Os novos docentes foram selecionados através de concurso público e irão atuar em diversas escolas do município, doto Prefeitura de São Gabriel da Palha
Ontem terça-feira, 21 de janeiro de 2025, aconteceu a posse de 50 novos professores efetivos que irão atuar na rede municipal de ensino de São Gabriel da Palha. A cerimônia foi realizada na Prefeitura Municipal e contou com a presença do prefeito Tiago Rocha, que deu as boas-vindas aos profissionais e ressaltou a importância da educação para o desenvolvimento da cidade.
A posse marca um momento significativo para o setor educacional de São Gabriel da Palha, com o objetivo de garantir um ensino de qualidade e promover o crescimento profissional de todos os envolvidos. Os novos docentes foram selecionados através de concurso público e irão atuar em diversas escolas do município, contribuindo para a expansão da qualidade educacional e para o atendimento de mais estudantes na rede municipal
A posse marca um momento significativo para o setor educacional de São Gabriel da Palha.
GRES Independente de São Torquato – Ensaio Técnico
A partir desta sexta-feira (24), o Sambão do Povo será tomado pelo ritmo do Carnaval com os ensaios técnicos das escolas de samba de Vitória. O evento, que é gratuito, promete agitar o público até o dia 15 de fevereiro. Após os ensaios, o clima carnavalesco continua com apresentações de samba e pagode.
Os ensaios são uma oportunidade para que as escolas façam os últimos ajustes de suas apresentações e ofereçam ao público uma prévia do que será apresentado na avenida. Confira a programação completa e as escolas participantes:
Grupo A
– 24 de janeiro
20h30 – Rosas de Ouro
22h00 – Pega no Samba
– 31 de janeiro
20h30 – Império de Fátima
22h00 – Independente de Eucalipto
– 7 de fevereiro
20h30 – Independentes de São Torquato
22h00 – Andaraí
– 14 de fevereiro
20h30 – Mocidade da Praia
Grupo Especial
25 de janeiro
20h – Imperatriz do Forte e Novo Império
1º de fevereiro
20h – Unidos de Jucutuquara e Chegou o Que Faltava
8 de fevereiro
20h – Unidos da Piedade e Independente de Boa Vista
15 de fevereiro
20h – Mocidade Unida da Glória (MUG)
A Prefeitura de Vitória, junto com a Liga Espírito-Santense de Escolas de Samba (Lieses) e a Liga Independente de Grupos Especiais (Liesge), reforça a importância dos ensaios para a valorização da cultura e do samba capixaba.
A população é convidada a prestigiar as escolas de samba, que se dedicam o ano inteiro para fazer um espetáculo inesquecível. Prepare-se para vivenciar a magia do Carnaval antecipadamente e venha apoiar as escolas que fazem da festa um dos maiores patrimônios culturais do Espírito Santo!. Fonte e foto Prefeitura de Vitória
Proposta do deputado Sergio Meneguell busca ajudar a enfrentar impactos ambientais e formar cidadãos conscientes / Foto: Lucas S. Costa
O deputado Sergio Meneguelli (Republicanos/ES) apresentou o Projeto de Lei (PL) 566/2024 que institui a Semana de Conscientização sobre a Reciclagem e Valorização do Meio Ambiente nas Escolas Públicas do Espírito Santo. A atividade deverá ser realizada no início de junho para coincidir com o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5.
Ele afirma que o objetivo é promover educação ambiental, especialmente em um momento no qual as questões ecológicas se tornam cada vez mais urgentes em todo o mundo.
Diz ainda Meneguelli que o Espírito Santo, conhecido por sua rica biodiversidade e belíssimas paisagens naturais, enfrenta desafios significativos relacionados à poluição, desmatamento e gestão inadequada de resíduos.
“É fundamental que as futuras gerações sejam conscientizadas sobre a importância da preservação ambiental e da reciclagem desde cedo, formando cidadãos responsáveis e engajados na proteção do nosso meio ambiente”.
O parlamentar considera ainda que a realização da Semana preferencialmente na primeira semana de junho coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente, reforçando a relevância do tema em um contexto global.
Atividades
De acordo com Sergio Meneguelli, ao envolver alunos, pais e membros da comunidade, essa iniciativa promove uma abordagem colaborativa e integra a educação ambiental no cotidiano da sociedade capixaba.
