Suzano registra recorde de vendas e ganho de eficiência operacional em 2025

Suzano registra recorde de vendas e ganho de eficiência operacional em 2025

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, divulga hoje o balanço referente ao quarto trimestre de 2025 (4T25) e ao fechamento do ano com recorde anual no volume de vendas e na receita. Além disso, registrou queda no custo caixa de produção de celulose no período, o que comprova a eficiência operacional da empresa.

Receita alcançou R$ 50 bilhões e custo caixa atingiu menor patamar anual desde 2021

As vendas de celulose e diferentes tipos de papéis atingiram 14,2 milhões de toneladas, alta de 15% em relação a 2024. O resultado foi impulsionado sobretudo pelo forte ritmo de produção da fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo (MS), em operação a partir de julho de 2024, e das unidades de papéis localizadas nos Estados Unidos. Como resultado, a receita líquida anual da Suzano alcançou o patamar recorde de R$ 50 bilhões em 2025.

O foco consistente da companhia em eficiência e controle de custos também contribuiu para uma queda relevante no custo caixa de produção de celulose. Excluindo paradas, o indicador anual ficou em R$ 817 por tonelada, no menor patamar anual desde 2021.

A eficiência operacional também contribuiu para que a Suzano registrasse geração de caixa operacional de R$ 13,9 bilhões em 2025, mesmo diante de um cenário de preços menos favorável no mercado global. O Ebitda ajustado anual somou R$ 21,7 bilhões. Na última linha do balanço, o resultado ficou positivo em R$ 13,4 bilhões.

A alavancagem financeira, medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado, encerrou dezembro de 2025 em 3,2 vezes em dólar, com leve queda em relação ao índice de 3,3 vezes registrado no fechamento do terceiro trimestre.

“Seguimos focados em eficiência operacional, gestão de custos e geração de caixa. Diante de condições de mercado desafiadoras ao longo de 2025, com o preço da celulose em patamares inferiores à média histórica, estes resultados refletem a consistência e a disciplina da nossa execução com o objetivo de ampliarmos nossa competitividade”, afirma o presidente da Suzano, Beto Abreu.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br – Fonte e foto Vítor De Vincentis P6 comunicações

Espírito Santo lidera produção industrial do país em 2025, indústria extrativa é destaque

Espírito Santo lidera produção industrial do país em 2025, indústria extrativa é destaque

O Espírito Santo encerrou o ano de 2025 na liderança do crescimento da produção industrial do país. Impulsionado pela indústria extrativa – composta pela extração de petróleo e gás natural e pela fabricação de pelotas de minério de ferro -, a produção industrial do Estado cresceu 11,6% no ano, na comparação com 2024. Com o resultado, o ES teve o melhor desempenho entre todos os Estados do Brasil e também muito acima da média nacional (0,6%).

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE e compilados pelo OBSERVATÓRIO FINDES. Ao longo de 2025, a indústria extrativa capixaba cresceu 18,3%, consolidando-se como o principal motor da atividade industrial do Estado ao longo do ano e colocando o Espírito Santo como segundo maior produtor de petróleo do país.

Avanço da extração de petróleo e gás natural e da fabricação de pelotas do minério de ferro garantiram ao Espírito Santo a maior expansão industrial do Brasil no último ano. foto findes

Para o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES), Paulo Baraona, o resultado reflete a relevância do Estado como um dos principais polos industriais e energéticos do país. “O segmento de petróleo e gás tem um papel importante no crescimento da produção industrial capixaba e reforça a posição estratégica do ES na economia brasileira e no mapa energético do país. Para além dessa fonte de energia, estamos ampliando o uso de fonte renováveis e o aumentando a eficiência energética das plantas industriais”, destaca.

O presidente lembra que em 2025 o Estado e o país passaram por situações adversas, como as taxações às exportações aos Estados Unidos e os juros elevados. “Conseguimos ter um bom resultado industrial no ES mesmo diante desse cenário. Porém, precisamos resolver as questões ligadas ao Custo Brasil, como reduzir burocracia, melhorar a infraestrutura do século XX e tornar a tomada do crédito mais acessível. Um ambiente de negócios mais favorável será determinante para garantir um crescimento mais equilibrado e sustentável ao longo dos próximos anos”, avalia.

