Radar salarial: remunerações para os mesmos cargos variam sensivelmente entre regiões do Brasil

Radar salarial: remunerações para os mesmos cargos variam sensivelmente entre regiões do Brasil

Estudo busca oferecer uma visão clara e detalhada sobre os valores de remuneração em diversos níveis hierárquicos. foto divulgação

De acordo com o recente levantamento Talent Trends, 52% dos profissionais do Brasil estão insatisfeitos com sua remuneração atual e 56% das empresas reconhecem a importância do tema como um atrativo para conquistar e manter talentos, mas o processo para estabelecer parâmetros salarias nem sempre é simples. Para oferecer salários de forma justa e competitiva, é importante levar em conta diversos fatores, como o mercado de trabalho, o perfil da empresa, a complexidade da posição, a estratégia de retenção da equipe de Pessoas & Cultura, a legislação vigente e outras questões que incidem diretamente sobre a remuneração dos colaboradores.

Esses fatores incidem sobre os salários e fazem com que eles variem, principalmente em relação às regiões em que as empresas estão situadas. Até mesmo no setor público, por exemplo, a variação de renda de colaboradores que compartilham o mesmo cargo, mas em regiões diferentes, pode chegar a um percentual de 880% pela incidência dos referidos fatores, conforme revela o levantamento da República.org.

Ciente sobre esse cenário e com o objetivo de contribuir para facilitar o dia a dia das equipes de RH de todo o Brasil a definir suas políticas salariais, a SG Comp Partners, consultoria que desenha e implementa planos estratégicos de remuneração, acaba de abrir as inscrições para que as áreas de recursos humanos de empresas de todos os setores da economia possam garantir a participação gratuita na 1ª Edição do Radar Salarial Regional, por meio do link:     https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=DmF3IiSuskCQ5_KA1l0POpqJMaiIcBhEgl3krrNvHeZUMTgxNVhYUUMwU1I5QThMNEZPUEZLOEsxOCQlQCN0PWcu

A pesquisa tem como objetivo analisar anualmente dados salariais de uma amostra significativa e representativa de empresas em diferentes regiões do Brasil, aplicando a mesma base de cargos para garantir comparabilidade. O estudo busca oferecer uma visão clara e detalhada sobre os valores de remuneração em diversos níveis hierárquicos, conforme destaca Thamiris Morais, sócia da SG Comp Partners, que está coordenando a pesquisa.

“Embora sempre tenham existido diferenças significativas nos salários entre as regiões, a crescente adoção do trabalho remoto em alguns setores pode ter aproximado mais os níveis salariais regionais, sobretudo para as funções mais qualificadas e disputadas, sobretudo as que apresentam maior aderência à modalidade de trabalho remoto”, afirma Thamiris.

Os resultados permitirão:

  • Monitorar quais regiões se destacam em termos de competitividade salarial.
  • Explorar se a alta demanda por profissionais de TI e a flexibilização do trabalho remoto reduziram as diferenças salariais entre regiões para esta carreira.
  • Mapear os valores salariais praticados em uma amostra de cargos-chave selecionada dentre os níveis estratégico, tático, analítico e operacional.

“Compreender essas variações é essencial para que empresas e profissionais tomem decisões mais informadas, garantindo maior competitividade no mercado de trabalho, além de promover o controle de custos, tão importante para que as empresas possam ser ter resultados sustentáveis”, explica Thamiris.

O estudo abrangerá um total de sete cargos nos níveis de assistente, analista, gerente e diretor das áreas de recursos humanos, finanças e tecnologia da informação, contemplando práticas de remuneração fixa e variável de curto prazo (salário base e bônus/PLR semestral e ou anual), com preenchimento facilitado de questionário. Ao final do estudo, as empresas participantes receberão o relatório de resultados gratuitamente em retribuição ao investimento de tempo dos respondentes.

Em linha com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a SG Comp Partners assume o compromisso de que todos os dados sempre são tratados de forma estritamente confidencial durante as etapas de coleta de dados, processamento da pesquisa e após seu término. As informações serão utilizadas para compor a base de dados da SG Comp Partners de forma agregada, sendo que todas as empresas que vierem a consultar esta base terão acesso somente às estatísticas gerais de mercado e, em nenhuma hipótese, terão possibilidade de identificar informações individuais de qualquer empresa que componha esta mesma base de dados.

