Lei reconhece Água Doce do Norte como capital estadual do melado

Lei reconhece Água Doce do Norte como capital estadual do melado

Água Doce do Norte, município situado a 300 quilômetros da capital, limite com Minas Gerais a noroeste do estado, é a capital estadual do melado, de acordo com a Lei 12.859, publicada na segunda-feira (15/6) no Diário de Imprensa Oficial (DIO).

Deputado Mazinho dos Anjos é autor do projeto que deu origem à lei / Foto: divulgação

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Autor da proposição no Parlamento, o deputado Mazinho dos Anjos (MDB/ES) considera que o destaque capixaba na produção do melado confere maior visibilidade para a atividade econômica, com novas parcerias, possibilitando investimentos e suscitando novas políticas públicas voltadas aos pequenos produtores.

“O reconhecimento ao trabalho e à dedicação das famílias rurais, valoriza a cultura regional, estimula o desenvolvimento sustentável e assegura a preservação de um patrimônio imaterial. O melado representa importante fonte de renda para produtores familiares, fomenta o turismo rural e contribui para a economia criativa do interior capixaba”, argumenta o deputado Mazinho dos Anjos no Projeto de Lei (PL) 498/2025, que deu origem à lei.

Melado

De coloração escura e sabor marcante, o melado, também conhecido como melaço, é uma calda feita a partir da cana-de-açúcar. Preserva parte dos nutrientes presentes na cana, como minerais e compostos antioxidantes. Entre suas propriedades, destacam-se a presença de ferro, cálcio, magnésio, potássio e vitaminas do complexo B em pequenas quantidades.

Por ser uma fonte de carboidratos, o melado fornece energia rápida ao organismo e pode ser utilizado como alternativa ao açúcar refinado em diversas preparações, como sucos, bolos e doces.  

Origem de Água Doce

Domingos Marcolino e familiares foram os pioneiros a se estabelecerem no lugar em 1928, tornando-se importante produtor de café na região. Posteriormente, em 1949, aquela extensão de terras tornou-se distrito de Água Doce do Norte, em Barra de São Francisco. Em 1988, desmembrou-se, alcançando a categoria de município. 

De acordo com as informações do site oficial do município, os primeiros habitantes do local, na ausência ainda do café, passaram a adoçar água quente com garapa de cana-de-açúcar em substituição ao café, que era consumida com rapadura. Daí a origem do nome adotado por seus habitantes.

Melado no estado

Vale registrar que a importância econômica e cultural da produção do melado no estado é objeto de outra proposta legislativa. Por ales

Missão Solidária Marista leva estudantes a vivência de fé, serviço e transformação social em comunidade de Colatina

Missão Solidária Marista leva estudantes a vivência de fé, serviço e transformação social em comunidade de Colatina

A solidariedade, a espiritualidade e o compromisso com a transformação social estiveram no centro da Missão Solidária Marista 2026, promovida pelo Colégio Marista Colatina entre os dias 11 e 13 de junho, na Comunidade São José, localizada no bairro Barbados, em Colatina (ES).

Colégio Marista Colatina reunirá jovens, educadores e lideranças comunitárias em três dias. foto ivulgação

Inspirada pelo tema da Campanha da Fraternidade 2026, “Fraternidade e Moradia”, e pelo lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a iniciativa reuniu cerca de 20 estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental Anos Finais ao Ensino Médio, além de aproximadamente 10 educadores, entre colaboradores e Irmãos Maristas. A missão também contará com a participação dos Escoteiros Maristas, lideranças comunitárias e representantes da Igreja Católica.

Mais do que uma ação solidária pontual, a Missão Solidária Marista é uma experiência educativa e evangelizadora que busca promover o protagonismo juvenil por meio da vivência da fé, da escuta e do serviço ao próximo. Durante os três dias, os participantes estarão inseridos na realidade da comunidade, realizando visitas às famílias, momentos de oração, rodas de conversa, oficinas e atividades comunitárias.

