Comissão de Constituição e Justiça aprova PEC que reduz maioridade penal

Comissão de Constituição e Justiça aprova PEC que reduz maioridade penal

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10), por 44 votos a 18, a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 32 e apensadas ) que reduz a maioridade penal dos atuais 18 para 16 anos de idade.

O deputado Coronel Assis é o relator da PEC na CCJ. Foto Bruno Spada / Câmara dos Deputados

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A análise da admissibilidade pela CCJ é apenas o primeiro passo na tramitação do tema na Câmara. Se aprovada, a proposta ainda precisa passar por uma comissão especial e pelo Plenário, em dois turnos de votação.

A proposta principal (PEC 32/15), do ex-deputado Gonzaga Patriota (PE), previa originalmente a plena maioridade civil e penal aos 16 anos. Isso significa que, além de responderem por crimes como adultos, os jovens passariam a ter todos os direitos da vida adulta: poderiam casar, celebrar contratos e obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O texto tornava ainda o voto obrigatório aos 16 anos e reduzia a idade mínima para se candidatar a cargos como o de vereador.

Mas o parecer do relator da medida na CCJ, deputado Coronel Assis (PL-MT), retirou as modificações na esfera civil, prevendo exclusivamente a punição criminal de jovens com mais de 16 anos. Assis explicou que retirou a parte dos direitos civis para garantir que a PEC tratasse apenas de um assunto, evitando “confusão jurídica”, segundo ele.

Além da proposta principal, Assis também recomenda, no parecer, a admissibilidade de duas outras PECs apensadas.

Uma delas (PEC 8/26) sugere a redução da maioridade penal apenas em casos excepcionais, como crimes hediondos ou crueldade extrema, após avaliação técnica do jovem. Já a outra (PEC 9/26) propõe a redução geral para 16 anos em todos os crimes e estabelece que adolescentes de 12 a 16 anos também respondam criminalmente se cometerem crimes com violência, grave ameaça ou contra a vida.

Segundo Coronel Assis, a aprovação da proposta atende à vontade da população. “Aqui existem representantes do povo que não querem fazer a vontade do povo. Qual é a diferença no clamor por justiça da pessoa que tem um ente querido vítima de homicídio por uma pessoa de 18 ou 19 anos ou de uma pessoa de 17 ou 16 anos?” indagou o relator. 

Crítica às mudanças
A deputada Samia Bomfim (Psol-SP) criticou as mudanças feitas por Coronel Assis. Segundo ela, o texto original era “menos pior”. “Porque, ao menos nele, havia uma redução da maioridade não só do ponto de vista penal, mas também do ponto de vista eleitoral. Nessa ele restringiu somente para penal”.

Ela classificou a mudança como “aberração”. “Porque ele (o adolescente) vai ser tratado como adulto do ponto de vista penal, mas do ponto de vista cível, vai seguir sendo lido, tratado pela justiça brasileira como um adolescente, que ele é”, explicou. 

O deputado Tadeu Veneri (PT-PR) citou dados de um levantamento nacional de 2023 para explicar que a minoria dos jovens infratores, 12%, comete assassinatos.

Segundo ele, a justificativa de que é a população que pede a mudança não é suficiente. “A população pede, muitas vezes, que o Congresso e aqueles que roubam aqui dentro também sejam presos, e nem por isso são presos. A população pede que não tenhamos mais emendas parlamentares. O que o povo quer nessa hora não vale”, criticou.

Crescimento da violência
O deputado Mendonça Filho (PL-PE) lembrou que outra proposta do mesmo teor já foi aprovada na Câmara, mas arquivada no Senado. “E eu, mais uma vez, defendo a PEC da redução da maioridade penal. A sociedade brasileira hoje se vê sitiada, ilhada pelo crescimento da violência”, afirmou. 

Segundo ele, hoje, 25% da população brasileira vive sob a influência direta de milícias, do tráfico de drogas e de organizações criminosas que dominam territórios. “Infelizmente, boa parte do exercício do comando dessas organizações criminosas se faz inclusive com aliciamento de menores de 18 anos”, disse.

O que diz o ECA
Atualmente, jovens que cometem infrações graves cumprem medidas socioeducativas de internação por, no máximo, três anos. Essas medidas estão previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e funcionam como ferramentas de responsabilização e reinserção social para jovens de 12 a 18 anos.

O ECA estabelece seis medidas principais, que progridem conforme a gravidade da conduta: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade e liberdade assistida — executadas em regime aberto —, além dos regimes de semiliberdade e internação, este último restrito a crimes com violência ou reiteração grave.

