ES assinou acordo para reparação integral e definitiva dos danos causados pelo desastre de Mariana-MG

ES assinou acordo para reparação integral e definitiva dos danos causados pelo desastre de Mariana-MG

.ES vai receber R$ 40 bilhões em ações de reparação pelos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG)

Espírito Santo vai receber R$ 40 bilhões em ações de reparação e compensação pelos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015. Os valores fazem parte do acordo histórico de repactuação, assinado na sexta-feira (25), em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a presença do governador do ES Renato Casagrande.

O acordo estabelece medidas reparatórias, indenizações e ações compensatórias, somando R$ 167 bilhões. Desse valor, R$ 100 bilhões serão pagos em parcelas anuais ao longo de 20 anos, sendo R$ 40 bilhões aplicados pelo Governo Federal e Governo do Estado diretamente em território capixaba. A gestão estadual ficará responsável pela gestão de R$ 17 bilhões destinados ao Espírito Santo com prioridade para compensar os atingidos e recuperar o meio ambiente.

A Repactuação de Mariana envolve o Governo Federal, os Governos de Minas Gerais e Espírito Santo, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Ministérios Públicos e Defensorias Estaduais e as empresas Samarco Mineração, Vale e BHP Billiton Brasil. O termo celebrado sob a coordenação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) substitui todos os acordos anteriores e encerra disputas judiciais e administrativas.

“Esse acordo dá ao Espírito Santo a condição de implementar medidas de recuperação ambiental, como o reflorestamento, a recuperação de nascentes e execução de obras de saneamento básico. O acordo também permite que o Governo Federal possa indenizar as pessoas atingidas e que o Governo do Estado tenha a oportunidade de realizar obras estruturantes para o nosso desenvolvimento, como a duplicação da BR-262 que deve contar com recursos da ordem de R$ 2,3 bilhões”, afirmou o governador.

Casagrande destacou ainda os investimentos diretos nos municípios que fazem da Bacia do Rio Doce, mais impactados pelo maior rompimento do mundo envolvendo barragens de rejeitos de mineração: “Todos os municípios que fazem parte da Bacia e também as nossas cidades litorâneas – desde a Serra até Conceição da Barra – podem ser beneficiados com medidas que atendam os pescadores locais e as suas comunidades com obras de infraestrutura para resultar na geração de oportunidade para essas pessoas.”

Dos R$ 167 bilhões envolvidos, as empresas estimam que ainda gastarão R$ 30 bilhões para cumprir obrigações estabelecidas, além dos R$ 37 bilhões já desembolsados para reparação socioambiental, por meio da Fundação Renova.

No Espírito Santo, R$ 450 milhões serão aplicados no Plano de Reestruturação da Gestão da Pesca e Aquicultura; R$ 1 bilhão em ações de resposta a enchentes, desastres naturais e recuperação ambiental; R$ 2,3 bilhões na duplicação da BR-262; e R$ 3,46 bilhões em saneamento.

Segundo o governador Renato Casagrande, em termos de reparação ambiental, serão R$ 3 bilhões destinados a ações estaduais para a melhoria da qualidade ambiental e fortalecimento dos serviços públicos na Bacia do Rio Doce e no litoral norte capixaba.

“O acordo também reserva R$ 6,5 bilhões para novos projetos e outros recursos para iniciativas destinadas principalmente aos atingidos, ao meio ambiente e à retomada econômica. O nosso principal objetivo nesse acordo é o de reparar uma injustiça de quase nove anos com os atingidos no Espírito Santo e o nosso meio ambiente. Foi um desastre ambiental com graves consequências socioeconômicas e socioambientais”, enfatizou.
ALGUNS DOS RECURSOS DESTINADOS AO ES NO ACORDO

PESCA E AQUICULTURA

Um total de R$ 450 milhões será destinado ao Plano de Reestruturação da Gestão da Pesca e Aquicultura no Espírito Santo, com recursos alocados em uma conta vinculada ao Fundo Estadual para o Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura. Esse montante visa promover o desenvolvimento sustentável do setor pesqueiro e aquícola, assegurando a preservação dos recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida das comunidades envolvidas.

ENCHENTES E RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

Além disso, R$ 1 bilhão será direcionado para ações de resposta a enchentes, desastres causados por chuvas e recuperação ambiental e produtiva das margens e da Foz do Rio Doce. Os recursos serão creditados em uma conta vinculada semelhante a um “fundo” perpétuo, cujo uso será restrito aos rendimentos, garantindo a sustentabilidade dessas ações a longo prazo.

INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE

Outros R$ 2,3 bilhões serão aplicados em investimentos na infraestrutura de mobilidade do Espírito Santo, geridos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ou mediante concessão no trecho capixaba da BR-262. Recursos remanescentes poderão ser utilizados pelo governo estadual para melhorias em outras áreas da Bacia Hidrográfica do Rio Doce ou no litoral norte.

SANEAMENTO

O novo acordo também prevê um investimento de R$ 3,46 bilhões para a universalização dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, além de aprimoramentos na coleta e gestão de resíduos sólidos, como construção de estações de tratamento e destinação final de resíduos. Essa iniciativa contemplará 11 municípios diretamente afetados, além de mais 22 localizados na Bacia do Rio Doce, no litoral norte capixaba e Anchieta.