Baraona ainda explica que entre os desafios para 2026 também está propagar os efeitos positivos do setor extrativo sobre os demais segmentos industriais. “Nosso desafio agora é fazer com que esses bons resultados da indústria extrativa se espalhem para a indústria de transformação. Precisamos agregar cada vez mais valor ao que está sendo produzido no Estado e buscar novos mercados”, avalia.

Indústria extrativa sustenta crescimento ao longo do ano

O gerente de Ambiente de Negócios do OBSERVATÓRIO FINDES, Nathan Diirr, destaca que o desempenho da indústria extrativa foi decisivo para garantir ao Espírito Santo a liderança ao longo de 2025. “O avanço da produção industrial capixaba no ano passado está diretamente ligado ao desempenho de grandes indústrias instaladas no Estado. Podemos destacar a retomada gradual das atividades da Samarco e o avanço da produção do navio-plataforma Maria Quitéria, da Petrobras, no campo de Jubarte”, afirma.

Na análise de dezembro de 2025 contra dezembro de 2024, a produção industrial capixaba cresceu 19,9%, maior resultado entre os estados pesquisados pelo IBGE. Esse foi o oitavo mês consecutivo com crescimento de dois dígitos na análise interanual, impulsionado principalmente pela indústria extrativa, que avançou 27,5% no período, com aumento da produção de minério de ferro pelotizado e de petróleo e gás natural.

Mesmo com uma leve retração de 0,5% em dezembro, na comparação com novembro, após forte expansão em outubro, o desempenho capixaba foi superior ao cenário nacional, que recuou 1,2% no mesmo período.  

Petróleo e gás reafirma protagonismo em 2025

O grande destaque da indústria extrativa em 2025 foi a produção de petróleo e gás natural. Dados consolidados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o Espírito Santo produziu 70,4 milhões de barris de petróleo no ano, um crescimento de 24,3% em relação a 2024.

A produção média estadual alcançou 192,9 mil barris por dia, enquanto a produção média de gás natural chegou a 5,1 milhões de metros cúbicos por dia, uma alta de 39,5% frente ao ano anterior. “Esse desempenho está fortemente relacionado ao aumento da produção no ambiente marítimo, especialmente no campo de Jubarte, além da retomada da produção no campo de Baleia Anã, ambas no Litoral Norte Capixaba, que voltou a operar em setembro de 2025 após um período de paralisação”, explica Nathan.

Pelotização também contribui para o avanço industrial

A atividade de pelotização também teve papel relevante no desempenho industrial do Espírito Santo em 2025. A retomada gradual das operações da Samarco colaborou de forma significativa para o crescimento do setor. Segundo dados do relatório do quarto trimestre da empresa, a produção de pelotas e finos de minério no Estado totalizou 15,1 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 55% em comparação com o ano anterior. fonte Rita Benezath – – FINDES

Setor de tabacaria registra taxa de 48,2% de novas empresas em 2025

Setor de tabacaria registra taxa de 48,2% de novas empresas em 2025

O setor de tabacarias no Brasil encerrou o último ano com um fôlego renovado e indicadores que revelam uma transformação no varejo especializado. Dados do Observatório Sebrae apontam que 48,2% das empresas ativas no segmento foram abertas apenas em 2025. Esse percentual evidencia um dinamismo empreendedor elevado, sinalizando que quase metade dos negócios em operação é composta por estabelecimentos recentes. O movimento reflete uma busca estratégica por nichos específicos e modelos de negócio que privilegiam estruturas enxutas e custos operacionais reduzidos.

A força dos novos entrantes mostra que o setor encontrou um caminho de crescimento sólido. A preferência por modelos de menor estrutura permite que o empreendedor tenha maior agilidade na gestão e rapidez na adaptação às demandas locais. Essa renovação do parque empresarial traz conceitos modernos de atendimento e curadoria técnica diretamente para o balcão.

Dados do Observatório Sebrae revelam que 48,2% dos negócios ativos no segmento foram abertos em 2025, impulsionando modelos de estrutura enxuta e nichos especializados. Foto: Reprodução/Freepik

Ao longo do tempo, o portfólio tradicionalmente associado às tabacarias passou por mudanças relevantes. Produtos que marcaram determinados períodos acabaram sendo substituídos ou complementados por outros, como o Pod Descartável Elfa bar, citado apenas como referência de categoria dentro dessa evolução do mercado.

