A seleção masculina de vôlei venceu a equipe da Venezuela por 3 sets a 0 na manhã deste sábado (19/9) na quarta rodada do Sul-Americano da modalidade. A partida foi disputada no ginásio do Maracanazinho e valeu a vaga para o Brasil no mundial de 2027.
Seleções brasileira e argentina decidem vaga olímpica no domingo. foto CBV/DIVULGAÇÃO
As parciais foram 25/19, 25/14 e 25/19 para mais de 7200 pessoas.
O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. O oposto Bryan foi novamente o maior pontuador em quadra, desta vez com 13 acertos.
Neste domingo (20), às 10h, o time do técnico Bernardinho enftenta a Argentina, valendo o título e a vaga nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028.
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro não precisarão fazer a verificação da Prova de Vida neste ano.
Governo vai cruzar informações da Justiça Eleitoral com base do INSS. foto tse
De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS.
A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse que a medida facilita a vida dos pensionistas.
“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou.
Segundo a pasta, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.
Além disso, desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra, estabelecendo que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.
fonte LUCIANO NASCIMENTO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a revogacão da prisão preventiva do dono do antigo banco Master, que é investigado por corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias.
Para defesa, processos da Operação Compliance Zero foram paralisados. FOTO PF
No pedido, a defesa argumenta que as investigações do caso Master foram paralisadas devido ao pedido de vista do ministro Flávio Dino na sessão plenária da última terça-feira (15), quando os ministros deveriam ter analisado a eventual abertura de investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes.
Com a vista, os processos relativos à Operação Compliance Zero, que investiga Vorcaro, ficaram paralisados no gabinete de Fachin, para onde foram enviados pelo relator André Mendonça em meio a uma crise institucional em torno do caso.
Os advogados de Vorcaro sustentam que seu cliente não pode ficar preso indefinidamente, enquanto o Supremo vive um impasse em torno da própria relatoria do caso Master. Eles destacaram ainda que o ex-banqueiro está preso há mais de 90 dias sem que o Supremo analise um recurso pela soltura.
“Na sessão plenária de 15 de setembro de 2026, a própria definição da relatoria e da competência para a condução dos procedimentos correlatos foi objeto de questão de ordem, cujo julgamento foi suspenso por pedido de vista”, diz a petição da defesa.
Vorcaro está preso desde novembro do ano passado. No momento, ele se encontra no 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, onde há um pavilhão voltado a presos especiais conhecido como Papudinha, devido a sua proximidade com o Complexo Penitenciário da Papuda.
Ao receber o diploma, o jovem atendido pelo Instituto Ponte passa a ganhar, em média, sete vezes mais do que a renda per capita da família quando ele entrou no programa. Esse avanço se reflete também na taxa de empregabilidade: 94% dos alunos do programa que concluíram a graduação estão inseridos no mercado de trabalho. Os dados integram o balanço dos 12 anos do Instituto, completados em setembro, que, nesse período, já conectou 718 alunos à educação de qualidade e conta com 166 jovens cursando o ensino superior atualmente.
Levantamento mostra que jovens apoiados pelo Instituto têm renda muito superior à renda per capita de sua família quando entraram no programa
Com atuação em 19 estados brasileiros, o principal mecanismo para impulsionar os talentos das periferias é o Pro Bono Escolar. Instituições privadas cedem vagas em salas de aula de referência no país, enquanto o programa seleciona os perfis de elevado desempenho, mas que não têm condições financeiras de arcar com as mensalidades. Em 12 anos, 132 instituições parceiras já viabilizaram 963 bolsas estudantis, sendo 427 para o ensino fundamental e médio, 436 para cursos de idiomas e 100 para pré-vestibulares. Ao todo, isso representa um investimento estimado em R$ 53 milhões.
O suporte não se limita às bolsas. Com o apoio de equipe própria e de outros 596 voluntários durante toda a sua trajetória, o Instituto Ponte oferece também reforço pedagógico, atendimento psicológico, além de acesso a material didático, uniforme, alimentação e auxílio-transporte, recursos que ajudam a garantir a permanência e a frequência escolar dos alunos. A relevância desse acompanhamento se confirma na taxa de retenção: 81% dos jovens selecionados permanecem no programa.