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Secretaria do Rio Doce participa de debate nacional sobre políticas de meio ambiente e cultura

Secretaria do Rio Doce participa de debate nacional sobre políticas de meio ambiente e cultura

A equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) representou o Governo do Estado no painel “Cultura e Clima: Conviver com o Rio Doce”, um dos destaques da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. O evento, realizado em Aracruz, teve como tema a Justiça Climática e reuniu mais de 4 mil participantes, entre artistas, produtores, ambientalistas, lideranças comunitárias e gestores de todo o país.

A secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental,

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O painel ‘Conviver com o Rio Doce’ foi apresentado no auditório principal do Sesc Praia Formosa. Representantes do Governo Federal, da Serd, da Prefeitura de Aracruz, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), ambientalistas, lideranças das comunidades impactadas pelo desastre de Mariana e o público participante do evento debateram as políticas públicas de meio ambiente e cultura para a região da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte capixaba.

O protagonismo indígena e quilombola nas ações de reparação da bacia hidrográfica foi um dos destaques do painel, que contou com a presença dos representantes da comunidade quilombola de Degredo, localizada em Linhares. 

A secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental, as tratativas que resultaram na repactuação, homologada pelo STF em 2024, além de uma explanação sobre os anexos do Novo Acordo do Rio Doce e as responsabilidades do Governo do Estado nas ações socioambientais e socioeconômicas nos territórios capixabas.

Além das ações de saneamento, de recuperação ambiental e de infraestrutura, Margareth Saraiva destacou as políticas públicas na área social que estão sendo construídas em parcerias com as demais secretarias estaduais e que visam desenvolver projetos culturais, de sustentabilidade e de força comunitária. “O ponto-chave é entender que a reconstrução não é só física ou econômica: ela é territorial, simbólica e social. Mapear os bens culturais, preservar festas tradicionais, práticas e modos de vida, restaurar espaços simbólicos fazem parte desta reconstrução do Rio Doce. E temos que fortalecer a participação social, alinhando projetos com as comunidades, com inclusão de mulheres, jovens e povos tradicionais”, afirmou a secretária.

Além da equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce, participaram do painel os técnicos da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República, do Ministério da Igualdade Racial, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz e da Assessoria Técnica Independente da Associação dos Pescadores e Extrativistas e Remanescentes do Quilombo de Degredo. fotos: Comunicação/Serd e EBC/Agência Brasil e fonte Renato Costa Neto / Karina Soares / Caroline Pignaton

Deputado Lucas Polese contesta condenação em caso de professor

Deputado Lucas Polese contesta condenação em caso de professor

O deputado Lucas Polese (PL/ES) usou a tribuna nesta terça-feira (9/6) para se defender de condenação judicial que impôs ao político o pagamento de indenização a um professor do município de Jaguaré, por ter associado o servidor à doutrinação ideológica. O parlamentar explicou que em 2024 foi procurado por pais do interior alegando haver uma educação doutrinária em escola rural daquele município.

Polese questionou o processo e considerou que a decisão limita o exercício do mandato parlamentar / Foto: Lucas S. Costa

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“Quando fomos apurar a situação dessas denúncias, deparamos com cenas como esta”, afirmou o parlamentar reproduzindo vídeo no telão do plenário. As imagens eram de atividades em sala de aula com bandeiras de movimentos sociais.

“Isso é uma sala de aula de uma escola-família. Não tenho dúvidas, devem estudar filhos de invasores do MST nesta escola, com certeza, mas também estudam filhos de produtores e os pais falavam comigo chocados, ‘sou produtor, mando meu filho pra escola e volta pra minha casa um inimigo, um cara que está defendendo eu perder a minha terra’”.

Segundo o deputado, a condenação foi à revelia e sem direito à defesa. Polese explicou ainda que o fato principal da decisão foi uma crítica que fez em redes sociais contra professor que, em sua análise, faria apologia ao comunismo.

“Eu, como representante da sociedade, no exercício da minha prerrogativa parlamentar, não tenho direito de abordar um tema que é uma chaga, que é um tema de suma importância, para uma parcela significativa da sociedade? Uma parcela que me elegeu, que me colocou aqui justamente para trabalhar esses temas? Eu vou ser impedido pelo Poder Judiciário de exercer atividade parlamentar?”.

