O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 2 de junho o julgamento do recurso do ex-governador do Rio de Janeiro Claudio Castro contra a decisão do tribunal que o condenou à inelegibilidade.
Ex-governador do Rio foi condenado à inelegibilidade até 2030. foto governo rj
No dia 23 de março, Castro foi condenado pelo TSE até 2030. Em função da condenação, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão. O pleito indireto ocorre por meio dos votos de deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Contudo, o PSD recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização para se candidatar ao Senado.
A medida foi vista como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas, que ocorrem pelo voto popular. O ex-governador poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril.
A eleição para o mandato-tampão deverá ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada.
O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde então, o estado não tem vice-governador.
Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado.
A Secretaria da Saúde (Sesa), por meio do Núcleo Regional de Especialidade de Colatina, entregou ontem pela manhã, no dia 30/05 (sábado),180 óculo de grau no Programa “Minha Visão Melhor” do governo do Espírito Santo. O objetivo do programa é a distribuição gratuita de óculos de grau para a população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos 15 municípios que integram a Regional norte de Saúde do Estado.
A entrega de óculos de grau aconteceu em Colatina. foto afolhaonline.com
Como parte da atividade do programa “Minha Visão Melhor” em Colatina, foram entregues 180 óculos (distribuídos) gratuito, no sábado (30/05), beneficiando milhares de pacientes de Colatina, e a previsão do governo do Espírito Santo, é entregar 80 mil óculos até final de 2026, no Estado. Além da distribuição gratuita de óculos de grau, o programa oferece acompanhamento contínuo do paciente, assegurando que a saúde ocular permaneça uma prioridade. Dessa forma, a população que necessitam de óculos tem acesso a tratamentos e dispositivos essenciais, recebendo o suporte necessário durante todo o processo.
A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços de correção visual, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos usuários que enfrentam dificuldades de acuidade visual. “Sabemos que problemas na visão podem impactar negativamente o desempenho escolar, o rendimento no trabalho e até mesmo a interação social, sendo, portanto, uma demanda prioritária de saúde pública”, disse o secretário de Estado da Saúde, Kim Barbosa. Ele lembrou que o governador Ricardo Ferraço, esta trabalhando em todo estado em diversas áreas. Em Colatina, o governo está trabalhando na construção do novo hospital Sílvio Ávidos, onde terá todo serviço de saúde em um só lugar. Concluiu o secretário.
O evento foi prestado por lideranças do estado. foto afolhaonline.com
Na semana passada, a equipe do Núcleo Regional de Especialidades de Colatina (NREC) entregou óculos de grau aos moradores da cidade de São Gabriel da Palha, e na próxima semana será a vez dos moradores do município de Águia Branca.
Na solenidade de entrega de óculos de grau, no Núcleo Regional Especialidade de Colatina, o evento foi prestigiado pelo Secretário Estadual da Saúde Gleikson Barbosa dos Santos (Kim Barbosa), Subsecretária Carolina Sanches ria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA), deputado estadual Tyago Hoffmann (PSB/ES),, deputado federal Paulo Foletto (PSB/ES), presidente da Câmara Municipal de Colatina Tedinha Martins, deputado federal Jack Rocha (PT/ES) e equipe da Regional de Saúde de Colatina
Uma parceria inédita entre a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Espírito Santo (OAB-ES) e a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes) vai ampliar o acesso das administrações municipais à atualização técnica e ao intercâmbio jurídico, contribuindo para o fortalecimento das procuradorias e para maior segurança jurídica na formulação e execução das políticas públicas. A iniciativa será desenvolvida por meio das comissões temáticas da OAB-ES em todas as temáticas e cria um canal institucional permanente voltado à atualização legislativa, inovações de entendimentos dos tribunais, capacitação e apoio técnico às procuradorias e setores jurídicos das prefeituras. Na prática, a parceria fortalece a atuação das procuradorias municipais e aos gestores, para a construção de ações alinhadas às necessidades específicas de cada gestão.
A vice -presidente da Comissão de direito tributário da OAB-ES, Larissa Maneri; a presidente da OAB-ES, Erica Neves; o presidente da Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes). Mário Sérgio Lubiana; o vice-presidente da Comissão de direito ambiental da OAB-ES, Alexsandro dos Santos; e o diretor administrativo e financeiro da Amunes, Luiz Fraga.