Bartira Almeida, presidente do Instituto Ponte, afirma que a redução da desigualdade social passa, necessariamente, pelo engajamento conjunto entre o setor privado e a sociedade civil. “Essa sinergia sustenta o crescimento econômico do país no longo prazo, mas garante, antes disso, um direito humano: a educação de qualidade para todos e a ascensão social em uma geração. O desafio agora é continuar ampliando e fortalecendo pontes como essas, para que mais jovens tenham a mesma chance e para que o Brasil não desperdice talentos que podem ajudar a construir o seu futuro”, defende.
Da venda de doces à carreira em tecnologia
Integrante do Instituto Ponte desde 2016, Wagner Estevam Barcelos da Silva formou-se em Engenharia de Software, acumulou experiências em grandes empresas e já chegou a atuar como analista de negócios.
Quando começou a fazer parte do Instituto, Wagner ainda era um menino, mas já demonstrava iniciativa e disposição para construir o próprio caminho: vendia doces, bolos de pote e tortas holandesas e, assim, começou a desenvolver habilidades de comunicação, relacionamento e negociação.
Com o passar dos anos, o interesse por tecnologia ganhou espaço em sua trajetória. Wagner concluiu a graduação em Engenharia de Software no Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), formação que combinou conhecimentos de tecnologia, análise de dados, negócios e desenvolvimento de habilidades pessoais.
As primeiras experiências profissionais vieram por meio de programas de estágio de férias. Wagner começou no Banco PAN. Em seguida, também passou pelo BTG e realizou seu estágio regular na Uber, experiência que considera importante para sua formação profissional. “Foi um estágio muito bom. Aprendi muitas coisas”, relata.
Depois da passagem pela Uber, Wagner atuou como analista de negócios no iFood, dando continuidade a uma trajetória profissional que começou muito antes da universidade.
Ao recordar esse caminho, o jovem faz questão de mencionar a influência da mãe, que o incentivou desde cedo e lhe ensinou o valor do trabalho. Foi também por meio da venda de doces que ele começou a identificar habilidades e interesses que, mais tarde, estariam diretamente relacionados às suas escolhas acadêmicas e profissionais. “Eu sempre gostei de conversar, de vender, e isso tem uma relação direta com o curso e com a faculdade que escolhi”, afirma Wagner.
A história de Wagner é um exemplo concreto do propósito do Instituto Ponte: contribuir para que jovens de alto potencial acadêmico e em situação de vulnerabilidade social tenham acesso a uma formação de qualidade e possam alcançar ascensão social em uma geração.
Sete vezes entre as 100 melhores
O Instituto Ponte também soma sete reconhecimentos no ranking nacional das 100 Melhores ONGs do Brasil, conquistados nos anos de 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2024 e 2025. Promovido anualmente, o prêmio reúne organizações de todo o país e reconhece aquelas que se destacam pela qualidade da gestão, governança, transparência e capacidade de transformar recursos em resultados concretos.
Em 2023, embora não tenha integrado o ranking nacional, o Instituto Ponte foi eleito a Maior ONG do Espírito Santo, mantendo presença constante entre as principais referências do terceiro setor.
A trajetória do Instituto Ponte é marcada pelo compromisso de ampliar oportunidades educacionais para jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio de uma metodologia que combina acesso à educação de excelência, acompanhamento individualizado e desenvolvimento humano. Fonte Kelly Kalle e foto divulgação
A defesa do senador Flávio Bolsonaro tentou quatro vezes transferir do ministro Flávio Dino para André Mendonça a investigação sobre a destinação de emendas parlamentares a entidades ligadas à produtora de Dark Horse, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Advogados fizeram quatro pedidos ao STF em julho e agosto. FOTOS DIVULGAÇÃO
Após a queda do sigilo das ações relacionadas ao Banco Master, foi revelado que Flávio é investigado em supostos crimes no financiamento ao filme Dark Horse. Entre as suspeitas de atos ilícitos, estão evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
Os pedidos foram apresentados entre 3 e 29 de julho deste ano. Duas solicitações foram encaminhadas ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e outras duas ao próprio Dino, segundo documentos.
Os advogados sustentaram que Mendonça deveria concentrar as investigações relacionadas ao filme por já ser relator de outros procedimentos envolvendo a produção e o financiamento obtido junto ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Disputa pela relatoria
Em um dos documentos, a defesa acusou a distribuição do caso a Dino de criar uma “prevenção artificial” para definir a relatoria.
