A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) reforçou o policiamento ostensivo na Grande Vitória com o início do Estágio Profissional Supervisionado do Curso de Formação de Soldados (CFSd) 2025. Desde a última sexta-feira (7), 490 alunos-soldados passaram a atuar, sob supervisão, em unidades operacionais da Região Metropolitana, contribuindo para a segurança da população.
Alunos-soldados já atuam, sob supervisão, nas unidades operacionais da Região Metropolitana.
O estágio integra a etapa final da formação dos futuros policiais militares e tem carga horária de 360 horas. Durante esse período, os alunos atuam acompanhados por oficiais e praças, colocando em prática, nas ruas, os conhecimentos adquiridos ao longo do curso e vivenciando situações reais do serviço policial.
Para o início dos trabalhos, o governador Ricardo Ferraço destacou a importância da experiência prática para a formação dos novos policiais e o reforço do efetivo da Polícia Militar. “Vocês estão cruzando uma fronteira definitiva na formação, concluindo um ciclo de aprendizado tão importante para o preparo do policial militar. A partir de agora, terão o maior ensinamento de todos, que é a convivência das ruas. Estamos dando continuidade ao trabalho do Estado Presente, tão bem estruturado ao longo dos últimos anos, e fazendo a maior recomposição de efetivo já realizada por um Governo”, afirmou.
Ricardo também ressaltou que o fortalecimento da segurança pública passa pela continuidade dos investimentos em efetivo, equipamentos e valorização dos profissionais.
“Novos passos precisam ser dados, e serão. Enquanto estivermos liderando o Governo do Estado do Espírito Santo, continuaremos evoluindo, investindo, equipando e valorizando. Esse é um caminho sem volta para dar as condições adequadas aos nossos profissionais da segurança e para transformar o Espírito Santo em um dos Estados mais seguros do País”, afirmou o governador.
Antes de chegar a essa fase, os alunos-soldados passaram por aproximadamente 1.500 horas de formação, com disciplinas teóricas, práticas e ensino a distância voltados ao desenvolvimento técnico, jurídico, operacional, físico e ético. A experiência nas unidades operacionais permite o aperfeiçoamento de competências como tomada de decisão, comunicação profissional, trabalho em equipe e relacionamento com a comunidade.
Com a atuação supervisionada nas unidades da Grande Vitória, os alunos-soldados passam a complementar o trabalho desenvolvido pelas equipes da PMES e a aprofundar, na prática, a formação iniciada em sala de aula e nos treinamentos da Corporação.
Além dos 490 alunos-soldados que estão no estágio profissional, a Polícia Militar vai contratar mais 1000 solados combatentes. As inscrições para o concurso terminam nesta segunda-feira (10).
Uma faixa no litoral do país que se estende do estado de São Paulo até o Rio Grande do Sul está, nesta sexta-feira (7), em alerta laranja de perigo para vendaval e fortes chuvas causadas pela atuação de um ciclone bomba, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Efeitos são observados no sudoeste do MS, sul de MG e sul fluminense
Os efeitos do fenômeno ainda são sentidos até o sudoeste do Mato Grosso do Sul, Sul de Minas Gerais e Sul fluminense.
Pela manhã, a previsão é chuva intensa com trovoadas no Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul e, durante a tarde, a tempestade deve persistir sobre o Paraná e centro-norte de Santa Catarina. De noite, a chuva permanecerá ao norte e leste do Paraná.
No Rio Grande do Sul a temperatura deve cair entre 3ºC e 5ºC, condição que deve ser acentuada no sábado (8). No Norte do estado ainda podem ocorrer pancadas isoladas de chuva e, no centro-sul, o frio intenso favorece a ocorrência de geada, com temperaturas próximas de 0°C.
Tornado
A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul confirmou a ocorrência de um tornado no município de Pedro Osório no final da tarde de quinta-feira (6), seguida de tempestade. O órgão informou que emitiu um alerta para a região às 15h50, em função da aproximação da linha de tempestades, com vigência até 19h50.
“O alerta laranja indicava a condição de alerta para tempestade com vento e granizo, com alto risco de destelhamento”, informou.
Durante a madrugada, 19 municípios receberam notificação de alerta vermelho para tempestades severas.
Até a publicação da matéria, a Defesa Civil do Estado informou que cerca de 100 municípios reportara fonte FABÍOLA SINIMBÚ – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASILm danos. As maiores ocorrências foram de queda de árvores, obstrução de vias e danos em telhados e estruturas de residências.
