A caminhada da França em busca de se tornar apenas a segunda seleção europeia a disputar três finais consecutivas de Copas continua diante da mesma equipe que derrotou na semifinal de 2022. Naquela ocasião, o Marrocos ficou muito perto da decisão, mas entrou para a história como a primeira seleção africana a alcançar uma semifinal de Mundial, feito que tentará repetir na Copa do Mundo da FIFA 2026™.
Les Bleus levaram a melhor quando as duas seleções se enfrentaram na semifinal da Copa do Mundo do Catar 2022. Agora, os Leões do Atlas buscam o troco e tentam alcançar a semifinal do Mundial pela segunda edição consecutiva. foto Fifa
A França tem apresentado um futebol de alto nível em sua oitava participação consecutiva em Copas. Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé e Michael Olise vêm atormentando as defesas adversárias, conduzindo Les Bleus à liderança do Grupo I com 100% de aproveitamento após vitórias sobre Senegal (3 a 1), Iraque (3 a 0) e Noruega (4 a 1). Em seguida, a equipe derrotou a Suécia por 3 a 0 nos 16-avos de final — com Bradley Barcola mostrando que o poder ofensivo francês vai muito além de seu trio de estrelas — e, nas oitavas de final, demonstrou força e determinação ao superar um resistente Paraguai por 1 a 0, graças a um pênalti convertido por Mbappé.
A trajetória do Marrocos até aqui foi mais acidentada, mas o time comandado por Mohamed Ouahbi mostrou qualidade e espírito de luta em sua terceira participação consecutiva em Copas do Mundo. Depois de estrear com um expressivo empate por 1 a 1 diante do Brasil, os Leões do Atlas garantiram a segunda colocação do Grupo C ao vencer a Escócia por 1 a 0 e superar o Haiti por 4 a 2 em um duelo eletrizante. Nos 16-avos de final, Issa Diop marcou de cabeça o gol de empate nos instantes finais contra a Holanda, levando a partida para a prorrogação, antes de os marroquinos avançarem nos pênaltis. Já nas oitavas de final, um doblete de Azzedine Ounahi e um gol tardio de Soufiane Rahimi garantiram uma convincente vitória por 3 a 0 sobre o Canadá.
Os mesários e outras pessoas que vão atuar como apoio logístico nas eleições de outubro vão receber uma carta de convocação. O documento detalha a função que será desempenhada durante o pleito, a seção eleitoral em que o trabalho será realizado e informações sobre o treinamento.
Convocação é feita por meio de cartas com local, função e treinamento
Quem for convocado para atuar como mesário pode pedir dispensa da função por meio de requerimento dirigido ao juiz eleitoral no prazo de cinco dias após a publicação do edital de nomeação. O mesário deve comprovar a impossibilidade de atuar nas eleições.
No dia da eleição, os mesários realizam a identificação dos eleitores e o procedimento da zerésima, ou seja, confirmam que não há votos na urna eletrônica antes do início da votação, além de outras funções.
Em geral, a Justiça Eleitoral mantém a convocação de pessoas que já atuaram como mesários em eleições anteriores. O chamado para trabalhar nas eleições pode ocorrer por convocação, com escolha entre nomes que estão na lista de eleitores, ou cadastro voluntário.
O trabalho dos mesários não é remunerado, mas diversos benefícios são oferecidos, como dois dias de folga para cada dia de trabalho ou de treinamento, auxílio alimentação de R$ 65 e contagem de horas trabalhadas como atividade extracurricular em universidades.
O número de mesários que vão trabalhar no pleito ainda não foi divulgado. Na eleição presidencial de 2022, cerca de 1,5 milhão atuaram nas eleições.
O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente quando nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.
A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (8) uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de armas, munições e documentos de registro, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a defesa, “nada foi encontrado na casa do ex-presidente”. foto stf
A medida foi determinada por Moraes após uma das armas registradas em nome de Bolsonaro não ter sido entregue à PF, conforme ordem proferida pelo ministro na semana passada.
Na última sexta-feira, Moraes manteve a prisão domiciliar de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes. Naquela mesma decisão, o ministro ordenou que todas as armas registradas em nome do ex-presidente fossem entregues à PF.
Uma das armas faltantes, um revólver de 9mm, foi apreendida no mês passado com um dos seguranças de Bolsonaro, que foi parado em uma blitz de trânsito. O episódio motivou Moraes a cassar todos os registros de posse e porte de armas em nome do ex-presidente.
A última arma, uma carabina, estaria nas dependências de uma importadora de material bélico em Caxias do Sul (RS), segundo informou a defesa. A arma teria sido recebida de presente, mas nunca fora retirada do estabelecimento comercial, segundo os advogados.
