Espírito Santo se consolidou em 2024 como o quarto maior produtor de abacate do Brasil, responsável por 7,9% da produção nacional.
O cultivo de abacate vem ganhando força no Espírito Santo, impulsionado pelo crescimento do consumo de alimentos saudáveis e pela expansão das áreas produtivas no Estado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Espírito Santo se consolidou em 2024 como o quarto maior produtor de abacate do Brasil, responsável por 7,9% da produção nacional.
Ao todo, no ano passado, foram colhidas 33.735 toneladas da fruta, resultado de uma área cultivada de 1.344 hectares, o que representa crescimento de 18,2% na área e 14,1% na produção em relação ao ano anterior.
O secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, destacou a relevância econômica e social do cultivo de abacate no Estado.
“O abacate cultivado no Espírito Santo abastece o mercado interno e também é exportado, contribuindo para as economias local e nacional. Atualmente, o Estado conta com 572 estabelecimentos rurais com produção de abacate, dos quais 69% são da agricultura familiar. Em 2024, exportamos 71,1 toneladas, gerando US$ 96 mil em divisas apenas entre janeiro e agosto. No ano passado, foram 100 toneladas exportadas, que renderam US$ 238,8 mil. Os principais destinos são França e Espanha, responsáveis por 36,5% e 17,8% das divisas, respectivamente”, destacou Enio Bergoli.
O desempenho econômico também impressiona. O Valor Bruto da Produção (VBP) do abacate capixaba ultrapassou R$ 88,7 milhões em 2024, registrando alta de 106% em comparação a 2023, quando o valor era de R$ 43 milhões. Esses números reforçam a importância crescente da cultura na diversificação e fortalecimento da fruticultura capixaba.
De acordo com a Gerência de Dados e Análises da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), o Espírito Santo ficou atrás apenas de São Paulo (37,8%), Minas Gerais (31,7%) e Ceará (10,6%) no ranking nacional.
Produção por municípios
A produção capixaba de abacate é distribuída entre 31 municípios, com destaque para a Região Serrana. Venda Nova do Imigrante lidera o ranking estadual, respondendo por 46,2% da produção, com 15.600 toneladas. Em seguida vem Marechal Floriano com 4.500 toneladas (13,3%), Vargem Alta com 2.800 toneladas (8,3%) e Castelo com 2.400 toneladas (7,1%). Outros 27 municípios completam o mapa produtivo com volumes menores, consolidando o abacate como uma cultura em franca expansão no Espírito Santo.
Levantamento aponta que produtos importados como tênis, iPad e smartphones concentram as maiores cargas tributárias, enquanto itens nacionais e essenciais têm percentuais entre 31% e 47%. foto Envato
Presentear as crianças neste 12 de outubro vai exigir planejamento. Segundo levantamento do advogado tributarista Samir Nemer, com base em dados do site Impostômetro, os impostos embutidos nos principais itens procurados para a data podem chegar a 65% do valor final.
A lista de presentes dos pequenos mostra que o custo da diversão é alto. Enquanto um tênis importado tem 65,71% de impostos, um iPad e um smartphone vindos de outros países chegam a 63,18% e 62,46%, respectivamente.
“Produtos importados acumulam o imposto de importação além dos tributos tradicionais como IPI, ICMS, PIS e Cofins. Com o dólar valorizado, o preço final desses itens cresce ainda mais. Optar por produtos da indústria nacional pode representar economia significativa para as famílias”, explica Nemer, que é mestre em Direito Tributário e sócio do escritório FurtadoNemer Advogados.
A diferença entre produtos nacionais e importados é expressiva. O tablet fabricado no Brasil tem 47,90% de impostos. Já o smartphone nacional conta com 36,55% de tributos, quase metade do cobrado no produto estrangeiro.
Entre os brinquedos e artigos esportivos, os jogos de videogame têm 58,46% de impostos, o PlayStation, 51,46%, mochilas, 41,20%, enquanto bicicletas têm 40,28%. Itens como patinetes, carrinhos e bonecas chegam a 39,52%.
Já os produtos essenciais apresentam tributação mais moderada e lideram a preferência das famílias. Roupas têm 34,58% de tributos, tênis nacional, 36,02% e chinelo, 31,09%. Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) confirma essa tendência: roupas e calçados estão no topo da intenção de compra (43%), seguidos por bonecas (36%) e jogos educativos (26%).
