O setor de fragrâncias de prestígio consolidou-se como o principal motor do mercado de beleza nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2025, movimentando US$ 3,9 bilhões. Mesmo em um cenário econômico onde o consumidor prioriza o custo-benefício, o segmento registrou uma alta de 6%, superando categorias tradicionais como maquiagem e cuidados com a pele. O dado faz parte do novo levantamento da Circana, LLC, que aponta um faturamento total de US$ 16 bilhões para o varejo de luxo no período.
Diferente de outros setores que enfrentam estabilidade, os perfumes apresentaram crescimento em todas as frentes: volume de vendas, preço médio e volume de lançamentos. O relatório destaca a busca por concentrações mais altas, como eau de parfum e extratos, além do salto de 15% nas versões miniatura e frascos de viagem.
Impulsionada por lançamentos estratégicos e pela busca por itens de alto custo-benefício, a categoria de fragrâncias de luxo faturou bilhões, tornando-se o pilar de crescimento do setor de beleza Foto: Reprodução/Freepik
O sucesso das novas marcas e a expansão de 17% no varejo de massa refletem a busca por fragrâncias de alta performance com valores acessíveis. Nesse cenário, o Perfume ARMAF Club De Nuit Woman exemplifica a tendência ao oferecer a intensidade e elegância dos extratos de luxo por um custo-benefício atraente. Essa migração para itens de prestígio acessível justifica a resiliência do setor mesmo em tempos de consumo cauteloso.
Se os perfumes reinam no luxo, o cuidado com a pele vive um movimento inverso. O mercado de massa superou o de prestígio, que registrou queda de 1% no faturamento (totalizando US$ 4,6 bilhões). O fenômeno é explicado pela força das marcas “masstige”, que oferecem qualidade premium com preços competitivos. Em contrapartida, os tratamentos capilares e cuidados com o couro cabeludo mantiveram o otimismo, avançando 19%.
A categoria de maquiagem de prestígio teve o desempenho mais discreto do semestre, com alta de apenas 1% (US$ 5,2 bilhões). O setor sobrevive graças aos produtos híbridos e ao sucesso isolado de itens para lábios, delineadores e rímel. No varejo popular, contudo, a maquiagem segue em declínio, refletindo uma seletividade maior do comprador. Fonte Alan Santana
Muito aprendizado e troca de experiências marcaram a excursão técnica de cafeicultores de Baixo Guandu ao Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo (Cecafes), localizado na Fazenda Experimental do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), em Venda Nova do Imigrante. Realizada na última terça-feira (3/02), a atividade foi viabilizada pelo projeto Cafeicultura Sustentável, coordenado pelo Incaper.
Participaram da visita 17 produtores de café conilon e arábica, todos da agricultura familiar. A iniciativa foi organizada pelo Escritório Local de Desenvolvimento Rural (ELDR) de Baixo Guandu e teve como foco ampliar o conhecimento sobre práticas que agregam valor ao café, com ênfase na produção de cafés especiais.
Participaram da visita 17 produtores de café conilon e arábica de Baixo Guandu
“Nosso propósito é impulsionar a produção de cafés especiais em Baixo Guandu, agregando valor e promovendo desenvolvimento no campo. O Incaper acompanha de perto esse processo para que ele seja conduzido com base na sustentabilidade”, destacou a extensionista Michelli Izoton Sossai, do ELDR do município.
Segundo a extensionista, estão previstas para este ano novas ações coletivas voltadas ao aprimoramento da produção em diferentes etapas da cadeia produtiva do café em Baixo Guandu, que produz, em média, 6 mil toneladas de grãos (conilon e arábica) por ano.
Para o produtor Guilherme Feller Rocon, a visita contribuiu para ampliar a compreensão sobre os cuidados necessários ao longo de todo o processo produtivo. “Conhecemos técnicas e procedimentos que fazem diferença na produção de um café de qualidade. Cada etapa conta, da lavoura ao pós-colheita, da secagem à bebida final”, afirmou.
Sobre o Cecafes
Vinculado ao Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPDI) Serrano do Incaper, o Cecafes atua na valorização dos cafés especiais capixabas, oferecendo capacitação, difusão de boas práticas de pós-colheita, classificação e apoio técnico aos produtores, em articulação com a pesquisa, a extensão e instituições parceiras.