“A Missão Solidária Marista é uma oportunidade para que nossos estudantes vivenciem, na prática, valores como solidariedade, fraternidade e serviço. Mais do que realizar atividades na comunidade, queremos promover encontros verdadeiros, baseados na escuta, no respeito e na construção de vínculos. Essa experiência contribui para a formação integral dos jovens e reforça o compromisso da educação marista com a transformação social e o cuidado com as pessoas”, destaca Jânio Fausto Filho, coordenador de Pastoral do Colégio Marista Colatina.

A programação teve início no dia 11 de junho com uma celebração de envio dos missionários no Colégio Marista Colatina. Na comunidade, os estudantes participarão de momentos de acolhida, formação e espiritualidade. Já no dia 12, considerado um dos momentos centrais da missão, os jovens realizarão visitas às famílias do bairro, acompanhados por educadores e lideranças locais, promovendo encontros marcados pela escuta, partilha e fortalecimento dos vínculos comunitários.

A programação incluiu ainda um luau missionário, oficinas socioeducativas desenvolvidas em parceria com os Escoteiros Maristas e uma celebração de encerramento aberta às famílias e à comunidade local.

A edição de 2026 marca o início de um novo ciclo de atuação missionária na Comunidade São José, no bairro Barbados. A proposta prevê uma presença continuada durante os próximos três anos, permitindo que estudantes e educadores conheçam mais profundamente a realidade local e desenvolvam ações alinhadas às necessidades identificadas junto aos moradores.

Como gesto concreto desta primeira etapa, a comunidade receberá a doação de quatro jogos de mesas plásticas, além da construção conjunta de novas iniciativas voltadas ao fortalecimento dos espaços comunitários. A ação reforça o compromisso da missão não apenas com a dimensão espiritual, mas também com a promoção da dignidade humana e da cultura do cuidado.

A Missão Solidária Marista integra a proposta educativa do Marista Brasil de formar cidadãos comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa, solidária e fraterna. Ao aproximar os jovens de diferentes realidades sociais, a experiência contribui para o desenvolvimento da empatia, da responsabilidade social e do compromisso com o bem comum.


Fonte Poliane Alves

Festival Riquezas da Terra chega à terceira edição em Boapaba; confira a programação

Festival Riquezas da Terra chega à terceira edição em Boapaba; confira a programação

A comunidade de Boapaba recebe, no dia 28 de junho, a terceira edição do Festival Riquezas da Terra, evento que valoriza a cultura, a música e as tradições das comunidades do interior de Colatina. A programação será realizada na quadra poliesportiva da comunidade e contará com atrações musicais, celebração religiosa, sorteios e momentos de confraternização para moradores e visitantes.

Evento, que incentiva e valoriza as riquezas culturais e gastronômicas dos distritos, contará com shows de Diego Nunes e Avião Sertanejo


A programação terá início às 9h com jogos amistosos de futebol, no campo da comunidade, que fica ao lado da quadra. Quase simultaneamente, às 9h30 será realizada uma Celebração da Palavra. Às 13 horas, o cantor Diego Nunes sobe ao palco e, às 15 horas, será a vez da banda Avião Sertanejo animar o público. Promovido pela Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o Festival Riquezas da Terra busca fortalecer a identidade cultural das comunidades do interior, incentivar o turismo local e criar espaços de convivência e lazer para toda a população.

O festival tem se consolidado como uma importante iniciativa de valorização das riquezas culturais e do potencial das comunidades rurais do município. A segunda edição, realizada em Baunilha, foi um grande sucesso de público e recebeu forte apoio da população, reunindo famílias, produtores e visitantes em um ambiente marcado pela integração comunitária e pela valorização das tradições locais.

Até o fim do ano, o evento ainda terá edições em Graça Aranha, Moschen e São Pedro Frio. Fique atento aos canais oficiais da prefeitura para saber mais detalhes.