SAÚDE

Na área da saúde, R$ 260 milhões serão destinados à construção de um novo hospital, a Maternidade Silvio Avidos, em Colatina, e à aquisição de equipamentos. Outras ações em saúde pública, tanto em nível estadual quanto municipal, serão apoiadas por recursos da União, por meio do Programa Especial de Saúde – Rio Doce.

REPARAÇÃO AMBIENTAL

Em termos de reparação ambiental, serão destinados R$ 3 bilhões para ações estaduais voltadas à melhoria da qualidade ambiental e ao fortalecimento dos serviços públicos na Bacia do Rio Doce e no litoral norte do Espírito Santo.

NOVOS PROJETOS

O acordo também reserva R$ 6,593 bilhões para projetos na Bacia do Rio Doce, litoral norte e Anchieta, sendo que até 20% (cerca de R$ 1,2 bilhão) poderão ser investidos fora da Bacia do Rio Doce. Os municípios contemplados são: Afonso Cláudio, Águia Branca, Alto Rio Novo, Anchieta, Aracruz, Baixo Guandu, Brejetuba, Colatina, Conceição da Barra, Fundão, Governador Lindenberg, Ibatiba, Ibiraçu, Itaguaçu, Itarana, Iúna, Jaguaré, João Neiva, Laranja da Terra, Linhares, Mantenópolis, Marilândia, Nova Venécia, Pancas, Rio Bananal, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São Mateus, São Roque do Canaã, Serra, Sooretama e Vila Valério.

REPASSE A MUNICÍPIOS

Adicionalmente, haverá repasses aos municípios situados na calha do Rio Doce, distribuídos de acordo com critérios do Consórcio dos Municípios (CORIDOCE), mediante adesão voluntária de cada um. Os municípios elegíveis ao recebimento dos valores são: Aracruz, Anchieta, Baixo Guandu, Colatina, Conceição da Barra, Fundão, Linhares, Marilândia, São Mateus, Serra e Sooretama.

Os municípios aderentes receberão recurso para apoio ao desenvolvimento de iniciativas e projetos de competência municipal e de medidas em substituição às ações dos Programas da Fundação Renova, além R$ 1,43 bilhão para investimento em políticas municipais na gestão de meio ambiente, na geração de emprego e renda, na gestão de fomento à agropecuária, na gestão de cultura e turismo, no sistema viário, infraestrutura, mobilidade e urbanização, em ações para fortalecimento do serviço público, ações de educação, ações de saúde e ações de saneamento.

Caso Samarco: novo acordo pode beneficiar até 500 mil pessoas

Caso Samarco: novo acordo pode beneficiar até 500 mil pessoas

Informação é do advogado-geral da União, Jorge Messias. Foto PT

novo acordo que representantes do governo federal assinaram com as empresas responsáveis pela barragem que se rompeu em Mariana (MG), em novembro de 2015, tem o alcance de beneficiar até 500 mil pessoas, segundo o ministro Jorge Messias, advogado-geral da União (AGU).

“A média varia em torno de 400 mil pessoas. Entre 300 e 500 mil pessoas poderão ser alcançadas, de forma simplificada, a partir de um simples requerimento, sem burocracia”, afirmou Messias ao participar, nesta quinta-feira (30), do programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov e transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

A repactuação do Termo de Transação de Ajustamento de Conduta estabelece as ações de reparação e compensação pelos danos decorrentes do rompimento da Barragem do Fundão, que matou ao menos 19 pessoas e afetou 49 cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Assinado na última sexta-feira (25), por membros dos governos federal, mineiro e capixaba, além de representantes da Samarco, Vale, BHP Brasil, dos ministérios públicos Federal (MPF) e estaduais e das Defensorias Públicas da União e estaduais, o acordo engloba uma cifra de aproximadamente R$ 170 bilhões.

“São R$ 170 bi, sendo R$ 132 de dinheiro novo e R$ 38 bi do dinheiro que a fundação já gastou ao longo dos últimos nove anos”, destacou Messias. O acordo prevê que as empresas envolvidas na tragédia paguem R$ 100 bilhões aos governos federal, mineiro e capixaba, bem como aos municípios dos dois estados que aderirem ao acordo, no prazo de 20 anos. Outros R$ 32 bilhões devem ser usados para custear as indenizações às pessoas atingidas, e as ações reparatórias sob responsabilidade das companhias.

“Conseguimos negociar o valor de [indenizações individuais de] R$ 35 mil por pessoa, sendo que, se for agricultor ou pescador, o valor é R$ 95 mil”, destacou Messias. Questionado sobre a cláusula que estabelece que quem aderir ao acordo deverá, obrigatoriamente, desistir de mover outras ações judiciais contra as empresas, a exemplo da ajuizada na Inglaterra, o advogado-geral foi taxativo.

