Os valores foram distribuídos entre editais de fomento à apresentação, difusão e formação cultural, além de projetos voltados para intervenções urbanas e grandes produções. Foto: Divulgação
Nesta segunda-feira (24), às 17 horas, será realizada a assinatura do termo de execução cultural e do termo de compromisso cultural dos 55 agentes culturais contemplados pelos três editais e dois chamamentos públicos promovidos pela Prefeitura de Vila Velha. O evento ocorrerá no auditório da sede do Executivo Municipal e oficializa o repasse de recursos da Política Nacional Aldir Blanc, totalizando R$ 1,9 milhão destinados à execução dos projetos culturais premiados na cidade ao longo de 2025.
A iniciativa tem como objetivo formalizar o repasse dos recursos aos projetos já premiados, garantindo que os agentes culturais possam dar início às suas atividades. Os valores foram distribuídos entre editais de fomento à apresentação, difusão e formação cultural, além de projetos voltados para intervenções urbanas e grandes produções.
Chamamentos e editais
Entre os chamamentos, o de nº 002/2024 destinou R$ 300 mil para projetos de Pontos de Cultura. Já o de nº 003/2024, voltado para Pontões de Cultura, contou com o mesmo valor disponível para apoio a iniciativas de abrangência ampliada. O chamamento nº 004/2024 premiou entidades ou coletivos culturais com um total de R$ 150 mil.
Os editais de fomento contemplaram diferentes áreas da produção cultural. O Edital 001/2024 destinou R$ 400 mil para projetos de apresentação, difusão e formação cultural, contemplando expressões como teatro, música e hip-hop.
O Edital 002/2024, com um orçamento de R$ 600 mil, premiou grandes eventos culturais, como festivais, feiras e exposições. Já o Edital 003/2024 destinou R$ 150 mil para intervenções artísticas urbanas, incluindo projetos de grafite e pintura mural em espaços públicos das cinco regiões do município.
“Com a assinatura dos termos de execução cultural, os agentes culturais contemplados formalizam o recebimento dos recursos que viabilizarão a execução de seus projetos, fortalecendo a cena cultural de Vila Velha e ampliando o acesso da população a diversas manifestações artísticas”, destacou o secretário de Cultura, Roberto Patrício Junior. Texto: Luiz Eduardo Neves – Prefeitura de Vila Velha
A festa começa oficialmente nesta sexta-feira (28), com o grupo Samba DL. foto Prefeitura de Pesqueira
Colatina se prepara para viver o Carnaval: “A alegria está de Volta”, que promete agitar a região com uma programação diversificada. A festa começa oficialmente nesta sexta-feira (28), com o grupo Samba DL, que sobre ao palco às 20 horas para dar o pontapé inicial da folia na Área Verde, na Avenida Beira Rio.
A avenida vai se transformar em um verdadeiro espaço de alegria e descontração, com música ao vivo, e muita animação para quem vai aproveitar o Carnaval de Colatina.
A área verde da Avenida Beira Rio, conhecida por ser um espaço amplo e acolhedor, será o palco ideal para receber os foliões e garantir uma experiência inesquecível durante os dias de festa.
A programação segue até domingo (02), com muita música e momentos para toda a família. No sábado, primeiro de março, a festa começa cedo, às 9h, com a irreverente Xaranga do Fredão, que se apresentará no calçadão do centro da cidade, animando quem estiver pelas ruas do centro a entrar no ritmo da marchinha e no clima da festa. A noite a festa começa às 17h, com marchinhas e às 19h com o grupo Engesamba.
Já no domingo (03), a partir das 17h, o público vai curtir a festa com Sambolada e o cantor Alan Venturim, que prometem encerrar o carnaval com chave de ouro, garantindo a animação até o último minuto.
“Nosso objetivo é oferecer uma festa segura, acolhedora e cheia de alegria para todos. A programação está animada, e é isso que queremos, que todos aproveitem ao máximo e com muita alegria”, enfatiza o prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos.