Esse comportamento também se reflete no Espírito Santo, onde a expectativa é movimentar R$ 201,6 milhões, o maior volume desde 2008, segundo o Connect Fecomércio-ES – análise feita com dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Ainda de acordo com o Connect Fecomércio-ES, o setor de vestuário e calçados deve responder por 32,6% das vendas do período, seguidos por utilidades domésticas e eletroeletrônicos (23,4%), além de perfumarias (20,9%).
Advogado Samir Nemer, foto Fábio Nunes)
Para Nemer, o comportamento do consumidor indica um movimento de busca por equilíbrio entre necessidade e custo. “Produtos essenciais, como roupas e calçados, costumam ter tributação menor, o que naturalmente influencia na decisão de compra das famílias”, analisa.
O advogado tributarista reforça que conhecer a composição dos impostos é fundamental para decisões conscientes de compra. “Quanto maior o percentual de impostos, mais caro fica o produto. A sociedade precisa ter clareza sobre o que paga e cobrar dos governantes o retorno adequado em serviços públicos”, afirma.
Principais presentes do Dia das Crianças e suas cargas tributárias: Tênis importado – 65,71% iPad importado – 63,18% Smartphone importado – 62,46% Jogos de videogame – 58,46% PlayStation – 51,46% iPad nacional – 47,90% Piscina de plástico – 45,90% Skate e prancha de surfe – 46,38% Patins e bola de futebol – 44,46% Mochila – 41,20% Bicicleta – 40,28% Computador/notebook – 40,15% Patinete, carrinho, boneca e demais brinquedos – 39,52% Boné – 36,98% Ursos de pelúcia – 36,98% Smartphone nacional – 36,55% Violão – 36,50% Tênis nacional – 36,02% Teclado – 35,78% Guitarra e bateria – 34,58% Bermuda e camisa – 34,58% Calça jeans – 34,10% Chinelo – 31,09% Ingressos para teatro e cinema – 27,10% Hospedagem em hotel – 25,90% Passagem aérea – 22,10%
Fonte: Levantamento do advogado tributarista Samir Nemer, com dados do site Impostômetro. e texto Kelly Kalle
Recursos podem ser consultados e resgatados apenas no site oficial. foto banco central
Mais de 53 milhões de pessoas e empresas têm R$ 10,46 bilhões em valores esquecidos em instituições financeiras, informou nesta terça-feira (7) o Banco Central (BC). Desse total, R$ 8,08 bilhões pertencem a 48,4 milhões de pessoas físicas, enquanto R$ 2,37 bilhões estão em nome de 4,56 milhões de empresas.
Divulgadas com dois meses de defasagem pelo BC, as estatísticas do Sistema de Valores a Receber (SVR), referem-se a agosto de 2025. Esses recursos podem ser consultados e resgatados exclusivamente pela página valoresareceber.bcb.gov.br, que exige conta nível ouro ou prata e verificação em duas etapas no Portal Gov.br.
Segundo o BC e o Ministério da Fazenda, não há prazo limite para o saque dos valores, que permanecem guardados nas instituições até que o titular solicite o resgate. Em 2024, o Congresso autorizou o Tesouro Nacional a recolher os recursos, mas o Ministério da Fazenda afirma que o processo não está em andamento.
Apenas em agosto, os resgates somaram R$ 396,7 milhões. Desde o lançamento do sistema, em fevereiro de 2022, R$ 11,74 bilhões foram devolvidos. Desse total, 30,3 milhões de pessoas físicas recuperaram R$ 8,66 bilhões, e 3,2 milhões de empresas receberam R$ 3,08 bilhões.
Pequenos valores
A maior parte dos beneficiários tem direito a quantias baixas. De acordo com o BC, 64% dos correntistas possuem valores de até R$ 10, enquanto apenas 1,8% têm montantes acima de R$ 1 mil.
Os valores estão distribuídos principalmente entre bancos (R$ 5,9 bilhões), administradoras de consórcio (R$ 3,1 bilhões) e cooperativas de crédito (R$ 864 milhões). Também há recursos em instituições de pagamento, financeiras, corretoras e distribuidoras.
Entre as origens mais comuns dos valores esquecidos estão contas correntes e poupanças encerradas, tarifas cobradas indevidamente, cotas de cooperativas de crédito, recursos de consórcios encerrados e contas de pagamento com saldo residual.
