A saúde de Colatina recebeu um reforço importante para ampliar atendimentos e fortalecer os serviços oferecidos à população. O deputado federal Da Vitória destinou mais R$ 7,5 milhões em recursos para o município, atendendo a um pedido do prefeito Renzo Vasconcelos e de vereadores.
O investimento é resultado de um trabalho conjunto entre o município, o mandato parlamentar e representantes da Câmara Municipal.
Os recursos poderão ser utilizados para custeio e manutenção dos serviços de saúde, ajudando a Prefeitura a garantir atendimentos, exames, consultas e demais ações voltadas à população que depende da rede pública.
Segundo Da Vitória, o investimento é resultado de um trabalho conjunto entre o município, o mandato parlamentar e representantes da Câmara Municipal.
“Já está depositado no Fundo Municipal de Saúde R$ 7,5 milhões para ajudar o atendimento que a cidade tem feito na área da saúde. Além do pedido do prefeito, recebemos um ofício dos vereadores John Lennon, Jorge Guimarães, Marlucio Nascimento, Marcelão, Claudinei, Ferrerinha, Eliézio Bolzani, Marcelo Pretti e Silva, que são parceiros da administração municipal e muito querem melhorar a saúde da cidade”, afirmou o deputado.
O recurso foi depositado no Fundo Municipal de Saúde no início deste mês de junho e se soma a outros investimentos destinados por Da Vitória ao município ao longo dos últimos oito anos, que totalizam mais de R$ 38 milhões somente para a saúde em recursos diretos de emenda parlamentar para a saúde.
O prefeito Renzo Vasconcelos agradeceu o apoio e destacou a importância da parceria para atender quem mais precisa. “Grato demais. De fato, compaixão com quem mais precisa, com a vida das pessoas. Obrigado por atender o nosso pedido. Colatina vai saber reconhecer quem está fazendo pela cidade”, declarou.
Na terra do café conilon e da pimenta-do-reino, a estrela é a uva. O primeiro dia do Festival da Colheita de Uva de Jaguaré, no norte do estado, realizado no sábado (13), reuniu cerca de 5 mil pessoas, segundo os organizadores. O festival celebra a diversificação de culturas promovida pelo projeto Arranjos Produtivos, iniciativa da Assembleia Legislativa (Ales) para fortalecer a agricultura familiar.
Evento, que prossegue neste domingo, traz produtos da agricultura familiar e programação cultural
“No sul do Brasil a uva é até normal, mas aqui no Espírito Santo, e principalmente em Jaguaré, você ter colheita de uva, você ter uva no suco e você ter vinho dessa mesma uva, isso para mim é muito gratificante, saber que o programa que a gente lidera, o Arranjos Produtivos, da porteira para dentro, fez o agricultor produzir mais e melhor”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos (União), na abertura oficial do evento, que prossegue neste domingo (14), na Praça Nicolau Falchetto.
Produção da uva
Atualmente, 12 agricultores das regiões Norte e Noroeste do Espírito Santo cultivam uvas com o apoio do Arranjos Produtivos, que oferece assistência técnica, mudas e equipamentos. Um deles é Francisco Santiago, pioneiro no cultivo da fruta em Jaguaré. Francisco decidiu apostar na diversificação após perder praticamente toda a sua produção de café por conta de uma forte estiagem que aconteceu na região.
“Eu visitei um plantio de uva, gostei desse plantio e optei por diversificar. Desde 2017 eu produzo também uva no meu terreno. O Arranjos Produtivos foi muito importante, porque me incentivou (…) a trabalhar essa parte da diversificação, e principalmente a questão da uva”, contou.
Segundo ele, o início não foi fácil e muitos duvidaram de que a fruta pudesse se adaptar às condições da região. “Muitas pessoas perguntavam ‘Jaguaré produz uva?’ E eu falava eu vou fazer essa experiência. Depois falavam ‘e se produzir, você vai vender para quem?’ O início foi um pouco difícil, porque teve essa dúvida, depois teve a falta de informação e a falta de assistência técnica, mas o Arranjos Produtivos ajudou nesse sentido”, destacou.
