O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) concluiu as obras de recuperação emergencial da Ponte Fontenelle, localizada no km 82 da BR-259/ES, entre os municípios de Colatina e Baixo Guandu.
Com a conclusão dos serviços, a ponte volta a operar em sua capacidade plena, proporcionando mais segurança, conforto e fluidez ao tráfego na rodovia. foto DNIT
Com investimento de aproximadamente R$ 100 milhões do Governo Federal, a intervenção restabelece plenamente as condições de segurança, capacidade operacional e durabilidade de uma das mais importantes estruturas rodoviárias do Espírito Santo.
Estratégica para a ligação entre o noroeste capixaba, o leste de Minas Gerais e os complexos portuários do Espírito Santo, a Ponte Fontenelle desempenha papel fundamental no transporte de pessoas e no escoamento da produção agrícola, mineral e industrial da região. A entrega da obra representa um importante avanço para a mobilidade, a logística e o desenvolvimento econômico regional.
A intervenção contemplou um amplo conjunto de serviços de engenharia, incluindo recuperação estrutural, reforço das lajes, reconstrução de trechos do tabuleiro, tratamento de fissuras, recuperação interna da estrutura, intervenções subaquáticas e substituição de elementos essenciais para ampliar a vida útil da Obra de Arte Especial.
Um dos principais desafios da execução foi manter a ponte em funcionamento durante toda a obra. Com planejamento técnico e soluções de engenharia, o DNIT conseguiu preservar a circulação de veículos ao longo da intervenção, minimizando os impactos para usuários, moradores e para a atividade econômica da região.
Com a conclusão dos serviços, a ponte volta a operar em sua capacidade plena, proporcionando mais segurança, conforto e fluidez ao tráfego na BR-259. A entrega reforça o compromisso do DNIT com a preservação da infraestrutura rodoviária federal e com investimentos que garantem maior eficiência logística, segurança viária e qualidade de vida para a população.
A recuperação da Ponte Fontenelle reafirma a importância da manutenção preventiva e corretiva de estruturas estratégicas da malha federal. Mais do que restaurar uma ponte, a obra assegura a continuidade de um corredor logístico indispensável para o Espírito Santo, fortalecendo a integração regional e contribuindo para o desenvolvimento econômico do estado. Fonte DNIT
O próximo adversário da Seleção Brasileira na Copa do Mundo será a Noruega. O time europeu venceu a Costa do Marfim nesta terça-feira (30), por 2 a 1, com gol decisivo do artilheiro Erling Braut Haaland.
A Noruega será a próxima adversária do Brasil em sua tentativa de conquistar o hexacampeonato mundial. foto FIFA
Apesar da derrota, foi a primeira vez que os Elefantes, apelido da seleção marfinense, avançaram para uma fase de mata-mata em um mundial. A partida foi disputada em Dallas, nos Estados Unidos.
O jogo entre a Costa do Marfim e a Noruega teve os dois países disputando cada lance, com a posse de bola equilibrada entre os times nos dois tempos. A Noruega conseguiu encontrar mais espaços para atacar e, assim, conseguiu fazer os dois gols da vitória, um em cada tempo.
Os nórdicos abriram o placar aos 39 minutos do primeiro tempo. O norueguês Antonio Nusa recebeu a bola de Martin Ödegaard na ponta esquerda, driblou a marcação e chutou no ângulo, sem chance para o goleiro marfinense Yahia Fofana. Com 21 anos, pelo jeito ousado de jogar e driblar, o atacante Nusa é chamado de “Neymar Norueguês”, de quem ele diz ser fã.
A Costa do Marfim, que tinha uma marcação bem encaixada, se desorganizou depois de tomar o primeiro gol e, com isso, a equipe nórdica quase ampliou a vatangem ainda no primeiro tempo.
Aos 41 minutos, o camisa 7, Alexander Sørloth, recebeu um cruzamento e ajeitou para Braut Haaland, o artilheiro, na pequena área. Ibrahim Sangaré, marfinense, fez o corte para o escanteio e evitou o aumento do placar. Vale lembrar que Haaland fez questão de acrescentar o sobrenome materno Braut à camisa da seleção para homenagear à mãe.
Segundo tempo
O empate da Costa do Marfim só veio no segundo tempo da partida. O time africano voltou do intervalo jogando mais à frente, com mais atacantes em campo e conseguiu pressionar.
Aos 60 minutos do segundo tempo, Amada Diallo, que tinha acabado de sair do banco de reservas, recebeu a bola pela direita, em uma tabela com Nicolas Pépé. Ele deixou a marcação desestabilizada e fez um golaço. Os Elefantes mostraram que não entregariam fácil a partida.
