Inadimplência recua pelo terceiro mês seguido e mais de 10 mil capixabas saem do vermelho

Inadimplência recua pelo terceiro mês seguido e mais de 10 mil capixabas saem do vermelho

Com a redução na quantidade de pessoas com contas atrasadas, o percentual de inadimplentes no Espírito Santo chegou a 33,6% em fevereiro. A dívida média do capixaba também caiu e ficou em R$ 5.857,76

Pagar contas em dia voltou a caber no orçamento de parte dos capixabas. Em fevereiro, 10,2 mil pessoas conseguiram sair da inadimplência no Espírito Santo, movimento que aponta para uma tendência de melhora gradual nas finanças das famílias e traz novo fôlego ao consumo. A inadimplência, que representa o percentual de pessoas com contas em atraso, registrou queda pelo terceiro mês consecutivo no estado.

A terceira queda seguida da inadimplência das famílias capixabas, que tirou mais de 10 mil pessoas do vermelho. As observações são do Connect Fecomércio-ES.

Com recuo de 0,3 ponto percentual em relação a janeiro (33,9%), o índice chegou a 33,6% em fevereiro. Já o endividamento, que indica o número de famílias com dívidas ou contas a pagar, também apresentou retração. Em fevereiro, a taxa ficou em 89,3%, uma queda de 0,2 ponto percentual frente a janeiro. A redução indica menor comprometimento mensal da renda com obrigações financeiras.

As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo), com base na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O avanço foi puxado por diferentes faixas de renda. Entre as famílias com rendimento de até 10 salários mínimos (R$ 16.210), a inadimplência caiu de 38% para 37,8%, permitindo que cerca de 4,3 mil pessoas regularizassem suas pendências. Já entre aquelas com renda superior a 10 salários mínimos, aproximadamente 5,9 mil capixabas deixaram a condição de inadimplência.

Além disso, cresceu a capacidade de pagamento das dívidas em atraso. Entre as famílias que ganham até R$ 16.210, o percentual das que afirmam conseguir quitar totalmente seus débitos no próximo mês subiu para 15,1%. No grupo de maior renda, esse índice avançou de forma mais expressiva, alcançando 26,3%.

O estudo do Connect Fecomércio-ES apontou ainda que o comportamento na quitação das dívidas também variou entre os grupos. Famílias com renda de até 10 salários mínimos priorizaram débitos mais antigos, com atraso superior a 90 dias, cujo percentual caiu de 61,4% para 59,7%. Já entre as famílias de maior renda, houve aumento no pagamento de dívidas mais recentes, indicando uma estratégia distinta de organização financeira.

Outro dado relevante é a queda no valor médio das dívidas. Em janeiro, segundo dados do Serasa Experian, a dívida média no Espírito Santo foi de R$ 5.857,76, representando redução de R$ 58,72 em relação a dezembro de 2025.

Para o coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, André Spalenza, esse movimento tem impacto direto no bem-estar das famílias. “A queda do endividamento reduz a rigidez do orçamento doméstico e melhora a capacidade de pagamento, abrindo espaço para o consumo. Isso é fundamental em um ambiente de crédito mais caro”, explicou.

Cartão de crédito
O contexto, no entanto, ainda exige cautela. Em janeiro, a taxa média de juros para pessoas físicas chegou a 37,95% ao ano, o maior nível desde 2017. Mesmo assim, o cartão de crédito segue como principal fonte de endividamento, presente em 92% das famílias com renda de até 10 salários mínimos e em 98,7% das famílias de maior renda.

Entre as famílias que recebem até R$ 16.210, outras modalidades como crédito pessoal, carnês e crédito consignado continuam relevantes, embora algumas tenham apresentado leve queda. Já entre as de maior renda, o financiamento imobiliário, o crédito pessoal e o financiamento de veículos permanecem como principais formas de endividamento.

Outro ponto de atenção é o aumento do tempo médio de comprometimento financeiro. Em fevereiro, as famílias com renda de até 10 salários mínimos permaneceram, em média, sete meses endividadas, enquanto aquelas com renda superior registraram média de 6,8 meses.
Em meio às dívidas e inadimplência, o crédito consignado ganha espaço como alternativa de reorganização financeira. “Há uma migração gradual para modalidades com menor custo, como o consignado, que permite substituir dívidas mais caras e melhorar a previsibilidade do orçamento”, destacou Spalenza.

Segundo ele, o movimento não indica necessariamente aumento do consumo, mas sim uma mudança na forma como as famílias administram suas dívidas. “O consumidor está mais estratégico. Ele busca reduzir o custo financeiro e ganhar fôlego no orçamento, o que tende a influenciar positivamente os indicadores nos próximos meses”, ressaltou.

A pesquisa completa está disponível em: https://portaldocomercio-es.com.br.

