Dez produtores são premiados no XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina

Dez produtores são premiados no XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina

Dez produtores rurais foram reconhecidos nesta sexta-feira (25) como vencedores do XIII Concurso de Qualidade de Café Conilon de Colatina. A premiação foi realizada no Centro de Ciência, em Colatina, e reuniu produtores, parceiros, empresas e representantes do setor cafeeiro para valorizar a qualidade dos cafés produzidos no município e incentivar práticas de sustentabilidade no campo

A premiação foi realizada no Centro de Ciência, em Colatina, e reuniu produtores, parceiros, empresas e representantes do setor cafeeiro para valorizar a qualidade dos cafés produzidos no município e incentivar práticas de sustentabilidade no campo

Promovido pela Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Infraestrutura Rural, o evento teve início com um café da manhã para os participantes e contou com a palestra “O mundo quer qualidade e sustentabilidade”, ministrada pelo engenheiro agrônomo Geraldo Mendes, do Incaper.

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Representando o prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, a primeira dama, dra. Lívia Vasconcelos ressaltou a importância dos produtores rurais para o desenvolvimento do município e destacou que iniciativas como o concurso ajudam a dar visibilidade à qualidade do café produzido em Colatina.

“Valorizar o produtor rural é reconhecer a força de quem trabalha todos os dias para produzir e movimentar a economia de Colatina. O café faz parte da nossa história e representa o trabalho de muitas famílias”, afirmou.

Para o secretário municipal de Desenvolvimento e Infraestrutura Rural, Joziel Bomfim Leite, o concurso contribui para valorizar o trabalho realizado pelos produtores e estimular a melhoria contínua da produção.

“O concurso faz parte das ações voltadas ao fortalecimento da agricultura de Colatina e à valorização dos produtores rurais. É uma oportunidade de promover conhecimento, incentivar a qualidade e reconhecer quem trabalha diariamente no campo, contribuindo para a economia e para a geração de renda das famílias do município”, destacou.

A programação foi encerrada com um almoço de confraternização entre os participantes.

Confira os vencedores:

1° lugar: Vanderleia Kepp de Menezes – 99,41

2° lugar: Bruna Salomão Reinholz – 99,00

3° lugar: Antonio Carlos dos Santos – 98,07

4° lugar: Rogerio Nass – 96,38

5° lugar: Andressa Rodrigues – 95,35

6° lugar: José Lúcio Zanotelli – 94,32

7° lugar: Ednelia Strasmann Ferreira – 94,25

8° lugar: Gedesson Zanetti Kelfer – 94,03

9° lugar: Jeferlane Ferrari Zanetti – 91,91

10° lugar: Dirceu Zanetti – 88,00

Do campo à avaliação final

Para chegar à etapa final, os cafés participantes passaram por diferentes avaliações. No dia 9 de setembro, foi realizada a prova da bebida, no Ifes – Campus Itapina. No dia seguinte, 10 de setembro, foram feitas visitas técnicas às propriedades participantes para a realização da contraprova das amostras e a avaliação dos critérios de sustentabilidade adotados pelos produtores.

As etapas foram definidas pela comissão organizadora do concurso após a verificação da classificação das amostras.

FONTE E FOTO Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Podemos entra forte na disputa e pode chegar a três cadeiras na Câmara

O Podemos aparece como uma das principais forças na corrida por uma vaga na Câmara dos
Deputados e, segundo projeções de bastidores, pode alcançar 410 mil votos, O Podemos aparece como uma das principais forças na corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados e, segundo projeções de bastidores, pode alcançar 410 mil votos,

Projeção de 410 mil votos coloca o partido no topo da disputa proporcional no Espírito Santo.. foto divulgação

Com esse desenho, o Podemos tenta converter uma chapa de forte presença regional em três cadeiras na bancada capixaba. A chapa reúne nomes como o deputado federal Gilson Daniel, o médico Serginho Vidigal, o ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi, osjornalistas Philipe
Lemos e Sandra Freitas, o vereador Renzo Mendes, o ex-prefeito de Sooretama Alessandro Broedel e o ex-vereador de Aracruz Roberto Rangel, dentre outros. Projeções publicadas anteriormente apontavam Gilson Daniel na faixa de 110 mil votos e
Serginho Vidigal com cerca 140 mil, enquanto outros nomes disputam a parcela restante da
votação da legenda. Como ficam as principais chapas Considerando uma estimativa de 2,1 milhões de votos válidos para deputado federal no
Espírito Santo, o cenário projetado fica assim:


Partido/Federação Votos

estimados
Cadeiras projetadas
Podemos 410 mil 3 (2 diretas + 1 sobra)
PP/União 380 mil 2
PSB 360 mil 2
PT 250 mil 1
Republicanos 250 mil 1
PL 200 mil 1
Demais legendas 250 mil —
No PP/União, a disputa reúne nomes como o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Marcelo Santos, os deputados federais Messias Donato, Da Vitória e Amaro Neto, o deputado estadual Dr. Bruno Rezende e Capitã Andressa. No PSB, aparecem o deputado
estadual Thiago Hoffmann, o ex-diretor do DER Freitas, a ex-secretária de governo de Renato Casagrande Emanuela Pedroso, o ex-secretário de Estado de Meio Ambiente Felipe Rigoni e o deputado federal Vitor Linhalis. O PT tem entre os principais nomes o deputado estadual João Coser, a deputada federal Jack Rocha e a deputada estadual Iriny Lopes. O Republicanos reúne o ex-presidente da Assembleia Legislativa Erick Musso, o ex-deputado federal Manato e o ex-secretário de Estado da Segurança, Coronel Ramalho. A saída de Gilvan e o novo desenho do PL
O impacto mais direto aparece no PL. Em 2022, Gilvan da Federal respondeu sozinho por quase 88 mil votos, número que ajudou a sustentar a votação da legenda. Sem sua candidatura, esses votos não migram automaticamente para outro candidato ou partido, mas
a ausência de um nome com esse desempenho torna a composição da chapa diferente e pode alterar a disputa interna e a distribuição das sobras. A projeção utilizada neste cenário coloca o PL em aproximadamente 200 mil votos e uma
cadeira, tendo o deputado estadual Lucas Polese entre os nomes da chapa. A votação final,
entretanto, dependerá da capacidade da legenda de recompor parte da força eleitoral
perdida com a saída de Gilvan.

4º Fórum do PDMI encerra encontros na área urbana e inicia nova etapa no interior de Colatina

4º Fórum do PDMI encerra encontros na área urbana e inicia nova etapa no interior de Colatina

A Prefeitura de Colatina realizou, nesta terça-feira (22), o 4º Fórum Regional de Leitura Comunitária do Plano Diretor Municipal Integrado (PDMI), reunindo moradores e lideranças comunitárias da região de Maria das Graças. O encontro marcou o encerramento do ciclo de fóruns na área urbana e abriu caminho para a próxima etapa do processo, que levará as discussões às comunidades do interior do município.

Moradores da região de Maria das Graças apresentaram demandas e contribuíram com propostas para o futuro da cidade. Próximos encontros serão realizados em Itapina, Reta Grande, Baunilha e Boapaba

Durante o encontro, a população teve a oportunidade de apresentar as principais necessidades da região e compartilhar sugestões para o planejamento e o desenvolvimento de Colatina. Entre os assuntos discutidos estiveram as áreas sujeitas a alagamentos, a drenagem pluvial, a mobilidade urbana, as melhorias no transporte público, a regularização fundiária, os loteamentos e a implantação de parques urbanos.

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As contribuições dos moradores e das lideranças comunitárias fazem parte do diagnóstico que está sendo construído para orientar a revisão do PDMI. O objetivo é identificar as particularidades de cada região e reunir informações que ajudem a definir diretrizes para o crescimento e a organização do município nos próximos anos.

Com a conclusão dos quatro fóruns na área urbana, o processo de escuta da população chega agora ao interior. A proposta é ampliar a participação popular, contemplando as diferentes realidades do município e garantindo que as demandas das comunidades também sejam consideradas na revisão do Plano Diretor.

Próximos encontros serão realizados no interior

A programação continua nesta quinta-feira (24), em Itapina, e segue até o início de outubro, com encontros em Reta Grande, Baunilha e Boapaba. Todos os fóruns começam às 18h30 e são abertos à participação da população.