Programação Carnaval de Colatina 2025
Sexta-feira (28) 20h- Samba DL 22h – Luis Dias
Sábado (01 de março) 9h- Xaranga do Fredão (Calçadão – Centro da cidade) 17h – Marchinhas 19h – Engesamba 21h – Samba 027
Domingo (02 de março) 17h – Marchinhas 19h – Sambolada 21h – Alan Venturim. Fonte Secom-PMC
Antes de optar pela recuperação judicial, o ideal é que as empresas explorem alternativas, como a renegociação direta com credores e a recuperação extrajudicial. foto Seu processo
O Brasil registrou um recorde de 2.273 pedidos de recuperação judicial em 2024, um aumento de 61,8% em relação a 2023, segundo dados da Serasa Experian. O crescimento da modalidade reflete o cenário econômico desafiador, no qual 51,8 milhões de contas de pessoas jurídicas estão negativadas, e mais de 7,2 milhões de CNPJs encontram-se travados para transações financeiras. Apesar do aumento expressivo, a adesão à recuperação judicial ainda é baixa, especialmente entre pequenas e médias empresas, que enfrentam dificuldades no processo e temem não obter sucesso na reestruturação.
Hellen Durães, sócia da Durães & Barros Advogados, destaca que a recuperação judicial pode ser uma solução eficaz, mas exige planejamento e estratégia. “O aumento dos pedidos de RJ reflete o desespero de muitas empresas para se manterem ativas. No entanto, a ferramenta não deve ser vista como um mero adiamento de dívidas. A empresa precisa de um plano realista e viável para que a reestruturação seja bem-sucedida”, afirma.
Por que tantas empresas recorrem à recuperação judicial?
A recuperação judicial foi criada para permitir que empresas em dificuldades financeiras possam renegociar suas dívidas e continuar operando, evitando a falência. No entanto, a taxa de sucesso no Brasil ainda é baixa. Apenas cerca de 25% das empresas que entram com o pedido conseguem concluir o processo com êxito, enquanto nos Estados Unidos esse número gira em torno de 35%, e na Europa, pode chegar a 60%.
“A grande questão é que, no Brasil, a recuperação judicial ainda é muito focada na quitação das dívidas e menos na reestruturação do negócio. Esse viés pode comprometer a efetividade do processo, pois muitas empresas saem da RJ sem uma base sólida para crescer novamente”, explica Hellen Durães.
Além disso, a burocracia e os custos envolvidos no processo afastam micro e pequenos empresários da ferramenta. De acordo com a Serasa Experian, 1.676 pedidos de RJ em 2024 vieram de micro e pequenas empresas, um crescimento de 78,4% em relação ao ano anterior. “Esses números mostram que o problema afeta diretamente os pequenos negócios, que são a base da economia do país. Muitas dessas empresas recorrem à RJ como último recurso, sem uma estratégia estruturada para reverter a situação”, alerta a especialista.
Alternativas e precauções antes da recuperação judicial
Antes de optar pela recuperação judicial, o ideal é que as empresas explorem alternativas, como a renegociação direta com credores e a recuperação extrajudicial. Essa última tem se mostrado uma opção viável para companhias que conseguem estruturar um acordo sem a necessidade de intervenção do Judiciário.
“Uma boa gestão financeira e um planejamento estratégico bem alinhado podem evitar que a empresa chegue ao ponto de precisar da RJ. Muitas vezes, o problema não é apenas a dívida em si, mas a falta de visão para reestruturar o negócio de maneira sustentável”, comenta Hellen Durães.
Outra alternativa que tem ganhado espaço é o DIP Financing (Debtor-in-Possession Financing), modalidade prevista na Lei 14.112/20, que permite que empresas em recuperação judicial obtenham crédito prioritário para viabilizar sua reestruturação. No entanto, no Brasil, a implementação dessa ferramenta ainda enfrenta desafios regulatórios e jurídicos, tornando seu acesso mais complexo.
Recuperação judicial: solução ou armadilha?
A recuperação judicial pode ser um instrumento essencial para empresas em dificuldades, mas é necessário avaliar os riscos e os desafios do processo. “A decisão de entrar com um pedido de RJ deve ser tomada com base em uma análise criteriosa da viabilidade da empresa. Se não houver uma estratégia clara e um plano de recuperação bem estruturado, a RJ pode acabar sendo apenas um adiamento da falência”, conclui Hellen Durães.
Com o aumento dos pedidos em 2025, torna-se fundamental que empresários busquem orientação jurídica e financeira antes de recorrer à recuperação judicial. O planejamento antecipado e a escolha das estratégias corretas podem ser decisivos para garantir a sobrevivência e o crescimento sustentável dos negócios.