Dentre os temas previstos estão atualização de legislações municipais, licitações e contratos, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Direito Ambiental, Direito Tributário, questões fiscais e novas interpretações legais que impactam diretamente a administração pública.
As capacitações poderão ocorrer por meio de cursos, palestras, seminários e outras ferramentas de formação técnica, organizadas de acordo com a realidade e os desafios apresentados pelos municípios.
A presidente da OAB-ES, Erica Neves, destaca que a parceria reforça o compromisso institucional da Ordem com o fortalecimento da gestão pública municipal e destaca uma contribuição à sociedade importante das comissões temáticas que serão demandadas.
“Nosso objetivo é colaborar para que os municípios e procuradorias tenham acesso a informações técnicas, atualizações legislativas e entendimentos jurídicos alinhados às novas regulamentações e decisões judiciais, promovendo mais segurança jurídica na atuação das administrações públicas”, afirma.
Segundo Erica Neves, o modelo foi pensado para responder diretamente às necessidades apresentadas pelos gestores e pelas equipes jurídicas. “A partir do interesse manifestado pelos municípios, será possível construir os melhores canais, formatos e temas para atender de forma eficiente a realidade de cada gestão pública”, acrescenta.
Para o presidente da Amunes, Mário Sérgio Lubiana, a iniciativa representa um avanço importante para o fortalecimento da gestão municipal e para a melhoria dos serviços públicos. “Os municípios lidam diariamente com mudanças legais e desafios cada vez mais complexos. Essa parceria com a OAB-ES representa um avanço importante porque amplia o acesso à atualização técnica e contribui para uma gestão pública mais preparada e segura para a sociedade.”
A expectativa é que a iniciativa contribua para reduzir inseguranças jurídicas, prevenir judicializações e aprimorar a elaboração de normas e políticas públicas locais, especialmente diante da velocidade das mudanças legislativas e regulatórias que impactam os municípios brasileiros, além claro, do fortalecimento das relações institucionais. Para integrantes das comissões, a qualificação contínua das equipes jurídicas e técnicas das prefeituras representa um instrumento estratégico para melhorar a capacidade administrativa, aumentar a eficiência dos atos públicos e assegurar maior conformidade legal nas decisões municipais.
Frente também atua pela valorização da advocacia pública municipal Além da formação técnica e da atualização normativa, a parceria também fortalece uma agenda institucional voltada à valorização da advocacia pública municipal no Espírito Santo. Desde a criação da Comissão de Procuradores Municipais, em 2025, a OAB-ES vem atuando no acompanhamento e na regularização das condições de exercício profissional de procuradores e demais servidores públicos advogados, com foco na defesa das prerrogativas da advocacia pública e na observância dos parâmetros constitucionais que regem a carreira. A atuação inclui o debate sobre condições adequadas de trabalho, reconhecimento institucional e defesa de remuneração compatível com a relevância das funções exercidas pelos advogados públicos, responsáveis pela orientação jurídica dos entes municipais e pela proteção da legalidade administrativa. Para a OAB-ES, fortalecer a advocacia pública significa também fortalecer os próprios municípios e a sociedade.
“Ja tivemos avanços pontuais em alguns municípios em favor das prerrogativas e da normatização interna, mas o trabalho é constante, uma procuradoria respeitada e forte é excelente pro gestor público.” destaca Leonardo Bidart, Presidente da Comissão da Advocacia Pública Municipal.
“A valorização dos advogados públicos e a qualificação permanente das equipes jurídicas caminham juntas. Municípios que contam com procuradorias estruturadas e atualizadas conseguem formular políticas públicas mais seguras, prevenir conflitos e oferecer respostas mais eficientes à sociedade”, ressalta Erica Neves.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de co-autoria da deputada federal Jack Rocha (PT/ES), que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1, foi uma das votadas nesta quarta-feira (27/05) pela comissão especial da Câmara dos Deputados, que aprovou o parecer do relator por 34 votos a 4. O texto segue agora para análise no plenário da Câmara e, posteriormente, para o Senado Federal.