Por maioria de 6 a 4, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu reverter uma decisão do ministro Alexandre de Moraes e aumentar a redução de pena de uma das condenadas pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Caso foi julgado em sessão virtual nesta semana. foto stf
Simone Macedo foi condenada a 1 ano de reclusão em regime aberto, além de multa, por associação criminosa e por incitar publicamente a animosidade das Forças Armadas contra os poderes instituídos.
Em seguida, a defesa pediu ao Supremo que fosse considerada cumprimento parcial de pena o tempo em que ela esteve em prisão preventiva, antes da condenação, bem como o período em que ela foi submetida a recolhimento noturno e uso de tornozeleira eletrônica, enquanto aguardava julgamento.
Relator dos casos do 8 de janeiro, Moraes deferiu parcialmente o pedido, considerando somente o período de prisão preventiva como tempo de cumprimento antecipado da pena. Em decisão monocrática, o ministro afirmou não haver previsão legal para que medidas cautelares alternativas à prisão sejam computadas nesses casos.
A defesa recorreu ao plenário, que julgou o caso em sessão virtual encerrada nesta semana. Prevaleceu ao final a divergência aberta pelo ministro Cristiano Zanin, que reconheceu como cumprimento antecipado de pena o tempo em que a condenada ficou submetida ao recolhimento noturno.
Zanin observou que o recolhimento noturno cautelar possui o mesmo grau de restrição imposto pelo regime inicial aberto ao qual Simone Macedo foi condenada, motivo pelo qual ela teria direito a contar esse tempo como de cumprimento antecipado de pena.
Em seu voto, o ministro escreveu que deve ser respeitada “a proporcionalidade necessária na análise a respeito do grau de restrição da liberdade, para cada espécie de regime de cumprimento de pena”.
A divergência foi acompanhada pelos ministros André Mendonça, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Gilmar Mendes. Ficaram vencidos, além do relator, os ministros Dias Toffoli, Nunes Marques e Flávio Dino.
Trata-se de uma rara derrota de Moraes em questões relativas ao 8 de janeiro. fonte FELIPE PONTES – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
Fenômeno pode estar relacionado à rompimento de barragem em Mariana
O percentual com malformação supera os registros anteriores descritos na literatura científica brasileira. Até então, o maior índice era de 27,1%, observado em bagres da espécie Cathorops spixii.
Publicado na revista Ocean and Coastal Research, o trabalho aponta que a alta incidência de deformidades pode estar relacionada à contaminação ambiental persistente causada pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015.
Segundo o pesquisador Jonas Andrade-Santos, do Museu Nacional da UFRJ, os peixes foram coletados em maio de 2022, quase sete anos após o desastre, na foz do Rio São Mateus, próximo ao município de Conceição da Barra (ES).
“Comparando com outros trabalhos similares no Brasil e também expandindo para outras regiões, o nosso trabalho teve resultado bem acima da média em quantidade de peixes com anomalias, o que possivelmente está relacionado às marcas do desastre.”
Os cientistas identificaram anomalias nos otólitos sagitais, estruturas localizadas no ouvido dos peixes, responsáveis pelo equilíbrio, orientação espacial e percepção sonora.
O Stellifer naso habita o fundo do mar, em águas rasas. Por permanecer em contato direto com sedimentos onde ficaram depositados rejeitos da mineração transportados pelo Rio Doce, a espécie pode estar mais exposta aos contaminantes presentes na lama.
Os autores destacam que a pesquisa não permite estabelecer relação causal definitiva entre as deformidades e o rompimento da barragem, porque não existem amostras da região coletadas, antes de 2015, para comparação.
Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais
Segundo o pesquisador Jonas Andrade-Santos, do Museu Nacional da UFRJ, os peixes foram coletados em maio de 2022, quase sete anos após o desastre, na foz do Rio São Mateus, próximo ao município de Conceição da Barra (ES).
“Comparando com outros trabalhos similares no Brasil e também expandindo para outras regiões, o nosso trabalho teve resultado bem acima da média em quantidade de peixes com anomalias, o que possivelmente está relacionado às marcas do desastre.”
Os cientistas identificaram anomalias nos otólitos sagitais, estruturas localizadas no ouvido dos peixes, responsáveis pelo equilíbrio, orientação espacial e percepção sonora.
O Stellifer naso habita o fundo do mar, em águas rasas. Por permanecer em contato direto com sedimentos onde ficaram depositados rejeitos da mineração transportados pelo Rio Doce, a espécie pode estar mais exposta aos contaminantes presentes na lama.
Os autores destacam que a pesquisa não permite estabelecer relação causal definitiva entre as deformidades e o rompimento da barragem, porque não existem amostras da região coletadas, antes de 2015, para comparação.