A seleção marfinense tambem teve outras boas chances com Pépé, mas o goleiro da Noruega, Orjan Nyland, atento, fez ótimas defesas de bolas bem batidas e atrapalhou o avanço dos africanos no jogo.
Por sua vez, a Noruega teve dificuldade de encontrar espaço, e o gol da vitória só saiu aos 86 minutos, quase no fim do tempo regulamentar, em uma jogada coletiva.
O meio-campista Patrick Berg consegue entrar na área, tocar para o meio e encontrar os pés de Braut Halland, que marcou. Berg teve participação também no gol anterior da Noruega, mostrando a importância do meio-campo para dar velocidade às jogadas.
A Costa do Marfim quase marcou, na prorrogação, em um lance com Diomandé. Mas não deu. O juiz apitou fim de jogo em Dallas, e os Elefantes estavam eliminados.
Sob os holofotes
Nesta Copa, a seleção marfinense contou com um time de jovens atletas comandados por Emerse Faé, que é ex-jogador de futebol. Com ele, a equipe terminou as eliminatórias para o Mundial de 2026 invicto, sem sofrer nenhum gol nas dez partidas do campeonato.
Já na Copa, a seleção se destacou com o capitão Franck Kessié, no meio-campo, atualmente jogando no Al-Ahli, da Arábia Saudita, e Yan Diomandé, atacante de apenas 19 anos, do RB Leipzig, na Alemanha. O jovem ganhou projeção durante a Copa e entrou no radar de grandes times.
Durante o mundial, Diomandé também atraiu holofotes com uma carta escrita em homenagem a irmã mais nova, Roxane Diamendé, morta em circunstâncias supeitas, com apenas 15 anos, em 2025. Ele disse que a irmã foi uma de suas principais incentivadoras, em momentos de privação, de pobreza, e que queria honrar os sonhos que eles contruiram juntos.
Os marfinenses descolaram o empate em um golaço à altura daquele que havia aberto o placar. Diallo tabelou com Pépé, driblou dois marcadores dentro da área e bateu na saída de Nylland.
Mais uma prorrogação? Que nada. Afinal, Haaland raramente passa em branco. E, para não contariar a escrita, ele aproveitou uma jogada iniciada por Oscar Bobb e um passe preciso de Patrick Berg. O trabalho do camisa 9 foi só mesmo empurrar a bola para o fundo das redes. Por ISABELA VIEIRA – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
O Paraguai conquistou uma classificação histórica na Copa do Mundo da FIFA 2026™. Em um jogo acirrado contra a Alemanha, a seleção sul-americana venceu por 4 a 3 na disputa por pênaltis e avançou às oitavas de final. No tempo normal e na prorrogação, houve empate por 1 a 1.
O goleiro Orlando Gill se destacou ao defender duas cobranças e colocou o Paraguai nas oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA 2026™.. foto FIFA
O jogo teve poucos ingredientes de mata-mata no primeiro tempo. A Alemanha tinha a posse da bola, mas não conseguia furar a barreira adversária e chegou ao intervalo sem exigir qualquer defesa de Orlando Gill.
O Paraguai, que evoluiu no decorrer da fase de grupos, colocou em prática perfeitamente seu plano de jogo nos primeiros 45 minutos. O time bem fechado contava com uma falha adversária. E ela aconteceu aos 42 minutos, quando um cruzamento de Galarza encontrou Enciso para abrir o placar em um cabeceio.
Reação da Alemanha
Na etapa final, a Alemanha voltou com Goretzka para melhorar a presença no ataque e não demorou para alcançar o empate em uma jogada aérea. O cruzamento de Wirtz da esquerda encontrou Havertz, que deu um leve desvio de cabeça para o canto esquerdo, aos nove minutos. Foi a primeira finalização alemã em direção ao gol.
O gol não mudou o cenário e o desempenho das equipes. A Alemanha teve mais volume de jogo, mas sem chegar ao gol, e a partida seguiu para a prorrogação.
A Alemanha buscava o gol salvador no tempo extra com jogadas aéreas, principalmente após a entrada do centroavante Woltemade, de 1,98 m de altura. A seleção europeia chegou a balançar a rede com Tah, mas a jogada foi invalidada por falta no goleiro Gill. E assim vieram os pênaltis e a histórica vitória paraguaia.
Gill defendeu a primeira cobrança, de Havertz, e a quarta, de Woltemade. Com vantagem de 3 a 2, o Paraguai teve duas chances para fechar a série. Mas Sanabria chutou para fora e, na sequência, Balbuena chutou para boa defesa de Neuer. Com a disputa igual por 3 a 3, foi a vez de Jonathan Tah errar, chutando por cima do gol. Então, Canale fez o gol decisivo.
