Projeto do Governo do Estado vai caracterizar os tipos de queijos artesanais produzidos no Espírito Santo

Projeto do Governo do Estado vai caracterizar os tipos de queijos artesanais produzidos no Espírito Santo

Há regiões capixabas que se destacam mais nessa atividade, inclusive com queijos premiados em concursos nacionais e internacionais. foto seag

A qualidade dos queijos artesanais do Espírito Santo será mais reconhecida e valorizada com o projeto financiado pelo Governo do Estado para identificar os tipos de queijo produzidos em território capixaba e determinar as características de cada tipo de produto. A pesquisa começa a ser desenvolvida neste mês de fevereiro, dentro das iniciativas apoiadas pelo Programa de Incentivo à Pesquisa, à Extensão, ao Desenvolvimento Social e à Inovação Agropecuária (Inovagro).

Com a caracterização da produção dos queijos artesanais e autorais do Estado, incluindo aqueles feitos a partir de leite cru, o Governo dá um passo importante para garantir a regularização e a segurança desses produtos, além de preservar as técnicas tradicionais e contribuir para o fortalecimento do mercado local.

O projeto é coordenado pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e conta com a parceria da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), por meio do Instituto de Laticínios Cândido Tostes; da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes); e do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

“A valorização dos queijos artesanais capixabas representa mais do que a preservação de uma tradição: é um impulso ao desenvolvimento econômico, cultural e turístico do Espírito Santo. Este projeto financiado pelo Governo do Estado é um marco para garantir a regularização e segurança dos produtos, preservando as práticas tradicionais e gerando oportunidades para os nossos produtores”, considera o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli.

Com o desenvolvimento da pesquisa, as entidades envolvidas buscam a melhoria das práticas produtivas e da segurança dos produtos, a redução de perdas para os produtores, uma maior facilidade para a regularização das queijarias e a agregação de valor aos produtos capixabas para ampliar as oportunidades de mercado.

“O estudo é uma demanda antiga dos produtores rurais. A caracterização permitirá a criação de uma legislação para regularizar e reconhecer os queijos capixabas. Os consumidores terão maior segurança ao comprar um produto regularizado”, pontua o coordenador da pesquisa de caracterização dos queijos capixabas, Jackson Fernandes de Freitas.

“Ao investir em pesquisa e inovação, fortalecemos a identidade dos queijos capixabas e abrimos caminho para novos mercados, agregando valor a uma produção que já é reconhecida nacional e internacionalmente pela sua qualidade”, complementa Bergoli.

Dentro do cenário das agroindústrias familiares do Espírito Santo, as queijarias são as mais presentes no Estado, chegando a representar mais de 40% do total de estabelecimentos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o território capixaba contava, em 2017, com 1.763 queijarias em um universo de 4.148 agroindústrias desse porte.

Há regiões capixabas que se destacam mais nessa atividade, inclusive com queijos premiados em concursos nacionais e internacionais. Uma das principais regiões e que têm atraído turistas e consumidores é a Rota do Queijo Artesanal, que promove empreendedores do município de João Neiva, próximo às margens da Rodovia BR-259. As regiões das Montanhas Capixabas e do Caparaó também contam com queijarias tradicionais e premiadas. Fonte e foto Seag

FAB vai transportar deportados dos EUA para Minas Gerais

FAB vai transportar deportados dos EUA para Minas Gerais

Passageiros vão embarcar em avião da FAB em Manaus. foto Casa Branca

O Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou a retirada de algemas de brasileiros que foram deportados dos Estados Unidos e que estavam a bordo de uma aeronave norte-americana que pousou em Manaus na noite desta sexta-feira (24).

“Na manhã deste sábado (25), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, informou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sobre uma tentativa de autoridades dos Estados Unidos de manter cidadãos brasileiros algemados durante o voo de deportação para o Brasil”, informou o Ministério da Justiça.

Em nota, acrescentou que o ministério tomou conhecimento da situação dos brasileiros pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Passos Rodrigues. O voo, que tinha como destino o Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte, precisou fazer um pouso de emergência em Manaus devido a problemas técnicos.

Algemas retiradas

“Por orientação de Lewandowski, a Polícia Federal recepcionou os brasileiros e determinou a autoridades e representantes do governo norte-americano a imediata retirada das algemas”, reforçou o comunicado. “O ministro destacou ao presidente o flagrante desrespeito aos direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”, acrescenta a nota.

Enfatiza que, ao tomar conhecimento da situação, Lula determinou que uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fosse mobilizada para transportar os brasileiros até o destino final, “de modo a garantir que possam completar a viagem com dignidade e segurança.”

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública enfatiza que a dignidade da pessoa humana é um princípio basilar da Constituição Federal e um dos pilares do Estado Democrático de Direito, configurando valores inegociáveis”, concluiu a pasta no comunicado.

Também em nota, a Polícia Federal confirmou que os 88 brasileiros que estavam a bordo da aeronave norte-americana com outros deportados dos Estados Unidos chegaram a Manaus algemados.

“Os brasileiros que chegaram algemados foram recebidos e imediatamente liberados das algemas pela Polícia Federal, na garantia da soberania brasileira em território nacional e dos protocolos de segurança em nosso país. A Polícia Federal proibiu que os brasileiros fossem novamente detidos pelas autoridades americanas.”

“Os passageiros foram acolhidos e acomodados na área restrita do aeroporto. No local, receberam bebida, comida, colchões e foram disponibilizados banheiros com chuveiros”, detalha a nota.

Por determinação da Presidência da República, uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) transportará os brasileiros para o Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, na tarde deste sábado.