“Demonstrou-se que o protocolo das petições no âmbito da ADPF nº 854 não se deu por acaso, mas se tratou de verdadeira manipulação das regras de competência, a fim de criar uma prevenção artificial e inexistente do Exmo. Min. Flávio Dino para os fatos”, afirmaram os advogados.
Em outro pedido, a defesa argumentou que cinco de seis procedimentos relacionados à investigação já estavam sob a relatoria de Mendonça e que apenas um havia sido distribuído a Dino.
“Resta evidente que, dos seis processos autuados perante esse Supremo Tribunal Federal para requerer a instauração de investigações acerca do filme Dark Horse, apenas um deles, a Petição nº 16.070, não está sob a relatoria do Exmo. Min. André Mendonça”, diz o documento.
A defesa também afirmou que a investigação relacionada às emendas não deveria estar vinculada à ADPF 854, processo relatado por Dino no STF.
“A ADPF nº 854 é a ação do orçamento secreto. Trata-se de processo objetivo de controle concentrado de constitucionalidade, de relatoria do Exmo. Min. Flávio Dino, sem qualquer relação com apuração criminal de financiamento de obra audiovisual”, sustentaram os advogados.
Investigação sobre o filme
As apurações envolvendo o filme Dark Horse abrangem diferentes frentes. Entre elas, estão repasses de R$ 62,8 milhões atribuídos a Vorcaro para o financiamento do filme, a eventual utilização de parte dos recursos para bancar Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e a possível destinação de emendas parlamentares a entidades ligadas à produtora da cinebiografia.
Flávio tem afirmado publicamente que não houve dinheiro público no financiamento do filme.
A investigação sobre as emendas, porém, ganhou força após denúncias de possível desvio de finalidade e falta de transparência na aplicação dos recursos.
Operação da PF
Na quinta-feira (10), a Polícia Federal deflagrou uma operação relacionada à apuração e cumpriu 49 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos estavam o ex-secretário especial da Cultura Mario Frias e Karina Ferreira da Gama, proprietária da Go Up, produtora de Dark Horse.
A operação foi autorizada por Flávio Dino, justamente no procedimento que a defesa de Flávio Bolsonaro tentou transferir para Mendonça.
Segundo a PF, a investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e identificou movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas relacionadas ao suposto esquema.
Entre os crimes investigados estão peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.
Relação com Vorcaro
A investigação também está relacionada às apurações conduzidas por Mendonça sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master.
Documentos cujo sigilo foi levantado pelo STF mostram mensagens e outros elementos sobre o financiamento de Dark Horse. A PF investiga a origem dos recursos destinados à produção e o caminho percorrido pelo dinheiro.
Entre os documentos estão contratos firmados pela Go Up com profissionais que trabalharam no filme. Os acordos incluem cláusulas de confidencialidade com previsão de multa de R$ 1 milhão em caso de descumprimento.
A defesa de Flávio sustenta que Mendonça deve concentrar os procedimentos para evitar decisões conflitantes e por já conduzir outras investigações relacionadas ao caso.
A operação autorizada por Dino, entretanto, mantém sob responsabilidade do ministro a apuração específica sobre o possível uso irregular de emendas parlamentares no financiamento da produção. FONTE WELLTON MÁXIMO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
O grupo ligado ao então banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, tinha acesso a informações sobre investigações contra ele no Ministério Público Federal (MPF), em sistema de acesso exclusivo a policiais federais e até da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), formada por 196 países.
Detalhamento faz parte de inquérito divulgado pelo STF
A revelação faz parte de um relatório da Polícia Federal (PF), datado de 27 de fevereiro deste ano, enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes bilionárias envolvendo o Master e Vorcaro.
A PF aponta um grupo chamado de “A Turma”, que seria uma estrutura paralela de vigilância, milícia e coerção privada mantida por Vorcaro. Um dos integrantes era Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, tratado no documento como “Felipe Mourão” e “Sicário”.
De acordo com o documento que chegou às mãos de Mendonça, Daniel Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter a “Turma”.
Os investigadores apontam que Sicário foi contratado para realizar acesso “recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central”.
No documento de 164 páginas, que inclui reproduções (prints) de conversas de WhatsApp entre os envolvidos, incluindo funcionários públicos, a PF explica que o acesso clandestino se dava por meio da “utilização de logins funcionais de terceiros”.
A estrutura paralela atuava também na extração indevida de documentos e em consultas realizadas sem autorização em sistemas internos das instituições.