“Ninguém está obrigado a aderir [ao novo acordo], mas quem o fizer, evidentemente, estará optando pela Justiça brasileira”, disse Messias, admitindo que o pacto com as empresas visa pôr um fim nos processos abertos na Justiça brasileira. “Fizemos um acordo na Justiça brasileira para encerrar ações no Brasil. Não fizemos acordo na Justiça de Londres e não temos nada a ver com essas ações. Isso é uma questão que envolve diretamente as empresas e que envolve as pessoas que foram a Londres e os municípios […] mas as pessoas não podem ser indenizadas duas vezes pelo mesmo fato”, disse.

“Então, se a pessoa requerer a indenização aqui, nas condições que foram negociadas, ela vai estar abrindo mão da ação de Londres. E quem preferir esperar o resultado, o tempo de Londres, é uma questão de avaliação individual. O que o governo brasileiro tem que fazer é levar informação de qualidade para as pessoas, para que a população, bem informada, possa tomar sua decisão de forma livre e voluntária”, concluiu o ministro. Fonte agencia brasil

Como o crescimento do setor portuário influencia o PIB e gera empregos nas regiões costeiras

Como o crescimento do setor portuário influencia o PIB e gera empregos nas regiões costeiras

o setor desempenha um papel central no desenvolvimento econômico global. Foto: Reprodução/Freepik

O setor portuário engloba todas as atividades econômicas realizadas em portos, movimentando 95% do comércio brasileiro no exterior, de acordo com dados do governo federal. Como o Brasil é um dos maiores exportadores do mundo, o setor desempenha um papel central no desenvolvimento econômico global.

Segundo um estudo da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), o setor portuário registrou um crescimento de 10% no primeiro bimestre de 2024 em comparação aos números do ano passado. No período, o volume de cargas atingiu quase 200 milhões de toneladas.

A economia das regiões portuárias está em constante mudança para maior eficiência e contribuir para a sustentabilidade, uma vez que os portos estão expostos a riscos climáticos. A tragédia no Rio Grande do Sul trouxe impactos econômicos enormes, já que o estado se destaca na produção e exportação de commodities.

Conheça os principais portos do Brasil

Porto de Santos: É o maior complexo portuário da América Latina, localizado na costa de São Paulo. No primeiro semestre de 2024, movimentou 83 milhões de toneladas, destacando-se no comércio global com terminais que recebem mercadorias de todo o país.

Porto de Paranaguá: Situado no Paraná, é um dos principais portos do setor agrícola, responsável por 37% da exportação brasileira de soja em janeiro de 2024. O porto quebrou recordes este ano e tem a China como principal destino das exportações.

Porto do Rio de Janeiro: Localizado na Baía de Guanabara, desempenha um papel central no comércio dos estados do Sudeste. A zona portuária do Rio de Janeiro está entre os principais importadores e exportadores do Brasil e também é uma região turística bastante procurada.

Importância histórica e social dos portos

Os portos são as principais portas de entrada e saída do Brasil para o mercado do exterior. Desde a chegada de Portugal em 1500, o setor portuário já era um dos mais importantes do país, como uma rota de comércio para os colonizadores.

Os navios de carga são responsáveis pelo transporte da maior parte das mercadorias globais. A economia das regiões portuárias se reflete na logística internacional e nas relações comerciais em geral, além de ter um impacto positivo na geração de empregos.

Em 2021, um navio encalhado quase causou uma crise econômica mundial. O Canal de Suez, localizado no Egito e uma das principais passagens de mercadoria e matéria-prima do mundo, ficou bloqueado por 106 dias. O acidente impactou no preço de várias commodities e afetou países de todas as regiões, incluindo o Brasil.

Diferenças e características entre os portos brasileiros

Alguns portos brasileiros estão equipados para receber mercadorias do mundo inteiro, enquanto outros se direcionam para o comércio nacional. As características podem variar bastante entre os estados.

Em Santos, a zona portuária atua como um motor econômico para o Brasil, incluindo conjuntos industriais de alto nível. Sua localização estratégica em São Paulo, estado com os melhores índices econômicos do país, explica sua importância no comércio global.

Os portos marítimos possuem estrutura para navegação nos oceanos e estão situados em áreas com logística internacional. Já as zonas portuárias fluviais operam em rios navegáveis e têm a capacidade de acessar regiões mais remotas. Além disso, há os portos estuários, localizados em lagos.

Portos privados ou públicos?

A privatização é um tema debatido em diferentes segmentos da economia, e no setor portuário não é diferente. A zona portuária de Santos chegou a entrar em um programa para ser privatizada, mas o Ministério de Portos e Aeroportos encerrou o debate em 2023.

Dados divulgados pela Câmara dos Deputados mostram que o Brasil possui 380 zonas portuárias, das quais 210 são privadas e 170 públicas. Atualmente, o órgão está debatendo um novo marco legal que pode facilitar as privatizações dos portos brasileiros.

O setor público não tem fins lucrativos e age de acordo com os interesses da sociedade, mas as crises enfrentadas pelos órgãos públicos têm alimentado o debate sobre a privatização. Apesar da possibilidade de um investimento maior, o setor privado busca o lucro, o que pode gerar incertezas quanto aos benefícios para a população.

