Eu nunca fugi da luta e dediquei toda a minha caminhada pública, desde a época do movimento sindical, a proteger os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. É por isso que, com muito orgulho, atendo ao chamado do presidente Lula e anuncio minha pré-candidatura a Deputado Federal.
João Coser, o Brasil já avançou muito com o presidente Lula e consegue avançar ainda mais. foto divulgação
Sigo nessa missão com o entendimento de que o Espírito Santo precisa de representantes que conheçam a realidade do nosso povo e saibam abrir portas em Brasília para trazer investimentos, gerar empregos e fortalecer os serviços públicos. Já fui prefeito de Vitória, a nossa capital do Estado, e presidente da Frente Nacional de Prefeitos. Sei dialogar, construir soluções e buscar recursos para transformar a vida das pessoas.
Conheço a realidade do trabalhador, de quem acorda cedo, pega ônibus lotado, luta para colocar comida na mesa e sonha com um futuro melhor para a família. É essa experiência, construída ao lado do povo, que quero levar para o Congresso Nacional.
Quero seguir defendendo você, ampliando investimentos em, saúde, educação e infraestrutura, para que o Espírito Santo continue crescendo com desenvolvimento e justiça social.
Essa caminhada não é só minha. Ela é de todos nós que acreditamos em um Brasil mais justo, humano e cheio de oportunidades!. fonte assessorai do deputado
A deputada federal Jack Rocha (PT-ES) apresentou nesta quarta-feira (20/05), no Palácio do Planalto, o balanço dos primeiros 100 dias do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado em fevereiro deste ano. Coordenadora da Bancada Feminina da Câmara dos Deputados, Jack destaca os avanços legislativos conquistados no período e reforça a importância da união entre os Três Poderes no combate à violência de gênero.
Deputada federal Jack Rocha, em 100 dias, a Câmara dos Deputados aprovou 73 proposições relacionadas à proteção das mulheres. foto divulgação
Em 100 dias, a Câmara dos Deputados aprovou 73 proposições relacionadas à proteção das mulheres, entre elas 27 Projetos de Lei, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e 33 requerimentos de urgência. O esforço concentrado da Bancada Feminina permitiu acelerar medidas voltadas ao combate à impunidade, fortalecimento da rede de proteção e prevenção da violência contra meninas e mulheres.
Para Jack Rocha, os resultados mostram que o enfrentamento ao feminicídio exige compromisso permanente e atuação articulada. “A gente bate todos os dias na mesma tecla: sobre a importância do Pacto entre os Três Poderes neste enfrentamento, porque nenhuma instituição sozinha dará conta de enfrentar um problema que é tão profundo e estrutural”, afirma a parlamentar. Entre as medidas já sancionadas pelo governo federal, três legislações ganharam destaque pelo impacto direto na proteção das mulheres. A Lei nº 15.384/2026 tipificou a violência vicária e incluiu o homicídio vicário na Lei Maria da Penha e no rol de crimes hediondos. Já a Lei nº 15.383/2026 estabeleceu o uso de tornozeleiras eletrônicas para agressores como medida protetiva prioritária.
Outra iniciativa considerada estratégica foi a criação do Programa Antes que Aconteça, instituído pela Lei nº 15.398/2026, voltado exclusivamente à prevenção integrada da violência de gênero. Jack Rocha avalia que o combate ao feminicídio precisa ir além da punição dos crimes. “Nós precisamos fortalecer a rede de proteção de mulheres, porque combater o feminicídio exige prevenção, acolhimento, justiça e políticas públicas”, destaca.
A deputada também chama atenção para a necessidade de ampliar os investimentos públicos voltados às mulheres. Segundo ela, garantir orçamento específico para políticas de enfrentamento à violência é uma forma de assegurar que as mulheres não permaneçam invisíveis dentro da estrutura do Estado. “Nunca tivemos nesse sentido uma ação diretamente voltada para as mulheres. E nós precisamos mudar essa realidade. O Brasil tem 106 milhões de mulheres”. Nesse contexto, Jack Rocha defende a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 41/2026, que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres.
