10 assuntos para ficar de olho em 2026 

10 assuntos para ficar de olho em 2026 

O ano de 2026 começou, mas alguns temas de 2025 seguem presentes, com impactos diretos sobre a dinâmica econômica e política do Espírito Santo e do Brasil. A elevada taxa de juros e a manutenção da política monetária restritiva, a desaceleração da inflação, a valorização cambial do real frente ao dólar e o cenário internacional continuam no centro do debate ao longo do ano. 

A projeção de crescimento do PIB nacional é de 2,26% em 2025 e de 1,8% em 2026, segundo o relatório Focus do Banco Central. Já para o Espírito Santo, o OBSERVATÓRIO FINDES projeta crescimento da economia estadual de 3,9% em 2025 e a manutenção da expansão em 2026, com alta de 1,9%. 

Fique por dentro dos temas que vão nortear os negócios, a economia e a política local, nacional e global neste ano. . foto Petrobrás

Para você ficar por dentro dos temas que devem nortear os negócios, a economia e a política local, nacional e global, separamos 10 tópicos que não devem sair da pauta. Confira: 

1. Trajetória contínua de expansão econômica do ES 

As projeções do Indicador de Atividade Econômica (IAE-FINDES), do OBSERVATÓRIO FINDES, indicam crescimento da economia capixaba de 3,9% em 2025 e manutenção da expansão em 2026, com alta de 1,9%. Em 2025, destacaram-se o aumento da produção de minério de ferro, a maior extração de petróleo e gás, o crescimento do consumo no fim de ano, o bom desempenho dos serviços e do comércio e os resultados positivos da agropecuária. Para 2026, o cenário segue sustentado pela continuidade do bom desempenho da indústria e da agropecuária.  

Com projeções positivas para 2025 e 2026, o Espírito Santo consolida uma trajetória de avanços, somando quatro taxas anuais positivas consecutivas. Em outras palavras, o Estado caminha para o quarto ano seguido de crescimento econômico. 

2. Indústria segue como pilar do crescimento 

Questões locais da indústria extrativa, como a expectativa de alcance do volume máximo de produção de petróleo e gás natural pelo navio-plataforma FPSO Maria Quitéria, o início da extração de petróleo pela Prio no campo de Wahoo e a manutenção da produção da Samarco – que, em meados de 2025, atingiu 60% da sua capacidade produtiva – devem contribuir para maior dinamismo da indústria capixaba. 

Adicionalmente, atividades industriais mais sensíveis aos ciclos monetários, como a construção e a indústria de transformação, podem apresentar resultados mais positivos com um possível início do ciclo de corte da taxa Selic. 

3. Serviços e consumo devem reagir com isenção de IR 

A redução da Selic e a isenção do Imposto de Renda (IR) para rendas mensais de até R$ 5 mil tendem a estimular o consumo de bens e serviços, favorecendo o crescimento desses segmentos ao longo do ano. 

4. Agropecuária com destaque para o café arábica em 2026 

A agropecuária pode surpreender positivamente em 2026, impulsionada principalmente pelo desempenho das lavouras de café, em especial o arábica. Por ser um ano de bienalidade positiva, a cultura tende a registrar aumento da produção. No entanto, é importante considerar que o café conilon atingiu um patamar elevado em 2025, com produção estimada em cerca de 1 milhão de toneladas, configurando uma base de comparação elevada. 

5. Eleições 2026 

As eleições de 2026 tendem a adicionar volatilidade ao ambiente econômico. Neste ano, serão escolhidos novos representantes para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. 

6. Mercado de trabalho aquecido 

O Espírito Santo registrou taxa de desemprego mínima histórica de 2,6% no terceiro trimestre de 2025, sustentando a atividade econômica mesmo em um contexto de juros elevados. No Brasil, a taxa de desocupação está em 5,2%, segundo o IBGE. Apesar dos bons índices de desemprego, empresas seguem 2026 com o desafio de encontrar mão de obra qualificada no mercado de trabalho. 

7. Juros altos 

O Banco Central manteve a Selic em patamar elevado (15%) para conter a inflação, que desacelerou e chegou a 4,46% em 12 meses até novembro. De acordo com o Boletim Focus, a expectativa é que o ano termine com a Selic em 12,25% e a inflação anual em 4,06%. O cenário de juros altos tende a limitar novos projetos e reduzir a capacidade de investimento em alguns segmentos. 

8. Câmbio mais favorável 

O câmbio iniciou 2025 em patamar depreciado, com o dólar na faixa de R$ 5,80. Ao longo do ano, o enfraquecimento da moeda norte-americana no mercado externo e o aumento da sua disponibilidade na economia brasileira – impulsionados pelos juros elevados e pela entrada de investimentos estrangeiros – permitiram uma apreciação do real para a faixa de R$ 5,40. 

9. Riscos externos no radar 

Os riscos associados ao cenário internacional, ainda marcado por incertezas, entre elas os conflitos internacionais e as implicações de uma postura mais agressiva dos EUA, entram no radar e podem afetar a economia. Unem-se a eles a possível redução da demanda chinesa, diante das expectativas de menor crescimento da economia do país. 