A importância dos portos para o Brasil

O Brasil é um dos maiores exportadores do mundo e se destaca no comércio de diversos produtos no exterior. Nesse contexto, as zonas portuárias atuam como pontes para a importação e exportação, cumprindo uma função central na economia nacional.

As atividades econômicas impulsionadas pelas zonas portuárias geram uma série de empregos que movimentam o comércio brasileiro. Desde o recebimento das mercadorias até o transporte para outros portos, o setor depende de um grande número de profissionais em diversos segmentos.

O que é atividade portuária

As atividades portuárias envolvem a logística de mercadorias destinadas ao transporte aquaviário, incluindo gestão, armazenagem e administração. As operações também englobam todos os equipamentos necessários para a manter a infraestrutura funcionando.

Além do controle de produtos, a verificação de documentos e notas fiscais faz parte da rotina nas zonas portuárias do Brasil, uma vez que essas atividades envolvem diversos estados e outros países.

As principais atividades de uma cidade portuária

De acordo com a Wilson Sons, líder no setor de operações integradas de logística portuária e marítima do Brasil, três atividades fundamentais estão presentes em todas as zonas portuárias.

Agenciamento marítimo: O agenciador representa o contratante junto às autoridades brasileiras, com o objetivo de contratar serviços portuários durante a permanência do navio no país. O profissional é legalmente responsabilizado pelas operações.

Atracação e desatracação: Esse procedimento inclui manobras de chegada e saída do navio nos portos. O trabalho exige cuidados para garantir a integridade da tripulação e da carga. Um piloto especializado deve estar a bordo durante essas operações.

Armazenamento: Para importar e exportar produtos em zonas portuárias, o armazenamento tem a função de garantir a segurança das mercadorias que permanecem nos portos até o transporte. Uma gestão eficiente de estoque é importante para evitar danos aos itens.

De que forma os portos são colaboradores estratégicos para o desenvolvimento da economia local

Os portos são essenciais para o comércio brasileiro e também desempenham um papel central na economia local de diversos estados. Dessa forma, essas regiões podem oferecer vantagens logísticas ao país e utilizar o litoral para atrair investidores.

O Complexo do Pecém, uma das maiores zonas portuárias do Nordeste, é responsável por grande parte do desenvolvimento econômico do Ceará. Com uma localização geográfica estratégica, incluindo rotas para os Estados Unidos, Europa e Norte da África, o complexo atrai grandes empresas.

No Rio Grande do Sul, a Portos RS é responsável pelo controle de todo o sistema hidroportuário do estado, abrangendo terminais do setor privados e zonas portuárias públicas, como as de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre. A operação movimenta o maior volume de cargas do Sul do Brasil.

Sustentabilidade e descarbonização

A necessidade de substituir combustíveis fósseis por energia renovável é um tema debatido em diversos setores da indústria, incluindo o portuário. O agravamento das mudanças climáticas reforça a urgência de ações efetivas no combate à poluição.

O transporte marítimo enfrenta riscos diretos devido à crise climática, uma vez que o aquecimento global provoca o derretimento das geleiras e eleva o nível do mar, causando impactos em regiões costeiras de todo o mundo.

Os países que fazem parte da Organização Marítima Internacional (IMO) anunciaram um acordo para reduzir em pelo menos 50% as emissões de gases de efeito estufa até 2050. O Brasil é um dos membros dessa entidade.

Geração de novos empregos nas comunidades ao redor dos portos

O crescimento de 10% no setor portuário no primeiro bimestre de 2024 revela a importância dos portos para a economia brasileira. O governo federal já sinalizou a intenção de expandir os portos nacionais, o que deve aumentar a geração de emprego e renda no país.

As vantagens da economia das regiões portuárias se estendem às comunidades ao redor dos portos. O turismo marítimo é um exemplo disso, com opções que variam de passeios de barco a cruzeiros. A ampla movimentação de pessoas nessas áreas torna os portos atraentes para diversos setores.

O futuro dos portos no Brasil

O desenvolvimento de práticas sustentáveis que aumentam a produtividade no setor portuário passa diretamente por inovações no campo da automação industrial.

Alguns portos ao redor do mundo já utilizam Inteligência Artificial para otimizar operações, com sistemas autônomos que funcionam sem a necessidade de mão de obra humana, aumentando a eficiência e reduzindo custos.

Esses sistemas inteligentes também diminuem a burocracia nos processos de fiscalização aduaneira, tornando a troca de documentos para importação e exportação de mercadorias mais prática. De modo geral, as zonas portuárias são o principal motor do desenvolvimento da economia brasileira. Para manter o setor em crescimento, é importante investir em inovações e práticas sustentáveis. Assim, os portos continuarão a gerar empregos e a servir como pontes para o comércio nacional e internacional. Fonte  jornalista Alan Santana.

Ales celebra 200 anos dos luteranos no Brasil

Ales celebra 200 anos dos luteranos no Brasil

Quarenta e três pessoas receberam a Comenda Martim Lutero / Foto: Ellen Campanharo

O Parlamento capixaba realizou na tarde desta quarta-feira (30) sessão solene em homenagem aos 200 anos de presença luterana em solo brasileiro. Na ocasião foi entregue a Comenda do Mérito Legislativo Martim Lutero, instituída pela Resolução 8.571/2022, destinada a homenagear os membros das igrejas luteranas capixabas.