Projeto Cafeicultura Sustentável
Com foco na adoção de práticas sustentáveis e na melhoria da qualidade do café em todas as regiões capixabas, o projeto Cafeicultura Sustentável integra o Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cafeicultura do Espírito Santo, coordenado pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), com financiamento do Programa Inovagro, conduzido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).
fonte e foto Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão do pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.
Pela decisão, os Três Poderes têm prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento das verbas indenizatórias sem base legal.
Na decisão, ministro diz que há um “fenômeno da multiplicação anômala”. foto stf
Na decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.
“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.
A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.
Confira mais informações sobre a determinação do ministro Dino no Repórter Brasil, da TV BrasilNa decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.
“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.
A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.
Império dos penduricalhos
Flávio Dino também defendeu que o Congresso aprove uma lei para deixar claro quais as verbas indenizatórias podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional, que é equivalente ao salário dos ministros do Supremo.
“Por este caminho, certamente será mais eficaz e rápido o fim do império dos penduricalhos, com efetiva justiça remuneratória, tão necessária para a valorização dos servidores públicos e para a eficiência e dignidade do serviço público”, ressaltou.
A suspensão dos penduricalhos foi decidida em um processo no qual Dino negou o pagamento de auxílio-alimentação retroativo a um juiz de Minas Gerais. Com agencia brasil
A antecipação do 13º do INSS em 2026 deve colocar dinheiro extra no bolso de milhões já no primeiro semestre. O pagamento será dividido entre abril e maio e segue regras específicas de cálculo, descontos e ordem por número do benefício.
Como vai funcionar a antecipação do 13º do INSS em 2026?
A estratégia de liberar o abono anual do INSS antes do fim do ano virou prática recente e continua em 2026. O objetivo é reforçar o orçamento das famílias e estimular o consumo logo após o período de maiores despesas com impostos e contas fixas.
O valor será pago em duas parcelas, junto com a folha mensal, seguindo o dígito final do Número do Benefício. A divisão mantém o modelo usado nos últimos anos, com metade primeiro e o restante depois com ajustes legais aplicados.
A antecipação do 13º do INSS em 2026 será paga em duas parcelas, em abril e maio. A primeira corresponde a 50% do benefício sem descontos. foto bc
Quem tem direito ao pagamento do abono do INSS?
O 13º salário dos segurados não é liberado para todos os programas assistenciais. A regra vale para benefícios previdenciários específicos. Veja exatamente quem entra no pagamento na lista completa a seguir.
Aposentados por idade, tempo de contribuição ou invalidez recebem o abono anual
Pensionistas por morte entram no calendário das duas parcelas
Beneficiários de auxílio reclusão e auxílio acidente têm direito proporcional
Segurados com Auxílio Incapacidade Temporária também recebem valor calculado pelo período
Benefício de Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia não recebem 13º conforme a regra vigente
omo é feito o cálculo das duas parcelas do 13º?
A primeira parcela do 13º corresponde a 50% do valor bruto do benefício mensal. Esse depósito vem sem desconto de Imposto de Renda, o que faz o crédito cair praticamente integral na conta do segurado.
A segunda parcela do abono paga o restante do valor total, mas já com retenções obrigatórias, como Imposto de Renda quando aplicável. O cálculo considera o total devido menos a primeira parte e os descontos legais previsto
Quando cada parcela deve cair na conta do beneficiário?
O calendário do 13º antecipado seguirá a lógica tradicional do INSS, organizada pelo final do benefício e pela faixa de valor recebido. A ordem começa pelos menores benefícios e avança de forma escalonada, como você vê nos pontos práticos a seguir.
Primeira parcela prevista para abril de 2026 com início pelos finais 1 a 5 de até um salário mínimo
Segunda parcela prevista para maio de 2026 seguindo o cronograma mensal regular
Consulta liberada no Meu INSS com extrato detalhado antes dos depósitos
Com a liberação antecipada e regras claras de cálculo, o 13º do INSS vira uma ferramenta direta de organização financeira para quem depende do benefício ao longo do ano.
