Carnaval de Vitória: A festa irá acontecer entre 21 e 23 de fevereiro

Carnaval de Vitória: A festa irá acontecer entre 21 e 23 de fevereiro
Carnaval de Vitória a vez do espetáculo de cultura e beleza: os Desfiles das Escolas de Samba do Espírito Santo. foto Marcos Salles

Nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, Vitória receberá mais uma vez o espetáculo de cultura e beleza: os Desfiles das Escolas de Samba do Espírito Santo. Para que os foliões e as escolas possam chegar com tranquilidade ao Sambão do Povo, no bairro Mário Cypreste, o trânsito na região sofrerá algumas interdições. Mas a orientação da Guarda Civil Municipal de Vitória (GCMV) é clara: evite ir de carro, prefira vans, ônibus, táxi ou transporte por aplicativo. 

A Avenida Dário Lourenço de Souza, no Bairro Mário Cypreste, onde fica o Sambão do Povo, já está totalmente interditada desde o Ciase e Tancredão até o Clube Mar e Terra;

Os motoristas que seguirem no sentido Centro – Santo Antônio encontrarão o bloqueio em frente ao Teatro Carmélia. Os veículos deverão entrar na Rua Engenheiro Manoel dos Passos Barros, saindo na via principal da região, a Avenida Santo Antônio. 

Já quem estiver em Santo Antônio e adjacências e pretende seguir para o Centro,  o bloqueio será na rotatória, próximo ao Clube de Pesca Mar e Terra. Os condutores deverão acessar a Rua Dom Benedito, que também desemboca na Avenida Santo Antônio. 

A partir das 17h de sexta-feira (21), a Rua Engenheiro Manoel dos Passos Barros, em Mário Cypreste, onde fica o Teatro Carmélia, deixará de ser mão dupla para ser  mão única para a Praça de Caratoíra. 

Também haverá interdição total da Rua Elvira Zílio (altura da Curva do Rabaioli), que dá acesso ao Sambão do Povo.  

Vale lembrar que os moradores das ruas interditadas terão seus veículos identificados para terem acesso liberado. Todas as interdições serão acompanhadas por agentes da Guarda Civil Municipal de Vitória para dar fluidez ao trânsito na região. 

O trânsito na região voltará a funcionar normalmente a partir das 6 horas da segunda-feira (24). Somente a Avenida Dário Lourenço seguirá fechada até o dia 22 de março. 

ORDEM DOS DESFILES DO CARNAVAL DE VITÓRIA 2025

GRUPO A — DESFILE EM 21 DE FEVEREIRO

— Rosas de Ouro
— Império de Fátima
— Mocidade da Praia
— Independente de Eucalipto
— Andaraí
— Independentes de São Torquato
— Pega no Samba

GRUPO ESPECIAL — DESFILE EM 22 DE FEVEREIRO

— Unidos de Jucutuquara
— Chegou o Que Faltava
— Unidos da Piedade
— Mocidade Unida da Glória (MUG)
— Novo Império
— Independente de Boa Vista
— Imperatriz do Forte

GRUPO B — DESFILE EM 23 DE FEVEREIRO

— Unidos de Barreiros
— Mocidade Serrana
— Tradição Serrana
— Chega Mais
— União Jovem de Itacibá

Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente

Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente

Escola também deve discutir desafios relacionados a novas tecnologias. foto senado federal

A vida escolar de cerca de 47 milhões de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio mudou radicalmente no ano letivo que acabou de iniciar. Conforme a Lei nº 15.100/2025, eles estão proibidos de usar “aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica”.

Para Danilo Cabral, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio do Colégio Galois em Brasília, a medida exige mudança de comportamento. Vai alterar, por exemplo, a comunicação com a mãe ou com o pai. “Às vezes, no meio da manhã, eu decido que vou almoçar na escola, e fica um pouco mais difícil avisar aos meus pais.”

Apesar do empecilho, Danilo acha que “é só uma questão de adaptação mesmo” e que vai ser “muito benéfico”, porque “para prestar atenção nas aulas, a gente não pode mexer no celular”, admite cerca de dez dias depois da volta às aulas.

oana Chiaretto, da mesma turma que Danilo e também com 16 anos, percebe “mudanças muito positivas” no pátio da escola. “Antes, a gente via todo mundo no próprio celular. Sem conversar, nem nada, os grupinhos separados. Agora a gente vê um grupão de meninas jogando carta. A gente vê as pessoas conversando mais. Aqui na escola todo mundo está trazendo jogos”, conta com entusiasmo.

Para ela, “as pessoas são muito viciadas no celular.” E, entre os mais jovens, “é muito difícil. Chega a dar aquela angústia, de querer pegar o celular, de ligar pra alguém ou mandar uma mensagem.”

Sem fotos do quadro 

A visão crítica dos dois adolescentes sobre o uso de celular no colégio e os benefícios da proibição são compartilhados por seus professores. “Melhorou muito no quesito entrosamento dos alunos. Eles têm que conviver juntos de novo”, ressalta Victor Maciel, professor de biologia do ensino médio.

O professor observa que, sem o celular, “os alunos não tiram mais fotos do quadro” e, mais atentos, perguntam mais, tiram dúvidas e aprendem mais. “Eles têm que estar mais focados agora. A aula fica mais interessante para eles. Porque sabem que não vão ter tanta facilidade depois para conseguir aquele conteúdo.”

Patrícia Belezia, coordenadora do ensino médio no Galois, também apoia a decisão. Ela se recorda de que, em ano anterior, a escola flagrou alunos jogando no celular inclusive em plataforma de apostas, “muitos viciados no jogo do tigrinho e em pôquer eletrônico. Eles faziam apostas entre eles.” Como o exemplo é uma forma de educar, a coordenadora destaca que a restrição aos celulares na escola é para todos. Se estende aos funcionários e aos professores.

