Ativista alerta para impactos ambientais no ES

Ativista alerta para impactos ambientais no ES

Moreschi cobrou a adoção de medidas no ES para mitigar o efeito estufa / Foto: Max Fonseca.

Para falar de preservação do meio ambiente, a Tribuna Popular recebeu na sessão ordinária desta quarta-feira (12), o presidente da ONG Juntos SOS ES, Eraylton Moreschi Junior. O ativista ambiental apresentou números preocupantes, falou sobre mudanças climáticas, alagamentos, pó preto e comparou a umidade relativa do ar de cidades capixabas com a do deserto do Saara. Por fim sugeriu aos parlamentares a criação de uma comissão permanente na Casa para tratar das mudanças climáticas.

“Duas cidades do Espírito Santo registraram a menor umidade relativa do ar, em 5 de fevereiro de 2025. Venda Nova e Alegre apresentaram um registro de 13% e 18%. A umidade relativa do ar no deserto do Saara no máximo chega a 20%. Então, cidades capixabas estão com umidade relativa do ar de deserto”, comentou o convidado.

Aquecimento

O ambientalista apresentou um estudo que demonstra que, nos últimos 20 anos, 50 mil pessoas morreram no Brasil em função do calor extremo. “No dia 31 de janeiro, duas cidades do Espírito Santo também estiveram entre as seis cidades no país com maior temperatura no dia. Alfredo Chaves ficou em segundo lugar e Marilândia ficou em sexto lugar com 36,2° e 35,7°”, apontou.

“O maior especialista brasileiro em ciência ambiental e mudanças climáticas, Carlos Nobre, alerta a todos que o aumento das temperaturas de um grau será ultrapassado dentro daquilo que foi estabelecido até 2050. Então, as ações são necessárias e urgentes para que se implantem, o mais rápido possível, medidas de mitigação dos impactos e de contenção dos gases de efeito estufa”, acrescentou.

Seca e alagamentos

Moreschi apresentou manchetes de reportagens publicadas em mídias capixabas, alertando sobre fortes chuvas e períodos de estiagem para ilustrar a situação no Espírito Santo. “Também estamos acostumados a ver, diariamente nas mídias sobre meteorologia, que o Espírito Santo recebe anúncio de chuvas fortes e inundações”, afirmou. 

“O Espírito Santo tem mais de mil pessoas fora de casa após semana de chuva forte, no dia 11 de janeiro. Retornando ao ano passado, 2024, setembro, seca no Espírito Santo, segundo Incaper, 50 municípios passaram de seca fraca para seca moderada. Setenta e oito municípios do Espírito Santo enfrentaram alguma situação de seca em 2024, mês de julho, (dia) 25”, ilustrou o convidado.

“Temos visto em Vitória, nesses últimos dias, áreas que estão sendo cimentadas em vez de se usar a política das cidades esponja. Estamos fazendo o caminho contrário. E Vitória, como sabem, tem alagado em várias horas desde o mês de janeiro. Também, outra coisa que sugerimos ao governo do Estado é a implantação de áreas de reservação de água de chuva, para a reutilização dos municípios”, sugeriu.

Pó preto 

Habitual frequentador da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa (Ales), Moreschi também comentou sobre o tema que é mais recorrente em suas falas no colegiado: o pó preto.

“Também não poderíamos esquecer de falar do grande vilão ambiental do Espírito Santo, o pó preto. Pó preto que, no ano de 2024, teve um aumento significativo em relação ao ano de 2023. E o pior de tudo, os números de 2024 são maiores, muito maiores que os números de 2018, quando foram assinados os Termos de Compromisso Ambiental (TCA) 35 e 36, com as empresas Vale e ArcelorMittal”, avaliou.

A apresentação do tema na Tribuna Popular foi uma sugestão do deputado Gandini (PSD/ES). O parlamentar também comentou a situação do pó preto. “Importante levantar esse assunto, você falou que nossa principal mazela é o pó preto e realmente eu acredito que, principalmente para a Grande Vitória, essa é a principal mazela ambiental”, opinou.