Os brasileiros serão acompanhados e protegidos pelos militares da FAB e policiais federais brasileiros.

FAB

A FAB informou que uma aeronave KC-30 foi destacada, após solicitação do governo federal, para prestar apoio aéreo a passageiros deportados oriundos dos Estados Unidos que aguardam o término do traslado em Manaus.

A aeronave, segundo a FAB, decolou da Base Aérea de Brasília às 13h, com pouso previsto para 14h30 no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus. “O tempo de solo em Manaus dependerá de trâmites diversos a serem realizados pelos órgãos competentes”.

De acordo com o comunicado, a FAB vai disponibilizar profissionais de saúde para realizar o acompanhamento dos passageiros deportados – durante o trajeto até o destino final, o Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte.

Entenda

As operações de deportação em massa de imigrantes ilegais tiveram início poucos dias após o início do mandato do presidente norte-americano Donald Trump. Na noite da última quinta-feira (23), 538 pessoas foram detidas e centenas foram deportadas em operação anunciada pela Casa Branca.

“A administração Trump deteve 538 imigrantes ilegais criminosos”, anunciou a porta-voz Karoline Leavitt, acrescentando que centenas foram deportados em aviões do Exército norte-americano. “A maior operação de deportação em massa da história está em curso”, disse.

Ao longo da campanha presidencial, Trump prometeu conter a imigração ilegal no país, cenário classificado por ele como “emergência nacional”. Logo em seu primeiro dia na Presidência dos EUA, o republicano assinou ordens executivas destinadas a impedir a entrada de imigranteS nos Estados Unidos.

*Com informações da RTP. – Foto Casa Branca e fonte agência Brasil

Previsões da numerologia para 2025: um ano de transformação e renovação

Previsões da numerologia para 2025: um ano de transformação e renovação

Regido pela vibração do número 9, este ano promete ser um marco no encerramento de ciclos. foto pngtree

As previsões numerológicas para 2025 apontam para um período de profundas mudanças e renovação em todas as esferas da vida. Segundo o Astrolinko ano é regido pela vibração do número 9, indicando um marco de encerramento de ciclos e abertura para novas possibilidades. 

O conselho numerológico para 2025 é claro: liberte-se do passado. Faça uma “faxina” emocional, mental e material em sua vida. Pratique o desapego e valorize os aprendizados obtidos até aqui. Ao deixar ir o que não serve mais, você abre espaço para novas e empolgantes possibilidades.

O Significado do Número 9 em 2025

Primeiramente, é necessário entender que 2025 é um ano regido pelo número 9 a partir da seguinte fórmula: (2 + 0 + 2 + 5 = 9). De acordo com o Astrolink, este número nos convida a fazer uma retrospectiva de nossas experiências, aprender com elas e nos preparar para um novo começo. É como se estivéssemos no último capítulo de um livro, prontos para iniciar uma nova história.

Além disso, na numerologia, o 9 também simboliza a conclusão de ciclos, a busca por propósitos elevados, reflexão, autoconhecimento, perdão e liberação.

Amor e Relacionamentos

No campo amoroso, 2025 promete ser um ano de revisão de padrões emocionais e resolução de questões pendentes. “É um momento para a libertação de relacionamentos que não evoluem, uma oportunidade de recomeço para casais e, para os solteiros, é a hora de investir no autoconhecimento para atrair parceiros mais alinhados”, explica Giovanna Guarnieri, astróloga do Astrolink.

Para aqueles que desejam uma mudança, independente do seu momento pessoal, é um tempo propício para deixar ir o que não serve mais e abrir espaço para conexões mais profundas e significativas. Uma dica é conhecer o Mapa do Amor, uma ferramenta criada pelo Astrolink para trazer mais clareza e propósito aos relacionamentos de maneira geral.

Saúde e Bem-estar

A energia do número 9 em 2025 pede atenção especial à saúde mental e emocional, uma vez que encerrar ciclos pode ser bastante cansativo. Neste caso, as práticas de autocuidado, que envolvam terapias holísticas e meditação são bem-vindas. Além das mudanças positivas de hábitos, como exercícios físicos, hidratação e boa alimentação.

Será fundamental encontrar equilíbrio entre corpo e mente, adotando práticas que promovam relaxamento e bem-estar integral.

Finanças e Carreira

No âmbito financeiro e profissional, 2025 sugere eliminar gastos desnecessários e o foco em projetos que tragam realização pessoal. Se envolver em ações sociais ou projetos coletivos também pode ser uma boa pedida, já que a vibração do número 9 favorece o altruísmo.

Além disso, é uma boa hora para concluir projetos e revisar metas profissionais. O ano tem grande potencial para a transição de carreira. Em suma, é um ano para alinhar as finanças e carreira levando em conta seus valores mais profundos, buscando não só o sucesso material, mas também a satisfação pessoal.

Espiritualidade e Crescimento Pessoal

2025 será um ano de grande crescimento espiritual, marcado pela busca por respostas internas, aprofundamento em estudos espirituais, reconexão com a essência pessoal e maior sintonia com propósitos elevados

Este é o momento ideal para explorar práticas espirituais, meditar e buscar um entendimento mais profundo de si mesmo e do universo.