Dulcineia Marques, sócia fundadora do colégio, acha que “ganhou um presentão” com a lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República. Para ela, o aparelho celular pode ser um marcador de desigualdades sociais em função do modelo e do pacote de dados.

Ao seu ver, essas distinções distorcem o espírito das escolas que exigem o uso de uniforme igual para todos, que tem um propósito. “É o jeito de educar esses meninos. É assim para igualar as crianças e adolescentes. Para não trazer para dentro da escola o poder aquisitivo que os diferenciam pelos tênis e marcas de roupa.”

Projeto pedagógico 

A escola de Dulcineia Marques, no Plano Piloto, atende a 1.198 meninos e meninas das quatro séries finais do ensino fundamental e dos três anos do ensino médio. A 32 quilômetros dali, em Ceilândia, no Centro Educacional n° 11, o diretor Francisco Gadelha atende a 1.512 estudantes dessas séries e também homens e mulheres de 18 a 60 anos do ensino de jovens e adultos (EJA). O diretor também faz elogios à proibição dos celulares.

“No começo, eu era contrário à lei, por entender que o celular é uma ferramenta tecnológica. Mas agora estou observando em poucos dias como está sendo benéfico inclusive no comportamento. A gente está tendo menos brigas, menos situações de bullying.”

Gadelha está aproveitando a entrada em vigor da Lei nº 15.100/2025 para provocar a reflexão dos alunos e dos professores. Na preparação do ano letivo, a escola adotou o livro “A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais”, do psicólogo social Jonathan Haidt, como referência para a criação de um projeto pedagógico em andamento.

Segundo ele, os três primeiros dias de aula no período diurno foram “cansativos” porque teve de guardar na escola 15 celulares que os alunos trouxeram de casa. Os aparelhos foram devolvidos aos responsáveis pelos estudantes. Apesar da escola retirar o telefone dos alunos, apenas um pai reclamou. “Em regra, os pais estão gostando muito”, avalia o diretor.

Além da direção da escola durante o dia, Francisco Gadelha ainda leciona para adultos no período noturno. De acordo com ele, a proibição do celular “é mais difícil no EJA, porque os adultos estão mais viciados do que as crianças.” Com eles, a escola propõe um termo colaborativo para manter os aparelhos longe das salas de aula.”

Uso consciente 

Para Luiz Fernando Dimarzio, analista pedagógico da Ctrl+Play, uma escola de tecnologia para crianças e adolescentes em cidades do Estado de São Paulo, a lei que proíbe celulares é “polêmica”, pois “a questão do permitir ou proibir é acabar indo muito nos extremos.”

Dimarzio opina que é preciso buscar “como que a gente pode utilizar isso de forma saudável, e ensinar o uso consciente da coisa. Eu fico pensando, será que, de repente, definir momentos específicos para uso? Para uma pesquisa, tem inúmeros aplicativos educacionais, né? Será que, de repente, definir momentos específicos para o uso não seria mais interessante?”,

Em suas indagações, o analista pedagógico lembra que a lei faculta o uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula “para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação”.

Victor Freitas Vicente, coordenador de educação do Instituto Felipe Neto, avalia que havia um clamor no país pela adoção da lei contra os celulares nas escolas “e que a proibição pode ser um passo importante no contexto de ambientes digitais cada vez mais tóxicos.”

Ele, no entanto, pondera que “a escola não é um jardim murado. Ela é um polo conectado com os desafios da sociedade” e, nesse sentido, “precisa preparar as novas gerações para os desafios que as tecnologias digitais estão colocando, não só em relação ao comportamento, mas em relação a uma nova ordem econômica, a inteligência artificial.”

O coordenador também defende os resultados da proibição do celular sejam avaliados em pesquisas sobre aprendizagem, e que seja implantada a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas comunidades escolares, que ainda não têm regulamentação definindo as regras práticas para adoção nos diferentes sistemas de educação brasileiros. Além disso, ele é a favor de que o Congresso Nacional retome a elaboração da lei sobre funcionamento das redes sociais.

Redes sociais 

Thessa Guimarães, presidenta do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP-DF) considera “fundamental tirar da gaveta projetos de lei que contribuam para a regulação das redes sociais, compreendendo que hoje a nossa vida atravessa as redes sociais”. Ela ressalta que, por causa das redes sociais, “um dispositivo eletrônico é uma porta aberta a toda a produção humana que existe, inclusive a produção de discursos de ódio, a produção de difusão de métodos de auto-lesão e de suicídio.”

Raquel Guzzo, pesquisadora e professora titular de Psicologia na PUC de Campinas, considera que as redes sociais, acessadas principalmente por meio de celulares, “têm um impacto significativo na autoestima e na percepção de si mesmos entre adolescentes, que podem se sentir pressionados a corresponder a padrões irreais de comportamento e estética.”

Ela lembra que as redes sociais “são projetadas para maximizar o tempo que os usuários passam nelas, utilizando algoritmos que promovem o engajamento contínuo.” No entanto, “outros recursos do celular, como jogos e aplicativos, também podem contribuir para a dependência, especialmente quando usados excessivamente.”

Linguagem comprometida 

A psicopedagoga Gabriela de Martin, especialista em saúde mental pela UFRJ, avalia que a linguagem utilizada pelos mais jovens e os recursos para a escrita nos celulares também são comprometedores da linguagem e podem gerar barreiras quando forem buscar trabalho.

Gabriela de Martin tem experiência com a colocação profissional de jovens aprendizes (14 a 18 anos) no mercado de trabalho, mas enfrenta, no entanto, “imensa dificuldade, porque os meninos nessa faixa etária estão analfabetos.”

“Temos uma linguagem usada nos aplicativos de mensagem que não têm palavras por inteiro, cheia de erros de pontuação. Muitas vezes é o próprio teclado que vai criando o texto. Eu já vi muita gente que chega com 16, 17 anos sem capacidade de formular uma resposta”, lamenta Gabriela.