“É um assunto superimportante, que a gente sabe que precisa ser resolvido, ou com mudança de tecnologia, ou com investimento de fato que precisa ser feito, a gente sabe o quanto essas empresas estão gastando aí por desastres, por falta de cuidado que tiveram com o meio ambiente, e a gente poderia estar agindo preventivamente, não maltratando a vida dos capixabas. Diminuindo inclusive a expectativa de vida dos capixabas, porque a poluição diminui a expectativa de vida, isso é comprovado mundialmente e a gente precisa ter uma solução para esse assunto”, concluiu Gandini.

Comissão permanente

Falando em nome da ONG, Moreschi sugeriu aos parlamentares a criação urgente de uma comissão permanente de mitigação dos impactos das mudanças climáticas. “Porque as mudanças climáticas não são temporárias, elas serão agora eternas, uma condição de convívio de todos os cidadãos e todos serão impactados pelas mudanças climáticas. Então, esta Casa com certeza tem que ter uma comissão permanente para a mitigação dos impactos da poluição feita pelas mudanças climáticas e poluição”, sugeriu.

As deputadas Iriny Lopes (PT/ES) e Camila Valadão (Psol/ES) concordaram com Moreschi a respeito da criação da comissão. “Se a gente considera os períodos de seca, todos os anos é aquela insegurança, principalmente em relação à Região Norte. Se a gente considera as chuvas, a gente acompanhou o que foram as chuvas agora durante o mês de janeiro e, junto com isso, aquela sensação de extrema insegurança, levando em consideração os impactos disso para a vida das pessoas, do ponto de vista econômico, inclusive do ponto de vista de risco da vida mesmo”, pontuou Camila Valadão.

“Existe a necessidade da gente ter um espaço permanente. (…) Acho que esse é um tema que a gente precisa pensar em como resolver. Se não for uma comissão permanente no formato, como nós temos as permanentes aqui da Assembleia, que pudesse ser uma comissão mista, que juntasse presidência da Comissão de Meio Ambiente, Direitos Humanos, enfim, das áreas mais próximas desse debate. Eu acho que esse é um tema que a gente pode seguir pensando como implementar”, sugeriu a deputada.  Fonte ales

Bloco de apoio ao governo do ES chega a 19 parlamentares

Bloco de apoio ao governo do ES chega a 19 parlamentares

Adesão faz parte do processo para definir a composição das comissões permanentes  / Foto: Ellen Campanharo

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (12), os deputados deram mais um passo para a composição das 18 comissões permanentes da Casa, já que mais quatro partidos se juntaram ao bloco governista: PSD, PP, PT e Psol. Com isso, o “blocão” totaliza 19 parlamentares de 9 partidos – Podemos, PSB, União, PSDB e PDT já faziam parte. 

Vale lembrar que, segundo o artigo 31 da Resolução 2.700/2009, a montagem dos colegiados garantirá, na medida do possível, a representação proporcional das siglas políticas ou blocos parlamentares. Esse é o modelo que Assembleia Legislativa (Ales) vem adotando.

Líder do governo, Vandinho Leite (PSDB) disse que o movimento promove “sustentação importante ao governo”. “Nosso objetivo em si é o diálogo no fechamento das comissões e dos debates internos aqui da Casa. Mas a verdade também é que é necessário que o governo tenha tranquilidade na Casa e um bloco que chega agora com 19 parlamentares, quase dois terços dos parlamentares, dá uma tranquilidade enorme ao governo Casagrande”, observou.

O outro bloco parlamentar existente na Casa é composto por PL, Republicanos e PRD, reunindo 10 membros. Fora dos blocos ainda está o partido Rede, do recém-empossado deputado Fábio Duarte. 

Escola na Serra

A Indicação 110/2025, que pede ao governo do Estado a construção de uma escola de ensino médio e fundamental no bairro Colina de Laranjeiras, na Serra, foi repercutida pelo autor, Alexandre Xambinho (Podemos). Nas palavras do deputado, trata-se de um pedido “urgente” do município.