A participação da população continua

A revisão do PDMI é um processo que envolve estudos técnicos e a participação da sociedade. As informações levantadas durante os fóruns comunitários vão contribuir para a construção de propostas relacionadas ao uso e à ocupação do solo, à mobilidade, à infraestrutura, ao meio ambiente e ao desenvolvimento do município.

A Prefeitura reforça o convite para que os moradores do interior participem dos próximos encontros, apresentem suas demandas e contribuam com sugestões para o planejamento de Colatina.

Serviço | Próximos Fóruns Regionais do PDMI

24 de setembro (quinta-feira) – Itapina _ Horário: 18h30 Local: EMEF Maria Ortiz

29 de setembro (terça-feira) – Reta Grande _ Horário: 18h30 Local: EMEIEF Padre Fulgêncio

30 de setembro (quarta-feira) – Baunilha _ Horário: 18h30 Local: EMEIEF Professora Luiza Crema

1º de outubro (quinta-feira) – Boapaba _ Horário: 18h30 Local: Escola Ernesto Corradi

Participação: Aberta à população.

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Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Prefeitura de Colatina retira mais de 250 quilos de fios em apenas um dia

Prefeitura de Colatina retira mais de 250 quilos de fios em apenas um dia

A Prefeitura de Colatina realizou, no domingo (20), uma ação de limpeza e organização dos fios dos postes na Rua Cassiano Castelo, no Centro da cidade. Durante o trabalho, foram retirados aproximadamente 250 quilos de fios que não estavam mais em uso, contribuindo para melhorar a organização dos espaços públicos

A ação foi realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, em parceria com a empresa Luz e Força Santa Maria S/A e empresas de telecomunicações que atuam no município. FOTO SECOM PMC

A ação foi realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, em parceria com a empresa Luz e Força Santa Maria S/A e empresas de telecomunicações que atuam no município.

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O serviço faz parte de um planejamento iniciado junto ao Ministério Público, com o objetivo de organizar a fiação e retirar materiais que não possuem mais utilidade, contribuindo para uma cidade mais limpa, organizada e segura.

O trabalho foi realizado das 8h às 12h e faz parte das ações de manutenção e organização urbanas realizadas no município. A Prefeitura de Colatina continua com o serviço, dando sequência ao trabalho de limpeza e organização dos postes em outros pontos da cidade. FONTE SECOM PMC

3º Fórum Regional do PDMI reúne moradores do Grande Ayrton Senna para discutir futuro da região

3º Fórum Regional do PDMI reúne moradores do Grande Ayrton Senna para discutir futuro da região

 A Prefeitura de Colatina realizou, na última quinta-feira (17/9), o 3º Fórum Comunitário do Plano Diretor Municipal Integrado (PDMI), no auditório da Escola João Manoel Meneghelli. O encontro deu continuidade ao processo de construção participativa do plano, desta vez reunindo moradores e representantes dos bairros que integram a região do Grande Ayrton Senna.

Encontro realizado na Escola João Manoel Meneghelli reuniu moradores e representantes dos bairros da região para apresentar demandas, desafios e potencialidades durante a revisão do Plano Diretor Municipal Integrado.

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Durante o fórum, a população teve espaço para participar da leitura comunitária e contribuir com a identificação de demandas, desafios, potencialidades e prioridades da região. As contribuições apresentadas nos encontros serão somadas aos estudos técnicos que integram o processo de revisão do PDMI.

Bairros contemplados – Lado Norte (Ayrton Senna):

Carlos Germano Naumann
Ayrton Senna
15 de Outubro
Ponte do Pancas
Industrial Alves Marques
Vicente Soella
João Manoel Meneghelli
Parque dos Jacarandás

Fóruns seguem por todas as regiões de Colatina

Os encontros continuam ao longo de setembro e início de outubro, contemplando diferentes regiões da sede urbana, além dos distritos e comunidades rurais. A proposta é garantir que a população tenha espaço para apresentar as características e necessidades de cada território e contribuir diretamente para a revisão do PDMI.