Resgate gratuito e seguro
O BC reforça que todo o processo de consulta e resgate é gratuito e deve ser feito apenas pelo site oficial do Sistema de Valores a Receber. Quem tem chave Pix cadastrada pode optar pela devolução direta, recebendo o dinheiro em até 12 dias úteis. Quem não possui Pix precisa entrar em contato com a instituição financeira indicada pelo sistema para combinar a forma de pagamento.
No fim de maio, o BC informou que é possível habilitar um pedido automático de resgate de valores a receber, feito no próprio SVR. O processo pretende facilitar a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente o pedido de cada valor em seu nome.
Golpes
O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos, mesmo com a interrupção dos saques. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.
O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido. fonte agência do brasil
Movimentação tem aumentado no Espírito Santo devido à demanda por atividades voltadas às famílias, o turismo em alta e a realização de eventos. Segmento teve o melhor resultado em julho da série histórica, desde 2011, foto Freepik.
O setor de serviços segue mostrando sua força no Espírito Santo. Em julho, o volume de serviços registrou crescimento pelo quinto mês consecutivo, atingindo o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2011. A expansão foi puxada, principalmente, pelo aumento da demanda em áreas voltadas às famílias, pelo turismo em alta e pela realização de grandes eventos culturais, religiosos e corporativos no estado, que movimentaram bares, restaurantes, hotéis e o comércio.
As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base nos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em relação a julho de 2024, o Espírito Santo registrou avanço expressivo nos serviços prestados às famílias (8,6%), nos serviços de informação e comunicação (2,4%) e nos de transportes, auxiliares aos transportes e correio (0,7%). O resultado garantiu ao estado o primeiro lugar no ranking brasileiro da variação interanual do volume de serviços prestados às famílias, consolidando o Espírito Santo como protagonista nacional no segmento.
Para André Spalenza, coordenador do eixo Observa do Connect Fecomércio-ES, os números confirmam um movimento positivo de consolidação do setor. “A retomada da confiança dos consumidores, somada à diversificação da oferta turística e ao calendário de eventos, tem favorecido os serviços capixabas. O desempenho acima da média nacional mostra que o estado está conseguindo aproveitar oportunidades e se destacar no cenário brasileiro”, avaliou.
O bom desempenho também reflete o impacto direto do turismo em alta no estado. “O crescimento observado está ligado ao aquecimento do turismo e ao dinamismo de atividades que geram consumo imediato, como alimentação, lazer e transportes. Isso cria um ciclo virtuoso, pois fortalece a economia local, gera empregos e amplia a renda disponível para as famílias”, destacou Spalenza.
Com esse resultado, o Espírito Santo mantém uma trajetória sólida de expansão no setor de serviços em 2025. O cenário é de otimismo, já que a continuidade do crescimento reforça a importância do setor para o desenvolvimento econômico e social do estado, tendo boas expectativas para o restante do segundo semestre.
“O Espírito Santo se mantém competitivo e resiliente, com forte presença nos serviços voltados às famílias e no turismo, criando oportunidades de expansão em atividades de maior valor agregado e experiências qualificadas para a população”, complementou o coordenador.
A pesquisa completa, com os dados detalhados, pode ser acessada no site https://portaldocomercio-es.com.br.
Sobre o Sistema Fecomércio-ES A Fecomércio-ES integra a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e representa 405.455 empresas, responsáveis por 58% do ICMS arrecadado no estado e pelo emprego de 652 mil pessoas. Com mais de 30 unidades, tendo ações itinerantes e presente em todos os municípios capixaba- seja de forma física ou on-line-, o Sistema Fecomércio-ES atua em todo o Espírito Santo. A entidade representa 24 sindicatos empresariais e tem como missão contribuir para o desenvolvimento social e econômico do estado. O projeto Connect é uma parceria entre Fecomércio-ES e Faesa, com apoio do Senac-ES, Secti-ES, Fapes e Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI).
Alta se refere à comparação entre julho de 2024 e de 2025. Movimentação do comércio em geral subiu 4,3% entre janeiro e julho deste ano, taxa 2,5 vezes maior que a brasileira. foto Pexels.
O comércio do Espírito Santo mostrou mais uma vez a sua força. Enquanto grande parte do país enfrenta oscilações, o varejo capixaba segue em ritmo acelerado, sustentado principalmente pelo crescimento expressivo do setor de tecidos, roupas e calçados, que avançou 25,3% em julho deste ano na comparação com o mesmo mês de 2024.