A Bertolini Móveis, empresa do Grupo Bertolini que produz móveis de aço e madeira para a casa, estará novamente na Movelpar Home Show, que será realizada em Arapongas (PR), de 3 a 5 de fevereiro. Voltada ao varejo, a feira é uma importante vitrine para lançamento de produtos, um sinalizador das principais tendências do setor moveleiro e espaço de negócios e networking. A Bertolini levará ao evento linhas de produtos já conhecidas no mercado – Bossa Nova, Serena, Evidence, Estilo, Bella, Dona Maria, Essência e Colors – e os lançamentos: novos módulos da Dona Maria, Cozinha Essência na cor Areia e Linha Multi.
Fabricante brasileira, que é presença tradicional no evento em Arapongas (PR), apresentará ao varejo lançamentos e linhas para casa.
A linha Dona Maria representa os mais de 55 anos de tradição da Bertolini na produção de móveis em aço, com design clássico e ótimo custo-benefício. A novidade é a inclusão de novos módulos à linha, com lançamento para o varejo durante a feira, ampliando o mix de escolhas e permitindo composições que se adaptam melhor aos diferentes tamanhos de casas.
Na linha Essência, a grande novidade é a cor Areia, inclusive com a possibilidade de acabamento em vidro. As peças já estavam disponíveis na cor Pecan (cinza quente), com acabamento em palha sextavada. Os módulos de 40cm em aço oferecem praticidade ao dia a dia, conforto e durabilidade. Na Essência e em todas as linhas em aço da marca estão presentes alta durabilidade, aço 100% tratado e gavetas em aço com abertura total.
Outro lançamento, a linha Multi é ideal para compor casa, escritório ou apartamento, combinando o visual inovador e multifuncional à tradição da Bertolini. Em aço e madeira, a linha disponibiliza onze opções de módulos para diferentes composições e estilos, contam com design exclusivo e em duas opções de cores: grafite e branco. Os módulos aéreos e de chão são soltos e podem ser usados em cozinhas, salas, dormitórios, banheiros, lavanderias, home office e espaços comerciais e industriais. O grande diferencial é que todos os modelos vêm com portas em aço 100% tratado e com pintura eletrostática – de alta resistência e durabilidade – e caixa em MDP melamínico.
Para conhecer todas as novidades, a Bertolini receberá o público no Setor O, estande 4. As equipes comercial, de marketing e representantes da marca estarão disponíveis para apresentar os produtos e lançamentos e suas funcionalidades.
A Bertolini Móveis é uma das unidades de negócios do Grupo Bertolini, que mantém negócios em 25 países. As empresas estão instaladas em mais de 120 mil metros de área construída que manufaturam mais de 500 toneladas de chapas de madeira reflorestadas e mais de 4,2 mil toneladas de aço por mês, para a produção de móveis.
Sobre o Grupo Bertolini O Grupo Bertolini está consolidado com as marcas Bertolini Móveis (1977), Bertolini Sistemas de Armazenagem (1984), Evviva Móveis Planejados (2002), Logber Logística (2010), Bertolini fornecedora de tubos, slitter e chapas de aço (2013) e Save Space (2022). Atualmente, está presente no Brasil com unidades produtivas e escritórios em Bento Gonçalves (RS), Colatina (ES), Cabo de Santo Agostinho (PE) e também no exterior, com unidades de negócio nos Estados Unidos, México e Colômbia.
As empresas do grupo: Bertolini Sistema de Armazenagem: oferece sistemas modernos e seguros no território nacional e em países como Uruguai e Bolívia. Entre seus produtos e serviços de maior destaque estão Drive in, Cantilever, Mezanino, Dinâmico, Push Back, Flow Rack, Bases Móveis e estruturas autoportantes.
Bertolini Móveis: especializada na produção de móveis modulares em aço e madeira. Está presente em todos os estados do Brasil e em mais de 25 países. Possui unidades em Bento Gonçalves (RS), Colatina (ES) e Cabo de Santo Agostinho (PE), além de Colômbia, México e Estados Unidos.
Save Space: oferece soluções para aproveitamento inteligente dos espaços por meio do desenvolvimento e produção de móveis compactos e multifuncionais.