Estudo
Segundo Jonas Andrade, essa limitação reforça a importância de ampliar o financiamento de coleções biológicas de referência e subsidiar estudos de longo prazo sobre impactos ambientais.
A equipe pretende analisar quimicamente as amostras para identificar quais minerais estão acumulados nos otólitos, investigar possíveis deformações externas nos peixes e repetir o monitoramento da região nos próximos anos para avaliar se o ecossistema apresenta sinais de recuperação.
“Mais do que um diagnóstico de contaminação, o estudo reforça a necessidade de diálogo entre a ciência e a sociedade para garantir a segurança do ecossistema e das populações locais”, acrescenta Andrade.
Fonte RAFAEL CARDOSO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL e foto RAFAEL LIMA OLIVEIRA
Sete Poderes, órgãos e entidades estaduais assinaram, em evento realizado no Tribunal de Contas do Estado nesta quarta-feira (5), o Pacto Capixaba pela Primeira Infância, compromisso institucional e colaborativo para fortalecer a promoção, a proteção integral e a garantia dos direitos das crianças na primeira infância, observando o princípio constitucional de sua prioridade absoluta. Dezesseis prefeitos municipais presentes também aderiram ao Pacto Capixaba, assinando o termo no evento.
A assinatura foi realizada durante a Jornada Capixaba pela Primeira Infância, evento promovido pelo TCE-ES
Por meio do Pacto, as entidades fundadoras, – TCE-ES, Ministério Público Estadual (MPES), Governo do Estado, Defensoria Pública Estadual, Tribunal de Justiça (TJES), Assembleia Legislativa e a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes) – passam a estabelecer uma cooperação institucional permanente, com articulação intersetorial, intercâmbio de experiências, formação continuada e para o desenvolvimento de ações colaborativas voltadas à qualificação da atuação institucional e das políticas públicas pela primeira infância.
A assinatura foi realizada durante a Jornada Capixaba pela Primeira Infância, evento promovido pelo TCE-ES para a capacitação e orientação técnica de gestores públicos e profissionais que atuam na formulação e execução de políticas para crianças de 0 a 6 anos. O Pacto, também proposto pelo TCE-ES, considera que a promoção do desenvolvimento integral das crianças e a garantia de seus direitos demandam políticas públicas integradas, planejadas e baseadas em evidências, desenvolvidas de forma articulada entre os diferentes órgãos e instituições.
A Primeira Infância, compreendida como o período do zero aos seis anos de idade, constitui etapa decisiva para o desenvolvimento físico, cognitivo, emocional e social da pessoa. Portanto, o investimento nessa fase é estratégia essencial para o desenvolvimento humano, social e econômico do Estado, com impactos permanentes ao longo da vida e para as futuras gerações, como destaca o presidente do TCE-ES, Luiz Carlos Ciciliotti.
“Celebramos a assinatura do Pacto e a formação de uma rede pelas instituições aqui presentes, que compreendem que nenhuma organização conseguirá isoladamente enfrentar todos os desafios existentes. A criança não vive dividida entre as políticas de educação, saúde, assistência social, cultura, esporte ou urbanismo. Ela é uma só, por isso, o cuidado precisa ser integrado”, frisou.
“O Tribunal de Contas assume aqui o compromisso de exercer o controle externo cada vez mais orientador, preventivo e comprometido com resultados. Não basta verificar quanto foi gasto. Precisamos compreender se os recursos públicos estão chegando às crianças, se estão produzindo oportunidades, reduzindo desigualdades e fortalecendo as famílias e comunidades”, acrescentou Ciciliotti.
Dezesseis prefeitos presentes no evento também integraram o compromisso, por meio de um termo de adesão ao Pacto Capixaba. Desta forma, já fazem parte do Pacto os municípios de Alegre, Bom Jesus do Norte, Boa Esperança, Jerônimo Monteiro, Marechal Floriano, Mimoso do Sul, Montanha, Nova Venécia, Iconha, Ibatiba, Itarana, Laranja da Terra, Pancas, Santa Leopoldina, Serra e Vila Pavão.
A secretária-geral de Controle Externo do TCE-ES, Simone Velten, pontuou que a adesão dos municípios representa compromisso público com a primeira infância e aproximação com a agenda estadual. Frisou também que se o Espírito Santo conseguiu se tornar referência nas contas públicas, também pode ser referência na forma de cuidar das crianças, para ser reconhecido como um Estado que compreendeu que a boa gestão pública começa pelo começo da vida.
“Somos instituições com competências diferentes, mas com uma responsabilidade comum: proteger e promover os direitos das crianças de 0 a seis anos. O Pacto possui natureza cooperativa e orientadora. Cria uma agenda permanente de colaboração, formação, apoio aos municípios e compartilhamento de boas práticas e articulação” explicou.