Sobre o Sistema Fecomércio-ES
A Fecomércio-ES integra a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e representa 431.803 empresas, responsáveis por 58% do ICMS arrecadado no estado e pelo emprego de 663 mil pessoas. Com mais de 30 unidades, ações itinerantes e presença em todos os municípios capixabas – de forma física ou on-line –, o Sistema Fecomércio-ES atua em todo o Espírito Santo. A entidade representa 24 sindicatos empresariais e tem como missão contribuir para o desenvolvimento social e econômico do estado. O projeto Connect é uma parceria entre Fecomércio-ES e Faesa, com apoio do Senac-ES, Secti-ES, Fapes e Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI).Fonte Kelly Kalle – Fecomércio-ES e foto Envato.

Setor produtivo defende negociação coletiva como saída para redução de jornada e fim da escala 6×1

Setor produtivo defende negociação coletiva como saída para redução de jornada e fim da escala 6×1

Representantes do setor produtivo manifestaram consenso durante debate na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados: a negociação coletiva entre empresas e trabalhadores é o melhor caminho para tratar da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso por semana).

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania analisa as propostas sobre o tema

A audiência, realizada nesta terça-feira (7), discutiu duas propostas de emenda à Constituição (PEC):

  • a PEC 8/25, que sugere quatro dias de trabalho por semana; e
  • a PEC 221/19, que reduz a carga semanal de 44 para 36 horas.

Os dois textos estão em análise na comissão.

Modelo flexível
A superintendente de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sylvia Lorena de Sousa, alertou que uma mudança imposta por lei pode gerar riscos econômicos severos.

Segundo ela, cerca de 30% dos acordos coletivos atuais já tratam de jornada, provando que o modelo flexível funciona.

Preços e PIB
Sylvia Lorena apresentou dados da CNI segundo os quais a redução para 40 horas sem corte salarial pode elevar os preços ao consumidor em 6,2% e causar uma queda de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB).

“Representa uma perda da ordem de R$ 76 bilhões para a economia brasileira. Além disso, os custos com trabalho formal podem aumentar entre R$ 178 bilhões e R$ 267 bilhões, com efeitos disseminados em toda a economia.”

Segundo ela, o “caminho mais responsável é fortalecer o que já funciona no Brasil, a negociação coletiva”.

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Audiência Pública - Debate sobre o fim da escala 6x1 (<a class='linkProposicao' href='https://www.camara.leg.br/noticias/632530-pec-reduz-jornada-semanal-de-trabalho-de-44-para-36-horas'>PEC 221/19</a>). Superintendente de Relações do Trabalho - Confederação Nacional da Indústria - CNI, Sylvia Lorena Teixeira de Sousa.

Sylvia Lorena de Sousa alertou para riscos econômicos severos em caso de redução da jornada

Repasse para o consumidor
Outros representantes de confederações reforçaram a visão da CNI. Frederico Toledo Melo, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), destacou que o setor já sofre com a escassez de motoristas e que novos custos seriam repassados aos preços, gerando inflação.

Já Roberto Luís Lopes Nogueira, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), afirmou que a diversidade do setor não comporta uma “jornada de trabalho estanque determinada pela lei”.

Experiência anterior
O relator das propostas na CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), apresentou contrapontos para o setor produtivo. Ele lembrou que, em 1988, a jornada caiu de 48 para 44 horas sob alertas semelhantes, mas os efeitos negativos previstos não se concretizaram na magnitude esperada.

Azi questionou a eficácia da negociação coletiva, uma vez que muitos setores não avançaram no tema voluntariamente nos últimos anos.

“Quais seriam os obstáculos e as dificuldades que hoje existem para esses setores em avançar na redução por meio da negociação coletiva e por que isso não tem sido feito?”, indagou o relator.

Em resposta, Rodrigo Hugueney, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), argumentou que o contexto de 1988 era de transição democrática e economia fechada, diferente da globalização atual.

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Audiência Pública - Debate sobre o fim da escala 6x1 (<a class='linkProposicao' href='https://www.camara.leg.br/noticias/632530-pec-reduz-jornada-semanal-de-trabalho-de-44-para-36-horas'>PEC 221/19</a>). Dep. Paulo Azi (UNIÃO-BA)

Paulo Azi questionou a eficácia da negociação coletiva

Trabalhadores rurais
No setor rural, Hugueney apontou que a redução de dias trabalhados afetaria diretamente o bolso do trabalhador, que muitas vezes recebe por produtividade (por saca colhida, por exemplo). “Se ele vai trabalhar um dia a menos, ele vai colher menos, ele vai receber menos”, explicou.

O debate contou ainda com a participação, entre outros parlamentares, do deputado Lucas Redecker (PSDB-RS), que alertou para a dificuldade de alterar uma regra após ela ser incluída na Constituição e citou os desafios de indústrias que operam 24 horas por dia.