Sobre o Astrolink

Astrolink é a maior comunidade astrológica do mundo, com mais de 12 milhões de usuários. É uma plataforma para adquirir autoconhecimento e melhorar sua vida por meio da astrologia, oferecendo acesso fácil e rápido ao seu mapa astral, horóscopo personalizado, sinastria do amor, tarot, nodos e ciclos lunares, guias e diversas  ferramentas que ajudam a compreender o seu papel no universo e a tomar decisões. Conhecer a si próprio – e quem você ama – vai mudar a sua vida! Fonte Manuella Tavares – Assessora de imprensa

Fernanda Torres comemora indicação ao Oscar

Fernanda Torres comemora indicação ao Oscar

Brasileira concorre na categoria de melhor atriz. foto divulgação

A atriz Fernanda Torres comemorou nas redes sociais sua indicação ao Oscar 2025, na categoria melhor Atriz, e também as duas indicações do filme Ainda Estou Aqui para Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro. Emocionada, a brasileira agradeceu ao diretor do longa, o cineasta Walter Salles.

“Nosso filme está indicado não só para melhor filme de língua estrangeira, mas para melhor filme do ano. Isso é uma coisa inimaginável”, disse Fernanda, em vídeo postado em seu perfil no Instagram.

Fernanda agradeceu aos colegas que trabalharam com ela na produção brasileira, incluindo o ator Selton Mello. “Foi um filme que a gente fez na felicidade.”

“Acima de tudo, quero agradecer e homenagear essa mulher extraordinária chamada Eunice Paiva, que está por trás disso tudo, que é a geradora disso tudo”, disse, ao se referir à personagem que interpreta em Ainda Estou Aqui.

Na postagem, a atriz também agradeceu ao filho de Eunice, Marcelo Rubens Paiva, autor do livro homônimo que inspirou o longa. “Um livro extraordinário, que nos possibilitou fazer esse filme.”

“Eu jamais vou esquecer. É uma coisa histórica, uma coisa muito emocionante pra mim, por minha mãe [a atriz Fernanda Montenegro] ter estado nesse lugar 25 anos atrás, pelas mãos do Walter. E também pelo que isso significa para o cinema brasileiro, para a cultura brasileira. Um filme falado em português.”

“Estou muito emocionada, muito surpresa. Eu amo o Brasil. Estou muito orgulhosa de uma história brasileira fazer sentido no mundo e nos trazer essa alegria – não só pra mim, pro Walter e pra todo mundo envolvido nesse filme, como pro país inteiro”, concluiu.

Concorrentes

Fernanda Torres disputa o Oscar com as atrizes Cynthia Erivo, Karla Sofía Gascón, Mikey Madison e Demi Moore. Já Ainda Estou Aqui concorre, na categoria Melhor Filme, com AnoraO BrutalistaUm Completo DesconhecidoConclaveDuna: Parte 2Emilia PérezNickel BoysA Substância e Wicked.

Na categoria melhor filme estrangeiro, a produção brasileira concorre com A Garota da Agulha (Dinamarca), Emilia Pérez (França), A Semente do Fruto Sagrado (Alemanha) e Flow (Letônia).

Fernanda já havia sido premiada, no início do mês, com o Globo de Ouro de melhor atriz na categoria drama. Esta foi a primeira vez que o prêmio foi entregue a uma brasileira.

Tradição familiar

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou o Oscar na mesma categoria para a qual a filha foi indicada em 2025 por sua celebrada atuação em Central do Brasil, de 1998. Ela não venceu, mas a produção ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Tanto Ainda Estou Aqui quanto Central do Brasil foram dirigidos pelo cineasta Walter Salles. A cerimônia de entrega do Oscar este ano está marcada para 2 de março, em Los Angeles.

“Orgulho”

Na rede social X, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou as indicações ao Oscar 2025. “A turma de Ainda Estou Aqui já pode pedir música. Três indicações ao Oscar: Melhor Filme estrangeiro, melhor atriz e, olha, melhor filme. Quanto orgulho! Beijo para Fernanda Torres e Walter Sales”, escreveu.

O ator Selton Mello, que vive o personagem Rubens Paiva em Ainda Estou Aqui, também comemorou as indicações do longa brasileiro ao Oscar 2025. “Brasil no topo”, escreveu, em seu perfil no Instagram. Ele também postou uma foto em que aparece ao lado de Fernanda Torres e de Walter Salles., fonte e foto agência Brasil

Caso Samarco: novo acordo não atrai e municípios focam em ação inglesa

Caso Samarco: novo acordo não atrai e municípios focam em ação inglesa

Poucos atingidos por queda de barragem em Mariana aceitam repactuação. foto TRF 6

A repactuação do processo de reparação dos danos causados no rompimento da barragem da mineradora Samarco ainda não seduziu boa parte dos municípios atingidos. Firmado no ano passado e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o novo acordo foi negociado em busca de soluções para impasses que persistem após mais de 9 anos da tragédia. Entre diversas medidas, foi prevista a transferência de recursos para as prefeituras desses municípios.

Mas havia uma condição: desistir da ação de reparação de danos que tramita na Justiça inglesa. No entanto, até o momento, apenas quatro tiveram a desistência confirmada. Os outros 42 continuam buscando a reparação dos danos fora do Brasil.

O acordo de repactuação deu às prefeituras 120 dias para decidir sobre a adesão do município. A contagem do prazo se inicia com a data da homologação pelo STF, que ocorreu em 6 de novembro de 2024. Portanto, a decisão pode ser tomada até o dia 6 de março. Diferentes municípios têm manifestado tendência de se manterem focados no processo que tramita nos tribunais ingleses.

A prefeitura de Ouro Preto (MG) está entre as que, até o momento, não aderiram à repactuação. Em nota, o município sustenta que “o acordo não reconhece os prejuízos sofridos no território e, por isso, não promove a reparação necessária”. O texto também registra que a administração municipal acompanha de perto os desdobramentos do processo na Inglaterra.