10. Cotação do barril de petróleo 

Até o final de 2025, esperava-se pela manutenção das cotações das commodities em patamares mais baixos, sobretudo do petróleo, cuja média projetada recua de US$ 68/barril em 2025 para US$ 60/barril em 2026. Entretanto, diversos focos de tensão associados ao petróleo permanecem ativos, com destaque para a Venezuela, o Oriente Médio e corredores marítimos estratégicos. Mesmo com o mercado operando em leve excesso de oferta, esses fatores elevam a incerteza e o prêmio de risco geopolítico, deixando o preço da commodity mais sensível a choques caso esses riscos se intensifiquem. 

Por Siumara Gonçalves, com informações do OBSERVATÓRIO FINDES 

Entenda o que a atualização da NR-1 traz de novo para a segurança do trabalho

Entenda o que a atualização da NR-1 traz de novo para a segurança do trabalho

Desde maio de 2025, uma mudança significativa na legislação trabalhista brasileira entrou em vigor: a obrigatoriedade de avaliar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. A atualização da NR-1 representa um marco na proteção à saúde mental dos trabalhadores, mas também traz novos desafios de conformidade para as empresas. Descumprir essa exigência pode resultar em multas pesadas e processos trabalhistas que comprometem a saúde financeira da organização.

Neste artigo, você entenderá o que são riscos psicossociais, como a NR-1 exige sua avaliação, quais setores serão fiscalizados prioritariamente e como implementar um programa efetivo de gestão desses riscos na sua empresa.

Em abril de 2025, o Ministério do Trabalho anunciou a prorrogação do prazo para inclusão obrigatória dos riscos psicossociais no PGR. A data saiu de maio de 2025 para maio de 2026. foto climec

O número não é erro de digitação: 472.328 afastamentos por saúde mental em um único ano. Um aumento de 68% em relação a 2023. Comparado ao período pré-pandemia, o crescimento passa de 400%.

Esses não são números abstratos — são pessoas que pararam de produzir porque o ambiente de trabalho adoeceu.


O Que Realmente Mudou com a Portaria MTE 765/2025

A prorrogação não veio sozinha. A Portaria MTE 765/2025 definiu que o primeiro ano de fiscalização (maio/2025 a maio/2026) será “educativo”.

Traduzindo para a prática:

  • Os auditores vão verificar se sua empresa está se preparando.
  • Haverá orientação e cobrança de evidências de implementação.
  • As multas tendem a ser aplicadas somente após esse período.

Ou seja, é um período de adaptação, não um salvo-conduto para ignorar a lei.

Ponto crucial para gestores e diretores:

A obrigação de gerenciar riscos psicossociais não foi adiada. A NR-1 já exige que todos os riscos ocupacionais sejam identificados e controlados — incluindo os psicossociais.

O que mudou foi apenas o prazo para adequação formal e fiscalização punitiva.


Os Números de Saúde Mental que Deveriam Tirar Seu Sono

Antes de a sua empresa decidir “esperar para ver”, olhe estes dados:

  • Perfil dos afastados: cerca de 64% são mulheres, idade média de 41 anos — justamente a faixa etária de maior produtividade.
  • Custo médio por afastamento: considerando substituição temporária, queda de produtividade e possível ação trabalhista, cada caso de burnout pode custar em média R$ 50 mil para a empresa.
  • Processos trabalhistas por burnout: foram registradas 5.248 ações apenas nos primeiros quatro meses de 2025, um crescimento de 14,5% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Indenização média: cerca de R$ 368.900 por processo. Agora multiplique esse valor pelo número de colaboradores em risco na sua operação.

Adiar a adequação à NR-1 não reduz custo. Apenas empurra um passivo cada vez maior para o futuro — com juros financeiros, jurídicos e humanos.


A Armadilha da “Indústria do Risco Psicossocial”

O próprio MTE já alertou sobre o crescimento de soluções oportunistas voltadas a riscos psicossociais. São:

  • questionários genéricos prontos em planilhas,
  • laudos “de gaveta” sem análise aprofundada,
  • relatórios extensos, mas desconectados do PGR e da realidade da empresa.

Esse tipo de material não se sustenta em uma auditoria séria e não reduz risco real.

Gestão de riscos psicossociais de verdade exige:

  • metodologia validada e adequada ao setor da empresa;
  • integração com o PGR já existente;
  • leitura dos resultados à luz da operação real;
  • plano de ação prático, com responsáveis, prazos e indicadores;
  • acompanhamento contínuo (não apenas um diagnóstico anual).

