Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato superam 3 milhões de votos

Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato superam 3 milhões de votos

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), de 30 anos, superou 3 milhões de votos e se tornou o deputado mais votado da história da Câmara. Com 99,97% dos votos apurados, ele recebeu 3.119.051 votos, quase seis vezes mais que a segunda colocada, Ana Elisa, do PT.

Nikolas Ferreira discursa na tribuna da Câmara – Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), de 30 anos, superou 3 milhões de votos e se tornou o deputado mais votado da história da Câmara. Com 99,97% dos votos apurados, ele recebeu 3.119.051 votos, quase seis vezes mais que a segunda colocada, Ana Elisa, do PT.

Confira a lista dos campeões de voto por estado

Nikolas já havia sido o deputado mais votado do país na eleição passada (2022), com 1,47 milhão de votos. Ele tinha 26 anos e era vereador em Belo Horizonte. É formado em Direito.

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Nesta eleição, ele superou os recordes anteriores: de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que conquistou 1,84 milhão de votos em 2018; e Enéas Carneiro, que obteve 1,57 milhão de votos em 2002.

Lucas Pavanato em foto de campanha – Foto: Divulgação

Segundo colocado

O youtuber e vereador de São Paulo Lucas Pavanato (PL), de 28 anos, ficou em segundo lugar. Com 100% dos votos apurados, ele obteve 3.038.438 votos – quase o dobro da segunda colocada, a atual deputada Erika Hilton (Psol).

Entre as propostas de Pavanato, divulgadas em seu site, estão: proibir terapias hormonais como procedimentos de transição de gênero em menores de 18 anos; acabar com as cotas raciais, cotas de gêneros e cotas exclusivas para travestis, substituindo-as por cotas baseadas em critérios socioeconômicos; acabar com a maioridade penal para crimes hediondos; privatizar as empresas estatais que estiverem dando prejuízo; proibir a utilização de banheiro oposto ao sexo biológico.

Ele é natural de Sorocaba (SP) e se define como empresário e administrador. Sua trajetória política teve início em São José dos Campos (SP).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno das eleições para presidente

Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno das eleições para presidente

A disputa pela Presidência da República terá um segundo turno com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Com 99,97% das urnas apuradas, Flávio chegou na frente, com 47,04% dos votos válidos, alcançando 56.098.457 milhões de votos, enquanto Lula obteve 45,15% dos votos válidos, equivalentes a 53.846.396 milhões de votos. A nova votação ocorrerá dia 25 de outubro. 

A disputa pela Presidência da República terá um segundo turno com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL)

O comparecimento às urnas foi de 78,92% dos eleitores inscritos, com abstenção de 21,08%. O Escritor Augusto Cury (Avante) ficou em terceiro lugar, com 3.447.885 votos, num total de 2,89% de votos válidos. Renan Santos (Missão) teve 2.675.584 votos — 2,25% dos votos válidos. Brancos e nulos alcançaram 1,84% e 2,93%.

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Flávio Bolsonaro

Aos 45 anos de idade, Flávio Nantes Bolsonaro concorre pela primeira vez à Presidência da República. Atualmente é senador pelo estado do Rio de Janeiro, com mandato de 2019 a 2026, e preside a Comissão de Segurança Pública (CSP). Flávio foi o relator do texto que resultou na Lei 14.843, de 2024, que restringe a saída temporária de presos, e do que modernizou a legislação nacional do turismo — Lei 14.978, de 2024. 

A escolha de Flávio como candidato do Partido Liberal (PL) partiu de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, declarado inelegível pelo TSE por abuso de poder político e de comunicação nas eleições de 2022 e posteriormente condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

Nascido em Resende (RJ) em 1981, Flávio formou-se em direito. Iniciou a carreira pública como deputado estadual em 2003, reelegendo-se quatro vezes seguidas. Saiu da Assembleia Legislativa em 2019 para o Senado.

O vice-presidente na chapa de Flávio é Alfredo Gaspar (PL), ex-promotor de justiça de Alagoas, que se tornou deputado federal pela primeira vez em 2023. Em 2025, foi relator da CPMI do INSS, que investigou fraudes em aposentadorias e pensões.