A proposta prevê investimento de R$ 5 bilhões em políticas públicas de prevenção, acolhimento, proteção e autonomia econômica. “A aprovação do projeto é urgente e primordial, pois cria o Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres, uma proposta estruturante que prevê R$ 5 bilhões para ampliar as políticas públicas de prevenção, proteção, acolhimento e garantia da vida das mulheres brasileiras. Estamos falando do fortalecimento das delegacias, das casas de acolhimento, do monitoramento de agressores, do atendimento psicológico e da integração das redes de proteção em todo o país”, ressalta. Outro tema que vem ganhando força na Câmara é o combate à misoginia e à violência digital. Neste mês, a Casa instalou um Grupo de Trabalho para discutir o Projeto de Lei 896/2023, que criminaliza a misoginia, além de outras propostas voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres nas redes sociais.
Para Jack Rocha, regulamentar os crimes digitais e responsabilizar agressores é uma das urgências do Congresso Nacional. “Precisamos avançar em um debate muito importante que ainda está na Casa, que é o projeto que criminaliza a misoginia e a violência digital”, afirma.
A deputada conclui reforçando que o enfrentamento ao feminicídio exige ação concreta e compromisso institucional contínuo. “Combater o feminicídio exige mais do que indignação, exige estrutura, orçamento, articulação institucional e compromisso permanente com a vida”, finaliza.
Confira algumas das principais entregas:
Redução do tempo de análise das Medidas Protetivas de Urgência:
Tempo reduzido de 16 dias para cerca de 3 dias 53% das decisões proferidas no mesmo dia 90% apreciadas em até dois dias Operações Mulher Segura – mobilização nacional para combater a violência doméstica e feminicídios: Presença nos 27 estados 2.615 municípios envolvidos 30.388 medidas protetivas acompanhadas 38.801 vítimas atendidas
Ampliação e integração da rede de proteção: Uso de inteligência e tecnologia e integração de dados provenientes dos sistemas estaduais de segurança pública para monitorar situação de vulnerabilidade e orientar ações preventivas baseadas em evidências Foco na prevenção de feminicídios Casa da Mulher Brasileira: 148 mil atendimentos realizados entre janeiro e abril de 2026 nas unidades em funcionamento
Modernização do Ligue 180 Telessaúde em saúde mental para mulheres em situação de violência e vulnerabilidades Mobilização social e mudança cultural Inclusão da temática nos currículos escolares e instituição da Semana Escolar de Combate à Violência foto e fonte Rachel Martins
A Comissão Especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais e do fim da escala 6×1 adiou, para próxima segunda-feira (25/05), a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Pelo cronograma original, o relator divulgaria seu texto nesta quarta-feira (20).
Oposição e centrão querem transição de 10 anos para reduzir jornada. foto fecomércio
O adiamento ocorre em meio à pressão de setores do empresariado e de partidos da oposição e do chamado Centrão, que reúne legendas da direita tradicional, para incluir uma regra de transição de 10 anos, com redução do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores e exclusão de categorias consideradas essenciais.
O presidente da Comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), informou que precisa de mais tempo para negociar a regra de transição, mas que a data votação do texto, previsto para o dia 26 de maio na Comissão, está mantida.
“Se tivesse a definição, o relatório seria apresentado amanhã [dia 20]. Mas ainda não há. Há diálogos, sem dúvida alguma. São pontos a serem esclarecidos, são pontos a serem acordados, mas o sentimento, sem dúvida alguma, em especial, digo ao trabalhador, é que é pensando em você”, afirmou Santana.
O presidente da Comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), informou que precisa de mais tempo para negociar a regra de transição. Foto:Lula Marques/Arquivo Agência Brasil
O adiamento foi definido após reunião do relator, na noite dessa terça-feira (19/05), com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o líder do governo na Casa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
Emendas ao projeto
Uma das emendas apresentadas pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), que conta com assinatura de 176 deputados, afirma que o fim da escala 6×1 só entraria em vigor dez anos após a promulgação da emenda constitucional. A sugestão ainda exclui da redução da jornada trabalhadores considerados “essenciais”.
“Sendo consideradas [essenciais] aquelas cuja interrupção possa comprometer a preservação da vida, da saúde, da segurança, da mobilidade, do abastecimento, da ordem pública ou da continuidade de infraestruturas críticas, serão definidas por lei complementar e terão jornada máxima de quarenta e quatro horas semanais”, diz o texto da emenda.