Meneguelli afirma que a intenção é que, durante a semana, as escolas tenham a oportunidade de implementar diversas atividades pedagógicas, como seminários e palestras, utilizando recursos didáticos que estimulem a participação ativa e o aprendizado prático sobre reciclagem e sustentabilidade.
“Em resumo, a criação da Semana de Conscientização sobre a Reciclagem e Valorização do Meio Ambiente é um passo fundamental para fortalecer a educação ambiental no Espírito Santo”, complementa.
Andamento
O projeto será analisado conclusivamente pela Comissão de Justiça da Ales, uma vez que trata de inclusão na legislação (Lei 11.212/2020) referente às semanas e aos dias estaduais comemorativos de relevantes datas e de assuntos de interesse público.
Acompanhe a tramitação do PL 566/2024 – Fonte ales
Novas regras garantem isenção para alimentos da cesta básica. Foto O: Agência Senado
Foi sancionada na quinta-feira (16) a Lei Complementar 214, primeira regulamentação da reforma tributária. A nova lei simplifica a cobrança de impostos sobre o consumo (bens e serviços). O texto é originado do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional. Foram vetados 28 trechos, entre eles os que beneficiavam alguns serviços financeiros e de segurança da informação.
A principal mudança trazida pela nova lei são as regras para implementação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Ele tem esse nome porque incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa da produção, descontando o que já foi taxado nas etapas anteriores. Dessa forma, evita a cumulatividade na cobrança de tributos ao longo das cadeias produtivas.
No Brasil, o IVA será dual, ou seja, terá duas ramificações: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), com arrecadação destinada aos estados e municípios, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), para o governo federal. Eles substituirão os atuais ICMS, ISS, Pis, Cofins e IPI, representando uma renovação completa na forma de lidar com tributos sobre o consumo e a consequente reorganização da economia. Haverá também o Imposto Seletivo (IS), que incidirá sobre produtos considerados nocivos à saúde e ao meio ambiente.
— Entregamos ao povo brasileiro um sistema mais simplificado, mais equilibrado, mais justo, que combate a cumulatividade, que acaba com a guerra fiscal nociva entre os estados e que proporciona o máximo possível de justiça tributária — afirmou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que participou da cerimônia de sanção da lei complementar no Palácio do Planalto.
A implantação do novo sistema será gradual. Em 2026, a CBS e o IBS passarão a ser testados nacionalmente, mas não serão efetivamente recolhidos. Para o teste, as empresas deverão emitir na nota fiscal um valor que corresponderia aos novos tributos. O momento será para a administração pública verificar a viabilidade do novo modelo e realizar as adaptações necessárias. A transição para o novo sistema só se completará em 2033. A cada cinco anos, os parlamentares farão nova avaliação dos efeitos da reforma.
A alíquota-padrão, que será estabelecida em futura lei, deve ficar em torno de 28% sobre o preço do produto ou serviço consumido, segundo o secretário extraordinário da Reforma Tributária do governo federal, Bernard Appy. O texto prevê que o Poder Executivo adote medidas para que a alíquota seja menor que 26,5% até 2030.
Como regra, a alíquota-padrão será cobrada igualmente para qualquer produto e serviço, o que simplifica o sistema atual. Além disso, a oneração efetiva deve ser aplicada apenas no consumo final, e não no setor produtivo.
A expectativa é que a reforma tributária (iniciada pela Emenda Constitucional 132, de 2023) viabilize “de 10% a 15% de crescimento econômico nos próximos anos”, segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Durante a sanção da nova lei, ele destacou o empenho do Legislativo, do governo e da sociedade para debater e aprovar o novo sistema tributário.
Também presente no evento, o relator do PLP 68/2024 no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), afirmou que, mais do que simplificação, a reforma promove justiça social, com medidas como a isenção para alimentos da cesta básica e o chamado cashback (devolução de valores a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único).
— Minha expectativa é de que a carga tributária brasileira caia ao longo do tempo, com a redução da sonegação e do contencioso jurídico tributário, garantindo mais investimento para o país, mais crescimento, mais emprego, mais renda — acrescentou Braga.
Redução de imposto
Em razão do caráter estratégico de alguns serviços e produtos, a emenda constitucional que iniciou a reforma tributária permite casos de redução da alíquota-padrão. No Congresso Nacional, dezenas de setores passaram a usufruir dos tratamentos favoráveis, como hotéis, bares e restaurantes. Como consequência, a cada exceção criada, a alíquota-padrão aumenta.