Lula

Aos 80 anos de idade, Luiz Inácio Lula da Silva busca a reeleição. Nasceu em Garanhuns (PE) em 27 de outubro de 1945. Aos sete anos, migrou com a família para São Paulo. Tornou-se presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema. Em 1979, durante a ditadura, liderou greves na região do ABC Paulista, tornando-se nacionalmente conhecido. 

Lula é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em 1980. Foi eleito deputado federal por São Paulo em 1986 e participou da elaboração da Constituição de 1988, como deputado constituinte. Depois, concorreu três vezes a presidente, perdendo no segundo turno para Fernando Collor, em 1989, e chegando em segundo lugar no primeiro turno nas disputas com Fernando Henrique Cardoso, em 1994 e 1998.

Lula exerce seu terceiro mandato como presidente. Eleito primeiramente em 2002, foi reeleito e deixou o poder em 2010, com alta popularidade. Voltou ao cargo em 2023, derrotando Jair Bolsonaro. Em 2018, havia sido impedido de concorrer com base da Lei da Ficha Limpa, tendo sido condenado por corrupção passiva pela 14ª Vara Federal, de Curitiba. Em 2021, após as revelações de conversas entre então juiz federal Sérgio Moro e os promotores responsáveis pela Operação Lava Jato, o STF anulou a condenação de Lula, que recuperou os direitos políticos.

O vice na chapa de Lula é Geraldo Alckmin (PSB), que começou a carreira política em 1973, como vereador em Pindamonhangaba (SP). Alckmin foi governador de São Paulo de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018. Tentou a Presidência em 2006, quando perdeu para Lula, e em 2018, quando chegou em quarto lugar.

Resultados

A votação dos candidatos à Presidência neste primeiro turno ficou assim: 

  • em 1º lugar, Flávio Bolsonaro (PL), com 47,05% dos votos válidos;
  • em 2º lugar, Lula (PT), com 45,14%;
  • em 3º lugar, Escritor Augusto Cury (Avante), com 2,89%
  • em 4º lugar, Renan Santos (Missão), com 2,24%;
  • em 5º lugar, Ronaldo Caiado (PSD), com 2,18%;
  • em 6º lugar, Zema (Novo), com 0,27%;
  • em 7º lugar, Samara (UP), com 0,10%;
  • em 8º lugar, Hertz Dias (PSTU), com 0,04%;
  • em 9º lugar, Clariana Barão (DC), com 0,03%;
  • em 10º lugar, Edmilson Costa (PCB), com 0,02%;
  • em 11º lugar, Veterinário Wilson Grassi (Democrata), com 0,01%;
  • em 12º lugar, Rui Costa Pimenta (PCO), 0,01%.

Fonte: Agência Senado

PL terá maior bancada em início de legislatura no Senado desde 1988

PL terá maior bancada em início de legislatura no Senado desde 1988

O PL deverá ser o maior partido no Senado a partir do início de 2027, após eleger 19 senadores nas eleições deste domingo (4). A bancada do partido deverá ter 28 membros. A de nenhum outro partido deve chegar a um terço desse total: o PT, com 9 senadores, e o MDB, com 8, são as bancadas seguintes em número de integrantes.

O recorde anterior era de 1999, do MDB (então PMDB), que iniciou a legislatura com 27 senadores na sua bancada. Foto: Agência Senado

Caso esse número se confirme em fevereiro, quando os novos senadores tomarem posse, isso também fará do PL a maior bancada partidária do Senado ao início de uma legislatura desde a promulgação da Constituição de 1988. O recorde anterior era de 1999, do MDB (então PMDB), que iniciou a legislatura com 27 senadores na sua bancada.

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O cálculo das bancadas para o próximo ano considera que dois senadores com mandato até 2031 foram eleitos para os governos dos seus estados, deixando a cadeira para os suplentes:

  • Cleitinho (Republicanos-MG): o primeiro suplente é Alex Diniz (PL)
  • Sergio Moro (PL-PR): o primeiro suplente é Luís Felipe Cunha (União)

Além disso, há um senador que atualmente está sem partido: Romário (RJ).

Esses números são uma previsão, embasada nas atuais bancadas do Senado e nos resultados eleitorais deste domingo. Tanto os candidatos eleitos quanto os senadores que já têm mandato podem trocar de partido ou assumir ministérios antes do início da próxima legislatura, em fevereiro, o que alteraria os números projetados.