A taxa de 48,2% de novas empresas funciona como um termômetro da confiança do micro e pequeno empreendedor no potencial de consumo desse mercado. Mesmo diante de variações na economia nacional, a abertura de novas unidades manteve um ritmo acelerado. O fenômeno sugere que a tabacaria se tornou uma alternativa viável para quem busca o primeiro negócio ou deseja investir em um setor com alta rotatividade de estoque.

Analistas indicam que o sucesso dessas empresas recentes está ligado diretamente ao planejamento focado em eficiência. Ao optar por lojas menores e processos simplificados, os novos empresários conseguem manter a competitividade e absorver oscilações de custos. O setor permanece em constante atualização, impulsionado por essa entrada massiva de novos CNPJs na base empresarial.

5 Pontos de Atenção para o Novo Empreendedor em 2026

Estrutura Enxuta: Priorizar pontos comerciais com custos fixos reduzidos é a estratégia principal.

Curadoria Técnica: Manter o estoque alinhado com as especificações técnicas de cada dispositivo disponível.

Gestão Digital: O uso de ferramentas para controle de estoque e vendas é essencial para a saúde financeira.

Experiência do Cliente: Oferecer um ambiente informativo e especializado gera valor agregado ao negócio.

Conformidade Legal: Manter toda a documentação e regulamentações específicas em dia assegura a operação.

A predominância de negócios abertos no último ano indica uma transição para modelos de gestão mais ágeis e conectados com as preferências de consumo atuais. O fortalecimento desse ecossistema empreendedor consolida o setor como uma frente resiliente do varejo, capaz de atrair novos investimentos através de estruturas simplificadas e foco em nichos. Fonte Alan Sanana

Mercado global de perfumes movimenta US$ 3,9 bilhões em 2025

Mercado global de perfumes movimenta US$ 3,9 bilhões em 2025

O setor de fragrâncias de prestígio consolidou-se como o principal motor do mercado de beleza nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2025, movimentando US$ 3,9 bilhões. Mesmo em um cenário econômico onde o consumidor prioriza o custo-benefício, o segmento registrou uma alta de 6%, superando categorias tradicionais como maquiagem e cuidados com a pele. O dado faz parte do novo levantamento da Circana, LLC, que aponta um faturamento total de US$ 16 bilhões para o varejo de luxo no período.

Diferente de outros setores que enfrentam estabilidade, os perfumes apresentaram crescimento em todas as frentes: volume de vendas, preço médio e volume de lançamentos. O relatório destaca a busca por concentrações mais altas, como eau de parfum e extratos, além do salto de 15% nas versões miniatura e frascos de viagem.

Impulsionada por lançamentos estratégicos e pela busca por itens de alto custo-benefício, a categoria de fragrâncias de luxo faturou bilhões, tornando-se o pilar de crescimento do setor de beleza Foto: Reprodução/Freepik

O sucesso das novas marcas e a expansão de 17% no varejo de massa refletem a busca por fragrâncias de alta performance com valores acessíveis. Nesse cenário, o Perfume ARMAF Club De Nuit Woman exemplifica a tendência ao oferecer a intensidade e elegância dos extratos de luxo por um custo-benefício atraente. Essa migração para itens de prestígio acessível justifica a resiliência do setor mesmo em tempos de consumo cauteloso.

Se os perfumes reinam no luxo, o cuidado com a pele vive um movimento inverso. O mercado de massa superou o de prestígio, que registrou queda de 1% no faturamento (totalizando US$ 4,6 bilhões). O fenômeno é explicado pela força das marcas “masstige”, que oferecem qualidade premium com preços competitivos. Em contrapartida, os tratamentos capilares e cuidados com o couro cabeludo mantiveram o otimismo, avançando 19%.