Totalmente favorável à proibição dos celulares nas escolas, a presidenta do CRP-DF, Thessa Guimarães, alerta para os riscos de crise de abstinência pela ausência do celular, com efeitos físicos e psíquicos, que pode acontecer “na ausência de qualquer droga, lícita ou ilícita, na ausência de um companheiro amado a partir de uma separação, ou na ausência de um dispositivo que se tornou a centralidade da vida daquela criança e daquele adolescente.”

Em caso de síndrome, Thessa Guimarães recomenda apoio familiar e busca de profissional qualificado para atendimento psicológico e “naturalmente, a substituição progressiva da centralidade daquele dispositivo por mais comunhão familiar e participação em atividades paradidáticas, extracurriculares.”

“É preciso povoar a vida dessa criança e desse adolescente de novos interesses e de novas aberturas, para que ela possa se recuperar do vício e explorar outras potencialidades.” Fonte agência brasil

Calor intenso amplia riscos respiratórios e reforça alerta para a umidade do ar

Calor intenso amplia riscos respiratórios e reforça alerta para a umidade do ar

Uma nova onda de calor deve elevar as temperaturas em diversas regiões do Brasil, trazendo impactos diretos à saúde respiratória. foto olhar digital

Nos próximos dias, uma nova onda de calor deve atingir diversas regiões do Brasil, elevando as temperaturas a níveis extremos. Segundo previsões meteorológicas, o fenômeno ocorrerá até o dia próximo dia 21 de fevereiro, com impacto mais severo no Sudeste e Nordeste. Para ser caracterizada como onda de calor, a temperatura precisa ficar pelo menos 5ºC acima da média por cinco dias consecutivos. De acordo com o Climatempo, estados como Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Piauí devem registrar aumentos entre 5ºC e 7ºC acima da média, exigindo maior atenção da população e autoridades para minimizar os impactos na saúde pública.

O aumento das temperaturas não se reflete apenas em desconforto térmico, mas também traz riscos significativos para a saúde respiratória. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), períodos de calor extremo elevam o risco de desidratação e agravam doenças respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), resultando em um aumento expressivo nas hospitalizações. Além disso, a baixa umidade do ar, característica dessas ondas de calor, compromete as vias respiratórias, facilitando a entrada de vírus e partículas poluentes no organismo.

Calor extremo e impactos na respiração
A relação entre temperaturas elevadas e problemas respiratórios tem sido cada vez mais evidenciada por estudos científicos. De acordo com a OPAS, temperaturas muito acima das médias históricas podem desencadear crises respiratórias severas, aumentando a demanda por atendimento hospitalar.

Outro fator preocupante é a piora na qualidade do ar. Pesquisas publicadas na revista Science Advances apontam que ondas de calor intensificam a concentração de poluentes, criando condições propícias para o desenvolvimento de doenças respiratórias e o agravamento de sintomas em indivíduos com condições crônicas.

Baixa umidade do ar e riscos à saúde
Com o calor extremo, a umidade relativa do ar pode cair para níveis críticos, abaixo dos 30%, o que favorece o ressecamento das mucosas respiratórias. “Ambientes secos facilitam a entrada de partículas e agentes infecciosos no organismo, além de intensificar crises alérgicas e inflamatórias”, explica Pedro Henrique Abreu, gerente de Marketing e Produtos da G-Tech, líder em produtos de saúde domiciliar e hospitalar. 

Para amenizar os efeitos da baixa umidade, especialistas recomendam o uso de umidificadores ultrassônicos, que ajudam a manter os níveis adequados de umidade nos ambientes. “Quando o ar está muito seco, é mais comum sentir irritação na garganta, no nariz e até ter crises alérgicas. O uso de umidificadores ajuda a repor a umidade do ambiente de forma equilibrada, aliviando esses desconfortos. A névoa fina gerada evita o ressecamento das vias respiratórias e torna a respiração mais confortável, especialmente nos dias mais quentes”, acrescenta o supervisor da marca que conta em sua linha com umidificador de ar ultrassônico Allergy Free HM G-Tech, um modelo pensado para melhorar a qualidade do ar e proporcionar mais conforto respiratório.

Além de proporcionar mais conforto no dia a dia, manter um nível adequado de umidade no ambiente é essencial para a saúde respiratória. Isso ajuda a prevenir irritações nas mucosas e a reduzir sintomas como tosse e ressecamento da garganta, que podem se agravar em períodos de calor intenso. “Controlar a umidade do ar de forma eficiente faz diferença para evitar o agravamento de problemas respiratórios, especialmente para quem já sofre com alergias ou sensibilidade ao clima seco”, explica o representante.

Idosos e crianças: os mais vulneráveis
Os efeitos do calor extremo não atingem a população de forma uniforme. Crianças e idosos estão entre os grupos mais vulneráveis, sendo mais propensos a complicações respiratórias e desidratação. Um estudo publicado na revista The Lancet revelou um aumento de 85% na mortalidade de idosos relacionada a ondas de calor entre 1990 e 2020. A dificuldade do organismo desses indivíduos em regular a temperatura, associada a doenças preexistentes, eleva significativamente os riscos.

No caso das crianças, o sistema respiratório ainda em desenvolvimento e a imunidade mais baixa contribuem para uma maior vulnerabilidade a infecções respiratórias. Segundo a Fiocruz, os menores de cinco anos representam uma parcela significativa das hospitalizações por complicações respiratórias durante os meses mais quentes do ano.

Medidas preventivas
Diante das altas temperaturas e da baixa umidade do ar, algumas ações podem ser adotadas para minimizar os impactos na saúde:

  • Hidratação constante: ingerir água regularmente para evitar o ressecamento das vias aéreas.
  • Ventilação adequada: manter os ambientes bem ventilados para reduzir o acúmulo de ar seco.
  • Umidificação do ambiente: utilizar umidificadores para manter a umidade relativa do ar em níveis adequados.
  • Evitar exposição prolongada ao calor: reduzir atividades ao ar livre nos horários de pico de temperatura.