A informação, contudo, não foi aceita por Moraes, pois “não foi acompanhada de documentação idônea capaz de comprovar a efetiva localização do armamento”, escreveu o ministro.
“Na presente hipótese, a discrepância entre as informações constantes dos autos e aquelas posteriormente apresentadas pela Defesa torna imprescindível a adoção de busca e apreensão domiciliar a fim de assegurar o efetivo cumprimento da ordem judicial de entrega integral das armas de fogo e afastar qualquer dúvida quanto à permanência de armamentos sob a posse, direta ou indireta, do condenado JAIR MESSIAS BOLSONARO”, afirmou o ministro na decisão mais recente.
Segundo postagem na rede social X feita pelo advogado João Henrique de Freitas, que integra a equipe de defesa, nada foi encontrado na casa de Bolsonaro na busca desta quarta (8). “É lamentável que um ex-Presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação”, escreveu o defensor.
Confira abaixo as armas registradas em nome de Bolsonaro:
Pistola Forjas Taurus, número de série KVJ78119, calibre .380 Automatic (permitido), registro SIGMA nº 77886
Pistola Forjas Taurus, número de série SGW80868, calibre .40 Smith & Wesson (restrito), registro SIGMA nº 754078
Pistola Glock, número de série BDFW477, calibre 9×19 COLOmm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 881733
Carabina/Fuzil Caracal, número de série 16C167687, calibre 5,56×45 mm (restrito), registro SIGMA nº 1097009
Pistola Caracal, número de série 11C150018, calibre 9×19 mm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 1097029
Carabina/Fuzil Springfield Armory, número de série 1198953, calibre 7,62×51 mm (restrito), registro SIGMA nº 1070836
Espingarda Typhoon, número de série JMB0001, calibre 12 GA (restrito), registro SIGMA nº 1386851
Pistola Arex, número de série 0038, calibre 9×19 mm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 1632503
Pistola SIG-Sauer, número de série M17091397, calibre 9×19 mm Parabellum (restrito), registro SIGMA nº 1784434
Espingarda Maestro Arms Company, número de série 481-H21YD-1017, calibre 12 GA (permitido), registro SIGMA nº 1816471
O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES), Luiz Carlos Ciciliotti, recebeu, nesta sexta-feira (3), representantes da Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP), que apresentaram a Consulta Pública ARSP nº 008/2026, que trata da proposta de resolução destinada a estabelecer as condições gerais para a prestação do serviço público de loteria no âmbito estadual.
O serviço será operado pela Banestes Loteria, que foi criada em agosto de 2024, após aprovação legislativa e do Banco Central. Ela é uma subsidiária oficial do Sistema Financeiro Banestes, em fase de implantação para operar apostas no Espírito Santo, e cuja operação será controlada e fiscalizada pela ARSP.
O presidente do Tribunal de Contas do TCE-ES, Luiz Carlos Ciciliotti, recebeu representantes da Agência de Regulação do ARSP
O encontro teve como objetivo compartilhar com o órgão de controle os principais aspectos da proposta regulatória, visando a transparência, a segurança jurídica, a governança e a construção de um ambiente regulatório responsável para a atividade lotérica no Espírito Santo. Além de Ciciliotti, participaram o secretário de Controle Externo de Infraestrutura do TCE-ES, Guilherme Abreu, e os coordenadores de Núcleo Henrique Fassbender e Renata Junqueira.
A minuta em consulta pública disciplina temas essenciais para a adequada prestação do serviço, como regras para homologação de produtos lotéricos, mecanismos de fiscalização, proteção ao apostador, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, jogo responsável, segurança da informação, rastreabilidade das operações, auditoria, prestação de contas e transparência.
Segundo o Diretor-Geral da ARSP, Alexandre Ventorim, a regulamentação da loteria estadual representa um novo e importante desafio regulatório para a Agência.
“Estamos tratando de um serviço público que exige elevado grau de controle, responsabilidade e segurança. A proposta da ARSP busca equilibrar inovação, sustentabilidade da operação e proteção do interesse público, sempre com atenção à transparência, ao jogo responsável e à adequada fiscalização”, destacou.
A construção da proposta foi precedida por estudos técnicos, tomada de subsídios e análise de impacto regulatório, de forma a permitir maior participação social e melhor identificação dos riscos, prioridades e boas práticas aplicáveis ao setor, conforme Ventorim.
Durante a reunião, a ARSP também ressaltou a importância do diálogo institucional com o Tribunal de Contas, especialmente diante da natureza inovadora do tema e da necessidade de fortalecer a segurança regulatória desde a fase inicial de estruturação do serviço. Também participaram o Diretor de Infraestrutura, Mobilidade e Loteria, Pedro Daemon, e a gerente de loteria Danielle Zanoli.