Para que esse compromisso não permaneça apenas no documento, salienta a secretária, nasce também a Rede Capixaba da Primeira Infância, que terá um espaço permanente de encontro, cooperação e aprendizagem. Formada pelas instituições signatárias, ela terá reuniões periódicas, poderá constituir grupos técnicos e câmaras temáticas e produzirá relatório anual de atividades.
“A Rede permitirá que uma boa experiência de um município possa inspirar os outros. Que uma dificuldade identificada por uma secretaria possa encontrar apoio em outra instituição. Que os dados produzidos pelo Tribunal ajude os gestores a se planejar, e que o conhecimento dos especialistas se transforme em decisões concretas nos territórios”, afirma.
Na solenidade de formalização do Pacto, participaram a presidente do TJES, Janete Vargas Simões; a promotora de Justiça da infância e juventude do MPES, Renata Lordêllo Colnago; o deputado Mazinho dos Anjos, representando a Assembleia Legislativa; a defensora pública e Coordenadora de Infância e Juventude, Ariana Peres dos Santos; a secretária de Estado de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social do Espírito Santo (Setades), Fernanda Mota Gonçallo; o presidente da Amunes, Mário Sérgio Lubiana; e o presidente do Comitê Técnico da Primeira Infância do Instituto Rui Barbosa (IRB), conselheiro Edson Ferrari.
Coordenação
Com a assinatura do Pacto, as instituições signatárias também passam a integrar a Rede Capixaba pela Primeira Infância, que será a instância de coordenação do Pacto Capixaba e um espaço permanente de articulação e cooperação institucional para o fortalecimento da agenda da primeira infância no Estado do Espírito Santo.
A Rede é quem irá promover a implementação, o acompanhamento e o aperfeiçoamento das ações desenvolvidas no Pacto. Ela será coordenada de forma compartilhada pelo TCE-ES e pelo Governo do Estado, por meio pela coordenação da Política Estadual da Primeira Infância. Os municípios participantes da Rede não integram a governança, mas participam das ações e iniciativas.
A Rede divulgará, anualmente, um relatório de suas atividades, contemplando as principais ações desenvolvidas, os resultados alcançados e as perspectivas para o período seguinte.
A atuação conjunta
Tribunal de Contas: Controle externo, orientação e boas práticas
Poder Judiciário: Garantia de direitos e proteção integral
Ministério Público: Fiscalização, controle e atuação estratégica
Governo do Estado: Políticas públicas e coordenação
Assembleia Legislativa: marco legal, fiscalização e orçamento
Defensoria Pública: Defesa e promoção dos direitos
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (4) o fim da aposentadoria compulsória e também a previsão da perda de cargo como punição disciplinar máxima para juízes que cometam infrações graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras.
Magistrado poderá perder o cargo em casos como venda de sentenças
Pela nova resolução disciplinar, em caso de condenação em Processo Administrativo Disciplinar (PAD), o juiz poderá ser colocado em disponibilidade para a perda do cargo. A eventual exoneração, contudo, somente poderá ser determinada por decisão judicial.
O procedimento segue decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou o fim da aposentadoria compulsória, com vencimentos proporcionais, como punição máxima, mas condicionou eventual perda de cargo, sem vencimentos, à abertura de uma ação judicial pela Advocacia-Geral da União (AGU).
Durante a sessão de votação, o presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, disse que a medida representa “uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão” e que o problema é trabalhado “com atenção, levando em conta os desafios e as complexidades que ele apresenta”.
Em 20 anos, o conselho condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória. O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.
Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave.
Antes da decisão do Supremo, magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação pelo CNJ.
O time Sub-17 de Colatina segue fazendo história no Campeonato Brasileiro de Futebol 7 de base. Com uma campanha marcada por um ataque eficiente, a equipe marcou 24 gols em três partidas, garantiu a classificação para a semifinal da competição e está a um passo da decisão nacional. A vaga entre os quatro melhores foi assegurada ainda na segunda rodada da fase de grupos. Na estreia, realizada na quarta-feira (22), Colatina venceu o Real Paraibano por 4 a 1. Mesmo saindo atrás no placar, a equipe mostrou poder de reação e construiu a virada.
Equipe garantiu vaga entre os quatro melhores da competição após duas vitórias na fase de grupos e agora disputa uma vaga na decisão neste sábado (25/7)..
