdeal; a subprocuradora-Geral de Justiça Institucional, Luciana Andrade; o chefe de Gabinete do Procurador-Geral de Justiça, Bruno Araújo Guimarães; e a coordenadora do Grupo de Trabalho de Recuperação do Rio Doce, Elaine Costa de Lima.

Também participaram da reunião os Coordenadores do Centro de Apoio Operacional da Defesa do Meio Ambiente, Bruna Legora de Paula Fernandes; de Defesa Comunitária, Karla Dias Sandoval Mattos Silva, de Defesa do Patrimônio Público, Mariana Peisino do Amaral; de Defesa da Cidadania, Luciana Almada de Magalhães Farias Chamoun, da Defesa dos Direitos do Consumidor, Sabrina Coelho Machado Fajardo; e do Núcleo Permanente de Direito Processual Civil, Hermes Zaneti Junior.

O procurador-Geral do Estado, Iuri Carlyle do Amaral Almeida Madruga, representantes da PGE, da Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e da Secretaria de Governo (SEG), também acompanharam o debate na sede do MPES.

Para o secretário Guerino Balestrassi, as orientações dadas pelo Ministério Público serão importantes para garantir a transparência e agilidade na aplicação dos recursos nas cidades capixabas. “Ficou definido que teremos reuniões mensais entre o MPES e a Serd, além do envio dos projetos a serem executados e a apresentação dos planos de trabalho já em execução. Esse alinhamento entre as instituições é fundamental para que as obrigações do Novo Acordo do Rio Doce sejam cumpridas pelos próximos 20 anos. O Governo do Estado vem trabalhando de forma unida, para garantir que os recursos da repactuação transformem a realidade dos municípios da Bacia do Doce e potencializem a preservação do meio ambiente”.

FONTE Serd

Cine.Ema: São 16 produções de todo o Brasil

Cine.Ema: São 16 produções de todo o Brasil

Público escolherá os melhores filmes do festival CINE.EMA, foto do filme Travessia

O público já pode assistir e votar nos filmes da 11ª edição do Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo (Cine.Ema). São 16 produções de todo o Brasil selecionadas para as mostras competitivas, disponíveis gratuitamente online até o dia 13 de outubro, pelo site www.cineema.com.br.

As obras trazem temas que atravessam a realidade brasileira em diferentes dimensões: da resistência indígena à exclusão social, passando por narrativas que exploram o futuro em uma ficção científica ambientada no sertão nordestino.

“Nosso objetivo é ampliar vozes e provocar reflexões urgentes, mas também inspirar futuros possíveis. O público tem papel fundamental, pois é ele quem escolhe, pelo voto, quais narrativas ganham destaque”, afirma Tania Caju, responsável pelo Cine.Ema.

A 8ª Mostra Cine.Eminha também está com votação aberta, trazendo quatro produções de animação e ficção com histórias que falam diretamente com o universo infantil, onde aventuras cotidianas se transformam em grandes descobertas.

Acessibilidade e participação democrática
Todos os filmes estão disponíveis com recursos de acessibilidade, com legenda em Libras, Legenda descritiva e audiodescrição garantindo que diferentes públicos possam participar da experiência. Além de assistir, o espectador pode atuar como jurado popular, elegendo os melhores títulos da 11ª Mostra Cine.Ema e da 8ª Mostra Cine.Eminha, dedicada ao universo infantil.

“É tempo de regenerar. E regenerar também é construir coletivamente, dando espaço para que cada pessoa faça parte dessa jornada. O voto popular aproxima o público dos artistas e fortalece a ideia de cinema como ferramenta de transformação”, completa Tania Caju

Filmes Selecionados Cine.Ema

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A NAVE QUE NUNCA POUSA
• Direção: Ellen Morais | Híbrido | 15’00” | PB | 2024
• Sinopse: A Nave que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda.