Hoje, além da venda da fruta in natura, o agricultor já agrega valor à produção. “A gente trabalha com a uva in natura, nós temos a polpa da uva e estamos fazendo agora o suco da uva e estamos pensando em fazer geleia também”, revelou o agricultor.
Para o prefeito de Jaguaré, Marcos Antônio Guerra (União), a diversificação é fundamental para garantir estabilidade econômica e a permanência das famílias no campo. “Apesar de sermos a terra do café conilon e da pimenta-do-reino, em grande escala (..) a diversificação é muito importante, principalmente para a agricultura familiar. Quando um produto oscila o preço para cima, o outro para baixo, então um vai suprindo o outro. É importante para a permanência do homem do campo”, avaliou.
Produção de uvas, suco da fruta e vinho na região é resultado da diversificação de culturas, impulsionada pelo projeto Arranjos Produtivos, da Assembleia Legislativa . Foto: Kelly Lacerda
Festival da uva
O primeiro dia do evento atraiu a presença de 5 mil, segundo os organizadores. Entre os visitantes estava a produtora rural Aline de Oliveira. Ela disse que não sabia que Jaguaré produzia uva e se surpreendeu. “Estou adorando, eu e minha família. Não esperava tanto e me surpreendi muito. Adorei o suco que provei (…) que a uva seja bem-vinda também”, pontuou.
Segundo a secretária da Casa dos Municípios da Ales, Joelma Costalonga, o evento é mais uma oportunidade para venda dos produtos dos agricultores familiares. A Casa dos Municípios é o órgão responsável por coordenar o Arranjos Produtivos, que está presente em 36 cidades capixabas.
Além de 30 estandes com produtos da agricultura familiar, artesanato e comida, os participantes puderam participar, no sábado, de minicursos, oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-ES), que ensinaram receitas culinárias à base de uva e café.
Outro destaque no primeiro dia do evento foi o colhe e pague da uva, que aconteceu no Sítio Santiago, atração muito aguardada em que os visitantes puderam conhecer uma plantação de uva e colher a fruta diretamente do pé.
A programação do festival continua neste domingo, das 10 às 20 horas, com uma expectativa de público de 10 mil pessoas, segundo os organizadores.
Programação
10h – Abertura dos estandes 11h – Show com Valmir Andrade 14h – Apresentação cultural: peça teatral “Caixa de Costuras” 14h – Minicurso de culinária com uva, Senar-ES 15h – Grupo Musical Flauta Scaleta 14h – Show musical com Adriano Ferreira 18h – Show musical com Ernane da Viola 20h – Encerramento
Serviço: 1º Festival da Colheita da Uva de Jaguaré Data: domingo (14), das 10 às 20h Local: Praça Nicolau Falchetto Aberto ao público. Por ales
Em uma região conhecida pela produção de pimenta-do-reino e café conilon, a uva é que ganha destaque no próximo final de semana. Neste sábado (13/6) e domingo (14/6), Jaguaré sedia um festival para celebrar a colheita da fruta, cujo incremento no cultivo é uma iniciativa do Arranjos Produtivos, projeto desenvolvido pela Assembleia Legislativa (Ales) para fortalecer a agricultura familiar no Espírito Santo.
Colhe e pague, minicursos e apresentações musicais fazem parte da programação / Foto: Prefeitura de Jaguaré
“Esse festival mostra o resultado de um trabalho construído com planejamento, parceria e confiança no potencial do produtor rural capixaba. Quando a Assembleia Legislativa decidiu investir no Arranjos Produtivos, o objetivo era justamente este: levar oportunidade para o campo, incentivar novas culturas, gerar renda e criar um novo caminho de desenvolvimento para muitas famílias”, salienta o presidente Marcelo Santos (União).
“Hoje ver Jaguaré colhendo esses frutos é a prova de que, quando o poder público apoia quem produz, os resultados chegam na ponta e transformam realidades”, comemora o parlamentar.