O sonho do hexa segue vivo para o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Nesta segunda-feira (29), a seleção brasileira venceu o Japão por 2 a 1 em Houston (Estados Unidos), pelos 16 avos de final.
Brasil venceu o Japão de virada por 2 a 1, em Houston, e avançou às oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA 2026. foto FIFA
Após um primeiro tempo marcado por nervosismo, erros de passe – como o que resultou no gol japonês – e controle adversário, a equipe de Carlo Ancelotti conseguiu pressionar os Samurais Azuis (apelido da seleção nipônica) na etapa final e ter a paciência necessária para, nos acréscimos, ser recompensada com o gol dramático do atacante Gabriel Martinelli, que saiu do banco para decidir a classificação.
Nas oitavas de final, o Brasil aguarda o ganhador de Noruega e Costa do Marfim, que se enfrentam às 14h (horário de Brasília) desta terça-feira (30), em Dallas. O duelo será no domingo (5), às 17h, em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.
Mestre supera o discípulo
O confronto vinha sendo tratado como um duelo entre “mestre” e “discípulo”. O Japão tem o Brasil como maior inspiração no futebol. Ex-jogadores como Zico, ídolo do Flamengo e da seleção brasileira, e Ruy Ramos, que fez carreira na Terra do Sol Nascente e se naturalizou para representar a seleção asiática, são ícones no país e personalidades fundamentais no desenvolvimento do esporte japonês.
O respeito pelo futebol brasileiro se reflete na cultura. Um dos animes mais populares no Brasil no fim dos anos 1990, “Super Campeões”, conta a trajetória de Oliver Tsubasa, personagem inspirado em Musashi Mizushima, ex-jogador nipônico que defendeu o São Paulo entre 1975 a 1985, contando base e profissional. No desenho, Tsubasa chega a jogar em uma versão “genérica” do Tricolor, chamada “Brancos”.
Curiosamente, o último episódio de “Super Campeões” representa a final de Copa do Mundo de 2002 – que teve o Japão como uma das sedes – entre as seleções brasileira e nipônica. O anime termina logo após o apito inicial da partida, deixando o final em aberto – na versão em mangá (história em quadrinhos japonesa), os donos da casa levam a melhor. Apesar disso, fãs da série animada trataram, nos últimos dias, o duelo desta segunda como a “continuação” daquele jogo. Felizmente, desta vez, deu Brasil.
45 minutos de pesadelo
Com o mesmo time da vitória por 3 a 0 sobre a Escócia na última quarta-feira (24), em Miami (Estados Unidos), o Brasil tomou a iniciativa e praticamente anulou o Japão nos primeiros 15 minutos. Aos 12, na melhor chance, o atacante Matheus Cunha recebeu do volante Bruno Guimarães na entrada da área, levou para a perna esquerda e chutou rasteiro, no canto. O goleiro Zion Suzuki se esticou todo para defender.
Os Samurais Azuis resistiram à pressão brasileira e conseguiram equilibrar as ações. Adiantando a marcação, os japoneses aproveitaram um erro de passe do lateral Danilo na intermediária e abriram o marcador. Aos 28 minutos, o volante Kaishu Sano tomou a bola, avançou pelo meio, ganhou do volante Casemiro – que já tinha cartão amarelo – e bateu rasteiro, no canto direito do goleiro Alisson.
Sem conseguir se aproximar da área do Japão como no início da partida e com Vinícius Júnior e Rayan bem marcados nas pontas, o Brasil não conseguia encaixar passes que penetrassem a defesa adversária. Ansiosa e previsível, a seleção verde e amarela tentava acelerar o jogo e cometia erros que obrigavam o time a recuar e se ver dominado pelo toque de bola japonês.
Pressão pelo alto e avante
O Brasil voltou do intervalo com o atacante Endrick no lugar de Lucas Paquetá. O meia deixou o gramado com dores na coxa esquerda e teve de ser substituído.
O desenho do segundo tempo era claro: Japão recuado e Brasil no ataque, apostando no jogo aéreo. Aos seis minutos, Danilo cruzou pela direita e o volante Bruno Guimarães, de cabeça, obrigou Suzuki a uma bela defesa. Aos oito, Rayan levantou na área, o lateral Douglas Santos apareceu pela esquerda e ajeitou para Casemiro escorar na frente do gol. O zagueiro Takehiro Tomiyasu salvou em cima da linha.