“O conteúdo indica, de forma clara, o uso indevido de informações protegidas por sigilo, que eram obtidas e empregadas para a proteção da organização criminosa”, frisa a PF.
O relatório mostra, por exemplo, que em 15 de fevereiro de 2024, Vorcaro reencaminhou a Sicário uma mensagem perguntando sobre um determinado inquérito policial dentro da PF.
Atenção especial para Vorcaro
Quarenta minutos depois, Felipe Mourão responde com um áudio do policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva. Na gravação, Marilson diz que “já havia feito contato com a ‘Tropa’ e que dariam uma atenção especial ao pedido de Daniel Vorcaro”.
O relatório acrescenta que Marilson tinha “acesso ilícito aos sistemas do MPF”. A Compliance Zero começou no início de 2024, a pedido do MPF.
Marilson foi preso no dia 4 de março pela 3ª fase da operação, em Belo Horizonte.
No comunicado enviado a Mendonça, a PF afirma que “diante da gravidade de tal acesso”, realizou uma auditoria interna e identificou que o acesso indevido partiu da Delegacia da Polícia em Juiz de Fora (MG).
Busca por “BRB AND MASTER”
Os investigadores descrevem que Sicário enviou pelo aplicativo de mensagens comprovantes de consultas realizadas nos sistemas do MPF. A busca foi feita referente ao CPF de Vorcaro. Foram identificados 15 procedimentos relacionados ao banqueiro, sendo 11 sigilosos.
As buscas eram feitas também com os termos “BRB AND MASTER”, para identificar todos os procedimentos em que ambos os termos apareciam.
BRB é o Banco de Brasília, investigado pela compra de títulos financeiros fraudulentos do Master.
A pessoa que retorna a conversa com Sicário mostra interesse em manter discreto internamente o trabalho de busca.
“Veja com ele se ele quer que entremos em todos os processos sobre o BRB + Master. São muitos. Eu entrei no primeiro, mas são muitos e às vezes pode chamar atenção”, mostra o print.
A PF diz que o servidor que efetuou a consulta tentou ocultar a identificação, hachurando (apagando) o nome dele e o setor.
“Essa circunstância indica a intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade, possivelmente por ter ciência da irregularidade envolvida no compartilhamento de documento sigiloso”, escreve a PF a Mendonça.
No dia seguinte, por exemplo, Sicário enviou para Vorcaro uma “Notícia de Fato” do MPF, na qual consta a orientação para apurar se havia crime contra o sistema financeiro nacional na tentativa de compra do Master pelo BRB.
A PF destaca no relatório que o documento tinha “natureza reservada”, o que apontava para “indícios de possível obtenção indevida” por Mourão.
“Daniel Vorcaro estava se utilizando de acessos ilícitos para obter informações sigilosas sobre a presente investigação”, sinalizam os quatro delegados federais que assinam o relatório.
“Nesse sentido, após realizar pesquisas de forma clandestina em bancos de dados do Ministério Público Federal, as pesquisas passaram a se concentrar nos bancos de dados da Polícia Federal”, descrevem.
Os delegados utilizam um print de 15 de setembro de 2025 para evidenciar que a “Turma” tinha acesso ao ePol, Sistema Oficial de Polícia Judiciária da Polícia Federal, de acesso exclusivo a policiais federais.
O documento foi enviado a Sicário por Marilson Roseno da Silva. Na mensagem, ele reitera a cobrança do pagamento mensal ao grupo clandestino.
Interpol e FBI
A PF relata que o nível de sofisticação e de intrusão em órgãos policiais alcançado pela “Turma” é tão relevante que “as evidências mencionam, até mesmo, o acesso a organismos internacionais, como o FBI e a Interpol”.
O FBI (Agência Federal de Investigação, na sigla em inglês), equivale à polícia federal dos Estados Unidos.
A PF descreve que, em 24 de outubro de 2025, Felipe Mourão reencaminha um print de tela com o logotipo da Interpol e mensagens com as seguintes frases:
– “O que está em branco foi para ocultar o nome de quem fez a pesquisa”
– “Estamos aguardando o relatório principal do FBI”
– “A Interpol está limpa”
A PF informa no relatório ao STF que consultou a Interpol aqui no Brasil e obteve a resposta de que a identidade visual da tela reproduzida na mensagem não corresponde a mecanismos de busca disponibilizados pela Interpol.