Evviva: móveis planejados de alto padrão para cozinhas, dormitórios, livings, banheiros, ambientes corporativos e outros. Possui franquias em todo o Brasil e no exterior.
Bertolini Tubos fornecedora de tubos, slitter e chapas de aço: processando aços nas especificações Fina Frio, Fina Quente e Galvanizados, a Bertolini tem estrutura tecnológica para atender a indústrias automotivas, de implementos agrícolas e rodoviários, máquinas e equipamentos, além de fabricantes do setor moveleiro, metalúrgico e da construção civil.
Logber Logística: empresa de logística que atende o Grupo Bertolini e outras empresas dos segmentos moveleiro, vinícola, autopeças, embalagens, metalúrgico, têxtil e outros, em mais de 1900 cidades do Brasil. Possui frota própria e terceirizada, com mais de 200 veículos. Atende todo Brasil por meio de unidades logísticas próprias posicionadas estrategicamente nos estados do Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Pernambuco.
fonte e foto Thamy Spencer | Larissa Rizzon | Ricardo Dini Dinâmica Conteúdo Inteligente
Pela primeira vez na história, o setor produtivo de rochas naturais do Brasil é tema de uma sessão solene no Congresso Nacional, realizada a pedido da bancada de deputados federais do Espírito Santo, maior estado exportador do segmento. A cerimônia está marcada para o dia 11 de fevereiro, às 11 horas, no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados, em Brasília, sob a condução do líder da Bancada Capixaba, o deputado federal Josias Da Vitória. A iniciativa representa um reconhecimento institucional inédito à relevância econômica, social e estratégica do arranjo produtivo de rochas naturais para o desenvolvimento do país.
Tales Machado, presidente da Centrorochas, que vai representar a entidade na sessão solene.
A sessão solene integra a agenda oficial do Legislativo e configura uma homenagem parlamentar ao setor de rochas naturais. O segmento é representado nacionalmente pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) e conta com a participação de entidades e instituições que atuam diretamente nos principais polos produtivos do país, como o Sindirochas (Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo), o Sinrochas (Sindicato Intermunicipal da Indústria de Beneficiamento de Mármores, Granitos e Rochas Ornamentais no Estado de Minas Gerais) e o Simagran (Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos do Estado do Ceará), sindicatos patronais dos três maiores estados exportadores de rochas naturais do Brasil, respectivamente, Espírito Santo, Minas Gerais e Ceará.
Também participam da cerimônia o Cetemag (Centro Tecnológico do Mármore e Granito) e a Rochativa (Associação de Atividades Sociais do Setor de Rochas Ornamentais do Espírito Santo), reforçando a dimensão técnica, social e institucional do setor, que responde por cerca de 480 mil empregos diretos e indiretos no país.
Cerimônia inédita vai reconhecer um dos setores mais internacionalizados da indústria brasileira, com forte impacto econômico, geração de empregos e divisas e presença em todas as regiões do país
O Brasil figura entre os principais protagonistas globais do setor de rochas naturais. É o 4º maior produtor mundial e o 5º maior exportador, com participação de 7% no comércio internacional do segmento. O país detém ainda a maior diversidade geológica do mundo, com mais de 1.200 variedades de materiais, reconhecidas pela qualidade, resistência e estética singular.
Em 2025, o setor brasileiro de rochas naturais registrou recorde histórico de exportações, alcançando US$ 1,48 bilhão, crescimento de 17,5% em relação ao ano anterior. As vendas externas alcançam 132 países, com destaque para os Estados Unidos, principal destino, responsáveis por 53,6% das exportações, seguidos por China, Itália, México, Reino Unido e Espanha.
Vale ressaltar que o Espírito Santo se consolida como o maior polo exportador do país, concentrando 78,5% do valor exportado em 2025, com aproximadamente US$ 1,2 bilhão, além de responder por cerca de 30% dos empregos do setor no Brasil e por 10% do PIB estadual. Minas Gerais, Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte também se destacam como importantes polos produtivos e exportadores.