A insistência deu resultado no minuto seguinte. O zagueiro Gabriel Magalhães recebeu de Vinícius Júnior perto da grande área pela esquerda e cruzou na medida para Casemiro superar o meia Keito Nakamura pelo alto e mandar para as redes de cabeça.
O empate animou o Brasil e assustou os japoneses. Aos 12, Vinícius Júnior fez grande jogada pela esquerda, colocando a bola entre as pernas de Tomiyasu, invadindo a área, deixando Sano para trás com um drible de corpo e chutando de bico, cruzado, acertando a trave.
Paciência e recompensa
Com o jogo fluindo pelos lados, Ancelotti colocou Gabriel Martinelli no lugar de Matheus Cunha. Ele e Vinícius Júnior passaram a se revezar pela esquerda, um aberto em campo, próximo à lateral, e o outro por dentro, junto com Endrick.
A intensidade dos primeiros minutos da etapa final caiu, mas o Brasil seguiu ocupando o campo ofensivo. O jogo se tornou um teste de paciência. A seleção verde e amarela tocava a bola, procurando espaços e o melhor momento para tentar um passe em profundidade, um chute ou um bom cruzamento. O Japão, com postura claramente reativa, estava armado para, no primeiro erro, sair em velocidade no contra-ataque.
O duelo caminhava para a prorrogação e Casemiro tinha acabado de ser substituído com dores (Fabinho entrou) quando brilhou a estrela de Gabriel Martinelli. Aos 49 minutos, Bruno Guimarães recebeu de Rayan e deixou o atacante frente a frente com Suzuki. O camisa 22 bateu cruzado e a bola ainda encostou na trave esquerda antes de explodir a massa brasileira, maioria dos 68 mil torcedores presentes em Houston. LINCOLN CHAVES* – REPÓRTER DA EBC
A fase de mata‑mata da Copa do Mundo Fifa de 2026 continua nesta segunda‑feira (29/6), com três partidas. O destaque é o confronto entre Brasil e Japão, às 14h (horário de Brasília), em Houston (EUA).
Rodada define mais três classificados às oitavas de final. foto CBF
Também jogam Alemanha e Paraguai, às 17h30, em Boston (EUA); e Holanda e Marrocos, às 22h, em Monterrey (México).
Assim como nos demais confrontos eliminatórios, em caso de empate no tempo regulamentar haverá prorrogação e, se necessário, disputa por pênaltis.
Os vencedores avançam às oitavas de final, enquanto os derrotados deixam a competição.
>> Confira os jogos desta segunda-feira (29):
14h – Brasil x Japão
17h30 – Alemanha x Paraguai
22h – Holanda x Marrocos
Brasil x Japão
O confronto entre Brasil e Japão promete ser de muita disputa pela posse de bola e de jogadas rápidas, protagonizadas pelos jogadores velozes que compõem ambas as equipes.
Dessa forma, a expectativa é de que a seleção brasileira busque exercer seu protagonismo na partida contra uma equipe compacta que aposta na velocidade para explorar espaços.
Com 7 pontos somados durante a fase de grupos (duas vitórias e um empate), o Brasil chega ao mata‑mata após liderar sua chave.
Se, por um lado, o ataque brasileiro tem apresentado eficiência, por outro a defesa tem demonstrado dificuldade em lidar com toques rápidos de equipes adversárias, especialmente em sua intermediária.
Apresentando um futebol organizado taticamente, o Japão tem, na atual Copa, uma das melhores equipes de sua história, com jogadores que conciliam habilidade e velocidade, o que pode representar perigo para os defensores brasileiros.
O Japão avançou para a segunda fase da Copa do Mundo após ficar em segundo lugar em uma chave bastante equilibrada que reunia Holanda e Suécia, contra quem os japoneses empataram nos placares de 2 a 2; e 1 a 1, respectivamente.
Apesar de iniciar a fase de grupos com um futebol arrebatador que goleou por 7 a 1 a seleção de Curaçau, a Alemanha, na sequência, encontrou certa dificuldade para vencer a Costa do Marfim por 2 a 1.
Os gols alemães saíram apenas no final do jogo que, até metade do segundo tempo, tinha placar favorável ao time africano – mesmo com maior posse de bola e volume de jogo para os alemães.
A derrota por 2 a 1 na terceira rodada para o Equador evidenciou ainda mais algumas vulnerabilidades da equipe alemã, que não conseguiu sustentar o resultado após sair à frente no placar.
O Paraguai iniciou de forma traumática a fase de grupos, levando um gol contra aos sete minutos da partida de estreia, quando foi derrotado por 4 a 1 pelos EUA.
A equipe sul-americana deu seu primeiro passo para a classificação após vencer a Turquia, por 1 a 0.