No entanto, a organização internacional ressaltou que pode se tratar de mecanismos de buscas de outros países.
A PF levanta a hipótese de que a consulta tenha sido feita por meio de sistema de algum país com base em dados baixados da Interpol, “podendo-se inferir, de qualquer forma, que não se trata de usuário brasileiro”.
Os delegados apontam que Vorcaro poderia ter utilizado um aparato jurídico para, pelas vias legais, ter acesso aos autos da investigação contra ele.
“Contudo optou pelo caminho ilícito, já que dispõe de uma espécie de milícia pessoal, chefiada por seu ‘Sicário’ Felipe Mourão, a qual conta com a participação proeminente do policial federal aposentado Marilson Roseno”.
Caso Master
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro de 2025. De acordo com o BC, instituição estatal responsável por manter a saúde do sistema financeiro do país, os motivos foram “grave crise de liquidez e comprometimento significativo” da sua situação econômico-financeira, assim como “graves violações às normas”.
Durante tentativas de salvar o Master, houve envolvimento do BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal. As perdas em negócios do BRB com o Master deixaram o banco público em situação crítica, precisando de R$ 8,8 bilhões.
Daniel Vorcaro foi preso em novembro de 2025 e depois em março de 2026, por ordem do STF, situação que segue mantida.
Sicário também foi preso, mas morreu dois dias depois, após tentativa de suicídio na prisão.
Além da espionagem, Vorcaro contava com Sicário para “serviços”, como realização de atos de violência, coação e intimidação, “com menções ao planejamento e possível execução de agressões físicas”, o que incluía mobilização de pessoas armadas. O objetivo era, detalha a PF, “pressionar e silenciar determinadas pessoas”.
O técnico Carlo Ancelotti anunciou na tarde desta quarta-feira (9) a lista com 26 jogadores que defenderão a seleção brasileira nos amistosos fora do país contra a Austrália e Índia no final de setembro e início de outubro. Na primeira convocação da Amarelinha após a eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo deste ano, o treinador investiu na renovação do grupo. Entre os estreantes estão Mauro Júnior (PSV), Gabriel Bontempo (Santos), Jair (Nottingham Forest), Vitor Reis (Manchester City), Samuel Lino (Flamengo) e os goleiros Morisco (Coritiba) e Otávio (Cruzeiro).
Primeira lista pós-Copa do Mundo tem oito jogadores estreantes. foto cbf
“Essa é uma lista equilibrada, com jogadores que estiveram na Copa do Mundo. Vai ser importante para a próxima geração. Temos jovens, que têm qualidade para representar no futuro da Seleção, nos próximos anos. E temos também jogadores que estão atuando muito bem no Campeonato Brasileiro. Temos que priorizar jovens que terão idade para a próxima Copa do Mundo, ou a próxima Copa América”, pontuou o treinador durante a coletiva na sede da CBF, no Rio de Janeiro.
A Seleção está pronta para novos desafios: dois jogos contra a Austrália e o primeiro confronto da história contra a Índia.
25/09 | Austrália 29/09 | Austrália 03/10 | Índia
A seleção fará dois amistosos na Austrália nos dias 25 de setembro em Queensland Country Bank Stadium, na cidade de Townsville, e quatro dias depois no Suncorp Stadium, em Brisbane. Depois o Brasil enfrentará pela primeira vez a seleção da Índia em 3 de outubro, no Salt Lake Stadium, em Calcutá.
Ancelotti optou por manter alguns jogadores que atuaram no Mundial deste ano, no intuito de “ajudarem na mudança de geração”.
“Eles são jogadores muito importantes para o futuro, estamos certos que, por compromisso, seriedade, profissionalismo, eles vão ajudar o grupo dos jovens a melhorar e se prepararem para as próximas competições. Isso não significa que outros jogadores não vão estar. Priorizamos os jovens e a qualidade nesses amistosos para ter informação mais completa de todos os jogadores. Mas pode ser que quando chegue a competição os jogadores que hoje não estão nessa lista estejam na lista final das competições”, afirmou.
O treinador admitiu ter ficado surpreso e decepcionado com a eliminação do Brasil diante da Noruega nas oitavas de final do Mundial, mas disse estar confiante no novo ciclo que se inicia, com foco na Copa América 2028 e na próxima Copa do Mundo de 2030.