Rompimento da barragem

A barragem que se rompeu no dia 5 de novembro de 2015 se localizava na zona rural do município de Mariana (MG), em um complexo minerário da Samarco, uma joint venture que tem como acionistas a anglo-australiana BHP Billiton e a brasileira Vale. Na ocasião, cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos escoaram pela Bacia do Rio Doce, até a foz no Espírito Santo. Dezenove pessoas morreram, dois distritos – Bento Rodrigues e Paracatu – foram completamente destruídos e houve impactos às populações de dezenas de municípios mineiros e capixabas.

O julgamento na Inglaterra havia sido paralisado em 20 de dezembro para o recesso de fim de ano e foi retomado na última segunda-feira (13). Nele, cerca de 620 mil atingidos, além de municípios, comunidades indígenas e quilombolas, empresas e instituições religiosas, processam a BHP Billiton, que tem sede em Londres. São listadas perdas de propriedades e de renda, aumento de despesas, impactos psicológicos, impactos decorrentes de deslocamento e falta de acesso à água e energia elétrica, entre outros prejuízos.

ação, que tramita desde 2018, entrou na etapa de julgamento do mérito em outubro do ano passado. Ao final das audiências, que deverão se estender até o mês de março, os juízes irão determinar se há ou não responsabilidade da mineradora. Em caso positivo, o tribunal passará a analisar os pedidos de indenização individual, o que poderá se arrastar até o fim de 2026.

Há um acordo entre a BHP Billiton e a Vale para que, em caso de condenação, cada uma arque com 50% dos valores fixados. O escritório Pogust Goodhead, que representa os atingidos, pleiteia uma indenização a ser paga pelas mineradoras em torno de R$ 260 bilhões. Caso a sentença seja condenatória, os valores seriam pagos à vista.

Já no acordo de repactuação, as mineradoras se comprometeram a destinar R$ 100 bilhões em dinheiro novo. Deste total, R$ 6,1 bilhões seriam direcionados a 49 municípios, em parcelas anuais que se estendem por 20 anos. São listados especificamente os valores para cada um deles. A forma como os recursos foram divididos foi definida com base em proposta formulada pelo Consórcio Público de Defesa e Revitalização do Rio Doce (Coridoce), composto exatamente por municípios atingidos na tragédia.

Diferentes administrações, no entanto, consideram que o montante repartido é insuficiente. Essa é uma queixa do prefeito de Mariana, Juliano Duarte. O município faz jus à maior quantia, de R$ 1,22 bilhão. Duarte, no entanto, já se manifestou em diferentes ocasiões que considera o valor baixo diante dos danos suportados. Ele critica também o longo parcelamento, fazendo com que os valores cheguem a conta-gotas.

A Samarco informa em nota que 12 municípios já aderiram ao novo acordo e que, em dezembro, foram realizados repasses que somam R$ 26,8 milhões. Os recursos recebidos devem ser destinados para iniciativas variadas envolvendo temas variados fomento à agropecuária, melhoria de sistema viária, gestão de cultura e turismo, educação, saneamento e saúde. Há, no entanto, diferenças entre a lista dos municípios atingidos reconhecidos pelo acordo e a relação daqueles que estão incluídos no processo inglês.

Córrego Novo (MG), Sobrália (MG), Conceição da Barra (ES) e São Mateus (ES) são os quatro que já tiveram a desistência confirmada no tribunal estrangeiro. Além deles, a Samarco confirma houve a adesão à repactuação foi formalizada por Ponte Nova (MG) que também buscava reparação na Inglaterra. O escritório Pogust Goodhead reitera que, até o momento, só recebeu quatro pedidos de desistência. Procurada pela Agência Brasil, a prefeitura de Ponte Nova (MG) não retornou ao contato para esclarecer se estava deixando o processo inglês.

Além dos cinco municípios, sete que já aderiram à repactuação – Iapu (MG), Santana do Paraíso (MG), Marliéria (MG), Anchieta (ES), Fundão (ES), Serra (ES) e Linhares (ES) – não figuravam na ação que tramita na Inglaterra. “A Samarco segue em diálogo com os demais municípios para viabilizar novos repasses e assegurar uma reparação definitiva dos danos provocados pelo rompimento”, acrescenta a nota divulgada pela mineradora.

Prazo máximo

Uma parte dos municípios pretende usar todo o prazo disponível para avaliar o cenário e tomar a decisão. De um lado, há expectativa de que a Samarco possa ser convencida a melhorar as condições previstas no acordo de repactuação, o que mudaria o cenário. De outro, também há conversas com o escritório Pogust Goodhead para uma melhor compreensão do prognóstico em torno do processo inglês.

Prefeito de Colatina (ES), Renzo Vasconcelos, foto divulgação

O prefeito de Colatina (ES), Renzo Vasconcelos, é um dos que ainda avaliam as opções. Em resposta à Agência Brasil, a prefeitura informou que o prazo limite de 6 de março deve ser usado para tomar a decisão e que “recebeu, nesta semana, representantes do escritório inglês e das empresas envolvidas no rompimento da barragem”.

No final do ano passado, quando o tribunal inglês iniciou seu recesso, os advogados das vítimas divulgaram um balanço positivo das últimas audiências. Eles consideraram que foram apresentadas evidências graves sobre falhas de governança e omissões de segurança relacionadas à barragem. “Documentos e depoimentos de diversas testemunhas mostraram que a BHP já tinha ciência dos riscos de rompimento desde 2014, mas não implementou evacuações preventivas em Bento Rodrigues, mesmo sabendo que uma ruptura inundaria a área em menos de 10 minutos”, registra nota assinada pelo escritório.

