Setor de rochas naturais do Brasil será homenageado em sessão solene no Congresso Nacional

Setor de rochas naturais do Brasil será homenageado em sessão solene no Congresso Nacional

Pela primeira vez na história, o setor produtivo de rochas naturais do Brasil é tema de uma sessão solene no Congresso Nacional, realizada a pedido da bancada de deputados federais do Espírito Santo, maior estado exportador do segmento. A cerimônia está marcada para o dia 11 de fevereiro, às 11 horas, no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados, em Brasília, sob a condução do líder da Bancada Capixaba, o deputado federal Josias Da Vitória. A iniciativa representa um reconhecimento institucional inédito à relevância econômica, social e estratégica do arranjo produtivo de rochas naturais para o desenvolvimento do país.

Tales Machado, presidente da Centrorochas, que vai representar a entidade na sessão solene.

A sessão solene integra a agenda oficial do Legislativo e configura uma homenagem parlamentar ao setor de rochas naturais. O segmento é representado nacionalmente pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) e conta com a participação de entidades e instituições que atuam diretamente nos principais polos produtivos do país, como o Sindirochas (Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo), o Sinrochas (Sindicato Intermunicipal da Indústria de Beneficiamento de Mármores, Granitos e Rochas Ornamentais no Estado de Minas Gerais) e o Simagran (Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos do Estado do Ceará), sindicatos patronais dos três maiores estados exportadores de rochas naturais do Brasil, respectivamente, Espírito Santo, Minas Gerais e Ceará.

Também participam da cerimônia o Cetemag (Centro Tecnológico do Mármore e Granito) e a Rochativa (Associação de Atividades Sociais do Setor de Rochas Ornamentais do Espírito Santo), reforçando a dimensão técnica, social e institucional do setor, que responde por cerca de 480 mil empregos diretos e indiretos no país.

Cerimônia inédita vai reconhecer um dos setores mais internacionalizados da indústria brasileira, com forte impacto econômico, geração de empregos e divisas e presença em todas as regiões do país

O Brasil figura entre os principais protagonistas globais do setor de rochas naturais. É o 4º maior produtor mundial e o 5º maior exportador, com participação de 7% no comércio internacional do segmento. O país detém ainda a maior diversidade geológica do mundo, com mais de 1.200 variedades de materiais, reconhecidas pela qualidade, resistência e estética singular.

Em 2025, o setor brasileiro de rochas naturais registrou recorde histórico de exportações, alcançando US$ 1,48 bilhão, crescimento de 17,5% em relação ao ano anterior. As vendas externas alcançam 132 países, com destaque para os Estados Unidos, principal destino, responsáveis por 53,6% das exportações, seguidos por China, Itália, México, Reino Unido e Espanha.

Vale ressaltar que o Espírito Santo se consolida como o maior polo exportador do país, concentrando 78,5% do valor exportado em 2025, com aproximadamente US$ 1,2 bilhão, além de responder por cerca de 30% dos empregos do setor no Brasil e por 10% do PIB estadual. Minas Gerais, Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte também se destacam como importantes polos produtivos e exportadores.

Além da relevância econômica, o setor de rochas naturais brasileiro avança de forma consistente em sustentabilidade, inovação e tecnologia. Mais de 95% da água utilizada no processo produtivo é reutilizada, há crescente uso de energia renovável, reaproveitamento integral de materiais e desenvolvimento de soluções de economia circular, como o FiBRO, a remineralização de solos e o uso de subprodutos na construção civil e na mineração.

A sessão solene também irá destacar a importância de um ambiente regulatório compatível com a realidade do setor, especialmente nos campos ambiental, mineral, logístico e de infraestrutura.

Para a Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas), entidade que reúne mais de 470 empresas associadas e apoiadas, distribuídas em 17 estados, os avanços nessa agenda são fundamentais para ampliar a competitividade internacional do Brasil, preservar empregos, estimular investimentos e garantir previsibilidade às empresas.

Na ocasião, a associação nacional irá prestar homenagens a autoridades e instituições que contribuem de forma decisiva para o fortalecimento do setor, com destaque para a parceria com a ApexBrasil, responsável por ações estruturantes de promoção internacional das rochas naturais brasileiras e pelo fortalecimento da presença do país nos principais mercados globais.