Por Que Esperar Vai Custar Mais Caro

Empresas que começam a adequação agora ganham vantagem competitiva em quatro frentes:

  1. Diagnóstico real, sem pressa Identificar fatores de risco psicossocial específicos do seu ambiente leva meses, não semanas. Pressa de última hora aumenta a chance de erros e soluções superficiais.
  2. Implementação gradual de mudanças organizacionais Ajuste de metas, revisão de processos, gestão de lideranças e comunicação interna não se transformam por decreto. É preciso planejamento e tempo de maturação.
  3. Documentação robusta para a fiscalização Quando a fiscalização deixar de ser educativa e passar a ser punitiva, sua empresa terá histórico de monitoramento e ações concretas, demonstrando comprometimento genuíno com a NR-1.
  4. Redução de passivos trabalhistas Cada mês com riscos psicossociais ignorados é um mês a mais de exposição a acidentes, adoecimento, afastamentos e ações judiciais.

Já as empresas que deixarem tudo para última hora tendem a enfrentar:

  • consultores sobrecarregados,
  • preços inflacionados,
  • soluções “padrão” que não se encaixam no negócio,
  • e o risco real de não conseguir se adequar a tempo.

Setores que Devem Ser Fiscalizados Primeiro

O MTE já sinalizou prioridades para a fiscalização após o período educativo. Alguns setores aparecem recorrentemente como de alto risco psicossocial:

  • Teleatendimento e call centers Metas agressivas, monitoramento constante, cobrança intensa por produtividade e alta rotatividade criam um cenário clássico para adoecimento mental.
  • Instituições financeiras Bancos, fintechs e seguradoras concentram denúncias de assédio moral, metas inalcançáveis e cultura de pressão por resultado a qualquer custo.
  • Saúde Hospitais, clínicas e serviços de saúde vivem um cenário de burnout elevado desde a pandemia, com jornadas extensas e exposição contínua a sofrimento humano.

Se a sua empresa está em algum desses segmentos, a prorrogação até 2026 é ainda menos motivo para relaxar.


O Que Fazer Agora: Roteiro Prático de Adequação

Passo 1 – Diagnóstico inicial de riscos psicossociais

  • Identifique fatores psicossociais presentes na rotina: carga de trabalho, autonomia, apoio da liderança, clima organizacional, metas, conflitos e etc.
  • Use referenciais técnicos, como o Guia de Informações sobre Fatores de Riscos Psicossociais do MTE.
  • Priorize áreas, cargos ou unidades com maior índice de absenteísmo, afastamentos e rotatividade.

Passo 2 – Integração dos riscos psicossociais ao PGR

  • Inclua os riscos identificados de forma formal no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
  • Defina a metodologia de avaliação (matriz de risco, critérios de probabilidade e severidade).
  • Estruture medidas de controle claras: ajustes de jornada, revisão de metas, treinamentos de lideranças, canais de apoio etc.

Passo 3 – Adequação do PCMSO para saúde mental

  • Atualize o PCMSO para contemplar trabalhadores expostos a riscos psicossociais significativos.
  • Inclua protocolos de avaliação da saúde mental, acompanhamento periódico e encaminhamentos quando necessário.
  • Integre informações de saúde ocupacional com dados de RH (absenteísmo, afastamentos e readaptações).

Passo 4 – Monitoramento contínuo e indicadores

  • Defina indicadores objetivos, como:
    • taxa de absenteísmo por motivos de saúde,
    • número de afastamentos por transtornos mentais,
    • rotatividade em áreas críticas,
    • registro de queixas internas ou conflitos.
  • Revise periodicamente os resultados e ajuste as ações do PGR e do PCMSO conforme necessário.

Fonte e foto climec

Senadores divergem sobre prisão de Maduro em ação dos EUA na Venezuela

Senadores divergem sobre prisão de Maduro em ação dos EUA na Venezuela

A prisão de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e de sua esposa, Cilia Flores, ocorrida no sábado (3) em ação militar dos Estados Unidos, repercutiu entre os senadores nas redes sociais. Enquanto governistas manifestaram preocupação, citando violação de direitos e o risco de um precedente perigoso para a estabilidade do continente, parlamentares da oposição comemoraram e disseram esperar que o país consiga se reconstruir por meio da democracia.

Violação da soberania

Parlamentares aliados ao governo brasileiro refutaram a ação do governo norte-americano. Eles afirmaram que a prisão de Maduro configura ataque à soberania e independência do país.

O líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA), defendeu que a comunidade internacional atue pela preservação da soberania venezuelana e busque impedir que novos ataques semelhantes aconteçam na América Latina.

Ação foi condenada por governistas, como Jaques Wagner (E), e apoiada por oposicionistas, como Marinho (D) Roque de Sá/Agência Senado

“Um país soberano não pode ser invadido por outro país. Eu não tenho dúvida de que o foco é o controle do petróleo na região. É algo totalmente fora das normas internacionais. Um país não pode se transformar em ameaça para outro. Não podemos apenas ficar assistindo da arquibancada, porque amanhã pode acontecer algo semelhante em qualquer país da América Latina”.

Para Humberto Costa (PT-PE), a atuação dos Estados Unidos é uma ameaça à paz mundial.

“Os Estados Unidos não atacaram apenas a Venezuela. Violaram o direito e toda a comunidade internacional. O multilateralismo está em risco e muita coisa está em jogo. Este tipo de ato de uma nação sobre outra nação soberana não pode ser normalizado”.