Procurada pela Agência Brasil, a BHP Billiton reiterou em nota a posição que vem apresentando desde o início ao tribunal inglês. “A ação é desnecessária, pois duplica e prejudica questões cobertas por processos judiciais perante as cortes brasileiras, pelos programas implementados pela Fundação Renova desde 2016 e pelo acordo recém-assinado no Brasil”.

Opções

Costurado após três anos de discussões, o acordo de repactuação buscou oferecer respostas aos impasses acumulados e aos milhares de processos judiciais questionando a atuação das mineradoras e da Fundação Renova. A entidade havia sido criada para administrar todas medidas reparatórias, conforme fixou um Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado em 2016 entre as mineradoras, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. No entanto, após mais de nove anos, havia questionamentos envolvendo temas como indenizações individuais, reconstrução de comunidades destruídas, recuperação ambiental e outros itens.

O novo acordo de repactuação extingiu a Fundação Renova e estabeleceu novas medidas. Todos os signatários do TTAC e também as instituições de Justiça que atuam tanto em âmbito federal como nos dois estados – Ministério Público e Defensoria Pública – participaram das tratativas. A mesa, no entanto, não contou com representantes dos municípios. Esse é um fator que já gerou diversas manifestações de insatisfação entre os prefeitos.

Queixas similares têm os atingidos, que também não puderam indicar representantes para participar das discussões. Aqueles que aderiram à ação na Inglaterra estão igualmente entre duas opções: manter o pleito no tribunal estrangeiro ou aderir ao recém-criado Programa Indenizatório Definitivo (PID), que fixou a quantia de R$ 35 mil para indenização por danos morais e materiais de cada atingido. No caso de pescadores e agricultores, o valor sobe para R$ 95 mil.

A implementação do PID ainda não ocorreu. O prazo para a Samarco colocá-lo em funcionamento é de 150 dias contados a partir da homologação do acordo. Assim, a plataforma do programa deve ser disponibilizada até abril. Uma vez isso ocorra, os atingidos terão 90 dias para aderir. “Estará disponível para quem sofreu danos com o rompimento, mas ainda não recebeu indenização e atenda aos critérios de elegibilidade”, informa a mineradora.

Para o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), o PID está entre os pontos mais críticos da repactuação. Quando o acordo se tornou público, a entidade chegou a divulgar uma nota considerando que havia avanços como a extinção da Fundação Renova e a criação de fundos sob gestão do Estado, mas lamentou que os valores indenizatórios estavam aquém do necessário.

Processo criminal

Paralalemente as discussões sobre a reparação cível, a tramitação do processo criminal também deve ser retomada após o recesso da Justiça federal no Brasil. Está pendente de apreciação o recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra decisão que absolveu todos os réus em novembro do ano passado.

O processo criminal começou a tramitar em 2016 inicialmente com 22 réus. A Samarco, a Vale e a BHP Billiton também eram julgadas e poderiam ser penalizadas pelos crimes ambientais, assim como a VogBr, auditoria que assinou o laudo de estabilidade da barragem que se rompeu. No entanto, ao longo do tempo, foram concedidos habeas corpus a alguns denunciados. Além disso, houve alguns crimes prescritos e, em 2019, uma decisão judicial beneficiou os réus ao determinar o trancamento da ação penal para a acusação de homicídio qualificado. Prevaleceu a tese de que os indícios incluídos na denúncia apontavam as mortes como consequências do crime de inundação.

decisão de novembro, proferida pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, absolveu todos os sete réus que ainda figuravam no processo por crimes ambientais, incluindo o ex-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi. Eles não respondiam mais por homicídio, apenas por crimes ambientais. Também foram absolvidas as três mineradoras e a VogBr.

O recurso foi apresentado pelo MPF no mês passado, e contesta o principal argumento da sentença: as provas apresentadas não permitiriam a identificação das condutas específicas de cada acusado.

O MPF defende que ficou comprovada a omissão de todos os réus, o que incrementou o risco da operação da barragem e culminou no seu rompimento, gerando danos ao meio ambiente e às populações. “As falhas individuais nas competências de determinadas pessoas são responsáveis pelo resultado e suficientes à demonstração da causalidade pelo aumento do risco”, sustentou. Fonte agência Brasil

Os estaduais estão de volta! Veja os favoritos nas principais competições

Os estaduais estão de volta! Veja os favoritos nas principais competições

Palmeiras e Flamengo estão entre os clubes considerados favoritos para conquistar o título estadual em 2025, segundo o prognóstico dos sites de apostas. Foto: Reprodução/Cesar Greco/Palmeiras

Alguns Campeonatos Estaduais estão prestes a começar pelo Brasil e prometem oferecer um panorama do que esperar das principais equipes ao longo da temporada. Além disso, vale acompanhar as possíveis surpresas que possam surgir.

Com seis equipes na primeira divisão, o Campeonato Paulista mantém o status de torneio com mais holofotes da época. Atual campeão, o Palmeiras entra como favorito na busca por mais um título, enquanto Corinthians e São Paulo são os principais concorrentes.

As disputas estaduais reservam grandes emoções neste início de 2025. Assim, vale acompanhar os principais campeonatos para entender a dinâmica e conhecer os favoritos da temporada.