Outros acontecimentos podem afetar a projeção das bancadas para o ano que vem

Senadores que concorrem a governador: Três dos atuais senadores com mais quatro anos de mandato disputam os governos de seus estados no segundo turno, no próximo dia 25. Se forem eleitos, os suplentes assumem o lugar no Senado. No caso de dois deles, essa substituição vai acarretar em alteração no panorama das bancadas: Alan Rick (Republicanos-AC), cujo primeiro suplente é Gemil Júnior (PSD); e Omar Aziz (PSD-AM), cuja primeira suplente é Cheila Moreira (PT). A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) também disputa o segundo turno, mas sua primeira suplente, Professora Lu, é do mesmo partido.

  • Candidatura sub judice: Deltan Dallagnol (Novo), eleito no Paraná, foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023 porque havia renunciado ao cargo de procurador da República enquanto respondia a processo disciplinar. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou a candidatura de Dellagnol, mas a acusação recorreu ao TSE. O ministro relator, Floriano de Azevedo, chegou a indeferir o registro de Dallagnol em decisão monocrática, no sábado (3), mas a decisão foi suspensa pelo presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, até que o plenário do TSE analise o caso. Se a inelegibilidade for confirmada, será preciso promover uma nova eleição no respectivo estado para a vaga.
  • Suplentes em exercício temporário: Jussara Lima (PSD-PI) exerce o mandato no lugar de Wellington Dias (PT), que é ministro do Desenvolvimento e Assistência Social. Se Dias deixar o ministério e retornar ao Senado, a cadeira muda de bancada. Lourdinha Pereira (PSB-MA) exerce o mandato no lugar de Ana Paula Lobato (PSB), que está licenciada até novembro. Como elas são do mesmo partido, o retorno da senadora titular não vai alterar a composição das bancadas. Sargento Reginauro (PSDB-CE) exerce o mandato no lugar de Eduardo Girão (Novo), que foi candidato a vice-presidente. O mandato se encerra em janeiro e, portanto, não entra na projeção das bancadas a partir de 2027.

Comparação

A configuração de forças no Plenário do Senado se altera significativamente com esse resultado eleitoral. Na comparação com o início da legislatura, em 2023, e com o início deste ano, o “primeiro escalão” do Senado deixa de ser composto por um conjunto de bancadas de tamanhos próximos.

Apesar da maior concentração de senadores em um único partido, o Senado deverá ter mais bancadas no início do próximo ano do que tinha quando a legislatura atual começou: serão 13 em 2027, contra 12 em 2023.

O partido que mais perdeu cadeiras do Senado com as eleições de 2026 foi o PSD. A legenda tinha 15 senadores no início da legislatura atual e 13 no começo deste ano, e deverá contar com apenas 5 membros a partir de 2027.

PP e União compõem a federação União Progressista, registrada no TSE desde março deste ano. No Senado, porém, os dois partidos são contados como bancadas independentes.

Números dos eleitos

A marca de 19 novos senadores eleitos pelo PL também se destaca por ser a primeira vez sob a Constituição de 1988 que um partido elege tantos senadores num mesmo pleito. O recorde anterior era de 14, atingido pelo PMDB em 1994 e em 2010 e pelo extinto PFL em 2002.

Proporcionalmente, o PL elegeu 35,2% das 54 cadeiras do Senado em disputa neste ano. O resultado só é inferior aos 44,4% atingidos pelo PMDB em 1998, ano em que apenas 27 cadeiras estavam em jogo.

Além disso, o partido fez cinco “dobradinhas”, elegendo os dois senadores de um mesmo estado: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. No período pós-1988, o número máximo de “dobradinhas” que um partido havia conseguido fazer em uma mesma eleição era de três: o PFL fez em 1994 e também em 2002.

Dos 32 senadores que concorreram à reeleição em 2026, 14 tiveram sucesso. Dois senadores foram eleitos aos governos de seus estados já no primeiro turno

Doze candidatas mulheres foram eleitas, a maior marca da história. A bancada feminina deve ter 18 senadoras no início de 2027, a maior até hoje.

O resultado das urnas de 2026 revela um cenário partidário muito mais consolidado do que eleição de 2018, a última que renovou dois terços dos assentos do Senado. Naquela ocasião, nada menos do que 20 partidos elegeram ao menos um candidato. Desta vez, foram 13 partidos.