ENDEREÇOS INVISÍVEIS
• Direção: Artur Hugo da Rosa | Documentário | 10’48” | SC | 2024
• Sinopse: Sem CEP, as pessoas não existem no mapa. Na comunidade Frei Damião, a maior favela urbana de Santa Catarina, moradores enfrentam a invisibilidade imposta pela exclusão postal e mostram como a luta por um endereço é também a busca por reconhecimento, direitos e pertencimento.

DASILVA DASELVA
• Direção: Anderson Mendes | Documentário | 17’21” | AM | 2024
• Sinopse: Um artista amazonense recria a Amazônia com os próprios olhos — e depois, com a própria lembrança. Em dasilva daselva, a trajetória e a obra de Da Silva da Selva são contadas por ele mesmo, em um mergulho poético e sensorial em seu universo criativo.

FEME IN THE MACHINE
• Direção: Valderiza Pereira | Experimental | 15’20” | PE | 2024
• Sinopse: O filme oferece uma perspectiva cativante sobre a realidade das costureiras e Toritama narrada por Feme, uma extraterrestre que é invocada por uma bruxa na beira do Rio Capibaribe para praticar uma profecia.

MINHA CÂMERA É MINHA FLECHA
• Direção: Natália Tupi | Documentário | 18’25” | SP | 2024
• Sinopse: Richard Wera Mirim é um jovem Comunicador Indígena do Povo Guarani Mbya da Terra Indígena Jaraguá. O filme mostra a câmera como uma flecha, uma ferramenta de comunicação poderosa na luta e resistência indígena.

NASCIDA COM A MANHÃ
• Direção: João Giry | Documentário | 20’40” | ES | 2024
• Sinopse: Lúcia é uma mulher que traz luz para a vida de todos em sua família. Há mais de 40 anos ela cuida do filho mais novo José Leandro, que é PCD Neurodivergente. Mas será que Lúcia consegue cuidar de si? Se divertir? Sonhar?

PUPÁ
• Direção: Osani | Documentário | 14’33” | RN | 2024
• Sinopse: Pupá mora em Acari/RN, onde sua presença originária marcante é sinônimo de alegria e liberdade. No dia a dia, ela se divide entre trabalhos domésticos, o ofício de cambista e a criação de lambedores.

RECICLOS
• Direção: Diego Guerra | Animação, Ficção | 15’35” | RJ | 2024
• Sinopse: Numa metrópole futurista da América Latina, filas de catadores de latinhas empobrecidos reúnem-se todos os dias em terminais eletrônicos de reciclagem que pesam e pagam na hora.

SARAMUNÁ
• Direção: Gabriela Moura | Documentário | 09’25” | PE | 2025
• Sinopse: Saramuná mergulha na identidade singular das baianas do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, destacando sua importância e movimentações peculiares e distintas dos demais Maracatus.

SERTÃO 2138
• Direção: Deuilton B Junior | Ficção | 19’00” | PE | 2024
• Sinopse: Em uma Terra distópica, uma brilhante cientista tem finalmente sua entrada liberada na Estação Espacial. Quando está tudo pronto para a tão sonhada partida e nova vida, uma misteriosa missão interrompe seus planos.

TRAVESSIA
• Direção: Karol Felicio | Documentário | 15’20” | ES | 2024
• Sinopse: “Travessia” retrata a transição no parto da aldeia indígena Rio Piraquê-Açu. Entre ancestralidade e modernidade, a parteira Keretxchu e suas netas enfrentam dilemas culturais e escolhas pessoais.

YMBURANA
• Direção: Mamirawá com co-direção de Rômulo G. Pankararu e Maria K. Tucumã | Ficção | 13’18” | BA, PE | 2025
• Sinopse: Para virar doutor, Arian, um jovem indígena, sai do seu território e vai para a cidade grande onde se depara com os desafios culturais e urbanos da metrópole.