Na opinião de Renan Calheiros (MDB-AL), não há justificativa plausível para o ataque dos EUA contra a soberania venezuelana.

“É uma invasão ilegal, intervencionista e inaceitável. Ela exige uma enfática condenação mundial e reações imediatas dos organismos internacionais”.

Na visão da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), a ação militar dos Estados Unidos cria um “precedente perigoso” para a comunidade internacional,  especialmente para a América Latina, já que não está de acordo com o marco do direito internacional e com o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

“O Brasil não reconheceu a vitória de Maduro nas eleições de 2024. Somos firmes na defesa da democracia e contra regimes autoritários. Mas estejamos atentos: o que Trump fez não foi em nome dos venezuelanos nem da democracia, e sim por interesse na riqueza petrolífera do país”.

Reconstrução

Por outro lado, os parlamentares da oposição celebraram a captura de Maduro e manifestaram esperança de que o país se reerga por meio da democracia. Para eles, é importante que o Brasil se posicione e reconheça o presidente venezuelano como um ditador.

Líder da Oposição, o senador Rogério Marinho (PL-RN) sustenta que o Brasil deve voltar a falar com equilíbrio, responsabilidade e respeito à liberdade.

“A política externa brasileira deve ser guiada por valores claros: defesa da democracia, dos direitos humanos e do combate ao terrorismo.”

O senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), representante de um dos estados que faz fronteira com a Venezuela, parabenizou o presidente Donald Trump. Para ele, o norte-americano age em defesa da democracia nas Américas. 

“A captura de Nicolás Maduro enfrenta uma ditadura que oprime seu povo e exporta instabilidade. Enquanto Lula foi conivente, Roraima pagou o preço da crise migratória. A liberdade começa a ser devolvida ao povo venezuelano e também ao Brasil”.

Marcos Rogério (PL-RO) manifestou seu desejo de que a queda de Maduro seja o início de uma transição para a liberdade e que a dignidade e o futuro sejam devolvidos ao povo venezuelano.

“Chegou o momento de colocar um ponto final em um regime que perseguiu, oprimiu e empurrou milhões de venezuelanos para a fome e para o exílio.”

Complexidade

Alguns senadores alertaram para a complexidade da questão no cenário internacional. Para eles, não há um lado correto, visto que o ataque abre precedentes sinalizando que o mesmo pode acontecer com outras nações, sem reação internacional.

Para Eduardo Braga (MDB-AM), a diplomacia é o único caminho.

“Não há lado positivo: os EUA não ganharão com essa invasão, e a defesa de Maduro é insustentável diante do que se vê. Um cenário de perdas para todos”.

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), disse que todos os envolvidos estão errados.

“Dois homens com distúrbios mentais. Maduro fraudou loucamente as eleições e impôs uma ditadura de esquerda. O outro, Trump, ganhou no voto a eleição da maior potência do mundo e usa a força contra a soberania dos venezuelanos e o direito internacional. Dois errados nunca acertam.”

Ainda no sábado, logo após a divulgação da ação militar, a Comissão de Relações Exteriores (CRE) divulgou nota afirmando que o colegiado acompanha com preocupação a situação da fronteira do Brasil com a Venezuela e a condição dos brasileiros que se encontram em território venezuelano. 

Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da CRE, defendeu, caso necessário, a convocação de reuniões extraordinárias da CRE e da Comissão Representativa do Congresso Nacional, que é formada por senadores e deputados e atua durante o recesso parlamentar. 

“A CRE está ciente de que os eventos estão em desenvolvimento e terão consequências de curto, médio e longo prazos” diz trecho do texto. 

Tensão

No sábado (3), a crise na Venezuela atingiu um novo pico de tensão geopolítica. Uma operação militar conduzida pelas forças dos Estados Unidos na capital Caracas resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Eles foram levados para os EUA, onde deverão enfrentar processo federal por acusações relacionadas a tráfico de drogas e terrorismo.

Como consequência, a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez foi declarada presidente interina pelo Supremo Tribunal venezuelano e a questão está sendo debatida em sessão extraordinária do Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5).

Fonte: Agência Senado

Prefeitura de Colatina convoca aprovados no Processo Seletivo Simplificado 007/2025

Prefeitura de Colatina convoca aprovados no Processo Seletivo Simplificado 007/2025

A Prefeitura de Colatina divulgou o Edital de Convocação do Processo Seletivo Simplificado 007/2025, que prevê a formação de cadastro de reserva para contratações temporárias em diferentes áreas da administração municipal.

A seleção tem como objetivo atender necessidades das secretarias municipais de Administração, Procon, Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, Obras, Infraestrutura e Desenvolvimento Rural, além da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente

 Os 18 candidatos convocados devem comparecer à Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas. foto mec


CONFIRA O EDITAL DE CONVOCAÇÃO 001/2026: Clique aqui.

De acordo com o Edital de Convocação nº 001/2026, os 18 candidatos convocados devem comparecer a partir do primeiro dia útil seguinte à publicação do edital, à Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas. O atendimento será realizado na Avenida Getúlio Vargas, nº 196, Centro de Colatina, para a apresentação da documentação exigida para posse.