Além disso, no acumulado do ano, entre janeiro e julho, o Espírito Santo registrou alta de 4,3% no volume de vendas do varejo, desempenho mais de 2,5 vezes superior à média brasileira (1,7%) e mais de três vezes maior que o Sudeste (1,3%). Entre os estados da região, Minas Gerais cresceu 1,8% e São Paulo, 1%. Já Rio de Janeiro sofreu retração de 2%.
As análises são do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com base nos dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“O Espírito Santo se consolida como líder regional e mostra vitalidade no consumo, mesmo em um cenário de cautela econômica no país”, afirmou André Spalenza, coordenador do eixo Observa do Connect Fecomércio-ES, o Observatório do Comércio.
O índice de volume de vendas do varejo capixaba chegou a 111,2 pontos, o terceiro maior para um mês de julho desde o início da série histórica em 2004, superando até períodos de recuperação econômica como 2022, marcado pelos estímulos pós-pandemia que ampliaram o acesso ao crédito.
No comparativo interanual, julho de 2025 registrou crescimento de 3,7% frente ao mesmo mês de 2024, desempenho que mais que dobrou a média do Brasil (1%) e do Sudeste (0,7%). Segmentos como móveis e eletrodomésticos (15,7%) e farmacêuticos, médicos e de perfumaria (11%) também apresentaram forte alta.
No varejo ampliado, que inclui veículos, motocicletas, partes e peças, materiais de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o Espírito Santo avançou 2,6% no acumulado do ano, enquanto o Brasil (-0,2%) e o Sudeste (-0,6%) encolheram. O destaque foi o atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo, que cresceu 28,3% em julho frente ao mesmo mês de 2024 e 24,6% no acumulado do ano (janeiro a julho).
“Os números mostram que o consumo no Espírito Santo tem se apoiado em setores de grande elasticidade, como o vestuário, e em segmentos essenciais, como o atacado de alimentos. Essa combinação contribui para a resiliência do varejo capixaba”, explicou Spalenza.
A manutenção da confiança dos consumidores nos últimos três anos, medida pelo Índice de Intenção de Consumo das Famílias na zona otimista (acima de 100 pontos), também ajudou a sustentar os bons resultados. “Aliado ao desempenho de setores estratégicos, esse ambiente de confiança reforça o papel do Espírito Santo como protagonista no varejo da região”, complementou o coordenador do Eixo Observa do Connect Fecomércio-ES.
A pesquisa completa, com os dados detalhados, está disponível no site portaldocomercio-es.com.br.
Sobre o Sistema Fecomércio-ES A Fecomércio-ES integra a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e representa 405.455 empresas, responsáveis por 58% do ICMS arrecadado no estado e pelo emprego de 652 mil pessoas. Com mais de 30 unidades, tendo ações itinerantes e presente em todos os municípios capixaba – seja de forma física ou on-line –, o Sistema Fecomércio-ES atua em todo o Espírito Santo. A entidade representa 24 sindicatos empresariais e tem como missão contribuir para o desenvolvimento social e econômico do estado. O projeto Connect é uma parceria entre Fecomércio-ES e Faesa, com apoio do Senac-ES, Secti-ES, Fapes e Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI). fonte Kelly Kalle – Sistema Fecomércio-ES
; Estudo aponta dificuldade crescente na contratação de profissionais qualificados; trabalho temporário surge como alternativa adotada por empresas; foto Reprodução/Freepik
A escassez de talentos se tornou um desafio global no mercado de trabalho. Em um cenário marcado pela digitalização acelerada e outras transformações estruturais, muitos profissionais ainda enfrentam dificuldades para atender às exigências de qualificação.
Esse foi o foco de um estudo divulgado pelo ManPowerGroup em 2025, que revelou que 74% das empresas no mundo têm dificuldades para encontrar funcionários qualificados. No Brasil, esse índice é ainda mais alto: 81% das companhias relatam o mesmo problema.
A pesquisa também analisou os setores mais impactados e os fatores que contribuem para essa realidade, indicando que a solução está longe de ser imediata.
Pesquisa aponta causas da escassez de talentos
Segundo os responsáveis pelo levantamento, transformações digitais e mudanças demográficas estão tornando os cargos mais complexos. Isso dificulta a adaptação dos candidatos, que muitas vezes não conseguem acompanhar o ritmo das novas exigências do mercado.
Embora o Brasil esteja entre os países mais afetados, nações como Alemanha, Israel e Portugal apresentam índices ainda mais elevados, com escassez próxima de 90%. O avanço do problema em território brasileiro é notável: em 2018, apenas 34% das empresas relatavam essa dificuldade.