FONTE E ARTE
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Deputado Da Vitória envia mais R$ 7,5 milhões para a saúde de Colatina

Deputado Da Vitória envia mais R$ 7,5 milhões para a saúde de Colatina

A saúde de Colatina recebeu um reforço importante para ampliar atendimentos e fortalecer os serviços oferecidos à população. O deputado federal Da Vitória destinou mais R$ 7,5 milhões em recursos para o município, atendendo a um pedido do prefeito Renzo Vasconcelos e de vereadores.

O investimento é resultado de um trabalho conjunto entre o município, o mandato parlamentar e representantes da Câmara Municipal.

Os recursos poderão ser utilizados para custeio e manutenção dos serviços de saúde, ajudando a Prefeitura a garantir atendimentos, exames, consultas e demais ações voltadas à população que depende da rede pública.

Segundo Da Vitória, o investimento é resultado de um trabalho conjunto entre o município, o mandato parlamentar e representantes da Câmara Municipal.

“Já está depositado no Fundo Municipal de Saúde R$ 7,5 milhões para ajudar o atendimento que a cidade tem feito na área da saúde. Além do pedido do prefeito, recebemos um ofício dos vereadores John Lennon, Jorge Guimarães, Marlucio Nascimento, Marcelão, Claudinei, Ferrerinha, Eliézio Bolzani, Marcelo Pretti e Silva, que são parceiros da administração municipal e muito querem melhorar a saúde da cidade”, afirmou o deputado.

O recurso foi depositado no Fundo Municipal de Saúde no início deste mês de junho e se soma a outros investimentos destinados por Da Vitória ao município ao longo dos últimos oito anos, que totalizam mais de R$ 38 milhões somente para a saúde em recursos diretos de emenda parlamentar para a saúde.

O prefeito Renzo Vasconcelos agradeceu o apoio e destacou a importância da parceria para atender quem mais precisa. “Grato demais. De fato, compaixão com quem mais precisa, com a vida das pessoas. Obrigado por atender o nosso pedido. Colatina vai saber reconhecer quem está fazendo pela cidade”, declarou.

Festival da uva reúne 5 mil em Jaguaré, terra do café e da pimenta

Festival da uva reúne 5 mil em Jaguaré, terra do café e da pimenta

Na terra do café conilon e da pimenta-do-reino, a estrela é a uva. O primeiro dia do Festival da Colheita de Uva de Jaguaré, no norte do estado, realizado no sábado (13), reuniu cerca de 5 mil pessoas, segundo os organizadores. O festival celebra a diversificação de culturas promovida pelo projeto Arranjos Produtivos, iniciativa da Assembleia Legislativa (Ales) para fortalecer a agricultura familiar.

Evento, que prossegue neste domingo, traz produtos da agricultura familiar e programação cultural 

“No sul do Brasil a uva é até normal, mas aqui no Espírito Santo, e principalmente em Jaguaré, você ter colheita de uva, você ter uva no suco e você ter vinho dessa mesma uva, isso para mim é muito gratificante, saber que o programa que a gente lidera, o Arranjos Produtivos, da porteira para dentro, fez o agricultor produzir mais e melhor”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos (União), na abertura oficial do evento, que prossegue neste domingo (14), na Praça Nicolau Falchetto.

Produção da uva

Atualmente, 12 agricultores das regiões Norte e Noroeste do Espírito Santo cultivam uvas com o apoio do Arranjos Produtivos, que oferece assistência técnica, mudas e equipamentos. Um deles é Francisco Santiago, pioneiro no cultivo da fruta em Jaguaré. Francisco decidiu apostar na diversificação após perder praticamente toda a sua produção de café por conta de uma forte estiagem que aconteceu na região.

“Eu visitei um plantio de uva, gostei desse plantio e optei por diversificar. Desde 2017 eu produzo também uva no meu terreno. O Arranjos Produtivos foi muito importante, porque me incentivou (…) a trabalhar essa parte da diversificação, e principalmente a questão da uva”, contou.