O secretário do TCE-ES Guilherme Abreu comentou sobre a apresentação feita pela Agência.
“A reunião foi importante porque nos deu ciência formal da iniciativa e permite que o tribunal possa se preparar antecipadamente para a fiscalização de um objeto inédito”, afirma.
Na proposta apresentada pela ARSP, estão as diretrizes para a prestação dos serviços de loteria, definindo direitos e deveres dos usuários, responsabilidades dos operadores, padrões de atendimento, mecanismos de transparência, requisitos de segurança e demais condições aplicáveis à execução da atividade no Estado.
De acordo com o diretor de Infraestrutura, Mobilidade e Loteria da ARSP, Pedro Daemon, a proposta foi construída a partir de estudos técnicos, análise de impacto regulatório e das melhores práticas adotadas no setor.
“A minuta incorpora mecanismos de proteção ao apostador e de fortalecimento da fiscalização, reunindo exigências relacionadas à segurança dos sistemas, certificação de conformidade com padrões internacionais, prevenção à ludopatia, combate a fraudes e monitoramento das operações. A proposta também estabelece instrumentos que permitirão à ARSP acompanhar a atividade lotérica de forma mais eficiente e alinhada às melhores práticas regulatórias”, explicou.
A Consulta Pública ARSP nº 008/2026 permanece aberta para recebimento de contribuições da sociedade, dos órgãos públicos, dos agentes interessados e demais entidades, com o objetivo de aperfeiçoar a proposta normativa antes de sua deliberação final pela Diretoria Colegiada da Agência. O objetivo é reunir sugestões, críticas e contribuições de usuários, agentes regulados, especialistas e demais interessados para subsidiar a tomada de decisão da Agência.
As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da ARSP e poderão subsidiar a versão final da norma. As sugestões poderão ser acolhidas integral ou parcialmente, consolidadas ou rejeitadas, sempre com base em critérios técnicos e regulatórios.
Serviço Consulta Pública ARSP nº 008/2026 – Condições Gerais da Prestação dos Serviços Públicos de Loteria 📅 Período para envio de contribuições: de 03 de junho a 17 de julho de 2026 📝 Participação: por meio de formulário eletrônico disponível no portal da ARSP, neste link 📄 Documentos disponíveis: minuta de resolução e formulário para envio de contribuições 📧 Dúvidas e informações: consulta.loteria@arsp.es.gov.br
Os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) aprovaram na sessão desta terça-feira (07) o envio de uma nota recomendatória alertando o Estado e municípios capixabas sobre o risco do El Niño neste e no próximo ano. O material foi produzido pela área técnica da Corte de Contas e cita riscos tanto de alagamentos quanto de estiagem e ondas de calor. A nota foi publicada no Diário Oficial de Contas desta quarta-feira (8).
Corte emitiu recomendações sobre defesa civil, saneamento, saúde, assistência social e comunicação. foto tcees
Segundo análises do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e simulações do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas (ECMWF), o El Ninõ de 2026 poderá ser considerado um ‘super El Niño’, com aquecimento superior a 2ºC acima da média no Pacífico Central. O relatório também utiliza informações da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, e do serviço meteorológico australiano.
Os pesquisadores do Cemaden destacam que o El Niño, em si, não causa desastres diretos, mas influencia as probabilidades de eventos extremos. Contudo, quanto mais vulneráveis estão os municípios, maiores tendem a ser a gravidade dos eventos extremos. Por esse motivo, o estudo é direcionado ao governador do Estado, prefeitos e autoridades que, em última instância, respondem pela implementação da Política de Proteção e Defesa Civil.
Impactos
Para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, o Cemaden avalia que o El Niño 2026/2027 pode comprometer parte da estação chuvosa, acompanhado de temperaturas acima da média. “Esse cenário afeta diretamente a recuperação de reservatórios, eleva o risco hidrológico em bacias estratégicas e favorece a ocorrência de ondas de calor mais intensas e frequentes. No Espírito Santo, o estresse hídrico e a irregularidade das precipitações são os principais vetores de risco, conforme documentado no El Niño de 2023/2024”, aponta o relatório.
Nos próximos meses, o fenômeno climático pode provocar eventos extremos de precipitação. “A diminuição das chuvas, associada ao aumento das temperaturas, agrava o déficit hídrico, comprometendo a recarga de aquíferos, os níveis de reservatórios e a disponibilidade de água”, apresenta o estudo.