Sobre a SG Comp Partners

A SG Comp Partners é uma boutique de remuneração independente que desenha e implementa planos estratégicos de remuneração, que permitem que as companhias possam, não somente captar, mas reter e engajar seus profissionais mais talentosos. Combinando visão estratégica com o entendimento de pessoas, mercado, melhores práticas de remuneração, profundo conhecimento da complexidade do negócio e uma proposta de soluções sob medida, de acordo com a maturidade de cada empresa, a SG Comp Partners ajuda seus clientes a crescerem e prosperarem. fonte Milena Almeida

Congresso dá 10 dias para governo ter alternativa ao aumento do IOF

Congresso dá 10 dias para governo ter alternativa ao aumento do IOF

Alcolumbre acusa governo de “usurpar” prerrogativas do Legislativo. foto LULA MARQUES/ AGÊNCIA BRASI

O Congresso Nacional deu um prazo de 10 dias para o governo federal apresentar alguma alternativa ao decreto que elevou alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que, segundo o governo, afetaria apenas as empresas e contribuintes mais ricos, e serviria para cumprir a meta fiscal.

Porém, as lideranças parlamentares alertaram ao governo sobre a possibilidade de derrubar a medida por meio de projetos de decreto legislativo (PDLs). O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que há uma insatisfação geral dos deputados com a proposta anunciada na semana passada.

“Combinamos que a equipe econômica tem 10 dias para apresentar um plano alternativo ao aumento do IOF. Algo que seja duradouro, consistente e que evite as gambiarras tributárias só para aumentar a arrecadação, prejudicando o país”, disse Motta em uma rede social.

Na sessão do Senado dessa quarta-feira (28), o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que a decisão de elevar o IOF usurpa as prerrogativas do Legislativo, acrescentando a possibilidade do Congresso sustar o decreto.

“Esse exemplo do IOF, dado pelo governo federal, seja o último daqueles, daquelas decisões tomadas pelo governo, tentando de certo modo usurpar as atribuições legislativas do Poder Legislativo. E, como presidente do Senado e do Congresso Nacional, eu vou defender todas as atribuições estabelecidas na Constituição”, afirmou no plenário.

Brasília (DF) 20/05/2025 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, participa da abertura 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Brasília (DF) 20/05/2025 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que decisão de elevar o IOF usurpa as prerrogativas do Legislativo. Foto-arquivo: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Para o cientista político Leonardo Barreto, Alcolumbre quis dizer que o governo tornou o IOF, de um imposto regulatório, em arrecadatório e, sendo arrecadatório, teria que passar pelo Legislativo. “Mas é uma narrativa política, não algo constitucional ou administrativo, nada disso”, pontuou.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), não quis comentar as falas de Alcolumbre, mas disse que o governo está estudando as propostas alternativas apresentadas tanto pela Federação de Bancos (Febraban), quanto pelos parlamentares.

Reunião com Haddad

Após as sessões da Câmara e Senado, Alcolumbre e Motta se reuniram na noite dessa quarta-feira (29) para discutir o assunto com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com a ministra das Relações Institucionais, GLeisi Hoffmann, acompanhados de lideranças do governo.

Na saída do encontro, Haddad informou aos jornalistas que explicou aos presidentes os problemas que o Estado brasileiro pode enfrentar caso o ajuste do IOF seja derrubado.

“Expliquei também as consequências disso, em caso de não aceitação da medida, o que acarretaria em termos de contingenciamento adicional. Nós ficaremos num patamar bastante limitado foi do ponto de vista do funcionamento da máquina pública do Estado brasileiro”, disse o ministro.

O ministro lembrou que o governo já teve que contingenciar ou bloquear R$ 31,3 bilhões do Orçamento para alcançar a meta fiscal estipulada pela regra do arcabouço fiscal. Já as receitas de cerca de R$ 20 bilhões com as mudanças no IOF seriam para completar o ajuste orçamentário.

Fernando Haddad acrescentou que os presidentes da Câmara e do Senado pediram a ele medidas de médio e longo prazo mais estruturantes, “que mexessem com outros aspectos do orçamento, como gasto primário, gasto tributário. Essa agenda interessa ao governo também”.