Os itens podem ter entre 30% e 70% de redução da alíquota, na seguinte forma:
Uma das categorias favorecidas são serviços e produtos relativos à segurança nacional e de informação, com 40 itens que terão redução de 60% dos impostos. Mas o veto do presidente da República barrou quatro itens da redução: sistemas de segurança; seguros relacionados a roubo de dados pessoais; serviço de proteção e ressarcimento de transações bancárias indevidas; e serviços de segurança genéricos, sem especificação.
Outro veto busca flexibilizar a lista de dispositivos médicos, de acessibilidade para pessoas com deficiência, medicamentos e insumos agropecuários, que possuem redução de 60%. Isso porque, pelo texto aprovado pelo Congresso Nacional, estava explicitada a necessidade de a atualização dos itens, ser precedida de estudos de impactos orçamentários e de prévio ajuste na alíquota de referência pelo Senado.
O cashback é uma forma de devolução de tributos pagos que ocorrerá para as famílias com renda de até meio salário mínimo por per capita — o que, atualmente, corresponde a R$ 706 por integrante da família.
Um regulamento definirá o método de cálculo e de devolução, mas o texto já define que, para despesas com internet e telefonia, gás, energia elétrica, água e esgoto, serão devolvidos 20% do IBS e todo o valor pago em CBS.
Segundo o relator do projeto de lei complementar da Câmara dos Deputados, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), 94 milhões de brasileiros vão receber de volta seus impostos.
Não contribuintes
A nova norma estipula quem não precisará arcar com os novos tributos, como condomínios e autônomos que tenham faturado no máximo R$ 40,5 mil por ano (chamados de nanoempreendedores), entre outros.
Na versão aprovada pelos parlamentares, estavam os fundos patrimoniais, mas o veto do governo federal retirou-os da lista. Esses fundos são investimentos financeiros cujos lucros vão para causas de interesse público, como doações a universidades.
O mesmo ocorreu com os fundos de investimentos de uma forma geral — quando investidores reúnem seus recursos para aplicar no mercado financeiro, como em ações. A versão dos parlamentares previa diversas possibilidade para que os fundos de investimento imobiliário e do agronegócio fossem livres da CBS e IBS, o que beneficiaria, por exemplo, os fundos negociados na bolsa de valores.
Além disso, antes do veto, empresas que fazem empréstimos e câmbio, entre outros serviços, também poderiam ser isentas dos novos impostos nas importações relativas a essas operações.
O Imposto Seletivo (IS) incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. O objetivo é que a cobrança extra — popularmente conhecida como “imposto do pecado” — desestimule o consumo desses produtos.
Essas alíquotas ainda precisarão ser definidas futuramente, em leis ordinárias específicas. Mas a nova norma já prevê que, para minérios, a alíquota máxima será de 0,25%. Segundo a Constituição, o imposto não pode ser cobrado em exportações. O veto do presidente da República retirou trecho da nova lei que, para ele, era contrário à previsão (também constitucional) de que os minérios terão cobrança do imposto na extração mesmo que seja para exportação.
Zona Franca de Manaus
Outro veto do Poder Executivo retirou benefício fiscal à Zona Franca de Manaus (ZFM), sob justificativa de criar tratamento favorável que hoje não existe. Trata-se de créditos presumidos — mecanismo que permite “desconto” nos débitos fiscais — a alguns produtos da região que, segundo o governo, atualmente “já não apresentam vantagem competitiva em relação ao restante do país”.
A decisão se baseou na previsão constitucional de que a reforma tributária manterá as vantagens competitivas da ZFM de hoje. As Áreas de Livre Comércio, que oferecem benefícios fiscais a outras cidades da Região Norte, também terão incentivos com a reforma. O mesmo ocorre com regimes aduaneiros especiais.
— Se não fosse essa manutenção das vantagens da Zona Franca de Manaus e das áreas de livre comércio, instaladas em Roraima, no Amapá, em Rondônia, no Acre, boa parte dessa população estaria destinada à fome e á miséria. Ou coisa pior: entregue ao narcotráfico e às facções criminosas — afirmou Eduardo Braga.