Com ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas, medidas preventivas são fundamentais para garantir a saúde e o bem-estar da população. A adoção de hábitos saudáveis e o uso de tecnologias adequadas podem reduzir os impactos das temperaturas extremas e preservar a qualidade de vida, mesmo em períodos de calor recorde. Fonte Pietra Ribeiro La Pessse Cominação

ASSEDIC: Reunião destaca parceria entre empresários e poder público para o desenvolvimento de Colatina

ASSEDIC:  Reunião destaca parceria entre empresários e poder público para o desenvolvimento de Colatina

O evento contou com a apresentação da equipe da Prefeitura de Colatina, reforçando a importância da cooperação entre setor público e privado para o progresso local. Foto Assedic

Na primeira Reunião Ordinária de 2025, realizada no auditório do Hotel Ajax, a Associação Empresarial de Colatina e Região (ASSEDIC) reuniu empresários, investidores e representantes do poder público para discutir iniciativas que impulsionam o crescimento econômico do município.

O evento contou com a apresentação da equipe da Prefeitura de Colatina, reforçando a importância da cooperação entre setor público e privado para o progresso local. Um dos pontos abordados foi o plano de capacitação de mão de obra, que será estruturado com base nas necessidades dos empresários para garantir qualificação direcionada e alinhada às demandas do mercado.

Outro destaque foi a apresentação do projeto do Porto IMETAME e da ZPE de Aracruz, que evidenciou as oportunidades que estão surgindo entre os municípios. A ideia central é fortalecer esse elo, criando um ambiente favorável para o crescimento econômico regional e a geração de novos empregos.

“Acreditamos que o crescimento da nossa região depende da qualificação profissional e da união do setor empresarial. Contamos com a participação ativa de todos para juntos impulsionarmos o desenvolvimento de Colatina”, afirmou Franco Bereta, presidente da ASSEDIC.

A reunião consolidou o compromisso da ASSEDIC em promover o diálogo e iniciativas que fomentem a economia local, reforçando a importância de parcerias estratégicas para um futuro promissor na região.

9 Erros comuns que levam a contratações erradas

9 Erros comuns que levam a contratações erradas

Processos seletivos mal estruturados podem resultar em contratações equivocadas, gerando prejuízos financeiros e comprometendo o ambiente organizacional. Foto: Reprodução/Freepik

O Brasil é o país com maior rotatividade de funcionários, e parte disso se deve a falhas nas empresas durante o processo de contratação. Negligenciar essa etapa pode afetar a produtividade e gerar gastos desnecessários no orçamento.

Dados da Robert Half indicam que mais de 40% dos líderes brasileiros admitiram já ter realizado ao menos uma contratação equivocada. Essa cultura impacta diretamente o turnover nas empresas, quando comparadas àquelas que conseguem manter uma equipe por mais tempo.

Para os executivos, é essencial compreender os maiores erros cometidos ao contratar um funcionário e explorar estratégias para evitar esses problemas, otimizando, assim, as atividades corporativas.

Principais motivos para contratações equivocadas

As contratações erradas geralmente estão mais relacionadas a falhas da própria empresa do que ao comportamento do candidato. Empresas que não estruturam de maneira adequada seu processo seletivo acabam negligenciando detalhes estratégicos para uma escolha assertiva.

Atualmente, uma tendência cada vez mais explorada é o recrutamento com inteligência comportamental, para entender, além das competências técnicas, se o profissional está alinhado com os valores da empresa.

Confira os principais erros cometidos por executivos ao contratar um funcionário:

  1. Não descrever o cargo com clareza

Uma descrição de cargo incompleta pode levar os candidatos a interpretarem as responsabilidades de maneiras distintas, o que gera expectativas desalinhadas. A descrição deve ser precisa, especificando habilidades técnicas, atividades diárias e o perfil desejado.

  • Evitar o recrutamento interno

Funcionários já conhecidos possuem vantagens como o entendimento da cultura organizacional, habilidades validadas e um histórico de desempenho. Além disso, também pode ser um motivador, ao mostrar que a empresa valoriza o desenvolvimento interno.

  • Ignorar a entrevista com os candidatos

A entrevista não deve ser negligenciada ou tratada de forma superficial. Ela é uma oportunidade para observar características que não estão no currículo, além de permitir que o candidato tire dúvidas e conheça mais sobre a empresa.

  • Não ter uma visão neutra

É importante que o recrutador ou gestor tenha uma visão objetiva e imparcial, evitando influências de afinidades pessoais. Um processo seletivo eficaz requer uma análise focada nas habilidades e competências do candidato.

  • Medo da concorrência

O receio de perder um bom talento para outras empresas pode levar a decisões precipitadas e contratações que não atendem ao perfil do cargo. O recrutamento deve ser uma decisão estratégica, baseada nas necessidades reais da empresa.

  • Negligenciar o perfil comportamental

Subestimar a importância do perfil comportamental do candidato pode resultar em problemas. Habilidades interpessoais, atitudes e a compatibilidade com a cultura organizacional são essenciais para o sucesso do colaborador a longo prazo.

  • Falta de testes e métricas

Basear-se apenas na análise de currículos e entrevistas pode ser impreciso. Testes específicos são ferramentas valiosas para avaliar habilidades técnicas e comportamentais, além de medir a aptidão do candidato para o cargo.

  • Ter pressa para contratar

A pressa na contratação pode gerar erros prejudiciais para a empresa. O processo seletivo precisa ser conduzido com calma e atenção, permitindo uma avaliação completa de todos os aspectos do candidato.