Dignidade humana
O deputado Patrus Ananias (PT-MG) defendeu a redução para 40 horas semanais por uma questão de dignidade humana. Para ele, o Brasil ainda carrega um “legado da escravidão” e o atual modelo impede que o trabalhador tenha tempo para a família, o estudo e a saúde mental.

Ananias também contestou a eficácia da negociação coletiva hoje. “Há hoje uma fragilização dos movimentos sindicais.”

Em março, representantes de sindicatos de trabalhadores também foram ouvidos pela CCJ e defenderam a redução da jornada como estratégia para aumentar a eficiência e melhorar o convívio familiar.

Segundo o presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA), a constitucionalidade das propostas que tratam do assunto deverá ser votada no dia 14 ou 15 de abril.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Plenário aprova benefícios fiscais para setor têxtil capixaba

Plenário aprova benefícios fiscais para setor têxtil capixaba

Os deputados aprovaram nesta quarta-feira (1º/04), em regime de urgência, a concessão de benefícios fiscais para as indústrias dos setores de produtos têxteis, artigos de tecidos, confecção de roupas e acessórios de vestuário e aviamentos para costura. O Projeto de Lei (PL) 155/2026, de autoria do governo do Estado, foi aprovado com emenda do deputado Mazinho dos Anjos (MDB/ES), relator da matéria nas comissões reunidas de Justiça e Finanças. A proposição altera a Lei 10.568/2016, que instituiu o programa de desenvolvimento e proteção à economia do Espírito Santo. 

Incentivos fiscais semelhantes já são aplicados em outros estados, argumenta o governo / Foto: shutterstock

Na mensagem enviada à Casa, o governador Renato Casagrande (PSB/ES) informa que a medida atende a um pedido da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes) e da Câmara Setorial da Indústria do Vestuário em virtude de incentivo semelhante dado pelo Rio de Janeiro. A ideia é aumentar a competitividade das empresas sediadas no Espírito Santo diante daquelas situadas em outras unidades da Federação, que contam com maiores incentivos fiscais.

“Essas empresas conseguem praticar preços que inviabilizam a comercialização da produção das empresas aqui instaladas, dentro do próprio mercado interno capixaba, gerando risco de desindustrialização para o referido segmento do dstado, por ocasionar redução da produção e do faturamento, podendo levar ao fechamento de empresas, com a consequente perda para a economia local, na forma de redução das receitas tributárias e empregos”, relata o chefe do Executivo estadual.

Casagrande ainda menciona que a matéria possui amparo legal, conforme autorizativo previsto no Convênio ICMS 190/2017, celebrado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e amparado pela Lei Complementar Federal (LCF) 160/2017.

Regime especial

O projeto insere os artigos 13-A a 13-L na legislação em vigor para especificar as condições que os setores citados anteriormente poderão obter. O texto deixa claro que o regime especial de tributação é opcional. Quem optar por tal regime não poderá utilizar outro benefício e o prazo do incentivo será de, no máximo, cinco anos, contados a partir do início da vigência da norma. Outra condicionante é que contribuintes com passivo ambiental não equacionado junto aos órgãos estaduais não poderão aderir.

De acordo com a proposta, as empresas terão um crédito presumido de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de forma que a carga tributária efetiva resulte no percentual de 2,5% sobre o valor das operações de saídas realizadas no mês de referência. Estima-se que a renúncia do imposto seja de aproximadamente R$ 16,1 milhões em 2026, de R$ 18,5 milhões em 2027 e de R$ 19,6 milhões em 2028.

Se o fabricante exercer outras atividades além das abarcadas no texto, deverá  desmembrá-lo em dois estabelecimentos distintos, de forma que um deles exerça, única e exclusivamente, as atividades relacionadas, criando uma filial com número no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e Inscrição Estadual diferentes do outro.

Para efeito de cálculo do ICMS a ser recolhido, deverão ser excluídas as devoluções de compras e as exportações para o exterior, e consideradas apenas as saídas internas realizadas para contribuintes e as interestaduais de qualquer natureza. Nesse caso, serão descontadas somente as devoluções de venda, os retornos decorrentes de saídas em operações internas para industrialização por encomenda e os retornos decorrentes de saídas internas para conserto, reparo ou manutenção de bens do ativo imobilizado.

Industrialização por encomenda

No caso de industrialização por encomenda, o valor adicionado estará sujeito às regras de tributação do estabelecimento industrializador, devendo ser discriminado em nota fiscal própria, separada do respectivo documento fiscal de retorno ao encomendante, cabendo ao industrializador estornar os créditos dos insumos empregados.

Dessa forma, o estabelecimento fabricante deverá adquirir e enviar as matérias-primas necessárias à industrialização por encomenda; e se o estabelecimento industrializador estiver fora do Espírito Santo, o estabelecimento fabricante, sem prejuízo de qualquer outro recolhimento de ICMS, será obrigado a fazer o pagamento adicional de valor definitivo e não compensável de imposto equivalente a 3% sobre o valor das matérias-primas enviadas para industrialização.