Os convocados deverão entregar cópias (xerox) acompanhadas dos originais dos documentos, entre eles:

  • Comprovante de quitação eleitoral;
  • Comprovante de situação cadastral do CPF;
  • Carteira de Trabalho Digital (com impressão da página que contenha o último contrato de trabalho, dados pessoais e data de emissão);
  • Documento oficial de identidade com foto;
  • Certificado de reservista para candidatos do sexo masculino até 45 anos;
  • Certidão de nascimento ou casamento; e comprovante de endereço atualizado.

Também é obrigatória a apresentação de certidões e declarações específicas, como certidão de antecedentes criminais emitida pela Polícia Civil; atestado de saúde admissional emitido por médico do trabalho designado pelo município; declaração sobre acúmulo ou não de cargo público; certidão negativa de débitos com o Município; além das declarações de bens e valores, resposta de processos administrativos e benefícios do INSS.

Os candidatos que possuem filhos menores de 14 anos devem apresentar certidão de nascimento e comprovante de frequência escolar, caderneta de vacinação para crianças menores de cinco anos, além do CPF dos dependentes. Também será exigido comprovante de escolaridade ou habilitação mínima exigida para o cargo pretendido, emitido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Outros documentos necessários incluem número de conta corrente no Banestes ou Banco do Brasil, número do PIS/Pasep/NIT e a declaração do Imposto de Renda ou, para os isentos, o preenchimento da Declaração de Isento.

A Prefeitura reforça que o comparecimento dentro do prazo estabelecido e a apresentação completa da documentação são indispensáveis para a efetivação da convocação.

Cronograma de atendimento

  • CLASSIFICADOS: nos dias 5 e 6, das 8h às 16h; no dia 7, das 8h às 12h;
  • CLASSIFICADOS/PÓS RECURSO: nos dias 7, das 12h às 16h, e 8, das 8h às 16h

fonte
Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social

Reforma do hospital estadual de Baixo Guandu terá recursos do acordo judicial do Rio Doce

Reforma do hospital estadual de Baixo Guandu terá recursos do acordo judicial do Rio Doce

O governador do Estado, Renato Casagrande, autorizou, na última terça-feira (30), a licitação da primeira fase de reforma e ampliação do Hospital Estadual João Santos Neves, principal referência no atendimento público de saúde na cidade de Baixo Guandu. A obra conta com investimento total de R$ 57,2 milhões, dos quais cerca de R$ 25 milhões são advindos do acordo judicial de reparação dos danos causados pelo desastre ambiental de Mariana.

Casagrande comentou sobre a importância da obra na unidade hospitalar. “Vamos praticamente duplicar o hospital e adquirir equipamentos modernos. Essa estrutura vai servir para atender Baixo Guandu e outros municípios da região, promovendo saúde, qualidade no atendimento e conforto para os pacientes. A reforma conta com investimentos do Governo do Estado e também com recursos do acordo de Mariana”, disse o governador.

O anúncio da ampliação do hospital João Santos Neves foi feito durante reunião no Palácio Anchieta na última terça-feira (30).

Do investimento total de R$ 57,2 milhões na unidade hospitalar, cerca de R$ 25 milhões são oriundos do Acordo Judicial para Reparação Integral e Definitiva relativa ao Rompimento da Barragem de Fundão. Esses recursos foram repassados ao Estado pela Fundação Renova e sua aplicação é coordenada pela Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd).

“Um dos objetivos do termo celebrado à época pelo Governo do Estado e pelas empresas responsáveis pelo rompimento da barragem era de investir em melhorias no atendimento à saúde da população moradora da Região Norte do Espírito Santo. São cidades que foram duramente impactadas pelo maior desastre ambiental da história do país. A reforma e ampliação do hospital João Santos Neves são fundamentais para fortalecer a rede pública de saúde de Baixo Guandu e região”, afirmou o secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce, Guerino Balestrassi.

A obra vai ampliar a capacidade de atendimento da unidade, com novos leitos, centro cirúrgico moderno preparado para cirurgias robóticas e ampliação dos exames de imagem. O novo edifício, com três pavimentos, vai abrigar o Centro Cirúrgico (três salas) e Central de Material Esterilizado (CME), além da internação clínica (30 leitos) e saúde mental (10 leitos).

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, a reestruturação do Hospital João Santos Neves representa um compromisso do Governo do Estado com a regionalização e a melhoria contínua do SUS. “Estamos investindo em uma transformação estrutural que vai impactar diretamente a qualidade do cuidado oferecido à população de Baixo Guandu e municípios vizinhos. Não se trata apenas de obra física, mas de garantir um hospital mais resolutivo, humanizado e preparado para as demandas atuais e futuras da saúde”, destacou o secretário. Fonte e foto Renato Costa – serd

Superação, vitórias e conquistas marcam o ano histórico do CIM Noroeste, que projeta 2026 ainda mais forte

Superação, vitórias e conquistas marcam o ano histórico do CIM Noroeste, que projeta 2026 ainda mais forte

Superação, vitórias e conquistas definem o fantástico ano vivido pelo CIM Noroeste, que encerrou 2025, com resultados expressivos e entra em 2026, com a missão clara de avançar ainda mais no fortalecimento dos municípios consorciados.