O proponente da solenidade e autor da resolução que criou a comenda, deputado Adilson Espindula (PSD), citou que a honraria estava sendo entregue pela segunda vez (a primeira ocorreu em 2023). 

Fotos da sessão

O objetivo é reconhecer a relevância do trabalho religioso e social oferecido aos capixabas pelos ministros e ministras da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). 

Atividades 

O deputado citou várias ações nesse sentido, entre elas a inclusão da aprendizagem da língua pomerana no currículo das escolas estaduais localizadas nas comunidades pomeranas, que contou com ajuda de aprovação de proposta apresentada por ele.

Destacou também a colaboração dos luteranos no desenvolvimento da agricultura familiar mantida por pomeranos por meio do projeto Distrito Ecleseástico. “Isso possibilitou aos pequenos produtores aprenderem novas técnicas para enfrentar a seca e aumentar a produtividade”, afirmou Espindula. 

Na área da saúde, o parlamentar citou que os luteranos administram seis unidades hospitalares no estado, empregando mais de 8 mil colaboradores, ajudando na qualidade de vida das pessoas e na geração de emprego e renda. 

“Na área social também estamos (os luteranos) presentes por meio do Albergue Martim Lutero, que acolhe cerca de 70 pessoas na Grande Vitória que aguardam por atendimento em hospitais”, acrescentou Espindula. 

O deputado destacou ainda ações de seu mandato de importância para os luteranos, entre elas as leis estaduais que declaram patrimônio cultural imaterial os rituais do casamento pomerano e os trombonistas da Associação Obra Acordai Capixaba. 

Expansão 

O governador Renato Casagrande (PSB) foi representado no evento pelo chefe da Casa Civil, Júnior Abreu, que enalteceu a contribuição dos luteranos não apenas no aspecto religioso, mas também no desenvolvimento social, econômico e cultural dos capixabas. 

“É um trabalho tão intenso que as comunidades luteranas não estão mais presentes apenas em municípios como Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e Itarana, mas em todas as regiões do estado”, citou. 

Nova Friburgo 

A primeira comunidade luterana no Brasil foi organizada em 1824, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, por Friedrich Osvald Sauerbronn, o primeiro pastor no país. 

Logo outro templo foi fundado na cidade de São Leopoldo (RS). 

O primeiro luterano a chegar ao Brasil foi Heliodoro Heoboano, filho de um amigo de Lutero, em 1532, aportando em São Vicente, conforme os registros históricos. 

Solo capixaba 

O pastor Ismar Schiefelbein, que já atuou em Vila Pavão e Colatina, é hoje uma das lideranças nacionais dos luteranos. Atualmente exerce a função de pastor sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém.

De acordo com Ismar, o Brasil tem cerca de 660 mil seguidores do legado de Martinho Lutero. No Espírito Santo o número de fiéis protestantes é de quase 60 mil, espalhados por todos os municípios. 

Logo após o início da sessão solene, a pedido do deputado Adilson Espindula, Irmar Schiefelbein realizou oração tradicional seguida pelos fiéis que lotaram o Plenário Dirceu Cardoso. 

Houve ainda apresentações musicais protagonizadas por membros da igreja, entre elas performance do Coral Vozes da Esperança, mantido pela Associação Diacônica Luterana, sob a regência de Douglas Kalke. 

Homenageados com a Comenda Martim Lutero

1 – Adriana Kuhn Busch
2 – Alexander Roberto Busch
3 – Alesandro Linhaus Binow
4 – André Martin Radinz
5 – Anelise Knüppe
6 – Arilson Grünewald
7 – Edilson Claudio Tetzner
8 – Edivaldo Binow
9 – Emerson Lauvrs
10 – Erivelton Reinke
11 – Francisco Rafael Soares dos Santos
12 – Gizele Zimmermann
13 – Günter Bayerl Padilha
14 – Hilquias Rossmann
15 – Ivanda Keller Schreiber
16 – Jianfranco Figer Berger
17 – Joaninho Borchardt
18 – João Paulo Auler
19 – Joelmir Schanoski
20 – Jonas Krause
21 – Jorge Dumer
22 – Leomar Lauvers
23 – Lincoln Luiz Weitzel Eiter
24 – Maicon Weber
25 – Marcos Cesar Vollbrecht
26 – Miquéias Holz
27 – Paulo Marcos Jahnke
28 – Robson Peters
29 – Rodrigo André Seidel
30 – Ronei Odair Ponath 
31 – Rosangela Stange
32 – Rubens Stuhr
33 – Scharles Roberto Beilke
34 – Sidney Retz
35 – Simão Schreiber
36 – Stéfan Ruy Krambeck
37 – Valdeci Foester
38 – Valmiré Martin Littig
39 – Vanderlei Boldt
40 – Vitorino Reetz
41 – Willian Kaizer de Oliveira
42 – Wonibaldo Rutzen
43 – Yarlles Ramlow Klistzke. Fonte ales

Ales promove primeira edição da Feira da Agroindústria Capixaba

Ales promove primeira edição da Feira da Agroindústria Capixaba

Com uma variedade de expositores e produtos regionais, a feira busca valorizar a agricultura familiar.