“Agora temos tempo para fazer as coisas com mais calma, tranquilidade, avaliar bem todos. A ideia é muito clara, colocar uma nova geração de futebolistas. Sim, podemos fazer um trabalho sem pressa, tomando a decisão mais correta para o futuro. Falando de qualidade, eu acho que nesse momento há algumas posições bem cobertas, no futuro não vamos ter problemas com a defesa e com atacantes. Temos que escolher meio-campistas. Nesse momento temos um pouco de carência no meio de campo, isso é óbvio, isso vai determinar também o modelo de jogo para o futuro da Seleção”, concluiu.
Convovados
Goleiros: Hugo Souza (Corinthians), Morisco (Coritiba) e Otávio (Cruzeiro);
Defensores: Artur Dias (Athletico-PR), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Jair (Nottingham Forest), Marquinhos (PSG), Matheuszinho (Corinthians), Mauro Júnior (PSV), Vitor Reis (Manchester City) e Wesley (Roma);
Meio-campistas: Andrey Santos (Manchester United), Breno Bidon (Corinthians), Bruno Guimarães (Arsenal), Danilo Santos (Botafogo), Douglas Luiz (Juventus), Gabriel Bontempo (Santos)
Atacantes: Endrick (Real Madrid), Estêvão (Chelsea), João Pedro (Chelsea), Pedro (Flamengo), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Samuel Lino (Flamengo) e Vinicius Junior (Real Madrid). fonte AGÊNCIA BRASIL
O feriado ganhou um significado especial para cerca de 30 jovens da Primeira Igreja Batista em Jardim Camburi (PIBJC), em Vitória. Eles deixaram o momento de descanso para viver dias de serviço, comunhão e evangelização em Balneário de Carapebus, na Serra, onde auxiliam o trabalho da Igreja Batista local. A programação inclui ações com crianças, visitas a moradores, evangelismo e atividades em uma casa de repouso. O grupo está hospedado na própria igreja e retorna a Jardim Camburi nesta terça-feira (8/9).
Grupo com 30 integrantes está em Balneário de Carapebus, onde participa de atividades com crianças e idosos para levar solidariedade e esperança à comunidade
Para Thiago Pires, pastor de Juventude e de Missões da PIBJC, a viagem permite que os jovens conheçam outras realidades e coloquem seus dons a serviço do próximo.
“Uma experiência missionária como essa é uma oportunidade para os nossos jovens saírem um pouco das quatro paredes da igreja e experimentarem novas realidades, novos relacionamentos e novos desafios. Servindo em parceria com uma igreja local, eles conhecem de perto a realidade de uma igreja menor, compreendem as lutas e os desafios enfrentados pelo pastor e sua equipe e percebem que o Reino de Deus também está presente em contextos muito diferentes do nosso”, afirma.
Segundo Thiago, a experiência também ajuda a romper com a timidez e a zona de conforto. “É uma oportunidade de colocarem seus dons e talentos a serviço do próximo e compartilharem a Palavra de Deus com pessoas diferentes, em um ambiente diferente daquele com o qual estão acostumados”.
Entre os participantes está Luiza Agum Bonato, de 18 anos, estudante de Engenharia, que tem atuado no louvor e nas atividades com as crianças.. Ela afirma que decidiu participar porque entende a missão evangelística como parte do propósito de vida cristã. “Decidi participar da viagem porque acredito que o nosso viver é para exaltar o nome do Senhor e compartilhar da graça que nos alcançou. Penso que, se não colocamos isso como nossa prioridade, o que estamos colocando?”, afirma.
Durante uma visita, uma mulher contou a Luiza que a chegada dos jovens foi resposta de oração. “Ela estava se sentindo muito sozinha e disse que é muito bom receber visitas como a nossa. Além disso, pediu para escolhermos um louvor que sentíssemos no coração, e o que escolhemos foi exatamente o que Deus havia ministrado naquela manhã. Foi tremenda essa experiência”, relata.
Pedro de Lima Bicas, de 18 anos, estudante de Engenharia Civil, também participa da viagem e tem atuado no louvor, teatro e atividades com as crianças. Para ele, fazer missões é uma forma de obedecer ao chamado cristão. “Decidi fazer missões pois sou apaixonado por Jesus e entendo que o Ide não é uma opção, mas sim uma ordenança. Se eu sou tão apaixonado por Ele, é impossível eu viver a minha vida e não falar sobre o amor dEle pra ninguém”, afirma.