O ponto obtido com o empate diante da Austrália consolidou os paraguaios na segunda fase da competição, com 4 pontos, entre as equipes terceiras colocadas com melhor campanha.
A tendência da partida de hoje é de uma Alemanha buscando controle territorial, e de um Paraguai mais fechado, tentando contragolpes para surpreender o adversário.
Holanda x Marrocos
Holanda e Marrocos encerraram a fase de grupos com uma campanha invicta – ambas com 7 pontos obtidos em duas vitórias e um empate. A expectativa, portanto, é de um jogo equilibrado.
Na primeira rodada, a equipe holandesa empatou com o Japão, adversário de hoje do Brasil, em 2 a 2. Na sequência foram duas vitórias: de 5 a 1 diante da Suécia; e de 3 a 1 contra a Suíça.
Os dez gols marcados em três jogos confirmam o bom poder ofensivo da equipe holandesa.
Já o Marrocos estreou jogando contra o Brasil, no empate em 1 a 1. Em boa parte do jogo, foram superiores aos brasileiros. Ficaram na segunda colocação do grupo pelo critério saldo de gols.
A equipe africana tem um futebol bastante organizado e de grande disciplina tática. Foi campeã da Copa Africana de Nações em 2025: o mais importante título do continente. No mesmo ano, foi campeã mundial pela equipe sub-20.
Foi também semifinalista na Copa de 2022, torneio em que terminou ocupando o 4º lugar – algo inédito para uma seleção africana – e medalha de bronze nas Olimpíadas de Paris 2024. Por PEDRO PEDUZZI – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
O duplo terremoto que atingiu a Venezuela na última semana colapsou 774 edifícios em diversas partes do país, sendo 189 totalmente derrubados e 585 prédios parcialmente colapsados.
Brasil envia equipe humanitária para apoiar buscas após terremoto na Venezuela. foto governo federal
Os dados foram apresentados pelo presidente do Congresso venezuelano, Jorge Rodríguez. Ao todo, o governo registrou 2,5 mil estruturas danificadas em todo o país vizinho ao Brasil.
Além dos 774 prédios, foram afetadas as estruturas físicas de 38 hospitais, 44 centros comerciais e 1,6 mil estradas, pontes e outras infraestruturas.
A presidente do país, Delcy Rodríguez, anunciou ainda a criação de uma comissão para avaliar as condições de infraestrutura e habitação das estruturas das regiões afetadas.
“Ainda há receio considerável entre aqueles cujas casas foram afetadas, mas os sinais externos não correspondem necessariamente a danos estruturais.”
A expectativa é que a comissão técnica informe o nível de risco de cada edifício, ponte ou rodovia a partir de classificação dividida entre vermelho, amarelo e verde. As estruturas que receberem a cor vermelha serão a de alto risco de desabamento, as amarelas de risco médio e as verdes serão as sem qualquer risco.
Números da catástrofe
De acordo com última atualização do governo de Caracas, desta segunda-feira (29), os terremotos deixaram 1,5 mil mortos e 3.150 feridos. Porém, os números podem aumentar, pois as Nações Unidas (ONU) estimam que quase 50 mil pessoas ainda estejam desaparecidas na Venezuela.
Ao todo, 25 mil socorristas trabalham para localizar pessoas embaixo dos escombros, sendo 2,6 mil profissionais estrangeiros. Até ontem, as equipes haviam resgatado 33 pessoas com vida dos escombros. Entre os socorristas, há diversos brasileiros. O Brasil já enviou quatro aviões com ajuda humanitária ao país vizinho.
Os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 na escala Richter, ocorridos na quarta-feira (24) passada, causaram destruição e desabamentos na capital Caracas e várias outras cidades, principalmente na província La Guaira. Por LUCAS PORDEUS LEÓN – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
Sonhos que parecem impossíveis, obstáculos que colocam projetos à prova e a perseverança necessária para seguir em frente são alguns dos temas abordados no livro “A jornada de um sonhador – transformando sonhos em realizações”. Inspirada na trajetória de José, filho de Jacó, um dos personagens mais conhecidos da Bíblia, a obra foi lançada no domingo (28/6), às 18h30, no Centro de Celebrações da Primeira Igreja Batista em Jardim Camburi (PIBJC), em Vitória. O autor, Joarês Mendes de Freitas, esteve presente para uma sessão de autógrafos após o culto.