Co-autora da proposta da PEC do fim da escala 6X1, aprovada nesta quarta-feira (27) na Câmara dos Deputados. Foto Marilia Barros
A proposta discutida reúne duas iniciativas, a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), consolidando um acordo que fixa a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com duas folgas semanais, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. O relatório também prevê transição gradual para implementação da nova jornada.
Jack Rocha, que é coordenadora-geral da Bancada Feminina, destacou que a aprovação representa um marco na luta por melhores condições de trabalho no país. “O Espírito Santo e o Brasil vivem um momento histórico para os trabalhadores e trabalhadoras. Estamos discutindo um novo olhar sobre o mundo do trabalho, sobre qualidade de vida e sobre o respeito ao tempo das pessoas.
O presidente Lula nos entregou uma missão, e estamos cumprindo”, afirmou. A deputada ressaltou que a medida dialoga com a realidade de milhões de brasileiros e brasileiras que enfrentam jornadas extensas e pouco tempo de descanso, além de impactos diretos na saúde física e mental da população. Em sua fala, no Plenário, a deputada destacou que a vida não tem hora extra, e a dor dos trabalhadores, principalmente as trabalhadoras, que não conseguem ir, por exemplo, a uma atividade do filho ou filha na escola, um momento único, onde, aliás, não existe existe ‘replay’. “Existirão outros momentos, mas o que se perdeu não volta mais. A redução da jornada e o fim da escala 6X1 vai proporcionar justamente esse tempo para a família, para o lazer, para investir na qualificação, enfim, para viver além do trabalho.
Esse tempo, portanto, significa também uma passagem para investir no futuro do país”, destacou. Jack destacou, ainda, o impacto dessa falta de tempo na jornada das mulheres, que acumulam dupla e tripla jornada de trabalho. “É importante lembrar que mulheres ainda carregam a maior parte do cuidado. Muitas saem cedo, enfrentam deslocamentos longos e, ao voltar para casa, continuam trabalhando. Essa discussão também é sobre reconhecer esse trabalho, e essa dor, invisível. Reduzir a jornada e dar fim à escala 6X1 é também é reconhecer essa realidade”, disse.
No Espírito Santo, onde cerca de 2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão ocupados em setores como comércio, serviços, logística e indústria, o debate ganha relevância pelo impacto direto na rotina e na qualidade de vida, não só desses setores, mas de muitos outros. A parlamentar reforçou ainda a necessidade de preservação do texto original durante a tramitação no Congresso Nacional, alertando para tentativas de alteração que possam descaracterizar o objetivo da proposta. “Estamos atentos para que não haja retrocessos.
O debate precisa garantir melhores condições de vida para quem sustenta o país todos os dias”, concluiu. Após aprovação no plenário da Câmara, a PEC seguirá para análise no Senado Federal, última etapa antes de eventual promulgação.
Fonte e Foto Marilia Barros – Assessoria de Comunicação
A discussão sobre o futuro da escala 6×1 tem mobilizado o setor produtivo brasileiro. No Espírito Santo, onde comércio e serviços concentram a maior parte da atividade econômica e do emprego formal, empresários avaliam que o fim da escala 6×1 vai elevar custos operacionais, podendo impactar os preços de produtos e serviços, além de exigir adaptações significativas para manter a operação em funcionamento, principalmente das empresas que utilizam escala 6×1 e operam aos finais de semana.
André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES.
Levantamento do Connect Fecomércio-ES indica que a maioria das empresas, 64,1% dos entrevistados, enxerga a proposta como um fator de pressão sobre suas operações.
“O debate envolve muito mais do que a carga horária. Para as empresas, especialmente aquelas que funcionam aos fins de semana ou dependem de atendimento presencial contínuo, a discussão passa pela capacidade de manter equipes, organizar escalas, preservar a qualidade do atendimento e administrar custos operacionais”, explicou André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES. O principal ponto de atenção apontado pela pesquisa é o aumento dos custos operacionais. Entre os entrevistados, 60,3% esperam algum crescimento das despesas caso a mudança seja implementada. Desse total, 33% acreditam que os custos podem aumentar mais de 10%, enquanto 21,5% estimam elevação entre 5% e 10%. Apenas 22% afirmam não esperar impactos financeiros e 2,4% acreditam em redução de custos.