Campeonato Paulista

Segundo as odds do Mr. Jack, o Palmeiras é considerado o favorito ao título estadual. O Alviverde venceu as últimas três edições do torneio e investiu pesado na janela de transferências para qualificar ainda mais o elenco.

Na sequência, Corinthians e São Paulo aparecem como os principais adversários, após boas campanhas no Brasileirão de 2024. Já o Santos, entre os grandes, ficou para trás depois de disputar a segunda divisão no ano passado.

Red Bull Bragantino, Mirassol e Novorizontino correm por fora. Apesar das chances reduzidas, os clubes são apontados como possíveis surpresas no torneio.

Campeonato Carioca

No Rio de Janeiro, o Flamengo, atual campeão, é considerado o favorito de acordo com os prognósticos. Contudo, as odds colocam o Botafogo como forte concorrente, após uma temporada mágica em 2024. O clube busca encerrar um jejum de sete anos sem o título.

Mais atrás, o Fluminense venceu algumas edições recentes, mas precisa superar uma temporada irregular. Entre os grandes, o Vasco é quem tem as menores chances, além de estar mais tempo sem erguer o troféu em relação aos rivais. Dentre os clubes menores, o Volta Redonda aparece com algumas chances, embora remotas, após conquistar o acesso à Série B do Brasileirão de 2025.

FLAMENGO X MADUREIRA_CAMPEONATO CARIOCA_MARACANÃ_02-03-2024_FOTO: PAULA REIS / FLAMENGO

Campeonato Mineiro

Mesmo com o fim de ano complicado e os problemas atuais nos bastidores, o Atlético-MG tem um leve favoritismo para conquistar o torneio. Vale destacar que o Galo venceu as últimas cinco edições do Campeonato Mineiro.

O Cruzeiro, por sua vez, aparece com odds próximas e vem reforçando o elenco para quebrar o jejum de títulos. Já o América-MG, como terceira força do estado, tem chances mais remotas, mas permanece no páreo.

Campeonato Gaúcho

Embora o Grêmio tenha dominado nos últimos anos com sete títulos consecutivos, o Internacional surge como favorito em 2025. O Colorado teve um grande desempenho no segundo semestre do ano passado, chegando a disputar o título do Brasileirão.

Logo atrás, o Grêmio busca recuperar a regularidade após um ano instável, enquanto o Juventude, finalista da última edição, aparece com chances reduzidas.

O que esperar dos Estaduais em 2025?

Os Estaduais prometem fortes emoções entre os 12 grandes do futebol brasileiro, enquanto outras competições regionais também merecem atenção. No Baiano, o Bahia, com o aporte do Grupo City, busca revanche após perder o título para o rival Vitória em 2024.

No Cearense, o Ceará, de volta à elite do futebol brasileiro, tenta equilibrar forças contra o Fortaleza, que está mais consolidado, mas perdeu o título na última temporada.

No Paraná, Athletico e Coritiba vão protagonizar mais um capítulo de sua rivalidade, desta vez com ambos na Série B.

O Estadual divide opiniões atualmente, principalmente devido às críticas ao extenso calendário do futebol brasileiro. Por outro lado, esses torneios seguem relevantes e despertando grandes expectativas no público, seja na mídia ou no universo das apostas. Fonte  jornalista Alan Santana.

Carnaval 2025: começam nesta sexta-feira ensaios técnicos no Sambão do Povo em Vitória

Carnaval 2025: começam nesta sexta-feira ensaios técnicos no Sambão do Povo em Vitória
GRES Independente de São Torquato – Ensaio Técnico

A partir desta sexta-feira (24), o Sambão do Povo será tomado pelo ritmo do Carnaval com os ensaios técnicos das escolas de samba de Vitória. O evento, que é gratuito, promete agitar o público até o dia 15 de fevereiro. Após os ensaios, o clima carnavalesco continua com apresentações de samba e pagode.

Os ensaios são uma oportunidade para que as escolas façam os últimos ajustes de suas apresentações e ofereçam ao público uma prévia do que será apresentado na avenida. Confira a programação completa e as escolas participantes:

Grupo A

– 24 de janeiro 

  20h30 – Rosas de Ouro  

  22h00 – Pega no Samba  

– 31 de janeiro  

  20h30 – Império de Fátima  

  22h00 – Independente de Eucalipto  

– 7 de fevereiro  

  20h30 – Independentes de São Torquato  

  22h00 – Andaraí  

– 14 de fevereiro  

  20h30 – Mocidade da Praia  

Grupo Especial

25 de janeiro

20h – Imperatriz do Forte e Novo Império  

1º de fevereiro 

20h – Unidos de Jucutuquara e Chegou o Que Faltava  

8 de fevereiro 

20h – Unidos da Piedade e Independente de Boa Vista  

15 de fevereiro 

20h – Mocidade Unida da Glória (MUG)  

A Prefeitura de Vitória, junto com a Liga Espírito-Santense de Escolas de Samba (Lieses) e a Liga Independente de Grupos Especiais (Liesge), reforça a importância dos ensaios para a valorização da cultura e do samba capixaba. 

A população é convidada a prestigiar as escolas de samba, que se dedicam o ano inteiro para fazer um espetáculo inesquecível. Prepare-se para vivenciar a magia do Carnaval antecipadamente e venha apoiar as escolas que fazem da festa um dos maiores patrimônios culturais do Espírito Santo!. Fonte e foto Prefeitura de Vitória

Mudanças climáticas e a população ambientalmente mais consciente tornam os negócios sustentáveis tendências para 2025

Mudanças climáticas e a população ambientalmente mais consciente tornam os negócios sustentáveis tendências para 2025

Especialista aponta que a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores

Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida. 

Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.

Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.

O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.

A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.

Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.

As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.

“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.

É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.

As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising.  Fonte e foto Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida. 

Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.

Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.

O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.

A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.

Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.

As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.

“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.

É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.

As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising.  Fonte e foto Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida. 

Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.

Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.

O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.

A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.

Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.

As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.

“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.

É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.

As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising. Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida. 

Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.

Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.

O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.

A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.

Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.

As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.

“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.

É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.

As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising.  Fonte e foto – Denise Almeida – Marklabe

SP: 99 entra com mandado de segurança para manter serviço de mototaxi

SP: 99 entra com mandado de segurança para manter serviço de mototaxi

Empresa alega que proibição do transporte com moto é inconstitucional. foto prefeitura de SP

Depois de o prefeito de São Paulo enfatizar que a 99 não tem autorização para fazer o serviço de transporte de passageiros em motocicletas na capital paulista, a empresa de transporte por aplicativo impetrou mandado de segurança para garantir a continuidade do serviço. Em nota, a 99 diz que quer “proteger os direitos da empresa e de seus passageiros e motociclistas diante das ameaças da Prefeitura de São Paulo contra o funcionamento, legal, do serviço”.

O Comitê Municipal de Uso do Viário de São Paulo notificou a 99 ainda na terça-feira (14), quando a empresa começou a oferecer o serviço, inicialmente fora do centro expandido. No documento, “determina-se a imediata suspensão/interrupção de qualquer atividade relativa ao clandestino serviço de utilização de motociclistas para o transporte individual remunerado de passageiros por meio de aplicativos nesta cidade”.

O prefeito Ricardo Nunes alegou que o funcionamento do serviço descumpre decreto assinado por ele em janeiro de 2023, que suspende essa modalidade de transporte. A 99 insiste em dizer que o decreto é inconstitucional e que o serviço de transporte individual privado de passageiros mediado por aplicativos é permitido em todo o Brasil, tanto para carros quanto para motocicletas, de acordo com a Política Nacional de Mobilidade Urbana.

“A legislação federal estabelece que as prefeituras podem regulamentar e fiscalizar a atividade com exigências específicas, mas não têm o poder de proibi-la. Já existem 20 decisões judiciais confirmando esse entendimento sobre a legalidade da categoria. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em 2019 pela impossibilidade de proibição, por se tratar de atividade legítima, exercida de livre iniciativa e autorizada pela Constituição”.

A 99 informou que a 99Moto opera desde 2022, tendo realizado mais de 1 bilhão de viagens em cerca de 3,3 mil municípios. “A 99 esclarece que a prefeitura pode regulamentar a atividade com regras específicas para a localidade, mas não pode proibir uma categoria que é permitida por uma legislação federal”. Segundo a empresa, esse entendimento é corroborado por 20 decisões judiciais em todo o Brasil.

Diante das críticas de Nunes sobre a segurança do serviço, a 99 afirmou que seu modelo de transporte de passageiros em motos é seguro e que a empresa tem o compromisso de aprimorar suas ferramentas e promover viagens seguras. Segundo as informações, todas as corridas realizadas pelo aplicativo estão protegidas por seguro e, em caso de acidentes, a 99 segue um protocolo rígido de atendimento, que inclui suporte financeiro.

“Em 2024, apenas 0,0003% das corridas tiveram algum acidente de trânsito. Isso foi possível graças às 50 funcionalidades de segurança, incluindo: alerta de velocidade, que emite avisos em casos de excesso; governança contra direção perigosa no trânsito, que promove a conscientização e, se necessário, também bloqueios a motociclistas imprudentes; cursos e orientações preventivas sobre direção; além de checagem de dados, monitoramento das corridas; entre outros”, ressalta.

O prefeito argumenta que a cidade tem 1 ,3 milhão de motos e que houve aumento do número de óbitos no trânsito puxado por acidentes com moto. Para Nunes, a 99 está apenas buscando lucro sem analisar os riscos de um serviço como esse em uma capital como São Paulo.

Dados fornecidos pela administração municipal mostram que a frota de motocicletas na capital paulista teve um aumento de 10% nos últimos dez anos. O número de acidentes totalizou 43.608 entre 2020 e 2024. O pico foi o ano de 2023, com 11.573 ocorrências. Em 2024 foram 9.126, pouco menos do que os 9.527 de 2022. Segundo as informações, o número de óbitos causados por esses acidentes aumentou 22% entre 2023 e 2024, passando de 350 a 427.

“Não é possível que uma empresa venha para a cidade de São Paulo e queira, sem nenhuma autorização, achar que aqui ela vai fazer o que deseja. Ela não vai fazer. Nós não vamos permitir que essa empresa venha para cá e faça uma carnificina. São assassinos. Essas empresas são empresas assassinas e irresponsáveis. Elas não vão fazer na cidade de São Paulo aquilo que elas pretendem, só buscando lucro”, enfatizou. “Elas já ganham tanto dinheiro, não chega? Querem levar a vida das pessoas? Elas já levam muito dinheiro para fora da cidade. As vidas, não”, acrescentou.

Nunes prometeu que entraria na Justiça contra a empresa e determinou a fiscalização em todas as motos que estiverem prestando o serviço. “Todas as motos que estiverem cadastradas para fazer esse tipo de serviço na cidade serão paradas e vistoriadas”, disse o prefeito.