Sob a liderança firme e comprometida do presidente Augusto Astori Ferreira – Gutim, atual prefeito de Marilândia do PSB/ES, e amparado por uma equipe técnica eficiente, preparada e alinhada aos desafios da gestão pública moderna, o CIM Noroeste realizou, no mês de dezembro, a Assembleia de Prestação de Contas que marcou oficialmente o fechamento do exercício de 2025.

O encontro contou com a presença do presidente do CIM Noroeste e prefeito de Marilândia, Augusto Astori (Gutim), da superintendente Smilei Duques, do diretor da Câmara de Compras Compartilhadas, Rodrigo Bernardi, do diretor da Câmara de Saúde, Tenório Gomes, do assessor jurídico Dr. João Victor, da procuradora municipal de Marilândia, Dra. Isadora do Carmo Junca, e do agente de contratação do município de Marilândia, Pedro de Alcântara Soares. .FOTO DIVULGAÇÃO-CIM NOROESTE

Os números apresentados surpreenderam positivamente e superaram todos os anos anteriores, confirmando a evolução contínua e o crescimento consistente do consórcio. Os dados comprovam que o CIM Noroeste está cada vez mais presente de forma eficiente no cotidiano dos municípios consorciados, promovendo melhorias reais na gestão, ampliando serviços, otimizando recursos e transformando, para melhor, o dia a dia da população atendida.

De acordo com o presidente Gutim, 2026 será um ano de novas conquistas, mantendo o ritmo de crescimento e inovação já consolidado. Ele destacou ainda que esse avanço é fruto da confiança mútua entre os prefeitos consorciados e da atuação estratégica do CIM Noroeste, que se reflete diretamente em benefícios concretos para cada município. O presidente reforçou seu agradecimento a todos os gestores municipais que acreditam na proposta do consórcio e colhem os frutos dessa parceria sólida e eficiente.

O superintendente Smilei Duques também ressaltou o papel fundamental da união institucional. Em sua fala, reconheceu o empenho de cada diretor de Câmara Setorial e de todos os profissionais que integram as equipes técnicas.

Segundo ele, a força do CIM Noroeste está justamente na cooperação, no trabalho coletivo e no compromisso diário de todos que acreditam no consórcio como instrumento de desenvolvimento regional.

Com planejamento, transparência, resultados comprovados e uma gestão alinhada às necessidades dos municípios, o CIM Noroeste consolida-se como referência em consorciamento público no Espírito Santo e inicia 2026, com confiança, propósito e a certeza de que novos avanços continuarão sendo visíveis e transformadores. fonte José Paulo

SENAI ES abre mais de 3 mil vagas gratuitas para cursos de  qualificação profissional

SENAI ES abre mais de 3 mil vagas gratuitas para cursos de  qualificação profissional

O ano começa com oportunidades para quem deseja se qualificar ou se aperfeiçoar em uma profissão. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Espírito Santo (SENAI ES) abriu mais de 3 mil vagas gratuitas para cursos de qualificação profissional, nas modalidades presencial e a distância (EaD). As inscrições podem ser feitas ao longo do ano de forma on-line, pelo site findes.online/qualificacaosenai. 

Para o diretor regional do SENAI ES, Geferson Luiz dos Santos, a oferta de novas vagas reforça o compromisso da instituição em ampliar o acesso à qualificação profissional e gerar caminhos de desenvolvimento para quem busca ingressar ou se reposicionar no mercado de trabalho. 

As qualificações são na modalidade EAD e presenciais nas unidades de Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória 

“Nosso objetivo é gerar oportunidades de capacitação. Pensando nisso, os cursos possuem cargas horárias variadas, com turmas nos turnos matutino, vespertino e noturno, para garantir que o aluno consiga conciliar os estudos com sua rotina”, afirmou. 

Os cursos contemplam áreas como logística, automação, elétrica, mecânica, tecnologia da informação, produção industrial, administração, vestuário e construção civil, com formações de curta e média duração.  

Endereço das Unidades: 

SENAI Aracruz 
Avenida Epifânio Pontin, nº 985, Vila Nova, Aracruz/ES 
Tel: (27) 3256-9950 

SENAI Cachoeiro 
Rua Jones dos Santos Neves, nº 975, Alto Monte Cristo, Cachoeiro de Itapemirim/ES 
Tel: (28) 3515-2150 

SENAI Colatina 
Rodovia Gether Lopes de Farias, nº 175, São Silvano, Colatina/ES 
Tel: (27) 2018-1242 | (27) 98802-3280 

SENAI Linhares 
Avenida Filogônio Peixoto, nº 728, Aviso, Linhares/ES 
Tel: (27) 3264-1310 

SENAI São Mateus 
Avenida Dom José Dalvit, nº 100, Santo Antonio, São Mateus/ES 
Tel: (27) 3767-9343 