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) realiza, de 5 a 8 de novembro, a primeira edição da Feira da Agroindústria Capixaba – Raízes do Campo. Aberta ao público, a feira reunirá pequenos produtores de todo o estado para promover a agricultura familiar, setor que move a economia capixaba e abastece as mesas de milhares de lares. Com exposições de produtos, palestras e rodadas de negócios, o evento promete aproximar os pequenos produtores da região metropolitana e fortalecer suas redes de cooperação e comercialização.

A agricultura familiar tem um papel fundamental na geração de empregos e no desenvolvimento das regiões rurais do Espírito Santo, contribuindo com uma produção rica e diversificada. De acordo com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Marcelo Santos, a Feira é uma chance de valorizar o trabalho desses produtores e de destacar sua importância na economia e no cenário cultural do estado. “Queremos não só celebrar o trabalho desses produtores, mas também aproximá-lo da população da região metropolitana, que consome esses alimentos sem conhecer sua origem e, muitas vezes, sem compreender a importância dessa produção para a nossa economia”.

Momento aguardado pelos produtores ocorrerá na quarta-feira (6), às 14 horas: a “Rodada de Negócios”, promovida pelo Sebrae. Uma excelente oportunidade para produtores e empreendedores do setor agro se conectarem e expandirem suas redes de contato, tendo como objetivo a criação de parcerias de negócios.

A feira, organizada pela Secretaria da Casa dos Municípios da Ales em parceria com o Senar, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e outras instituições, também contará com uma série de workshops e minicursos para o público interessado em conhecer mais sobre temas como qualidade e inovação nos alimentos, marketing agro e boas práticas de fabricação.

De acordo com a secretária da Casa dos Municípios, Joelma Costalonga, a iniciativa partiu do contato direto com pequenos produtores rurais, por meio do Arranjos Produtivos, projeto da Ales que atualmente presta consultoria a mais de 60 agroindústrias capixabas.

“Estamos desenvolvendo o projeto Arranjos Produtivos há um ano, com atuação em 20 municípios, ouvindo de perto os agricultores e identificando as principais necessidades deles. A demanda por regularização de pequenas agroindústrias surgiu como uma prioridade, especialmente diante do grande número de agroindústrias no estado. Já atendemos 64 delas, e, para fortalecer ainda mais esse setor, buscamos diversos parceiros para a Feira da Agroindústria. Nosso objetivo é oferecer apoio para que essas pequenas empresas possam impulsionar seus negócios, aumentar suas vendas e se qualificar cada vez mais. Essa é a nossa função!”, comentou Joelma.

Com uma programação intensa e acessível, a Feira da Agroindústria pretende levar conhecimento, promover a troca de experiências e criar oportunidades de negócio que incentivem ainda mais o crescimento do setor. A abertura será às 18h da terça-feira, dia 5, e durante os dias seguintes, o público poderá conferir uma agenda que inclui desde palestras e oficinas até minicursos sobre preparo de produtos regionais e derivados.

Além de Senar e Mapa, a feira tem como parceiros o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae-ES), o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

As inscrições podem ser feitas através do link: http://li.cnm.org.br/r/zRWjto

Confira a programação:

5/11 (Terça-feira)
18h – Abertura
18h30 – Palestra “Cooperativismo de Crédito como Agente de Desenvolvimento Local”, com João Carlos Leite, produtor rural e presidente do Sicoob Sarom e ex-presidente e fundador da Associação dos Produtores de Queijo Canastra (Aprocan-MG);
18h às 21h – Exposição de produtos das agroindústrias. Fonte ales

Novas antenas de telefonia celular vão beneficiar a zona rural de Colatina

Novas antenas de telefonia celular vão beneficiar a zona rural de Colatina

Serão seis antenas da Tim, duas antenas da Vivo e uma antena da Claro, foto sindico legal

Uma demanda antiga dos colatinenses na área das telecomunicações está senda atendida na parceria entre a Prefeitura e a bancada federal capixaba.

O deputado federal Gilson Daniel, titular da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação do Congresso Nacional, anunciou a chegada de 9 novas antenas de telefonia celular para o município a partir do ano que vem.

Além da zona urbana, serão beneficiadas as regiões de Baunilha, São João Pequeno, Ponte do Pancas, Itapina, Paul da Graça Aranha e Boapaba. Serão seis antenas da Tim, duas antenas da Vivo e uma antena da Claro.