Por outro lado, a combinação entre ondas de calor, alta umidade e entrada de frentes frias tem a capacidade de causar perigosas pancadas de chuva. “No caso do sul do Espírito Santo, esse risco é agravado pela topografia acidentada, pelo histórico de assoreamento dos rios e pela urbanização em áreas de risco, conforme identificado pela Defesa Civil Estadual e Incaper após a tragédia de Mimoso do Sul”, apresenta a área técnica do TCE-ES.
Riscos
As possibilidades de seca prolongada e pancadas isoladas de chuva aumentam os riscos sanitários em diversas áreas. Esses riscos também são apresentados no material produzido pela Corte de Contas capixaba.
Entre eles estão o aumento da proliferação do Aedes aegypti, e consequente aumento dos casos de dengue; a sobrecarga do sistema de saúde; prejuízos na aprendizagem por conta das ondas de calor; aumento das demandas por benefícios sociais; agravamento da insegurança alimentar e pobreza; entre outros pontos.
Recomendações
De modo geral, é recomendado aos gestores a elaboração ou revisão dos instrumentos de planejamento e gestão que permitam uma ação organizada caso se confirme a previsão de ocorrência dos eventos extremos. Entre esses instrumentos estão os Planos Municipais de Contingência de Proteção e Defesa Civil; treinamento das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil; entre outros planos de contingência.
O material recomenda a realização de contratações preventivas, com planejamento antecipado de demandas por insumos, equipamentos e serviços de resposta à estiagem ou inundações. Também há destaque para que as administrações façam as devidas reservas e adequações orçamentárias.
O documento aborda ações em vigilância em saúde, respostas do setor educacional, socioassistencial, articulação interinstitucional, como:
– Saúde: intensificação das ações de vigilância entomológica; dimensionamento, capacitação e eventual reforço de Agentes de Endemias; levantamento preventivo e manutenção de estoque mínimo de medicamentos, insumos e materiais estratégicos; reforço da vigilância epidemiológica de doenças associadas a enchentes e inundações; entre outros.
– Educação: realização, em articulação com a Defesa Civil, do mapeamento completo de todas as escolas localizadas em áreas de risco de alagamento, deslizamento ou inundação; instituição de programas para a climatização das escolas da rede pública; e adoção de unidades escolares como abrigo provisório de famílias afetadas por situação de inundações, deslizamentos e alagamentos, somente em casos excepcionais; entre outros.
– Socioassistencial: identificação prévia das famílias residentes em áreas sujeitas a enchentes, deslizamentos, alagamentos, estiagens severas e demais riscos climáticos; fortalecimento da abordagem de moradores de rua, em especial em dias de calor extremo; e estabelecimento de estratégias de acompanhamento das famílias atingidas após o evento climático; entre outros.
– Comunicação: implementação de campanhas públicas sobre uso racional da água e prevenção da dengue; de riscos de foco de incêndio e de disposição correta de lixo; capacitação das equipes de defesa civil, saneamento, saúde e obras; realização de simulação com moradores e alunos quanto as rotas; entre outras.
“A janela de tempo entre a presente data e o período de maior risco climático (primavera-verão 2026/2027) é suficiente para que municípios e o Estado adotem medidas preventivas efetivas – desde que orientados e mobilizados a agir agora. A inação transformará riscos previsíveis em emergências dispendiosas, com potencial de responsabilização dos gestores omissos perante este Tribunal”, conclui o material apresentado pela área técnica.
Resumo em tópicosNota recomendatória: O TCE-ES aprovou o envio de nota ao Estado e aos municípios alertando sobre os riscos do El Niño em 2026 e 2027, com possibilidade de estiagens, ondas de calor e eventos extremos de chuva.Impactos climáticos: Estudos indicam que o fenômeno pode comprometer a estação chuvosa, elevar temperaturas, agravar o estresse hídrico e aumentar os riscos de alagamentos, enchentes e deslizamentos.Riscos associados: O relatório destaca possíveis impactos na saúde, educação e assistência social, incluindo aumento de casos de dengue, sobrecarga dos serviços públicos, insegurança alimentar e prejuízos à aprendizagem.Medidas preventivas: A nota recomenda revisão de planos de contingência, contratações preventivas, reforço das ações de saúde, preparação das escolas, apoio socioassistencial e campanhas de conscientização.Ação antecipada: O Tribunal ressalta que ainda há tempo para adoção de medidas preventivas e alerta que a omissão dos gestores pode transformar riscos previsíveis em emergências de alto custo.
O governo do Espírito Santo solicitou à Justiça a reintegração de posse da área ocupada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) no município de Linhares.
Pedido de reintegração de posse é para área pública de quatro milhões de metros quatrados em Linhares
Em maio, um mês após assumir o Governo do Espírito Santo, o governador Ricardo Ferraço (MDB) criou decreto tornando mais célere resolução de conflitos de terra no território capixaba.