“Hoje nós temos lá uma defasagem, uma falta de escolas, para atender os alunos, as crianças daquela região e acaba superlotando as escolas dos bairros do entorno de Colinas de Laranjeiras. Vale destacar que Colinas hoje é o maior bairro da cidade da Serra, um bairro novo, e que precisa ainda de muita infraestrutura do poder público”, explicou Xambinho.

De acordo com ele, o projeto da escola já foi providenciado pela prefeitura e a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) está ciente da demanda. A intenção, revelou, é conseguir os recursos financeiros do Fundo Estadual de Apoio à Ampliação e Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil no Espírito Santo (Funpaes).  Fonte ales

Pesquisa Eleitoral: Cenário capixaba para o Governo do Estado 2026

Pesquisa Eleitoral:  Cenário capixaba para o Governo do Estado 2026

Instituto Paraná Pesquisas: O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, aparece em primeiro lugar na pesquisa. foto ales

Um levantamento divulgado nesta terça-feira (11) pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra o cenário eleitoral no Espírito Santo, onde o governador, Renato Casagrande (PSB), não poderá disputar a reeleição em 2026. É que Casagrande já está em seu segundo mandato consecutivo.

Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados dizem em quem votariam sem observar uma lista de possíveis postulantes, Casagrande lidera, com 12,9% das intenções de voto. Ele é seguido por Lorenzo Pazolini (Republicanos), prefeito de Vitória reeleito em 2024, que aparece com 3,9%. Chama atenção o número de pessoas que não souberam responder, não quiseram opinar, não votariam em ninguém ou votariam em outro nome: 77,3%.

Um levantamento divulgado nesta terça-feira (11) pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra o cenário eleitoral no Espírito Santo, onde o governador, Renato Casagrande (PSB), não poderá disputar a reeleição em 2026. É que Casagrande já está em seu segundo mandato consecutivo.

Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados dizem em quem votariam sem observar uma lista de possíveis postulantes, Casagrande lidera, com 12,9% das intenções de voto. Ele é seguido por Lorenzo Pazolini (Republicanos), prefeito de Vitória reeleito em 2024, que aparece com 3,9%. Chama atenção o número de pessoas que não souberam responder, não quiseram opinar, não votariam em ninguém ou votariam em outro nome: 77,3%.

Quando apenas os nomes de Pazolini e Ferraço são apresentados, o prefeito de Vitória fica com 46,5% das intenções de voto e o vice-governador, com 36,5%.

Pesquisa avalia popularidade do governador do Espírito Santo
O Paraná Pesquisas também perguntou sobre a popularidade do governador Renato Casagrande. Ao todo, 81,9% dos entrevistados aprovam seu governo; 13,7% o desaprovam e 4,4% não responderam.

Qualitativamente, 66,6% acham a administração boa ou ótima; 23,5%, regular; e 8,1%, ruim ou péssima.

Ao todo, 1.510 eleitores foram entrevistados em 48 municípios do Espírito Santo entre 6 e 9 de fevereiro. A amostra atinge um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos porcentuais.

Fonte Instituto Paraná Pesquisas – ES 24HORAS e foto Ales

Em meio a ações de Trump, Brasil deve diversificar parcerias

Em meio a ações de Trump, Brasil deve diversificar parcerias

É hora de dar aos EUA o isolamento, diz relatora UNHRC. foto Casa Branca

Com menos de um mês de mandato, o presidente estadunidense, Donald Trump, não passa um dia de seu governo sem fazer declarações que desagradam países vizinhos ou parceiros estratégicos de longa data. Entre os anúncios, estão novas tarifas para produtos importados de nações como China, México e Canadá, incluindo itens como o aço e o alumínio.

Além disso, Trump tem feitos ameaças diretas aos Brics, em relação à implantação de altas tarifas de importação caso os países decidam fazer trocas comerciais em moeda própria (em vez do dólar).