  • Estabelecer metas irreais

Definir um perfil de candidato perfeito ou estabelecer expectativas excessivas para o novo colaborador pode gerar frustração. É essencial ter objetivos claros e alcançáveis para garantir um recrutamento bem-sucedido.

O que é turnover e como calcular o índice?

O cálculo do turnover é fundamental para empresas com alta rotatividade de funcionários. Ele permite medir a relação entre as saídas e as entradas de colaboradores em um determinado período.

A fórmula para o cálculo é a seguinte: somam-se admissões e demissões, divide-se o resultado por dois e, em seguida, divide-se esse valor pela quantidade total de funcionários. O índice percentual é obtido multiplicando o resultado por 100.

Recrutamento com inteligência comportamental como alternativa

O recrutamento baseado na inteligência comportamental vai além das competências técnicas, buscando avaliar o alinhamento do perfil comportamental do candidato com os requisitos do cargo. Esse tipo de seleção observa, desde a personalidade até a forma como o indivíduo interage com os outros, incluindo momentos de desafio ou pressão.

Esse modelo de recrutamento proporciona uma análise mais completa do candidato, reduzindo as chances de erros. Em períodos de recessão ou entre mercados competitivos, erros de contratação podem trazer prejuízo de 3 a 15 vezes maior que o salário do profissional. 

O cenário atual exige que as empresas mudem sua abordagem no processo de contratação. Investir em escolhas assertivas não só torna a organização mais eficiente, mas também contribui para um ambiente de trabalho mais harmônico e produtivo. Fonte jornalista Alan Santana

Senai ES abre 4 mil vagas gratuitas de qualificação profissional em todo o Estado

Senai ES abre 4 mil vagas gratuitas de qualificação profissional em todo o Estado

São mais de 20 cursos gratuitos distribuídos entre os municípios de Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. foto senai

Em um mercado cada vez mais competitivo, estar atualizado e qualificado faz toda a diferença para conquistar novas oportunidades ou se reposicionar profissionalmente. Atento a essa realidade, o Senai ES está oferecendo, por meio do Programa Acelera Senai4 mil vagas para qualificação profissional de forma gratuita em todo o Estado. As inscrições já estão abertas no site do Senai ES.

Anteriormente conhecido como “Qualifica Senai”, o programa é voltado às pessoas de baixa renda, com oportunidades distribuídas entre os municípios de Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. Os cursos de formação inicial e continuada têm curta duração e acontecem na modalidade de Ensino à Distância (EaD) com alguns encontros presenciais por semana.

O início das aulas irá depender da unidade e do curso escolhido, onde os alunos poderão escolher entre as mais de 20 áreas de atuação, como: assistente de logística, classificação de rochas ornamentais, controlador e programador da produção, eletricista veicular, instalação de sistemas fotovoltaicos, instalador hidráulico, manutenção corretiva de máquinas e equipamentos industriais, montador de veículos automotores e muito mais.

O diretor regional do Senai ES e superintendente do Sesi ES, Geferson Luiz dos Santos, ressalta que a iniciativa é muito valiosa para a construção de um Estado mais produtivo e justo em oportunidades, alinhando mão de obra às necessidades dos setores industriais.

“O Senai possui uma sólida trajetória de tradição e excelência quando o assunto é educação profissional. Quando voltamos o nosso olhar para o futuro do trabalho e às necessidades do mercado, podemos, paralelamente, desenvolver e contribuir para o fomento de oportunidades para quem mais precisa”, afirma.

Senai ES como referência no mercado

A recente Pesquisa de Acompanhamento de Egressos 2022-2024 do Senai apontou que 83% dos alunos que concluíram cursos de qualificação profissional na instituição do Estado já estão inseridos no mercado. Dado acima da média nacional, de 71,7%.

As inscrições

No ato da inscrição, os candidatos devem acessar o link: https://conteudo.senaies.com.br/cursos-qualificacao, localizar o curso de Qualificação Profissional desejado e clicar em “Matricule-se”.

Vale lembrar que as inscrições estarão abertas até quatro dias antes da data de início dos cursos (até às 23h e 59min). Após esse período, o sistema não permitirá novas inscrições.

Por Maria Victória de Sant’Anna com a supervisão de Natália Magalhães

Ativista alerta para impactos ambientais no ES

Ativista alerta para impactos ambientais no ES

Moreschi cobrou a adoção de medidas no ES para mitigar o efeito estufa / Foto: Max Fonseca.

Para falar de preservação do meio ambiente, a Tribuna Popular recebeu na sessão ordinária desta quarta-feira (12), o presidente da ONG Juntos SOS ES, Eraylton Moreschi Junior. O ativista ambiental apresentou números preocupantes, falou sobre mudanças climáticas, alagamentos, pó preto e comparou a umidade relativa do ar de cidades capixabas com a do deserto do Saara. Por fim sugeriu aos parlamentares a criação de uma comissão permanente na Casa para tratar das mudanças climáticas.

“Duas cidades do Espírito Santo registraram a menor umidade relativa do ar, em 5 de fevereiro de 2025. Venda Nova e Alegre apresentaram um registro de 13% e 18%. A umidade relativa do ar no deserto do Saara no máximo chega a 20%. Então, cidades capixabas estão com umidade relativa do ar de deserto”, comentou o convidado.

Aquecimento

O ambientalista apresentou um estudo que demonstra que, nos últimos 20 anos, 50 mil pessoas morreram no Brasil em função do calor extremo. “No dia 31 de janeiro, duas cidades do Espírito Santo também estiveram entre as seis cidades no país com maior temperatura no dia. Alfredo Chaves ficou em segundo lugar e Marilândia ficou em sexto lugar com 36,2° e 35,7°”, apontou.

“O maior especialista brasileiro em ciência ambiental e mudanças climáticas, Carlos Nobre, alerta a todos que o aumento das temperaturas de um grau será ultrapassado dentro daquilo que foi estabelecido até 2050. Então, as ações são necessárias e urgentes para que se implantem, o mais rápido possível, medidas de mitigação dos impactos e de contenção dos gases de efeito estufa”, acrescentou.