Além disso, a emenda reduz de 8% para 4% a contribuição patronal ao FGTS e isenta temporariamente a contribuição das empresas à Previdência Social, que atualmente é de 20% sobre o salário.
O governo tem defendido uma proposta sem regra de transição e sem redução de salário. O relator tem defendido uma posição intermediária com uma transição entre 2 a 4 anos de duração, segundo revelou para o jornal Folha de São Paulo.
A outra emenda apresentada à PEC 221 de 2019, de autoria de Tião Medeiros (PP-PR), com apoio de 171 deputados, também prevê uma transição de 10 anos, além de excluir da redução da jornada de 44 para 40 horas trabalhadores de setores considerados “essenciais”. fonte LUCAS PORDEUS LEÓN – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou uma proposta alternativa aos projetos que visam extinguir a jornada de trabalho no modelo 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso). O parlamentar defende a flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para permitir o pagamento por hora trabalhada, cabendo ao próprio empregado definir seu período de atuação.
Senador discutiu proposta com integrantes do PL em reunião em Brasília. foto senado federal
Flávio discutiu a “sugestão”, conforme ele mesmo a classificou, com outros integrantes do PL, durante uma reunião em Brasília, nesta terça-feira (19/05). Após o encontro, o senador disse a jornalistas que a ideia é ajustar a legislação, levando em conta as mudanças decorrentes dos avanços tecnológicos e preservando os direitos trabalhistas.
“Foi passada para nossa bancada essa sugestão, essa alternativa, que seria o trabalho remunerado pelas horas de trabalho, com a garantia de todos os direitos trabalhistas, como décimo terceiro, Fundo de Garantia [do Tempo de Serviço – FGTS], férias. Obviamente, proporcionais às horas de trabalho”, explicou o senador.
A manifestação ocorre em meio à tramitação de matérias sobre o tema no Legislativo. Em abril, o governo federal enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei em regime de urgência constitucional pelo fim da escala 6×1.
O texto do Executivo propõe a redução do limite da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. Dessa forma, os empregados passariam a trabalhar, no máximo, cinco dias na semana. A proposta conta com o apoio de entidades sindicais e órgãos de representação de classe, mas tem a objeção de entidades patronais, além de dividir especialistas.
Para Flávio Bolsonaro, a proposta do governo federal é inoportuna e eleitoreira. “Tenta vender para a população uma solução fácil que não vai resolver [os problemas de produtividade, empregabilidade e de qualidade de vida]. Vai gerar desemprego em massa, aumento do custo de vida e prejudicar mais os trabalhadores do que ajudar.”
De acordo com o senador, o pagamento correspondente às horas trabalhadas permitiria aos empregados “escolherem” o quanto querem trabalhar. “Se quiserem, vão trabalhar mais. E,se não puderem trabalhar tanto, se precisarem de mais flexibilidade, isso também estará atendido por esta legislação”, argumentou Flávio, destacando que, a seu ver, a proposta beneficia principalmente as mulheres.
“Vinte e três por cento delas não conseguem, não podem trabalhar por causa desta jornada endurecida, por não terem onde deixar seus filhos. Com esta mudança legislativa, a mulher que tem filhos vai poder trabalhar, por exemplo, quatro horas; deixar seu filho com alguém e voltar para casa para ficar com o filho. Portanto, vai ter oportunidade de trabalho”, disse Flávio, que se negou a responder a perguntas dos jornalistas.
A sugestão do senador vai na contramão do entendimento do governo federal, que considera o fim da escala 6×1 prioritário por, entre outros motivos, promover a equidade entre homens e mulheres no mercado de trabalho e aliviar parte da sobrecarga assumida pelas mulheres, sujeitas à dupla jornada.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstram que as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e cuidados de pessoas, enquanto os homens dedicam 11,7 horas. Quando consideradas somente as mulheres pretas e pardas, o trabalho doméstico não remunerado é 1,6 hora a mais por semana, se comparado ao de mulheres brancas.