Joarês Mendes de Freitas, pastor emérito da Primeira Igreja Batista em Jardim Camburi (PIBJC)
Segundo o autor, toda realização começa com um sonho e exige disposição para enfrentar desafios. “Toda grande conquista não é obra do acaso, nada tem a ver com sorte”, afirma Joarês. Ele destaca que a caminhada até a realização pode ser longa, mas vale a pena. “Realizar sonhos é uma jornada que pode exigir resiliência, dedicação e paciência, mas sempre vale a pena”.
Ao longo das páginas, o pastor compartilha ensinamentos baseados na história de José, que, mesmo enfrentando rejeição, injustiças e adversidades, alcançou uma posição de destaque no Egito. Para Joarês, o diferencial está na dependência de Deus. “A presença e a liderança de Deus em nossa vida é o segredo para que os sonhos sejam realizados”, ressalta.
O livro também aborda a importância de não permitir que as circunstâncias determinem o futuro. “Problemas e desafios não significam que os sonhos são inatingíveis. Quando Deus dá um sonho, ele vai se cumprir, independentemente das circunstâncias”. Para o autor, os sonhos precisam estar alinhados aos propósitos divinos. “Nossos sonhos precisam estar alinhados com os planos de Deus”, enfatiza.
Natural de Resplendor (MG), Joarês se mudou ainda criança para Vitória. Casado com Ana Gilda Macêdo Mendes desde 1978, formou em Teologia pelo Seminário Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, onde também atuou como professor. Ordenado pastor em 1982, serviu durante 10 anos na Primeira Igreja Batista da Barra da Tijuca e, posteriormente, liderou a PIBJC por 25 anos e se tornou uma das principais referências da denominação no Espírito Santo. Atualmente aposentado da função pastoral, ele se dedica voluntariamente à mentoria e ao apoio de pastores e líderes cristãos.
Os exemplares estarão à venda por R$ 30 durante o lançamento. O livro também pode ser adquirido na secretaria da PIBJC, localizada no templo sede da igreja, em Jardim Camburi.
SERVIÇO: Lançamento do livro “A jornada de um sonhador – transformando sonhos em realizações” Autor: Joarês Mendes de Freitas, pastor emérito da Primeira Igreja Batista em Jardim Camburi (PIBJC) O livro também pode ser adquirido durante a semana na Secretaria da PIBJC, no templo sede da igreja, em Jardim Camburi, Vitória (rua Italina Pereira Mota, nº 500). Fonte Kelly Kalle
Neomar Antônio Pezzin Junior é o novo Secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce (Serd). Servidor efetivo do Departamento de Edificações e Rodovias do Estado do Espirito Santo (DER-ES) e profissional com formação em Engenharia Civil e Direito, Pezzin tem experiência de 20 anos na área de Infraestrutura Logística Rodoviária e foi responsável pela Política Estadual de Transporte e Obras Públicas.
Ele já atuou em diversos setores, desde a Fiscalização de Obras e Serviços de Engenharia e na Gestão da autarquia em cargo de Direção. Esteve também na Procuradoria Jurídica do DER-ES, tendo sido responsável pela Consultoria Jurídica em Licitações e Contratos e na Representação Judicial por sete anos.
Nova subsecretária de Ações Socioambientais, Saneamento e Infraestrutura, Margareth Saraiva; o novo secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce, Neomar Pezzin; a subsecretária de Ações Socioeconômicas e Participação Social, Juliane Barroso; e o subsecretário de Gestão Administrativa, Harlen Silva)
A mudança, determinada pelo governador Ricardo Ferraço e publicada no Diário Oficial do Estado, visa fortalecer ainda mais o papel da Serd, criada em dezembro de 2024 pelo então governador Renato Casagrande. Nestes 17 meses de atuação, a Secretaria vem realizando ações concretas de reparação socioeconômica e socioambiental nos municípios e comunidades capixabas impactadas pelo desastre ambiental de Mariana, em Minas Gerais.
Margareth Saraiva, que ocupou o cargo de secretária de Estado de abril até junho deste ano, continua na Serd, atuando agora na subsecretaria de Estado de Ações Socioambientais, Saneamento e Infraestrutura.
Ricardo Iannotti, que ocupava o cargo de subsecretário desde fevereiro de 2025, retorna para a Secretaria da Casa Civil, levando sua experiência para a coordenação política e administrativa do governo.
As substituições anunciadas pelo governador Ferraço ocorrem dentro de um processo planejado, com foco em aprimorar a capacidade de entrega das políticas públicas e garantir maior eficiência na execução dos programas em andamento.
Unindo as experiências e compromisso dos gestores com os objetivos estratégicos do governo, o objetivo é dar continuidade às ações já em curso e, ao mesmo tempo, contribuir com novas perspectivas de gestão.