Das legendas que fizeram senadores em 2018, sete foram extintas desde então, participando de fusões ou incorporações com outros partidos:

  • DEM e PSL deram origem ao União Brasil
  • PSC e PHS foram incorporados pelo Podemos
  • O PROS foi incorporado pelo Solidariedade
  • O PTB fundiu-se ao Patriota para formar o PRD
  • O PRP havia sido incorporado ao Patriota antes da fusão

Outras três legendas mudaram sua identidade, e hoje disputam eleições com outros nomes:

  • PR: hoje PL
  • PPS: hoje Cidadania
  • PRB: hoje Republicanos

Fonte: Agência Senado

Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

FA eleição deste domingo (4) definiu os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado para os próximos oito anos. Quarenta vagas serão renovadas, o equivalente a 74% das cadeiras em disputa. As demais serão ocupadas por senadores que conseguiram se reeleger.

Dos 32 senadores atuais que tentaram se reeleger, 14 conseguiram um novo mandato. Foto Agência Senado

Dos 32 atuais senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, o que corresponde a 43,7%. 

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Antes mesmo da apuração, já se sabia que haveria mudança significativa na composição da Casa a partir de 2027. Isso porque, entre os ocupantes das 54 cadeiras em disputa, 13 não eram candidatos e outros 9 disputaram cargos diferentes ou participaram das eleições como suplentes. Com o resultado das urnas, a renovação foi ampliada pela derrota de 18 dos 32 senadores que tentavam permanecer no cargo. 

Foram reeleitos, em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

Números

A disputa de 2026 repete um dado de 2018: nos dois pleitos, 32 titulares tentaram continuar no Senado. Em 2018, porém, apenas 8 foram reeleitos, e a renovação alcançou 46 das 54 cadeiras, ou 85,19%. Em 2026, o índice de reeleição foi maior, e a taxa de renovação, menor. 

As outras 27 cadeiras do Senado não estavam em disputa neste ano porque foram preenchidas na eleição de 2022 e têm mandato até janeiro de 2031. Ainda assim, algumas terão mudança a partir do próximo ano. 

Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores, enquanto Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno nos respectivos estados. O Senado é renovado alternadamente a cada quatro anos: em uma eleição são escolhidos dois terços da Casa e, na seguinte, um terço. 

Fonte: Agência Senado

Lula e Flávio vão disputar 2º turno para presidente da República

Lula e Flávio vão disputar 2º turno para presidente da República

Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem em disputa no segundo turno da eleição para presidente da República. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, realizado neste domingo (4), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Candidatos foram os mais votados no primeiro turno de 2026

Flávio terminou a apuração em primeiro lugar, com 44.85 % dos votos válidos, o equivalente a 55.499.853 votos. Lula ficou em segundo, com 44.7%, ou 55.499.853 votos.

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Até às 21h01, 98,2% das urnas haviam sido totalizadas.

A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno. A nova votação está marcada para 25 de outubro. fonte e foto AGÊNCIA BRASIL

Com 44,2%, Ricardo vence terceira pesquisa seguida e aumenta chance de vitória em primeiro turno

Com 44,2%, Ricardo vence terceira pesquisa seguida e aumenta chance de vitória em primeiro turno

O governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB), lidera mais uma pesquisa que mede a preferência dos capixabas para as eleições deste domingo (04).

Levantamento da Brand Consultoria e Opinião para o primeiro turno, traz Ricardo (MDB/ES) em primeiro com 44,2%. Em segundo Lorenzo Pazolini (Republicanos/ES) com 38,7 e Helder Salomão (PT/ES), na terceira colocação, com 14,9%. Esse resultado é o do cenário estimulado, quando se apresenta os nomes dos candidatos, e considera apenas os votos válidos.

Levantamento também traz atual governador com vitória de 54,4% em segundo turno. Foto: Cid Costa

Faltando um dia para as eleições, Ricardo lidera mais uma pesquisa. As outras recentes divulgadas foram a da Quaest e a do Instituto Real Time Big Data, ambas com o governador em primeiro lugar nos 1° e 2º turnos.

A Brand Consultoria também testou cenário para o segundo turno. Com 54,4% dos votos dos capixabas, Ricardo garante a reeleição ao Governo do Espírito Santo. Pazolini fica com 45,6%.