A categoria de maquiagem de prestígio teve o desempenho mais discreto do semestre, com alta de apenas 1% (US$ 5,2 bilhões). O setor sobrevive graças aos produtos híbridos e ao sucesso isolado de itens para lábios, delineadores e rímel. No varejo popular, contudo, a maquiagem segue em declínio, refletindo uma seletividade maior do comprador. Fonte Alan Santana

Produtores de Baixo Guandu ampliam conhecimento sobre cafés especiais no Cecafes

Produtores de Baixo Guandu ampliam conhecimento sobre cafés especiais no Cecafes

Muito aprendizado e troca de experiências marcaram a excursão técnica de cafeicultores de Baixo Guandu ao Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo (Cecafes), localizado na Fazenda Experimental do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), em Venda Nova do Imigrante. Realizada na última  terça-feira (3/02), a atividade foi viabilizada pelo projeto Cafeicultura Sustentável, coordenado pelo Incaper.

Participaram da visita 17 produtores de café conilon e arábica, todos da agricultura familiar. A iniciativa foi organizada pelo Escritório Local de Desenvolvimento Rural (ELDR) de Baixo Guandu e teve como foco ampliar o conhecimento sobre práticas que agregam valor ao café, com ênfase na produção de cafés especiais. 

Participaram da visita 17 produtores de café conilon e arábica de Baixo Guandu

“Nosso propósito é impulsionar a produção de cafés especiais em Baixo Guandu, agregando valor e promovendo desenvolvimento no campo. O Incaper acompanha de perto esse processo para que ele seja conduzido com base na sustentabilidade”, destacou a extensionista Michelli Izoton Sossai, do ELDR do município.

Segundo a extensionista, estão previstas para este ano novas ações coletivas voltadas ao aprimoramento da produção em diferentes etapas da cadeia produtiva do café em Baixo Guandu, que produz, em média, 6 mil toneladas de grãos (conilon e arábica) por ano. 

Para o produtor Guilherme Feller Rocon, a visita contribuiu para ampliar a compreensão sobre os cuidados necessários ao longo de todo o processo produtivo. “Conhecemos técnicas e procedimentos que fazem diferença na produção de um café de qualidade. Cada etapa conta, da lavoura ao pós-colheita, da secagem à bebida final”, afirmou.

Sobre o Cecafes

Vinculado ao Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPDI) Serrano do Incaper, o Cecafes atua na valorização dos cafés especiais capixabas, oferecendo capacitação, difusão de boas práticas de pós-colheita, classificação e apoio técnico aos produtores, em articulação com a pesquisa, a extensão e instituições parceiras.

Projeto Cafeicultura Sustentável

Com foco na adoção de práticas sustentáveis e na melhoria da qualidade do café em todas as regiões capixabas, o projeto Cafeicultura Sustentável integra o Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cafeicultura do Espírito Santo, coordenado pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), com financiamento do Programa Inovagro, conduzido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).

fonte e foto
Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper

Flávio Dino manda suspender pagamento de penduricalhos nos Três Poderes

Flávio Dino manda suspender pagamento de penduricalhos nos Três Poderes

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão do pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.

Pela decisão, os Três Poderes têm prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento das verbas indenizatórias sem base legal.

Na decisão, ministro diz que há um “fenômeno da multiplicação anômala”. foto stf

Na decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.

“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.

A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.

Confira mais informações sobre a determinação do ministro Dino no Repórter Brasil, da TV BrasilNa decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.

“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.

A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.

Império dos penduricalhos

Flávio Dino também defendeu que o Congresso aprove uma lei para deixar claro quais as verbas indenizatórias podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional, que é equivalente ao salário dos ministros do Supremo.

“Por este caminho, certamente será mais eficaz e rápido o fim do império dos penduricalhos, com efetiva justiça remuneratória, tão necessária para a valorização dos servidores públicos e para a eficiência e dignidade do serviço público”, ressaltou. 

A suspensão dos penduricalhos foi decidida em um processo no qual Dino negou o pagamento de auxílio-alimentação retroativo a um juiz de Minas Gerais.  Com agencia brasil

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INSS: Primeira parcela do 13º está confirmada para o primeiro semestre

INSS: Primeira parcela do 13º está confirmada para o primeiro semestre

antecipação do 13º do INSS em 2026 deve colocar dinheiro extra no bolso de milhões já no primeiro semestre. O pagamento será dividido entre abril e maio e segue regras específicas de cálculo, descontos e ordem por número do benefício.

Como vai funcionar a antecipação do 13º do INSS em 2026?

A estratégia de liberar o abono anual do INSS antes do fim do ano virou prática recente e continua em 2026. O objetivo é reforçar o orçamento das famílias e estimular o consumo logo após o período de maiores despesas com impostos e contas fixas.