Reuniões sobre a Nota Fiscal Fácil chegam à região Noroeste do Espírito Santo

Reuniões sobre a Nota Fiscal Fácil chegam à região Noroeste do Espírito Santo

Os encontros aconteceram nos dias 17 e 18 de setembro, nos municípios de Colatina e Barra de São Francisco, reunindo representantes locais e contribuintes interessados em compreender melhor a utilização da ferramenta. foto sefaz

As reuniões de esclarecimento sobre a Nota Fiscal Fácil (NFF) chegaram à região Noroeste do Espírito Santo, promovendo capacitação e orientação a produtores rurais e agentes municipais. Os encontros aconteceram nos dias 17 e 18 de setembro, nos municípios de Colatina e Barra de São Francisco, reunindo representantes locais e contribuintes interessados em compreender melhor a utilização da ferramenta.

Em Colatina, o evento contou com a presença do chefe da Agência da Receita Estadual (ARE) do município, auditor fiscal Luiz Carlos Goldner Junior, e reuniu cerca de 30 participantes. Já em Barra de São Francisco, na divisa com Minas Gerais, o chefe da ARE local, auditor fiscal Armênio Elizeu Ribeiro Filho, acompanhou as atividades, que reuniram aproximadamente 12 participantes.

Durante os encontros, os servidores da Receita Estadual esclareceram dúvidas sobre a utilização do aplicativo NFF, que permite ao produtor rural emitir notas fiscais de forma simplificada, além de abordar outros pontos da legislação tributária, como o ICMS e os novos tributos previstos pela Reforma Tributária.

O auditor fiscal César Milagres, da Gerência de Atendimento e Relacionamento (Geare), destacou a importância da iniciativa. “A Nota Fiscal Fácil é uma ferramenta que garante mais praticidade e segurança para o produtor rural. Ao levarmos essa orientação diretamente às regiões, aproximamos a Receita Estadual do contribuinte e ajudamos a preparar o Estado para o novo cenário tributário”, observou.

O ciclo de workshops segue em diferentes regiões do Espírito Santo, com o objetivo de fortalecer a formalização da atividade rural e garantir mais acesso à informação de qualidade para produtores e agentes de apoio locais.

fonte e foto Sefaz

Inadimplência capixaba cai e 70 mil pessoas pagam dívidas em atraso

Inadimplência capixaba cai e 70 mil pessoas pagam dívidas em atraso

Percentual de consumidores com contas atrasadas recuou para 33,3% em agosto no Espírito Santo, com uma dívida média de R$ 5.904,37.

As contas em dia voltaram a fazer parte da rotina de milhares de capixabas. Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) mostram que o percentual de famílias com contas atrasadas caiu para 33,3% em agosto no Espírito Santo, uma redução de 0,1 ponto percentual em relação a julho e de 1,7 ponto percentual frente a agosto de 2024. A dívida média capixaba ficou em R$ 5.904,37.

Esse movimento representa cerca de 70 mil pessoas que conseguiram sair do vermelho no último ano, retomando o acesso ao crédito e fortalecendo o consumo no comércio capixaba.

O levantamento é do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base na Peic, da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

“A queda na inadimplência tem efeito direto na economia: amplia a intenção de compra das famílias e impulsiona as vendas do comércio”, avaliou André Spalenza, coordenador do eixo Observa do Connect Fecomércio-ES, o Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES.

O levantamento aponta ainda que as dívidas em atraso com mais de 90 dias seguem como o maior desafio, representando 55,3% do total entre as famílias de menor renda, até 10 salários mínimos (15.180) e 52,4% entre as de maior renda, o que eleva o custo do endividamento.

Apesar disso, houve um leve avanço na capacidade de pagamento: 45,3% das famílias de menor renda dizem que conseguirão quitar total ou parcialmente suas dívidas em atraso no próximo mês, frente a 45% em julho.

A trajetória é positiva também quando se observa o nível de endividamento, ou seja, a proporção de famílias que possuem algum tipo de dívida, esteja ela em dia ou não: em agosto, o índice recuou para 87,4%, abaixo dos 90,7% registrados no mesmo mês do ano passado. Segundo o coordenador do eixo Observa do Connect Fecomércio-ES, o Observatório do Comércio, esse movimento reduz pressões sobre o orçamento das famílias e pode favorecer as compras de fim de ano.