Por fim, Polese prometeu recorrer da decisão e argumentou que a condenação não seguiu o devido processo legal. “Não estou avulso, escondido por aí, tenho endereço público aqui na Assembleia, tenho diversos vídeos recebendo oficial de Justiça aqui na Casa, tratando bem, atendendo… Nunca me escondi na vida de intimação, de notificação, de nada, recebo todo mundo e não corro da Justiça”.

Economia capixaba

Na mesma sessão, o deputado Mazinho dos Anjos (MDB) repercutiu dados da aquecida economia capixaba, que colocariam o primeiro quadrimestre de 2026 do ES como o de melhor crescimento de Receita Corrente Líquida (RCL) do Brasil. Em relação ao mesmo período de 2025, segundo informações explicadas em coluna do jornalista Abdo Filho (A Gazeta), a RCL capixaba cresceu 16,9%.

“Uma capacidade de crescimento muito acima da média do país, esse resultado é um reflexo da força da nossa economia, do trabalho dos nossos empreendedores, dos nossos trabalhadores, dos produtores rurais e também de uma gestão pública que tem buscado responsabilidade fiscal e incentivo ao desenvolvimento ao mesmo tempo”, refletiu Mazinho.

“Quando o poder público investe nos municípios e em infraestrutura, a iniciativa privada também acompanha, também investe, gera emprego, gera renda e o estado prospera”, complementou. Fonte Ales

Assembleia do ES aprova prazo maior para uso de créditos do ICMS

Assembleia do ES aprova prazo maior para uso de créditos do ICMS

Os deputados aprovaram o Projeto de Lei (PL) 200/2026, que amplia o prazo para empresas utilizarem créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A matéria, do Executivo, foi uma das 11 acatadas em sessão extraordinária da Assembleia Legislativa (Ales) realizada na tarde desta terça-feira (9).

Deputados realizaram sessão extraordinária nesta terça-feira (9) / Foto: Nicole Contão

Essa proposta altera os efeitos da Lei 12.643/2025, que trata da dispensa do estorno de créditos de ICMS em operações interestaduais envolvendo mercadorias importadas por centrais de distribuição, passando a ser retroativo a 1º de janeiro de 2021. Atualmente, a data de referência é 1º de janeiro de 2023.

Fotos da sessão

Tramitando em regime de urgência, a proposta foi analisada em reunião conjunta das comissões de Justiça e Finanças. O deputado Mazinho dos Anjos (MDB) deu parecer pela constitucionalidade e aprovação, que foi acolhido pelos membros dos colegiados e depois pelo Plenário da Casa. 

“É uma correção de uma legislação de ICMS que aprovamos justamente para a permanência das empresas (aqui no Estado). Essa matéria visa garantir o enfrentamento da Reforma Tributária. A chegada da GWM e a permanência das empresas que fazem importação e movimentam o maior volume de veículos elétricos do Brasil. (…) O tempo vai retroagir para alcançar a GWM, que vai implantar uma fábrica de veículos híbridos em Aracruz”, explicou o presidente Marcelo Santos (União). 

Custas

Também foi aprovado o PL 373/2026, do Tribunal de Justiça (TJES), que reduz para 20 mil Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs) – atualmente R$ 98.766 – o limite máximo de cobrança para ações e recursos, e também das relacionadas à guarda e tutela de bens e valores depositados judicialmente.

“Faz uma alteração na lei que foi aprovada nesta Casa reduzindo o teto, o limite máximo de 100 VRTEs cai para 20 VRTEs, uma redução no valor máximo, mantendo o valor no patamar da média nacional”, disse Mazinho, o relator do projeto.

A deputada Camila Valadão (Psol) posicionou-se favoravelmente à iniciativa, mas argumentou que poderia ter sido reduzido também o piso, não apenas o teto. “Dobrou o VRTE na forma aprovada na Assembleia, o valor mínimo em varas comuns e juizados especiais saiu de aproximadamente R$ 350 para R$ 666,67, processos de baixo valor ficaram mais caros. No Juizado Especial, que não tem custas iniciais, as custas recursais passaram a observar esse piso”, lamentou.

Prescrição 

Por 22 favoráveis e nenhum contrário, foi acatado o Projeto de Lei Complementar (PLC) 23/2026, do Tribunal de Contas (TCES), que altera a Lei Orgânica da Corte para adequar a legislação à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) nos casos de prescrição de infrações que implicam ressarcimento ao erário.

Relator da proposta, Mazinho comentou que atuando como advogado tratou diversas vezes da questão das prescrições das ações no TCES. “Às vezes, o processo ficava 10 anos tramitando sem uma decisão e o gestor público com o machado no pescoço. O tema 899 do STF veio para fixar que prescreve sim, e o tribunal está consolidando a jurisprudência do país colocando na sua Lei Orgânica. Dá segurança jurídica para o gestor e previsibilidade”, destacou.