Porém, o ministro explicou que, no curto prazo, para 2025, medidas estruturas não dão um resultado fiscal imediato. “Temos certa dificuldade em virtude do fato de que existem normas constitucionais que obrigam a observação de noventena e de anualidade”, completou.

Entenda

O arcabouço fiscal aprovado no início do governo, que substituiu o teto de gastos criado pelo governo de Michel Temer, obriga a União a cumprir uma meta fiscal que define os gastos que o Estado pode ter a cada ano. Para cumprir essa meta, o Ministério da Fazenda anunciou um congelamento de R$ 31,3 bilhões para este ano.

Além desse bloqueio, a Fazenda anunciou, somado a medidas para aumentar a receita via IOF com impacto fiscal positivo de cerca de R$ 20 bilhões neste ano. Após críticas dos bancos e do Congresso Nacional, parte das medidas foi revogada.

Segundo a Fazenda, mesmo com o aumento das novas alíquotas do IOF anunciadas, elas estão em patamar inferior ao do governo anterior e atingiriam apenas os mais ricos e as empresas, sem afetar as pessoas físicas.

“Havia muita discrepância entre tratamentos diferentes porque tinha uma brecha. A gente fechou as brechas. Se você considerar as alíquotas praticadas ao longo de quatro anos do governo anterior, elas eram muito mais elevadas. Então, nós entendemos como um movimento correto fazer essa adequação de redução, mas corrigindo as distorções”, justificou Haddad ao anunciar as medidas.

fonte LUCAS PORDEUS LEÓN – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

Cigarro: R$ 1 de lucro da indústria equivale a R$ 5 gastos com doenças

Cigarro: R$ 1 de lucro da indústria equivale a R$ 5 gastos com doenças

Estudo A Conta que a Indústria Não Conta foi divulgado nesta quarta. foto ABSOLUTVISION/PIXABAY

Para cada R$ 1 de lucro da indústria do tabaco, o Brasil gasta R$ 5 com doenças causadas pelo fumo. Os dados fazem parte do estudo A Conta que a Indústria do Tabaco Não Conta, divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) e pelo Ministério da Saúde. 

O documento mostra que cada R$ 156 mil de lucro de empresas de tabaco estabelecidas no Brasil com a venda de cigarros legais foi equivalente a uma morte por doenças cardíacas isquêmicas, acidente vascular cerebral (AVC), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou câncer de pulmão atribuível ao tabagismo.

O custo direto médio e o custo total médio (direto e indireto) equivalentes a uma morte pelas doenças selecionadas foram estimados em R$ 361 mil e R$ 796 mil, respectivamente. 

“Ao combinar essas duas equivalências, obtém-se que, para cada R$ 1 lucro obtido pela indústria do tabaco, o Brasil gasta duas, três vezes esse valor com custo direto do tratamento de doenças relacionadas ao tabaco e 5,1 vezes esse valor com o custo total (direto e indireto) dessas doenças”, detalhou o ministério. 


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Custos com danos 

Outro dado do Inca, não relacionado ao estudo, aponta que o Brasil gasta R$ 153,5 bilhões por ano com os danos provocados pelo tabagismo, somando custos com tratamento médico e perdas econômicas por morte prematura, incapacidades e cuidados informais. O valor equivale a 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Dados do ministério mostram que a arrecadação de impostos federais com o setor alcançou R$ 8 bilhões em 2022, o que cobre apenas 5,2% dos custos totais causados pelo tabagismo ao país. 

Desse total, R$ 67,2 bilhões são gastos diretamente com tratamento de doenças relacionadas ao tabaco, como câncer, doenças cardíacas, respiratórias e AVC. Já os custos indiretos — como perda de produtividade e afastamentos do trabalho — somam R$ 86,3 bilhões@, destacou a pasta. 

Mortes

Números do Inca indicam que o tabagismo é responsável por 477 mortes por dia no Brasil, o que representa 174 mil óbitos evitáveis por ano. Entre as principais causas estão a DPOC, doenças cardíacas, diversos tipos de câncer, AVC, diabetes tipo 2 e o fumo passivo que, sozinho, responde por cerca de 20 mil mortes todos os anos. 