Entre as principais fontes de endividamento estão o cartão de crédito, presente em mais de 90% dos lares, o crédito pessoal e os carnês entre as famílias de menor renda, além de financiamentos de imóveis e veículos entre as de maior renda. Nas famílias com renda de até 10 salários mínimos, 52% das dívidas são de curto prazo (até seis meses) e 48% de longo prazo (acima de seis meses), enquanto entre as de maior renda as dívidas de curto prazo representam 54,2% e as de longo prazo 45,8%.

No que se refere à renda comprometida, quase metade (48,7%) das famílias de menor renda destinam de 11% a 50% da renda mensal para dívidas, enquanto entre as de maior renda predomina o comprometimento de até 10% (44,5%), evidenciando maior folga financeira.

“As famílias capixabas se endividam de maneiras diferentes conforme a faixa de renda, pois as de menor renda enfrentam maior peso das dívidas no orçamento mensal, muitas vezes comprometendo uma fatia significativa da renda, enquanto as de maior renda conseguem manter os compromissos financeiros em níveis mais equilibrados e com menor impacto sobre o dia a dia”, explicou André Spalenza.

A pesquisa completa, com os dados detalhados, está disponível no site portaldocomercio-es.com.br.

Sobre o Sistema Fecomércio-ES
A Fecomércio-ES integra a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e representa 405.455 empresas, responsáveis por 58% do ICMS arrecadado no estado e pelo emprego de 652 mil pessoas. Com mais de 30 unidades, tendo ações itinerantes e presente em todos os municípios capixaba – seja de forma física ou on-line –, o Sistema Fecomércio-ES atua em todo o Espírito Santo. A entidade representa 24 sindicatos empresariais e tem como missão contribuir para o desenvolvimento social e econômico do estado. O projeto Connect é uma parceria entre Fecomércio-ES e Faesa, com apoio do Senac-ES, Secti-ES, Fapes e Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI). foto Envato e fonte Kally Kalle/Sistema Fecomércio-ES

Dia da Árvore: viveiros impulsionam restauração florestal na Bacia do Rio Doce

Dia da Árvore: viveiros impulsionam restauração florestal na Bacia do Rio Doce

Viveiro de mudas da AGROMIG, em Governador Valadares, parceiro da Samarco _ Foto NITRO Histórias Visuais

O Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro, ganha um significado especial para a Bacia do Rio Doce, onde um abrangente trabalho de reflorestamento está em curso, realizado pela Samarco. Em parceria com nove viveiros de Minas Gerais e do Espírito Santo, quase 11 milhões de mudas já foram expedidas e destinadas ao plantio em Áreas de Preservação Permanente e recarga hídrica, como compensação pelos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

Os viveiros estão distribuídos nos municípios de Governador Valadares, Belo Oriente, Marilac, Caratinga e Sabinópolis, em Minas Gerais; e em Aracruz e Rio Bananal, no Espírito Santo. Juntos, os viveiros destas sete localidades têm previsão de enviar 3,5 milhões de novas mudas, que estarão prontas no ciclo do período chuvoso entre outubro de 2025 a março de 2026. As mudas são cultivadas a partir de sementes de mais de 200 espécies nativas da Mata Atlântica.

Na região de Governador Valadares, o viveiro Agromig é um exemplo de parceria. Com capacidade produtiva de 6,5 milhões de mudas em apenas um ciclo, ele se destaca como peça fundamental no esforço coletivo de reflorestamento.

“Muitas mudas que saíram desses viveiros já se transformaram em árvores e muitas outras ainda vão se tornar. Esse processo contribui diretamente para a restauração florestal, ajudando a recompor a biodiversidade e fortalecer os ecossistemas da Bacia do Rio Doce”, afirma o gerente-geral de Meio Ambiente da Samarco, João Batista.