“Os resultados mostram que a principal preocupação empresarial está relacionada ao impacto financeiro da medida. Dependendo do setor, a empresa pode precisar reorganizar suas operações e estrutura para manter o mesmo nível de atendimento”, afirmou André Spalenza.
O estudo mostra que essa preocupação é ainda maior entre empresas que utilizam atualmente a escala 6×1. Nesse grupo, 68,8% estimam aumento de custos. Entre as organizações que não utilizam esse modelo, o percentual cai para 43,7%. A percepção também se intensifica entre negócios que funcionam aos finais de semana. Entre eles, 68,8% projetam aumento dos custos, enquanto entre empresas que não operam aos sábados ou domingos esse percentual é de 36,4%.
A pesquisa revela ainda que muitos empresários já avaliam medidas para absorver eventuais impactos financeiros. Entre as alternativas citadas, o aumento de preços aparece como a principal estratégia, mencionada por 44,5% dos entrevistados. Na sequência, surge o ajuste das escalas internas (44%), investimentos em automação (24,9%), redução do horário de funcionamento (23,9%) e contratação de novos funcionários (23%). Entre as empresas que estimam aumento dos custos, 63,5% afirmam que o reajuste de preços seria uma das medidas adotadas.
“O dado chama atenção porque mostra que parte relevante das empresas considera repassar custos ao consumidor para preservar a sustentabilidade financeira da operação. Isso pode gerar efeitos indiretos sobre preços, especialmente em atividades intensivas em mão de obra e atendimento presencial”, observou Spalenza.
Os resultados também indicam que não há um cenário claro sobre os efeitos da mudança na geração de empregos. A maioria das empresas (57,9%) pretende manter o quadro atual de funcionários. Por outro lado, 22,5% avaliam a possibilidade de contratar mais trabalhadores para garantir o funcionamento das operações, enquanto 19,6% consideram reduzir equipes.
A preocupação é especialmente relevante no Espírito Santo porque comércio e serviços respondem por, aproximadamente, 66% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Além disso, os serviços concentram 46% dos trabalhadores formais e o comércio reúne 25,8% dos empregos com carteira assinada. Juntos, os dois setores representam mais de 70% dos vínculos formais existentes no estado.
Outro dado que amplia a relevância do tema é o perfil da força de trabalho capixaba. Atualmente, cerca de 644,6 mil trabalhadores formais atuam entre 41 e 44 horas semanais, o equivalente a 57,9% dos empregos formais do Espírito Santo. “A Federação entende que mudanças dessa magnitude exigem amplo diálogo. Os dados da pesquisa do Connect Fecomércio-ES demonstram a importância de aprofundar o debate para que sejam construídos mecanismos equilibrados, capazes de preservar a competitividade das empresas, a sustentabilidade dos negócios e, ao mesmo tempo, promover qualidade de vida e bem-estar aos trabalhadores do comércio”, explicou Wagner Corrêa, superintendente da Fecomércio-ES.
Impactos maiores em atividades de atendimento contínuo A pesquisa identificou que os setores mais dependentes de atendimento presencial e funcionamento contínuo são os que demonstram maior preocupação com a mudança. No comércio varejista, 49,5% das empresas afirmam que poderiam aumentar preços, 42,1% pretendem ajustar escalas internas e 28% avaliam reduzir horários de funcionamento.
Nos segmentos de alimentação, que incluem bares, restaurantes e serviços de delivery, os percentuais são ainda mais elevados. Dois terços dos entrevistados (66,7%) indicaram aumento de preços e ajuste de escalas como principais medidas de adaptação. Já no setor de hospedagem, o principal movimento seria a reorganização das escalas, apontada por 77,8% das empresas, seguida pela contratação de novos funcionários (55,6%).
“Os setores que dependem de atendimento contínuo apresentam maior sensibilidade porque precisam manter operações ativas justamente nos períodos de maior demanda, como noites, finais de semana e feriados. Por isso, qualquer alteração na jornada tende a exigir adaptações mais complexas”, explica Spalenza.
SAIBA MAIS SOBRE O ESTUDO Perfil dos entrevistados:
O levantamento mostra que a escala 6×1 continua sendo o modelo mais utilizado entre os negócios participantes da pesquisa, presente em 65,6% das empresas. A escala 5×2 aparece em segundo lugar, com 28,2%.