Sobre a Durães & Barros Advogados:
Fundada em 1985, a Durães & Barros Advogados é referência em direito tributário, empresarial, trabalhista e imobiliário. Com uma relação sólida com o bairro do Brás, uma das áreas mais importantes para o comércio em São Paulo, o escritório combina décadas de experiência com a expertise internacional de seus sócios Hellen Durães e Bruno de Barros. A Durães & Barros atende uma ampla gama de empresas, oferecendo soluções jurídicas sob medida, com foco no crescimento e na proteção de negócios. Fonte Mariana Lanfranchi
Julgamento com repercussão geral estabeleceu que a atuação das corporações municipais deve respeitar as atribuições de outros órgãos de segurança pública. foto pmc
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (20), que é constitucional a criação de leis pelos municípios para que guardas municipais atuem em ações de segurança urbana. Essas normas devem, no entanto, respeitar limites, de forma a que não se sobreponham, mas cooperem com as atribuições das polícias Civil e Militar, cujas funções são reguladas pela Constituição e por normas estaduais.
A matéria foi julgada no Recurso Extraordinário (RE) 608588, com repercussão geral (Tema 656), o que significa que a decisão do STF deverá ser seguida pelas demais instâncias da Justiça em casos que questionam as atribuições das guardas municipais. No Tribunal, há 53 ações pendentes sobre o tema, cuja tramitação será liberada após o julgamento desta quinta.
De acordo com o entendimento fixado, as guardas municipais não têm poder de investigar, mas podem fazer policiamento ostensivo e comunitário e agir diante de condutas lesivas a pessoas, bens e serviços, inclusive realizar prisões em flagrante, respeitadas as atribuições dos demais órgãos de segurança pública.
Caso concreto
O recurso que gerou a discussão questionava decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que derrubou uma norma municipal que concedia à Guarda Civil Metropolitana o poder de fazer policiamento preventivo e comunitário e prisões em flagrante. Para o TJ-SP, o Legislativo municipal havia invadido a competência do estado ao legislar sobre segurança pública.
O relator, ministro Luiz Fux, frisou que o STF já tem entendimento de que, assim como as polícias Civil e Militar, as guardas municipais também integram o Sistema de Segurança Pública. Ele lembrou que a competência para legislar sobre a atuação das polícias cabe não só aos estados e à União, mas também aos municípios.
Seu voto foi acompanhado por oito ministros. “Não podemos afastar nenhum dos entes federativos no combate à violência”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes. Ele defendeu que as guardas municipais não se restrinjam à proteção do patrimônio público, mas trabalhem em cooperação com os demais órgãos policiais. O ministro Flávio Dino também defendeu uma interpretação ampliada do papel das guardas.
Divergência
Vencido, o voto divergente foi do ministro Cristiano Zanin, acompanhado pelo ministro Edson Fachin. Para ambos, a razão que motivou a ação deixou de existir, uma vez que uma nova lei em vigor se sobrepôs à norma invalidada pelo TJ-SP. Cada um apresentou uma tese distinta, buscando estabelecer limites mais claros para o policiamento ostensivo das guardas, mas esses entendimentos também ficaram vencidos.
Tese
A tese de repercussão geral firmada foi a seguinte:
“É constitucional, no âmbito dos municípios, o exercício de ações de segurança urbana pelas guardas municipais, inclusive o policiamento ostensivo comunitário, respeitadas as atribuições dos demais órgãos de segurança pública previstas no artigo 144 da Constituição Federal e excluída qualquer atividade de polícia judiciária, sendo submetidas ao controle externo da atividade policial pelo Ministério Público, nos termos do artigo 129, inciso 7º, da Constituição Federal.
Conforme o artigo 144, parágrafo 8º, da Constituição Federal, as leis municipais devem observar normas gerais fixadas pelo Congresso Nacional.”
Representantes do TCU apresentaram oficinas sobre temas como transparência, integridade e participação cidadã no controle de recursos públicos. foto tcu
O Tribunal de Contas da União (TCU) esteve presente no Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas, realizado de 11 a 13 de fevereiro, em Brasília. Na ocasião, representantes do Tribunal tiveram a oportunidade de palestrar sobre temas importantes da gestão pública em duas oficinas temáticas. Também foram distribuídos materiais informativos para divulgação do portal Diálogo Público e a consulta pública aos cidadãos sobre as pontes federais do Brasil, aberta no primeiro dia do evento.
Promovido pelo governo federal, o encontro contou com mais de 19,5 mil participantes, sendo 3,3 mil chefes dos Executivos municipais. O secretário-adjunto de Relações Institucionais do TCU, Waldemir Paschoiotto, participou da oficina “Boas Práticas em Fiscalização, Transparência, Orçamento, Planos de Trabalho e Prestação de Contas”. Durante a apresentação, ele destacou a importância da transparência, rastreabilidade e comparabilidade dos recursos transferidos pela União.