As atitudes polêmicas passam por ameaçar a soberania de outros povos e nações, como as declarações acerca de retomar o Canal do Panamá, passar a controlar a Groenlândia (um território autônomo dentro do Reino da Dinamarca) e transformar o Canadá em um estado norte-americano.

Houve também afrontas ao multilateralismo e aos sistemas de governança global, ao retirar os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC).

Trump decidiu opinar na questão palestina e declarou que pretende controlar a Faixa de Gaza, declarando que pretende controlar a região devastada por bombardeios israelenses nos últimos meses, e expulsar os palestinos do território, enviando-os forçadamente para países como o Egito e a Jordânia.

Isolamento

A última declaração, que contraria o direito internacional, fez com que a relatora especial da UNHRC (a sigla, em português, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) para Israel e os Territórios Ocupados Palestinos, Francesca Albanese, encorajasse a comunidade internacional a isolar os Estados Unidos. “A comunidade internacional é feita por 193 países e é hora de dar aos Estados Unidos o que ele tem buscado, que é o isolamento”, disse a relatora, em coletiva após Trump fazer a proposta sobre Gaza.

Os EUA ainda são a maior economia do mundo. O país é considerado a maior potência militar do mundo, o que inclui bases espalhadas por todo o planeta, e proporciona ajuda financeira a diversas nações.

No entanto, Evandro Carvalho, doutor em direito internacional e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirma que nenhum país é autossuficiente a ponto de conseguir se manter isolado completamente das relações internacionais, mesmo os Estados Unidos.

“A economia de um país depende das interações com outras economias, dentro daquela lógica de buscar oportunidades no mercado internacional para baratear custos. Tanto o importador quanto o exportador estão atentos às oportunidades que estão fora das fronteiras do país onde sua empresa tem sede. Uma parte significativa da economia dos Estados Unidos depende das exportações e importações”.

Segundo o professor, na medida em que Trump adota essa postura “pouco diplomática” em relação a outros países, ele pode gerar uma reação dessas nações.

“Ao verificar que os Estados Unidos se tornaram um país fora do controle, e isso, em parte, é muito verdade, os países tendem a se reunir, não necessariamente em um consenso global contra os Estados Unidos, mas no sentido de convergir na direção de conter esse país. Todos os países começarão a tomar iniciativas, de maneira organizada ou com uma convergência, para amarrar o ‘gigante Gulliver’. Essa atuação de Donald Trump, de fato, tende a isolar ainda mais os Estados Unidos, agravando a perda de credibilidade e a legitimidade da liderança do país no sistema internacional”, explica Carvalho.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, por exemplo, usou suas redes sociais, nesta terça-feira (11), para criticar a decisão de Trump de taxar o aço e o alumínio e prometeu medidas para proteger os interesses dos países do bloco.

“Lamento profundamente a decisão dos EUA de impor tarifas nas exportações de aço e alumínio europeus. A União Europeia agirá para salvaguardar seus interesses econômicos. Nós protegeremos nossos trabalhadores, negócios e consumidores”, escreveu.

Ana Garcia, pesquisadora do Brics Policy Center, acredita, no entanto, que os Estados Unidos não podem ser facilmente isolados, por serem, entre outros motivos, o maior mercado consumidor e um importante centro de produção.

“Os Estados Unidos não podem ser facilmente isolados por nenhum país ou bloco. Eles são ainda o epicentro das cadeias de produção. Isso não é possível, a não ser que os países agissem conjuntamente. Não é possível politicamente. Você não vai ter a União Europeia agindo conjuntamente com a China, por exemplo”, afirma a pesquisadora.

Brasil 

Entretanto, é possível que ocorram substituições dos EUA nas relações bilaterais, ocorrendo ano após ano, como no caso da China, que substituiu os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil nos últimos anos. “A gente tem a ideia de que seria o mundo ideal, a gente poder prescindir dos americanos e ter um mundo mais multipolar, mas isso ainda não é possível”.