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Nestas quinta e sexta-feira, o governador Ricardo e o candidato a senador Renato Casagrande (PSB) cumpriram agendas em Cariacica, Linhares, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. Neste sábado, os compromissos estão programados para Serra, Vila Velha e Vitória.

A pesquisa Brand foi realizada entre os dias 25 e 29 de setembro, com 1.200 eleitores entrevistados em 30 municípios do Espírito Santo.

A margem de erro máxima estimada é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, sobre os resultados globais, e o nível de confiança é de 95%. No Tribunal Regional Eleitoral o registro é o ES-04492/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral é o BR-09816/2026.

Foto: Cid Costa

”Quem vota 10, vota 1010”: Pazolini reforça campanha de Erick Musso na reta final

”Quem vota 10, vota 1010”: Pazolini reforça campanha de Erick Musso na reta final

A reta final da campanha de Erick Musso (Republicanos) a deputado federal ganhou o reforço direto de Lorenzo Pazolini, candidato do partido ao Governo do Espírito Santo. Com o mote “Quem vota 10, vota 1010”, Pazolini passou a pedir votos para Erick, inclusive em inserções da propaganda eleitoral, e reforçou publicamente a dobradinha entre as candidaturas majoritária e proporcional do Republicanos.

Candidato a governador entrou na mobilização em favor de Musso, que chega aos últimos dias de campanha reunindo apoios de diferentes setores políticos e da sociedade capixaba

Erick concorre à Câmara dos Deputados com o número 1010, enquanto Pazolini disputa o Governo do Estado com o número 10.

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A entrada de Pazolini na mobilização ocorre em um momento em que a campanha de Erick reúne uma ampla rede de apoios. Antes mesmo desta reta final, diferentes lideranças do Republicanos já haviam declarado publicamente voto no candidato a federal, entre elas Romualdo Gianordoli, Marcos Garcia, Bruno Lorenzutti, Davi Esmael, Pablo Muribeca, Alcântaro Filho, Coronel Wagner, Anderson Goggi, Johnatan Maravilha, entre outros agentes públicos.

Outro apoio de peso veio da prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP), que entrou publicamente na campanha e declarou Erick como seu candidato a deputado federal. A aproximação entre os dois é anterior ao atual processo eleitoral e passa pela relação institucional construída quando Cris presidia a Findes e Erick comandava a Assembleia Legislativa, além da convivência posterior na administração municipal de Vitória.

Além das lideranças políticas, a campanha de Erick Musso consolidou apoios em diferentes segmentos da sociedade civil organizada, reunindo representantes do setor produtivo, lideranças religiosas, profissionais de diferentes categorias e movimentos sociais. A estratégia nesta reta final é transformar essa rede de relações construída ao longo da trajetória pública de Erick em mobilização eleitoral nos municípios capixabas.

O movimento também evidencia a unidade do Republicanos em torno da candidatura. Erick é presidente estadual da legenda e chega à disputa pela Câmara depois de ter exercido dois mandatos como deputado estadual e comandado a Assembleia Legislativa por três biênios.

A relação política com Pazolini também vem de longa data. Erick integrou a administração de Vitória como secretário de Governo e participou diretamente das articulações para a construção da candidatura de Pazolini ao Palácio Anchieta.

Agora, na reta final, o movimento se inverte: Pazolini entra diretamente na campanha proporcional para pedir votos ao aliado.

“Quem vota 10, vota 1010” passa, assim, a sintetizar a estratégia conjunta das duas campanhas nos últimos dias antes da eleição.

Com a intensificação das agendas de rua e a incorporação de novos apoios, a campanha de Erick entra nos últimos dias buscando ampliar a votação em diferentes regiões do Espírito Santo. Dentro do Republicanos, a sequência de manifestações públicas de lideranças em favor do 1010 demonstra a centralidade que sua candidatura adquiriu na estratégia proporcional da legenda.

A mensagem que deve ganhar as ruas até domingo é curta e direta: “Quem vota 10, vota 1010. Pazolini governador e Erick Musso deputado federal.”