Seca e alagamentos

Moreschi apresentou manchetes de reportagens publicadas em mídias capixabas, alertando sobre fortes chuvas e períodos de estiagem para ilustrar a situação no Espírito Santo. “Também estamos acostumados a ver, diariamente nas mídias sobre meteorologia, que o Espírito Santo recebe anúncio de chuvas fortes e inundações”, afirmou. 

“O Espírito Santo tem mais de mil pessoas fora de casa após semana de chuva forte, no dia 11 de janeiro. Retornando ao ano passado, 2024, setembro, seca no Espírito Santo, segundo Incaper, 50 municípios passaram de seca fraca para seca moderada. Setenta e oito municípios do Espírito Santo enfrentaram alguma situação de seca em 2024, mês de julho, (dia) 25”, ilustrou o convidado.

“Temos visto em Vitória, nesses últimos dias, áreas que estão sendo cimentadas em vez de se usar a política das cidades esponja. Estamos fazendo o caminho contrário. E Vitória, como sabem, tem alagado em várias horas desde o mês de janeiro. Também, outra coisa que sugerimos ao governo do Estado é a implantação de áreas de reservação de água de chuva, para a reutilização dos municípios”, sugeriu.

Pó preto 

Habitual frequentador da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa (Ales), Moreschi também comentou sobre o tema que é mais recorrente em suas falas no colegiado: o pó preto.

“Também não poderíamos esquecer de falar do grande vilão ambiental do Espírito Santo, o pó preto. Pó preto que, no ano de 2024, teve um aumento significativo em relação ao ano de 2023. E o pior de tudo, os números de 2024 são maiores, muito maiores que os números de 2018, quando foram assinados os Termos de Compromisso Ambiental (TCA) 35 e 36, com as empresas Vale e ArcelorMittal”, avaliou.

A apresentação do tema na Tribuna Popular foi uma sugestão do deputado Gandini (PSD/ES). O parlamentar também comentou a situação do pó preto. “Importante levantar esse assunto, você falou que nossa principal mazela é o pó preto e realmente eu acredito que, principalmente para a Grande Vitória, essa é a principal mazela ambiental”, opinou.

“É um assunto superimportante, que a gente sabe que precisa ser resolvido, ou com mudança de tecnologia, ou com investimento de fato que precisa ser feito, a gente sabe o quanto essas empresas estão gastando aí por desastres, por falta de cuidado que tiveram com o meio ambiente, e a gente poderia estar agindo preventivamente, não maltratando a vida dos capixabas. Diminuindo inclusive a expectativa de vida dos capixabas, porque a poluição diminui a expectativa de vida, isso é comprovado mundialmente e a gente precisa ter uma solução para esse assunto”, concluiu Gandini.

Comissão permanente

Falando em nome da ONG, Moreschi sugeriu aos parlamentares a criação urgente de uma comissão permanente de mitigação dos impactos das mudanças climáticas. “Porque as mudanças climáticas não são temporárias, elas serão agora eternas, uma condição de convívio de todos os cidadãos e todos serão impactados pelas mudanças climáticas. Então, esta Casa com certeza tem que ter uma comissão permanente para a mitigação dos impactos da poluição feita pelas mudanças climáticas e poluição”, sugeriu.

As deputadas Iriny Lopes (PT/ES) e Camila Valadão (Psol/ES) concordaram com Moreschi a respeito da criação da comissão. “Se a gente considera os períodos de seca, todos os anos é aquela insegurança, principalmente em relação à Região Norte. Se a gente considera as chuvas, a gente acompanhou o que foram as chuvas agora durante o mês de janeiro e, junto com isso, aquela sensação de extrema insegurança, levando em consideração os impactos disso para a vida das pessoas, do ponto de vista econômico, inclusive do ponto de vista de risco da vida mesmo”, pontuou Camila Valadão.

“Existe a necessidade da gente ter um espaço permanente. (…) Acho que esse é um tema que a gente precisa pensar em como resolver. Se não for uma comissão permanente no formato, como nós temos as permanentes aqui da Assembleia, que pudesse ser uma comissão mista, que juntasse presidência da Comissão de Meio Ambiente, Direitos Humanos, enfim, das áreas mais próximas desse debate. Eu acho que esse é um tema que a gente pode seguir pensando como implementar”, sugeriu a deputada.  Fonte ales

Carnaval: 5 dicas para planejar uma viagem e fugir da folia

Carnaval: 5 dicas para planejar uma viagem e fugir da folia

É possível encontrar boas opções dentro e fora do Brasil para quem busca descanso no feriado. foto Freepik

Se para grande parte dos brasileiros o foco do Carnaval são os blocos, as festas e os desfiles das escolas de samba, existe um outro grupo que quer fugir da folia. Para quem deseja um lugar mais tranquilo e longe da agitação, é preciso planejar e criar estratégias para aproveitar o feriado prolongado. Marco Lisboa, CEO e fundador da 3, 2, 1 GO!, uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagem completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e internacionais, separou cinco dicas infalíveis para quem busca tranquilidade e descanso para a data: 

Escolha do destino

Para fugir da agitação, Rio de Janeiro, Salvador e Recife não são os destinos indicados. Opte por lugares com natureza, cidades históricas menores ou até mesmo retiros. “Para quem já tinha reservado um valor maior e consegue ter mais flexibilidade na agenda, as viagens internacionais, como os parques de Orlando e alguns lugares da Europa são uma boa pedida, já que eles não comemoram carnaval e o mês de março é de baixa temporada. Já os países da América Latina, como Chile, Argentina, República Dominicana e Colômbia, são mais próximos e têm paisagens incríveis”, diz o CEO da 3, 2, 1 GO!.