Além da relevância econômica, o setor de rochas naturais brasileiro avança de forma consistente em sustentabilidade, inovação e tecnologia. Mais de 95% da água utilizada no processo produtivo é reutilizada, há crescente uso de energia renovável, reaproveitamento integral de materiais e desenvolvimento de soluções de economia circular, como o FiBRO, a remineralização de solos e o uso de subprodutos na construção civil e na mineração.
A sessão solene também irá destacar a importância de um ambiente regulatório compatível com a realidade do setor, especialmente nos campos ambiental, mineral, logístico e de infraestrutura.
Para a Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas), entidade que reúne mais de 470 empresas associadas e apoiadas, distribuídas em 17 estados, os avanços nessa agenda são fundamentais para ampliar a competitividade internacional do Brasil, preservar empregos, estimular investimentos e garantir previsibilidade às empresas.
Na ocasião, a associação nacional irá prestar homenagens a autoridades e instituições que contribuem de forma decisiva para o fortalecimento do setor, com destaque para a parceria com a ApexBrasil, responsável por ações estruturantes de promoção internacional das rochas naturais brasileiras e pelo fortalecimento da presença do país nos principais mercados globais.
SERVIÇO:
Sessão Solene em Homenagem ao Setor Produtivo de Rochas Naturais do Brasil
Data: 11 de fevereiro de 2026
Horário: 11h
Local: Plenário Ulysses Guimarães – Câmara dos Deputados, Brasília (DF)
Sobre a Centrorochas
A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) está presente em todas as demandas nacionais para aumentar a competitividade do setor de rochas naturais. A associação ainda atua diretamente dando suporte nos trâmites relacionados à presença do empresário brasileiro no exterior combinando com atividades comerciais e operacionais relativas ao desenvolvimento e evolução das empresas brasileiras.
A associação representa empresas de toda a cadeia produtiva do setor, abrangendo mineração, transformação industrial e exportação de rochas naturais. São mais de 470 empresas entre associadas e apoiadas, distribuídas em 17 estados brasileiros e presentes em todas as regiões do país, sendo 76% localizadas no Sudeste, 17% no Nordeste, 3% no Sul, 3% no Centro-Oeste e 1% na região Norte.
Pressionado pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou 2025 com déficit primário de R$ 61,69 bilhões, o equivalente a 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).
O número foi divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, junto com o resultado de dezembro. No último mês do ano, houve superávit primário de R$ 22,1 bilhões.[
Déficit teve aumento real de 32,3% em relação a 2024, foto bc
“O resultado [do ano] conjugou um superávit de R$ 255,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central e um déficit de R$ 317,2 bilhões na Previdência Social (RGPS). Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (R$ 79,1 bilhões)”, explicou o Tesouro Nacional.
O déficit no ano teve aumento real (descontada a inflação) de 32,3% em relação a 2024, quando o déficit primário tinha ficado em R$ 42,92 bilhões (0,36% do PIB), puxado pelos gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e também pelo crescimento de gastos obrigatórios da Previdência Social e BPC.
O resultado do ano passado veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 68,21 bilhões em 2025.
O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal estabelecem meta de déficit primário zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto para cima ou para baixo, para o Governo Central. No limite inferior da meta, isso equivale a déficit de até R$ 31 bilhões.
Ao considerar apenas os gastos dentro do arcabouço fiscal, o déficit primário ficou em R$ 13 bilhões (0,1% do PIB). Ou seja, estão excluídos da meta R$ 48,68 bilhões de compensações autorizadas, como o pagamento de precatórios excedentes, despesas para ressarcimento dos descontos indevidos dos benefícios previdenciários, despesas temporárias de educação e saúde e gastos em projetos estratégicos de defesa.
O déficit de 2025 poderia ter sido ainda maior não fosse o empoçamento de R$ 8 bilhões, que são os recursos empenhados (autorizados) que não conseguem ser gastos pelo governo, como emendas impositivas ou gastos vinculados que não podem ser remanejados dentro do mesmo ministério.