“Com isso, teremos mais desenvolvimento econômico para os empreendedores e produtores rurais do interior e mais facilidade de acesso à internet para a zona rural. A capacidade de articulação da nossa gestão com os deputados e senadores capixabas foi decisiva para trazermos recursos históricos para Colatina. Quero agradecer ao deputado Gilson Daniel por atender essa importante demanda para a cidade”, afirmou o prefeito Guerino Balestrassi. Fonte PMC

Saúde em foco: 9 médicos reconhecidos internacionalmente por suas inovações em saúde

Saúde em foco: 9 médicos reconhecidos internacionalmente por suas inovações em saúde

Brasileiros se destacam globalmente com inovações que transformaram a medicina e salvaram vidas ao redor do mundo. Foto: Reprodução/Freepik

Médicos brasileiros se destacam mundialmente com contribuições inovadoras. Desde Oswaldo Cruz, que desenvolveu vacinas, até Carlos Chagas, com suas pesquisas em doenças infecciosas, seus avanços permanecem relevantes.

De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), há 575 mil médicos ativos no Brasil. Esse número segue em constante crescimento, com a demanda cada vez maior por serviços de saúde.

Entre esses profissionais, nomes como Paulo Egydio e Drauzio Varella estão entre os mais procurados em diferentes especialidades. Com pesquisas em tratamentos, vacinas e outras áreas em andamento, a medicina brasileira é reconhecida mundialmente e segue atenta a novidades.

9 médicos brasileiros com pesquisas relevantes na saúde

Em diversas áreas, o Brasil desempenha um papel importante na medicina, com contribuições relevantes em diferentes tipos de pesquisas. Desde tratamentos até técnicas cirúrgicas, médicos brasileiros trouxeram avanços para melhorar a qualidade de vida da população mundial.

Paulo Egydio: Técnica Egydio e saúde masculina

O doutor Paulo Egydio formou-se em medicina em Juiz de Fora e dedicou boa parte de sua formação ao estudo da urologia, com doutorado na área nos Estados Unidos.

Com mais de 20 anos de experiência, o profissional se dedica ao tratamento de doenças relacionadas ao pênis, incluindo a curvatura peniana e o implante de prótese em diversos casos de disfunção erétil.

Nesse contexto, Paulo desenvolveu a Técnica Egydio, um procedimento que torna a reconstrução peniana mais eficiente. Essa prática é utilizada em doenças que modificam o pênis de alguma forma, seja reduzindo o tamanho, aumentando a curvatura ou tornando-o mais fino.

Adriana Melo: Ginecologia e tratamento da microcefalia

Formada em medicina na Paraíba, Adriana Melo é especializada em ginecologia e possui Pós-Doutorado em Saúde Materno-Infantil.

Em 2015, tornou-se conhecida mundialmente ao descobrir a relação entre o zika vírus e a microcefalia. Na época, a doença causou um surto no Brasil, e esse avanço trouxe mais cuidados para mulheres grávidas.

Durante a pandemia de covid-19, Adriana também forneceu informações relevantes sobre o risco aumentado envolvendo gestantes. Atualmente, é presidente do Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPESQ), um centro de apoio para crianças com microcefalia.

José Pedro da Silva: especialista em cirurgias cardíacas

Formado na Unesp, José Pedro da Silva tem especialização em cirurgia cardiovascular e participou de estudos nos Estados Unidos.

Com mais de 50 anos de atuação na medicina, uma de suas principais contribuições é um tratamento para a anomalia de Ebstein, que causa insuficiência cardíaca em bebês. A técnica recebeu seu nome e ajudou a salvar muitas vidas em hospitais infantis.

O profissional também desenvolveu outras técnicas cirúrgicas que ajudaram no tratamento de problemas graves. Atualmente, continua a trabalhar como cirurgião e também atua como professor.

Angelita Habr-Gama: especialista no aparelho digestivo

Especializada no tratamento do aparelho digestivo, a cirurgiã coloproctologista Angelita Habr-Gama coleciona prêmios na área e chegou a ser indicada para a coordenação nacional da Organização Mundial de Gastroenterologia (OMGE).

Com mais de 200 artigos científicos, a médica já contribuiu para o tratamento de diversas doenças, incluindo o câncer colorretal. Recentemente, tornou-se a primeira cirurgiã latino-americana a ganhar a medalha Bigelow, uma das maiores honrarias do setor.

Durante a pandemia de covid-19, viveu uma história de superação ao passar mais de 50 dias internada com a doença. Mesmo perto de completar 90 anos, se recuperou e continua ativa na medicina.

José Eduardo Sousa: Cardiologia Intervencionista

Formado em medicina em 1958, José Eduardo Sousa dedicou mais de 60 anos de sua vida à área. Ele foi pioneiro na Cardiologia Intervencionista, que trata doenças de maneira menos invasiva e sem a necessidade de cirurgia.

Entre suas principais contribuições, o médico trouxe avanços para a doença arterial coronariana com stents farmacológicos, aumentando a segurança e a eficácia ao liberar medicamentos nas paredes dos vasos sanguíneos.

Com mais de 500 artigos publicados, ele também teve parte de sua formação em Harvard, nos Estados Unidos. Manteve seu trabalho até 2022, quando faleceu aos 88 anos.

Drauzio Varella: tratamento de Aids no Brasil

Formado em medicina em São Paulo, Drauzio Varella se especializou no tratamento de câncer e doenças infecciosas ao longo de sua carreira.