Para a secretária nacional de Articulação Nacional, Ações Temáticas e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, o fim da jornada 6×1 pode impactar positivamente na divisão de tarefas em casa.
“O cuidado tem que ser compartilhado entre homens e mulheres. Isso não é uma questão só cultural. É também de os homens terem mais tempo em casa para compartilharem o cuidado”, afirmou a secretária à Agência Brasil. fonte Agência Brasil
Com recursos do Novo Acordo do Rio Doce, o Governo do Brasil lançará, em 22 de maio, um edital e um chamamento público voltados ao fortalecimento das comunidades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Minas Gerais e no Espírito Santo. Serão disponibilizados R$ 450 milhões que possibilitarão que a própria comunidade proponha projetos para fortalecer a organização social e a recuperação dos modos de vida nos territórios.
Recursos possibilitarão que a própria comunidade proponha projetos para fortalecer a organização social. foto pmc
Os instrumentos serão anunciados por meio da Secretaria-Geral da Presidência da República durante ato realizado em Governador Valadares (MG). Os recursos serão divididos, com R$ 225 milhões para projetos estruturantes em desenvolvimento territorial e R$ 225 milhões para projetos capilarizados para fortalecimento direto das comunidades atingidas. As iniciativas passaram pela análise do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba, que deliberou quanto aos critérios de priorização dos projetos.
PARCERIA – O edital é realizado em parceria com o Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o chamamento público em colaboração com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). Os recursos são advindos do Fundo de Participação Social, uma reserva de R$ 5 bilhões destinada a ações conduzidas pelas próprias comunidades atingidas, implementada no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce.
COMO VÃO FUNCIONAR – Os novos mecanismos de fomento estão divididos em duas grandes frentes: projetos capilarizados, que serão selecionados por meio de edital, e projetos estruturantes, que serão escolhidos por chamamento público. Enquanto os projetos capilarizados focam em ações comunitárias diretas com valores de R$ 50 mil a R$ 400 mil por proposta, os projetos estruturantes preveem propostas de desenvolvimento variando entre R$ 5 milhões e R$ 23 milhões e que atuem como vetores de desenvolvimento regional, articulando as iniciativas menores em redes mais robustas.
LINHAS PRIORITÁRIAS – As ações dos projetos capilarizados estão organizadas em cinco linhas prioritárias:
Economia Popular e Solidária , com foco na geração de renda e fomento à agricultura familiar e pesca;
Reabilitação Territorial e dos Modos de Vida , que abrange educação, cultura, lazer e fortalecimento de vínculos sociais;
Resiliência Comunitária e Transição Climática , que traz possibilidades de projetos nas áreas de recuperação de recursos naturais e de tecnologias sociais de acesso à água potável;
Autonomia dos Povos e Comunidades Tradicionais , voltada para indígenas, quilombolas e demais povos tradicionais; e
Igualdade e Não-Discriminação , para projetos que vão priorizar, por exemplo, direitos das mulheres e de grupos vulnerabilizados.
Poderão propor via edital de projetos capilarizados organizações da sociedade civil sem fins lucrativos e coletivos informais – estes com apoio de instituições parceiras que tenham ao menos dois anos de experiência na defesa dos direitos das pessoas atingidas e estejam localizadas em algum dos 49 municípios listados no Novo Acordo.
DIVERSIDADE – Um diferencial importante desse lançamento é a diversidade na gestão. Pelo menos 50% das organizações apoiadas devem ser coordenadas por mulheres, além de haver cotas específicas de 5% para jovens e 5% para povos e comunidades tradicionais.
Os projetos estruturantes, por sua vez, atuarão em dois eixos principais: fortalecimento institucional, para aprimorar a gestão e a governança das organizações sociais, e estruturação de serviços e empreendimentos produtivos coletivos, a fim de ampliar a capacidade de comercialização e a integração das cadeias produtivas regionais.
Dessa categoria poderão participar também organizações da sociedade civil e coletivos informais, desde que participem como organizações apoiadas em conjunto com entidades executoras, que serão organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, de maior porte e experiência na gestão de grandes projetos.