E junto com a equipe técnica da Serd, o novo secretário já cumpriu sua primeira agenda de trabalho nesta quarta-feira (24). Em pauta, o projeto Universaliza.ES, uma das iniciativas mais estratégicas para o avanço do saneamento básico no Espírito Santo.
O projeto visa viabilizar a estruturação de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) voltadas à universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos municípios capixabas, atendendo às diretrizes do Marco Legal do Saneamento. A estruturação técnica será conduzida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cuja contratação é viabilizada com recursos do Novo Acordo de Mariana, destinados exclusivamente a projetos de saneamento no Espírito Santo.
fonte e foto a Serd – Renato Costa Neto / Karina Soares / Caroline Pignaton
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (25/6) que o banqueiro Daniel Vorcaro seja transferido para o 19° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.
Banqueiro foi preso por esquema que levou à liquidação do Master.
Segundo Mendonça, a transferência do banqueiro para a Papudinha visa retirá-lo das instalações da Polícia Federal (PF) e garantir, ao mesmo tempo, sua segurança.
A Papudinha possui regime mais brando de prisão e tem instalações com quartos sem grades, cozinha e banheiros comunitários, além de área aberta para banho de sol.
O local é destinado a presos especiais, como policiais militares, advogados e juízes, e também já abrigou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Delação rejeitada
Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).
O Brasil, enfim, desencantou na Copa do Mundo. Nesta quarta-feira (24), a seleção verde e amarela derrotou a Escócia por 3 a 0, em Miami, pela terceira e última rodada do Grupo C.
Com uma atuação coletiva brilhante, Brasil confirma favoritismo, faz três na Escócia e passa em 1º FOTO O FIFA
A Escócia, com três pontos e saldo negativo de dois gols, aguarda a sequência da fase de grupos para saber se avança como um dos oito melhores terceiros colocados, o que seria inédito para o país.
Principal nome do Brasil na Copa, Vinícius Júnior voltou a brilhar, balançando as redes pelo terceiro jogo seguido na competição. Algo que apenas outros quatro jogadores fizeram na história da seleção nacional: Jairzinho (1970), Romário (1994), Ronaldo e Rivaldo (ambos em 2002). Coincidentemente, todos eles campeões mundiais.
Com os dois gols desta quarta, o camisa 7 foi a quatro nesta Copa e entrou na briga pela artilharia. O também atacante Lionel Messi, da Argentina, é quem lidera, com cinco gols. Além disso, ele teve participação direta em seis dos sete gols do Brasil no Mundial.
A partida marcou, ainda, o retorno de Neymar. Recuperado de uma lesão grau dois na panturrilha direita, o atacante entrou na etapa final e esteve em campo por cerca de 20 minutos. Foi o primeiro jogo dele pela seleção canarinho desde 17 de outubro de 2023. O camisa 10 estava sem atuar há mais de um mês.
Vinícius Júnior foi destaque na partida que também contou com retorno de Neymar à Seleção Brasileira REUTERS/Amanda Perobelli/Proibida reprodução
Próxima fase
O primeiro lugar da chave assegura ao time brasileiro, se for até a final, estar sempre nos Estados Unidos. Com isso, a delegação pode seguir baseada em Nova Jersey, onde está reunida desde antes da Copa, evitando maiores deslocamentos e facilitando a logística e a recuperação dos atletas.
Na fase de 16 avos de final, a seleção canarinho terá pela frente o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. A partida será na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston.
O adversário será conhecido nesta quinta-feira (25), em jogos que iniciam às 20h (horário de Brasília). Os holandeses, que lideram a chave, encaram os já eliminados tunisianos em Kansas City. Os japoneses, em segundo, enfrentam os suecos em Dallas.
Baila, Vini!
O Brasil foi a campo com Rayan na ponta direita, na vaga de Raphinha, com uma lesão na coxa direita. Na Escócia, o técnico Stephen Clark fez quatro alterações em relação ao time que perdeu para o Marrocos, por 1 a 0. O zagueiro Scott McKenna, o meia Kenny McLean e os atacantes Ben Gannon-Doak e Lawrence Shankland entraram nos lugares de Grant Hanley, Kieran Tierney, Ryan Christie e Che Adams.
Ao contrário dos jogos anteriores, a seleção brasileira não sofreu para abrir o placar. Logo aos seis minutos, a Escócia tentou sair jogando na pequena área, mas Rayan, ligado, desarmou McKenna. A bola sobrou nos pés de Vinícius Júnior, que driblou o goleiro Angus Gunn e mandou para as redes.