Os próximos fóruns serão realizados sempre às 18h30:

22 de setembro – 4º Fórum Regional – Sede 4, Maria das Graças
24 de setembro – 5º Fórum Regional – Distritos/Rural 1, Itapina
29 de setembro – 6º Fórum Regional – Distritos/Rural 2, Ângelo Frechiani
30 de setembro – 7º Fórum Regional – Distritos/Rural 3, Baunilha
1º de outubro – 8º Fórum Regional – Distritos/Rural 4, Boapaba

Em cada encontro, moradores e representantes da sociedade podem participar da leitura comunitária, apontando desafios, potencialidades e prioridades de seus territórios. As contribuições serão incorporadas aos estudos técnicos em andamento e ajudarão na construção do diagnóstico que servirá de base para as próximas etapas da revisão do Plano Diretor Municipal Integrado.

FONTE E FOTO
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Cooperativa leva produção de agricultores de Domingos Martins para estudantes de todo o Espírito Santo

Cooperativa leva produção de agricultores de Domingos Martins para estudantes de todo o Espírito Santo

Antes de chegar à mesa dos estudantes de uma escola, o alimento passa pelas mãos de quem conhece o tempo da terra. É preciso acompanhar a lavoura, esperar o crescimento, colher no momento certo e encontrar um caminho para que aquilo que foi produzido tenha destino. 

, Coopram comercializam seus produtos agrícolas para escolas dos 78 municípios do Espírito Santo, além de São Paulo e Rio de Janeiro

Em Domingos Martins, parte desse caminho é feita pela Cooperativa de Empreendedores Rurais de Domingos Martins (Coopram), que conecta agricultores familiares a programas de alimentação escolar em 78 municípios do Espírito Santo e também em outros estados.

Segundo o presidente da Coopram, Darli Schaefer, a atuação da cooperativa ajuda a aproximar os agricultores de mercados que, muitas vezes, seriam difíceis de acessar individualmente. 

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“Nosso papel é fazer essa ponte entre o produtor e as escolas. Com as compras públicas, conseguimos criar novos caminhos para a produção da agricultura familiar e dar mais segurança para o cooperado produzir e saber que terá para onde escoar sua colheita”, afirma. 

Esse trabalho é possível por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que determina, desde 2009, que pelo menos 30% dos recursos destinados à alimentação escolar sejam utilizados na compra de produtos da agricultura familiar, conforme a Lei nº 11.947. 

Na prática, a política cria um canal para que alimentos produzidos por pequenos agricultores cheguem às escolas e, ao mesmo tempo, amplia as possibilidades de comercialização das famílias que vivem no campo.

Uma ponte para o campo 

Para quem produz, ter uma cooperativa fazendo essa ligação significa não precisar buscar sozinho cada comprador. É o que ocorre com agricultores de diferentes localidades de Domingos Martins, como o produtor Guilherme Volkers Waiandt, da região do Galo.

A família de Guilherme trabalha com agricultura há mais de 50 anos. O avô iniciou a produção e levava os alimentos de caminhonete até Campinho, sede do município, para comercializar. O trabalho passou pelo pai, Gervânio Elias Waiandt, conhecido como Zico, e chegou à nova geração.

Hoje, a família mantém três pequenas propriedades em produção nas regiões do Galo, Biriricas e Melgaço, onde cultiva banana, café, tangerina ponkan, abacate e aipim, entre outras culturas. Para Guilherme, a atividade rural representa a continuidade de uma história construída pela família ao longo dos anos.

“A agricultura sempre fez parte da nossa história. É um trabalho que foi passado de geração em geração e que continua fazendo parte da nossa rotina”, conta.

Cooperado da Coopram há 45 anos, ele vê na atuação da organização uma forma de ampliar o alcance da produção familiar. Além de aproximar os agricultores de compradores de outras regiões, a cooperativa assume parte da estrutura necessária para que os alimentos cheguem ao destino.

“Nossa produção tem conquistado novos destinos e, quando a cooperativa faz esse trabalho, ela olha para quem está no campo e reconhece o esforço do produtor. E, quando o produtor é valorizado, o produto também ganha valor. É uma forma de mostrar que existe uma história e uma pessoa por trás do alimento que chega à mesa”, relata.

Segurança para produzir 

Na localidade de Melgaço, Geraldo Tesch é outro produtor que encontrou na cooperativa uma forma de dar destino a parte do que é cultivado na propriedade. Ele fornece produtos à Coopram desde 2012 e entrega alface, chuchu, cenoura, abobrinha, pepino, inhame e mexerica ponkan.