Cigarros eletrônicos

Apesar de proibidos no Brasil desde 2009, os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes, seguem atraindo adolescentes e jovens por meio de estratégias de marketing e apelo tecnológico. 

Dados da pesquisa Vigitel, inquérito telefônico realizado pelo Ministério da Saúde em todas as capitais brasileiras, revelam que 2,1% da população adulta usou cigarros eletrônicos em 2023. A maior prevalência está entre jovens de 18 a 24 anos, que respondem por 6,1% dos entrevistados.

Ajuda

No Brasil, 9,3% da população brasileira ou 19,6 milhões de pessoas se declararam fumantes, sendo a prevalência maior entre homens (11,7%) do que entre mulheres (7,2%), conforme dados da Pesquisa Vigitel 2023.

“Para mudar essa realidade, o SUS [Sistema Único de Saúde] disponibiliza tratamento gratuito para a dependência da nicotina em todo o país. O atendimento é realizado nas unidades básicas de saúde (UBS) e inclui acompanhamento profissional, orientação individual e em grupo, além da oferta de medicamentos”, destacou o ministério. 

Entre os recursos disponíveis estão a terapia de reposição de nicotina, com adesivos transdérmicos e goma de mascar, e o cloridrato de bupropiona, medicamento que auxilia no processo de cessação do tabagismo.

Para iniciar o tratamento, basta procurar uma UBS ou entrar em contato com a secretaria de saúde do município ou estado. O serviço é aberto a todas as pessoas que desejam abandonar o cigarro e melhorar a qualidade de vida. fonte PAULA LABOISSIÈRE – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

FrenCOMEX apresenta projetos prioritários para fortalecimento do comércio internacional do Brasil

FrenCOMEX apresenta projetos prioritários para fortalecimento do comércio internacional do Brasil

Presidida pelo Deputado Federal Da Vitória (PP/ES), a Frente Parlamentar Mista do Comércio Internacional e do Investimento lançou, em Brasília, a agenda legislativa para este ano. foto divulgação

Em solenidade realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília, a Frente Parlamentar Mista do Comércio Internacional e do Investimento (FrenCOMEX), presidida pelo deputado federal Da Vitória (PP-ES), apresentou, nesta quarta-feira (28), o conjunto de projetos prioritários em andamento no Congresso Nacional para este ano.

Participaram do evento o diretor de Operações e Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Renato Agostinho; o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luís Rua; o secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, Embaixador Philip Fox-Drummond; o presidente do Comércio Internacional, Investimentos e Sustentabilidade (IBCIS), Weber Barral; além de parlamentares membros da Frente, representantes de embaixadas e especialistas na área.

A pauta legislativa apresentada, com 20 projetos em tramitação no Congresso Nacional, tem foco em políticas de fomento à exportação;
facilitação do ambiente de negócios para o investidor estrangeiro;
acordos comerciais e de cooperação;
melhoria da infraestrutura logística do comércio brasileiro;
tendências de sustentabilidade no mercado internacional; e
desburocratização das operações de comércio exterior.

O deputado Da Vitória destacou em seu discurso que em meio a um cenário internacional cada vez mais reticentes ao diálogo, a Frente Parlamentar cumpre o papel importante de promover o debate e a aprovação dos projetos importantes para o fortalecimento do comércio exterior do Brasil.

“Não há dúvidas de que este ano será repleto de desafios. Mais do que nunca, o comércio internacional terá papel fundamental para o fortalecimento de uma ordem global pacífica e cooperativa. Nesse ambiente internacional protecionista e de maior instabilidade no comércio global, a rápida aprovação das matérias aqui elencadas torna-se ainda mais relevante para o Brasil”, disse o presidente da FrenCOMEX.

Marcelo Santos apresenta ações no “Dialoga Grande Vitória” neste sábado

Marcelo Santos apresenta ações no “Dialoga Grande Vitória” neste sábado

Marcelo Santos, convida a população para uma nova edição do DialogaES, que acontece neste sábado (31), às 8h30, na sede da Aspomires, em Bento Ferreira, Vitória.

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), Marcelo Santos, convida a população para uma nova edição do DialogaES, que acontece neste sábado (31), às 8h30, na sede da Aspomires, em Bento Ferreira, Vitória.