No ano de 2025, entre os destaques para o crescimento das receitas estão:
R$ 43,56 bilhões (5,2%) na arrecadação com o imposto de renda, em especial com rendimentos do trabalho, rendimentos do capital e rendimentos dos residentes no exterior, além de aumento no Imposto de Renda Pessoa Física;
R$ 15,4 bilhões (21,3%) com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), decorrente da maior arrecadação com operações de câmbio (saída), crédito a pessoas jurídicas e títulos e valores mobiliários;
R$ 13,7 bilhões (38,3%) com outras receitas administradas pela Receita Federal, cujo resultado decorreu, em parte, de maiores recolhimentos de participação da União nas receitas de loteria;
R$ 37 bilhões (5,4%) com receita previdenciária, refletindo o dinamismo do mercado de trabalho, o crescimento real dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha;
R$ 14,8 bilhões (11,7%) com exploração de recursos naturais, explicada, majoritariamente, pela maior arrecadação na área do pré-sal e pelo recebimento, em 2025, de recursos derivados da celebração de acordo referente à Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte, bem como de leilão de alienação dos direitos e obrigações da União.
Porém, houve queda de R$ 26,3 bilhões (34,3%) nas receitas em dividendos e participações, justificado especialmente pela redução nos pagamentos da Petrobras e BNDES.
Pelo lado das despesas, os principais aumentos foram:
R$ 41,4 bilhões (4,1%) em benefícios previdenciários;
R$ 10,8 bilhões (9,1%) com BPC. Esses dois primeiros itens influenciados pelo aumento do número de beneficiários e pela política de reajuste do salário-mínimo;
R$ 16,9 bilhões (4,3%) com pessoal e encargos sociais, em razão dos reajustes concedidos aos servidores públicos do Poder Executivo;
R$ 10 bilhões (19,7%) com a complementação da União ao Fundeb;
R$ 11,9 bilhões (6,1%) com despesas discricionárias.
Por sua vez, houve redução de R$ 20,7 bilhões (76,3%) com gastos extraordinários, em razão das ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul no ano de 2024, o que não houve em 2025. Com agência brasil
A Cooabriel inicia o ano com ações voltadas à diversificação de atividades, buscando atuar de forma mais consistente no mercado de pimenta-do-reino, movimento impulsionado pela incorporação da Coopbac, cooperativa reconhecida pela expertise consolidada n o segmento de especiarias.
Dentro dessa estratégia, a cooperativa se faz presente na Gulfood 2026, principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio, com data de 26 a 30 de janeiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O evento é considerado uma das maiores vitrines globais do setor, reunindo compradores, distribuidores e líderes do mercado internacional.
Gulfood 2026, principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio, com data de 26 a 30 de janeiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
Considerada histórica, a 31ª edição da feira contará com mais de 8.500 expositores, representantes de 195 países e a apresentação de mais de 1,5 milhão de produtos, distribuídos pela primeira vez em dois locais de exposição, de forma simultânea: Dubai World Trade Centre e Dubai Exhibition Centre.
A participação da Cooabriel no evento é uma ação estratégica, com foco na ampliação de mercados, no fortalecimento do relacionamento com clientes já consolidados e na prospecção de novas oportunidades comerciais.
Segundo o coordenador de exportação da Cooabriel, Filipe Pirola da Silva, que representa a cooperativa na Gulfood, a feira oferece uma oportunidade qualificada de conexão com distribuidores e importadores internacionais. “É uma excelente oportunidade para expandir nossa rede de contatos e fortalecer parcerias estratégicas em um dos eventos empresariais mais relevantes da cadeia mundial de alimentos”, destaca.
Outro aspecto importante da participação em eventos internacionais é a oportunidade de se atualizar sobre as novidades e os movimentos do setor, conforme avalia o superintendente geral da Cooabriel, Carlos Augusto Pandolfi. “Estar presente em um evento como esse permite ver de perto as tendências e novidades do setor, acompanhar as mudanças do mercado e buscar as melhores soluções para os nossos cooperados”, afirma.
Além de apresentar os grãos da especiaria, a cooperativa leva no portfólio o café conilon, seu principal produto de atuação.
Empreendedores que desejam aderir ou regressar ao Simples Nacional têm até sábado (31) para fazer o pedido. O prazo vale tanto para empresas que nunca optaram pelo regime quanto para aquelas que foram excluídas e querem reingressar. Regime que permite o pagamento de tributos de forma simplificada, o Simples é destinado a microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).