Comitê Gestor
A lei cria um Comitê Gestor temporário e independente, que durará até o fim de 2025, para regulamento único do IBS na sua vigência. A ideia é que os procedimentos necessários para a implementação dos testes iniciais, a partir de 2026, poderiam atrasar, já que o Projeto de Lei (PL) 108/2024, que cria de fato o Comitê, ainda está em análise.
Outro órgão seria recriado pela lei, mas foi barrado pelo governo: a Escola de Administração Fazendária (Esaf), do Ministério da Fazenda. Ela seria responsável pela capacitação de servidores da administração tributária e por coordenar concursos públicos na área. Segundo a mensagem de veto, só o Poder Executivo pode criar órgãos de sua estrutura.
Os vetos ainda podem ser derrubados pelos parlamentares. Outros trechos vetados, segundo o governo federal, buscam evitar interpretações ambíguas, privilegiar a comunicação entre contribuinte e o Fisco por meio eletrônico (Domicílio Tributário Eletrônico) e evitar tratamento desigual com relação à agricultura familiar.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Plenário Ulysses Guimarães, onde será feita a eleição da nova Mesa da Câmara Foto: Agência Câmara de Notícias
A eleição para a presidência da Câmara dos Deputados e para os demais cargos da Mesa Diretora foi marcada para o dia 1º de fevereiro, sábado. O mandato é de dois anos e, para ser eleito, o candidato precisa de maioria absoluta dos votos em primeira votação (257) ou ser o mais votado no segundo turno. O início da primeira sessão preparatória, na qual será eleito o presidente, está marcado para as 16 horas, no Plenário Ulysses Guimarães.
O cronograma para formalização dos blocos parlamentares, para a escolha dos cargos da Mesa e o registro das candidaturas foi publicado nesta quarta-feira (15). Em ofício assinado pelo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), está definido o prazo limite para formação de blocos parlamentares até 9 horas do dia 1º de fevereiro de 2025. Em seguida, às 11 horas, haverá reunião de líderes para a escolha dos cargos da Mesa Diretora. O prazo limite para o registro das candidaturas é até 13h30 de 1º de fevereiro, e a sessão preparatória para a eleição da Mesa foi confirmada para 16 horas do mesmo dia.
O ofício também estabelece que a eleição será realizada de forma presencial, com urnas dispostas no Salão Verde e no Plenário. O documento informa, ainda, que foi convocada sessão conjunta do Congresso Nacional para o dia 3 de fevereiro (segunda-feira), às 15 horas, para a inauguração da sessão legislativa.
Blocos Os blocos parlamentares, cujo objetivo é aumentar a representatividade na composição dos órgãos da Casa, são formados no dia 1º de fevereiro do primeiro ano da nova legislatura e valem para a distribuição das presidências das comissões pelos quatro anos seguintes.
Já para a eleição da Mesa Diretora, que é feita a cada dois anos, podem ser formados novos blocos para composição dos cargos pelos partidos.
Candidatos Os deputados Hugo Motta (Republicanos-PB) e Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) são, até agora, os dois deputados que se declararam oficialmente como candidatos à presidência da Câmara.
Hugo Motta é médico e foi eleito deputado federal pela primeira vez em outubro de 2010. Ele é titular da Comissão de Finanças e Tributação. Em 2015, foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou denúncias de corrupção na Petrobras e, em 2023, foi relator da PEC dos Precatórios, que limitou o valor de despesas anuais com precatórios. É autor de 32 projetos de lei e de 18 propostas de emenda à Constituição.
Henrique Vieira é ator, poeta, professor e pastor da Igreja Batista. Tem 37 anos e está em seu primeiro mandato como deputado federal. Integrou a CPI que investigou os atos golpistas de 8 de janeiro. Já foi vice-líder do governo e integrante de diversas comissões na Casa. É autor do Projeto de Lei 2753/24, que inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade de aulas de prevenção a abusos sexuais.
Mesa Diretora A Mesa Diretora é responsável pela direção dos trabalhos legislativos e dos serviços administrativos da Casa. Entre suas atribuições, também está a promulgação de emendas à Constituição, juntamente com o Senado.