Uma das organizadoras da viagem, Vitórya Garcia, de 19 anos, estudante de Odontologia, também destaca a importância de somar forças com a igreja local. “O bairro carrega muitos desafios com relação à população e ao contexto socioeconômico. E a gente vem com uma juventude para trazer gás e somar ao trabalho que já está sendo feito aqui”.
Para ela, a viagem também tem proporcionado experiências pessoais marcantes. “A gente já tem conseguido ver o agir do Senhor e eu tenho certeza que é só o começo. O chamado para anunciar o Evangelho é destinado a todos os cristãos e quero que as minhas mãos e pés sejam usados. Entendo que é um privilégio fazer parte dessa obra”, declara.
O pastor Paulo Romeu Moreira, da Igreja Batista Balneário de Carapebus, destaca a relevância da programação para a comunidade. “Estes dias têm sido de grande relevância, um marco na trajetória e trabalho social e de evangelismo aqui na comunidade. Nossa expectativa é alcançar um número cada vez maior com uma mensagem de amor, paz, ou seja, levar uma boa notícia, que é a mensagem do Evangelho de Jesus”, destaca.
Segundo Paulo, a programação com crianças, jovens, adultos e idosos mostra o compromisso da igreja com diferentes gerações. “O Evangelho é para alcançar a todas as pessoas. Reunir jovens de diferentes realidades possibilita, dentre tantos aprendizados, o desejo de reafirmar o compromisso com cuidar de pessoas, assim como Jesus nos ensinou”.
Programação A programação começou no sábado (5), com atividades na feira e uma tarde dedicada às crianças, com brincadeiras, teatro, música, história e brinquedos infláveis. No domingo (6), os jovens participaram da Escola Bíblica Dominical, fizeram uma caminhada pelo bairro e realizaram visitas a não cristãos e pessoas afastadas da igreja.
Nesta segunda-feira (7/9), o grupo participa de uma Manhã Alegre em frente à Escola Carla Patrícia, com atividades para as crianças e bazar para a comunidade. À tarde, visita uma casa de repouso, com conversa com os idosos, música, Palavra e oração. À noite, haverá um encontro chamado “Celulão” na igreja, com louvor, testemunhos, oração e comunhão.
Na terça-feira (8/9), último dia da missão, a equipe fará uma ação missionária com caminhada e louvor pela avenida, distribuição de Bíblias no comércio e novas visitas a moradores. O encerramento será com um luau no Quiosque da Patrícia, com comunhão, adoração e oração pelo Brasil e pelas nações. A previsão de partida para Jardim Camburi é às 21h30. FONTE Kelly Kalle e foto e divulgação da atividades.
A pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Justiça concedeu liminar para suspender os gastos públicos destinados às apresentações artísticas contratadas para a 40ª Festa da Banana, promovida pelo município de Santa Bárbara do Tugúrio, na região do Campo das Vertentes. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Barbacena na terça-feira, 1º de setembro.
Ao analisar o pedido, a magistrada considerou relevantes os dados apresentados pelo promotor de Justiça Vinícius de Souza Chaves, segundo os quais o valor previsto apenas para a contratação dos artistas supera a arrecadação própria estimada do município para 2026, foto billboard brasil
A medida atende à Ação Civil Pública ajuizada pelo MPMG, que questiona a contratação dos artistas Ana Castela, Gustavo Mioto, Muriel Alves, Igor Ferrari, Yuri e Troy e Delino Marçal ao custo total de R$ 1.816.000,00. Segundo a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Barbacena, embora as contratações tenham sido formalizadas por meio de procedimentos de inexigibilidade de licitação, a análise técnica aponta indícios de desproporcionalidade entre os valores gastos e a realidade financeira do município.
A decisão destaca que, embora o direito à cultura e ao lazer tenha proteção constitucional, a aplicação de recursos públicos deve observar os princípios da razoabilidade, proporcionalidade, eficiência e moralidade administrativa. Segundo a magistrada, os elementos apresentados nos autos indicam que a destinação de elevados recursos para apresentações artísticas pode comprometer a priorização de serviços públicos essenciais.
De acordo com a decisão, o município deverá se abster de realizar pagamentos, transferências, liquidações, emissões de empenho ou qualquer outra forma de repasse de recursos públicos destinados às apresentações artísticas contratadas para a festa. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 200 mil por ato praticado em desacordo com a determinação judicial.