Diferimento

A proposição ainda garante o diferimento (adiamento do recolhimento) do ICMS devido decorrente de aquisição, pelo estabelecimento fabricante, de máquinas, equipamentos e instalações industriais, destinados a compor o ativo imobilizado, assim como partes, peças e acessórios necessários à montagem desses bens do ativo, realizada no estado. Esse recolhimento deverá ser  efetuado pelo adquirente quando ocorrer a saída por alienação, ou para utilização por terceiros desses bens.

Tal regra vale para as aquisições feitas por meio de operação de importação de mercadoria realizada pelos portos e aeroportos capixabas e desembaraçadas no território estadual; e de operação interna, pela qual o estabelecimento fabricante, adquirente, na qualidade de responsável tributário, recolherá o ICMS incidente sobre a operação de saída do remetente.

Outras regras

Quem optar por usufruir do benefício fiscal terá que fornecer, por meio eletrônico, anualmente e sem prejuízo das demais obrigações fixadas em legislação própria, relatórios às secretarias de Estado da Fazenda e de Desenvolvimento, nos moldes e meios fixados, respectivamente, em ato próprio de cada órgão, relativos a informações econômicas e fiscais vinculadas aos períodos de fruição do benefício. Além disso, deverá envidar esforços no sentido de concentrar suas compras e a contratação de serviços de terceiros de empresas localizadas no Espírito Santo.

Os incentivos previstos na iniciativa não se aplicam aos estabelecimentos optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), instituído pela Lei Complementar Federal (LCF) 123/2006.

Uma vez aprovadas pelos deputados e sancionadas pelo governador, as mudanças propostas na legislação começam a valer na data da publicação em diário oficial, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do mês subsequente. Com ales

Com mais de 300 expositores, Ruraltur 2026 aposta em experiências e roteiros para bombar o Espírito Santo

Com mais de 300 expositores, Ruraltur 2026 aposta em experiências e roteiros para bombar o Espírito Santo

Com a proposta de transformar o Espírito Santo em vitrine nacional do turismo rural, a Ruraltur 2026 chega à sua 22ª edição com expectativa de ser a maior já realizada no país. Reconhecida como a principal feira do segmento na América Latina, o evento retorna ao estado após edição realizada em 2019, em Venda Nova do Imigrante. Com entrada gratuita, a feira acontece entre os dias 16 e 18 de abril, no Parque de Exposições, em Santa Teresa. A programação reúne experiências turísticas, cultura, negócios e visitantes de diferentes regiões do país, com foco na vivência do campo e no fortalecimento do turismo de experiência.

O evento funcionará como uma vitrine para que pequenos produtores, artesãos e empreendedores apresentem seus produtos e rotas turísticas

O palco Sesc, montado ao ar livre na Praça São Sebastião, coração de Itaúnas, será o ponto de encontro para moradores, turistas e apaixonados por música. Ali, o jazz e o blues vão ecoar entre as ruas de areia e a proximidade do mar. A programação reúne artistas nacionais e internacionais, pensada para envolver o público do primeiro ao último show. E o melhor: com entrada gratuita.

Na sexta-feira (24), a abertura já dá o tom com Marcelo Coelho convidando Filó Machado, seguido pela All Star Band e, fechando a noite, Lady Trucker & The Simi Brothers. No sábado (25), a programação segue com Alexandre Borges Sexteto, Jefferson Gonsalves & Bitencourt Duo e o encontro entre Lo Steele & Igor Prado Band. Já no domingo (26), o clima muda de ritmo, mas não de intensidade: Igor Souza & Ian Coury abrem o dia ao meio-dia, e Roger Bezerra Trio, com participação de Chico Chagas, encerra a programação.

Mais do que um festival, o Itaúnas Jazz e Blues nasce como uma experiência que mistura música, pé na areia e céu aberto. Além disso, o evento contará com área gastronômica coberta, com o melhor da culinária capixaba, vinho e cerveja artesanal.

Entre os nomes confirmados, Lady Trucker, conhecida como a Rainha do Hill Country Blues, chega a Itaúnas trazendo influências do Mississippi em um show marcado pela presença de palco. Ao lado dela, Danilo e Nicolas Simi, da The Simi Brothers, apresentam um trabalho que nasceu da trajetória no blues e no soul e que hoje aposta em mais liberdade musical e conexão direta com o público.

Indicada como “Melhor Nova Artista” pela Willamette Week aos 25 anos, Lo Steele construiu um som próprio ao mesmo tempo em que carrega o legado de LaRhonda Steele e Mark Steele. Já a Prado Brothers Band, com 25 anos de história, leva ao palco um repertório que combina clássicos do blues e composições autorais.