Publicado no Diário Oficial do Estado no dia 14 de maio, o Decreto nº 6414-R implantou no Espírito Santo uma política de prevenção e conciliação de conflitos de terra. As novas regras estabelecidas pelo governador Ricardo Ferraço criaram a Comissão Estadual de Prevenção e Conciliação de Conflitos Fundiários, com prazo máximo de 10 dias em caráter emergencial, para a solução das demandas e invasões agrárias.
Neste episódio de Linhares, por falta de conciliação e ausência de consenso entre as partes, a Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger), responsável pela administração do patrimônio imobiliário estadual, manifestou interesse na manutenção da propriedade, reforçando a necessidade de prosseguimento da ação possessória.
Com base nesse entendimento, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) acionou a Justiça para recuperar a área de mais de quatro milhões de metros quadrados ocupada pelo MST em Linhares.
Quando Maria Cecília de Souza Walger Pinto subiu em um cavalo pela primeira vez, poucos imaginavam que aquele momento marcaria o início de uma transformação. A criança, que nasceu com mielomeningocele – uma grave malformação congênita da coluna vertebral que compromete os movimentos dos membros inferiores – encontrou na equoterapia um caminho para conquistar autonomia. Hoje, ela caminha, brinca e supera, a cada dia, desafios que antes pareciam intransponíveis.
Sirleide Souza e a filha Maria Cecília
“A gente sente uma emoção muito grande quando vê a evolução da Maria Cecília. Ela não andava e foi a partir da equoterapia, indicada por todos os médicos que a acompanharam, que começou a ganhar mobilidade. Hoje ela tem as limitações dela, mas anda bem. Foi um tratamento muito importante para nossa família”, contou a mãe, Roberta de Souza Vieira.
Outra história que emociona é a da pequena Sophia Souza Silva, de 9 anos. Sobrevivente de uma hérnia diafragmática – condição em que órgãos abdominais passam para a cavidade torácica devido a uma falha no diafragma –, ela apresentava dificuldades para caminhar e sofria constantes quedas. Há cerca de um ano e meio, iniciou as sessões de equoterapia e, segundo a mãe, Sirleide Souza Silva, a mudança foi surpreendente.
Roberta de Souza
“Ela caía demais. Hoje corre direitinho, sem tropeçar, sem cair. A musculatura ficou muito mais fortalecida. Para mim, essa equoterapia é um milagre de Deus na vida dela”, afirmou.
Histórias como as de Maria Cecília e Sophia se repetem há quase três décadas no Programa Social de Equoterapia da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES). Criado em 1996, o projeto oferece atualmente cerca de 140 atendimentos mensais a crianças e adultos com deficiência ou necessidades específicas, promovendo ganhos na mobilidade, no equilíbrio, na coordenação motora e também no desenvolvimento social. Ao longo de sua trajetória, mais de 3 mil pessoas já foram beneficiadas.
A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo como instrumento de reabilitação física, cognitiva e emocional. O passo do animal realiza movimento semelhante ao caminhar humano, o que faz com que o praticante faça ajustes musculares constantes para manter o equilíbrio, estímulo que fortalece a coordenação motora, a postura e o tônus muscular. Reconhecida no Brasil como recurso complementar de reabilitação, a técnica também favorece ganhos sociais e emocionais, construídos no vínculo entre o praticante, o animal e a equipe da PMES.
De acordo com o Major Carlo Marx, chefe administrativo, logístico e correcional do Regimento de Polícia Montada (RPMont) da PMES, os resultados vão muito além dos aspectos físicos. “O impacto que o programa causa na vida das famílias é imenso. Além da reabilitação, vemos crianças que passam a socializar melhor, ganham mais autonomia e qualidade de vida. Agora, vamos ganhar uma nova rampa de acesso, que vai potencializar ainda mais nosso atendimento, facilitando a montaria de crianças que utilizam cadeiras de rodas e de pacientes com maior dificuldade de mobilidade”.
O programa dará mais um passo importante para melhorar esse atendimento. Nesta semana, foi realizado evento de formalização da parceria entre a PMES, o Espírito Santo em Ação e a Vale para a construção de uma nova rampa de acesso aos praticantes. A estrutura permitirá que participantes com limitações motoras façam a montaria de forma mais segura, confortável e acessível.
A iniciativa reúne o poder público e a iniciativa privada em torno de um projeto que transforma vidas há mais de 30 anos. Para o diretor de Formação de Lideranças do Espírito Santo em Ação, Gustavo Ribeiro, o investimento mostra a importância das parcerias em benefício da sociedade.