A consultora de Agroindústria do Arranjos, Alessandra Vasconcelos, explica que “o objetivo é celebrar uma nova cultura implementada há mais de três anos pelo projeto”. E endossa: “Jaguaré é a terra do café, da pimenta e, no projeto, a gente conseguiu observar que, com orientação técnica, mudas de qualidade, e o principal, que é dedicação do produtor rural, consegue-se plantar uma cultura nova num local onde não se imaginava que se poderia ter. No caso é a uva”.
A consultora revela que, neste ano, serão colhidas 12 toneladas de uva. “É o início de uma nova cultura no município, espera-se que outros produtores consigam também diversificar sua produção e, com isso, diversificar também a geração de renda além do café”, observa.
Minicursos e “Colhe e Pague”
Além de apresentações culturais e artísticas, a Praça Nicolau Falchetto receberá uma estrutura com 30 estandes nos quais poderão ser encontrados produtos da agroindústria e artesanato para aproximar a população local da agricultura familiar. O Arranjos Produtivos também terá um estande “para que as pessoas possam visitar e entender melhor do que se trata esse projeto”, revela Alessandra.
Na feira serão vendidos diversos produtos, como uva, polpa de fruta, suco e até um “vinho de Jaguaré”, recém-lançado na Feira dos Municípios. Segundo a consultora, a bebida exemplifica como vale a pena investir na agroindústria para agregar valor. “Por isso também nós temos uma programação relacionada a minicursos”, conta.
Nesse sentido, haverá dois minicursos de uva, um no sábado e outro no domingo, e um minicurso no sábado sobre café (veja programação no final da matéria). Todos serão ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-ES). O objetivo é ampliar o horizonte dos produtores além de doces e biscoitos, segundo Alessandra.
Outro ponto destacado é a Experiência com Sommelier, no sábado, com a produtora Joice Fosch, que ensinará a fazer um kombucha da fruta. “Mas a ação mais esperada é o colhe e pague no sábado, das 9 horas ao meio-dia, no Sítio Santiago, onde de fato as pessoas poderão viver essa experiência de colher uva no pé e levar para casa”. O Sítio Santiago fica a 9 km da sede e foi um dos contemplados com mudas de uva e instruções de manejo da cultura oferecidas pelo Arranjos Produtivos.
Realização
O Festival da Colheita da Uva de Jaguaré é realizado pela Agência de Desenvolvimento Econômico, Social, Proteção Ambiental e Empreendedorismo Turístico da Região do Verde e das Águas (Adetur) em parceria com a Ales.
Programação
Sábado (13)
9h – Abertura dos estandes e praça de alimentação Banda Musical Municipal de Jaguaré (Bammuja) 9h às 12h – Colhe e Pague de uva no Sítio Santiago 9h – Minicurso de culinária com uva, Senar-ES 10h30 – Experiência com sommelier: a uva no universo das bebidas 14h – Minicurso de culinária com café, Senar-ES 17h30 – Apresentação cultural: dança pomerana 18h30 – Abertura oficial do Festival de Colheita de Uva 19h – Telão com o jogo do Brasil na Copa do Mundo 21h – Show com Vanessa Oliveira, o “Furacão do Forró” 23h – Término
Domingo (14)
10h – Abertura dos estandes 11h – Show com Valmir Andrade 14h – Apresentação cultural: peça teatral “Caixa de Costuras” 14h – Minicurso de culinária com uva, Senar-ES 15h – Grupo Musical Flauta Scaleta 14h – Show musical com Adriano Ferreira 18h – Show musical com Ernane da Viola 20h – Encerramento
Serviço
1º Festival da Colheita da Uva de Jaguaré Data: sábado (13), das 9 às 23 horas, e domingo (14), das 10 às 20h Local: Praça Nicolau Falchetto Aberto ao público
A equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) representou o Governo do Estado no painel “Cultura e Clima: Conviver com o Rio Doce”, um dos destaques da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. O evento, realizado em Aracruz, teve como tema a Justiça Climática e reuniu mais de 4 mil participantes, entre artistas, produtores, ambientalistas, lideranças comunitárias e gestores de todo o país.
A secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental,
O painel ‘Conviver com o Rio Doce’ foi apresentado no auditório principal do Sesc Praia Formosa. Representantes do Governo Federal, da Serd, da Prefeitura de Aracruz, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), ambientalistas, lideranças das comunidades impactadas pelo desastre de Mariana e o público participante do evento debateram as políticas públicas de meio ambiente e cultura para a região da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte capixaba.
O protagonismo indígena e quilombola nas ações de reparação da bacia hidrográfica foi um dos destaques do painel, que contou com a presença dos representantes da comunidade quilombola de Degredo, localizada em Linhares.
A secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental, as tratativas que resultaram na repactuação, homologada pelo STF em 2024, além de uma explanação sobre os anexos do Novo Acordo do Rio Doce e as responsabilidades do Governo do Estado nas ações socioambientais e socioeconômicas nos territórios capixabas.
Além das ações de saneamento, de recuperação ambiental e de infraestrutura, Margareth Saraiva destacou as políticas públicas na área social que estão sendo construídas em parcerias com as demais secretarias estaduais e que visam desenvolver projetos culturais, de sustentabilidade e de força comunitária. “O ponto-chave é entender que a reconstrução não é só física ou econômica: ela é territorial, simbólica e social. Mapear os bens culturais, preservar festas tradicionais, práticas e modos de vida, restaurar espaços simbólicos fazem parte desta reconstrução do Rio Doce. E temos que fortalecer a participação social, alinhando projetos com as comunidades, com inclusão de mulheres, jovens e povos tradicionais”, afirmou a secretária.
Além da equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce, participaram do painel os técnicos da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República, do Ministério da Igualdade Racial, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz e da Assessoria Técnica Independente da Associação dos Pescadores e Extrativistas e Remanescentes do Quilombo de Degredo. fotos: Comunicação/Serd e EBC/Agência Brasil e fonte Renato Costa Neto / Karina Soares / Caroline Pignaton
Os deputados estaduais aprovaram, durante a sessão desta segunda-feira (8), a tramitação em regime de urgência para quatro matérias. Dentre elas, o Projeto de Lei (PL) 362/2026, assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos (União), que reconhece como patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo o monumento Grande Buda, no município de Ibiraçu.
Com a aprovação do regime de urgência, projeto poderá ser votado na sessão de terça-feira / Foto: Lucas S. Costa
Ainda durante o expediente, o presidente da Ales informou que outra matéria tramitará conjuntamente ao PL 362. Trata-se do PL 643/2023, do deputado Sergio Meneguelli (PSD), que versa sobre o mesmo assunto.
TCE
Outra urgência aprovada foi para a tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 23/2026, que altera a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES). A matéria adequa a legislação estadual à jurisprudência que estabelece prescrição de infrações que implicam ressarcimento ao erário.
Utilidade pública
Também poderão ser votadas diretamente em plenário, já na próxima sessão, duas matérias que reconhecem duas instituições como de Utilidade Pública: a Associação Master de Remo do Espírito Santo (Amares) – PL 246/2026; e o Instituto Saber (IS) – PL 285/2026. Os dois PLs são de autoria do deputado Marcelo Santos.
Caso as duas propostas sejam convertidas em legislação, as entidades irão configurar o Anexo I da Lei 10.976/2019 – norma que consolida o reconhecimento das entidades de direito privado e com fins não econômicos que desenvolvem atividades de interesse coletivo, permitindo acesso a repasses de recursos públicos para o fomento da atuação.
PEC
Também foi lida no expediente da sessão a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/2026, que reformula o sistema tributário estadual conforme novas diretrizes estabelecidas na Reforma Tributária brasileira. FONTE Ales
A 18ª edição do Festival Nacional de Viola de Colatina (Fenaviola) chegou ao fim no último sábado (6), em Itapina, consagrando os vencedores do tradicional concurso de composições inéditas e reunindo 7 mil pessoas em três dias de celebração da cultura sertaneja e da música de raiz. Ao todo, 20 canções de diferentes regiões do país participaram da competição, que voltou a ser um dos grandes destaques do evento.