Embora seja mais conhecido atualmente pelo sucesso na mídia, o médico é referência no tratamento da Aids no Brasil. Após um estágio em Nova York, tomou conhecimento de um tumor de pele relacionado à doença e ganhou experiência no tratamento.

Drauzio dedicou grande parte de sua carreira ao estudo da Aids e teve um papel fundamental na divulgação de informações sobre a doença, que na época era associada a homossexuais. Por meio do rádio, falava sobre prevenção e outros temas relacionados.

Patrícia Pranke: tratamento com células-tronco

Com formação em Farmácia, Patrícia Pranke realizou doutorado em Genética e Biologia Molecular. Além disso, tem uma carreira acadêmica e atualmente trabalha como professora de hematologia clínica no Rio Grande do Sul.

A pesquisadora recebeu um prêmio internacional por seus avanços como fundadora do Instituto de Pesquisa com Células-Tronco (IPCT). Ela dedicou mais de 15 anos ao desenvolvimento de novas tecnologias em tecidos e medicina regenerativa.

Atualmente, Patrícia ajuda pessoas em todo o mundo com atualizações sobre novos tratamentos com células-tronco.

Antônio de Salles: referência na neurocirurgia

Formado em neurocirurgia em Goiás, Antônio de Salles se especializou em técnicas de radiocirurgia nos Estados Unidos.

Com cerca de 30 anos dedicados à pesquisa ao redor do mundo, o neurocirurgião desenvolveu uma técnica que reduz o custo e o sofrimento na cirurgia de pacientes que tratam o sistema nervoso, incluindo aqueles com câncer. Ele realiza o procedimento sem precisar abrir a caixa do crânio ou da coluna.

Além disso, o sucesso com aceleradores lineares também trouxe avanços na radioterapia. O médico se tornou o primeiro latino-americano a ganhar o Prêmio Fabrikant, conhecido na medicina como o Nobel da neurocirurgia.

Nise da Silveira: tratamento humanizado na psiquiatria

Formada em medicina em 1926, Nise da Silveira se especializou em psiquiatria e lutou contra os tratamentos agressivos para transtornos mentais da época.

Com uma abordagem mais humana, a médica defendeu o uso da arte em atividades terapêuticas, que se mostraram efetivas para pacientes com dificuldades em se comunicar e se expressar.

Acusada de comunista, Nise chegou a ser presa, mas fundou um centro de pesquisa décadas depois. Além disso, foi pioneira ao utilizar animais como companheiros para incentivar relações afetivas. A médica se manteve ativa até 1999, quando faleceu aos 94 anos.

Esses médicos ajudaram a salvar muitas vidas e a proporcionar tratamentos mais adequados para diversas doenças. Com os avanços tecnológicos e maior investimento, a tendência é que importantes descobertas continuem a surgir na medicina nos próximos anos. Fonte do jornalista Alan Santana

Psicanalista Clínica Flávia Ferreira atende paciente presencial e online em Itaguaçu

Psicanalista Clínica Flávia Ferreira atende paciente presencial e online em Itaguaçu

Consultório da Psicanalista Clínica Flávia Ferreira fica no centro de Itaguaçu ES.

Ultimamente você tem vivido dias sufocantes por causa da Depressão, Ansiedade, Fobia, Bloqueios, Travas, Compulsões entre outros sintomas, e não sabe o que fazer?
Você já sentiu sobrecarregado com suas emoções ou teve a sensação de que algo em sua vida precisa de mais clareza?
A terapia psicanalítica é uma jornada profunda em busca de entender seus medos, desejos e padrões inconscientes. Fazer terapia é ato de amor por si mesmo.
Por isso, fique de olho nos sinais e conheça os principais sintomas que tem te paralisado nos últimos dias. Caso você sinta que eles estão atrapalhando seu dia a dia, procure um profissional que possa a te ajuda a lidar com eles. A Psicanalista Clínica Flávia Ferreira, localizada no município em Itaguaçu, vai te ajuda a descobrir a raiz de suas dores e comportamentos, e encontrar um novo significado pra sua história de vida.

Consultório Psicanalítico “Saúde da mente” em Itaguaçu-ES.

Atendimento Presencial e online.
Ambiente seguro e com sigilo das informações.
Psicanalista Clínica Flávia Ferreira
Na Rua João Menezes – Centro – Itaguaçu.ES – Contato 27 99958-8047

O que faz um psicanalista?
Usando os princípios da teoria psicanalítica, um analista fornece terapia. Durante as sessões de terapia, o psicanalista escuta enquanto o paciente discute fantasias e sonhos e narra experiências. O terapeuta procura padrões ou eventos recorrentes do passado que possam desempenhar um papel nos problemas atuais do paciente. Um psicanalista também:
• Reúne-se com os pacientes individualmente;
• Mantém sessões aproximadamente quatro vezes por semana durante 50 minutos ou mais cada sessão;
• Incentiva os pacientes a auto identificar seus estados emocionais;
• Ajuda os pacientes a entender os fatores subconscientes que impulsionam seu comportamento;
• Mantém a confidencialidade do paciente;
• Mantém anotações detalhadas de cada sessão.