Na cena instrumental, Alexandre Borges aparece com influências do smooth jazz, jazz fusion e da música brasileira, acompanhado por músicos que ampliam a proposta sonora do show. A gaita de Jefferson Gonçalves, referência do blues brasileiro desde os anos 90, se encontra com a guitarra e as percussões dos irmãos Luciano e Júlio Bittencourt em um encontro que cruza referências que vão de Luiz Gonzaga a Muddy Waters.

Representando a nova geração, Ian Coury e Igor Souza apresentam o espetáculo Novos Caminhos, que aproxima choro e samba com rigor técnico e criatividade. Ainda jovens, os músicos já dividiram palco com nomes como Paquito D’Rivera, Caetano Veloso e Esperanza Spalding.

“Criar um festival de jazz e blues em Itaúnas é ampliar o que a vila já tem de mais forte, que é a experiência. A proposta não é mudar a identidade do lugar, mas somar, trazendo novos sons, artistas internacionais e mantendo esse clima de proximidade com o público. A gente leva para Itaúnas a mesma curadoria e a experiência que consolidaram o Santa Jazz, respeitando o lugar e construindo algo que faça sentido para quem vive e para quem visita”, afirma José Olavo Medici, criador do festival.

O Itaúnas Jazz e Blues é uma realização da Rota Eventos, Iamonde Design de Eventos, Aeti – Associação Empresarial e Turística da Vila de Itaúnas; correalização da Adetur (IGR) – Instância de Governança Regional de Turismo do Verde e das Águas; patrocínio cultural do Sesc – Fecomércio-ES – Senac; adega oficial Vila Porto Vinhos; e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Conceição da Barra, Sebrae/ES, Aderes – Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo, e Governo do Estado do Espírito Santo.

Serviço
Itaúnas Jazz e Blues
Dias 24 a 26 de abril de 2026 – sexta-feira e sábado a partir das 19h e no domingo, a partir das 12h
Local: Praça São Sebastião, praça central de Itaúnas
Entrada: gratuita – leve sua cadeira e se acomode para curtir

Confira a programação completa do Palco Sesc
Dia 24 – Sexta-feira
19h – Marcelo Coelho convida Filó Machado
21h – All Star Band
23h – Lady Trucker & The Simi Brothers

Dia 25 – Sábado
19h – Alexandre Borges Sexteto
21h – Jefferson Gonsalves & Duo Bitencourt
23h – Lo Steele & Igor Prado Band

Dia 26 – Domingo
12h – Igor Souza & Ian Coury
14h30 – Roger Bezerra Trio convida Chico Chagas. fonte e foto Mônica Moreira
LR Comunicação

Feira de Agronegócios Cooabriel, maior do agro capixaba, acontece em julho com estrutura ampliada e novidades

Feira de Agronegócios Cooabriel, maior do agro capixaba, acontece em julho com estrutura ampliada e novidades

Em meio ao cenário de bom desempenho do agronegócio no Espírito Santo, um evento deve movimentar o calendário estadual do setor: a Feira de Agronegócios Cooabriel 2026 está confirmada para os dias 23 a 25 de julho, em São Gabriel da Palha (ES).

Entre as novidades deste ano está o Espaço Conecta, que deve reunir aproximadamente 30 estandes.

Consolidada como a principal vitrine do agro capixaba, a nova edição projeta expansão em sua estrutura para acompanhar o histórico de crescimento. Em 2025, o evento movimentou R$ 1,2 bilhão e recebeu mais de 26 mil visitas.

Para 2026, estão previstos cerca de 150 estandes, distribuídos em uma área de 25 mil metros quadrados, dedicada a expositores e ambientes de convivência, como auditório e praça de alimentação. O projeto também amplia as áreas de circulação e estacionamento.

Entre as novidades deste ano está o Espaço Conecta, que deve reunir aproximadamente 30 estandes, destinados à integração de empreendedores da região ao fluxo de negócios da feira.

A programação completa ainda está em fase de definição, mas deve manter o perfil diversificado, conforme antecipa a coordenadora do comitê organizador da feira, Tayani Mauri. “Como já é tradicional, a programação deve contar com nomes de referência, reforçando o caráter de oportunidade para geração de conhecimento e a variedade de temas, todos interligados e relevantes para o público”, afirma.

Para o superintendente geral da Cooabriel, Carlos Augusto Pandolfi, o evento cumpre uma função estratégica para o setor. “Além de oferecer condições atrativas para a negociação de insumos, a feira aproxima os produtores das principais tendências e inovações do mercado, encurtando o caminho para o acesso a tecnologias que podem impactar na qualidade e na eficiência da produção. Cria-se assim, um ecossistema ideal para que os produtores e, principalmente, os nossos cooperados façam bons negócios”, destaca Pandolfi.