O valor será pago em duas parcelas, junto com a folha mensal, seguindo o dígito final do Número do Benefício. A divisão mantém o modelo usado nos últimos anos, com metade primeiro e o restante depois com ajustes legais aplicados.

A antecipação do 13º do INSS em 2026 será paga em duas parcelas, em abril e maio. A primeira corresponde a 50% do benefício sem descontos. foto bc

Quem tem direito ao pagamento do abono do INSS?

13º salário dos segurados não é liberado para todos os programas assistenciais. A regra vale para benefícios previdenciários específicos. Veja exatamente quem entra no pagamento na lista completa a seguir.

  • Aposentados por idade, tempo de contribuição ou invalidez recebem o abono anual
  • Pensionistas por morte entram no calendário das duas parcelas
  • Beneficiários de auxílio reclusão e auxílio acidente têm direito proporcional
  • Segurados com Auxílio Incapacidade Temporária também recebem valor calculado pelo período
  • Benefício de Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia não recebem 13º conforme a regra vigente

omo é feito o cálculo das duas parcelas do 13º?

primeira parcela do 13º corresponde a 50% do valor bruto do benefício mensal. Esse depósito vem sem desconto de Imposto de Renda, o que faz o crédito cair praticamente integral na conta do segurado.

segunda parcela do abono paga o restante do valor total, mas já com retenções obrigatórias, como Imposto de Renda quando aplicável. O cálculo considera o total devido menos a primeira parte e os descontos legais previsto

Quando cada parcela deve cair na conta do beneficiário?

calendário do 13º antecipado seguirá a lógica tradicional do INSS, organizada pelo final do benefício e pela faixa de valor recebido. A ordem começa pelos menores benefícios e avança de forma escalonada, como você vê nos pontos práticos a seguir.

  • Primeira parcela prevista para abril de 2026 com início pelos finais 1 a 5 de até um salário mínimo
  • Segunda parcela prevista para maio de 2026 seguindo o cronograma mensal regular
  • Consulta liberada no Meu INSS com extrato detalhado antes dos depósitos

Com a liberação antecipada e regras claras de cálculo, o 13º do INSS vira uma ferramenta direta de organização financeira para quem depende do benefício ao longo do ano.

Bertolini Móveis leva novidades à Movelpar

Bertolini Móveis leva novidades à Movelpar

A Bertolini Móveis, empresa do Grupo Bertolini que produz móveis de aço e madeira para a casa, estará novamente na Movelpar Home Show, que será realizada em Arapongas (PR), de 3 a 5 de fevereiro. Voltada ao varejo, a feira é uma importante vitrine para lançamento de produtos, um sinalizador das principais tendências do setor moveleiro e espaço de negócios e networking. A Bertolini levará ao evento linhas de produtos já conhecidas no mercado – Bossa Nova, Serena, Evidence, Estilo, Bella, Dona Maria, Essência e Colors – e os lançamentos: novos módulos da Dona Maria, Cozinha Essência na cor Areia e Linha Multi.

Fabricante brasileira, que é presença tradicional no evento em Arapongas (PR), apresentará ao varejo lançamentos e linhas para casa.

A linha Dona Maria representa os mais de 55 anos de tradição da Bertolini na produção de móveis em aço, com design clássico e ótimo custo-benefício. A novidade é a inclusão de novos módulos à linha, com lançamento para o varejo durante a feira, ampliando o mix de escolhas e permitindo composições que se adaptam melhor aos diferentes tamanhos de casas.

Na linha Essência, a grande novidade é a cor Areia, inclusive com a possibilidade de acabamento em vidro. As peças já estavam disponíveis na cor Pecan (cinza quente), com acabamento em palha sextavada. Os módulos de 40cm em aço oferecem praticidade ao dia a dia, conforto e durabilidade. Na Essência e em todas as linhas em aço da marca estão presentes alta durabilidade, aço 100% tratado e gavetas em aço com abertura total.