TRE-ES realizará Teste de Integridade das urnas eletrônicas no dia da eleição

TRE-ES realizará Teste de Integridade das urnas eletrônicas no dia da eleição

Os procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas das Eleições 2026 terão início no sábado (3/10), véspera da eleição, com a cerimônia pública de escolha e sorteio das seções eleitorais que participarão dos testes. A atividade começará às 8h, no Plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), localizado no 3º andar da sede do Tribunal.

Conforme o disposto nos artigos 57, 57-A, 57-B, 58 e 59-A da Resolução TSE nº 23.673/2021 e no artigo 38 da Resolução TRE-ES nº 36/2026, serão escolhidas 20 urnas eletrônicas para serem auditadas no dia da votação, por meio do Teste de Integridade, que tem como objetivo verificar seu funcionamento em condições normais de uso. Outras três urnas serão submetidas ao Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais, realizado nas próprias seções eleitorais, para verificar a autenticidade dos sistemas nelas instalados.

Justiça Eleitoral capixaba incentiva eleitoras e eleitores a participarem do Teste de Integridade, caso sejam convidados

Teste de Integridade

No domingo (4/10), dia da eleição, 18 urnas eletrônicas, correspondentes às seções escolhidas ou sorteadas no dia anterior, serão submetidas ao Teste de Integridade. O procedimento ocorrerá das 7h às 17h, na Rua Desembargador Sampaio, nº 244, Praia do Canto, em Vitória.

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O Teste de Integridade permite verificar, em ambiente controlado e simultaneamente à votação oficial, se os votos registrados nas urnas eletrônicas correspondem exatamente aos votos inseridos durante a auditoria.

Duas urnas também participarão do Teste de Integridade com Identificação Biométrica. Durante o procedimento, eleitoras e eleitores poderão ser convidados a participar voluntariamente da verificação. A iniciativa tem como objetivo ampliar a transparência do processo eleitoral e permitir que o próprio eleitor acompanhe uma das etapas de fiscalização das urnas eletrônicas.

O TRE-ES também incentiva eleitoras e eleitores que votarão nas seções localizadas na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Aristóbulo Barbosa Leão, na Avenida Vitória, nº 3.010, em Bento Ferreira, Vitória, a participarem voluntariamente do Teste de Integridade com Identificação Biométrica.

A participação é voluntária e integra as ações de transparência e fiscalização do processo eleitoral.

Teste de Autenticidade

Também no domingo (4/10), serão realizados os Testes de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais. Diferentemente do Teste de Integridade, esse procedimento ocorre na própria seção eleitoral, antes do início da votação, nas urnas das seções escolhidas ou sorteadas no sábado (3/10).

O objetivo é verificar se os sistemas instalados nas urnas eletrônicas correspondem aos sistemas oficiais desenvolvidos, assinados digitalmente e lacrados pela Justiça Eleitoral.

As atividades de auditoria são públicas e podem ser acompanhadas por representantes de partidos políticos, federações e coligações, além de outras pessoas interessadas. Todo o procedimento do Teste de Integridade também será gravado por câmeras e transmitido pelo canal do TRE-ES no YouTube. FONTE TREES

Comunicação da Assembleia fará cobertura do primeiro turno das eleições

Comunicação da Assembleia fará cobertura do primeiro turno das eleições

Neste domingo (4), a Assembleia Legislativa (Ales) vai disponibilizar todos os seus canais de comunicação para apresentar os resultados e a repercussão do primeiro turno das eleições gerais. As equipes da TV Ales, do portal institucional e das redes sociais da Casa realizarão a cobertura jornalística das eleições, com programação ao vivo, reportagens, entrevistas e muita informação.

TV Ales, portal e redes sociais do Legislativo estadual estão mobilizados neste domingo (4) para divulgar resultados, análises e repercussões do primeiro turno

Equipes de reportagem estarão nas ruas desde cedo e, às 17 horas, com o término da votação em todo o Brasil, o “Especial Eleições 2026” vai ao ar na TV Ales. O programa ao vivo será conduzido pela jornalista Patrícia Bravin, diretamente do Plenário Dirceu Cardoso, com a participação de comentaristas que vão repercutir os resultados e analisar o cenário político para os próximos quatro anos.

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Durante a programação ao vivo, Higor Pinheiro vai atualizar os telespectadores sobre o resultado das urnas, com transmissão simultânea do painel de apuração do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES).