Venda de estandes                      
A venda dos estandes terá início no dia 01 de abril.
Informações detalhadas podem ser obtidas com o setor comercial da feira, através do CONTATO: (27) 99601-3679. fonte e foto Brendha Zamprognio – LR Comunicação

Páscoa deve movimentar R$ 71,9 milhões no comércio capixaba

Páscoa deve movimentar R$ 71,9 milhões no comércio capixaba

Entre ovos de chocolate, bacalhau e os ingredientes da tradicional torta capixaba, a Páscoa de 2026 deve injetar R$ 71,9 milhões na economia do Espírito Santo, confirmando o segundo ano consecutivo de crescimento do varejo no período. Mesmo em um cenário de consumo ainda cauteloso, a data mantém sua força simbólica e comercial, impulsionando as vendas em diferentes segmentos do comércio.

Nconfeiteira provando ovo de Páscoa. O crédito é Pexels.

A projeção representa alta de 3,1% em relação à Páscoa de 2025, quando o volume de vendas somou R$ 69,3 milhões. O avanço está associado à melhora gradual das condições financeiras das famílias, com redução da inadimplência e do endividamento, além do aumento da intenção de consumo.

As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base nos dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, André Spalenza, o crescimento reflete um equilíbrio entre recuperação e cautela. “A Páscoa deste ano combina melhora no ambiente econômico com um consumidor mais atento aos preços. Isso sustenta o crescimento, mas em um ritmo moderado”, afirmou.

Os segmentos mais diretamente ligados à data devem concentrar o maior fluxo de vendas. Supermercados, atacarejos e lojas especializadas em chocolates tendem a registrar maior procura, impulsionados pela demanda por itens típicos do período.

Apesar do cenário positivo, a inflação ainda exerce influência relevante sobre as decisões de compra. No Espírito Santo, o índice geral acumulado em 12 meses até fevereiro de 2026 chegou a 4,3%, acima da média nacional (3,8%). Entre os itens mais consumidos na Páscoa, os preços apresentam comportamentos distintos.

Os chocolates seguem pressionados, com altas acumuladas de 16,51% para barras e bombons e de 11,32% para chocolate em pó. Já o bacalhau registra aumento de 13,35% no período. Por outro lado, itens importantes para a torta capixaba ajudaram a aliviar o custo das celebrações, como o azeite de oliva, que acumula queda de 29,64% em 12 meses, e os ovos, com recuo de 19,71%.

Para Spalenza, esse cenário exige atenção tanto de consumidores quanto de empresários. “A inflação continua sendo um fator determinante. O consumidor está mais criterioso, pesquisa preços e prioriza o melhor custo-benefício. Isso exige do varejo estratégias mais ajustadas e sensibilidade à demanda”.

Outro ponto de destaque é o comportamento da alimentação. Enquanto os preços da alimentação no domicílio caíram 0,7%, favorecendo comemorações em casa, a alimentação fora do lar subiu 7,8%, o que pode limitar gastos com refeições prontas. Já os custos com recreação avançaram 11%, encarecendo atividades de lazer típicas do feriado.

Diante desse cenário, a Páscoa de 2026 reflete uma tendência já observada no varejo: o consumo segue ativo, mas mais seletivo. “Mesmo com restrições orçamentárias, a data mantém sua relevância. O consumidor pode ajustar o volume ou o tipo de compra, mas dificilmente deixa de participar desse momento, que tem forte apelo cultural e afetivo”, ressaltou Spalenza.

Páscoa da experiência


O encarecimento do cacau no mercado internacional, intensificado por restrições recentes às importações de países como a Costa do Marfim, tem pressionado os custos da indústria e contribuído para a elevação dos preços dos chocolates no Brasil. Esse movimento, somado a um cenário de renda mais comprometida e consumo cauteloso, tem contribuído para uma mudança relevante no comportamento do consumidor durante a Páscoa.

Diante de produtos mais caros, parte da demanda passa a se reorganizar, deslocando o foco da compra tradicional de ovos de chocolate para experiências mais significativas e personalizadas. De acordo com o Connect Fecomércio-ES, em vez de priorizar exclusivamente o produto, cresce o interesse por vivências que reforçam o caráter simbólico e afetivo da data, como kits personalizados, ovos artesanais, oficinas de confeitaria, cestas temáticas e momentos compartilhados em família.

André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES

“Essa tendência reflete uma lógica já observada em outros segmentos do consumo: em contextos de restrição orçamentária, a experiência, entendida como a combinação entre produto, apresentação, personalização e emoção, passa a desempenhar papel central na decisão de compra”, explicou o coordenador do Observatório do Comércio.

Para o varejo, o movimento representa uma oportunidade estratégica. “Pequenos empreendedores e negócios locais, especialmente aqueles com maior flexibilidade produtiva, ganham espaço ao oferecer produtos diferenciados e adaptados ao perfil do cliente. Ao mesmo tempo, empresas de maior porte têm buscado inovar em portfólio e comunicação, incorporando elementos que ampliem a percepção de valor para além do preço”, frisou Spalenza.