PRAZOS E INSCRIÇÕES
LANÇAMENTO DO EDITAL
22/05/2026
DATA LIMITE PARA RECEBIMENTO DE PROPOSTAS
22/06/2026
PREVISÃO DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO PARCIAL
13/07/2026
APRESENTAÇÃO DE RECURSO
13/07/2026 a 16/07/2026
PUBLICAÇÃO DO RESULTADO FINAL
31/07/2026
PREVISÃO DA FORMALIZAÇÃO
07/08/2026
Para o chamamento público, a submissão será contínua até 30/12/2026.
GOVERNO DO BRASIL NA RUA – O ato de lançamento está integrado à programação do Governo do Brasil na Rua, que levará ao município uma série de serviços gratuitos para a população. A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso a políticas públicas e a atendimentos essenciais em um único espaço. Estarão disponíveis serviços como o Desenrola 2.0, atendimentos e perícias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de suporte oferecido pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal.
Também serão disponibilizados atendimentos relacionados a programas como o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e informações sobre acesso a mercados institucionais como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Serviço
Governo do Brasil na Rua
Data: 22 de maio
Hor á rio: 8h30 às 15h
Abertura: 11h
Local : Ginásio Poliesportivo Municipal / IFMG-GV
Endereço : Av. Minas Gerais, nº 5.189 – Bairro Ouro Verde, Governador Valadares-MG
NOVO ACORDO DO RIO DOCE – O Novo Acordo do Rio Doce é um instrumento jurídico firmado entre o Governo do Brasil, os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e as empresas responsáveis pela barragem de Fundão, em Mariana-MG. O acordo repactua as ações de reparação que vinham sendo executadas desde 2016 e que não asseguraram, à época, a reparação integral dos danos. O valor global é de R$ 170 bilhões, sendo R$ 100 bilhões destinados aos poderes públicos – dos quais R$ 49,1 bilhões à União –, R$ 32 bilhões em indenizações individuais e obrigações de fazer, e R$ 38 bilhões já executados anteriormente.
O rompimento da estrutura, no subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 km do centro de Mariana, no dia 5 de novembro de 2015, desencadeou o maior desastre envolvendo barragens de rejeitos de mineração no país. O colapso da estrutura da Samarco Mineração S/A, uma joint venture da Vale e da BHP Billiton Brasil, resultou na morte de 19 pessoas, deixou três desaparecidas e despejou mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos no meio ambiente, contaminando a Bacia do Rio Doce até o mar territorial brasileiro. fonte Agência Gov | via Secom – governo federal
Alto Rio Novo se orgulha de produzir café conilon premiado em concursos nacionais, mas agora tem a oportunidade de também despontar no cultivo do cacau. O impulso para isso vem do Arranjos Produtivos, que realizou nesta quarta-feira (20) a primeira entrega no município. Foram 6.260 mudas da espécie distribuídas entre 18 produtores cadastrados no projeto realizado pela Assembleia Legislativa (Ales), por meio da Casa dos Municípios.
Projeto contribuirá para tornar lavouras mais diversas e produtivas, segundo Marcelo Santos / Foto: Nicolle Expósito
A entrega foi realizada na Câmara Municipal de Alto Rio Novo com a presença da comunidade, produtores e lideranças políticas da região. O presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos (União), disse que o Arranjos Produtivos deve alcançar os 78 municípios do Espírito Santo por meio da parceria com o governo do Estado e as prefeituras.
Ainda destacou o papel do projeto para tornar as lavouras mais diversas e produtivas. “Ao diversificar, ele pode ampliar ainda mais a sua receita. Com auxílio dos nossos técnicos, o produtor pode produzir mais e melhor, com menos”. Além do cacau, Alto Rio Novo receberá em próximas etapas mudas de abacate, café conilon e implantação da piscicultura.
O prefeito de Alto Rio Novo, Alexandro Valim (PSD), ressaltou o potencial do município. “Temos o melhor café conilon do Brasil. Temos abacate, azeite. Temos produtores de goiaba, de peixe, de cafés premiadíssimos e, agora, vai entrar o cacau. Alto Rio novo tem potencial, o que precisa às vezes é acreditar no produtor. (…) A gente move mundos, montanhas, para tentar atender nossos produtores porque sabemos que dependemos deles para gerar renda, emprego”, disse.