SERVIÇO:

Sessão Solene em Homenagem ao Setor Produtivo de Rochas Naturais do Brasil

Data: 11 de fevereiro de 2026

Horário: 11h

Local: Plenário Ulysses Guimarães – Câmara dos Deputados, Brasília (DF)

Sobre a Centrorochas

A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) está presente em todas as demandas nacionais para aumentar a competitividade do setor de rochas naturais. A associação ainda atua diretamente dando suporte nos trâmites relacionados à presença do empresário brasileiro no exterior combinando com atividades comerciais e operacionais relativas ao desenvolvimento e evolução das empresas brasileiras.

A associação representa empresas de toda a cadeia produtiva do setor, abrangendo mineração, transformação industrial e exportação de rochas naturais. São mais de 470 empresas entre associadas e apoiadas, distribuídas em 17 estados brasileiros e presentes em todas as regiões do país, sendo 76% localizadas no Sudeste, 17% no Nordeste, 3% no Sul, 3% no Centro-Oeste e 1% na região Norte.

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025

Pressionado pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou 2025 com déficit primário de R$ 61,69 bilhões, o equivalente a 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

O número foi divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, junto com o resultado de dezembro. No último mês do ano, houve superávit primário de R$ 22,1 bilhões.[

Déficit teve aumento real de 32,3% em relação a 2024, foto bc

“O resultado [do ano] conjugou um superávit de R$ 255,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central e um déficit de R$ 317,2 bilhões na Previdência Social (RGPS). Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (R$ 79,1 bilhões)”, explicou o Tesouro Nacional.

O déficit no ano teve aumento real (descontada a inflação) de 32,3% em relação a 2024, quando o déficit primário tinha ficado em R$ 42,92 bilhões (0,36% do PIB), puxado pelos gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e também pelo crescimento de gastos obrigatórios da Previdência Social e BPC.

O resultado do ano passado veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 68,21 bilhões em 2025.

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Meta fiscal

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal estabelecem meta de déficit primário zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto para cima ou para baixo, para o Governo Central. No limite inferior da meta, isso equivale a déficit de até R$ 31 bilhões.

Ao considerar apenas os gastos dentro do arcabouço fiscal, o déficit primário ficou em R$ 13 bilhões (0,1% do PIB). Ou seja, estão excluídos da meta R$ 48,68 bilhões de compensações autorizadas, como o pagamento de precatórios excedentes, despesas para ressarcimento dos descontos indevidos dos benefícios previdenciários, despesas temporárias de educação e saúde e gastos em projetos estratégicos de defesa.

O déficit de 2025 poderia ter sido ainda maior não fosse o empoçamento de R$ 8 bilhões, que são os recursos empenhados (autorizados) que não conseguem ser gastos pelo governo, como emendas impositivas ou gastos vinculados que não podem ser remanejados dentro do mesmo ministério.

Do lado da receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit mais alto.

Receitas e despesas

No ano de 2025, entre os destaques para o crescimento das receitas estão:

  •  R$ 43,56 bilhões (5,2%) na arrecadação com o imposto de renda, em especial com rendimentos do trabalho, rendimentos do capital e rendimentos dos residentes no exterior, além de aumento no Imposto de Renda Pessoa Física;
  •  R$ 15,4 bilhões (21,3%) com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), decorrente da maior arrecadação com operações de câmbio (saída), crédito a pessoas jurídicas e títulos e valores mobiliários;
  •  R$ 13,7 bilhões (38,3%) com outras receitas administradas pela Receita Federal, cujo resultado decorreu, em parte, de maiores recolhimentos de participação da União nas receitas de loteria;
  •  R$ 37 bilhões (5,4%) com receita previdenciária, refletindo o dinamismo do mercado de trabalho, o crescimento real dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha;
  •  R$ 14,8 bilhões (11,7%) com exploração de recursos naturais, explicada, majoritariamente, pela maior arrecadação na área do pré-sal e pelo recebimento, em 2025, de recursos derivados da celebração de acordo referente à Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte, bem como de leilão de alienação dos direitos e obrigações da União.

Porém, houve queda de R$ 26,3 bilhões (34,3%) nas receitas em dividendos e participações, justificado especialmente pela redução nos pagamentos da Petrobras e BNDES.

Pelo lado das despesas, os principais aumentos foram:

  •  R$ 41,4 bilhões (4,1%) em benefícios previdenciários;
  •  R$ 10,8 bilhões (9,1%) com BPC. Esses dois primeiros itens influenciados pelo aumento do número de beneficiários e pela política de reajuste do salário-mínimo;
  •  R$ 16,9 bilhões (4,3%) com pessoal e encargos sociais, em razão dos reajustes concedidos aos servidores públicos do Poder Executivo;
  •  R$ 10 bilhões (19,7%) com a complementação da União ao Fundeb;
  •  R$ 11,9 bilhões (6,1%) com despesas discricionárias.