Entre os setores mais prejudicados, transporte e logística lideram, com 91% das empresas enfrentando falta de mão de obra qualificada. Finanças, mercado imobiliário, energia e tecnologia da informação (TI) também estão entre os mais afetados.
Geograficamente, São Paulo concentra o maior índice, com 84% das empresas relatando escassez de talentos, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, a área de TI e Dados é considerada a mais difícil para contratação, acompanhando a média global.
Apesar do cenário, o estudo apontou estratégias adotadas por algumas empresas para minimizar o problema. Cerca de 40% dos empregadores afirmam investir na capacitação dos próprios colaboradores, enquanto 26% buscam contratar em novos polos.
Entre abril e junho de 2025, mais de 630 mil vagas temporárias foram abertas no país, crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, datas comemorativas e setores como indústria, agronegócio e e-commerce aumentam a demanda.
Regulamentado pela Lei 6.019/74, o trabalho temporário garante direitos como salário proporcional, férias e 13º salário, além de oferecer segurança jurídica e redução de custos operacionais para as empresas contratantes.
O modelo também contribui para a inclusão no mercado de trabalho, sobretudo entre jovens e pessoas com pouca experiência. Hoje, metade das vagas temporárias é ocupada por mulheres, demonstrando avanços em termos de equidade de gênero.
Com boas perspectivas para o segundo semestre, o trabalho temporário tende a se consolidar como um motor da economia nacional. No cenário atual, essa modalidade pode oferecer às empresas maior flexibilidade e agilidade nos processos de contratação. Fonte Alan Santana – jornalista
Projeção revisada para este ano é 2%. foto FABIO RODRIGUES-POZZEBOM/ AGÊNCIA BRASIL
O Banco Central (BC) divulgou, nesta quinta-feira (25), a projeção de crescimento de 1,5% para o Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade) em 2026. A instituição também revisou a projeção para 2025, passando de um crescimento de 2,1% para 2% ao final deste ano. Os dados fazem parte do Relatório de Política Monetária referente ao terceiro trimestre de 2025.
O relatório apresenta as diretrizes das políticas adotadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) e avalia a evolução recente e as perspectivas da economia, especialmente as projeções de inflação.
O BC afirma que mantém a expectativa de continuidade da moderada atividade econômica ao longo do segundo semestre de 2025 e que essa tendência deve se estender para 2026. Por conta de fatores como os efeitos, ainda incertos, do aumento das tarifas de importação pelos Estados Unidos, mas também de prognósticos mais favoráveis para a agropecuária e para a indústria extrativa, o BC revisou a projeção de crescimento de 2,1% do PIB apresentada no último relatório, de junho, para 2% em 2025.
Já para 2026, a expectativa é de manutenção da política monetária em campo restritivo e baixo nível de ociosidade dos fatores de produção, de desaceleração da economia global e ausência do impulso agropecuário observado em 2025. Por conta desses fatores, o crescimento deverá ser inferior ao deste ano, chegando a 1,5%.
O BC ressalta que a inflação no Brasil segue acima da meta e que esse cenário deverá se manter, conforme a pesquisa Focus, tanto em 2025 quanto em 2026, quando deverá chegar, respectivamente, a 4,8% e 4,3%.
A projeção divulgada no Relatório de Política Monetária é que apenas no primeiro trimestre de 2027, ela se aproxime do centro da meta, chegando a 3,4%. A meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CNM) é 3%, com intervalo de tolerância de menos 1,5 ponto percentual e mais 1,5 ponto percentual, isto é, de 1,5% a 4,5%.
Crédito
A projeção para o crescimento do saldo do crédito ofertado tanto para pessoas físicas quanto para empresas em 2025 aumentou, de acordo com o relatório, de 8,5% para 8,8%. Esse aumento é puxado principalmente pelo desempenho acima do esperado do crédito direcionado às empresas. Já para 2026, o crescimento desse saldo deverá ser menor, de 8%, apresentando uma redução no crescimento tanto do crédito a pessoas físicas como no de pessoas jurídicas.
Emprego
Outro destaque do relatório é o emprego. A análise mostra que o mercado de trabalho continua aquecido e a taxa de desocupação nos últimos meses foi menor do que a esperada pela instituição. A taxa de desemprego em agosto foi 4,3%. Na análise do BC, ainda historicamente baixa e próxima da faixa de oscilação dos últimos doze meses e do nível de equilíbrio estimado.