A secretária da Casa dos Municípios, Joelma Costalonga, avaliou o momento da entrega das mudas como parte importante do projeto, mas atribui ao conhecimento levado aos agricultores o sucesso do Arranjos Produtivos. “A partir do conhecimento, que é a mola propulsora, é que nós vamos fazer com que eles produzam com qualidade”, frisou.
A produtora Devaci Verly, que já produz café conilon e desenvolve o projeto Mulheres do Café no município, está empolgada com as novas possibilidades no campo. “A gente não só ficar no fruto, mas mostrar o benefício que é o cacau para gente produzir o chocolate aqui na nossa cidade”, projetou.
Além de Alto Rio Novo, o presidente Marcelo Santos e a equipe do Arranjos Produtivos realizam nesta quarta-feira entregas em Vila Pavão, Ecoporanga e Boa Esperança.
Arranjos Produtivos
Mais que fornecer mudas, equipamentos e insumos a produtores da agricultura familiar, o Arranjos Produtivos busca “ensinar a pescar” ou, nesse caso, a plantar. Isso acontece por meio da assistência prestada pelos técnicos aos homens e mulheres do campo, que levam conhecimento por meio de palestras e Dias de Campo.
Em 2026, o projeto passou a englobar o mercado de crédito de carbono. Dessa forma, produtores poderão ser recompensados financeiramente por adotarem práticas de conservação dos recursos naturais, garantindo a manutenção do carbono nas plantas e no solo. Por Nicolle Expósito
A festa de emancipação pelos 491 anos de Vila Velha terá três dias de programação com shows nacionais, desfile cívico-militar, atrações culturais e atividades para crianças. As comemorações oficiais começam na sexta-feira (22/05) e seguem até domingo (24/05), com eventos concentrados na Prainha e na Orla de Itaparica.
Show de Durval Lelys, dia 24/05
Entre os destaques musicais estão os shows de Raça Negra, Durval Lelys, Jorge Aragão e Alemão do Forró. A programação também reúne artistas capixabas e projetos culturais locais da cidade .
A abertura oficial acontece na sexta-feira (22/05), com a tradicional transposição do fogo simbólico. A saída será às 15 horas, do Palácio Anchieta, em Vitória, com percurso pela Terceira Ponte até a Prainha. A chegada está prevista para as 17 horas, na Praça Almirante Tamandaré.
No sábado (2/053), aniversário da cidade, o desfile cívico-militar será realizado na Orla de Itaparica. A cerimônia começa às 7 horas, na Praça do Ciclista, e o desfile está previsto para começar às 8 horas. Mais de mil estudantes e nove bandas escolares participarão das apresentações, além de forças de segurança e instituições civis.
491 anos de Vila Velha terá três dias de programação com shows nacionais, desfile cívico-militar, atrações culturais e atividades para crianças.
Confira a programação completa:
Sexta-feira (22)
Transposição do fogo simbólico
15h — Saída do fogo simbólico do Palácio Anchieta
17h — Chegada à Praça Almirante Tamandaré, na Prainha
Sábado (23)
Praça do Ciclista, Praia de Itaparica
6h30 — Deslocamento da pira do fogo simbólico da Prainha
7h — Solenidade de abertura do desfile cívico-militar
8h — Início do desfile
11h — Encerramento
Parque da Prainha
12h — DJ Luciano Pankada
13h30 — Derengos (Samba Rock)
15h30 — Xá da Índia — especial Axé Retrô
17h30 — Samba Jr. — roda de samba
19h30 — Show de Raça Negra
21h — Apresentação da bateria da Mocidade Unida da Glória
22h — Show de Alemão do Forró
Tenda Alternativa
18h às 0h — Projeto PIKE V.V
Casa da Memória
17h — Entrega da Casa da Memória Digital e do Bonde 42 restaurado
A Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, divulgou a lista das músicas classificadas para as semifinais do 18º Fenaviola – Festival Nacional de Viola de Colatina, que será realizado nos dias 4, 5 e 6 de junho. Ao todo, 20 músicas foram selecionadas para a fase semifinal, reunindo artistas e compositores de diferentes estados brasileiros, como Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Goiás.