No dia seguinte (23), o desempenho foi ainda mais expressivo. O Sub-17 goleou o Atlético Alagoano por 18 a 1, resultado que confirmou a classificação antecipada para a fase eliminatória e consolidou o ataque colatinense como um dos destaques da competição. Na última rodada da fase de grupos, disputada nesta sexta-feira (24) a equipe foi superada pelo GM09 por 9 a 2 e terminou na segunda colocação da chave. Ao todo, o time marcou 24 gols e sofreu 11 nas três partidas disputadas.
Agora, o Sub-17 volta à quadra neste sábado (25), às 14h, em busca de uma vaga na grande final do Campeonato Brasileiro de Futebol 7. O adversário da semifinal ainda será definido.
fonte e foto Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Socia
A contagem regressiva já começou para uma das competições de kart rental mais aguardadas do Espírito Santo. Nos dias 1º e 2 de agosto, o Kartódromo de Jardim Camburi, em Vitória (ES), será palco da 3ª edição da FDK Racing Cup, evento promovido pela Associação Fãs de Kart, que vem se consolidando como uma das principais portas de entrada para novos pilotos e um importante campeonato para quem disputa o Ranking Nacional de Kart Rental (NKR).
Competição acontece nos dias 1º e 2 de agosto e reunirá desde pilotos novatos até competidores que buscam pontuação para o Ranking Nacional de Kart Rental (NKR).
está dando os primeiros passos no automobilismo até pilotos experientes que buscam evoluir tecnicamente e somar pontos no cenário nacional.
Competição para todos os níveis
Um dos grandes diferenciais da FDK Racing Cup é reunir pilotos de diferentes níveis de experiência em categorias específicas, garantindo disputas equilibradas e muito mais competitivas.
Iniciantes (Novatos): destinada a pilotos que nunca participaram de competições oficiais de kart rental e desejam viver a experiência de correr pela primeira vez em um campeonato organizado.
Estreantes: voltada para pilotos que já participaram de edições anteriores da Copa Novatos ou de outras competições, mas que ainda não desejam disputar pontos válidos para o Ranking Nacional de Kart Rental.
Categorias Oficiais do NKR (Ranking Nacional de Kart Rental):
Leve
Médio
Pesado
Sênior (pilotos com 40 anos ou mais)
Nessas categorias, os competidores disputarão pontos importantes para o NKR, aumentando ainda mais o nível técnico das corridas.
Estrutura profissional
A FDK Racing Cup segue um padrão de organização semelhante ao de grandes competições de kart rental do país.
Os pilotos contarão com:
sistema de cronometragem eletrônica;
classificação por tempo;
regulamento técnico;
direção de prova;
equipe de pista especializada;
transmissão de resultados;
premiação por categoria.
Toda a estrutura foi planejada para proporcionar uma experiência segura, organizada e emocionante para pilotos e familiares.
Muito além da competição
Mais do que uma disputa por posições, a FDK Racing Cup tem como objetivo incentivar a prática do automobilismo de forma acessível, promovendo integração entre pilotos de diferentes níveis, espírito esportivo e desenvolvimento técnico.
Ao longo dos últimos anos, centenas de pilotos iniciaram sua trajetória nas competições organizadas pela Associação Fãs de Kart, muitos deles evoluindo para categorias nacionais e consolidando sua paixão pelo esporte.
Inscrições abertas
As vagas são limitadas e as inscrições já estão abertas para todas as categorias.
A organização recomenda que os interessados garantam sua participação com antecedência, já que a expectativa é de grande procura por pilotos de Vitória, da Grande Vitória e de diversas cidades do Espírito Santo.
A 3ª FDK Racing Cup promete mais um fim de semana de muita velocidade, emoção e disputas equilibradas, reunindo desde quem sonha em participar da primeira corrida até pilotos que buscam pontos importantes no Ranking Nacional de Kart Rental.
Serviço
Evento: 3ª FDK Racing Cup Data: 1º e 2 de agosto Local: Kartódromo de Jardim Camburi – Vitória (ES) Categorias:
Iniciantes (Novatos)
Estreantes
Leve (NKR)
Médio (NKR)
Pesado (NKR)
Sênior – 40+ (NKR)
Inscrições: abertas, com vagas limitadas.- Fonte e foto FDK Racing Cup
Após a Copa do Mundo de futebol, nossa seleção masculina ficou longe do hexa e, agora, resta esperar o próximo Mundial. Mas não vai ser preciso aguardar mais quatro anos para torcer pelo Brasil.
Mundial será realizado entre 24 de junho e 25 de julho.
É que no ano que vem tem Copa do Mundo Feminina e, pela primeira vez, ela vai ser realizada aqui no Brasil.
O que não falta por todo o canto são meninas já apaixonadas por futebol, que têm nas potências da seleção feminina um exemplo a seguir. E a torcida está garantida para todas as idades.