Por sua vez, houve redução de R$ 20,7 bilhões (76,3%) com gastos extraordinários, em razão das ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul no ano de 2024, o que não houve em 2025. Com agência brasil

Cooabriel participa da Gulfood 2026, em Dubai, principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio

Cooabriel participa da Gulfood 2026, em Dubai, principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio

A Cooabriel inicia o ano com ações voltadas à diversificação de atividades, buscando atuar de forma mais consistente no mercado de pimenta-do-reino, movimento impulsionado pela incorporação da Coopbac, cooperativa reconhecida pela expertise consolidada n o segmento de especiarias.

Dentro dessa estratégia, a cooperativa se faz presente na Gulfood 2026, principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio, com data de 26 a 30 de janeiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O evento é considerado uma das maiores vitrines globais do setor, reunindo compradores, distribuidores e líderes do mercado internacional. 

Gulfood 2026, principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio, com data de 26 a 30 de janeiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Considerada histórica, a 31ª edição da feira contará com mais de 8.500 expositores, representantes de 195 países e a apresentação de mais de 1,5 milhão de produtos, distribuídos pela primeira vez em dois locais de exposição, de forma simultânea: Dubai World Trade Centre e Dubai Exhibition Centre. 

A participação da Cooabriel no evento é uma ação estratégica, com foco na ampliação de mercados, no fortalecimento do relacionamento com clientes já consolidados e na prospecção de novas oportunidades comerciais. 

Segundo o coordenador de exportação da Cooabriel, Filipe Pirola da Silva, que representa a cooperativa na Gulfood, a feira oferece uma oportunidade qualificada de conexão com distribuidores e importadores internacionais. “É uma excelente oportunidade para expandir nossa rede de contatos e fortalecer parcerias estratégicas em um dos eventos empresariais mais relevantes da cadeia mundial de alimentos”, destaca.

Outro aspecto importante da participação em eventos internacionais é a oportunidade de se atualizar sobre as novidades e os movimentos do setor, conforme avalia o superintendente geral da Cooabriel, Carlos Augusto Pandolfi. “Estar presente em um evento como esse permite ver de perto as tendências e novidades do setor, acompanhar as mudanças do mercado e buscar as melhores soluções para os nossos cooperados”, afirma.

Além de apresentar os grãos da especiaria, a cooperativa leva no portfólio o café conilon, seu principal produto de atuação.

fonte e foto Brendha Zamprognio – LR Comunicação

Prazo para aderir ao Simples Nacional termina em 31 de janeiro

Prazo para aderir ao Simples Nacional termina em 31 de janeiro

Empreendedores que desejam aderir ou regressar ao Simples Nacional têm até sábado (31) para fazer o pedido. O prazo vale tanto para empresas que nunca optaram pelo regime quanto para aquelas que foram excluídas e querem reingressar. Regime que permite o pagamento de tributos de forma simplificada, o Simples é destinado a microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).

Para optar pelo regime, a empresa precisa ter Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição municipal e, quando exigível, inscrição estadual. O pedido é feito exclusivamente pela internet, no Portal do Simples Nacional, com acesso por certificado digital ou código de acesso.

Pedido é online e vale para MEI, micro e pequenas empresas. FOTO FECOMÉRCIO

Após o pedido, o sistema faz uma verificação automática de pendências com a Receita Federal, os estados e os municípios. Se não houver irregularidades, a opção é aprovada. Caso existam débitos ou inconsistências, o pedido fica “em análise” até a regularização. O acompanhamento pode ser feito no próprio portal. O resultado dos pedidos está previsto para a segunda quinzena de fevereiro.

Empresas que já estão no Simples e não foram excluídas permanecem automaticamente no regime, sem necessidade de novo pedido. Entre os principais motivos de exclusão estão débitos tributários, excesso de faturamento, falta de documentos, parcelamentos pendentes e o exercício de atividades não permitidas.

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Dívidas de empresas

Empresas excluídas por dívidas podem voltar ao Simples desde que regularizem todas as pendências até 31 de janeiro e façam novo pedido. A Receita Federal permite a regularização por meio de pagamento à vista, parcelamentos ou transações. Se o pedido for aprovado, o retorno ao regime tem efeito retroativo a 1º de janeiro.