“Esse é um projeto muito importante, uma iniciativa que atravessa governos, tornou-se um projeto de Estado e já impactou mais de 3 mil pessoas. É muito gratificante contribuir para uma ação que ajuda, de forma terapêutica, tantas famílias e demonstra como a parceria entre instituições pode gerar benefícios concretos para a sociedade”.
O diretor de Segurança Empresarial da Vale, Marcelo Barros, destacou que apoiar a iniciativa está alinhado ao propósito da empresa de contribuir para o desenvolvimento social. “É um momento muito relevante para nós. Esse projeto muda a vida de crianças, adolescentes e de suas famílias por meio da equoterapia, uma metodologia reconhecida em todo o Brasil. Ficamos muito orgulhosos de participar dessa parceria com o Espírito Santo em Ação e a Polícia Militar para fortalecer uma iniciativa tão importante para o Estado e para a sociedade”.
A pista de Equoterapia do Regimento de Polícia Montada (RPMont) fica em Boa Vista, na Serra e o contato pode ser realizado por meio do número (27) 3636-0281.
Cariacica recebeu no sábado (4/7), o lançamento das pré-candidaturas do deputado federal Helder Salomão ao Governo do Espírito Santo e do senador Fabiano Contarato à reeleição ao Senado Federal. O encontro reuniu aproximadamente 1.300 pessoas entre apoiadores, lideranças políticas, movimentos sociais, representantes de diversos segmentos da sociedade e pré-candidatos aos cargos de deputado federal e deputado estadual da Federação Brasil da Esperança.
Durante o lançamento, Helder destacou a importância de construir um governo comprometido com a redução das desigualdades, a geração de empregos, o fortalecimento da educação pública, da saúde, da agricultura familiar, da proteção ao meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em todas as regiões do estado.
Propostas para o Governo do Espírito Santo e inclusão social
Durante o ato em Cariacica, Helder Salomão pautou as diretrizes que devem nortear o debate técnico nos próximos meses. O deputado enfatizou a necessidade de focar a gestão pública em frentes como a redução das desigualdades regionais, geração de emprego e renda, além do fortalecimento da agricultura familiar e do sistema de saúde e educação pública nos municípios capixabas.
Como fica PSD no Espírito Santo
Renzo Vasconcelos, presidente estadual do PSD
Nos bastidores se falam de uma possível aliança entre PL e Republicanos para a formação das chapas majoritárias ao Governo do Estado e ao Senado, se acontecer o PSD/ES pode ter uma candidatura ao Palácio Anchieta, para que o pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado vem a ter um palanque no Estado ou ocupar uma posição de coadjuvante nas eleições 2026.
No momento o (PL/ES)poderá indicar o candidato a vice na chapa do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos/ES). Além disso, a legenda pode reivindicar prioridade na indicação de um nome ao Senado, no caso Maguinha Malta, filha do senador Magno Malta (PL), e até dificultar o surgimento de outras candidaturas dentro desse mesmo grupo político. Às vésperas das convenções partidárias, o cenário acende um sinal de alerta para o PSD.
Pazolini, pré-candidato ao governo do es
primeira grande legenda a embarcar no projeto republicano de disputar o Palácio Anchieta. O partido trouxe para seus quadros ex-prefeito de Colatina e deputado estadual Sergio Meneguelli sob a perspectiva de disputar uma vaga ao Senado, ex-governador Paulo Hartung, Vice-prefeito de Colatina Dr. Pagatto,ex-prefeito de Linhares Guerino Zanon e a primeira-dama de Colatina, Lívia Vasconcelos, casada com o presidente estadual da sigla, Renzo Vasconcelos, ganhar força como possível candidata a vice de Pazolini.
Nesse cenário de indefinições do PSD, com seus principais nomes esperam as convenções para definir qual caminho irá seguir na chapa de Pazolini ou irá ter uma chapa puro-sangue
Gilberto Kassab é vice de Caiado
Anunciado na quarta-feira (1º/7) como pré-candidato a vice de Ronaldo Caiado à Presidência da República, Gilberto Kassab passa a ocupar posição mais sensível no financiamento eleitoral do PSD. Como presidente nacional do partido, ele já influenciava a distribuição dos recursos. A mudança não dá a Kassab acesso pessoal nem automático ao fundo eleitoral, nem autoriza o PSD a direcionar livremente qualquer valor para Caiado.
Mas altera o peso político da candidatura: o dirigente que já tinha poder sobre o caixa partidário passa a integrar uma das campanhas interessadas na divisão da verba. O PSD terá R$ 421 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha em 2026, quarta maior cota entre os partidos, atrás de PL, PT e União Brasil. A entrada de Kassab na vice aproxima Caiado desse caixa e reduz a pressão de alas que defendiam prioridade para deputados e senadores. A formalização depende da convenção nacional do PSD, prevista para 26 de julho.