Segundo ele, o início não foi fácil e muitos duvidaram de que a fruta pudesse se adaptar às condições da região. “Muitas pessoas perguntavam ‘Jaguaré produz uva?’ E eu falava eu vou fazer essa experiência. Depois falavam ‘e se produzir, você vai vender para quem?’ O início foi um pouco difícil, porque teve essa dúvida, depois teve a falta de informação e a falta de assistência técnica, mas o Arranjos Produtivos ajudou nesse sentido”, destacou.

Hoje, além da venda da fruta in natura, o agricultor já agrega valor à produção. “A gente trabalha com a uva in natura, nós temos a polpa da uva e estamos fazendo agora o suco da uva e estamos pensando em fazer geleia também”, revelou o agricultor.

Para o prefeito de Jaguaré, Marcos Antônio Guerra (União), a diversificação é fundamental para garantir estabilidade econômica e a permanência das famílias no campo. “Apesar de sermos a terra do café conilon e da pimenta-do-reino, em grande escala (..) a diversificação é muito importante, principalmente para a agricultura familiar. Quando um produto oscila o preço para cima, o outro para baixo, então um vai suprindo o outro. É importante para a permanência do homem do campo”, avaliou.

Produção de uvas, suco da fruta e vinho na região é resultado da diversificação de culturas, impulsionada pelo projeto Arranjos Produtivos, da Assembleia Legislativa . Foto: Kelly Lacerda

Festival da uva

O primeiro dia do evento atraiu a presença de 5 mil, segundo os organizadores. Entre os visitantes estava a produtora rural Aline de Oliveira. Ela disse que não sabia que Jaguaré produzia uva e se surpreendeu. “Estou adorando, eu e minha família. Não esperava tanto e me surpreendi muito. Adorei o suco que provei (…) que a uva seja bem-vinda também”, pontuou. 

Segundo a secretária da Casa dos Municípios da Ales, Joelma Costalonga, o evento é mais uma oportunidade para venda dos produtos dos agricultores familiares. A Casa dos Municípios é o órgão responsável por coordenar o Arranjos Produtivos, que está presente em 36 cidades capixabas. 

Além de 30 estandes com produtos da agricultura familiar, artesanato e comida, os participantes puderam participar, no sábado, de minicursos, oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-ES), que ensinaram receitas culinárias à base de uva e café. 

Outro destaque no primeiro dia do evento foi o colhe e pague da uva, que aconteceu no Sítio Santiago, atração muito aguardada em que os visitantes puderam conhecer uma plantação de uva e colher a fruta diretamente do pé.

A programação do festival continua neste domingo, das 10 às 20 horas, com uma expectativa de público de 10 mil pessoas, segundo os organizadores.

Programação

10h – Abertura dos estandes
11h – Show com Valmir Andrade 
14h – Apresentação cultural: peça teatral “Caixa de Costuras”
14h – Minicurso de culinária com uva, Senar-ES
15h – Grupo Musical Flauta Scaleta
14h – Show musical com Adriano Ferreira
18h – Show musical com Ernane da Viola 
20h – Encerramento

Serviço: 1º Festival da Colheita da Uva de Jaguaré
Data: domingo (14), das 10 às 20h
Local: Praça Nicolau Falchetto
Aberto ao público. Por ales

Festival da Uva fortalece diversificação de culturas no norte

Festival da Uva fortalece diversificação de culturas no norte

Em uma região conhecida pela produção de pimenta-do-reino e café conilon, a uva é que ganha destaque no próximo final de semana. Neste sábado (13/6) e domingo (14/6), Jaguaré sedia um festival para celebrar a colheita da fruta, cujo incremento no cultivo é uma iniciativa do Arranjos Produtivos, projeto desenvolvido pela Assembleia Legislativa (Ales) para fortalecer a agricultura familiar no Espírito Santo.