Passagem e hospedagem 

Mesmo em destinos tranquilos, a demanda por hotéis e pousadas aumenta no Carnaval. Garanta sua reserva de hotel, pousada, passagens aéreas e carro o quanto antes. Além dos valores aumentarem, você pode não conseguir para a data que deseja. 

Escolha atividades tranquilas

Aproveite o feriado prolongado para desacelerar. Trilhas leves, praias desertas, spas e turismo no interior são ótimas opções para recarregar as energias. Um resort all inclusive pode ser uma boa pedida para curtir o hotel e suas programações.

Confira os eventos da cidade

Mesmo cidades menores, é possível se deparar com festas locais. Verifique no site da prefeitura e busque por informações sobre o seu destino. Certifique-se de que o local realmente seja tranquilo. Cheque também se o comércio local vai estar funcionando nos dias que estiver por lá. 

Fuja dos horários de pico

Nada pior do que começar o feriado no trânsito. Se for viajar de carro, evite pegar estrada na sexta-feira à noite ou sábado de manhã, quando o fluxo de saída das grandes cidades costuma ser maior. 

Sobre a 3, 2, 1 GO!

Fundada em 2019, a 3,2,1 GO! é uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagem completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e internacionais. A empresa atua como consultora e cuida de todos os detalhes, desde a emissão de visto e seguro viagem, até passagem aérea e hospedagem, tudo pensado de forma exclusiva e personalizada. A marca visa explorar o potencial do mercado de turismo em expansão e também atua com viagens para empreendedores que buscam fazer estudo de viabilidade de seus negócios fora do país. A rede faturou R$ 4,4 milhões em 2024 e tem 60 franqueados no Brasil e no exterior, como Estados Unidos, Nepal e Portugal. Fonte Daniele Dutra – Assessora de Imprensa e foto Freepik

Definidos os jogos da 1ª fase da Copa do Brasil masculina de futebol

Definidos os jogos da 1ª fase da Copa do Brasil masculina de futebol

Definidos os jogos da 1ª fase da Copa do Brasil masculina de futebol. foto CBF

Foram definidos por sorteio nesta sexta-feira (7) os 40 confrontos eliminatórios (jogos únicos) da primeira fase da Copa do Brasil, torneio mais democrático do país por reunir times de todas as divisões do futebol nacional. Na cerimônia realizada pela CBF em um hotel na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, também foi anunciada a data base dos jogos: 19 e 26 de fevereiro. A tabela detalhada com datas, horário e locais das partidas ainda serão divulgados.

Dos 80 times na primeira fase estão clubes da elite do futebol brasileiro (os mais bem ranqueados) que estrearão fora de casa. É o caso do Atlético-MG, atual vice-campeão, que enfrentará o Tocantinópolis-TO; do Grêmio que medirá forças com o São Raimundo-RR; e do Vasco que vai encarar o União-MT (confira todos os jogos ao final do texto). 

Também há equipes debutantes na competição: Barcelona de Ilhéus (BA), Concórdia-SC, Guarany de Bagé-RS, Barcelona-RO, CSE-AL, Jequié-BA, Capital-DF, Dourados-MS e Maracanã-CE.

Este ano o regulamento do torneio prevê uma mudança relevante: o fim da vantagem do empate para o time visitante no tempo regulamentar. Sendo assim, em caso de igualdade, a classificação se dará após cobrança de pênaltis.

A Copa do Brasil reúne ao todo 92 clubes: além dos 80 times da primeira fase, outros 12 entrarão no torneio somente na terceira etapa, quando começam os jogos de ida e volta. Entre eles estão as equipes que disputam a Copa Libertadores (Botafogo, Palmeiras, Flamengo, Fortaleza, Internacional, São Paulo, Corinthians e Bahia); o Cruzeiro (nono colocado no Brasileirão); os campeões Santos (Série B), e Paysandu (Copa Verde); e o CRB, vice-campeão da Copa do Nordeste.

Antes do início do sorteio, Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, ressaltou que o torneio nacional adotará o protocolo da Fifa de combate ao racismo e aproveitou para revelar o valor da premiação.

“Em 2025, a Copa do Brasil terá novamente recorde de premiação, vai distribuir mais de R$ 500 milhões aos clubes participantes ao longo da competição. Os dois finalistas vão receber mais de R$ 110 milhões na grande decisão”, destacou o dirigente.

O Cruzeiro detém o maior número de títulos – são ao todo seis – seguido por Grêmio e Flamengo – ambos com cinco troféus, sendo que o Rubro-Negro carioca é o atual campeão.