A Mesa compõe-se da Presidência (presidente e dois vice-presidentes) e da Secretaria — formada por quatro secretários e quatro suplentes.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier Edição – Roberto Seabra
Retomada do Canal do Panamá e combate à imigração são confirmados, foto do site folha PE
Em um discurso de cerca de 30 minutos, Donald Trump fez nesta segunda-feira (20) seu primeiro discurso como novo presidente dos Estados Unidos. Ele reafirmou a intenção de retomar o Canal do Panamá e de combater a migração ilegal no país, em especial a partir da fronteira com o México. O Golfo do México, reiterou Trump, passará a se chamar Golfo da América.
O presidente afirmou que declarará emergência nacional de energia, de forma a retomar, em larga escala, a produção de fontes não sustentáveis, em especial petróleo e gás, para garantir as reservas estratégicas do país, bem como a disponibilização de energia para as indústrias norte-americanas. E prometeu também revogar obrigações de cunho ambientalista em favor de veículos elétricos, de forma a manter o compromisso com as montadoras de veículos com motores à combustão.
Trump voltou a afirmar que, para proteger os trabalhadores americanos, pretende tributar produtos com origem em outros países. Reiterou alguns de seus posicionamentos contrários à chamada ideologia de gênero, dizendo que “há apenas dois gêneros: o masculino e o feminino”, e que porá “fim à política de tentar fazer engenharia social da raça e do gênero, promovendo uma sociedade que será baseada no mérito, sem enxergar a cor”.
Imigração ilegal
“Toda entrada ilegal será imediatamente impedida, e iniciaremos processo de devolução de milhões de imigrantes ilegais a seu país de origem. Restabeleceremos a política do ‘fique no México’ e porei em prática a lei de prender e deportar. Tropas serão enviadas para o sul para dificultar a entrada em nosso país. Além disso, vou designar os cartéis [de drogas] como organizações terroristas internacionais”, discursou o presidente, que, pela segunda vez, assume a Casa Branca.
Trump acrescentou que vai retomar uma legislação de 1708 sobre imigrantes, pela qual seu governo poderá utilizar todas forças de segurança pública para “eliminar gangues” que praticam crimes em cidades e bairros norte-americanos. “Como comandante chefe, não há responsabilidade maior do que defender nosso país de ameaças e invasões. Farei isso em um nível nunca antes visto em nosso país”, disse ele, ao afirmar que, em breve, alterará o nome do Golfo do México para Golfo da América.
Poderosa e respeitada
O novo presidente disse que fará os Estados Unidos retornarem a seu lugar como a nação mais poderosa e respeitada do mundo. “Teremos a maior força armada que o mundo já viu”, afirmou.
Tump lembrou que o Canal do Panamá foi uma obra americana cedida àquele país, ao custo de 38 mil vidas perdidas durante sua construção. “Depois disso, fomos tratados de forma cruel, após oferecermos esse presente que jamais deveria ser dado. O espírito desse presente foi totalmente violado, com sobretaxas aos navios americanos. Não fomos tratados de forma justa, sobretudo pela China, que opera o canal. Por isso, vamos tomá-lo de volta”, prometeu.
“Minha mensagem hoje é de que é hora, mais uma vez, de agirmos com coragem, vigor e com a vitalidade das maiores nações da história”,complementou.
Energia
Trump anunciou que, ainda nesta segunda-feira, vai declarar emergência nacional da energia, com o objetivo de diminuir preços e ajudar setores industriais do país, além de recompor as reservas estratégicas de petróleo.
“Seremos mais uma vez um país industrial, com maior quantidade de petróleo e gás do que qualquer outro país. Diminuiremos os preços e preencheremos novamente nossas reservas estratégicas. E exportaremos nossa energia. Seremos novamente uma nação rica com o ouro negro que está sob nossos pés”, disse.
“E vamos pôr fim a acordos verdes. Vamos revogar as obrigações sobre veículos elétricos, salvando nossa indústria automotiva e mantendo compromisso com nossas montadoras”, acrescentou.
O presidente prometeu fazer, em breve, uma reforma do sistema de comércio “para proteger os trabalhadores e as famílias americanas. Por isso, em vez de tributar nossos cidadãos, estabeleceremos tarifas para outros países.”
Era de ouro
“A era de ouro dos Estados Unidos começa agora. Daqui em diante, nosso país florescerá e será respeitado. Seremos invejados por todo mundo, e não permitiremos que ninguém tire vantagem da gente. Colocarei a América em primeiro lugar”, afirmou.