Paschoiotto enfatizou a necessidade de disponibilizar informações claras e acessíveis ao público sobre os valores transferidos, critérios de distribuição e utilização dos recursos. Ele também abordou os desafios das transferências especiais, mencionando a falta de critérios, planejamento, transparência e rastreabilidade, além da suspensão dos repasses pelo Superior Tribunal Federal (STF) devido a esses problemas. Ao final, ressaltou que o programa Diálogo Público Municípios, promovido pelo TCU, visa apoiar a gestão municipal, inclusive com a capacitação de servidores.
Para debater sobre participação cidadã e controle social, a diretora de Relacionamento com o Cidadão, Governos e Controle do TCU, Maria Paula Estellita, apresentou a experiência do Tribunal nesse tema. Ela trouxe referências legais e teóricas sobre o Referencial de Participação Cidadã no Controle, além de dados sobre a pesquisa que captou percepções dos auditores sobre essa temática.
Nos dois painéis, além do TCU e da Controladoria-Geral da União (CGU), houve representantes da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Participaram o presidente conselheiro da Atricon, Edilson de Sousa Silva, e o conselheiro Cezar Miola.
A coordenadora do Programa Diálogo Público Municípios do TCU, Karla Cristina Ferreira, também esteve presente no evento para divulgar aos prefeitos e participantes as diretrizes e perspectivas do Tribunal para capacitação de gestores municipais.
Durante o encontro, representantes do Centro Cultural TCU (CCTCU) apresentaram o jogo educativo “Cidades Possíveis”. Em um estande exclusivo, foram realizadas oficinas práticas para a aplicação do jogo e a divulgação do recém-lançado site oficial, onde é possível acessar e imprimir o jogo gratuitamente.
O que é o jogo “Cidades Possíveis”? Criado como parte das ações educativas do CCTCU, “Cidades Possíveis” é um jogo de tabuleiro que convida os participantes a construir uma cidade a partir de seus próprios referenciais e do que consideram prioritário em um ambiente urbano. O jogo permite que, em um espaço compartilhado, os participantes reflitam sobre como o Estado e a sociedade funcionam (ou poderiam funcionar), promovendo uma experiência educativa inovadora e acessível. Fonte e foto TCU
Na noite, dia 20/02, foi realizada uma ação de Choque de Ordem da Prefeitura der Colatina, Polícia Militar, Secretaria de Segurança, Procuradoria e Assistência Social. Foto Secom-PMC
A Secretaria de Assistência Social de Colatina, por meio do Serviço Especializado em Abordagem Social, segue atuando no acolhimento e suporte às pessoas em situação de rua, garantindo o acesso a direitos e oportunidades de reinserção social.
Ontem à noite, dia 20/02, foi realizada uma ação de Choque de Ordem da Prefeitura der Colatina, Polícia Militar, Secretaria de Segurança, Procuradoria e Assistência Social. As equipes estiveram em vários pontos da cidade.
BALANÇO
Total de pessoas abordadas: 28 Sexo masculino: 23 Sexo feminino: 05
Entre os abordados, foram identificadas pessoas naturais de Colatina (04) e também de outras cidades do Espírito Santo (22). Além disso, a ação identificou 01 pessoa da Bahia e 01 pessoa de Belo Horizonte/MG.
AÇÕES REALIZADAS
Para promover o retorno seguro de algumas dessas pessoas às suas famílias e municípios de origem, a equipe de abordagem concedeu 10 passagens de retorno, fortalecendo o processo de reinserção familiar.
Já os casos que demandam acompanhamento contínuo serão assistidos pelo Centro Pop, onde os beneficiários terão acesso a: – Alimentação – Higienização (banho e lavagem de roupas) – Guarda de pertences – Encaminhamentos para saúde, abrigamento e tratamento para dependência química, entre outros serviços.
“Nosso trabalho é contínuo e humanizado. O objetivo é garantir mais dignidade e oportunidades para as pessoas em situação de vulnerabilidade. Nossa equipe atua diariamente para oferecer não apenas acolhimento, mas também caminhos para a reinserção social”, destacou a secretária de Assistência Social.
O Serviço Especializado em Abordagem Social desempenha um papel fundamental na proteção e assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade, garantindo acesso a direitos essenciais e promovendo a dignidade e cidadania.
“Nós estamos mostrando para estas pessoas que existe um caminho melhor, uma vida com mais dignidade. A Procuradoria participa da ação para preservar a legalidade dos atos e garantir os direitos dos cidadãos”, disse o Procurador de Colatina, Genício Caliari.