Chapa Caiado-Kassab deve ficar sem palanque do PSD em estados decisivos
A futura chapa do PSD na disputa ao Palácio do Planalto — com Ronaldo Caiado como candidato a presidente e Gilberto Kassab, a vice — pode ficar sem palanque do partido em estados decisivos na corrida.
Pré-candidatos ao Senado da direita
Faltando dias para o período das convenções partidárias, ainda restam sete pré-candidatos a senador no campo da direita no Estado. Callegari (DC/ES) e Leonardo Monjardim (Novo/ES) e Marcos do Val (Avante/ES) caminham de forma mais independente.
Por outro lado, outros quatro buscam ser os representantes das duas vagas no caso de consolidação de uma “frente unificada” em torno do ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos/ES): Maguinha Malta (PL/ES), Evair de Melo (Republicanos/ES), Carlos Manato (Republicanos/ES) e Sergio Meneguelli (PSD/ES).
Maguinha tem como trunfo principal o pai, senador Magno Malta, liderança máxima do Partido Liberal (PL/ES) no Estado. Um apoio Pazolini certamente terá como condição a escolha de sua filha como uma das duas representantes da chapa para o Senado Federal – além do compromisso de Pazolini em dar palanque ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em sua candidatura a presidente.
União Brasil anuncia apoio a Rose de Freitas na disputa pelo Senado
Rose de Freitas
A pré-candidatura de Rose de Freitas (MDB/ES) ao Senado Federal ganhou mais um importante reforço político na convenção estadual do União Brasil, no dia 20/6, realizada para a eleição do diretório e da Executiva estadual da sigla, o partido oficializou apoio ao nome da ex-senadora para a disputa de 2026.
Quatro dias de atividades por semana, com duas aulas por dia. É por meio dessa rotina de aprendizado, disciplina e convivência que 60 crianças de 7 a 13 anos, moradoras principalmente dos bairros São Benedito e Itararé, em Vitória, vêm descobrindo novos caminhos por meio da dança.
Elas integram o Projeto Travessia, realizado pela associação Mover-se, que oferece formação em balé a meninos e meninas do chamado Território do Bem da capital capixaba. Mais do que ensinar passos e movimentos, a iniciativa busca ampliar o repertório cultural, fortalecer a autoestima e criar perspectivas de formação profissional para crianças que, até então, tinham pouco acesso a esse universo.
Formação intensiva oferecida a alunos de 7 a 13 anos culmina no espetáculo “Encanto – o verdadeiro milagre”, em 12 de julho, no Teatro Sesc Glória. foto Vini Kava/Projeto Travessia
No dia 12 de julho de 2026, às 17 horas, parte dessa transformação poderá ser vista no palco do Teatro Sesc Glória, em Vitória. Os alunos serão os protagonistas do espetáculo “Encanto – o verdadeiro milagre”, apresentado para uma plateia formada por convidados e familiares das crianças.
Transformação que ultrapassa a sala de aula
Selecionados em escolas públicas da capital com o apoio do Serviço de Engajamento Comunitário (SECRI), uma organização social sem fins lucrativos fundada em 1988, e da Secretaria Municipal de Educação de Vitória, os alunos participam das atividades na escola de dança Duetto Arte e Movimento, em Vitória. A carga horária intensiva permite que a formação técnica avance de maneira acelerada.
Segundo o diretor artístico do projeto, Marcelo Lages, o desenvolvimento alcançado pelas crianças do Travessia em aproximadamente um ano pode ser comparado ao de quatro ou cinco anos de aulas em um modelo convencional de ensino. Os efeitos, no entanto, não ficam restritos à técnica.
“Eles chegaram sem conhecer o universo e a disciplina da dança. Aos poucos, incorporaram a rotina de um bailarino, o cuidado com o uniforme e o penteado, a dedicação durante as aulas e a busca pelo melhor movimento. Hoje, já vemos tudo isso refletido no dia a dia, em casa e na relação com as famílias”, afirma Lages.
Relatos das famílias e dos profissionais que acompanham as crianças também apontam mudanças na postura, na responsabilidade, na autoconfiança e no comprometimento com os estudos. A transformação individual acaba alcançando as casas e as comunidades onde os alunos vivem.
“O projeto social leva para dentro da comunidade acessos, informações, ideias e novas possibilidades de futuro. As crianças que estamos formando hoje poderão se tornar bailarinos, professores e multiplicadores, levando a dança para outras crianças. Pensamos em legado, futuro e transformação”, destaca Marcelo.