Colhe e pague, minicursos e apresentações musicais fazem parte da programação / Foto: Prefeitura de Jaguaré

“Esse festival mostra o resultado de um trabalho construído com planejamento, parceria e confiança no potencial do produtor rural capixaba. Quando a Assembleia Legislativa decidiu investir no Arranjos Produtivos, o objetivo era justamente este: levar oportunidade para o campo, incentivar novas culturas, gerar renda e criar um novo caminho de desenvolvimento para muitas famílias”, salienta o presidente Marcelo Santos (União). 

“Hoje ver Jaguaré colhendo esses frutos é a prova de que, quando o poder público apoia quem produz, os resultados chegam na ponta e transformam realidades”, comemora o parlamentar. 

A consultora de Agroindústria do Arranjos, Alessandra Vasconcelos, explica que “o objetivo é celebrar uma nova cultura implementada há mais de três anos pelo projeto”. E endossa: “Jaguaré é a terra do café, da pimenta e, no projeto, a gente conseguiu observar que, com orientação técnica, mudas de qualidade, e o principal, que é dedicação do produtor rural, consegue-se plantar uma cultura nova num local onde não se imaginava que se poderia ter. No caso é a uva”. 

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A consultora revela que, neste ano, serão colhidas 12 toneladas de uva. “É o início de uma nova cultura no município, espera-se que outros produtores consigam também diversificar sua produção e, com isso, diversificar também a geração de renda além do café”, observa. 

Minicursos e “Colhe e Pague”

Além de apresentações culturais e artísticas, a Praça Nicolau Falchetto receberá uma estrutura com 30 estandes nos quais poderão ser encontrados produtos da agroindústria e artesanato para aproximar a população local da agricultura familiar. O Arranjos Produtivos também terá um estande “para que as pessoas possam visitar e entender melhor do que se trata esse projeto”, revela Alessandra. 

Na feira serão vendidos diversos produtos, como uva, polpa de fruta, suco e até um “vinho de Jaguaré”, recém-lançado na Feira dos Municípios. Segundo a consultora, a bebida exemplifica como vale a pena investir na agroindústria para agregar valor. “Por isso também nós temos uma programação relacionada a minicursos”, conta. 

Nesse sentido, haverá dois minicursos de uva, um no sábado e outro no domingo, e um minicurso no sábado sobre café (veja programação no final da matéria). Todos serão ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-ES). O objetivo é ampliar o horizonte dos produtores além de doces e biscoitos, segundo Alessandra.  

Outro ponto destacado é a Experiência com Sommelier, no sábado, com a produtora Joice Fosch, que ensinará a fazer um kombucha da fruta. “Mas a ação mais esperada é o colhe e pague no sábado, das 9 horas ao meio-dia, no Sítio Santiago, onde de fato as pessoas poderão viver essa experiência de colher uva no pé e levar para casa”. O Sítio Santiago fica a 9 km da sede e foi um dos contemplados com mudas de uva e instruções de manejo da cultura oferecidas pelo Arranjos Produtivos. 

Realização

O Festival da Colheita da Uva de Jaguaré é realizado pela Agência de Desenvolvimento Econômico, Social, Proteção Ambiental e Empreendedorismo Turístico da Região do Verde e das Águas (Adetur) em parceria com a Ales.

Programação 

Sábado (13)

9h – Abertura dos estandes e praça de alimentação 
Banda Musical Municipal de Jaguaré (Bammuja)
9h às 12h – Colhe e Pague de uva no Sítio Santiago
9h – Minicurso de culinária com uva, Senar-ES
10h30 – Experiência com sommelier: a uva no universo das bebidas
14h – Minicurso de culinária com café, Senar-ES
17h30 – Apresentação cultural: dança pomerana
18h30 – Abertura oficial do Festival de Colheita de Uva 
19h – Telão com o jogo do Brasil na Copa do Mundo
21h – Show com Vanessa Oliveira, o “Furacão do Forró”
23h – Término

Domingo (14)