A proposta do evento é prestar contas do mandato do parlamentar, que está em seu sexto mandato consecutivo e cumpre o segundo ano como presidente da Ales. No encontro, o deputado apresentará os principais avanços de sua gestão à frente do Legislativo, marcada pela modernização da Casa, pelo fortalecimento da transparência, incentivo ao diálogo institucional e participação cidadã.

Além do balanço das ações, o DialogaES também será espaço para escuta da população e debate sobre os desafios e oportunidades para o Espírito Santo, valorizando a participação cidadã como base para decisões mais eficazes e políticas públicas mais justas.

“Como representante do povo, tenho o compromisso de agir com responsabilidade e transparência. Prestar contas é respeitar quem confiou em nosso trabalho, e é fundamental que a sociedade esteja atenta, participando e fiscalizando”, destacou Marcelo Santos.

O evento é aberto a toda a população e não exige inscrição prévia.

Dialoga Grande Vitória
Data: 31 de maio (sábado)
Horário: 8h30
Local: Aspomires – Rua Francisco Rubim, 445, Bento Ferreira, Vitória-ES (ao lado do HPM)

Capixabas têm até sexta-feira para se inscrever no Plano Nacional de Pesca Artesanal

Capixabas têm até sexta-feira para se inscrever no Plano Nacional de Pesca Artesanal

O encontro foi realizado na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura. foto divulgação

Termina nesta sexta-feira (30) o prazo de inscrição para que os pescadores capixabas participem da construção do primeiro Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA). 

Também podem se inscrever, via site do PNPA, os pesquisadores, gestores públicos ou pessoas que fazem parte de algum grupo de apoio à pesca artesanal do Espírito Santo e que ainda não participaram das plenárias regionais ou livres.

Os dados dos participantes e as propostas para fortalecer a pesca artesanal capixaba devem ser preenchidos no link https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/PNPA, na plataforma Brasil Participativo.

Propesca
Em abril deste ano, a Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) representou o Governo do Espírito Santo na reunião do Comitê de Governança do Propesca, em Brasília. O encontro foi realizado na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura. 

O acordo judicial para reparação integral e definitiva relativa ao rompimento da Barragem de Fundão, assinado pelo Governo Federal em novembro de 2024, previa a elaboração do Plano de Reestruturação da Gestão da Pesca e Aquicultura (Propesca). E a Serd terá a missão de coordenar, no âmbito do Espírito Santo, o planejamento das ações de recuperação na Bacia Hidrográfica do rio Doce e litoral norte capixaba.

A comitiva da Serd contou com a participação da subsecretária de Ações Socioeconômicas e Participação Social, Margareth Saraiva, da oceanógrafa e assessora técnica Carolina Pimenta e da gerente de Ações Socioeconômicas, Elis Braga Licks. 

O detalhamento das ações que compõem o Propesca foi elaborado e concluído de maneira conjunta pelo Governos do Espírito Santo e Minas Gerais, além dos Ministérios da Pesca e Aquicultura e do Meio Ambiente. 

“Estamos trabalhando na reestruturação da gestão sustentável da pesca e aquicultura na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, na foz e na região costeira e marinha. Para tanto, a Secretaria de Recuperação do Rio Doce está discutindo, junto com o Governo Federal e com o Governo de Minas Gerais, a partir de agora, a portaria de criação do grupo gestor do Propesca, que será coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e da Pesca”, informou o secretário estadual Guerino Balestrassi.

Saiba mais
Criada em dezembro de 2024, a Secretaria de Recuperação do Rio Doce tem como finalidade apoiar, coordenar, orientar, monitorar e fiscalizar o planejamento e a execução dos projetos e ações voltados à reparação, restauração e compensação de danos socioambientais e socioeconômicos do desastre ambiental de Mariana. 

O objetivo é garantir o cumprimento das obrigações assumidas pelo Estado no acordo judicial para reparação integral e definitiva relativa ao rompimento da barragem de Fundão. O acordo judicial envolve o Governo Federal, os Governos de Minas Gerais e Espírito Santo, o Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública da União (DPU), os Ministérios Públicos e Defensorias Estaduais e as empresas Samarco Mineração, Vale e BHP Billiton Brasil, tendo sido homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 6 novembro de 2024.