A amostra é formada majoritariamente por empresas do comércio varejista, que representam 51,2% dos respondentes. Outros serviços somam 21,5%, comércio atacadista 7,2%, alimentação 6,7% e hospedagem 4,3%.
Outro aspecto relevante é o porte dos negócios entrevistados. Somando microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e pequenas empresas, esse grupo representa 74,6% da amostra.
Foi postado recentemente nas redes sociais, o encontro do Partido Liberal (PL/ES) que irá acontecer no dia 18 de julho no Espírito Santo, com a participação do Presidente do partido Waldemar Costa Neto, do senador e pré-candidato a presidentes da República Flavio Bolsonaro, senador Magno Malta, deputado federal Gilvan, deputados estaduais Capitão Assumção, Delegado Danilo Bahiense, Lucas Polese, do vereador de Colatina Dr. Vitor Louzada, pré-candidato a deputado estadual e de lideranças do PL do Estado.
Vereador de Colatina Vitor, pré-candidato a deputado estadual pelo PL. foto redes sociais
O encontro promete movimentar e reunir milhares de lideranças de direita e centro-direita do Estado, e também partidos políticos. De Colatina, o Diretoria Municipal do Pl e lideranças colatinenses já se organiza para o evento.
Marina reage ao PSB e defende pluralidade em SP
Marina Silva na chapa de Fernando Haddad
A ex-ministra Marina Silva reagiu nesta sexta-feira (29/05) ao movimento do PSB de emplacar as duas vagas ao Senado Federal na chapa de Fernando Haddad, em São Paulo. Em nota oficial, Marina destacou que mantém a sua pré-candidatura pela Rede com “serenidade, espírito de diálogo e compromisso com a construção de uma ampla frente democrática”. A ex-ministra também ressaltou que a democracia brasileira precisa de pluralidade, que fortalece o campo democrático e amplia a capacidade de diálogo.
Calendário eleitoral junho de 2026
TSE
1º DE JUNHO – SEGUNDA-FEIRA 1. Data-limite para que a União disponibilize o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para o Tribunal Superior Eleitoral (Lei n.º 9.504/1997, art. 16-C, § 2º; e Resolução n.º 23.605/2019/TSE, art. 2º, caput). 2. Data-limite para que os partidos políticos comuniquem ao Tribunal Superior Eleitoral a renúncia ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) (Lei nº 9.504/1997, art. 16-C, § 16; e Resolução nº 23.605/2019/TSE, art. 2º, § 2º).
5 DE JUNHO – SEXTA-FEIRA Data-limite para a Justiça Eleitoral disponibilizar aos partidos políticos a relação de todas as devedoras e de todos os devedores de multa eleitoral, a qual embasará a expedição das certidões de quitação (Lei nº 9.504/1997, art. 11, § 9º).
16 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA Data-limite para o Tribunal Superior Eleitoral divulgar o montante de recursos disponíveis no Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), observado o prazo de 15 (quinze) dias a partir do recebimento da dotação orçamentária pelo Tribunal (Lei nº 9.504/1997, art. 16-C, § 2º; e Resolução nº 23.605/2019/TSE, art. 3º).
22 DE JUNHO – SEGUNDA-FEIRA Último dia para que o Ministério das Relações Exteriores formule pedidos ao Tribunal Superior Eleitoral para o funcionamento de seções eleitorais no exterior fora das sedes das embaixadas, das repartições consulares ou dos locais em que funcionem serviços do governo brasileiro.
30 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA 1. Data a partir da qual é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitirem programa apresentado ou comentado por pré-candidata ou pré-candidato (Lei nº 9.504/1997, art. 45, § 1º; e Resolução n.º 23.610/2019/TSE, art. 43, § 2º). 2. Data até a qual é proibido empenhar despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da Administração indireta que excedam a 6 (seis) vezes a média mensal dos valores empenhados e não cancelados nos 3 (três) últimos anos que antecedem o pleito (Lei n.º 9.504/1997, art. 73, VII; e Resolução nº 23.735/2024/TSE, art. 15, VII).
Lorenzo Pazolini intensifica pré-campanha na Serra
Lorenzo Pazolini pré-campanha ao município da Serra.
O ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), dedica uma parte cada vez mais visível de sua pré-campanha ao município da Serra. Neste domingo, por exemplo, o pré-candidato ao Governo do Estado percorreu feiras livres na Serra Sede e em Nova Carapina II. Na Serra, Pazolini tem intensificado agendas ao lado de aliados do Republicanos, como o deputado estadual Pablo Muribeca e o vereador Agente Dias.
Castro ao desistir do Senado
Cláudio Castro ex-governador do Rio
O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) publicou, nesta quinta-feira (28), um vídeo nas redes sociais em que anuncia a desistência de disputar uma vaga no Senado. A decisão também foi comunicada, no mesmo dia, ao presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto. No vídeo, Castro classificou a decisão como “a mais difícil” de sua vida política e afirmou que nunca havia “fugido de nenhuma luta” até então. Segundo ele, a prioridade agora será concentrar esforços na própria defesa, após ter sido alvo de duas operações da Polícia Federal (PF).
No mínimo de 13 deputados federais
Neste ano, cada partido precisa eleger em todo o Brasil um mínimo de 13 deputados federais ou obter nacionalmente 2,5% dos votos válidos para Câmara federal, sendo 1,5% em pelo menos nove estados. Atualmente, dezesseis partidos estão correndo risco: PV, Cidadania, UP, PDT, PCO, PSTU, PSDB, PCdoB, Avante, Podemos, PRD, PSOL, Solidariedade, Rede e Novo.
Rose de Freitas no centro das articulações
Rose de Freitas tem apoio do MDB nacional
O MDB nacional decidiu entrar de vez no jogo político capixaba e o movimento acabou recolocando Rose de Freitas no centro das articulações para 2026. Nos bastidores, lideranças da sigla avaliam que a direção nacional do partido enquadrou o grupo liderado pelo prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio, após meses de articulações locais envolvendo alianças com outras forças políticas do Estado. A movimentação ganhou força após declarações do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, sinalizando prioridade ao retorno de Rose ao Senado.
A avaliação nos bastidores é que o cenário amplia a pressão interna sobre Euclério, o comando estadual da legenda e reposiciona Rose de Freitas como peça estratégica do MDB no Espírito Santo. Fonte Geraldo Magela/Agência Senado.
Luiz Paulo Vellozo amplia articulações ao lado de Guerino Balestrassi em Colatina
Luiz Paulo decide disputar vaga de deputado estadual e declara apoio a Ricardo Ferraço. foto divulgação
Na agenda em Colatina, o tucano pré-candidato deputado estadual Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB/ES) esteve ao lado do ex-prefeito de Colatina, Guerino Balestrassi, pré-candidato a deputado federal (PODEMOS/ES) em visitas e encontros com nomes da cidade. Entre os compromissos, a dupla esteve com Adilson Vilaça e Mazinho. A agenda também contou com a presença do pastor Rogério, da Igreja Batista de Colatina.
A maioria dos 26 convocados para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo já está reunida na Granja Comary (RJ) para a reta final de preparação para a competição que começa daqui a 15 dias. O primeiro a chegar foi o volante Casemiro, ainda na noite de terça-feira (26/05), mas boa parte da Amarelinha, incluindo o atacante Neymar, se apresentou ao longo desta quarta (27/05). Para facilitar o deslocamento e evitar desgaste físico dos atletas, a CBF fretou helicópteros para leva-los até a Granja.
Time se despede da torcida no domingo em amistoso no Maracanã. Foto CBF
Os últimos a se juntarem ao grupo serão Gabriel Martinelli e Gabriel Magalhães – ambos do Arsenal (Inglaterra) – e Marquinhos (Paris Saint-Germain/França) que disputam a final da Liga dos Campeões no próximo sábado (30/05), em Budapeste (Hungria).
Ao chegarem na Granja Comary os jogadores passaram por avaliações médicas e de um treinamento coletivo no final da tarde, sem a presença da imprensa. Até sábado (30), o técnico italiano Carlo Ancelotti comandará quatro sessões de treino, visando o amistoso contra o Panamá, no domingo (31), às 18h30 (horário de Brasília), no Estadio do Maracanã. O jogo marcará a despedida da seleção da torcida brasileira. No dia seguinte, o elenco viaja para os Estados Unidos, uma das sedes do Mundial, junto com Canadá e México.