10h – Abertura dos estandes
11h – Show com Valmir Andrade 
14h – Apresentação cultural: peça teatral “Caixa de Costuras”
14h – Minicurso de culinária com uva, Senar-ES
15h – Grupo Musical Flauta Scaleta
14h – Show musical com Adriano Ferreira
18h – Show musical com Ernane da Viola 
20h – Encerramento

Serviço  

1º Festival da Colheita da Uva de Jaguaré
Data: sábado (13), das 9 às 23 horas, e domingo (14), das 10 às 20h
Local: Praça Nicolau Falchetto
Aberto ao público

Secretaria do Rio Doce participa de debate nacional sobre políticas de meio ambiente e cultura

Secretaria do Rio Doce participa de debate nacional sobre políticas de meio ambiente e cultura

A equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd) representou o Governo do Estado no painel “Cultura e Clima: Conviver com o Rio Doce”, um dos destaques da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. O evento, realizado em Aracruz, teve como tema a Justiça Climática e reuniu mais de 4 mil participantes, entre artistas, produtores, ambientalistas, lideranças comunitárias e gestores de todo o país.

A secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental,

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O painel ‘Conviver com o Rio Doce’ foi apresentado no auditório principal do Sesc Praia Formosa. Representantes do Governo Federal, da Serd, da Prefeitura de Aracruz, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), ambientalistas, lideranças das comunidades impactadas pelo desastre de Mariana e o público participante do evento debateram as políticas públicas de meio ambiente e cultura para a região da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte capixaba.

O protagonismo indígena e quilombola nas ações de reparação da bacia hidrográfica foi um dos destaques do painel, que contou com a presença dos representantes da comunidade quilombola de Degredo, localizada em Linhares. 

A secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um retrospecto histórico dos 10 anos do desastre ambiental, as tratativas que resultaram na repactuação, homologada pelo STF em 2024, além de uma explanação sobre os anexos do Novo Acordo do Rio Doce e as responsabilidades do Governo do Estado nas ações socioambientais e socioeconômicas nos territórios capixabas.

Além das ações de saneamento, de recuperação ambiental e de infraestrutura, Margareth Saraiva destacou as políticas públicas na área social que estão sendo construídas em parcerias com as demais secretarias estaduais e que visam desenvolver projetos culturais, de sustentabilidade e de força comunitária. “O ponto-chave é entender que a reconstrução não é só física ou econômica: ela é territorial, simbólica e social. Mapear os bens culturais, preservar festas tradicionais, práticas e modos de vida, restaurar espaços simbólicos fazem parte desta reconstrução do Rio Doce. E temos que fortalecer a participação social, alinhando projetos com as comunidades, com inclusão de mulheres, jovens e povos tradicionais”, afirmou a secretária.

Além da equipe da Secretaria de Recuperação do Rio Doce, participaram do painel os técnicos da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República, do Ministério da Igualdade Racial, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz e da Assessoria Técnica Independente da Associação dos Pescadores e Extrativistas e Remanescentes do Quilombo de Degredo. fotos: Comunicação/Serd e EBC/Agência Brasil e fonte Renato Costa Neto / Karina Soares / Caroline Pignaton

Grande Buda de Ibiraçu está mais perto de se tornar patrimônio do ES

Grande Buda de Ibiraçu está mais perto de se tornar patrimônio do ES

Os deputados estaduais aprovaram, durante a sessão desta segunda-feira (8), a tramitação em regime de urgência para quatro matérias. Dentre elas, o Projeto de Lei (PL) 362/2026, assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos (União), que reconhece como patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo o monumento Grande Buda, no município de Ibiraçu.

Com a aprovação do regime de urgência, projeto poderá ser votado na sessão de terça-feira / Foto: Lucas S. Costa

Ainda durante o expediente, o presidente da Ales informou que outra matéria tramitará conjuntamente ao PL 362. Trata-se do PL 643/2023, do deputado Sergio Meneguelli (PSD), que versa sobre o mesmo assunto.