A grande campeã desta edição foi a música “Leilão de um Carreiro”, interpretada pela dupla Otávio e Eduardo, de Sarzedo (MG)
A grande campeã desta edição foi a música “Leilão de um Carreiro”, interpretada pela dupla Otávio e Eduardo, de Sarzedo (MG). O segundo lugar ficou com “Cordas de Aço”, defendida por Wesley e Tiago, de Poços de Caldas (MG), enquanto “Viola Doce Viola”, interpretada por Saulo Fagundes, de Goiânia (GO), conquistou a terceira colocação. O prêmio de Melhor Intérprete foi para a canção “Rio Abaixo”, apresentada por Paulo Macedo e Leilane Coutinho, de Vitória da Conquista (BA). Já o reconhecimento de Melhor Violeiro ficou com Marinho San, de Belo Horizonte (MG), pela interpretação de “Minha Outra Face”.
Além da competição, o Fenaviola 2026 ofereceu uma programação diversificada que movimentou o distrito de Itapina entre os dias 4 e 6 de junho. O público acompanhou apresentações de artistas locais e nacionais, como Show da Viola, Brutaiada, Mayck e Lyan, Renato Teixeira, Vitor e Sander e Marcos & Kaique Viola, em uma programação gratuita que valorizou a tradição sertaneja e atraiu visitantes de diversas cidades capixabas e de estados vizinhos.
Outro destaque da edição foi a área gastronômica, que se consolidou como um dos espaços mais movimentados da festa. O local reuniu empreendedores de Itapina e estabelecimentos associados à Assbares (Associação de Dirigentes de Bares e Restaurantes de Colatina), oferecendo opções variadas ao público e fortalecendo a economia local durante os três dias de evento.
Para o prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, o sucesso da edição reforça a importância do Fenaviola para a cultura e o turismo do município. “O Fenaviola é um patrimônio cultural de Colatina e, mais uma vez, mostrou sua força ao reunir artistas, violeiros, famílias e visitantes em um ambiente de tradição e valorização das nossas raízes. Ficamos muito felizes com o resultado desta edição e já estamos trabalhando para fazer um evento ainda maior e melhor no próximo ano”, destacou.
A Comissão de Turismo e Desporto aprovou 22 proposições durante reunião ordinária realizada na tarde desta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa (Ales). Um deles foi o Projeto de Lei (PL) 206/2025, do Dr. Bruno Resende (União), que torna Linhares a Capital Estadual Moveleira do Espírito Santo.
Comissão de Turismo da Assembleia foi favorável ao projeto que dá título de Capital Moveleira ao município por considerar a atividade importante para a cadeia turística
Segundo o autor da proposta, Linhares conta com mais de 100 empresas de móveis seriados e marcenarias. O segmento envolve a produção e venda de móveis, desde a coleta de matérias-primas até a comercialização dos produtos fabricados. O título de capital estadual tem como objetivo a valorização da atividade no território, a atração de novos investimentos e, por consequência, o fortalecimento da identidade regional.
Ao avaliar os projetos aprovados na reunião, o presidente da Comissão de Turismo, deputado Coronel Weliton (DC), comentou como o polo moveleiro na cidade de Linhares se configura como importante vetor do turismo econômico no município. O projeto segue para análise da Comissão de Finanças.
“Linhares sedia esse polo industrial moveleiro, que converge não só empresas regionais, como internacionais, fazendo com que, através do turismo, as pessoas se hospedem nos hotéis, consumam nos restaurantes, conheçam as belezas naturais do norte do Espírito Santo e façam com que eles possam adquirir patrimônio aqui, investir, montar empresas aqui no estado, porque o Espírito Santo tem uma localização estratégica em termos de logística, tanto para a região sudeste quanto para todo o Brasil”, avaliou.
Mulheres no esporte
Também foi acatado o PL 134/2024, de Iriny Lopes (PT), que institui a Política Estadual de Apoio e Incentivo à Mulher no Esporte. A finalidade é criar condições para o acesso igualitário à prática esportiva para as mulheres; valorizar a diversidade no esporte; incentivar a profissionalização das mulheres no esporte; e ampliar o acesso delas aos cargos de liderança esportiva.