Grupo de trabalho

Segundo nota da prefeitura, um grupo de trabalho instituído em 2023 com especialistas da Companhia de Engenharia Tráfego (CET), Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Corpo de Bombeiros, SPTrans, Abraciclo e representantes das empresas de aplicativos, incluindo a 99 e a Uber, analisou a possibilidade de utilização de motocicletas no transporte individual de passageiros e concluiu que a implantação seria um grande risco para a saúde pública.

“Foram realizadas 13 reuniões, durante as quais foram discutidos dados e cenários que apontaram os riscos de se implantar a modalidade na capital. Foram consideradas, por exemplo, a quantidade de sinistros fatais envolvendo motocicletas, e dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que apontam os motociclistas como aqueles que mais são internados em ocorrências de trânsito”, diz a nota do grupo.

De acordo com as conclusões, as várias corridas do motociclista aumentariam os riscos para a integridade física do profissional, dos passageiros e de terceiros. Também foi considerado um risco o fato de passageiros diversos utilizarem o condutor como seu apoio na motocicleta, o que altera o ponto de equilíbrio do condutor a cada viagem, gerando perigo de acidentes.

Posição SindimotoSP

Para o SindimotoSP (Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxisistas Intermunicipal do Estado e São Paulo), a 99 erra ao oferecer o serviço sem autorização da prefeitura e sem respeitar o decreto de Nunes. Além disso, ressalta que a empresa também está desrespeitando a Lei Federal 12.009 que determina, entre uma série de fatores, que o profissional tenha curso obrigatório de 30 horas do Conselho Nacional de Trânsito.

“Para o SindimotoSP, a insistência da 99 com esse serviço de transportes de passageiros com moto só aumentará o número de vítimas, além de, no caso dos acidentes, deixar os motociclistas e passageiros na mão, tendo que os mesmos arcarem com os custos e muitas vezes, com a própria vida. O SindimotoSP repudia essa atitude da 99 e se coloca contra a empresa denunciando tal arbitrariedade, ressaltando que esta atitude coloca vidas em risco bem como aumenta a precarização do setor de motofrete”.

A 99 disse que a companhia segue aberta ao diálogo com a prefeitura para colaborar com uma futura regulamentação que esteja dentro da competência do poder municipal. Fonte agência brasil e foto prefeitura de São Paulo

Hamas aceita proposta de cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza

Hamas aceita proposta de cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza

Conflito já dura mais de 15 meses e matou mais de 45 mil pessoas. foto unicef

O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) informou, nesta quarta-feira (15), que aceitou a proposta de cessar-fogo com Israel para suspender o conflito na Faixa de Gaza que dura mais de 15 meses e matou mais de 45 mil pessoas.

Em nota, o grupo palestino disse que entregou a resposta aos mediadores do Catar e do Egito após reunião de emergência para discutir o assunto.

“O movimento afirma que respondeu de forma responsável e positiva à proposta, guiado por seu compromisso com nosso povo firme na Faixa de Gaza para deter a agressão sionista e acabar com os massacres e a guerra genocida em andamento à qual estão sendo submetidos”, diz o comunicado do Hamas.

Em evento realizado nessa terça-feira (14) no Atlantic Council, nos Estados Unidos (EUA), o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou que o acordo estava apenas dependendo da resposta do Hamas.

O acordo, ainda não anunciado oficialmente, determina uma fase inicial de seis semanas de cessar-fogo com a retirada gradual das forças israelenses de Gaza e a libertação de reféns mantidos pelo Hamas em troca de palestinos presos por Israel.

Em uma rede social, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o acordo foi resultado de sua eleição.

“[Meu governo continuará a] trabalhar em estreita colaboração com Israel e nossos Aliados para garantir que Gaza NUNCA mais se torne um refúgio seguro para terroristas. Continuaremos promovendo a PAZ ATRAVÉS DA FORÇA em toda a região, à medida que construímos o ímpeto deste cessar-fogo para expandir ainda mais os Acordos Históricos de Abraão”, escreveu Trump.

Os acordos de Abraão são os documentos firmados entre Israel e países árabes da região para normalizar as relações com Tel Aviv e que são apontados como um dos motivos que levaram o Hamas a atacar Israel no dia 7 de outubro de 2023, dando início à atual fase do conflito israel-palestino iniciado em 1948.

O cessar-fogo

Na primeira fase do cessar-fogo, alguns prisioneiros seriam liberados tanto do lado do Hamas quanto do lado de Israel, priorizando mulheres, crianças, homens acima dos 50 anos, feridos ou doentes. Na segunda fase, após 16 dias de cessar-fogo, seriam liberados os demais dos prisioneiros, todos homens e soldados.

A última fase do acordo prevê a discussão de um governo alternativo em Gaza e planos para reconstruir a região. De acordo com o secretário Blinken, que participou das negociações junto com representantes do Catar e Egito, os princípios do acordo consideram que o Hamas deve ficar de fora do novo poder em Gaza.

“Ninguém deve esperar que Israel aceite um Estado palestino que seja liderado pelo Hamas ou outros extremistas; que seja militarizado ou tenha milícia armada independente”, afirmou o secretário para assuntos externos do governo de Joe Biden.

Parte do governo de Israel vem pressionando para que o acordo não seja firmado. O ministro da Segurança Nacional do país, Itamar Bem-Gvir, disse que o acordo seria “terrível”.

“Apelo ao meu amigo, o Ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, para que se junte a mim numa cooperação total contra o terrível acordo que está a ser forjado e para que informemos juntos, de forma clara e decisiva, que, se o acordo for aprovado, nós nos retiraremos do governo juntos”, informou em uma rede social. Fonte agência brasil e foto unicef