Para ele, a parceria representa também mais segurança para produzir. Saber que parte da produção terá um comprador reduz uma das incertezas enfrentadas por quem vive da agricultura familiar e precisa lidar diariamente com o clima, a colheita e a variação do mercado.

“Para a gente aqui é muito importante essa parceria, ver que a Coopram compra os produtos do associado e faz as entregas nas escolas. A gente também tem uma segurança de que parte da produção tem uma venda garantida”, afirma o produtor.

Essa conexão entre propriedade e escola envolve uma estrutura organizada pela cooperativa. Alguns agricultores entregam os produtos diretamente na sede da Coopram, em Ponto Alto. Em outros casos, a própria organização faz o recolhimento nas propriedades.

Depois de recebidos, os alimentos são conferidos e separados de acordo com os pedidos de cada unidade escolar. A cooperativa organiza os produtos para o transporte e realiza as entregas diretamente nas escolas.

Assim, a produção de uma pequena propriedade de Domingos Martins pode deixar o município e chegar à refeição de estudantes em diferentes regiões. O trabalho do agricultor permanece na origem, enquanto a cooperativa organiza a ponte até o destino.

Alcance da produção 

A participação nesse processo alcança uma parcela significativa dos cooperados. Segundo a Coopram, cerca de 90% dos associados comercializam algum produto com a organização ao longo do ano. Parte vai para escolas capixabas e outra parte sai do Espírito Santo.

Neste ano, a Coopram já registra mais de R$ 15 milhões em vendas realizadas fora do Espírito Santo, segundo o presidente Darli Schaefer. O resultado acompanha a ampliação dos mercados alcançados pela cooperativa, que hoje também fornece para municípios de São Paulo e do Rio de Janeiro.

“Esse alcance mostra que a agricultura familiar tem capacidade de produzir e atender diferentes mercados. Quando conseguimos levar esses alimentos para outras regiões, ampliamos as oportunidades para os nossos cooperados e fazemos com que o trabalho realizado nas propriedades de Domingos Martins chegue cada vez mais longe”, destaca farli. fonte e foto Júlio Huber

Colatina realiza 2º Fórum Regional do Plano Diretor Municipal Integrado

Colatina realiza 2º Fórum Regional do Plano Diretor Municipal Integrado

A Prefeitura de Colatina realizou, nesta terça-feira (15), o 2º Fórum Regional do Plano Diretor Municipal Integrado (PDMI), no auditório do Centro Universitário do Espírito Santo (Unesc). O encontro foi mais uma etapa do processo de construção participativa do plano e contou com a presença de presidentes de associações de moradores dos bairros contemplados, moradores e estudantes da instituição. Entre os temas apresentados pela população estiveram mobilidade urbana, arborização, espaços públicos e aluguéis.

O encontro reuniu moradores, lideranças comunitárias e estudantes da Unesc para discutir demandas da região. FOTO SECOM PMC

Bairros contemplados – Lado Norte (Martinelli):

  • Santos Dumont
  • Nossa Senhora Aparecida
  • Aeroporto III
  • São Pedro
  • Nossa Senhora da Penha
  • Vila Real
  • Vila Amélia
  • Santo Antônio
  • Morada do Sol
  • Honório Fraga
  • Novo Horizonte
  • São Marcos
  • Columbia
  • Martinelli
  • São Braz

Fóruns seguem por todas as regiões de Colatina

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Os encontros continuam ao longo de setembro e início de outubro, contemplando diferentes regiões da sede urbana, distritos e comunidades rurais. A proposta é garantir que todas as regiões tenham espaço para apresentar suas demandas, potencialidades e contribuições para a revisão do PDMI. Os próximos fóruns serão realizados sempre às 18h30:

  • 17 de setembro – 3º Fórum Regional – Sede 3, Ayrton Senna
  • 22 de setembro – 4º Fórum Regional – Sede 4, Maria das Graças
  • 24 de setembro – 5º Fórum Regional – Distritos/Rural 1, Itapina
  • 29 de setembro – 6º Fórum Regional – Distritos/Rural 2, Ângelo Frechiani
  • 30 de setembro – 7º Fórum Regional – Distritos/Rural 3, Baunilha
  • 1º de outubro – 8º Fórum Regional – Distritos/Rural 4, Boapaba

Em cada encontro, moradores e representantes da sociedade poderão participar da leitura comunitária, apontando desafios, potencialidades e prioridades de seus territórios. As contribuições serão somadas aos estudos técnicos em andamento e ajudarão na construção do diagnóstico que servirá de base para as próximas etapas da revisão do PDMI.