Entre outras ações, estão previstas a vedação a qualquer tipo de discriminação de gênero no que diz respeito aos valores das premiações relativas às competições desportivas realizadas no estado; e a destinação preferencial de 50% dos valores despendidos a título de patrocínio ou doação, no apoio direto a projetos desportivos e paradesportivos para as modalidades femininas.
Todas as matérias acolhidas foram relatadas pela deputada Janete de Sá (PSB) e pelo deputado Coronel Weliton (DC). O presidente do colegiado fez um balanço da reunião. “Foram aprovados projetos de iniciativa de vários deputados. O turismo é uma fonte limpa de geração de emprego e renda no Espírito Santo, através de rotas turísticas e a denominação da capital simbólica do Estado. Também aprovamos projeto que reforça a presença feminina, cada vez mais importante e marcante, no desporto capixaba”, disse.
De acordo com o parlamentar, as diversas facetas do turismo devem ser exploradas para a geração de emprego e renda no Estado, como o turismo de experiência, religioso e de negócio.
A tradicional Festa de Corpus Christi realizada no distrito de Paraju, em Domingos Martins, poderá ser reconhecida oficialmente como patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo. A proposta está no Projeto de Lei (PL) 344/2026, que destaca a importância histórica, religiosa, cultural e turística da celebração centenária. A iniciativa é do presidente da Casa, deputado Marcelo Santos (União/ES). A proposição será lida na sessão ordinária desta segunda-feira (1º/06), quando também será votado requerimento para que ela tramite em urgência na Assembleia Legislativa (Ales).
Celebração reforça a identidade e sentimento de pertencimento da comunidade, diz Marcelo / Foto: Lucas S. Costa
Realizada desde 1910, a festa é considerada uma das manifestações religiosas mais emblemáticas do Estado. Organizada pela comunidade local, com forte participação da Paróquia do Santíssimo Sacramento, a celebração reúne moradores e visitantes em torno de uma tradição marcada pela fé, arte e união comunitária.
Nota técnica elaborada com a contribuição da comunidade de Paraju, sob coordenação da Paróquia do Santíssimo Sacramento, traz elementos históricos, culturais, sociais e religiosos para justificar o reconhecimento da festa de Corpus Christi realizada no distrito como patrimônio cultural. Antes da sessão, integrantes da comunidade estiveram reunidos com o presidente Marcelo na Casa.
Tapetes
O destaque da festividade, de acordo com a justificativa da matéria, são os famosos tapetes de Corpus Christi, confeccionados nas ruas do distrito durante a madrugada e na véspera da celebração.
Produzidos com serragem colorida, flores, folhas, pó de café e outros materiais naturais, os tapetes formam desenhos religiosos e símbolos ligados à Eucaristia, transformando as vias de Paraju em verdadeiras galerias de arte a céu aberto.
A tradição mobiliza a comunidade durante todo o ano. Muitas famílias cultivam as flores utilizadas na ornamentação logo após o encerramento de cada edição da festa, mantendo viva uma prática transmitida entre gerações.
Além da confecção dos tapetes, a programação religiosa inclui missas solenes, momentos de oração, adoração ao Santíssimo Sacramento e a tradicional procissão sobre os tapetes, considerada o ponto alto da celebração para os fiéis.
Impacto regional
O projeto também ressalta o impacto cultural e econômico do evento para a região. Durante a festa, moradores e turistas participam de apresentações culturais, visitam barracas de comidas típicas e prestigiam o artesanato local, em uma programação marcada pela influência da colonização alemã presente no município.
“O reconhecimento como patrimônio cultural imaterial busca preservar uma manifestação que fortalece a identidade e promove o sentimento de pertencimento entre os moradores de Paraju”, registra o autor da matéria na justificativa. fonte Por Gabriela Zorzal,
O deputado federal Da Vitória (PP-ES) confirmou a destinação de quase R$ 3 milhões em recursos para a segurança pública e o esporte de Colatina. O parlamentar esteve reunido com os secretários municipais das respectivas áreas para informar que as emendas já estão empenhadas e em fase de liberação.