SENAI Serra 
Avenida Paulo Miguel Bohomoletz, nº 520, Civit I, Serra/ES 
Tel: (27) 3298-7800 

SENAI Vila Velha 
Rodovia Darly Santos, nº 2655, Polo Empresarial Novo México, Vila Velha/ES 
Tel: (27) 3399-5812 

SENAI Vitória 
Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, nº 2235, Bento Ferreira, Vitória/ES 
Tel: (27) 3334-5201 

Serviço 

Cursos gratuitos de qualificação profissional do SENAI ES 

Vagas: Mais de 3 mil 

Modalidades: Presencial e EaD 

Onde: Unidades do SENAI no Espírito Santo 

Inscrições: findes.online/qualificacaosenai 

 
Por Yan Carlos Barbosa = senai

Confiança dos empresários do comércio capixaba cresce pelo terceiro mês consecutivo e encerra 2025 em alta

Confiança dos empresários do comércio capixaba cresce pelo terceiro mês consecutivo e encerra 2025 em alta

Embalados pelo aquecimento típico do fim de ano, com as compras de Natal e de Ano Novo e maior circulação de renda, os empresários do Espírito Santo encerraram 2025 mais confiantes e dispostos a investir e contratar. Esse cenário ficou evidente em dezembro, quando o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) avançou de forma consistente e indicou o estado como o destaque do Sudeste.

O indicador registrou alta de 3,4% em relação a novembro, passando de 108,6 para 112,3 pontos no estado. Desde junho, o índice permanece acima da zona de satisfação (100 pontos), sendo o terceiro mês consecutivo de crescimento, o que sinaliza confiança sustentada do comércio capixaba.

Índice do Espírito Santo avança 3,4% em dezembro, supera a média nacional e lidera no Sudeste, impulsionado pelo aquecimento do varejo e por expectativas mais positivas para 2026. foto Envato.

As análises são do levantamento do Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), com informações da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A variação mensal positiva acompanha a tendência observada no país e no Sudeste, mas com desempenho superior no Espírito Santo. Enquanto o Brasil avançou 1,3% em dezembro, Minas Gerais cresceu 1,8% (101 pontos), São Paulo 2,1% (103,8) e o Rio de Janeiro 2,5% (101,3). Com 112,3 pontos, o estado liderou a região e ficou acima da média nacional, de 105,7 pontos.

Segundo André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, o resultado reflete um conjunto de fatores sazonais e estruturais. “O mês de dezembro concentra elementos que tradicionalmente impulsionam a confiança do empresário, como o aumento do fluxo de consumidores, as datas comemorativas e as ações promocionais. Esse ambiente favorece decisões menos defensivas e fortalece as expectativas para o curto prazo”, avaliou.

Entre os subíndices do Icec, as “Condições atuais” avançaram 3% em dezembro, alcançando 86,2 pontos, sendo que a percepção sobre a economia cresceu 3,5% no mês. “Apesar do avanço pontual em dezembro, a leitura do empresário ainda carrega certa cautela acumulada ao longo do ano, especialmente diante de um cenário de juros elevados”, ponderou Spalenza. Já a avaliação do setor evoluiu 3,2% no mês e cresceu 1,2% na comparação anual, enquanto a percepção sobre a própria empresa atingiu 103,5 pontos, indicando recuperação gradual das condições de operação.

As “Expectativas futuras” tiveram o avanço mais expressivo, com alta mensal de 7,3% em dezembro, chegando a 136,7 pontos. Nesse item, a percepção sobre a economia nos próximos meses cresceu 11,9% no mês, e a confiança no setor avançou 6%. “Os empresários passaram a enxergar o início de 2026 com mais otimismo, apoiados na melhora recente da demanda e na expectativa de continuidade do movimento positivo no curto prazo”, destacou Spalenza.

A “Intenção de investimentos” se manteve estável em dezembro, com 114,1 pontos, ainda acima da zona de satisfação. O destaque foi a intenção de contratação de funcionários, que cresceu 1,1% no mês e alcançou 142,8 pontos, figurando entre os melhores componentes do índice. “A contratação reflete a necessidade de sustentar o nível de atividade observado no fim do ano, enquanto os investimentos seguem mais seletivos, voltados a ajustes operacionais”, explicou o coordenador.

Por tipo de produto comercializado, todos os segmentos permaneceram acima do nível de satisfação. O maior destaque foi o segmento de bens duráveis (eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e veículos), que cresceu 6,2% no mês e 1,2% no comparativo interanual, sinalizando retomada gradual do consumo de itens de maior valor agregado.

Os bens semiduráveis (roupas, calçados e itens de cama, mesa e banho) e não duráveis (alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza) também apresentaram resultados positivos, o que indica a manutenção do consumo e a maior demanda por itens essenciais, impulsionadas pela sazonalidade de fim de ano.

A pesquisa completa, com os dados detalhados, está disponível no site portaldocomercio-es.com.br.