A liminar também impõe às empresas contratadas e aos representantes dos artistas a obrigação de não realizar, autorizar ou contribuir para a realização dos shows previstos. A decisão estabelece multa correspondente ao valor integral de cada contrato em caso de descumprimento e determina a devolução ao município de eventuais valores já recebidos antecipadamente.
A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Barbacena nesta terça-feira, 1º de setembro.
Ao analisar o pedido, a magistrada considerou relevantes os dados apresentados pelo promotor de Justiça Vinícius de Souza Chaves, segundo os quais o valor previsto apenas para a contratação dos artistas supera a arrecadação própria estimada do município para 2026. A decisão também menciona o expressivo crescimento dos gastos municipais com festividades nos últimos anos e o remanejamento de recursos originalmente destinados a outras áreas da administração pública para financiar eventos festivos. fonte MPMG
Produtores rurais afetados por eventos climáticos ou outras condições excepcionais ganharam mais um incentivo para renegociar dívidas. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (4) uma medida que amplia as possibilidades de refinanciamento de débitos de agricultores, pecuaristas e cooperativas agropecuárias afetados por eventos adversos ou outras condições excepcionais que prejudicaram a capacidade de produção e pagamento.
Medida permite recomposição de débitos que ficaram fora da regra
A decisão permite a composição de dívidas que ficaram fora das regras da Resolução CMN 5.330, aprovada em julho, por questões operacionais ou relacionadas aos prazos de formalização.
A medida busca atender aos produtores que preenchiam os requisitos para renegociar os débitos, mas perderam o enquadramento por não conseguirem concluir a operação dentro do prazo.
Quem será atendido
Poderão ser enquadradas:
Operações prorrogadas: dívidas que seguiram as regras da Resolução 5.330, mas entraram em inadimplência após o prazo de 30 dias porque a renegociação não foi formalizada;
Dívidas com vencimento recente: operações renegociadas ou prorrogadas até 31 de maio de 2026, com vencimento entre 15 de agosto e a data de publicação da nova resolução e que ficaram inadimplentes nesse período.
O prazo para contratar a recomposição da dívida vai até 12 de novembro.
O CMN também autorizou as instituições financeiras a oferecerem linhas de crédito com recursos livres para a recomposição de dívidas rurais não contempladas pela Resolução 5.330 ou quando os recursos originalmente destinados à medida já tiverem sido totalmente utilizados.
A contratação dependerá de análise de crédito pelo banco, que fará uma nova classificação de risco. As garantias (bens tomados em caso de inadimplência) também poderão ser reavaliadas.
O produtor, no entanto, deve ficar atento. Embora a medida amplie as opções de renegociação, não significa aprovação automática do crédito.
Fundos constitucionais
O Conselho aprovou ainda um tratamento específico para operações contratadas com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO).
A regra prevê uma classificação de risco mais favorável para determinadas operações renegociadas de acordo com a legislação vigente.
Estão contempladas operações contratadas pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e demais linhas de crédito rural.
Para os fundos constitucionais, a regra contempla dois grupos.
Primeiro grupo
Operações de custeio, comercialização e industrialização:
renegociadas ou prorrogadas entre 1º de junho e 15 de julho de 2026;
adimplentes (em dia) no momento da contratação da nova operação.
Segundo grupo
Operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização:
contratadas até dezembro de 2025, mesmo que tenham sido renegociadas ou prorrogadas;
inadimplentes desde 1º de janeiro de 2024;
continuavam inadimplentes em 15 de julho de 2026.
Entenda
A nova regra surgiu após o CMN identificar, durante a regulamentação da renegociação de dívidas rurais, operações que atendiam aos critérios para renegociação, mas ficaram impedidas de acessar as linhas de crédito por problemas operacionais relacionados à formalização e aos prazos.
Essa resolução regulamentou a Medida Provisória (MP) 1.376, editada em julho para apoiar produtores e cooperativas afetados por eventos climáticos e outras condições excepcionais.
Publicada após um acordo entre o governo e o Congresso, a MP prevê até dez anos de pagamento e a criação de um fundo garantidor para ampliar o acesso ao financiamento rural de médio e longo prazo.
Com a nova decisão, o CMN procura corrigir a lacuna e ampliar o alcance das medidas de apoio ao setor rural.
Conselho
O Conselho Monetário Nacional é o órgão responsável por formular diretrizes das políticas monetária, creditícia e cambial do país.
Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.
fonte WELLTON MÁXIMO – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL e foto divulgação