A pequena Manuela Baère, de 6 anos, já está empolgada para ver as atletas em campo.
“Eu adoro futebol. Você sabia que eu faço aula de futebol? E eu estou doida para ver as meninas jogarem. A gente só vê os meninos. Estou toda doida para a gente ver as meninas jogarem”, diz.
Sofia Seabra, de 13 anos, é fã declarada da atacante Marta, que segue inspirando gerações. A estudante de Brasília já está negociando, em casa, uma forma de assistir à abertura do Mundial feminino no Maracanã.
“Estou muito empolgada com a Copa do Mundo feminina do ano que vem, que eu vou até me comportar melhor para eu poder ver o jogo no Rio de Janeiro. Cresci jogando futebol ao lado de meninos, mas isso nunca me deixou para baixo. Mesmo com a capacidade física menor que a deles, sempre me esforçava mais e mais para poder evoluir. Vou estar torcendo muito o ano que vem”, conta.
O Mundial feminino vai ser disputado por 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho do ano que vem. Esta vai ser a primeira vez que o Brasil vai sediar a competição.
Em abril deste ano, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou a ex-capitã da seleção brasileira, vice-campeã mundial de 2007 e medalhista olímpica em Atenas 2004, Aline Pellegrino, como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027.
Ela destaca o poder de mudança cultural do Mundial feminino.
“Nesse momento de reconhecimento do espaço da mulher nessa sociedade, o quanto essa Copa ela vai também pro lado social, pra gente enquanto sociedade ser uma sociedade mais igualitária. E eu acho que o futebol tem esse poder de mudança, de transformação. Então, eu acredito que um um grande legado que pode acontecer por si só é esse legado cultural. É um potencial muito grande de levar essas histórias, de mudar a cultura, de meninas e meninos começarem a praticar esse futebol junto desde sempre, isso não ser um problema, porque isso não é um problema. Que essa Copa possa vir e e gerar muitas mudanças no nosso Brasil enquanto sociedade”, explica.
E para as que já estão em campo seguindo os passos de atletas como Aline Pellegrino, a certeza é que o Mundial do ano que vem dará mais visibilidade ao futebol feminino. É a confiança da atleta do time Republicanas de Brasília, Myllene D’Arc, de 34 anos.
“Eu sempre vi os meninos jogando e aí acabei jogando com eles e me apaixonei pelo esporte. A minha expectativa para a Copa do Mundo Feminina é que vai dar muito mais visibilidade, né, para as mulheres, de mostrar que futebol não é só para homem, né? É para mulher também e a gente pode fazer o que quiser, o esporte que quiser, porque somos empoderadas”, relata.
Pelas ruas, enquanto a Copa masculina se encaminhava para o final, a impressão sobre o Mundial feminino variava entre os mais e os menos otimistas. Mas é quase unânime a ideia de que as atletas precisam de mais visibilidade e valorização.
No ano que vem, oito cidades vão sediar a disputa pela inédita taça: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Desde 1991, quando foi realizada a primeira Copa do Mundo Feminina, a taça só foi levantada por cinco seleções ao longo das nove edições do torneio – Estados Unidos (4 vezes), Alemanha(2), Noruega (1), Japão (1) e Espanha (1), atual campeã. Que comece a torcida para que as habilidosas atletas brasileiras recebam em casa o inédito título de campeãs mundiais. Fonte SAYONARA MORENO* – REPÓRTER DA RÁDIO NACIONAL e foto agência brasil
Foram 16 anos de espera até que uma nova e talentosa geração recolocasse a Espanha no topo do futebol. Muitos dos ídolos da conquista de 2010, na África do Sul, estiveram em Nova Jersey neste domingo (19). Iker Casillas, Xavi Hernández, Carles Puyol, Andrés Iniesta – autor do gol daquele título – e até mesmo Joan Capdevilla, liberado de última hora para viajar aos Estados Unidos e que chegou lá a tempo de se emocionar com a sonhada segunda estrela. Sim, a Fúria (apelido da seleção espanhola) é, mais uma vez, campeã da Copa do Mundo.
Ferran Torres marcou no primeiro minuto do tempo extra e deu a vitória à Espanha. A Argentina teve um jogador a menos desde o fim do segundo tempo normal. FOTO FIFA
Os espanhóis tiveram pela frente os atuais donos da taça. A vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação, após um verdadeiro “amasso” durante 120 minutos de jogo, colocou a seleção europeia no grupo seleto de bicampeões mundiais, que também tem Uruguai e França – além, claro, daqueles com três ou mais títulos, como os próprios argentinos e, o maior de todos os ganhadores e único penta, o Brasil.