Dominando as ações, mesmo com a posse de bola escocesa maior, o Brasil quase ampliou aos 21. “Quase”, porque o que seria o segundo gol de Vinícius Júnior foi anulado. O atacante se antecipou a Jack Hendry, tomou a bola do zagueiro e bateu na saída de Gunn. Apesar de o defensor sequer reclamar, o árbitro César Ramos reviu a jogada no vídeo e entendeu que houve falta do camisa 7 canarinho, invalidando o lance.
Se, inicialmente, sentiu a melhora da Escócia após o gol anulado, o Brasil, aos poucos, recuperou a postura do começo da partida. Aos 44, Vinícius Júnior recebeu de Rayan na área, pela direita, cruzou rasteiro, e o atacante Matheus Cunha completou. A bola desviou no meia Lewis Ferguson e na perna de Gunn, saindo pela linha de fundo, à esquerda da trave.
Matheus Cunha marca em jogo contra a Escócia – REUTERS/Amanda Perobelli/Proibida reprodução
A pressão verde e amarela surtiu efeito pouco depois. Nos acréscimos, aos 47 minutos, o Brasil retomou a posse em um carrinho de Matheus Cunha na entrada da área pela direita. A bola chegou no volante Bruno Guimarães, que cruzou na medida para Vinícius Júnior, livre, cabecear para as redes e marcar o segundo dele no jogo e o quarto na Copa.
O terceiro gol não ocorreu antes do intervalo graças a grande defesa de Gunn. Três minutos após a seleção brasileira ampliar o placar, o meia Lucas Paquetá lançou para Rayan, que escapou do lateral Andy Robertson e chutou rasteiro, na saída do goleiro, que desviou para escanteio.
Neymar de volta
A Escócia tentou se lançar ao ataque no segundo tempo. Aos quatro minutos, Alisson foi obrigado a trabalhar pela primeira vez, ao defender uma cabeçada do meia Scott McTominay, após cruzamento de Kieran Tierney, pela esquerda. Em duas oportunidades, Shankland tentou forçar quedas na área, buscando algum pênalti, em divididas com o zagueiro Gabriel Magalhães, sem sucesso.
O Brasil não se intimidou e aproveitou os espaços deixados pelos avanços escoceses para se aproximar do gol. Aos 14 minutos, o volante Casemiro lançou Bruno Guimarães, que ganhou da marcação, dominou na entrada da área e rolou para Matheus Cunha, que apareceu de surpresa e chutou no canto esquerdo de Gunn para marcar o terceiro dele na Copa ─ e o terceiro da seleção canarinho na partida.
Neymar voltou a atuar pelo Brasil após lesão na panturrilha – REUTERS/Amanda Perobelli/Proibida reprodução
Com a boa vantagem, Ancelotti fez as primeiras mudanças, com Fabinho substituindo Casemiro – que estava pendurado e poderia ficar suspenso do mata-mata em caso de cartão amarelo ─ e o atacante Gabriel Martinelli na vaga de Lucas Paquetá. A entrada mais esperada pelos torcedores, porém, veio aos 30 minutos: Neymar, que foi a campo no lugar de Matheus Cunha.
Três minutos depois, Neymar quase emplacou a primeira assistência na Copa, ao encontrar Vinícius Júnior em boa condição na área pela esquerda. O camisa 7 chutou, mas parou no goleiro. Aos 35, foi a vez do atacante do Real Madrid (Espanha) receber um cruzamento rasteiro do lateral Danilo pela direita, mas a conclusão saiu rente à trave direita.
Nos minutos finais, a Escócia fez um último esforço para diminuir o prejuízo no saldo, mas parou em Alisson. No fim, festa brasileira de um lado, tensão do outro, já que os escoceses terão de aguardar mais uns dias para saber se estarão ou não na próxima fase.
Marrocos em 2º
Na partida que ocorreu simultaneamente a Brasil e Escócia, Marrocos venceu o Haiti por 4 a 2, de virada, em Atlanta. O resultado assegurou a classificação dos Leões do Atlas (como são conhecidos os africanos), mas os deixou em segundo lugar no Grupo C, atrás da seleção brasileira, apesar dos mesmos sete pontos, pelo saldo de gols (seis a três para o time canarinho). Eles terão pela frente o líder do Grupo F na próxima fase.
Os atacantes Ismael Saibari, Soufiane Rahimi e Gessime Yassine e o lateral Achraf Hakimi marcaram para a seleção marroquina. A equipe caribenha, que se despediu zerada da Copa, balançou as redes com Wilson Isidor e um gol contra assinalado para o goleiro Yassine Bono, após finalização de calcanhar do também atacante Lenny Joseph. Por LINCOLN CHAVES – REPÓRTER DA EBC e foto FIFA