Outro lançamento, a linha Multi é ideal para compor casa, escritório ou apartamento, combinando o visual inovador e multifuncional à tradição da Bertolini. Em aço e madeira, a linha disponibiliza onze opções de módulos para diferentes composições e estilos, contam com design exclusivo e em duas opções de cores: grafite e branco. Os módulos aéreos e de chão são soltos e podem ser usados em cozinhas, salas, dormitórios, banheiros, lavanderias, home office e espaços comerciais e industriais. O grande diferencial é que todos os modelos vêm com portas em aço 100% tratado e com pintura eletrostática – de alta resistência e durabilidade – e caixa em MDP melamínico.

Para conhecer todas as novidades, a Bertolini receberá o público no Setor O, estande 4. As equipes comercial, de marketing e representantes da marca estarão disponíveis para apresentar os produtos e lançamentos e suas funcionalidades.

A Bertolini Móveis é uma das unidades de negócios do Grupo Bertolini, que mantém negócios em 25 países. As empresas estão instaladas em mais de 120 mil metros de área construída que manufaturam mais de 500 toneladas de chapas de madeira reflorestadas e mais de 4,2 mil toneladas de aço por mês, para a produção de móveis.

Sobre o Grupo Bertolini
O Grupo Bertolini está consolidado com as marcas Bertolini Móveis (1977), Bertolini Sistemas de Armazenagem (1984), Evviva Móveis Planejados (2002), Logber Logística (2010), Bertolini fornecedora de tubos, slitter e chapas de aço (2013) e Save Space (2022). Atualmente, está presente no Brasil com unidades produtivas e escritórios em Bento Gonçalves (RS), Colatina (ES), Cabo de Santo Agostinho (PE) e também no exterior, com unidades de negócio nos Estados Unidos, México e Colômbia. 

As empresas do grupo:
Bertolini Sistema de Armazenagem: oferece sistemas modernos e seguros no território nacional e em países como Uruguai e Bolívia. Entre seus produtos e serviços de maior destaque estão Drive in, Cantilever, Mezanino, Dinâmico, Push Back, Flow Rack, Bases Móveis e estruturas autoportantes. 

Bertolini Móveis: especializada na produção de móveis modulares em aço e madeira. Está presente em todos os estados do Brasil e em mais de 25 países. Possui unidades em Bento Gonçalves (RS), Colatina (ES) e Cabo de Santo Agostinho (PE), além de Colômbia, México e Estados Unidos.

Save Space: oferece soluções para aproveitamento inteligente dos espaços por meio do desenvolvimento e produção de móveis compactos e multifuncionais.

Evviva: móveis planejados de alto padrão para cozinhas, dormitórios, livings, banheiros, ambientes corporativos e outros. Possui franquias em todo o Brasil e no exterior.  

Bertolini Tubos fornecedora de tubos, slitter e chapas de aço: processando aços nas especificações Fina Frio, Fina Quente e Galvanizados, a Bertolini tem estrutura tecnológica para atender a indústrias automotivas, de implementos agrícolas e rodoviários, máquinas e equipamentos, além de fabricantes do setor moveleiro, metalúrgico e da construção civil.

Logber Logística: empresa de logística que atende o Grupo Bertolini e outras empresas dos segmentos moveleiro, vinícola, autopeças, embalagens, metalúrgico, têxtil e outros, em mais de 1900 cidades do Brasil. Possui frota própria e terceirizada, com mais de 200 veículos. Atende todo Brasil por meio de unidades logísticas próprias posicionadas estrategicamente nos estados do Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Pernambuco. 

fonte e foto
Thamy Spencer | Larissa Rizzon | Ricardo Dini
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Setor de rochas naturais do Brasil será homenageado em sessão solene no Congresso Nacional

Setor de rochas naturais do Brasil será homenageado em sessão solene no Congresso Nacional

Pela primeira vez na história, o setor produtivo de rochas naturais do Brasil é tema de uma sessão solene no Congresso Nacional, realizada a pedido da bancada de deputados federais do Espírito Santo, maior estado exportador do segmento. A cerimônia está marcada para o dia 11 de fevereiro, às 11 horas, no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados, em Brasília, sob a condução do líder da Bancada Capixaba, o deputado federal Josias Da Vitória. A iniciativa representa um reconhecimento institucional inédito à relevância econômica, social e estratégica do arranjo produtivo de rochas naturais para o desenvolvimento do país.

Tales Machado, presidente da Centrorochas, que vai representar a entidade na sessão solene.