Diferentemente de 2010, o herói do título saiu do banco de reservas. Mas, Ferran Torres e Iniesta têm algo em comum. No momento em que decidiram a Copa para a Espanha, ambos representavam o Barcelona. Ao contrário do ex-meio-campista, revelado no clube catalão, o atacante de 26 anos é cria do Valência e passou pelo Manchester City (Inglaterra) antes de chegar ao Barça.
Com a sexta menor média de idade da Copa (26,2), a Fúria deixou um recado claro para 2030, quando será uma das sedes: é favorita para buscar o tri. Afinal, possui nomes como os meias Gavi e Pedri e o atacante Nico Williams – que sequer terão completado 30 anos – a caminho do terceiro Mundial. Mesmo os veteranos do elenco, como o volante Rodri (terá 34 anos) ou o lateral Marc Cucurella (32), podem muito bem chegar lá.
E o que dizer de Lamine Yamal? O atacante de 19 anos é o mais jovem campeão mundial desde Ronaldo, que tinha 17 anos no tetra, em 1994. Detalhe: o brasileiro nem a campo foi naquela campanha, enquanto Yamal é simplesmente a estrela da companhia espanhola – apesar de atuação discreta neste domingo. O craque se tornou, também, o quarto mais novo da história a vencer uma Copa. O líder da estatística? Pelé, na Suécia, em 1958, com 17 anos e 249 dias.
A Espanha ainda atingiu dois marcos históricos com a conquista deste domingo. É a primeira vez que um país assegura, de forma simultânea, os títulos mundiais em ambos os gêneros. A Fúria foi a campeã do mundo feminina em 2023, na edição realizada na Austrália e na Nova Zelândia. No ano que vem, o Brasil sediará a Copa das mulheres. Será a vez das espanholas tentarem manter a unificação das taças.
Além disso, a Espanha tornou-se a seleção com mais jogos de invencibilidade na história – e justamente em uma final de Copa. Com o triunfo sobre a Argentina, são agora 38 partidas sem derrotas, superando a sequência da Itália entre 2018 e 2021. Curiosamente, a série positiva teve início contra o Brasil de Dorival Júnior, em um empate por 3 a 3, em 26 de março de 2024, na capital Madri.
Do lado argentino, frustração pelo adiamento do sonho do tetra e do desejo de “vingar” a Copa de 1994, também nos Estados Unidos, quando Diego Maradona foi suspenso durante o torneio por doping. Sem esquecer do adeus de Lionel Messi às Copas. Aos 39 anos, no sexto Mundial da carreira, o camisa 10 se despede com o título de 2022, dois vices (2014 e 2026) e o posto de segundo maior artilheiro da história do evento, com 21 gols.
Durante boa parte da Copa, Messi liderou a estatística, assumida na estreia, na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia. Ele, porém, foi ultrapassado no último sábado (18) pelo também atacante Kylian Mbappé. O francês chegou a 22 gols na derrota por 6 a 4 para a Inglaterra, em Miami (Estados Unidos), na disputa do terceiro lugar.
Futebol? Teve pouco
Depois de um sábado repleto de gols e ainda com a memória da movimentada final de 2022, com quatro gols no tempo normal e dois na prorrogação, a expectativa era de um primeiro tempo tão animado quanto neste domingo. Bem longe disso. Com atuações abaixo do que podem apresentar, Espanha e Argentina demonstraram nervosismo e não saíram do zero.
A Fúria teve a iniciativa e as únicas oportunidades de gol, ainda que nenhuma dela realmente clara. Aos quatro minutos, Yamal tabelou com o meia Dani Olmo, invadiu a área pela direita e finalizou, mas o chute desviou no zagueiro Lisandro Martínez e facilitou a defesa de Dibu Martínez.
Corta, então, para os 38 minutos, quando o meia Fabian Ruiz acionou Olmo na entrada da área e o meia, com um leve toquinho de calcanhar, ajeitou para Mikel Oyarzabal, de frente para o gol. O atacante poderia ter devolvido para Ruiz, que passava sozinho pelas costas da marcação na esquerda, mas tentou o chute de primeira, parando em Dibu.
Já aos 42, foi a vez do lateral Marc Cucurella, acionado pela esquerda, bater cruzado, de fora da área, e mandar a bola rente à trave. Foi o último lance de perigo da primeira etapa. A Argentina não conseguiu efetuar nenhuma finalização antes do intervalo.
A Argentina marcava Yamal de perto e tentava jogar em contra-ataque, mas tinha dificuldade para levar a bola até Messi em boas condições, sobretudo porque a Espanha controlava o ritmo a partir do meio-campo e mostrava a segurança que já havia exibido antes no caminho até a final (com apenas um gol sofrido nos sete jogos anteriores).