Para o professor de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP) Pedro Dallari, as agressões dos EUA aos direitos humanos, em especial o tratamento dado aos imigrantes e aos palestinos, devem ser contrapostas firmemente pela comunidade internacional.

Em relação às medidas econômicas, esta é uma oportunidade para os países, inclusive o Brasil, buscarem parceiros alternativos. “No que se refere às medidas econômicas adotadas pelo governo dos EUA, a posição do Brasil deve ser pragmática, alinhada aos interesses da sociedade brasileira. Indiscutivelmente, uma ação prudente é aumentar a diversidade de parceiros comerciais, sendo prioridade, neste momento, a entrada em vigor do acordo entre Mercosul e União Europeia”, destaca Dallari.

Os Brics podem ser um caminho para o Brasil, em uma situação em que o comércio com os EUA se torne desvantajoso. A hegemonia da China, país com maior participação no comércio global, dentro do Brics deve permanecer, segundo Dallari. Mas, para Eduardo Carvalho, o Brasil deve olhar para os outros países-membros.

“Há uma imensa oportunidade na cúpula que ocorrerá este ano aqui no Brasil para se discutir o comércio intra Brics. Hoje há uma relação comercial intensa de todos os países com a China. Mas a relação do Brasil com a Índia, Rússia, África do Sul e os novos membros, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã, tem espaço para crescer. É preciso identificar onde estão as vantagens competitivas”, afirma Carvalho.

Ana Garcia lamenta que o comércio do Brasil com os outros países do Brics ainda seja muito pequeno e que todos os membros do grupo ainda dependam muito do comércio com a China.

“A China seria a única potência que poderia vir a jogar esse papel de tentar contornar [as políticas protecionistas dos EUA]. Cada vez que o Trump age de maneira a restringir comércio, investimento, ele está dando um passo contrário a si mesmo, de abrir espaço para a China. Mas ainda assim não em todos os setores”.

Para a pesquisadora, o Brasil deveria diversificar suas relações comerciais, de forma a não depender tanto de nenhum país, sejam os Estados Unidos seja a China. “O mundo ideal seria uma diversificação das relações comerciais, incluindo, a Europa e outros países. Mas fortalecer primordialmente, as relações sul-sul do Brasil. Aí, sim, a gente teria talvez um diferencial para lidar com os parceiros de forma mais equânime”.

Ana Garcia lamenta que o Brasil tenha deixado de lado seu papel de liderança dentro da América Latina e as suas relações com a África e o Oriente Médio, que marcaram os primeiros mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em prol de assuntos mais globais como os Brics e o G20. “Seria importante a diversificação e a busca de parcerias mais equânimes para as relações comerciais, mas também para os fóruns multilaterais”. Fonte agência brasil e foto Casa Branca

Baixo Guandu ganha centro de educação, esporte e saúde com nova unidade do Sesc

Baixo Guandu ganha centro de educação, esporte e saúde com nova unidade do Sesc

Uma nova unidade do Sesc-ES foi inaugurada nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, em Baixo Guandu, na região Noroeste do Espírito Santo. foto sesc

A população de Baixo Guandu, noroeste do Espírito Santo e região, agora vai ter acesso integral a diversos serviços de educação, saúde, cultura, assistência social, lazer e esporte do Sesc-ES. O Centro de Atividades Arlindo Milagres Ferreira foi inaugurado oficialmente nesta segunda-feira (10), pronto para receber 230 alunos neste ano e com capacidade para até 560 alunos, da educação infantil e fundamental, nos próximos anos.

A unidade passa a contar ainda com centro de esporte, com oferta de natação e hidroginástica para adultos e crianças, e clínica odontológica, com serviços como laserterapia e prótese. Importante destacar que dentro do forte movimento de integração entre as casas do sistema Comércio, o Senac-ES, irá ocupar 4 salas e oferecer cursos profissionalizantes na unidade.