Altas habilidades

De autoria de Tyago Hoffmann (PSB), foi acolhido o PL 210/2024, que institui a Política Estadual de Incentivo ao Desenvolvimento de Pessoas com Altas Habilidades ou Superdotação. A medida traz uma série de diretrizes para inclusão dessas pessoas na sociedade. 

“Vocês não são mais invisíveis, não estão sozinhos, estamos à disposição para continuar desenvolvendo essa importante política e avançando, porque é assim que o estado avança para encontrar pessoas as quais, por muito tempo, não sabíamos sequer que elas existiam. (..) As altas habilidades não são uma deficiência, mas muitas vezes a alta habilidade pode ser uma maldição para ele e sua família. Quando não identificado, pode ser tratado como diversos transtornos nas escolas”, alertou o parlamentar.

Uniformes

Foi aprovado ainda, com emenda, o PL 356/2023, de Gandini (Podemos), que institui a política pública de distribuição de uniformes escolares aos alunos das escolas públicas em todas as etapas do ensino médio. A emenda em questão retirou a obrigatoriedade do Poder Executivo instituir a política e doar aos alunos outros itens previstos além dos uniformes.

“O governo do Estado já fornece esses uniformes, passou a fornecer esse ano, e a matéria está tramitando desde 2023. A gente fez um uma adequação, pois tinha previsão de tênis e outras coisas, além de uniformes, então a gente ajustou para o governo estar fornecendo e ser uma política de Estado, e não de governo, para permanentemente o governo fornecer esses uniformes para o ensino médio”, informou o autor da proposição.

Buda gigante

Por fim, os deputados acolheram o PL 362/2026, de Marcelo Santos, que declara patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo a Estátua do Grande Buda, localizada na Praça Torii, às margens da BR-101, no município de Ibiraçu. Em anexo, tramitou o PL 643/2023, de Sergio Meneguelli (PSD).

Com 35 metros de altura e mais de 350 toneladas, a estátua integra o Complexo da Praça Torii e recebe mais de 500 mil visitantes por ano, configurando-se não apenas como um atrativo turístico, mas como um espaço de vivências culturais permanentes. Inaugurado em 2021, o Buda faz parte do complexo do Mosteiro Zen Morro da Vargem. Por Gleyson Tete

Genivaldo Lievore não será mais candidato a deputado estadual

Genivaldo Lievore não será mais candidato a deputado estadual

Ontem segunda-feira, dia 8/6, o pré-candidato a deputado estadual Genivaldo José Lievore (PT/ES), decidiu ao lado da sua família e do seu grupo politico, que não irá concorrer a vaga de deputado estadual nas eleições de outubro 2026.

Genivaldo não irá disputar a vaga de deputado estadual em 2026. foto divulgação

A pré-candidatura de Genivaldo a deputado estadual, já estava na rua em ritmo de formação de grupo no Estado, e crescia a cada dia em Colatina e também na região norte noroeste, devido ao seu trabalho de liderança sindical, e com os movimentos das pastorais de igrejas, trabalhadores rurais, e outros segmentos da sociedade do Estado.

Hoje colatinense Genivaldo Lievore não será mais-candidato a deputado estadual, por motivo de saúde. Lievore também não quer prejudicar a campanha eleitoral dos seus companheiros de partido.

Em conversa por telefone, o petista Genivaldo Lievore, disse que irá cuidar primeiro da sua saúde, e que irá trabalhar para reeleição do presidente Lula, de Helder Salomão, ao governo do Estado e também da reeleição da deputada federal Jack Rocha. Ele acrescentou que não participará das eleições deste ano, mas que irá trabalhar a sigla (PT) para eleições municipais de 2028. Finalizou Genivaldo.

Trajetória de Genivaldo Lievore

O Colatinense Genivaldo Lievore, é uma liderança da política capixaba com uma trajetória na cidade de Colatina, ex-bancário aposentado (Caixa econômica federal), e destacou-se por sua atuação legislativa municipal e estadual.

Na Câmara Municipal de Colatina, exerceu o cargo de vereador por quatro mandatos e também atuou como presidente da Câmara Municipal em 2003 a 2004.

Genivaldo Lievore foi eleito deputado estadual do Espírito Santo nas eleições de 2010, com 23.801 votos, tomando posse em 2011. Durante o mandato na ALES, presidiu a Comissão de Defesa da Cidadania e trabalhou em pautas voltadas para a infraestrutura regional, como a expansão da telefonia móvel para distritos rurais colatinenses.