Aposentados do INSS: 13° dos aposentados 2026 será paga abril e maio

Aposentados do INSS: 13° dos aposentados 2026 será  paga abril e maio

Cerca de 35,2 milhões de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão o valor do 13º salário antecipado nos meses de abril e maio deste ano, conforme Decreto nº 12.884, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado em edição extra do Diário Oficial da União desta quinta-feira (19).

A antecipação transferirá aos beneficiários cerca de R$ 39 bilhões como pagamento da primeira parcela (abril) e cerca de R$ 39 bilhões com a segunda parcela (maio), totalizando R$ 78,2 bilhões.

Investimento federal será de R$ 78,2 bilhões na economia brasileira

O calendário de pagamento da primeira parcela vai de 24 de abril até 8 de maio. A segunda metade do 13º será paga de 25 de maio a 8 de junho. A data de pagamento leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. 

Terão direito à antecipação do 13º quem recebeu, em 2026, benefício por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, salário-maternidade, pensão por morte ou auxílio-reclusão. 

Dados da folha de pagamento de fevereiro apontam que 23,3 milhões de benefícios – cerca de 66,2% do total dos benefícios do INSS – têm valor de até um salário mínimo (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de benefícios têm valor superior ao piso nacional. Desse total, 13,7 mil são iguais ao teto da Previdência Social (R$ 8.475,55).

Quem não recebe

Não recebem 13º salário pessoas contempladas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência – desde que comprovem baixa renda – e beneficiários de Renda Mensal Vitalícia.

De acordo com o Decreto 3028 (art. 120), o pagamento do abono é feito nos meses de agosto e novembro. A antecipação do benefício alcança todos os estados brasileiros e representa uma injeção significativa de recursos na economia dos municípios. Com INSS

69% dos bares e restaurantes esperam aumentar faturamento no 1º trimestre de 2026

69% dos bares e restaurantes esperam aumentar faturamento no 1º trimestre de 2026

As luzes das festas de dezembro ainda nem se apagaram e o otimismo já serve a mesa para o próximo ano. De acordo com a Abrasel, 69% dos donos de bares e restaurantes acreditam que o primeiro trimestre de 2026 será mais rentável do que o mesmo período deste ano. A confiança é imediata: para 56% dos entrevistados, o ritmo de crescimento deve superar inclusive os números registrados agora, no encerramento de 2025.

Aquecimento econômico de fim de ano e menor taxa de desemprego recente impulsionam confiança de empresários que projetam faturamento recorde. foto Reprodução/Freepik

O que sustenta essa aposta não é apenas o otimismo sazonal, mas o bolso do consumidor. Com a menor taxa de desemprego dos últimos anos, o volume de 13º salários circulando na economia deu o empurrão necessário para consolidar a retomada. Esse movimento refletiu diretamente no desempenho recente das empresas, que aproveitaram as confraternizações de fim de ano para reforçar o caixa.

Essa engrenagem é movida por um público diversificado, que busca desde a vibração de assistir ao time do coração no telão do bar até a sofisticação de um jantar completo. A movimentação noturna ganha força com quem sai para curtir com os amigos e consome itens de conveniência moderna, como o pod descartável, transformando o balcão em um ponto de encontro de diferentes estilos de vida. É essa sede por experiências, do brinde com cerveja gelada ao momento de descontração social, que mantém o fluxo de clientes constante.

Os sinais de saúde financeira já apareciam nos balanços de novembro, mês em que 40% dos estabelecimentos fecharam no azul e outros 40% conseguiram manter o equilíbrio das contas. Com a melhora do cenário, o índice de empresas operando no prejuízo recuou para 19%, confirmando uma tendência de recuperação em comparação aos meses anteriores.

A transição entre outubro e novembro também confirmou essa trajetória ascendente. Enquanto 44% dos negócios registraram aumento real no faturamento, 28% mantiveram a estabilidade e apenas 27% apontaram queda nas receitas. Essa fotografia do momento mostra que, mais do que sobreviver, quem empreende na gastronomia e no entretenimento está conseguindo estabilizar a operação para um verão de mesas ocupadas e investimentos renovados. Com Alan Santana

Governo do ES assina Projeto de Lei que concede benefícios fiscais ao setor de confecção

Governo do ES assina Projeto de Lei que concede benefícios fiscais ao setor de confecção

O governador do Estado, Renato Casagrande, assinou, nesta quinta-feira (19), o Projeto de Lei conhecido como “Lei da Moda”, que concede benefícios fiscais a estabelecimentos industriais dos setores de produtos têxteis, artigos de tecidos, confecção de roupas, acessórios de vestuário e aviamentos para costura. O texto foi encaminhado à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) para apreciação dos deputados estaduais.