De acordo com o relatório, a geração de empregos com carteira desacelerou, mas continua forte. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), dessazonalizados pelo BC, foram gerados em média 113 mil empregos por mês no trimestre maio-julho, abaixo da média de 165 mil verificada no trimestre anterior. A desaceleração foi mais significativa na construção civil e na indústria de transformação.
O BC afirma, no entanto, que apesar do arrefecimento no último trimestre, a geração líquida de empregos permanece em patamar historicamente elevado: no acumulado do ano até julho atingiu 1,34 milhão, apenas 148 mil postos abaixo do verificado no mesmo período de 2024.
O rendimento médio do trabalho medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad Contínua mantém crescimento alto em termos reais. No trimestre encerrado em julho, a variação acelerou para 1%, ante 0,6% no trimestre anterior, impulsionada pelos ganhos entre trabalhadores informais.
“A gente vem renovando a mínima sobre desemprego, de maneira sucessiva. O mercado trabalho vem mostrando bastante resiliência, com desemprego na mínima histórica e renda na máxima histórica”, diz o presidente.
E acrescenta: “Para a gente, o pior cenário que existe para o trabalhador, aquele com a maior queda de renda do trabalho, é quando a gente tem uma inflação elevada. Então, é importante que essa boa performance que se viu nos últimos anos da atividade econômica e do mercado de trabalho seja preservada, preservando a renda do trabalhador. Como é que você preserva a renda do trabalhador? Colocando a inflação na meta, permitindo que ele tenha uma inflação baixa, uma inflação não seja um tema na vida das pessoas.”
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter o impulso que a demanda aquecida provoca no aumento de preços. Os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, freando a atividade econômica. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
“O papel do, do banqueiro central é um pouco mais difícil do que de outras autarquias e secretarias, porque às vezes ele tem que desagradar um pouquinho, né?”, comentou Galípolo, que reforçou que os indicadores de emprego e salário reforçam que a atuação do BC tem sido acertada: “Dá mais convicção de que o caminho é esse mesmo e é o que deve ser feito”.
fonteMARIANA TOKARNIA – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL
Com a proximidade do fim do prazo para envio do projeto que estabelece a Lei Orçamentária Anual (LOA) – 30 de setembro. Foto: Paula Ferreira
Com a proximidade do fim do prazo para envio do projeto que estabelece a Lei Orçamentária Anual (LOA) – 30 de setembro – , o presidente da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa, deputado Mazinho dos Anjos (PSDB/ES), aproveitou a reunião desta segunda-feira (22) para alertar os demais parlamentares da Casa para que se organizem quanto à elaboração das emendas.
“É bom que os deputados fiquem atentos e já se articulem para protocolarem suas emendas. Assim que o projeto chegar, o presidente deve encaminhar à comissão e vamos abrir o prazo para as emendas. O prazo é curto e é importante que os deputados já deixem tudo preparado”, disse Mazinho.
A LOA é o planejamento governamental sob o ponto de vista físico-financeiro e compreende o orçamento fiscal referente aos Poderes do Estado, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público; o orçamento de investimento das empresas em que o Estado, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; e o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta e indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
Projetos analisados
A Comissão de Finanças aprovou cinco dos sete projetos da ordem do dia. Dois projetos tiveram sua votação adiada pelo presidente do colegiado, por serem temas mais polêmicos e porque os relatores não estavam presentes.
Dos cinco projetos apreciados e aprovados, três se relacionam com o incentivo ao turismo do Espírito Santo: um cria a Rota dos Ipês, em Domingos Martins, de iniciativa do deputado Marcelo Santos (União/ES).
Também foram aprovadas a garantia de carteira de identificação de pacientes hemofílicos, de autoria do deputado Dr. Bruno Resende (União/ES), e a concessão de adicional de insalubridade a policiais civis que exercem a função de examinador veicular – vistoriador no Espírito Santo, de autoria do deputado Delegado Danilo Bahiense (PL/ES).
Como a Comissão de Finanças é a última a emitir parecer para as propostas que tramitam na Casa, os projetos aprovados nesta segunda estão aptos a serem incluídos na pauta de votações da sessão. fonte ales
Após uma “firme elevação de juros”, o Comitê optou por “interromper o ciclo e avaliar os impactos acumulados”. A intenção é, de acordo com a ata, manter a taxa de juros atual “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.
“O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, afirma o documento.