O 3º vice-presidente da Fecomércio-ES, José Carlos Bergamin, representou o presidente Idalberto Moro na solenidade, que contou com as presenças do diretor regional do Sesc-ES, Luiz Toniato, e de autoridades políticas, empresários, pais de alunos e colaboradores do Sesc e Senac.

O diretor regional do Sesc, Luiz Toniato, ressaltou a importância da entrega. “Com grande satisfação, inauguramos o Sesc Baixo Guandu, um espaço moderno e completo, projetado para oferecer educação de qualidade, saúde, cultura e lazer à comunidade. Com uma infraestrutura ampla e acessível, a unidade proporciona um ambiente que promove o bem-estar e o desenvolvimento social”, disse.

O presidente do Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac, Idalberto Moro, reforçou o compromisso das três instituições com a sociedade. “A missão do Sistema Fecomércio Espírito Santo – Sesc e Senac é promover o desenvolvimento social e econômico, atendendo às necessidades da comunidade, dos trabalhadores e dos empresários do comércio, serviços e turismo, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e o fortalecimento do setor produtivo no estado. Com mais essa entrega, ampliamos nossos serviços na região Noroeste, atendendo a mais municípios capixabas”, afirmou.

Estrutura

O Centro de Atividades Arlindo Milagres Ferreira vai atender alunos entre 4 e 10 anos de idade, desde a educação infantil até o 4º ano do ensino fundamental. São 12 salas de aula climatizadas, incluindo espaços para educação especial, espaço maker (ambiente de aprendizagem prático e colaborativo), laboratórios de informática e ciências, salas de arte e música, biblioteca e refeitório. Em 2025, o objetivo é atender 10 turmas.

“O Sesc Espírito Santo reforça o compromisso de transformar pequenos em grandes sonhadores, lema da nossa campanha deste ano. Para isso, preparamos nossas unidades para oferecer ambientes cada vez mais modernos, humanos, seguros e inovadores. Além disso, continuamos investindo na qualificação crescente do nosso corpo educacional, na cultura maker, em formatos cada vez mais digitais e com crescente acesso à tecnologia, arte, cultura, contato com a natureza e interação social”, afirma Romulo Gomes, diretor de Programas Sociais do Sesc-ES.

A estrutura para a prática de esportes e lazer é composta por duas quadras poliesportivas, playground e piscina semiolímpica equipada com cadeira de acessibilidade. No local, a população poderá realizar aulas de natação e hidroginástica, que já estão com vagas abertas.

Já a clínica odontológica vai oferecer serviços de clínico geral e urgência, com serviços como laser terapia e prótese, cirurgias e endodontia, com valores acessíveis para os comerciários.

O local também conta com um auditório que poderá receber eventos com até 518 pessoas.

Volta às aulas

Para o ano letivo de 2025, foram ofertadas 80 vagas para a educação infantil e 150 vagas para ensino fundamental, na escola de Baixo Guandu. Por meio do Programa de Gratuidade, 71 alunos recebem bolsas de estudo, que inclui anuidade escolar, livros didáticos e uniformes.

A solenidade de inauguração em Baixo Guandu marcou também o início do ano letivo em todas as unidades da Rede Sesc de Educação no Espírito Santo, nos municípios de Vila Velha, Cariacica, São Mateus, Linhares, Colatina, Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim.

Serviço

Sesc Baixo Guandu – Centro de Atividades Arlindo Milagres Ferreira
Endereço: Rua Wanderlan Alves, 290 – Vila Kennedy, CEP 29.730-000.
Telefone: (27) 3732-2750
E-mail: sesccabg@es.sesc.com.br

Carnaval: 5 dicas para planejar uma viagem e fugir da folia

Carnaval: 5 dicas para planejar uma viagem e fugir da folia

É possível encontrar boas opções dentro e fora do Brasil para quem busca descanso no feriado. foto Freepik