Débitos com a Receita devem ser negociados pelo Portal do Simples Nacional; dívidas inscritas na Dívida Ativa da União, pelo Portal Regularize. Pendências estaduais ou municipais devem ser resolvidas diretamente com o órgão local. Quem perder o prazo só poderá pedir nova adesão em janeiro de 2027. Nesse período, a empresa passa a outro regime de tributação, como Lucro Presumido ou Lucro Real.

Situação dos MEI

Os MEI excluídos do Simples e desenquadrados do Simei também têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e pedir o retorno. O primeiro passo é verificar a situação do CNPJ no Portal do Simples. Em seguida o microempreendedor deve quitar ou parcelar débitos no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), com acesso via Gov.br.

Após regularizar os débitos, o MEI deve pedir a opção pelo Simples Nacional e, em seguida, o reenquadramento no Simei. Os pedidos são analisados de forma sequencial, e o enquadramento como MEI depende, obrigatoriamente, da aprovação prévia no Simples Nacional.

O Ministério do Empreendedorismo recomenda o acompanhamento diário do pedido, já que eventuais pendências apontadas durante a análise precisam ser resolvidas dentro do prazo legal para garantir a volta ao regime simplificado ainda neste ano. Com agência brasil

Convocações para efetivação das matrículas de 2026 são retomadas em Colatina

Convocações para efetivação das matrículas de 2026 são retomadas em Colatina

A Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que as convocações para efetivação das matrículas do ano letivo de 2026 foram retomadas. Elas serão realizadas nos dias 26 e 28 de janeiro e 2 de fevereiro. A chamada faz parte do processo da Chamada Pública Escolar e é fundamental para o preenchimento das vagas disponíveis na Rede Municipal de Ensino.

A convocação dos estudantes ocorre diretamente aos responsáveis, por meio de mensagem SMS, informando a disponibilidade de vaga. Além disso, o acompanhamento do processo pode ser feito a qualquer momento pelo Portal do Responsável, onde é essencial manter os dados atualizados para garantir o recebimento das notificações.

Chamadas acontecem nos dias 26 e 28 de janeiro e 2 de fevereiro. foto secom/pmc

Após a convocação, pais ou responsáveis têm o prazo de 48 horas para comparecer à unidade escolar indicada e apresentar a documentação exigida. O não comparecimento dentro do prazo resulta na perda da vaga, sendo necessário aguardar uma nova chamada.

A Secretaria de Educação reforça que, a partir do dia 9 de fevereiro, o processo entra em período regular: o cadastro de matrícula ficará aberto de forma contínua, com convocações realizadas todas as segundas e quartas-feiras, facilitando o acesso e a organização das famílias para o início do ano letivo.

Convocações e efetivação de matrículas

  • 26 e 28 de janeiro de 2026 – Continuação das convocações e efetivação
  • 02 de fevereiro de 2025 – Continuação das convocações e efetivação
  • 09 de fevereiro de 2026 – Início do ano letivo

fonte e foto
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Reserva de emergência o primeiro passo para 2026 com estabilidade financeira

Reserva de emergência o primeiro passo para 2026 com estabilidade financeira

Com o início de 2026, muitos brasileiros colocam as finanças pessoais no centro das metas de ano novo. Mesmo com todos os motivos e determinação real, se questionam por onde começar. A criação de uma reserva de emergência surge como o ponto de partida essencial para quem busca segurança e equilíbrio nas contas.
Esse recurso auxilia na criação de uma rotina de reservas especificamente para emergências, como uma possível perda de renda, despesas médicas inesperadas ou reparos urgentes em casa ou carro. Sem essa proteção, é comum recorrer a empréstimos caros ou ao cartão de crédito, agravando o endividamento em tempos de incerteza econômica.

Especialista ensina o primeiro passo para autonomia e tranquilidade em 2026. Cecília Perini, sócia e líder da XP no ES.

Cecília Perini, sócia e líder da XP no ES, recomenda acumular o equivalente de três a seis meses de despesas essenciais, priorizando aplicações conservadoras de baixo risco e liquidez diária. O mercado financeiro, hoje mais democratizado, oferece opções que incluem CDBs pós-fixados, Tesouro Selic ou fundos de renda fixa simples, que acompanham a taxa básica de juros e protegem o poder de compra contra a inflação.