Confrontos da primeira fase

Grupo 1

ASA-AL x Atlético-GO

Jequié-BA x Retrô-PE

Grupo 2

Tuna Luso-PA x Sampaio Corrêa-MA

Boavista-RJ x CSA-AL

Grupo 3

União-MT x Vasco-RJ

Barcelona-RO x Nova Iguaçu-RJ

Grupo 4

Humaitá-AC x Operário-PR

CSE-AL x Tombense-MG

Grupo 5

Pouso Alegre-MG x Athletico-PR

Guarany-RS x Altos-PI

Grupo 6

Ceilândia-DF x Coritiba-PR

Maracanã-CE x Ferroviário-CE

Grupo 7

Porto Velho-RO x Cuiabá-MT

Capital-DF x Portuguesa-RJ

Grupo 8

Sergipe-SE x Ceará-CE

Parnahyba-PI x Confiança-SE

Grupo 9

Maringá-PR x Juventude-RS

União Tocantinópolis-TO x América-RN

Grupo 10

Concórdia-SC x Ponte Preta-SP

Portuguesa-SP x Botafogo-PB

Grupo 11

São Raimundo-RR x Grêmio-RS

Barcelona-BA x Athletic-MG

Grupo 12

Maranhão-MA x Vitória-BA

Santa Cruz-RN x Náutico-PE

Grupo 13

Sousa-PB x Bragantino-SP

Oratório-AP x São José-RS

Grupo 14

Operário-MS x Criciúma-SC

Grêmio Sampaio-RR x Remo-PA

Grupo 15

Cascavel-PR x América-MG

Votuporanguense-SP x Aparecidense-GO

Grupo 16

Inter de Limeira-SP x Vila Nova-GO

Rio Branco VN-ES x Amazonas-AM

Grupo 17

Tocantinópolis-TO x Atlético-MG

Independência-AC x Manaus-AM

Grupo 18

Trem-AP x Brusque-SC

Olaria-RJ x ABC-RN

Grupo 19

Águia de Marabá-PA x Fuminense-RJ

Dourados-MS x Caxias -RS

Grupo 20

Operário VG-MT x Sport-PE

Rio Branco-ES x Novorizontino-SP – Fonte agência Brasil/CBF

Balestrassi realiza primeira reunião com a equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce

Balestrassi realiza primeira reunião com a equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce

Guerino Balestrassi se reuniu no Palácio da Fonte Grande, em Vitória, com a equipe da nova pasta. foto divulgação

Após o convite do governador Renato Casagrande para assumir a Secretaria de Estado da Recuperação do Rio Doce (Serd), o ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi se reuniu no Palácio da Fonte Grande, em Vitória, com a equipe da nova pasta, criada pelo Governo do Espírito Santo em dezembro de 2024.

O objetivo da Serd é cumprir as obrigações do acordo de reparação relativo ao desastre ambiental de Mariana e dar mais agilidade e transparência nas ações de recuperação dos danos ambientais e econômicos para os municípios capixabas, movimentos sociais e famílias atingidas pela maior tragédia ambiental do Brasil.

Junto com Balestrassi, estavam presentes, na reunião de quinta-feira (6), os secretários Ricardo Ianotti, Margareth Saraiva e Harlen Silva, que estavam conduzindo os trabalhos iniciais da nova Secretaria desde a sua criação. Neste primeiro encontro, o grupo debateu a criação do planejamento estratégico para os próximos anos, tanto para a recuperação do Rio Doce quanto para os investimentos em infraestrutura e desenvolvimento social para as cidades capixabas atingidas pelo desastre de 2015.

“Seguindo as orientações do governador Renato Casagrande, estamos elaborando um plano estratégico para os próximos seis anos, com diagnóstico físico e financeiro para compatibilizar os recursos oriundos da repactuação com a implantação dos projetos estruturantes para o Espírito Santo. A previsão é de que esse plano seja apresentado em cerca de 30 dias.

Nesse plano estratégico estão ações na área do saneamento, represas, contenções, reflorestamento, capacitação, consultorias, investimentos na área da saúde, da assistência social, turismo, agricultura, empreendedorismo e economia. “Temos uma previsão inicial de investimento de R$ 1 bilhão até 2026 na recuperação e prevenção do Rio Doce. E nos próximos 20 anos, mais R$ 1 bilhão a cada ano”.

Guerino Balestrassi reforçou a importância e a competência do trabalho de Ricardo Ianotti, Margareth Saraiva e Harlen Silva, que estavam liderando a Secretaria desde sua criação, e afirmou que todos irão trabalhar em conjunto na Serd. “Ianotti desenvolveu um trabalho espetacular no acordo de reparação relativo ao desastre ambiental de Mariana. Estivemos juntos nas audiências em Brasília e acompanhei sua dedicação. Seguiremos trabalhando em parceria para implementar com maior agilidade possível os projetos de infraestrutura e de recuperação ambiental para o Espírito Santo”.

Saiba mais

Guerino Balestrassi aceitou o convite feito pelo governador Renato Casagrande na terça-feira (4), em reunião no Palácio Anchieta. Engenheiro, professor e prefeito de Colatina por três mandatos (2001 a 2004, 2005 a 2008 e 2021 a 2024), Guerino também já foi Presidente do Bandes, Secretário Estadual de Ciência e Tecnologia, Secretário Estadual de Planejamento e Presidente da Associação dos Municípios Capixabas, a Amunes.

Na área ambiental, Guerino Balestrassi sempre teve atuação importante na preservação e recuperação do Rio Doce. Foi fundador e presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce; representante do Comitê Interfederativo do Espírito Santo (CIF-ES), órgão que orienta e valida as ações da Fundação Renova.

Guerino também foi vice-presidente do Fórum Permanente de Prefeitos da Bacia do Rio Doce, atuando de forma decisiva e defendendo os interesses das cidades capixabas nas audiências no Espírito Santo, Minas Gerais e Brasília que resultaram no acordo histórico de repactuação do acordo com as empresas causadoras do desastre ambiental.

De 2021 a 2024, Guerino Balestrassi representou as cidades capixabas atingidas pelo rompimento da barragem de Mariana nas audiências realizadas em Londres, já que uma das empresas poluidoras do Rio Doce tem sede na Europa. Na Corte Inglesa, Guerino participou ativamente das discussões junto com advogados, procuradores, especialistas da área ambiental e representantes dos movimentos populares.

Ainda como prefeito de Colatina, Guerino Balestrassi organizou, em 2006, o Fórum das Águas. O evento foi um dos primeiros do Brasil a discutir o meio ambiente e os recursos da bacia hidrográfica do Rio Doce.

“Quero agradecer o convite e a confiança do governador Renato Casagrande e do vice-governador Ricardo Ferraço. Estou preparado para conduzir os trabalhos desta Secretaria tão importante. Desde 2001, quando fui prefeito de Colatina pela primeira vez, venho atuando firmemente na preservação e recuperação do Rio Doce e do arranjo produtivo dos municípios capixabas. Além dos investimentos e obras de saneamento e de infraestrutura para os municípios, a preservação ambiental e o apoio aos movimentos sociais será decisivo para a recuperação econômica das cidades e famílias atingidas”. Fonte e foto assessoria