Para optar pelo regime, a empresa precisa ter Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição municipal e, quando exigível, inscrição estadual. O pedido é feito exclusivamente pela internet, no Portal do Simples Nacional, com acesso por certificado digital ou código de acesso.
Pedido é online e vale para MEI, micro e pequenas empresas. FOTO FECOMÉRCIO
Após o pedido, o sistema faz uma verificação automática de pendências com a Receita Federal, os estados e os municípios. Se não houver irregularidades, a opção é aprovada. Caso existam débitos ou inconsistências, o pedido fica “em análise” até a regularização. O acompanhamento pode ser feito no próprio portal. O resultado dos pedidos está previsto para a segunda quinzena de fevereiro.
Empresas que já estão no Simples e não foram excluídas permanecem automaticamente no regime, sem necessidade de novo pedido. Entre os principais motivos de exclusão estão débitos tributários, excesso de faturamento, falta de documentos, parcelamentos pendentes e o exercício de atividades não permitidas.
Empresas excluídas por dívidas podem voltar ao Simples desde que regularizem todas as pendências até 31 de janeiro e façam novo pedido. A Receita Federal permite a regularização por meio de pagamento à vista, parcelamentos ou transações. Se o pedido for aprovado, o retorno ao regime tem efeito retroativo a 1º de janeiro.
Débitos com a Receita devem ser negociados pelo Portal do Simples Nacional; dívidas inscritas na Dívida Ativa da União, pelo Portal Regularize. Pendências estaduais ou municipais devem ser resolvidas diretamente com o órgão local. Quem perder o prazo só poderá pedir nova adesão em janeiro de 2027. Nesse período, a empresa passa a outro regime de tributação, como Lucro Presumido ou Lucro Real.
Situação dos MEI
Os MEI excluídos do Simples e desenquadrados do Simei também têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e pedir o retorno. O primeiro passo é verificar a situação do CNPJ no Portal do Simples. Em seguida o microempreendedor deve quitar ou parcelar débitos no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), com acesso via Gov.br.
Após regularizar os débitos, o MEI deve pedir a opção pelo Simples Nacional e, em seguida, o reenquadramento no Simei. Os pedidos são analisados de forma sequencial, e o enquadramento como MEI depende, obrigatoriamente, da aprovação prévia no Simples Nacional.
O Ministério do Empreendedorismo recomenda o acompanhamento diário do pedido, já que eventuais pendências apontadas durante a análise precisam ser resolvidas dentro do prazo legal para garantir a volta ao regime simplificado ainda neste ano. Com agência brasil
A Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que as convocações para efetivação das matrículas do ano letivo de 2026 foram retomadas. Elas serão realizadas nos dias 26 e 28 de janeiro e 2 de fevereiro. A chamada faz parte do processo da Chamada Pública Escolar e é fundamental para o preenchimento das vagas disponíveis na Rede Municipal de Ensino.
A convocação dos estudantes ocorre diretamente aos responsáveis, por meio de mensagem SMS, informando a disponibilidade de vaga. Além disso, o acompanhamento do processo pode ser feito a qualquer momento pelo Portal do Responsável, onde é essencial manter os dados atualizados para garantir o recebimento das notificações.
Chamadas acontecem nos dias 26 e 28 de janeiro e 2 de fevereiro. foto secom/pmc
Após a convocação, pais ou responsáveis têm o prazo de 48 horas para comparecer à unidade escolar indicada e apresentar a documentação exigida. O não comparecimento dentro do prazo resulta na perda da vaga, sendo necessário aguardar uma nova chamada.
A Secretaria de Educação reforça que, a partir do dia 9 de fevereiro, o processo entra em período regular: o cadastro de matrícula ficará aberto de forma contínua, com convocações realizadas todas as segundas e quartas-feiras, facilitando o acesso e a organização das famílias para o início do ano letivo.
Convocações e efetivação de matrículas
26 e 28 de janeiro de 2026 – Continuação das convocações e efetivação
02 de fevereiro de 2025 – Continuação das convocações e efetivação
09 de fevereiro de 2026 – Início do ano letivo
fonte e foto Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social