“A eleição é um dos momentos mais importantes da democracia, e informação de qualidade também faz parte desse processo. O que a Assembleia faz é colocar a estrutura da comunicação pública a serviço do cidadão. Nosso compromisso é acompanhar esse momento com responsabilidade jornalística, informação checada e equilíbrio, permitindo que o capixaba acompanhe a apuração e conheça os representantes escolhidos pelo voto”, explica o secretário de Comunicação da Ales, Leonardo Nunes.

A TV Ales é transmitida na Grande Vitória pelo canal 3.2, em sinal aberto e digital, pelo canal 12 da Claro, canal 23 da RCA e pelo canal 519.2 da Sky Digital. A programação também pode ser acompanhada pelo portal institucional e pelo canal da Assembleia no YouTube.

Portal e redes sociais

O portal institucional também participa da cobertura jornalística do primeiro turno, com a divulgação do resultado final do pleito para os cargos de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República.

Além dos resultados, o portal vai trazer o perfil dos candidatos eleitos e dos candidatos que disputarão o segundo turno, marcado para o próximo dia 25.

“Mais do que divulgar números, queremos ajudar a sociedade a compreender o que esses números representam. Afinal, quando termina a apuração, começa uma nova etapa da relação entre o cidadão e aqueles que foram escolhidos para representá-lo na Casa de Leis capixaba”, enfatiza o secretário.

A equipe do Instagram da Ales também estará de plantão, acompanhando a apuração diretamente da sede do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES) e realizando transmissões ao vivo para atualizar o público sobre a movimentação e os resultados do pleito.

Tradição

Leonardo Nunes lembra que a cobertura das eleições gerais ao vivo vem sendo feita desde 2008 e está se consolidando como uma tradição na história do canal.

“Porque comunicação pública não pode existir apenas para falar da instituição. Ela precisa, antes de tudo, servir à sociedade. A cobertura das eleições pela TV Ales é um bom exemplo disso. É um trabalho jornalístico que atravessa diferentes gestões e se consolidou como parte da missão da emissora”, pontua.

Rede Legislativa

Além da cobertura para os capixabas, a Ales também vai produzir reportagem sobre o pleito no estado para a Rede Legislativa de TV Digital. O gestor da Comunicação da Ales vê essa integração entre as TVs da Câmara dos Deputados, do Senado, de outras assembleias e das câmaras municipais como uma importante troca de conteúdo que amplia o acesso da população à informação de qualidade.

“Essa parceria mostra a força que a comunicação pública ganha quando trabalha em rede. O Espírito Santo deixa de acompanhar a eleição apenas a partir de uma perspectiva local e passa também a contribuir com essa cobertura nacional, levando para o restante do país as informações e o olhar de quem está aqui”, frisa.

Acompanhe a cobertura das eleições pelos canais de comunicação da Assembleia Legislativa: TV Ales, portal institucional, YouTube, Facebook e Instagram.

Da Vitória assume compromisso de lutar pela redução do Imposto de Renda dos produtores rurais

Da Vitória assume compromisso de lutar pela redução do Imposto de Renda dos produtores rurais

O deputado federal Da Vitória assumiu o compromisso de continuar, na Câmara dos Deputados, a defesa da proposta que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para produtores rurais pessoa física. A iniciativa é do deputado federal Evair de Melo, que deixa a Câmara para disputar uma vaga no Senado.

Parlamentar se compromete a dar continuidade, na Câmara dos Deputados, ao projeto de Evair de Melo que amplia a faixa de isenção para produtores rurais

O PL 1.196/2025, de autoria de Evair, propõe alterar a legislação para elevar de aproximadamente R$ 150 mil para R$ 508.320 por ano o limite de resultado da atividade rural de pessoa física sujeito à isenção do Imposto de Renda. O texto também prevê a atualização anual desse valor pelo IPCA.

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A proposta busca ampliar o alcance da isenção para pequenos e médios produtores rurais.

Da Vitória afirmou que pretende assumir a condução da pauta na Câmara e trabalhar pela aprovação da medida.

“É um compromisso que assumo com o Evair e, principalmente, com os produtores rurais. Essa é uma pauta que precisa continuar avançando na Câmara. Vamos trabalhar para ampliar essa faixa de isenção e dar mais condições para quem produz, gera emprego e movimenta a economia do nosso Estado e do Brasil.” FONTE assessoria do deputado