Fonte
Fonte e Foto: Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Colatina
Ontem sábado (22/02), Papa Francisco teve uma respiratória asmática prolongada durante seu tratamento para pneumonia bilateral. Portal da Vida e Família
O Papa Francisco teve, neste sábado (22), uma crise respiratória asmática prolongada, conforme divulgou o serviço de comunicação do Vaticano. Ainda de acordo com o boletim, ele precisou de transfusão de sangue e aplicação de “oxigênio de alto fluxo”. Desde 14 de fevereiro, ele está internado no Hospital Gemelli, em Roma, para se recuperar de uma pneumonia bilateral.
Francisco, conforme apontou a Rádio Vaticano, passou o dia sentado em uma poltrona e sentiu mais dores do que ontem. “O estado do Santo Padre continua crítico, portanto, como foi explicado ontem, o Papa não está fora de perigo”, escreveu o serviço de comunicação.
Riscos
Outra informação divulgada é que as transfusões de sangue ocorreram porque os exames revelaram trombocitopenia, associada à anemia. O quadro ocorre quando existe um número reduzido de plaquetas no sangue e isso faz aumentar o risco de hemorragia.
Pela manhã, o médico Sérgio Alfieri havia informado que o Papa ficará internado pelo tempo que for necessário até poder voltar para casa (Santa Marta) em segurança. Ele chegou a ir do quarto até a capela para rezar por 20 minutos. “Ele é o Papa, mas também é um homem (…) Mas se o corpo tem quase 90 anos, a cabeça é de 60 ou 50”, afirmou o médico, segundo a Rádio Vaticano.
A maior preocupação da equipe médica é o risco de que os germes das vias respiratórias entrem na corrente sanguínea e causem sepse (infecção que se espalha por outros órgãos do corpo).
O pontífice foi internado no dia 14. Ele não fará a tradicional oração do Angelus pelo segundo domingo consecutivo. Fonte agência brasil
A lista das 3.779 empresas que tiveram a adesão ao regime impedida, devido a pendências cadastrais ou relativas ao pagamento de taxas e impostos estaduais. foto sefaz
A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receia Estadual, divulgou a relação de contribuintes que tiveram a solicitação pelo Simples Nacional indeferida para o ano de 2025. O Edital de Cientificação da Gerência de Arrecadação e Cadastro (Gearc) n.º 01/2025 foi divulgado no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira (21), como previsto no art. 162-B do RICMS-ES.
A lista das 3.779 empresas que tiveram a adesão ao regime impedida, devido a pendências cadastrais ou relativas ao pagamento de taxas e impostos estaduais, pode ser conferida no site da Sefaz, por meio do link: https://sefaz.es.gov.br/cadastro-icms. As solicitações de opção pelo Simples Nacional para 2025, bem como a regularização das pendências impeditivas, deveriam ter sido efetuadas até o dia 31 de janeiro.
O prazo de dez dias para que os contribuintes recorram da decisão passa a contar dez dias após a publicação do edital. O Termo de Indeferimento poderá ser retirado pelo responsável pela empresa junto à Agência da Receita Estadual a que estiver circunscrita (agendamento do atendimento pelo site https://agenda.es.gov.br/ ) , ou pelo Fale Conosco da Receita Estadual: https://s1-internet.sefaz.es.gov.br/faleconosco/formulario
Caso a empresa tenha comunicado a regularização da pendência e já tenha sido incluída no Simples Nacional, deve desconsiderar o edital.
A apresentação de impugnação somente deve ser feita se o contribuinte entender que foi impedido de aderir ao Simples Nacional por alguma pendência indevida. Lembrando que os contribuintes que tiveram o pedido de adesão ao Simples indeferido em decorrência de pendências com a União ou Município, deverão apresentar recursos junto à Receita Federal ou à própria prefeitura. Fonte Sefaz
Rede social é acusada de não retirar do ar o perfil de blogueiro. Imagem Canaltech
A defesa da rede social X informou nesta sexta-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai fazer o pagamento da multa de R$ 8,1 milhões aplicada pelo ministro Alexandre de Moraes.
No documento enviado ao ministro, os advogados afirmaram que para a realização do pagamento é necessário o desbloqueio de R$ 7,2 milhões que estão depositados em conta do Banco do Brasil. De acordo com o X, com a liberação do valor, a quantia restante de 817,8 mil será paga pela empresa, e o saldo da dívida será quitado.