Segundo Trump, os EUA enfrentam uma crise de confiança “após um establishment corrupto e radical, onde os pilares foram rompidos, dificultando o enfrentamento de crises simples”, em referência a problemas como o incêndio que assolou Los Angeles. Criticou também o sistema de saúde que não atuou de forma satisfatória em situações de desastre e o sistema de educação “que faz nossos alunos odiarem nosso país”.
“Mas tudo mudará rapidamente a partir de hoje”, afirmou Trump. “Minha vida foi salva para tornar a América grande novamente”, acrescentou, ao lembrar o atentado de que foi vítima durante a campanha eleitoral.
No discurso de posse, Donald Trump também reiterou a defesa da liberdade de expressão, algo que, segundo ele, foi colocado em risco pelo governo anterior.
*Matéria atualizada às 16h03 – fonte agência brasil e foto folha PE
Especialista aponta que a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores
Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida.
Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.
Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.
O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.
A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.
Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.
As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.
“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.
É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.
As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising. Fonte e foto Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida.
Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.
Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.
O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.
A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.
Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.
As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.
“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.
É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.
As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising. Fonte e foto Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida.
Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.
Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.
O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.
A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.
Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.
As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.
“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.
É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.
As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising. Investir em negócios sustentáveis não é apenas uma escolha ética, mas também uma demanda do consumidor que gera oportunidades para empreendedores e investidores. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 98% dos brasileiros associam o consumo excessivo de recursos naturais às mudanças climáticas, comprovando que negócios sustentáveis são a preferência do consumidor. Em contrapartida, exigem que as empresas avaliem e adotem novas práticas e se preparem para transformar seus modelos de negócios de forma efetiva e rápida.
Para o especialista Vinicius Barreto, vice-presidente da vertical de Scale Up do Ecossistema 300 Franchising, a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na decisão de compra dos consumidores. “Empresas com práticas ambientalmente responsáveis e socialmente justas têm conquistado a preferência no mercado, exigindo dos empreendedores a reavaliação de seus processos e modelos de negócios”, comenta.
Quando Yuri Verçosa projetou a Foz Sustentável, ele tinha em mente criar um modelo de negócio que contribuísse para a preservação do recurso mais valioso do planeta, a água, e que ao mesmo tempo impactasse na vida das pessoas e no meio ambiente, deixando um legado para as gerações futuras. Assim, a empresa nasceu em 2014. “Oferecemos ao mercado uma proposta inovadora de projetos de sustentabilidade para resolver o problema do desperdício de água no Brasil. Por meio de nossas tecnologias, já proporcionamos mais de R$ 20 milhões economizados nas contas de água, e uma economia de 2 bilhões de litros de água para empresas de diversos segmentos como resorts e hotéis, escolas, hospitais, indústrias, órgãos públicos, faculdades, academias, além de condomínios residenciais”, diz o CEO da Foz Sustentável.
O meio ambiente também foi a motivação empreendedora para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, cuja contribuição sustentável vem do sol. “Em um cenário de mudanças climáticas e demandas maiores por produção eficiente, o investimento em energias renováveis se torna ainda mais importante. A energia solar já é a segunda maior fonte de energia no Brasil em potência instalada, quase 19% do total, ficando atrás apenas da energia hidrelétrica”, explica o executivo. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o país tem uma irradiação solar de 5.153 WH/M², o que o torna ideal para a captação de energia fotovoltaica. “São usinas que não agridem o meio ambiente e ao mesmo tempo oferecem um recurso abundante e infinito, que é o sol. Além de ser uma energia limpa, ela tem a capacidade de atrair novos investimentos para o Brasil com um custo interessante para atender, por exemplo, quem produz insumos em que a base é a energia”, completa Bourscheidt.
A sustentabilidade também é destaque na hora de lavar e secar na Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país. Angelo Max Donaton, CEO da empresa, explica que os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica, e o consumo de água também é menor, 56 litros por lavagem, enquanto em casa este gasto pode chegar a 190 litros. “Isso tudo por ciclos a partir de R$16, o que traz para o consumidor final também uma redução de custos. Outra prática adotada por nós é o investimento em energia solar e cerca de 15% das unidades já aderiram ao plano por assinatura. Com isso, nossos franqueados ganham um desconto em média de 12% da tarifa”, afirma o executivo.