“A autonomia financeira é uma jornada que requer disciplina e planejamento. O primeiro passo, eu diria que é definir quanto você pretende acumular para atingir esse objetivo. Em seguida, analisar o seu fluxo de caixa atual e como chegar lá, considerando todos os rendimentos e despesas”, destaca Cecília.
Mais do que um hábito isolado, manter uma reserva de emergência é um exercício de disciplina e planejamento de longo prazo. Para quem não sabe a quantia exata de quanto começar, comece com valores pequenos, como aportes mensais de 10% da renda, ajustando o orçamento para cortar supérfluos, é o que orienta a líder da XP.

Em um cenário de volatilidade econômica, como o atual no Brasil, essa reserva garante tranquilidade e liberdade para decisões financeiras assertivas ao longo do ano. O gerenciamento eficiente de recursos pessoais é crucial para superar barreiras como falta de educação financeira, endividamentos e dependência excessiva. Cecília ainda destaca que investir a reserva de emergência em produtos financeiros de maior rentabilidade pode ser mais benéfico do que na poupança.

“Para que a reserva não só proteja, mas também cresça ao longo do tempo, opte por investimentos conservadores que rendem acima da inflação e ofereçam liquidez imediata. CDBs pós-fixados atrelados ao CDI, Tesouro Selic e fundos de renda fixa simples são ideais, pois acompanham a taxa básica de juros garantindo rentabilidade real positiva”, orienta.

Nesse aspecto, o assessor de investimentos desempenha um papel fundamental na construção de um planejamento financeiro completo, entendendo a jornada financeira e as particularidades, oferecendo orientação técnica, acompanhamento contínuo e auxiliando na definição de objetivos de curto, médio e longo prazo.
Com uma estratégia bem definida, é possível reduzir riscos e maximizar os retornos, garantindo um futuro financeiramente seguro. Investir em planos com orientação especializada reduz a carga tributária, protege bens contra riscos e assegura transições tranquilas para herdeiros. Definir objetivos claros, diversificar investimentos e gerir dívidas são pilares para estabilidade. Assim, a reserva de emergência não só cobre o presente, mas valoriza o patrimônio ao longo do tempo, promovendo uma vida econômica saudável e sustentável em 2026. Fonte e foto Renata Salgueira Serra

Serviços prestados às famílias capixabas crescem e lideram ranking nacional

Serviços prestados às famílias capixabas crescem e lideram ranking nacional

O hábito de sair para comer, cuidar da saúde, investir em bem-estar ou aproveitar momentos de lazer deixou de ser exceção e passou a ocupar lugar central na rotina dos capixabas. Esse movimento ajuda a explicar por que o Espírito Santo assumiu a liderança nacional no segmento de serviços prestados às famílias, que avançou 12,6% no acumulado de 12 meses até novembro de 2025, o maior crescimento entre todos os estados brasileiros.

Em novembro de 2025, o setor de serviços no Espírito Santo manteve-se em patamar elevado de atividade, ainda que com sinais de acomodação no curto prazo após o forte avanço registrado em outubro (4,6%). A variação mensal negativa de 1,2% frente a outubro indica um ajuste pontual, comum após meses de aceleração mais intensa, sem descaracterizar a trajetória positiva do setor ao longo do ano. Mesmo com essa oscilação, o nível do índice permaneceu elevado, em 120 pontos, acima da média nacional, de 110,63.

Segmento, ligado ao lazer, alimentação fora de casa e cuidados pessoais, teve alta de 12,6% no acumulado entre novembro de 2024 e o mesmo mês de 2025. foto Envato

As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base nos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação interanual, o desempenho segue robusto. O volume de serviços cresceu 5,3% em relação a novembro de 2024, mais que o dobro do resultado observado no Brasil, que ficou em 2,5%. Esse diferencial reforça o dinamismo da economia capixaba e confirma que o setor de serviços no estado segue operando em ritmo mais intenso do que o cenário nacional, mesmo em um contexto de desaceleração pontual em alguns segmentos.

“O recuo mensal observado em novembro não representa perda de fôlego, mas sim um movimento natural de acomodação após um outubro muito forte. O mais importante é que o setor segue em nível elevado de atividade e com desempenho superior ao do Brasil”, avaliou André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES.

O principal motor desse desempenho continua sendo o segmento de serviços prestados às famílias, que avançou 8,3% na comparação com novembro de 2024, enquanto o Brasil registrou retração de 1% no mesmo período. O resultado evidencia a força do consumo presencial no Espírito Santo, sustentado por atividades como alimentação fora de casa, lazer, turismo, eventos e cuidados pessoais.