Antes da estreia na Copa, a Amarelinha fará o último amistoso contra Egito, no dia 6 de junho, em Cleveland (EUA). A estreia no Mundial será contra Marrocos, em 13 de junho (um sábado), às 19, no MetLife Stadium, no estado de Nova Jersey. O Brasil está no Grupo C, que tem ainda Haiti e Escócia.
Neymar não joga amistosos
O atacante Neymar foi encaminhado a uma clínica em Teresópolis para realizar exame de imagem por causa de um edema na panturrilha, informou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta quarta-feira.
O jogador já se apresentou com a lesão e não participou da primeira atividade da equipe na Granja Comary, centro de treinamento e concentração da seleção brasileira. Neymar chegou ao local no fim da manhã desta quarta-feira, em seu helicóptero particular.
“A Confederação Brasileira de Futebol informa que o atleta Neymar Jr. não participou do treino da seleção brasileira realizado na tarde desta quarta-feira, em Teresópolis. O jogador foi encaminhado a uma clínica na cidade para a realização de exames complementares”, disse a CBF em comunicado
O atacante Neymar foi encaminhado a uma clínica em Teresópolis para realizar exame de imagem por causa de um edema na panturrilha, informou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta quarta-feira.
O jogador já se apresentou com a lesão e não participou da primeira atividade da equipe na Granja Comary, centro de treinamento e concentração da seleção brasileira. Neymar chegou ao local no fim da manhã desta quarta-feira, em seu helicóptero particular.
“A Confederação Brasileira de Futebol informa que o atleta Neymar Jr. não participou do treino da seleção brasileira realizado na tarde desta quarta-feira, em Teresópolis. O jogador foi encaminhado a uma clínica na cidade para a realização de exames complementares”, disse a CBF em comunicado. fonte CBF
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27/05), em dois turnos, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6×1. Foram 461 votos favoráveis e 19 contrários, no segundo turno.
Plenário aprovou em dois turnos o fim da escala 6×1, a proposta segue para o Senado Federal. Foto: Agência Câmara de Notícias
O texto segue para votação no Senado.
A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. A proposta ainda garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entrarão em vigor 60 dias após a promulgação do texto.
O texto aprovado hoje foi apresentado pelo relator, Leo Prates (Republicanos-BA), para duas propostas de emenda à Constituição que já tramitavam: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelecia 36 horas semanais após um período de 10 anos, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que introduzia a escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso), com limite de 36 horas semanais, depois de um ano.
Após o fim do primeiro turno de votação, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Casa deu um passo importante para “uma mudança fundamental para os trabalhadores e trabalhadoras do país desde a Constituição de 1988”.
“Assumi esta condução com todo o equilíbrio, responsabilidade e, principalmente, compromisso com os brasileiros. Por isso, já no início do debate, tratei três pilares como inegociáveis para esta Casa e para o governo federal: a redução da jornada para 40 horas semanais, dois dias de descanso e a manutenção dos salários dos trabalhadores”, disse Motta.
“Essa aprovação ficará registrada na história desta legislatura e na trajetória de cada parlamentar, que compreendeu que desenvolvimento econômico e dignidade humana precisam caminhar juntos”, completou.
Transição
De acordo com o texto aprovado, após 60 dias, a jornada será reduzida de 42 horas semanais para 40 horas. Doze meses após a entrada em vigor das 42 horas, a duração do trabalho será reduzida para 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho.
Depois do prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho.
>> Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:
– escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); – redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias) – jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).
Antes da votação em plenário, o texto foi aprovado na comissão especial que analisou a matéria. Pela manhã, Motta realizou uma sessão protocolar de oito minutos para que fosse liberada a votação do texto na comissão especial. Dos 38 membros da comissão, 34 votaram a favor e 4, contra. Na sequência, a PEC foi incluída na Ordem do Dia da Câmara, ou seja, na pauta de votações no plenário.
A aprovação da PEC foi comemorada pelos parlamentares da base governista e criticada pela oposição.
“Vamos fazer história mostrando em que lado nós estamos. Nós estamos do lado do povo mais sofrido, das pessoas que mais precisam”, comemorou o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS).
