O Podemos aparece como uma das principais forças na corrida por uma vaga na Câmara dos
Deputados e, segundo projeções de bastidores, pode alcançar 410 mil votos, O Podemos aparece como uma das principais forças na corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados e, segundo projeções de bastidores, pode alcançar 410 mil votos,

Projeção de 410 mil votos coloca o partido no topo da disputa proporcional no Espírito Santo.. foto divulgação
Com esse desenho, o Podemos tenta converter uma chapa de forte presença regional em três cadeiras na bancada capixaba. A chapa reúne nomes como o deputado federal Gilson Daniel, o médico Serginho Vidigal, o ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi, osjornalistas Philipe
Lemos e Sandra Freitas, o vereador Renzo Mendes, o ex-prefeito de Sooretama Alessandro Broedel e o ex-vereador de Aracruz Roberto Rangel, dentre outros. Projeções publicadas anteriormente apontavam Gilson Daniel na faixa de 110 mil votos e
Serginho Vidigal com cerca 140 mil, enquanto outros nomes disputam a parcela restante da
votação da legenda. Como ficam as principais chapas Considerando uma estimativa de 2,1 milhões de votos válidos para deputado federal no
Espírito Santo, o cenário projetado fica assim:
Partido/Federação Votos
estimados
Cadeiras projetadas
Podemos 410 mil 3 (2 diretas + 1 sobra)
PP/União 380 mil 2
PSB 360 mil 2
PT 250 mil 1
Republicanos 250 mil 1
PL 200 mil 1
Demais legendas 250 mil —
No PP/União, a disputa reúne nomes como o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Marcelo Santos, os deputados federais Messias Donato, Da Vitória e Amaro Neto, o deputado estadual Dr. Bruno Rezende e Capitã Andressa. No PSB, aparecem o deputado
estadual Thiago Hoffmann, o ex-diretor do DER Freitas, a ex-secretária de governo de Renato Casagrande Emanuela Pedroso, o ex-secretário de Estado de Meio Ambiente Felipe Rigoni e o deputado federal Vitor Linhalis. O PT tem entre os principais nomes o deputado estadual João Coser, a deputada federal Jack Rocha e a deputada estadual Iriny Lopes. O Republicanos reúne o ex-presidente da Assembleia Legislativa Erick Musso, o ex-deputado federal Manato e o ex-secretário de Estado da Segurança, Coronel Ramalho. A saída de Gilvan e o novo desenho do PL
O impacto mais direto aparece no PL. Em 2022, Gilvan da Federal respondeu sozinho por quase 88 mil votos, número que ajudou a sustentar a votação da legenda. Sem sua candidatura, esses votos não migram automaticamente para outro candidato ou partido, mas
a ausência de um nome com esse desempenho torna a composição da chapa diferente e pode alterar a disputa interna e a distribuição das sobras. A projeção utilizada neste cenário coloca o PL em aproximadamente 200 mil votos e uma
cadeira, tendo o deputado estadual Lucas Polese entre os nomes da chapa. A votação final,
entretanto, dependerá da capacidade da legenda de recompor parte da força eleitoral
perdida com a saída de Gilvan.