“Esse dado mostra que o consumo presencial se consolidou como base estrutural do crescimento dos serviços no estado. Restaurantes, bares, academias, salões de beleza, clínicas de estética e atividades de lazer seguem encontrando demanda consistente, mesmo após um período de forte expansão”, explicou Spalenza.

A liderança capixaba fica ainda mais clara quando se observa o horizonte mais longo. No acumulado de 12 meses, os serviços prestados às famílias cresceram 12,6% no Espírito Santo, colocando o estado na primeira posição do ranking nacional, com ampla vantagem sobre os demais. Estados como Santa Catarina, Paraná e Ceará aparecem bem atrás, com variações significativamente menores, de 4,1%, 3,4% e 2,9%, respectivamente.

Entre os demais segmentos, o destaque positivo ficou para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que cresceram 12% na comparação interanual, muito acima do resultado nacional (2,5%), refletindo o dinamismo das atividades logísticas e de mobilidade.

A pesquisa completa, com os dados detalhados, pode ser acessada no site https://portaldocomercio-es.com.br. fonte Kelly Kalle – Fecomércio es

Arrecadação federal bate recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025

Arrecadação federal bate recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025

A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde em 2025, alcançando R$ 2,89 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal, junto aos resultados do mês de dezembro. 

Em comparação com 2024, houve aumento anual real de 3,75%, ou seja, considerada a inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Foi o melhor desempenho arrecadatório também para o mês de dezembro. foto BC

Também é o melhor desempenho arrecadatório para os meses de dezembro. No último mês de 2025, a arrecadação alcançou R$ 292,72 bilhões, representando um acréscimo, corrigido pelo IPCA, de 7,46%.

Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no site da Receita Federal.

Os bons resultados da economia, além do aumento de impostos, são os principais fatores para a alta da arrecadação.

“São números bonitos, um crescimento importante, considerando o patamar alto do ano anterior [2024]”, destacou o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, durante a apresentação dos dados.

Os valores se referem a tributos federais, como Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas e empresas, receita previdenciária, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), entre outros.

Arrecadação com royalties e depósitos judiciais, que não são apurados pela Receita Federal, também entram na conta.

Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado em 2025 ficou em R$ 2,76 trilhões, representando acréscimo real de 4,27%.

Já no mês passado, a arrecadação da Receita Federal alcançou R$ 285,21 bilhões, alta real de 7,67%.

A base de comparação, entretanto, está influenciada por eventos não recorrentes ou alterações de legislação que ocorreram em 2024 sem contrapartida em 2025.

Em 2024, houve recolhimento extra de R$ 13 bilhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) – Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu em 2025.

A lei que muda o IR incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a renda obtida no exterior por meio de offshores foi sancionada em dezembro de 2023.

Também houve uma arrecadação atípica do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incidem sobre o lucro das empresas. Em 2024, o recolhimento extra foi R$ 4 bilhões, enquanto no ano passado chegou a R$ 3 bilhões.

“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 4,82% na arrecadação do período de janeiro a dezembro de 2025”, informou a Receita Federal.

Destaques no ano

Os resultados foram influenciados positivamente, principalmente, pelas variáveis macroeconômicas, diante do comportamento da atividade produtiva, principalmente serviços. O setor teve um crescimento de 2,72% de dezembro de 2024 a novembro de 2025 (fator gerador da arrecadação do acumulado do ano).

A produção industrial subiu apenas 0,17% no período acumulado. Já o valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, teve alta de 2,11% entre dezembro de 2024 e novembro de 2025. Também houve crescimento de 10,9% da massa salarial no acumulado do período.

Apenas o setor de venda de bens teve um decréscimo de 0,16% no período.

A elevação do IOF influenciou o desempenho da arrecadação que somou R$ 86,48 bilhões de janeiro a dezembro de 2025, alta de 20,54% na comparação com o acumulado de 2024.

“Esse desempenho pode ser pelas operações relativas à saída de moeda estrangeira, a crédito destinado a pessoas jurídicas e referentes a títulos ou valores mobiliários, sobretudo em decorrência de alterações legislativas”, cita a Receita.

Em junho do ano passado, o governo aumentou a cobrança em algumas operações de crédito, por meio do Decreto 12.499/2025. A medida foi derrubada posteriormente.

A arrecadação previdenciária teve aumento de 3,27%, chegando a R$ 737,57 bilhões, em razão, especialmente, do aumento da massa salarial.