Ataque contra defesa
A pressão espanhola se intensificou na volta para o segundo tempo. Com menos de um minuto, o volante Ezequiel Paredes – que tinha acabado de entrar, no lugar do meia Nico González – errou o passe na intermediária e a bola ficou com Alex Baena. O atacante carregou até a entrada da área e arrematou no canto esquerdo, mas Dibu se esticou para agarrar.
Sem deixar os argentinos passarem do meio-campo, a Espanha encurralava os sul-americanos com marcação, pressão e troca rápida de passes, procurando espaço para finalização. Como aos 18, quando Olmo recebeu do meia Pedri (que substituiu Fabián Ruiz) na entrada da área e chutou. Dibu salvou e evitou o primeiro gol.
Três minutos depois, foi a vez de Yamal ser lançado na área pela direita e fazer o cruzamento praticamente em cima da linha de fundo. O atacante Ferran Torres – que entrara em campo um pouco antes, no lugar de Oyarzabal – conseguiu a cabeçada, mas mandou em cima do goleiro da Argentina.
A Espanha não diminuía o ritmo. Aos 31, o zagueiro Pau Cubarsi apareceu no ataque e arriscou da intermediária. Dibu deu rebote e o meia Mikel Merino – outra novidade do técnico Luis de la Fuente para o segundo tempo, no lugar de Olmo – teve a chance de concluir na pequena área. O chute, porém, acabou saindo alto e muito para o lado esquerdo, quase saindo pela linha lateral.
Se a missão da Argentina estava complicada no 11 contra 11, ela ficou mais difícil aos 47 do segundo tempo. Em disputa no meio-campo, o volante Enzo Fernández acertou uma entrada forte em cima de Cubarsi e recebeu o segundo amarelo. A primeira expulsão em uma final de Copa desde o francês Zinedine Zidane na decisão de 2006, na Alemanha, contra a Itália.
Aos 52, a Espanha teve uma última oportunidade, em cobrança de falta de Yamal, próxima à meia-lua. O atacante buscou o ângulo esquerdo, mas a bola saiu um pouco mais baixa que o esperado. Dibu se esticou e espalmou, mais uma vez salvando os hermanos e levando o duelo para a prorrogação. A primeira dos espanhóis e a terceira dos argentinos na Copa.
Tentativa de pênaltis
A estratégia da Argentina era clara: diminuir o quanto fosse possível o ritmo para desequilibrar a Espanha e tentar forçar uma decisão para os pênaltis. Dibu precisou trabalhar logo aos dois minutos, defendendo uma cabeçada de Nico Williams (que entrou no lugar de Baena) na pequena área, após levantamento de Pedri.
Três minutos depois, o lateral Pedro Porro recebeu na direita e cruzou rasteiro para a área. Merino ganhou a dividida contra o zagueiro Nicolás Otamendi (que substituiu Lisandro Martínez, contundido, no fim do primeiro tempo) e a bola sobrou com Nico Williams, que mandou para as redes. O gol foi anulado por falta de Merino, para desespero da Espanha.
Aos 12, mais uma vez, Nico Williams chamou o jogo. Agora na ponta esquerda. O atacante cruzou na medida para Merino, que desviou de cabeça e mandou a bola rente à trave. Foi a 19ª finalização espanhola na partida, contra nenhuma – sim, nenhuma – dos argentinos até aquele momento.
Para a história
A insistência da Fúria foi, enfim, coroada no primeiro ataque do segundo tempo da prorrogação: cruzamento de Pedro Porro da direita, ajeitada de Nico Williams para atrás na pequena área e Ferran Torres, de primeira, chutando forte para colocar a Espanha à frente.
O próprio Ferran chegou a balançar as redes pouco depois, aos sete minutos, ao finalizar na saída de Dibu. O lance, contudo, foi anulado por impedimento do atacante no momento da assistência de Yamal.
Somente aos nove minutos a Argentina conseguiu registrar uma finalização, em cruzamento perigoso de Messi pela direita, que quase surpreendeu o goleiro Unai Simon. Dois minutos depois, o camisa 10 assustou novamente, ao acertar um chute forte que só não foi em direção ao gol porque explodiu no rosto de Merino.
Nos instantes finais, a pressão mudou de lado e passou a ser da Argentina, em sequenciais cobranças de escanteio. Mas a Espanha, com somente um gol sofrido na Copa, segurou-se bem o suficiente para garantir a taça. Foto Fifa e fonte LINCOLN CHAVES – REPÓRTER DA EBC