No ano de 2020, Genivaldo Lievore, disputou a Prefeitura de Colatina pelo Partido dos Trabalhadores (PT/ES), obteve 2.714 votos para prefeito de Colatina, que representou 4,61% dos votos válidos do município.

PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE

PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (3/6) que serão distribuídos R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para os 30 partidos que vão disputar as eleições de outubro.

Serão distribuídos R$ 4,9 bilhões entre 30 partidos nas eleições 2026

O PL vai receber R$ 881 milhões e será a legenda com a maior fatia do fundo. Em segundo lugar, está o PT, que receberá R$ 615 milhões. Em seguida, aparece o União, com R$ 526 milhões. As três legendas vão receber cerca de 40% dos recursos. 

O repasse dos recursos está previsto na Lei das Eleições e leva em conta a divisão igualitária entre todos os partidos registrados no TSE, que levam 2% do total, mais 35% em relação aos votos obtidos na Câmara dos Deputados, mais 48% conforme o tamanho da bancada na Câmara (fusões e incorporações), além da cota de 15% pela bancada no Senado.

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O Fundo Eleitoral é repassado aos partidos em anos de eleições. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo, que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas.

Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

Junho Vermelho: mês do Doador Voluntário de Sangue a importância da solidariedade que salva vidas

Junho Vermelho: mês do Doador Voluntário de Sangue a importância da solidariedade que salva vidas

Com o tema ‘Compartilhe vida, doe sangue!’, a Secretaria da Saúde (Sesa), por meio do Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes), realiza ações do Junho Vermelho, dedicado à valorização e ao incentivo à doação voluntária de sangue. A campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue, manter os estoques abastecidos durante todo o ano, especialmente no período de temperaturas mais baixas, quando há queda nos números de doações e parabenizar os doadores regulares.

Junho Vermelho: mês dedicado ao Doador Voluntário de Sangue reforça importância da solidariedade que salva vidas

A diretora-geral do Hemoes, Marcela Murad, destaca a importância da campanha Junho Vermelho como estratégia para promover a cultura da doação regular.

“O Junho Vermelho é mais do que uma campanha, é um convite à solidariedade. Celebramos aqueles que doam sangue com frequência, sem esperar nada em troca, mas com a certeza de que estão salvando vidas. Doar é um ato simples, rápido e essencial para garantir o tratamento de muitos pacientes que dependem de transfusões diariamente”, ressalta Marcela Murad.

Ao longo de junho, todas as unidades da rede Hemoes do Estado (Vitória, Colatina, Linhares e São Mateus e Serra) contarão com programações especiais, incluindo ações externas de coleta, palestras educativas, visita guiada com o projeto Hemotur, além de homenagens a doadores regulares e de primeira doação.

Histórias de doadores que fazem da doação de sangue um compromisso com a vida.

Isac Lopes: um servidor em prol da vida dentro e fora da farda

Aos 37 anos, o servidor público policial militar, Soldado Isac Costa Silva Lopes, carrega no peito mais do que a honra de servir à segurança do cidadão capixaba. Ele também carrega o orgulho de ser doador regular de sangue, um gesto que abraçou ainda aos 18 anos, por iniciativa própria, quando realizou sua primeira doação.

Desde então, doar sangue tornou-se parte de sua rotina de cuidado com o próximo. Casado e comprometido com seu trabalho, Isac encontrou na doação um caminho silencioso e poderoso de salvar vidas. Para ele, esse ato representa mais do que solidariedade: é uma extensão do compromisso que já assumiu ao vestir o uniforme e proteger a sociedade.

“A doação de sangue é mais uma forma de servir. Assim como trabalho diariamente para garantir a segurança das pessoas, doar é uma maneira de cuidar delas, mesmo sem conhecê-las”, afirma Isac.

Com constância e dedicação o SD Isac, como é chamado na corporação, transformou seu gesto em exemplo. E mostra que ser herói vai muito além de grandes feitos, às vezes, está em um simples momento de generosidade, no silêncio de uma sala de coleta, onde cada gota de sangue pode significar esperança para quem mais precisa.

Quando ajudar se torna missão: a transformação de um gesto em hábito que salva vidas

Aos 41 anos, o vigilante da Secretaria da Saúde (Sesa), Guthierry Bras de Jesus carrega no currículo algo que vai muito além da profissão: ele é um guardião da vida. Morador de Vitória, Guthierry começou sua jornada como doador de sangue há cerca de três anos, motivado por pedidos de ajuda para amigos e familiares que enfrentavam momentos difíceis nos hospitais. Na época, as doações eram esporádicas, feitas sempre que alguém próximo precisava, mas cada experiência o marcou profundamente.