Cenários interno e externo
Na Ata, o Comitê cita a conjuntura econômica dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país como fatores externos que têm tido “maior impacto” do que temas estruturalmente desafiadores, que, por sua vez, têm tido menor impacto na formação dos preços de mercado do que esperado.
“Sobressai, assim, o debate sobre o início do ciclo de corte por parte do Federal Reserve [Banco Central dos Estados Unidos] e o ritmo de crescimento norte-americano, ao mesmo tempo em que persistem dúvidas sobre o impacto das tarifas sobre a inflação norte-americana. De todo modo, os riscos de longo prazo, que inclusive contribuem para tornar o cenário incerto, como a introdução de tarifas e a elevação de gastos fiscais, se mantêm presentes”, diz a Ata.
No cenário interno, o Copom avalia que “a conjuntura de atividade econômica doméstica segue indicando certa moderação no crescimento”. O comitê diz ainda que estímulos fiscais ou de crédito ainda não provocaram impactos relevantes para alterar esse cenário. “As pesquisas setoriais mensais e os dados mais tempestivos de consumo corroboram, em geral, o prosseguimento de uma redução gradual de crescimento”, diz o documento.
Meta da inflação
Em relação à inflação, o Comitê ressalta que as expectativas, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, “permanecem acima da meta de inflação em todos os horizontes, mantendo o cenário de inflação adverso”.
Diante desse cenário, o Copom optou por manter a taxa Selic em 15%. “Após uma firme elevação de juros, o Comitê optou por interromper o ciclo e avaliar os impactos acumulados. Agora, na medida em o cenário tem se delineado conforme esperado, o Comitê inicia um novo estágio em que opta por manter a taxa inalterada e seguir avaliando se, mantido o nível corrente por período bastante prolongado, tal estratégia será suficiente para a convergência da inflação à meta”, diz a Ata da última reunião.
Projeções
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter o impulso que a demanda aquecida provoca no aumento de preços. Os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, freando a atividade econômica.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores, entre eles risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Com a decisão, o Copom prevê que a variação da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), feche 2025 em 4,8%, ainda acima da margem de tolerância. A meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CNM) é 3%, com intervalo de tolerância de menos 1,5 ponto percentual e mais 1,5 ponto percentual, isto é, de 1,5% a 4,5%.
Já a projeção para 2026 é uma variação do IPCA de 3,6%, que deve cair para 3,4% no primeiro trimestre de 2027, índices mais próximos do centro da meta. FONTE AGÊNCIA BRASIL
ConecturES, que será realizado no dia 26 de setembro, é voltada para profissionais do setor, empresários e gestores públicos e vai contar com palestra e oficinas sobre inovação, turismos de experiência e pedagógico, governança e roteiros turísticos. foto divulgação
O turismo capixaba vai ganhar um espaço inédito de diálogo e inovação no dia 26 de setembro, quando o Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac irá realizar a primeira edição do ConecturES 2025, o Encontro Capixaba de Estratégias para o Turismo, que promete conectar ideias, destinos e pessoas.
Gratuito e voltado para empresários, gestores públicos, estudantes, lideranças, profissionais do setor e representantes da sociedade civil, o evento acontecerá das 9 às 17 horas no Hotel Senac Ilha do Boi, em Vitória, em celebração ao Dia Mundial do Turismo, comemorado em 27 de setembro. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site https://jacredenciei.com.br/e/conectures2025. O encontro terá uma programação intensa que começa com falas institucionais de representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Ministério do Turismo, Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), governo do Estado e Sebrae-ES.
Na sequência, a publicitária e estrategista Renata Freire comandará a palestra magna Marketing dê sentidos: Transformando a jornada do cliente em experiências memoráveis, que abordará o uso dos cinco sentidos, da humanização e da inovação para criar experiências de hospitalidade que encantam e fidelizam os visitantes.
À tarde, os participantes poderão escolher entre quatro oficinas simultâneas com especialistas renomados: Roteirização turística, Criatividade para inovar no turismo, Governança, políticas públicas e integração regional e Turismo pedagógico e conexões interdisciplinares. Elas serão lideradas, respectivamente, por Helio Zanona, que é guia de turismo, graduado em Turismo e especialista em marketing e planejamento; Marcelo Pimenta, professor, consultor do Sebrae, empresário, escritor e especialista em Inovação; Leonardo Resende, bacharel em Turismo, guia de turismo e especialista em Governança e Inovação em Turismo; e Letícia Fischer, executora técnica do Projeto Tamar, voltado para a conservação das tartarugas marinhas.