Se para grande parte dos brasileiros o foco do Carnaval são os blocos, as festas e os desfiles das escolas de samba, existe um outro grupo que quer fugir da folia. Para quem deseja um lugar mais tranquilo e longe da agitação, é preciso planejar e criar estratégias para aproveitar o feriado prolongado. Marco Lisboa, CEO e fundador da 3, 2, 1 GO!, uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagem completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e internacionais, separou cinco dicas infalíveis para quem busca tranquilidade e descanso para a data: 

Escolha do destino

Para fugir da agitação, Rio de Janeiro, Salvador e Recife não são os destinos indicados. Opte por lugares com natureza, cidades históricas menores ou até mesmo retiros. “Para quem já tinha reservado um valor maior e consegue ter mais flexibilidade na agenda, as viagens internacionais, como os parques de Orlando e alguns lugares da Europa são uma boa pedida, já que eles não comemoram carnaval e o mês de março é de baixa temporada. Já os países da América Latina, como Chile, Argentina, República Dominicana e Colômbia, são mais próximos e têm paisagens incríveis”, diz o CEO da 3, 2, 1 GO!.

Passagem e hospedagem 

Mesmo em destinos tranquilos, a demanda por hotéis e pousadas aumenta no Carnaval. Garanta sua reserva de hotel, pousada, passagens aéreas e carro o quanto antes. Além dos valores aumentarem, você pode não conseguir para a data que deseja. 

Escolha atividades tranquilas

Aproveite o feriado prolongado para desacelerar. Trilhas leves, praias desertas, spas e turismo no interior são ótimas opções para recarregar as energias. Um resort all inclusive pode ser uma boa pedida para curtir o hotel e suas programações.

Confira os eventos da cidade

Mesmo cidades menores, é possível se deparar com festas locais. Verifique no site da prefeitura e busque por informações sobre o seu destino. Certifique-se de que o local realmente seja tranquilo. Cheque também se o comércio local vai estar funcionando nos dias que estiver por lá. 

Fuja dos horários de pico

Nada pior do que começar o feriado no trânsito. Se for viajar de carro, evite pegar estrada na sexta-feira à noite ou sábado de manhã, quando o fluxo de saída das grandes cidades costuma ser maior. 

Sobre a 3, 2, 1 GO!

Fundada em 2019, a 3,2,1 GO! é uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagem completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e internacionais. A empresa atua como consultora e cuida de todos os detalhes, desde a emissão de visto e seguro viagem, até passagem aérea e hospedagem, tudo pensado de forma exclusiva e personalizada. A marca visa explorar o potencial do mercado de turismo em expansão e também atua com viagens para empreendedores que buscam fazer estudo de viabilidade de seus negócios fora do país. A rede faturou R$ 4,4 milhões em 2024 e tem 60 franqueados no Brasil e no exterior, como Estados Unidos, Nepal e Portugal. Fonte Daniele Dutra – Assessora de Imprensa e foto Freepik

Guerino Balestrassi se reúne com Tadeu Marino e debateu interação entre as secretarias do Rio Doce e Assistência Social

Guerino Balestrassi se reúne com Tadeu Marino e debateu interação entre as secretarias do Rio Doce e Assistência Social

Guerino Balestrassi reforçou a importância da sinergia de ações entre as duas secretarias para investir em políticas públicas voltadas para a assistência social com foco nas famílias. foto divulgação

Um dos grandes desafios da recém criada Secretaria de Estado de Recuperação do Rio Doce (Serd) é dar agilidade na aplicação dos recursos do acordo de reparação relativo ao desastre ambiental de Mariana. E além dos investimentos na área ambiental e econômica, a Serd também tem a missão de potencializar as ações de cunho social, apoiando os movimentos populares e as famílias atingidas pelo rompimento da barragem ocorrido em 2015.

Na última quinta-feira (6), após o convite do governador Renato Casagrande para assumir a Secretaria de Estado, o ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi esteve na subsecretaria de Articulação de Políticas Intersetoriais e se reuniu com o secretário Tadeu Marino. A subsecretaria é ligada à Secretaria Estadual de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), liderada pela secretária Cyntia Grillo.