FONTE E FOTO
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

PLM do vereador Nando de Itaguaçu solicita a retirada de fios e cabos sem uso dos postes da cidade

PLM do vereador Nando de Itaguaçu solicita a retirada de fios e cabos sem uso dos postes da cidade

O projeto de Lei Municipal n.º 2.092/2026 do vereador de Itaguaçu Orlando Alves dos Santos Netto (PSD/ES), mais conhecido como Nando, que solicita as operadoras que utilizam a rede aérea no município. A ação ocorre nesta semana com as retirada de fios e cabos que não possuem mais utilização nos postes no centro da cidade..

Retirada dos Cabeamentos inutilizados dos postes no centro da cidade. foto divulgação

A legislação municipal determina que empresas de energia elétrica, telefonia, internet, televisão por assinatura e outros serviços que utilizam a rede aérea sejam responsáveis por identificar, organizar, alinhar e remover cabos excedentes, rompidos, inutilizados ou sem uso.

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Na prática, a medida começa a mudar a paisagem urbana de Itaguaçu, contribuindo para uma cidade mais limpa visualmente, organizada, segura e sustentável.
A Lei também estabelece que novos projetos de instalação de cabeamento sejam identificados e instalados de maneira organizada, evitando que o problema volte a crescer no futuro.
Outro ponto importante é que a responsabilidade pela adequação é das próprias empresas, sem que os custos sejam repassados aos consumidores.

“É ótimo ver que aquilo que começou como uma iniciativa nossa no Legislativo já está saindo do papel. A retirada dos fios que não têm mais utilidade melhora a segurança, organiza a nossa cidade e também deixa nossas ruas mais bonitas. É uma ação simples, mas que faz uma grande diferença para quem vive em Itaguaçu.”

Vereador de Itaguaçu Orlando Alves dos Santos Netto, mais conhecido como Nando,

A legislação prevê ainda que, em situações de risco, como fios rompidos ou emergências, a regularização deve ocorrer em até 24 horas. Sancionada em abril deste ano, a Lei n.º 2.092/2026 entrou em vigor na data de sua publicação e passa ser uma importante ferramenta para a organização da infraestrutura aérea do município. Com o início dos trabalhos pelas operadoras, Itaguaçu dá mais um passo em direção a uma cidade mais organizada, bonita, segura e sustentável.

Segundo o vereador Nando, há muitas ligações feitas de maneira clandestina e sem o respeito às regras de segurança. A intenção, segundo o vereador, é coibir os abusos e combater um problema antigo que precisa ser resolvido em nome da estética da cidade.

O PROJETO DE LEI MUNICIPAL

I – identificar os cabos instalados em postes;

II – realizar o alinhamento e a organização dos fios instalados;

III – remover cabos e fiações excedentes, rompidas, inutilizadas ou sem uso. Parágrafo único. A identificação da fiação deve conter o nome da empresa responsável a cada 2 (dois) vãos entre postes.

Primeira Leitura Comunitária do PDMI abre ciclo de participação sobre o futuro de Colatina

Primeira Leitura Comunitária do PDMI abre ciclo de participação sobre o futuro de Colatina

Ouvir quem vive a cidade para planejar os próximos anos de Colatina. Foi com esse propósito que a Prefeitura realizou, nesta quinta-feira (10/9), a primeira Leitura Comunitária do processo de revisão do Plano Diretor Municipal Integrado (PDMI), no Centro de Ciências.

Encontro reuniu moradores, estudantes, profissionais e representantes de entidades; revisão segue com novos fóruns, estudos e ferramentas de participação popular foto secom-PMC

O encontro abriu uma etapa importante da revisão: a participação direta da população na identificação de problemas, potencialidades e prioridades para o desenvolvimento do município. O auditório ficou lotado e reuniu moradores, estudantes, arquitetos, engenheiros, empresários, representantes de associações, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e de diferentes setores da sociedade.