A alta da arrecadação do PIS/Cofins em função também do desempenho das entidades financeiras e da taxação de serviços de apostas online (bets) em 2025 é outro destaque apontado pela Receita. Ela chegou a R$ 581,95 bilhões no ano passado, alta de 3,03% em relação a 2024.

Apenas a receita com as casas de apostas virtuais subiu mais de 10.000%, passando de R$ 91 milhões para quase R$ 10 bilhões no acumulado do ano.

Também houve crescimento da arrecadação dos tributos sobre comércio exterior, diante da alta das taxas de câmbio e do aumento das alíquotas médias desses tributos.

Em 2025, houve crescimento real de 9,49% da arrecadação desse item e de 12,91% sobre rendimentos de residentes no exterior.

Essa última rubrica é um agregado de arrecadação volátil e tem surpreendido positivamente este ano, com crescimento robusto calcado na arrecadação de royalties e rendimento de trabalho e também nos Juros sobre Capital Próprio (JCP) ─ forma de uma empresa dividir parte do lucro com os acionistas.

Apesar do recorde do ano, há uma desaceleração que reflete o desempenho, especialmente, do setor industrial e vendas de bens. A arrecadação com o IRPJ/CSLL, por exemplo, teve alta de apenas 1,27%, enquanto o IPI aumentou os mesmos 1,27%, diante da atividade industrial praticamente estável. Com agência brasil

Sefaz passa a receber pedidos de isenção de ICMS e IPVA exclusivamente pelo E-Flow

Sefaz passa a receber pedidos de isenção de ICMS e IPVA exclusivamente pelo E-Flow

A partir desta terça-feira (20), os pedidos de isenção de ICMS e IPVA referentes a veículos automotores passam a ser realizados exclusivamente por meio da plataforma E-Flow. A ferramenta, integrada ao sistema de gestão de documentos do Governo do Estado (E-Docs), permite o envio de formulários e documentos de forma totalmente digital.

A adoção do E-Flow traz benefícios tanto para os contribuintes quanto para a administração tributária, ao conferir maior celeridade, organização e eficiência à tramitação dos processos. O sistema somente permite o encaminhamento do requerimento após o correto preenchimento de todos os campos obrigatórios e a anexação da documentação exigida, evitando devoluções por pendências ou informações incompletas.

 A ferramenta, integrada ao sistema de gestão de documentos do Governo do Estado (E-Docs).

Além disso, o pedido é direcionado automaticamente à circunscrição fiscal do contribuinte, eliminando etapas desnecessárias no fluxo do processo. A padronização da apresentação dos documentos, sempre na mesma ordem, facilita a análise técnica e contribui para a agilidade do atendimento por parte dos servidores públicos.

Com layout intuitivo e orientações claras ao longo do preenchimento, a plataforma também auxilia o requerente na identificação dos documentos necessários para cada tipo de solicitação, promovendo maior transparência e segurança no procedimento.

Para mais informações sobre o processo de solicitação de isenção de ICMS e IPVA referentes a veículos automotores, acesse o canal Receita Orienta: https://s1-internet.sefaz.es.gov.br/ReceitaOrienta

fonte e foto Sefaz

Espírito Santo vai receber R$ 104 bilhões em investimentos até 2031 

Espírito Santo vai receber R$ 104 bilhões em investimentos até 2031 

O Espírito Santo vem atraindo investimentos nacionais e internacionais. Até 2031, estão previstos R$ 104,3 bilhões, distribuídos em mais de 240 projetos no Estado, segundo a Bússola do Investimento do OBSERVATÓRIO FINDES. A indústria concentra o maior volume de investimentos produtivos previstos, respondendo por quase 60% do total. 

“Apesar de sermos um Estado pequeno em território e população, ocupamos uma posição estratégica para o país. Temos uma localização privilegiada, em um raio de 1.200 quilômetros de 52% da população e 63% do PIB brasileiro. Esse fator, aliado a um ambiente institucional sólido, tem tornado o Espírito Santo cada vez mais atrativo para projetos de investimento nos mais diversos segmentos econômicos”, destaca o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES), Paulo Baraona. 

Indústria concentra o maior volume de investimentos previstos para o Estado, quase 60% do total . foto findes.

Nos próximos cinco anos, a indústria deve receber ao menos R$ 61 bilhões em investimentos, impulsionando a economia capixaba. A gerente de Estudos Estratégicos do OBSERVATÓRIO FINDES, Carolina Ferreira, explica que os principais aportes estão concentrados nos segmentos de extração de petróleo e gás natural, metalurgia, extração de minerais metálicos, infraestrutura e logística, fabricação de produtos alimentícios e fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos. 