Apresentações acontecem nos dias 4 e 5 de junho, em Colatina, com final marcada para o dia 6 durante a programação do festival
As apresentações serão divididas em duas noites, com dez músicas concorrendo em cada etapa. A grande final está marcada para o sábado (6), quando serão conhecidas as canções vencedoras da edição de 2026. Confira abaixo os selecionados ou clicando aqui:
Paulo Cesar Pontes de Macedo e Leilane Santos Coutinho
Paulo Macedo e Leilane Coutinho
Vitória da Conquista/BA
5
Viola Doce Viola
Saulo Santos Fagundes
Saulo Fagúndes
Goiânia/GO
6
História de um Passarinho
Walter Luiz Araujo de Jesus
Walter Lajes
Ribeira do Pombal/BA
7
Sá Maria Benzedêra
Ronildo Prudente
Grupo Borná de Xêpa
Três Corações/MG
8
Casa de Santo
Adriano Moreira Rosa Música e Cícero Gonçalves dos Santos
Cícero Gonçalves
Contagem/MG
9
Rurigena Cantiga
Jaivan Sousa Acioly
Jaivan Acioly
Cândido Sales/BA
10
Minha Outra Face
José Amário da Silva Marinho
San
Belo Horizonte/MG
FENAVIOLA
O Fenaviola é um dos eventos mais tradicionais da cultura sertaneja e da música de raiz no Espírito Santo, reunindo intérpretes, compositores e amantes da viola de diferentes regiões do país. Além da competição musical, o festival contará com atrações nacionais, como Renato Teixeira, e programação cultural gratuita durante os três dias de evento em Colatina.
fonte e foto Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social
O Programa Guardiões da Infância iniciou nesta segunda-feira (18), em São Domingos do Norte, a agenda de atividades voltada para a prevenção e o enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. A iniciativa é realizada pela Assembleia Legislativa (Ales), por meio da Casa dos Municípios, e contou com a parceria da Prefeitura da cidade.
Psicólogo Rafael Monteiro orientou sobre sinais de violência, acolhimento e como proteger as vítimas / Foto: Anna Beatriz Brito
A capacitação aconteceu na Câmara de Vereadores do município, com a presença de profissionais da área da saúde, assistentes sociais, conselheiros tutelares, professores e estudantes.
O idealizador do programa, o psicólogo forense Rafael Monteiro, apresentou a palestra “O que Ninguém está vendo: como reconhecer e proteger nossas crianças” e o workshop “Guardiões da Infância — Formação em Proteção de Crianças e Adolescentes”.
A palestra voltada para a comunidade destacou como identificar os primeiros sinais que a criança está sendo violentada e o panorama no Brasil. Segundo o especialista, o Brasil registra todos os dias uma média de 196 casos de violência física contra crianças e adolescentes e a estimativa é que apenas 10% dos casos são denunciados. “O pior é que a maioria dos casos são subnotificados, é o maior obstáculo à proteção real da criança brasileira. E isso ocorre por conta de vários fatores como medo de represália, estigma social, descrença que a denúncia vai funcionar, rejeição, ameaças”, afirmou.
Um dos dados alarmantes apresentados é que 80% das agressões ocorrem dentro das suas próprias casas. “O lugar que era para ter maior proteção é onde são mais agredidas. Se é o local onde mais ocorre violência, é por lá que a proteção deve começar, com a comunicação aberta, educação corporal, supervisão consciente”, orientou Rafael.
O profissional apresentou as consequências da negligência emocional da criança na sua saúde física e mental. “É uma violência que muitas vezes não é visível aos olhos e a pessoa carrega por toda a sua vida os traumas e traços desenvolvidos por causa da violência. As pessoas têm dificuldade em se abrir ou se abrem com quem não tem capacidade. Por isso, é uma responsabilidade de todos nós, não só da família. A sociedade tem responsabilidade. Foram negligenciados emocionalmente e precisam de apoio e não de julgamento, com integração e procedimentos claros”.
Logo após a palestra, Rafael ministrou o workshop com foco na identificação de sinais, escuta qualificada e atuação segura na proteção infantil para os profissionais que estão na linha de frente: educação, saúde, assistência social, conselhos tutelares e gestão pública.