Até o momento, mais de 41 mil hectares de áreas de reflorestamento já foram cercados e estão em processo de plantio e crescimento das árvores, e 3,8 mil nascentes estão cercadas, em processo de recuperação. O projeto conta com a participação ativa de proprietários rurais. fonte Eriica da Silva Vaz Souza

Primavera começa com chegada de frente fria, temporais e fortes ventos

Primavera começa com chegada de frente fria, temporais e fortes ventos

Estação começa na próxima segunda-feira (22), às 15h19. ARQUIVO/MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRRASIL

A chegada da primavera de 2025, conhecida como a estação das flores, na próxima segunda-feira (22) às 15h19 (horário de Brasília), trará mudanças significativas nas condições climáticas em grande parte do Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), até quarta-feira (24) uma intensa frente fria avançará sobre as regiões Sul, Sudeste e partes do Centro-Oeste e Norte, provocando temporais, antecedidos de fortes ventos. Em seguida, uma massa de ar frio e seco causará acentuado declínio das temperaturas, com previsão de geada no Sul e queda de temperatura na Região Norte.

Inicialmente, os temporais devem atingir áreas do Rio Grande do Sul. Em seguida, com o avanço da frente fria, as áreas de instabilidade se espalharão por toda a Região Sul e também chegarão a partes de Mato Grosso do Sul, podendo atingir o extremo sul e sudoeste de São Paulo.

O Inmet informa ainda que “no dia 22, primeiro dia da primavera, a frente fria deverá chegar ao Sudeste, avançando também pelos estados do Centro-Oeste, onde provocará temporais e poderá chegar ao sudoeste da Amazônia”.

A onda de frio chegará com força no Rio Grande do Sul, com declínios de temperatura. Com o deslocamento da massa de ar frio ao longo da semana, a queda da temperatura ocorrerá também nas demais áreas do Centro-Sul e até do Norte do país, onde o fenômeno é conhecido como friagem.

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Na Região Sul, os temporais de sábado e domingo, antes da chegada da nova estação, poderão ser fortes, com descargas elétricas e rajadas de vento. Não se descarta a possibilidade de queda de granizo e acumulados significativos de chuva, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

La Niña

Relatório da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, a sigla em inglês) – agência científica e reguladora americana de previsão do tempo – avaliou que o fenômeno La Niña pode influenciar o regime de chuvas, durante a primavera no Hemisfério Sul, devido ao aumento da umidade vinda da Amazônia e da formação de sistemas meteorológicos. 

A meteorologista do Inmet, Danielle Ferreira, explica que, em anos do La Niña, observa-se a redução das chuvas na Região Sul, tanto na quantidade, quanto na frequência, havendo possibilidade de alguns períodos longos sem precipitações.

No entanto, não é somente no Sul brasileiro que o La Niña tem forte impacto. Todo esse movimento que caracteriza o fenômeno nasce no Oceano Pacífico Equatorial e reverbera, de formas distintas, em diversas locais.

“As frentes frias passam mais rapidamente sobre a parte leste da Região Sul e acabam levando mais chuvas para o Sudeste, podendo chegar a até parte do litoral nordestino. Esse comportamento típico nem sempre ocorre, pois é necessário considerar também outros fatores como a temperatura do Oceano Atlântico (tropical e sudeste da América do Sul), que também pode atenuar ou intensificar os impactos do fenômeno”, esclareceu a meteorologista.

Formação

Tanto o La Niña quanto o El Niño se formam no Oceano Pacífico Equatorial, o que reforça a tese de que os oceanos exercem grande influência sobre o clima em diversas partes do planeta.

Danielle explica a diferença entre esses dois fenômenos climáticos: o El Niño é o aquecimento anômalo das águas do Pacífico Equatorial, enquanto o La Niña, caracteriza-se pelo resfriamento anômalo dessas águas. “Por isso, a importância do monitoramento de suas condições”, avaliou.