Foi assim que, ao perceber o impacto de um gesto simples, ele decidiu transformar a solidariedade em hábito. Hoje, Guthierry é um doador regular, comprometido com a causa da doação voluntária de sangue.

“É gratificante saber que meu sangue pode salvar até quatro vidas a cada doação. A gente não imagina o quanto isso pode ser essencial para alguém que está lutando pela sobrevivência”, relata o vigilante.

Com um senso de responsabilidade social admirável, Guthierry se tornou inspiração para colegas de trabalho e familiares, sempre incentivando outros a também doarem. Ele reforça que não é preciso esperar que alguém próximo precise de sangue para tomar essa atitude.

“Doar sangue é um ato de amor anônimo. Você ajuda sem saber quem vai receber, mas com a certeza de que está fazendo a diferença e ajuda a proteger o bem mais precioso de todos, a vida humana”, completa Guthierry.

Solidariedade que Transforma: O Exemplo de Alexander

Alexander Contadini de Andrade, 44 anos, é soldador e carrega consigo uma história marcada por solidariedade e empatia. Há cerca de 25 anos, Alexander é doador de sangue, órgãos e medula óssea – um compromisso que nasceu ainda na juventude, a partir de uma vivência pessoal.

Na época, sua mãe precisou de sangue para realizar uma cirurgia. A dificuldade em encontrar doadores e a escassa divulgação sobre o tema chamaram sua atenção. “Era tudo muito pouco divulgado, e existiam muitos mitos sobre a doação. Diziam que o sangue poderia engrossar ou que as mãos ficariam inchadas se a pessoa parasse de doar. Eram crenças que afastavam muita gente”, relembra.

Sensibilizado com a situação e impactado ao descobrir que uma única doação de sangue pode beneficiar mais de uma pessoa, Alexander decidiu que faria da doação um hábito constante, e assim, tem feito desde então.

Durante uma doação no Hemoes de Vitória, foi convidado a se cadastrar como doador de medula óssea. Prontamente aceitou. Para ele, a decisão foi natural, pois ele já era favorável à doação de órgãos e viu na doação de medula mais uma oportunidade de ajudar o próximo.

Segundo Alexander, doar sangue vai além de um ato solidário, é um compromisso pessoal. “Assumi comigo mesmo esse papel desde o dia em que minha mãe precisou. E sempre incentivo outras pessoas a fazerem o mesmo. É gratificante saber que você pode ajudar o próximo, mesmo que seja alguém que nunca viu”, disse Alexander.

Atualmente, ele está há cerca de seis meses afastado das doações devido a um tratamento dentário, mas já se prepara para retomar sua rotina solidária. “Estar saudável é essencial para doar, e agora que terminei o tratamento, estou pronto para reassumir meu compromisso”, confirma Alexander.

A Escolha Consciente de Júlia: A Jovem que Faz da doação de sangue um Compromisso de Vida

A acadêmica de Direito Júlia Moraes Gonçalves, de 22 anos, é doadora de sangue desde 2021. E desde a sua primeira doação, Júlia transformou esse gesto em um compromisso constante com a vida e com a solidariedade.

Para ela, a experiência de doar sangue é profundamente gratificante. Saber que um simples ato pode contribuir diretamente para salvar a vida de outra pessoa é algo que considera impagável. Júlia descreve o ambiente dos hemocentros como acolhedor, com profissionais qualificados e que transmitem segurança e empatia durante todo o processo.

“É também um momento de reflexão, que nos lembra o quanto a vida é frágil e o quanto podemos fazer a diferença na vida de alguém”, destaca Júlia.

Com tipo sanguíneo O e o Rh negativo (O-), considerado doador universal, Júlia sente ainda mais responsabilidade em doar, pois sabe que esse tipo é um dos mais requisitados e frequentemente e está em falta nos estoques dos hemocentros.

A decisão de se tornar doadora foi motivada, em parte, por essa característica, mas também por uma vivência pessoal muito marcante. Seu irmão enfrentou uma falência renal quando ainda era criança e passou por momentos extremamente delicados. Graças ao gesto de amor e coragem do pai, que doou um dos rins, o irmão pôde recomeçar sua vida. Essa experiência familiar teve grande impacto sobre Júlia, que passou a enxergar na doação uma forma concreta de amor ao próximo.