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A primeira reunião contemplou moradores da Região Central – lado Sul e deu início a um ciclo de fóruns que seguirá por outras regiões de Colatina. A proposta é ampliar a escuta e reunir contribuições de diferentes territórios antes da consolidação das próximas etapas do Plano Diretor.

O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Estêvão Bravin, destacou que a participação da população é fundamental para que o planejamento acompanhe as necessidades do município.

“Esse é um trabalho importante para que a cidade possa crescer de forma organizada e sustentável. É o momento de olhar para Colatina, entender seus desafios e construir esse planejamento com a participação de quem vive a cidade”, afirmou.

Hora de ouvir a cidade

Durante o encontro, o professor Gilton Ferreira, integrante da Coordenação Administrativa e Técnica do Núcleo Cidades, explicou a dinâmica da Leitura Comunitária e reforçou que a revisão entra agora em um momento essencial de escuta. “Estamos iniciando uma etapa muito importante desse trabalho. Este é o momento de ouvir”, destacou.

A Leitura foi organizada a partir de seis grandes temas prioritários: Cidade para Morar; Cidade para Circular; Cidade para Produzir; Cidade para Preservar e Visitar; Cidade para Desenvolver; e Cidade para Governar. A cada eixo, os participantes puderam apresentar problemas, apontar potencialidades e indicar no mapa os locais relacionados às questões levantadas. As contribuições foram registradas e discutidas coletivamente.

Entre os assuntos trazidos pela população estiveram a preservação de áreas verdes, mobilidade urbana, condições das calçadas, circulação pela cidade e estacionamento rotativo em áreas comerciais, além de temas relacionados ao desenvolvimento econômico e à organização dos espaços urbanos.

O que vem pela frente

A Leitura Comunitária é apenas uma das etapas de um trabalho que continuará ao longo dos próximos meses. A previsão é que o processo de revisão do PDMI siga até agosto de 2027, reunindo estudos técnicos, participação social e definição de propostas para orientar o crescimento e o desenvolvimento de Colatina.

A revisão envolve cinco grandes frentes de trabalho: a identificação e valorização das vocações econômicas e ecológicas do município; a definição de projetos estratégicos de curto, médio e longo prazo; a elaboração integrada do PDMI e do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS); o fortalecimento do modelo de gestão para implantação e monitoramento das ações; e a elaboração do Estudo Ambiental Municipal, incluindo estratégias de adaptação às mudanças climáticas.


Fóruns seguem por todas as regiões de Colatina

Os encontros seguem ao longo de setembro e início de outubro, contemplando diferentes regiões da sede urbana e também os distritos e comunidades rurais. A proposta é garantir que todas as regiões do município tenham espaço para apresentar suas demandas, potencialidades e contribuições para a revisão do PDMI.

Os próximos Fóruns serão realizados sempre às 18h30:

  • 15 de setembro – 2º Fórum Regional – Martinelli, na UNESC
  • 17 de setembro – 3º Fórum Regional – Sede 3, Ayrton Senna
  • 22 de setembro – 4º Fórum Regional – Sede 4, Maria das Graças
  • 24 de setembro – 5º Fórum Regional – Distritos/Rural 1, Itapina
  • 29 de setembro – 6º Fórum Regional – Distritos/Rural 2, Ângelo Frechiani
  • 30 de setembro – 7º Fórum Regional – Distritos/Rural 3, Baunilha
  • 1º de outubro – 8º Fórum Regional – Distritos/Rural 4, Boapaba

Em cada encontro, moradores e representantes da sociedade poderão participar da leitura comunitária, apontando desafios, potencialidades e prioridades de seus territórios. As contribuições vão se somar aos estudos técnicos em andamento e ajudar a construir o diagnóstico que servirá de base para as próximas etapas da revisão.

Mais do que atualizar regras de ocupação e organização urbana, a revisão do PDMI busca construir uma visão integrada de Colatina para os próximos anos, considerando moradia, mobilidade, desenvolvimento econômico, preservação ambiental, infraestrutura e gestão pública.

FONTE E FOTO

Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social