Estação das Flores

A primavera é chamada de estação das flores porque o aumento da temperatura e da umidade do ar após o inverno favorece o desabrochar de inúmeras espécies de plantas, que voltam a brotar, crescer e encher as paisagens de cor e vida com suas flores. O fenômeno torna a estação visualmente mais vibrante e colorida, tanto em jardins e parques quanto em campos. Fonte agência brasil

Investimento do Governo do ES no saneamento das cidades do Rio Doce é destaque em Encontro Nacional

Investimento do Governo do ES no saneamento das cidades do Rio Doce é destaque em Encontro Nacional

Organizado pelo Fórum Nacional, o evento reuniu, em Vitória, os representantes dos comitês de bacias hidrográficas de todo o país, além de gestores públicos, usuários da água, sociedade civil, professores, pesquisadores e ambientalistas. foto renato costa

Os projetos e recursos do Governo do Estado na área do Saneamento nas cidades capixabas impactadas pelo desastre ambiental de Mariana (MG) foram destaque durante o Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (Encob), realizado em Vitória.

Organizado pelo Fórum Nacional de Comitês, o evento reuniu, durante a última semana, os representantes dos comitês de bacias hidrográficas de todo o país, além de gestores públicos, usuários da água, sociedade civil, professores, pesquisadores e ambientalistas.

O governador Renato Casagrande, o secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce (Serd), Guerino Balestrassi, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), Felipe Rigoni, e o diretor-presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Fábio Ahnert, participaram da noite de abertura do evento, realizado no Centro de Convenções de Vitória.

O tema da edição 2025 do Encob foi ‘Emergência Climática: Povos e Territórios – Água é o que nos une’, uma forma de refletir sobre os impactos crescentes das mudanças climáticas, evidenciando a urgência de fortalecer a governança das águas como eixo estruturante para a adaptação, justiça ambiental e sustentabilidade.

E durante a programação de oficinas, palestras e seminários do evento, os investimentos no Rio Doce foram debatidos por representantes dos Estados do Espírito Santo, de Minas Gerais, do Ministério Público, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH Doce) e do Consórcio Público de Defesa e Revitalização do Rio Doce (Coridoce). O painel ‘Desafios do Saneamento na Repactuação do Acordo de Mariana’ contou com a participação da equipe da Secretaria de Estado de Recuperação do Rio Doce.

A subsecretária de Ações Socioeconômicas e Participação Social, Margareth Saraiva; o subsecretário de Ações Socioambientais, Saneamento e Infraestrutura, Ricardo Iannotti; a gerente de Reparação e Recuperação Ambiental da Serd, Juliana Valory; e a gerente de Obras e Saneamento, Sabrina Bongiovani, apresentaram as ações, projetos e obras que o Governo do Estado vem conduzindo nos municípios da Bacia Hidrográfica capixaba.

O foco do Governo do Espírito Santo é a recuperação socioeconômica e socioambiental das cidades por meio da revitalização e construção de Estações de Tratamento de Água e Esgoto, projetos de saneamento rural na Bacia do Doce e nas sub-bacias, macrodrenagem, controle de inundação e enchentes, construção de barragens para armazenamento de água e projetos de restauração florestal.

Além disso, a Serd, dentro do Comitê Estadual de Governança, mantém seu papel de fiscalização das empresas causadoras do desastre ambiental de Mariana. Pelo acordo de repactuação, homologado pelo STF em novembro do ano passado, a Samarco ainda tem obrigações ambientais a serem concluídas nos municípios afetados pelo rompimento da barragem, ocorrido em 2015.

“Promover ações em saneamento será essencial para a recuperação ambiental da bacia hidrográfica do Rio Doce, pois contribui diretamente para a melhoria da qualidade da água e da saúde dos ecossistemas aquáticos e da população. A Serd reafirma seu compromisso em seguir, como norteadores, os Planos Municipais de Saneamento, o Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce e o Programa de Efetivação do Enquadramento dos Corpos Hídricos. Esses instrumentos de planejamento são fundamentais para a gestão eficiente dos recursos hídricos, com foco no cumprimento das metas de qualidade estabelecidas para os rios e afluentes de uma bacia hidrográfica”, afirmou a gerente da Secretaria de Recuperação do Rio Doce, Juliana Valory.


FONTE Serd
Renato Costa Neto / Karina Soares