“A doação de sangue segue a mesma lógica: um ato de entrega que pode significar a continuidade da vida de alguém”, afirma a acadêmica.

Com sensibilidade e consciência, Júlia faz questão de incentivar outras pessoas a se tornarem doadoras. Para ela, a doação de sangue é um ato simples, rápido e seguro, mas com um impacto imensurável. “Uma única bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas. Ser doador é ser esperança para quem mais precisa”, completa.

De um Ato de Fé a um Ato de Amor: A Trajetória de Matheus como Doador

A história de Matheus Djalma Pinto Nascimento, professor de Educação Física, é marcada por coragem, superação e solidariedade. Hoje com 35 anos, Matheus teve sua primeira experiência como doador de sangue aos 18, movido por um profundo ato de fé. Na época, enfrentava um grande medo de agulhas, uma fobia que quase o impediu de realizar sua primeira doação. Mas foi justamente essa provação que o motivou e após fazer uma promessa em busca de uma graça, comprometeu-se a se tornar doador de sangue.

A experiência foi árdua, mas também transformadora. Matheus não apenas superou sua aversão a agulha, como fez daquele gesto um compromisso permanente com a vida. Desde então, passou a doar sangue regularmente, tornando-se cada vez mais consciente da importância de seu ato. Com o tempo, o que começou como uma promessa se transformou em um gesto genuíno de amor ao próximo.

No ano passado, para celebrar seus 34 anos, Matheus escolheu comemorar de uma forma especial, ele organizou uma campanha de doação de sangue entre amigos. “Esse foi o presente que quis receber”, contou. A iniciativa foi acolhida com entusiasmo por seu círculo de amizades, ampliando ainda mais o impacto positivo de sua trajetória.

Para Matheus, doar sangue é mais do que um gesto solidário — é um compromisso de vida. “Doar sangue é uma forma simples e importante de ajudar o próximo. São apenas alguns minutos do nosso tempo, mas que podem salvar uma vida inteira”, pontua.

Sua história inspira e mostra como um ato de fé pode se transformar em um poderoso ato de amor.

Da Espera à Ação: um Sonho em Gesto de Amor

Desde muito jovem, Yasmin Andrade Domingos já sabia qual era um de seus maiores sonhos, doar sangue. Quebrando o protocolo, já aos 12 anos, ela carregava consigo o desejo de ajudar o próximo, algo que aprendeu dentro de casa. Seus pais sempre a ensinaram o valor da solidariedade e da importância de estender a mão a quem precisa. A vontade de se tornar doadora de sangue se intensificou quando um conhecido da família foi diagnosticado com leucemia e precisou realizar vários procedimentos que necessitavam de bolsas de sangue.

Apesar da imensa vontade de ajudar, Yasmin enfrentava um obstáculo, ela não conseguia atingir o peso mínimo exigido para se tornar doadora. “Foram anos de espera e esperança. Eu não desistia do meu sonho”, lembra ela.

Foi em um momento marcante e simbólico, quando o amigo da família atravessava uma situação crítica, que Yasmin atingiu os 50 quilos exigidos para realizar um de seus sonhos. A coincidência entre a necessidade urgente e sua conquista pessoal tornou sua primeira doação ainda mais especial.

Desde então, ela se tornou uma doadora regular. Há quatro anos, Yasmin doa sangue e sente alegria e gratidão por poder fazer a diferença. Seu compromisso vai além da doação, ela também se dedica a sensibilizar outras pessoas sobre a importância desse gesto.

“Cada bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas. Doar é simples para quem faz, mas imenso para quem recebe. Vamos manter essa corrente do bem e levar saúde e esperança a quem mais precisa”, frisa Yasmin.

O Hemoes parabeniza os doadores de sangue pelo excelente exemplo de amor e comunhão ao próximo e convida você a se juntar ao grupo de Dadores Voluntários Regulares. Acesse o site do Hemoes e procure uma das unidades mais próxima a você e agende sua doação pelo site https://hemoes.es.gov.br/

O cidadão também poderá agendar pelo aplicativo Gota de Vida, disponível para Android e iOS.

Dados

É importante frisar que é necessário uma média de 120 doadores por dia para manter os estoques de sangue em níveis adequados e atender à demanda constante dos hospitais.

De janeiro a dezembro de 2024, na rede Hemoes, foram registradas 49.697 mil doações efetivas de sangue no Espírito Santo. Sendo 16.766 mil doações, no período de janeiro a abril de 2024.