Um sonho transformado em projeto
O Projeto Travessia nasceu em 2024, a partir do encontro de pessoas que compartilhavam o desejo de ampliar o acesso à formação profissional em dança no Espírito Santo.
Para Karla Ferreira, sócia-proprietária da Duetto e diretora-geral do projeto, a iniciativa concretizou um sonho que começou ainda no início de sua trajetória como professora.
“O Projeto Travessia nasceu de um sonho que carrego desde os meus 19 anos, quando comecei a dar aulas de balé. Eu já acreditava no poder transformador da dança e desejava oferecer essa oportunidade a crianças que talvez nunca tivessem acesso a essa arte. Desde o início, percebemos que o impacto vai muito além do aprendizado técnico. A transformação é visível no comportamento, na disciplina, na responsabilidade, na convivência e na autoestima”, conta Karla.
Ao lado dela, a também sócia-proprietária da Duetto e diretora-geral do Travessia, Patricia Brotto Castro, acompanha os reflexos do projeto na vida dos alunos e de suas famílias.
“Os depoimentos dos pais nos emocionam profundamente. Eles relatam mudanças na postura dos filhos, no comprometimento com os estudos, na confiança e até mesmo na forma de sonhar. A dança é o caminho, mas o verdadeiro objetivo é formar seres humanos mais confiantes, sensíveis, disciplinados e preparados para construir um futuro com mais oportunidades e esperança”, afirma Patricia.
A família como centro do espetáculo
A escolha de “Encanto – o verdadeiro milagre”, inspirado na animação Encanto, da Disney, dialoga diretamente com a realidade trabalhada pelo projeto. A montagem aborda a importância dos vínculos, da união e do apoio familiar na superação dos desafios. “Escolhemos essa história porque ela traz um tema muito presente na vida das crianças: a importância da família. O espetáculo fala sobre união e sobre a força que nasce desses vínculos. Queremos que essa mensagem também faça parte da formação delas”, explica o diretor artístico, Marcelo Lages.
A escolha de “Encanto – o verdadeiro milagre”, inspirado na animação Encanto, da Disney, dialoga diretamente com a realidade trabalhada pelo projeto. A montagem aborda a importância dos vínculos, da união e do apoio familiar na superação dos desafios. “Escolhemos essa história porque ela traz um tema muito presente na vida das crianças: a importância da família. O espetáculo fala sobre união e sobre a força que nasce desses vínculos. Queremos que essa mensagem também faça parte da formação delas”, explica o diretor artístico, Marcelo Lages.
A produção contará com figurinos, cenografia, iluminação e projeções concebidos para proporcionar aos alunos uma experiência artística completa. O objetivo é fazer com que as crianças e seus familiares se reconheçam ocupando um dos principais espaços culturais da capital.
“Para muitos deles, esta será a primeira experiência em um teatro como o Sesc Glória. É muito simbólico que as crianças e suas famílias se vejam em um espaço de destaque na cidade, participando de um espetáculo preparado com qualidade e cuidado”, acrescenta o diretor artístico.
Formação para o futuro
O espetáculo representa uma etapa visível de um projeto pensado para o longo prazo. O objetivo do Travessia é preparar os alunos para uma possível atuação profissional na dança, inclusive para integrar futuramente a companhia BALES – Balé do Espírito Santo e construir carreiras no Espírito Santo, em outros estados e até no exterior. O projeto conta com nomes de peso do balé capixaba, nacional e internacional, com coordenação de Andressa Viana, mestre em Pedagogia de Ballet pela tradicional Academia Vaganova de São Petersburgo, na Rússia, e bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2013 e 2018; a bailarina e professora Priscila Lages, solista do Balé Teatro Guaíra de Curitiba; e o bailarino e professor Matheus Segrini, formado pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, com passagem pelo Slovak National Theater.
Mais do que formar bailarinos, a iniciativa pretende criar uma rede de transformação: crianças que hoje recebem formação poderão, no futuro, tornar-se professores, artistas e agentes culturais dentro das próprias comunidades. Essa é a segunda vez que essas crianças irão subir ao palco. Em agosto do ano passado, elas protagonizaram o espetáculo “Ballerina”, realizado na Casa da Música Sônia Cabral.
O Projeto Travessia é realizado pela associação Mover-se, em parceria com a Duetto e o SECRI, e por meio da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC). A iniciativa conta com patrocínio Master da EDP; patrocínio Ouro do Carone e do Banestes; e patrocínio Bronze da Fundação Jônice Tristão e da Zucchi Luxury Stones.
FonteFiorella Gomes | Assessoria de Imprensa do Projeto Travessia e foto Vini Kava/Projeto Travessia