Nesta primeira conversa, Guerino Balestrassi reforçou a importância da sinergia de ações entre as duas secretarias para investir em políticas públicas voltadas para a assistência social com foco nas famílias, na Primeira Infância, também pensando na segurança alimentar, trabalho, geração de emprego e renda.

“Tão importante quanto as grandes obras de infraestrutura, saneamento e recuperação ambiental, a Serd, em parceria com as demais secretarias estaduais, tem como objetivo investir no desenvolvimento social das cidades e comunidades capixabas que estão na bacia hidrográfica do Rio Doce. O desastre ambiental de Mariana impactou diretamente o cotidiano de muitas famílias no Espírito Santo. Por isso temos que potencializar os projetos de cunho social e criar novas ações nos municípios capixabas que transformem a realidade de crianças, jovens adultos e idosos”, reforçou Guerino.

Colégio de Líderes da Assembleia realiza primeira reunião do ano para definir prioridades legislativas

Colégio de Líderes da Assembleia realiza primeira reunião do ano para definir prioridades legislativas

Debates incluem composição das comissões permanentes, modernização nos gabinetes e pautas estratégicas para 2025, foto ales

Nesta terça-feira (11), às 13h, no Salão Nobre, acontece a primeira reunião do ano do Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa. Sob a condução do presidente Marcelo Santos, os líderes partidários se reunirão para discutir temas estratégicos, incluindo a composição das comissões temáticas, as principais ações legislativas e a definição das pautas prioritárias para os próximos meses.

Um dos temas centrais será a estruturação das comissões permanentes, fundamentais para a análise técnica dos projetos de lei e demais matérias que tramitam na Assembleia. A composição desses colegiados impacta diretamente a condução dos debates e a tramitação de propostas que influenciam setores estratégicos do Estado, como infraestrutura, saúde, educação e segurança pública.

Outro ponto em discussão será a modernização dos gabinetes parlamentares, parte de um planejamento interno para modernização das instalações e melhoria das condições de trabalho no Legislativo. Além disso, os líderes partidários deverão alinhar a agenda legislativa, definindo prioridades para os próximos meses.

OBS: A imprensa poderá registrar o início da reunião para captura de imagens. Concluído o encontro, haverá atendimento à imprensa.

Data: 11 de fevereiro de 2025

Horário: 13h

Local: Salão Nobre da Assembleia Legislativa – Fonte Comutação da Ales

Renzo Vasconcelos vai a Brasília em busca de recursos

Renzo Vasconcelos vai a Brasília em busca de recursos

Prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, participa do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas amanhã (terça-feira 11), em Brasília. foto divulgação

O prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos (PSD/ES), estará presente no Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas nesta terça-feira (11), em Brasília .

Além de participar da reunião ampliada com o presidente Lula (PT), Renzo Vasconcelos aproveita a oportunidade para reforçar o pedido de parcerias com a bancada federal capixaba no intuito de buscar emendas, recursos e emplacar projetos para o desenvolvimento da Princesinha do Norte.

A participação neste evento demonstra o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento da cidade e a busca por soluções inovadoras para os desafios enfrentados pela Administração Pública.

O evento reunirá gestores municipais eleitos para o mandato 2025-2028, com a presença de mais de 20 mil pessoas em Brasília.

De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), o evento promovido pelo Governo Federal é uma iniciativa importante para promover a troca de experiências e o alinhamento de políticas públicas entre os municípios brasileiros.

A importância do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas

O Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas é um espaço de diálogo e debate sobre os principais temas da agenda municipalista, como Saúde, Educação, Segurança Pública, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Social.

O evento reúne prefeitos e prefeitas de todo o país, além de representantes do governo federal, estadual e de outras entidades da sociedade civil.

A participação do prefeito Renzo Vasconcelos é uma oportunidade para que ele possa trocar experiências com outros gestores municipais num espaço privilegiado e destinado para as boas práticas de gestão pública que estão sendo implementadas em outros municípios brasileiros.

Fonte Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Colatina.