A deputada Dandara (PT-MG), que trabalhou como caixa de loja de departamento em escala 6×1, recordou a rotina desgastante e afirmou que a redução vai dar tempo para os trabalhadores poderem viver.
“Eu conheço o barulho do busão [sic] lotado às 5h, o café corrido, o uniforme vestido ainda no escuro. Eu conheço o pé inchado de tanto ficar em pé: oito, 10, 12 horas. Eu conheço porque eu vivi. Eu sei que a escala 6×1 não cabe no calendário. Não cabe, porque não é sobre tempo, somente, é sobre a vida”, disse.
A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) lembrou que a iniciativa é uma pauta de várias centrais sindicais.
“Essa é uma luta que começou há muito tempo. Mas, no Brasil, essa batalha não evoluiu, a cultura escravocrata, a visão colonialista, a visão racista, prevaleceu, mas nós vamos derrubar a escala seis por um. Hoje, aqui, vamos fazer história”, afirmou.
Durante a sessão, deputados da oposição se posicionaram contra a redução da jornada de trabalho.
O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) afirmou que a proposta não vai melhorar a vida do trabalhador.
“Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo para ele que com a aprovação dessa PEC vai acabar a escala 6×1”, disse.
O deputado Sérgio Turra (PP-RS) chamou a proposta do governo de eleitoreira. “Estamos tratando do futuro de um país e da dignidade dos trabalhadores”, afirmou.
>> Entenda mais pontos da PEC pelo fim da escala 6×1:
.- Jornada de trabalho não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, podendo haver compensação e redução de jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
– Lei ordinária irá tratar da jornada e descanso de regimes diferenciados, como trabalhadores com seis horas diárias de trabalho.
– Nova regra não se aplica: a quem tem jornada igual ou inferior a 40 horas semanais, a empregados com nível superior e com remuneração mensal igual ou superior a R$ 8.475,55 (equivalente a duas vezes e meia o limite máximo dos benefícios do INSS)
– Lei complementar poderá adotar medidas de transição para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte.
Com o objetivo de debater os projetos e recursos para a agricultura familiar nos municípios impactados pelo desastre de Mariana, a equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) participou, na última quarta-feira (20/05), de uma oficina organizada pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Na primeira parte do encontro, a secretária da Serd, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental
O evento, realizado em Linhares, contou também com representantes da Agência Nacional de Assistência Técnica Rural (Anater), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), que apresentaram as ações que o Governo Federal irá desenvolver para a retomada econômica rural nos municípios capixabas atingidos.
Na primeira parte do encontro, a secretária de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental, as tratativas que resultaram na repactuação, homologada pelo STF em 2024, além de uma explanação sobre os anexos do Novo Acordo do Rio Doce e as responsabilidades do Governo do Estado nas ações socioambientais e socioeconômicas nos territórios capixabas.
Já a gerente de Reparação e Recuperação Ambiental da Serd, Juliana Valory, destacou o projeto Reflorestar Doce, o fortalecimento do Cadastro Ambiental Rural (IntegraCAR) e as ações de saneamento rural como pilares importantes da atuação da secretaria para o desenvolvimento da agricultura familiar no Espírito Santo.
Na segunda parte do encontro, os representantes do Incaper das cidades de Marilândia, Fundão, Rio Bananal, Linhares, Colatina, Baixo Guandu, Boa Esperança, Aracruz, São Mateus e Conceição da Barra puderam tirar dúvidas sobre os projetos relacionados à Bacia do Rio Doce e Litoral Norte, além de sugerir pautas e demandas de suas regiões.
Para a secretária Margareth Saraiva, a união de esforços entre os municípios, o Governo do Estado e o Governo Federal será determinante para o sucesso das ações de fortalecimento da agricultura familiar no Espírito Santo. “É preciso pensar em um plano de desenvolvimento rural integrado, com sinergia entre os projetos. Essa integração, além de atender as comunidades atingidas com mais celeridade, evitará a sobreposição de ações semelhantes em uma mesma região. Por isso a necessidade de estabelecermos as responsabilidades de cada órgão e da participação efetiva da Anater e do Ministério do Desenvolvimento Agrário”, ressaltou.
fonte e foto
Assessoria de Comunicação da Serd
Renato Costa Neto / Karina Soares / Caroline Pignaton