O projeto também prevê o diferimento do ICMS em operações relacionadas à aquisição de insumos e bens destinados à atividade industrial.

A proposta institui um conjunto de incentivos fiscais com o objetivo de reduzir a carga tributária efetiva do ICMS e criar um ambiente mais favorável à produção e ao investimento no Estado. Entre os principais pontos está a concessão de crédito presumido nas vendas realizadas pelos estabelecimentos fabricantes, reduzindo a carga efetiva do imposto para 2,5%.

“Nosso Governo é o que mais investe no Brasil, com uma das menores cargas tributárias e uma gestão fiscal equilibrada. O resultado é desenvolvimento e geração de oportunidades. O envio deste projeto à Assembleia é mais um passo para fortalecer um setor importante da economia capixaba, ampliando a competitividade, a geração de emprego e a renda”, afirmou o governador.

O projeto também prevê o diferimento do ICMS em operações relacionadas à aquisição de insumos e bens destinados à atividade industrial. A medida segue parâmetros já adotados por outros estados, como o Rio de Janeiro, garantindo maior equilíbrio competitivo para as empresas capixabas.

“A proposta foi construída com responsabilidade fiscal e foco no desenvolvimento econômico. Ao reduzir a carga tributária e melhorar o ambiente de negócios, criamos condições para fortalecer a indústria local, estimular investimentos e gerar emprego e renda”, explicou o secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa.

A iniciativa busca alinhar o Espírito Santo às melhores práticas nacionais de política tributária voltadas ao setor, ampliando a competitividade das empresas instaladas no Estado e incentivando a expansão da cadeia produtiva da moda.

Atualmente, o segmento já conta com benefício fiscal nas operações interestaduais, por meio da concessão de crédito presumido. A nova proposta amplia e moderniza os instrumentos disponíveis, oferecendo maior previsibilidade e atratividade para o setor produtivo.

“O objetivo é criar um ambiente ainda mais favorável à produção, atrair investimentos e ampliar a competitividade das empresas, garantindo a geração de emprego e renda. Trata-se de um setor tradicional do Espírito Santo, presente em diversos municípios e com forte impacto social. Nosso Governo mantém diálogo permanente com quem quer empreender e gerar oportunidades”, destacou o vice-governador Ricardo Ferraço.

Participaram da solenidade de assinatura do projeto o prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos — município que é um dos polos do setor no Estado —, além de deputados federais e estaduais e representantes do setor produtivo.

“A Lei da Moda fortalece um setor com mais de mil empresas e que gera mais de dez mil empregos, tendo na mão de obra feminina um de seus principais pilares. Esse avanço é resultado do diálogo contínuo entre o setor produtivo e o Governo do Estado”, comentou o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Paulo Baraona.

O presidente da Câmara Setorial da Indústria do Vestuário da Findes, Marciano Caliman Neto, também destacou a importância da iniciativa. “É um setor com grande capacidade de geração de empregos e relevante função social. O apoio do Governo do Estado é fundamental para ampliar a competitividade, inclusive frente à concorrência internacional, e garantir a continuidade desse papel”, declarou.

fonte Governo es e fotos Hélio Filho/Secom

Pesquisa do Procon aponta variação nos preços dos combustíveis em Colatina

Pesquisa do Procon aponta variação nos preços dos combustíveis em Colatina

O Procon Colatina divulgou o resultado da pesquisa de preços de combustíveis realizada nos dias 17 e 18 de março de 2026. O levantamento foi feito em 23 postos do município e interior, com o objetivo de acompanhar a variação dos valores e orientar os consumidores.

De acordo com os dados, o preço da gasolina comum apresentou variação entre R$ 6,45 e R$ 6,79. Já a gasolina aditivada foi encontrada entre R$ 6,59 e R$ 6,99. No caso do etanol, os preços variaram de R$ 4,59 a R$ 5,69.

A pesquisa de preços de combustíveis foi realizada nos dias 17 e 18 de março. Foto secom PMC

O diesel também registrou diferença significativa entre os estabelecimentos, com valores entre R$ 6,59 e R$ 7,59. Já o diesel S10 foi comercializado entre R$ 6,55 e R$ 7,69.

Segundo o coordenador executivo do Procon Colatina, Ronaldo Ferreira, os preços praticados no município estão dentro da margem de aumento observada no mercado.

Colatina está dentro da margem do aumento, em função da elevação do preço do barril do petróleo. O aumento do diesel é devido a um volume maior de importação”, explica.

O Procon reforça que continuará realizando o monitoramento semanal dos preços. Caso sejam identificados aumentos considerados abusivos, os postos poderão ser notificados para apresentar justificativas. A orientação é que os consumidores pesquisem antes de abastecer e fiquem atentos às variações, garantindo assim economia no dia a dia.

Pesquisa completa aqui: Pesquisa de preço combustível Março 2026

FONTE E FOTO
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social