A sessão solene integra a agenda oficial do Legislativo e configura uma homenagem parlamentar ao setor de rochas naturais. O segmento é representado nacionalmente pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) e conta com a participação de entidades e instituições que atuam diretamente nos principais polos produtivos do país, como o Sindirochas (Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo), o Sinrochas (Sindicato Intermunicipal da Indústria de Beneficiamento de Mármores, Granitos e Rochas Ornamentais no Estado de Minas Gerais) e o Simagran (Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos do Estado do Ceará), sindicatos patronais dos três maiores estados exportadores de rochas naturais do Brasil, respectivamente, Espírito Santo, Minas Gerais e Ceará.

Também participam da cerimônia o Cetemag (Centro Tecnológico do Mármore e Granito) e a Rochativa (Associação de Atividades Sociais do Setor de Rochas Ornamentais do Espírito Santo), reforçando a dimensão técnica, social e institucional do setor, que responde por cerca de 480 mil empregos diretos e indiretos no país.

Cerimônia inédita vai reconhecer um dos setores mais internacionalizados da indústria brasileira, com forte impacto econômico, geração de empregos e divisas e presença em todas as regiões do país

O Brasil figura entre os principais protagonistas globais do setor de rochas naturais. É o 4º maior produtor mundial e o 5º maior exportador, com participação de 7% no comércio internacional do segmento. O país detém ainda a maior diversidade geológica do mundo, com mais de 1.200 variedades de materiais, reconhecidas pela qualidade, resistência e estética singular.

Em 2025, o setor brasileiro de rochas naturais registrou recorde histórico de exportações, alcançando US$ 1,48 bilhão, crescimento de 17,5% em relação ao ano anterior. As vendas externas alcançam 132 países, com destaque para os Estados Unidos, principal destino, responsáveis por 53,6% das exportações, seguidos por China, Itália, México, Reino Unido e Espanha.

Vale ressaltar que o Espírito Santo se consolida como o maior polo exportador do país, concentrando 78,5% do valor exportado em 2025, com aproximadamente US$ 1,2 bilhão, além de responder por cerca de 30% dos empregos do setor no Brasil e por 10% do PIB estadual. Minas Gerais, Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte também se destacam como importantes polos produtivos e exportadores.

Além da relevância econômica, o setor de rochas naturais brasileiro avança de forma consistente em sustentabilidade, inovação e tecnologia. Mais de 95% da água utilizada no processo produtivo é reutilizada, há crescente uso de energia renovável, reaproveitamento integral de materiais e desenvolvimento de soluções de economia circular, como o FiBRO, a remineralização de solos e o uso de subprodutos na construção civil e na mineração.

A sessão solene também irá destacar a importância de um ambiente regulatório compatível com a realidade do setor, especialmente nos campos ambiental, mineral, logístico e de infraestrutura.

Para a Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas), entidade que reúne mais de 470 empresas associadas e apoiadas, distribuídas em 17 estados, os avanços nessa agenda são fundamentais para ampliar a competitividade internacional do Brasil, preservar empregos, estimular investimentos e garantir previsibilidade às empresas.

Na ocasião, a associação nacional irá prestar homenagens a autoridades e instituições que contribuem de forma decisiva para o fortalecimento do setor, com destaque para a parceria com a ApexBrasil, responsável por ações estruturantes de promoção internacional das rochas naturais brasileiras e pelo fortalecimento da presença do país nos principais mercados globais.

SERVIÇO:

Sessão Solene em Homenagem ao Setor Produtivo de Rochas Naturais do Brasil

Data: 11 de fevereiro de 2026

Horário: 11h

Local: Plenário Ulysses Guimarães – Câmara dos Deputados, Brasília (DF)

Sobre a Centrorochas

A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) está presente em todas as demandas nacionais para aumentar a competitividade do setor de rochas naturais. A associação ainda atua diretamente dando suporte nos trâmites relacionados à presença do empresário brasileiro no exterior combinando com atividades comerciais e operacionais relativas ao desenvolvimento e evolução das empresas brasileiras.

A associação representa empresas de toda a cadeia produtiva do setor, abrangendo mineração, transformação industrial e exportação de rochas naturais. São mais de 470 empresas entre associadas e apoiadas, distribuídas em 17 estados brasileiros e presentes em todas as regiões do país, sendo 76% localizadas no Sudeste, 17% no Nordeste, 3% no Sul, 3% no Centro-Oeste e 1% na região Norte.