“Do montante da Bússola do Investimento, o setor de Petróleo e Gás se destaca em volume, com R$ 43,7 bilhões, o que corresponde a 41,9% do total previsto até 2030. Entre os projetos de maior relevância estão a implantação de um laminador de tiras a frio e de uma linha de revestimento contínuo na planta da ArcelorMittal Tubarão, na Serra, com investimento de R$ 3,8 bilhões. As obras estão previstas para começar neste ano, com conclusão estimada para 2029”, aponta. 

Outro projeto que se soma aos mais de R$ 100 bilhões em investimentos previstos para o Espírito Santo é a instalação de uma fábrica de veículos da montadora chinesa Great Wall Motors (GWM), com previsão de implantação em Aracruz, na área do ParkLog. O acordo foi formalizado durante missão oficial do Governo do Estado à China, com a presença do vice-governador, Ricardo Ferraço, e do fundador da empresa, Jack Wei. 

“Quando a indústria cresce, o desenvolvimento acontece. Mais do que um motor econômico, a indústria é um instrumento de inclusão social, geração de empregos de qualidade e criação de oportunidades para toda a cadeia produtiva, ao ampliar a demanda por fornecedores de diferentes setores”, reforça o presidente da FINDES, Paulo Baraona. 

Confira os principais dados sobre os investimentos no Espírito Santo: 

Investimentos por setor industrial:  

  • Extração de petróleo e gás natural: R$ 43,7 bilhões 
  • Metalurgia: R$ 7,4 bilhões  
  • Extração de minerais metálicos: R$ 5,3 bilhões  
  • Fabricação de produtos alimentícios: R$ 1,7 bilhão 
  • Fabricação máquinas, aparelhos e materiais elétricos: R$ 1,0 bilhão 

R$ 39,5 bilhões em investimentos em infraestrutura:  

  • Rodovias: R$ 16,9 bilhões  
  • Saneamento: R$ 8,1 bilhões  
  • Energia e gás: R$ 7,3 bilhões  
  • Portos: R$ 6,5 bilhões  
  • Aeroportos: R$ 76,5 milhões  

Municípios com o maior montante de investimentos:  

  1. Serra: R$ 11,4 bilhões 
  1. Presidente Kennedy: R$ 9,8 bilhões  
  1. Anchieta: R$ 6,2 bilhões  
  1. Aracruz: R$ 5,7 bilhões  
  1. Vitória: R$ 3,4 bilhões 
  1. Cariacica: R$ 3,0 bilhões  
  1. Itapemirim: R$ 2,7 bilhões 
  1. Piúma: R$ 2,6 bilhões 
  1. Vila Velha: R$ 2,5 bilhões 
  1. Marataízes: R$ 2,5 bilhões 
  1. Linhares: R$ 2,0 bilhões  

Juntos, esses municípios representam 50% do total de investimentos no Estado. 

Maiores investimentos da indústria no Espírito Santo:  

  • Petrobras: Plano de Investimento da Petrobras no ES. O Plano conta com o Projeto Integrado do Parque das Baleias (IPB), incluindo a instalação da plataforma FPSO Maria Quitéria (R$ 35,0 bilhões). 
  • Prio: Desenvolvimento do projeto Wahoo (R$ 4,9 bilhões). 
  • BW Offshore: Exploração de petróleo dos campos Camarupim e Golfinho (R$ 4 bilhões). 
  • ArcelorMittal: Implantação de laminador de tiras a frio e uma linha de revestimento contínua (R$ 3,8 bilhões). 
  • Samarco: Retomada operacional (R$ 3,5 bilhões).  
  • Imetame: Construção do Imetame Porto Aracruz (R$ 3,0 bilhões) 
  • Porto Central: Construção da FASE 1 do Porto Central (R$ 2,6 bilhões) 
  • ArcelorMittal: Termo de Compromisso Ambiental (R$ 1,9 bilhão) 
  • Vale: Implantação de duas usinas de briquetes verdes (R$ 1,9 bilhão)  
  • Grupo Simec: Ampliação e modernização do parque fabril (R$ 1,5 bilhão)  
  • Nestlé: Modernização da Chocolates Garoto em Vila Velha (R$ 1,08 bilhão)  
  • ES Gás: Plano de expansão da rede de gás (R$ 1 bilhão) 

Por Siumara Gonçalves, com informações do OBSERVATÓRIO FINDES