TCE

Outra urgência aprovada foi para a tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 23/2026, que altera a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES). A matéria adequa a legislação estadual à jurisprudência que estabelece prescrição de infrações que implicam ressarcimento ao erário.

Utilidade pública

Também poderão ser votadas diretamente em plenário, já na próxima sessão, duas matérias que reconhecem duas instituições como de Utilidade Pública: a Associação Master de Remo do Espírito Santo (Amares) – PL 246/2026; e o Instituto Saber (IS) – PL 285/2026. Os dois PLs são de autoria do deputado Marcelo Santos.

Caso as duas propostas sejam convertidas em legislação, as entidades irão configurar o Anexo I da Lei 10.976/2019 – norma que consolida o reconhecimento das entidades de direito privado e com fins não econômicos que desenvolvem atividades de interesse coletivo, permitindo acesso a repasses de recursos públicos para o fomento da atuação.

PEC 

Também foi lida no expediente da sessão a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/2026, que reformula o sistema tributário estadual conforme novas diretrizes estabelecidas na Reforma Tributária brasileira.  FONTE Ales

Fenaviola 2026 consagra vencedores e reforça tradição da música de raiz em Itapina

Fenaviola 2026 consagra vencedores e reforça tradição da música de raiz em Itapina

A 18ª edição do Festival Nacional de Viola de Colatina (Fenaviola) chegou ao fim no último sábado (6), em Itapina, consagrando os vencedores do tradicional concurso de composições inéditas e reunindo 7 mil pessoas em três dias de celebração da cultura sertaneja e da música de raiz. Ao todo, 20 canções de diferentes regiões do país participaram da competição, que voltou a ser um dos grandes destaques do evento.

A grande campeã desta edição foi a música “Leilão de um Carreiro”, interpretada pela dupla Otávio e Eduardo, de Sarzedo (MG)

A grande campeã desta edição foi a música “Leilão de um Carreiro”, interpretada pela dupla Otávio e Eduardo, de Sarzedo (MG). O segundo lugar ficou com “Cordas de Aço”, defendida por Wesley e Tiago, de Poços de Caldas (MG), enquanto “Viola Doce Viola”, interpretada por Saulo Fagundes, de Goiânia (GO), conquistou a terceira colocação. O prêmio de Melhor Intérprete foi para a canção “Rio Abaixo”, apresentada por Paulo Macedo e Leilane Coutinho, de Vitória da Conquista (BA). Já o reconhecimento de Melhor Violeiro ficou com Marinho San, de Belo Horizonte (MG), pela interpretação de “Minha Outra Face”.

Além da competição, o Fenaviola 2026 ofereceu uma programação diversificada que movimentou o distrito de Itapina entre os dias 4 e 6 de junho. O público acompanhou apresentações de artistas locais e nacionais, como Show da Viola, Brutaiada, Mayck e Lyan, Renato Teixeira, Vitor e Sander e Marcos & Kaique Viola, em uma programação gratuita que valorizou a tradição sertaneja e atraiu visitantes de diversas cidades capixabas e de estados vizinhos.

Outro destaque da edição foi a área gastronômica, que se consolidou como um dos espaços mais movimentados da festa. O local reuniu empreendedores de Itapina e estabelecimentos associados à Assbares (Associação de Dirigentes de Bares e Restaurantes de Colatina), oferecendo opções variadas ao público e fortalecendo a economia local durante os três dias de evento.

Para o prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, o sucesso da edição reforça a importância do Fenaviola para a cultura e o turismo do município. “O Fenaviola é um patrimônio cultural de Colatina e, mais uma vez, mostrou sua força ao reunir artistas, violeiros, famílias e visitantes em um ambiente de tradição e valorização das nossas raízes. Ficamos muito felizes com o resultado desta edição e já estamos trabalhando para fazer um evento ainda maior e melhor no próximo ano”, destacou.

fonte e foto PMC -SECOM