Em 2025, de janeiro até abril, o número é de aproximadamente, 15.450 mil doações já realizadas na rede Hemocentro Estadual. Fonte e foto Sesa

Grande Buda de Ibiraçu está mais perto de se tornar patrimônio do ES

Grande Buda de Ibiraçu está mais perto de se tornar patrimônio do ES

Os deputados estaduais aprovaram, durante a sessão desta segunda-feira (8), a tramitação em regime de urgência para quatro matérias. Dentre elas, o Projeto de Lei (PL) 362/2026, assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos (União), que reconhece como patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo o monumento Grande Buda, no município de Ibiraçu.

Com a aprovação do regime de urgência, projeto poderá ser votado na sessão de terça-feira / Foto: Lucas S. Costa

Ainda durante o expediente, o presidente da Ales informou que outra matéria tramitará conjuntamente ao PL 362. Trata-se do PL 643/2023, do deputado Sergio Meneguelli (PSD), que versa sobre o mesmo assunto.

TCE

Outra urgência aprovada foi para a tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 23/2026, que altera a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES). A matéria adequa a legislação estadual à jurisprudência que estabelece prescrição de infrações que implicam ressarcimento ao erário.

Utilidade pública

Também poderão ser votadas diretamente em plenário, já na próxima sessão, duas matérias que reconhecem duas instituições como de Utilidade Pública: a Associação Master de Remo do Espírito Santo (Amares) – PL 246/2026; e o Instituto Saber (IS) – PL 285/2026. Os dois PLs são de autoria do deputado Marcelo Santos.

Caso as duas propostas sejam convertidas em legislação, as entidades irão configurar o Anexo I da Lei 10.976/2019 – norma que consolida o reconhecimento das entidades de direito privado e com fins não econômicos que desenvolvem atividades de interesse coletivo, permitindo acesso a repasses de recursos públicos para o fomento da atuação.

PEC 

Também foi lida no expediente da sessão a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/2026, que reformula o sistema tributário estadual conforme novas diretrizes estabelecidas na Reforma Tributária brasileira.  FONTE Ales

RealTime Big Data confirma governador Ricardo Ferraço (MDB) em primeiro em todos os cenários

RealTime Big Data confirma governador Ricardo Ferraço (MDB) em primeiro em todos os cenários

Pesquisa RealTime Big Data no Espírito Santo, divulgada nesta terça-feira (09/6) pelo UOL em todo o Brasil, aponta que o governador Ricardo Ferraço (MDB/ES) tem a preferência dos capixabas para o seguir à frente do Governo do Espírito Santo.

Pesquisa RealTime Big Data no Espírito Santo, divulgada nesta terça-feira (09) pelo UOL em todo o Brasil, aponta que o governador Ferraço tem a preferência dos capixabas.

Em todos os cenários testados para as eleições de outubro, Ferraço supera os concorrentes em 1º e 2º turnos. A pesquisa reflete o crescente momento de Ferraço, cuja gestão é amplamente chancelada pelo eleitorado capixaba, onde 77% dos entrevistados aprovam a atual administração estadual, enquanto 17% desaprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam.

Em cenário estimulado do 1º turno, 36% dos entrevistados afirmaram que votam em Ricardo Ferraço, enquanto 28% em Lorenzo Pazolini (Republicanos), 14% em Magno Malta (PL) e 10% em Helder Salomão (PT).

Noutro cenário estimulado para 1º turno, Ricardo Ferraço registra 39% da preferência dos eleitores, enquanto Lorenzo Pazolini chega a 33% e Helder Salomão mantém 10%.

Segundo turno em vantagem

Para o 2º turno, a Realtime BigData aponta Ricardo Ferraço na frente em três simulações, com vantagem sobre Helder Salomão, Lorenzo Pazolini e Magno Malta. No confronto Ferraço x Salomão, o placar é 54% a 23%, com 10% de nulo/branco e 13% de não sabe/não respondeu. Contra Pazolini, Ferraço tem 43% e o adversário, 37%. Na disputa com Malta, Ferraço marca 50% e o rival, 28% (11% nulo/branco e 11% não sabe/não respondeu).

A Realtime BigData entrevistou 1.600 eleitores do Espírito Santo por telefone entre os dias 6 e 8 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi financiada com recursos próprios. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-03811/2026.

Presidência da República

A mesma pesquisa realizada no Espírito Santo aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 48% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43% em uma simulação de segundo turno, com Nulo/Branco somando 4% e Não sabe/Não respondeu 5%. Fonte e foto Leo Júnior