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025

Déficit primário do Governo Central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025

Pressionado pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou 2025 com déficit primário de R$ 61,69 bilhões, o equivalente a 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

O número foi divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, junto com o resultado de dezembro. No último mês do ano, houve superávit primário de R$ 22,1 bilhões.[

Déficit teve aumento real de 32,3% em relação a 2024, foto bc

“O resultado [do ano] conjugou um superávit de R$ 255,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central e um déficit de R$ 317,2 bilhões na Previdência Social (RGPS). Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (R$ 79,1 bilhões)”, explicou o Tesouro Nacional.

O déficit no ano teve aumento real (descontada a inflação) de 32,3% em relação a 2024, quando o déficit primário tinha ficado em R$ 42,92 bilhões (0,36% do PIB), puxado pelos gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e também pelo crescimento de gastos obrigatórios da Previdência Social e BPC.

O resultado do ano passado veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 68,21 bilhões em 2025.

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Meta fiscal

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal estabelecem meta de déficit primário zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto para cima ou para baixo, para o Governo Central. No limite inferior da meta, isso equivale a déficit de até R$ 31 bilhões.

Ao considerar apenas os gastos dentro do arcabouço fiscal, o déficit primário ficou em R$ 13 bilhões (0,1% do PIB). Ou seja, estão excluídos da meta R$ 48,68 bilhões de compensações autorizadas, como o pagamento de precatórios excedentes, despesas para ressarcimento dos descontos indevidos dos benefícios previdenciários, despesas temporárias de educação e saúde e gastos em projetos estratégicos de defesa.

O déficit de 2025 poderia ter sido ainda maior não fosse o empoçamento de R$ 8 bilhões, que são os recursos empenhados (autorizados) que não conseguem ser gastos pelo governo, como emendas impositivas ou gastos vinculados que não podem ser remanejados dentro do mesmo ministério.

Do lado da receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit mais alto.

Receitas e despesas

No ano de 2025, entre os destaques para o crescimento das receitas estão:

  •  R$ 43,56 bilhões (5,2%) na arrecadação com o imposto de renda, em especial com rendimentos do trabalho, rendimentos do capital e rendimentos dos residentes no exterior, além de aumento no Imposto de Renda Pessoa Física;
  •  R$ 15,4 bilhões (21,3%) com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), decorrente da maior arrecadação com operações de câmbio (saída), crédito a pessoas jurídicas e títulos e valores mobiliários;
  •  R$ 13,7 bilhões (38,3%) com outras receitas administradas pela Receita Federal, cujo resultado decorreu, em parte, de maiores recolhimentos de participação da União nas receitas de loteria;
  •  R$ 37 bilhões (5,4%) com receita previdenciária, refletindo o dinamismo do mercado de trabalho, o crescimento real dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha;
  •  R$ 14,8 bilhões (11,7%) com exploração de recursos naturais, explicada, majoritariamente, pela maior arrecadação na área do pré-sal e pelo recebimento, em 2025, de recursos derivados da celebração de acordo referente à Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte, bem como de leilão de alienação dos direitos e obrigações da União.

Porém, houve queda de R$ 26,3 bilhões (34,3%) nas receitas em dividendos e participações, justificado especialmente pela redução nos pagamentos da Petrobras e BNDES.

Pelo lado das despesas, os principais aumentos foram:

  •  R$ 41,4 bilhões (4,1%) em benefícios previdenciários;
  •  R$ 10,8 bilhões (9,1%) com BPC. Esses dois primeiros itens influenciados pelo aumento do número de beneficiários e pela política de reajuste do salário-mínimo;
  •  R$ 16,9 bilhões (4,3%) com pessoal e encargos sociais, em razão dos reajustes concedidos aos servidores públicos do Poder Executivo;
  •  R$ 10 bilhões (19,7%) com a complementação da União ao Fundeb;
  •  R$ 11,9 bilhões (6,1%) com despesas discricionárias.

Por sua vez, houve redução de R$ 20,7 bilhões (76,3%) com gastos extraordinários, em razão das ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul no ano de 2024, o que não houve em 2025. Com agência brasil