O presidente do Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac, Idalberto Moro, ressaltou que o encontro reforça o papel da entidade como articuladora de políticas e estratégias para o setor. Ele explicou que o ConecturES é mais uma estratégia estruturante em prol do turismo capixaba que o Sistema Fecomércio-ES está propondo para o estado, por meio da Câmara Empresarial do Turismo (CET-ES), órgão consultivo da Federação.
“O ConecturES será um marco na forma como pensamos o turismo capixaba. É um convite para refletirmos juntos sobre inovação, experiência, tecnologia e sustentabilidade, fortalecendo um setor que é essencial para o desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo”, destacou.
Já o presidente da Câmara Empresarial do Turismo (CET-ES), Raimundo Nonato, órgão ligado à Fecomércio-ES, frisou que o setor movimenta a economia, gera empregos e contribui para o desenvolvimento regional. “Por isso, estamos reunindo os principais atores do turismo capixaba para construir soluções colaborativas que impulsionem ainda mais o crescimento e a competitividade do nosso estado”.
Além de fomentar conexões entre diferentes segmentos do trade turístico, o ConecturES oferecerá certificação para os inscritos nas oficinas. A intenção do Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac é consolidar o evento como um espaço anual de articulação e formação para os profissionais do setor. O evento tem apoio do Sebrae-ES, da CNC e do governo do Estado.
SERVIÇO Saiba mais sobre o primeiro encontro capixaba de estratégias para o turismo:
ConecturES 2025 – Conectando ideias, destinos e pessoas Data: 26 de setembro Local: Hotel Senac Ilha do Boi, em Vitória Horário: Das 9h às 17h Público-alvo: Secretários e técnicos de turismo dos municípios capixabas, empresários e donos de agências de viagens, representantes de instâncias de governança, lideranças de entidades setoriais, estudantes e profissionais do setor Inscrições: https://jacredenciei.com.br/e/conectures2025 Entrada gratuita e certificação para os inscritos nas oficinas
Programação: 9h – Boas-vindas com café da manhã 10h – Falas institucionais de abertura com representantes da CNC, Ministério do Turismo, Embratur, Governo do Estado e Sebrae 10h30 – Palestra magna: Marketing dê sentidos: Transformando a jornada do cliente em experiências memoráveis, com Renata Freire, publicitária, estrategista e especialista em transformar marcas em experiências 11h30 – Abertura para perguntas 12h – Pausa para almoço 14h – Retorno 14h30 – Oficinas simultâneas Oficina 1 – Roteirização turística, com Helio Zanona, guia de turismo, graduado em Turismo, com MBA em Marketing, especialista em Planejamento e Gestão de Empreendimentos e Destinos Turísticos Sustentáveis, sócio da empresa Makunaima Soluções em Turismo Oficina 2 – Criatividade para inovar no turismo, com Marcelo Pimenta, professor, consultor do Sebrae, empresário, escritor e especialista em Inovação Oficina 3 – Governança, políticas públicas e integração regional, com Leonardo Resende, bacharel em Turismo, guia de turismo, especialista em Governança e Inovação em Turismo e gerente de Desenvolvimento e Governança Turística da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul Oficina 4 – Turismo pedagógico e conexões interdisciplinares, com a Letícia Fischer, executora técnica do Projeto Tamar, voltado para a conservação das tartarugas marinhas 16h30 – Encerramento
O turismo e o Sistema Fecomércio-ES: O setor de turismo é uma prioridade para o Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac e também para a CET-ES, órgão consultivo da Federação. O Sistema busca impulsionar o turismo e representar os interesses dos empresários do setor, uma vez que o turismo é uma engrenagem estratégica para o crescimento do estado e do país, capaz de gerar empregos, distribuir renda e transformar a qualidade de vida da população.
Há sete décadas, o Sistema atua para fortalecer essa cadeia. O Senac-ES qualifica profissionais para atuarem com excelência em todas as áreas ligadas à atividade turística, enquanto o Sesc-ES promove ações que elevam a qualidade de vida, a saúde e o bem-estar dos trabalhadores do setor e suas famílias, por meio de eventos e também de suas unidades e parques aquáticos.
Por meio da CET-ES, a Fecomércio-ES amplia esse compromisso ao reunir lideranças para construir caminhos conjuntos, elaborar estudos e propor estratégias que impulsionem o turismo capixaba nas esferas federal, estadual e municipal. fonte Kelly Kalle