Sobre o Sistema Fecomércio-ES
A Fecomércio-ES integra a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e representa 405.455 empresas, responsáveis por 58% do ICMS arrecadado no estado e pelo emprego de 652 mil pessoas. Com mais de 30 unidades, tendo ações itinerantes e presente em todos os municípios capixabas – seja de forma física ou on-line –, o Sistema Fecomércio-ES atua em todo o Espírito Santo. A entidade representa 24 sindicatos empresariais e tem como missão contribuir para o desenvolvimento social e econômico do estado. O projeto Connect é uma parceria entre Fecomércio-ES e Faesa, com apoio do Senac-ES, Secti-ES, Fapes e Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI). Fonte Kelly Kalle – Fecomércio-ES

Médicos orientam cuidados com a saúde das crianças no mês de janeiro

Médicos orientam cuidados com a saúde das crianças no mês de janeiro

A combinação de férias escolares e Verão torna o mês de janeiro um período intenso de diversão e alegria para as crianças. Para manter toda essa energia em alta e com saúde, pais e responsáveis devem redobrar os cuidados durante o período. No primeiro mês do ano, o maior número de ocorrências nas unidades de Pronto-Socorro está relacionado às gastroenterites e aos acidentes domésticos, aponta Vanuza Guasti, médica pediatra e diretora assistencial do Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), localizado em Vila Velha.

A gastroenterite é uma doença comum no Verão, geralmente causada por vírus, cuja transmissão ocorre por maior aglomeração de pessoas, pelo consumo de água ou alimentos contaminados ou pelo contato com superfícies contaminadas. Entre os sintomas estão vômitos, diarreia, dores abdominais, febre e falta de apetite.

Curiosidade das crianças pode resultar em diversas ocorrências.

“É importante destacar que essas são situações evitáveis. Então, primeiro de tudo, é preciso que as famílias designem um adulto para cuidar da criança, ser o responsável por ela. No mesmo conceito de ‘motorista da rodada’, para evitar acidentes no trânsito, é preciso ter um adulto que se comprometa a não beber, manter a vigilância e ser o responsável pelas crianças nos encontros da família e durante as férias”, orienta.

Qualificação do Pronto-Socorro

O Himaba avançou nas ações de aprimoramento do serviço de saúde pública capixaba por meio da participação na iniciativa Lean nas Emergências, projeto do Ministério da Saúde executado de forma colaborativa pelos hospitais BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Moinhos de Vento (HMV) e Hospital Sírio-Libanês (HSL), no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

A iniciativa tem como objetivos reduzir a superlotação, eliminar desperdícios, diminuir os tempos de espera e ampliar a resolutividade dos atendimentos. “Ao integrar o GAPE, agregamos um modelo de alta performance, baseado em liderança ativa e governança clínica. Essa qualificação terá duração de 18 meses e, ao final, entregaremos aos capixabas um atendimento ainda mais ágil e eficiente, com aprimoramento da experiência da criança, da gestante e de suas famílias, em um ambiente seguro”, destaca Claudio Amorim, diretor-geral da unidade.

FONTESesa

Colatina vai conceder benefício de R$ 2 mil a famílias afetadas por eventos climáticos

Colatina vai conceder benefício de R$ 2 mil a famílias afetadas por eventos climáticos

No começo de dezembro, um forte temporal deixou, em menos de 2 horas, um rastro de danos, destelhamentos e famílias desalojadas em Colatina. Mas, a partir de 2026, a volta à vida normal será menos complicada para pessoas de menor poder aquisitivo, inscritas no CadÚnico, que forem afetadas por eventos climáticos: a Prefeitura de Colatina criou o “Cartão Recomeçar”, um benefício de R$ 2 mil a famílias atingidas por chuvas, vendavais ou outros fatores extremos.

O benefício, já transformado em lei, será pago em parcela única, por meio de cartão bancário, e poderá ser concedido a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) que comprovem ter sofrido danos diretos em suas residências ou bens. A proposta prevê que apenas um auxílio seja concedido por família para cada situação de emergência ou calamidade reconhecida pelo município.

Cartão Recomeçar é um auxílio financeiro para moradores de baixa renda atingidos por desastres climáticos entre novembro de 2025 e abril de 2026.

De acordo com a nova lei, serão considerados os desastres ocorridos no ciclo compreendido entre novembro de 2025 e abril de 2026, período que historicamente concentra os maiores volumes de chuva em Colatina. Somente eventos oficialmente homologados ou declarados pelo prefeito poderão gerar direito ao benefício.

A gestão do Cartão Recomeçar ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Assistência Social com apoio da Defesa Civil Municipal, que fará a identificação das famílias impactadas. O pagamento será operacionalizado pelo Banestes.

De acordo com o prefeito Renzo Vasconcelos, esta é mais uma medida que reforça o compromisso social do município com a sociedade: “O período de maior volume de chuvas, possibilidades de deslizamentos, enchentes e outros eventos extremos é conhecido em Colatina há décadas. O ‘Cartão Recomeçar’ é uma forma de estendermos a mão a quem passa por um momento difícil e precisa, literalmente, começar de novo após ter seu imóvel ou seus bens danificados”.

fonte e foto Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social