R$ 300 mil para a Guarda Civil Municipal.
Serão R$ 300 mil para a aquisição de armamentos para a Guarda Civil Municipal. Outros R$ 2,5 milhões serão destinados à reforma e revitalização de campos de futebol e demais espaços esportivos da cidade.
“Mais uma vez estamos trazendo investimentos para Colatina por meio do nosso mandato. São recursos para fortalecer a Guarda Civil Municipal, que tem realizado um excelente trabalho reconhecido pela população, e também para garantir mais estrutura ao esporte, beneficiando atletas, crianças, jovens e toda a comunidade”, destacou Da Vitória.
O secretário municipal de Transporte, Trânsito e Segurança Pública, Major Balbino, agradeceu o apoio do parlamentar.
“Em nome do prefeito Renzo Vasconcelos (PSD/ES), da Guarda Civil Municipal e de toda a sociedade colatinense, quero agradecer ao deputado Da Vitória por esse importante investimento, que vai elevar ainda mais a capacidade de atuação da nossa Guarda com a aquisição de equipamentos de alta qualidade”, afirmou.
R$ 2,5 milhões serão destinados à reforma e revitalização de campos de futebol e demais espaços esportivos da cidade.
Já o secretário municipal de Esporte e Lazer, Matheus Zouain, informou que a Secretaria já está avaliando, junto ao prefeito Renzo Vasconcelos e aos vereadores, quais espaços esportivos receberão os investimentos.
“Esses recursos serão fundamentais para ampliarmos e melhorarmos a infraestrutura esportiva de Colatina, oferecendo mais oportunidades para a prática esportiva e o lazer da nossa população”, disse. fonte e foto Pedro Calegario
Com o objetivo de debater os projetos e recursos para a agricultura familiar nos municípios impactados pelo desastre de Mariana, a equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) participou, na última quarta-feira (20/05), de uma oficina organizada pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Na primeira parte do encontro, a secretária da Serd, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental
O evento, realizado em Linhares, contou também com representantes da Agência Nacional de Assistência Técnica Rural (Anater), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), que apresentaram as ações que o Governo Federal irá desenvolver para a retomada econômica rural nos municípios capixabas atingidos.
Na primeira parte do encontro, a secretária de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental, as tratativas que resultaram na repactuação, homologada pelo STF em 2024, além de uma explanação sobre os anexos do Novo Acordo do Rio Doce e as responsabilidades do Governo do Estado nas ações socioambientais e socioeconômicas nos territórios capixabas.
Já a gerente de Reparação e Recuperação Ambiental da Serd, Juliana Valory, destacou o projeto Reflorestar Doce, o fortalecimento do Cadastro Ambiental Rural (IntegraCAR) e as ações de saneamento rural como pilares importantes da atuação da secretaria para o desenvolvimento da agricultura familiar no Espírito Santo.
Na segunda parte do encontro, os representantes do Incaper das cidades de Marilândia, Fundão, Rio Bananal, Linhares, Colatina, Baixo Guandu, Boa Esperança, Aracruz, São Mateus e Conceição da Barra puderam tirar dúvidas sobre os projetos relacionados à Bacia do Rio Doce e Litoral Norte, além de sugerir pautas e demandas de suas regiões.
Para a secretária Margareth Saraiva, a união de esforços entre os municípios, o Governo do Estado e o Governo Federal será determinante para o sucesso das ações de fortalecimento da agricultura familiar no Espírito Santo. “É preciso pensar em um plano de desenvolvimento rural integrado, com sinergia entre os projetos. Essa integração, além de atender as comunidades atingidas com mais celeridade, evitará a sobreposição de ações semelhantes em uma mesma região. Por isso a necessidade de estabelecermos as responsabilidades de cada órgão e da participação efetiva da Anater e do Ministério do Desenvolvimento Agrário”, ressaltou.
fonte e foto
Assessoria de Comunicação da Serd
Renato Costa Neto / Karina Soares / Caroline Pignaton