O programa segue agora para outros municípios do Estado, como Jaguaré, Itapemirim e Conceição do Castelo. “Eu acredito que esse é um programa que atingirá todos os municípios. Basta eles acionarem que a gente estará lá para atender”, ressaltou.
Parceria
O secretário Municipal de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social de São Domingos do Norte, Mauro Dalmonte, destacou a importância da iniciativa no município. “O objetivo principal é que seja preventivo para identificar antes que se torne um problema. Espero que mais pessoas se envolvam para ajudarmos a salvar nossos filhos. É muito importante! Estou muito feliz de sermos os pioneiros desse projeto e, com certeza, faremos um grande trabalho juntos”, frisou.
Durante o evento, o presidente da Assembleia, deputado Marcelo Santos (União), por meio de videochamada, lembrou que hoje é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. “É um tema muito sensível para tratarmos. O Programa Guardiões da Infância vai oferecer para vocês conhecimento e um aprendizado muito importante. Estou feliz de apoiarmos esse projeto”, disse.
Sobre o símbolo da data ser uma flor amarela, a conselheira tutelar Luciana Veck explicou que é por demonstrar a inocência das crianças e adolescentes. “Dezoito de maio é para ser lembrado todos os dias, só assim vamos conseguir que crianças e adolescentes sejam respeitados e com menos crianças nas drogas tendo suas vidas ceifadas. Cada um de nós precisa se preocupar com nosso próximo e, assim, vamos conseguir amenizar a estatística horrível que é a violência contra a criança e o adolescente”.
Participantes também apresentaram relatos sobre a sua experiência com o tema, como a enfermeira Maura Alves, que destacou a importância da escuta clínica na sua atuação na área da saúde. “Tenho 25 anos de profissão e durante esse período ouvi muitas queixas de violência devido a minha escuta ativa. Nem sempre a criança falou, às vezes, é a forma como o corpo se manifesta, ele também expressa. E não é só na escola que esse trabalho tem que ser desenvolvido, é todo dia. Precisamos estar atentos a esses sinais das crianças e adolescentes, acontece próximo da gente”.
Sobre o programa
O programa Guardiões da Infância foi lançado na Assembleia Legislativa no último dia 16 de abril. A iniciativa propõe a capacitação prática da rede municipal para identificar sinais precoces de abuso, aplicar protocolos corretos de encaminhamento e fortalecer a atuação integrada entre diferentes áreas, como educação, saúde, assistência social e conselhos tutelares, com foco na prevenção e no acolhimento das vítimas.
Implementado com o apoio da Casa dos Municípios da Assembleia e a participação de prefeituras, está sendo estruturado em três frentes principais: capacitação de profissionais, orientação às famílias e ações diretas com crianças e adolescentes.
A iniciativa prevê palestras educativas, capacitação técnica, formação de pais e responsáveis e ações com estudantes, abordando desde identificação de sinais até prevenção de riscos, inclusive no ambiente digital.
A expectativa é que, com a implementação nos municípios, seja possível reduzir a subnotificação, ampliar a identificação precoce e interromper ciclos de violência. Por Anna Beatriz Alves Brito,
A Câmara dos Deputados e o Senado defenderam, nesta segunda-feira (18/05), a validade da Lei da Dosimetria, norma que permite a redução das penas dos réus que foram condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Moraes suspendeu aplicação da lei até julgar ações contrárias. foto senado federal
O Senado defendeu que o plenário derrube a decisão individual de Moraes. Segundo a advocacia da Casa, a suspensão produz efeitos “graves e potencialmente irreversíveis”.
“Ao sustar a aplicação da Lei nº 15.402/2026, priva-se o condenado de lei mais benéfica em vigor, impondo-lhe, por decisão judicial provisória, regime de progressão mais gravoso do que aquele previsto pelo legislador”, afirmou o Senado.
A Câmara acrescentou que Congresso tem a prerrogativa política de dar a “palavra final” sobre o veto presidencial da matéria.
“O Congresso é o principal ator na sistematização do processo legislativo e possui a palavra final sobre o veto. Portanto, cabe ao Parlamento decidir como derrubar o veto”, completou a Casa.