“Considerando que o valor de R$ 7.282.135,14 permanece bloqueado, o X Brasil, respeitosamente requer a imediata transferência de tal montante para sua conta bancária, para que possa viabilizar o pagamento da multa imposta nestes autos, com o consequente depósito apenas do saldo remanescente”, solicitou a defesa.
Moraes determinou nesta quinta-feira (20) o pagamento da multa no processo no qual a rede social é acusada de deixar de retirar do ar o perfil do blogueiro Allan dos Santos após a divulgação de conversas falsas atribuídas a uma jornalista.
A conta foi suspensa, mas os dados cadastrais do perfil não foram enviados ao STF porque o X informou que não guarda os dados. A empresa recorreu da decisão, mas os recursos foram rejeitados pelo ministro.
A decisão de Moraes ocorre no momento em que o grupo de mídia do presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, e a rede social Rumble, que foi suspensa no Brasil, recorrem à Justiça norte-americana para acusar o ministro de “censurar” as plataformas e suspender contas de usuários. Fonte agência brasil
A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. Foto MA
O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos.
De acordo com a climatologista Francis Lacerda, pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, estratégias de agroecologia podem retardar esses efeitos e diminuir a ameaça de insegurança alimentar. Pelo menos por enquanto. “Existem práticas que podem ainda reduzir esses efeitos. Eu digo ainda porque daqui a pouco não vai poder mais”, alerta a especialista.
A primeira missão é reflorestar. “Uma prática que se faz muito na agroecologia é o consórcio. Você planta uma árvore frutífera e, do lado, você planta uma leguminosa, feijão, milho, faz esse plantio todo junto… E essas plantas vão interagir de uma forma que vão beneficiar umas às outras. Tem uma que vai buscar água lá no fundo, porque a raiz dela é pivotante, mas outra que não consegue. Aquelas plantas que não aguentam muita incidência de radiação ficam melhores [quando] associadas a árvores grandes, que fazem sombra para elas. A gente precisa fazer um reflorestamento e implementar esse modelo do sistema agroflorestal,” diz a especialista.
Ela acrescenta que a diversificação de culturas favorece a fertilidade e proteção dos solos, além de reduzir os riscos de pragas e doenças, “contribuindo para a não utilização de agrotóxicos e garantindo ao agricultor vantagens ambientais e financeiras, tais como investimentos mais baixos e colheita de produtos diversificados, evitando riscos econômicos provenientes de condições climáticas extremas”.
Mudanças surpreendem agricultores
A climatologista lembra que a grande maioria dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras é produzida por agricultores familiares, que se veem cada vez mais surpreendidos com as mudanças no clima.
“Porque eles não conseguem mais ter as práticas que tinham de plantar em tal período, de colher em outro. E geralmente quando a gente tem essas ondas de calor, [o total] de alguns organismos no ecossistema que são mais resilientes – insetos, fungos e bactérias – aumenta muito e eles arrasam com a produção”, acentua.
Por isso, Francis defende também políticas públicas de implementação de tecnologias para que as comunidades consigam captar e armazenar a própria água e gerar a energia consumida, ficando menos vulneráveis aos efeitos climáticos.
Deve-se “dar autonomia a essas comunidades para produzir o próprio alimento dentro dessas condições, e ainda fazer o reflorestamento da sua propriedade, é possível, é barato e os agricultores querem”, salienta.
Enquanto isso não é feito em larga escala, a incidência de algumas espécies vegetais endêmicas dos biomas brasileiros está diminuindo, de acordo com a climatologista, “inclusive espécies adaptadas para se desenvolver em áreas secas e quentes”.
Água nas raízes
“O umbuzeiro, por exemplo, uma planta que é uma referência para o semiárido. Ela é muito resiliente e guarda água nas suas raízes porque está acostumada a lidar com as secas. Os umbuzeiros estão sumindo da paisagem porque eles não conseguem mais se adaptar a essas variáveis climáticas atuais”, avalia.
A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco diz também que essas lições podem ser aplicadas ao meio urbano, “reservando espaços na cidade que possam servir para o cultivo de alimento, como quintais produtivos e farmácias vivas. Mas é preciso ter uma política pública que oriente e que financie. Porque quem tem dinheiro manda buscar a comida, mas sem justiça social não se combate as mudanças climáticas. É preciso pensar em formas inovadoras de produzir e garantir a segurança hídrica, energética e alimentar para as populações do campo e da cidade”, finaliza. Fonte agência brasil