Como ser mais sustentável do que uma empresa que não usa água para fazer lavagem? Essa é a proposta inovadora da microfranquia de limpeza a seco de veículos, a KoalaCar, nome inspirado no coala, animal que não bebe água e se hidrata apenas das plantas. “Numa lavagem convencional, consome-se mais de 300 litros de água, mas com os produtos da empresa, esse número é zero”, explica Marco Lisboa, CEO e fundador da companhia.
As tendências do setor de beleza também estão se moldando com práticas inovadoras e uma crescente consciência sobre sustentabilidade. Os consumidores, cada vez mais informados, buscam produtos que respeitem não apenas a pele, mas também o meio ambiente e a sociedade. Isso leva as marcas a adaptarem suas ofertas para atender a essas necessidades emergentes.
“Assim como as tecnologias verdes, como soluções de energia solar e sistemas de economia de água, estão se tornando essenciais no dia a dia das pessoas, a demanda por produtos e serviços orgânicos e naturais, que são mais seguros tanto para os consumidores quanto para o planeta, estão em alta no mercado de beleza”, diz Vinicius Barreto.
É o caso da Yes! Cosmetics. Desde que começou o negócio, há mais de 20 anos, Cândido Espinheira, sócio-fundador e CEO da marca, diz que ela nasceu com DNA sustentável, dando prioridade a produtos veganos. “Nunca fizemos testes em animais, mas alguns produtos tinham origem animal, como sebo de boi em sabonetes, por exemplo, e agora são todos feitos de óleos vegetais. Além disso, adotamos a rastreabilidade das matérias-primas e o uso de embalagens feitas de papel proveniente de florestas de manejo sustentável”, revela. Com o passar do tempo, as pessoas foram se conscientizando cada vez mais acerca do que consumiam, buscando itens naturais. De acordo com a MarketGlass, o mercado global de cosméticos veganos deverá ultrapassar a marca de US$ 21 bilhões até 2027. Atualmente, avaliado em US$ 15,1 bilhões, crescerá a uma taxa composta anual de 5,1% nos próximos sete anos. “Somos uma empresa transparente, é importante acompanhar as tendências mundiais e implantar práticas ESG que contribuam de forma positiva socialmente. Hoje, todos os itens do nosso portfólio são livres de parabenos e triclosan, substâncias que, apesar de autorizadas, podem apresentar riscos alergênicos”, completa Espinheira.
As tendências em sustentabilidade em 2025 estão se alinhando com a preocupação global em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. “Ao escolher atuar nesse segmento, é importante se aprofundar no tema, fazer treinamentos e entender de fato as práticas sustentáveis, que são cruciais para garantir a implementação do negócios junto à gestão ambiental”, finaliza Barreto, especialista do Ecossistema 300 Franchising. Fonte e foto – Denise Almeida – Marklabe
Donald Trump toma posse como presidente dos EUA amanhã segunda (20), fonte e foto jovem Pan – redes sociais
Nesta segunda-feira (20). Donald Trump toma posse como presidente dos Estados Unidos. Devido ao frio intenso, a solenidade irá acontecer dentro do Capitólio — tradicionalmente ela ocorre na área aberta conhecida como National Mall. Em seguida Trump e o vice-presidente, J.D. Vance, irão prestar o juramento e o presidente dará o discurso inaugural.
A solenidade deve ter a presença de representares de outros países, lideranças do Partido Republicanos, além de empresários e celebridades. O atual presidente dos EUA, Joe Biden, a vice Kamala Harris — candidata derrotada por Trump em 2024 — também confirmaram presença na solenidade.
PRESENÇA NA POSSE
Quem deve ter lugar de honra na solenidade de posse, ao lado do primeiro escalão do governo Trump, são os presidentes da Tesla, Elon Musk, da Amazon, Jeff Bezos, e da Meta, Mark Zuckerberg.
Entre os líderes mundiais que confirmaram presença na posse de Trump estão o presidente da Argentina, Javier Milei, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. Contudo, alguns recusaram o convite, como Viktor Orbán, da Hungria, e Xi Jinping, da China.
O presidente Lula (PT) não foi convidado para a posse. A embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, irá representar o governo brasileiro no evento.
Programação
A posse de Donald Trump tem a seguinte previsão. Os horários abaixo são de Brasília:
Início do evento: 8h
Apresentações musicais: 11h30
Juramento: 14h
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não vai à posse. A embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, irá representar o governo brasileiro na cerimônia. Fonte Jovem Pan e foto facebook Jovem Pan