Eleições: 47% dos brasileiros deixam de comentar votos em casa para evitar conflito, aponta pesquisa

Eleições: 47% dos brasileiros deixam de comentar votos em casa para evitar conflito, aponta pesquisa

São Paulo –  47% dos brasileiros deixam de comentar votos em casa para evitar conflito. Enquanto 22% dos homens ainda acham aceitável insistir para que a companheira mude o voto. 1 em cada 4 homens brasileiros acredita que mulheres são “mais emocionais” e que isso pode “atrapalhar suas decisões políticas”. 67% dos brasileiros já ouviram que “mulher não sabe votar” e 47% da população sabe que existe nas redes uma tentativa de deslegitimar e desestimular o voto feminino. 

80% das mulheres eleitoras levam em conta falas machistas de candidatos na hora de votar. foto redes sociais

Com a participação de 1.449 brasileiros eleitores, entre 1 e 4 de setembro de 2026, a pesquisa ainda mostra que 20% dos homens se consideram mais centrados na hora de votar e 23% deles ignoram falas machistas do candidato na hora de escolher em quem votar. Do lado da mulher o cenário muda: 80% delas levam em consideração falas machistas de candidatos. 

Os dados são da pesquisa inédita realizada pela Hibou Pesquisas e Insights exclusivamente para “Red é de Sangue”, plataforma educacional contra a influência misógina nas redes, com apoio da HeForShe (movimento global da ONU Mulheres que engaja homens e meninos pela igualdade de gênero), Sindilegis, Grupo MEMOH, entre outros. 

O voto da mulher ainda é assunto de casal

73% dos brasileiros dizem que os cônjuges não devem votar no mesmo candidato. Número alto, mas só até se perceber o que sobra: 9% acham que sim, e 18% acham que “depende”. Entre os homens, 16% acham que o casal deve decidir junto em quem votar, ou seja, que o voto deixa de ser individual para virar pauta doméstica. 

E quando o parceiro discorda? 22% dos homens consideram aceitável tentar convencer insistentemente a parceira a mudar o voto. Mais do dobro do índice entre as mulheres, que é de 10%.

Contradição

Os números acima convivem com um dado aparentemente contraditório: 98% dos homens afirmam que homens e mulheres têm a mesma capacidade de avaliar candidatos. O Brasil masculino diz uma coisa de primeira, mas pensa outra na profundidade.

70% das mulheres afirmam que uma mulher que expressa opinião política forte é mais chamada de “histérica”, “emocional” ou “desequilibrada” do que um homem na mesma situação. Entre os homens, apenas 28% reconhecem que isso acontece. 

O mesmo padrão aparece quando se pergunta sobre conteúdo misógino nas redes: 62% das mulheres já viram posts dizendo que mulheres não deveriam votar ou são facilmente manipuláveis. Entre os homens, apenas 33% relatam ter visto esse tipo de conteúdo.

O candidato machista ainda tem voto

Somente 23% dos eleitores homens brasileiros dizem levar em conta falas ou posições machistas do candidato na hora de votar e outros 14% dizem que “às vezes”. Ou seja, mais de um terço dos homens deixa o machismo do candidato passar, total ou parcialmente, na hora de decidir o voto.

Para efeito de comparação: 96% dos brasileiros deixariam de votar em candidato com histórico de corrupção.

“É a misoginia do voto, um conjunto de crenças enraizadas e normalizadas que permeiam movimentos contra o voto feminino nas redes sociais, encabeçados por influenciadores ‘Red Pill’”, diz Ligia Mello, CSO da Hibou e Coordenadora da Pesquisa.

O levantamento na íntegra está disponível para download na plataforma Red é de Sangue

Red é de Sangue

A plataforma www.redsangue.com.br reúne conteúdos educativos, tutorial para denúncia de ódio online, e acesso a grupos de reflexão. 

“A misoginia não vive só nas redes. Ela está na forma como o voto da mulher ainda é tratado como assunto coletivo, como algo a ser negociado ou convencido. Comunicação é nossa ferramenta de enfrentamento, e esses dados mostram por que ela ainda é urgente.”, diz Ana Beatriz Schauff, CEO da Fresh PR e idealizadora do Red é de Sangue.

Sobre a Hibou:

A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e insights de mercado e consumo, atuante há mais de 15 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 25 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; de profundidade; de campo; dublê de cliente; desk research; monitoramento de comportamento e insights; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo. 

Fonte Jessica Barreto

Negócios sem presença digital perdem relevância e oportunidades

Negócios sem presença digital perdem relevância e oportunidades

As redes sociais e a presença digital passaram a ocupar papel estratégico no crescimento das empresas. Negócios que não estão presentes na internet ou mantêm canais digitais abandonados ou com poucas publicações reduzem a visibilidade, perdem relevância e deixam de aproveitar oportunidades de expansão.

De autoria de Leonardo Chucrute, gestor em Educação e CEO do Zerohum, o texto aborda como redes sociais, canais online e plataformas digitais passaram a influenciar diretamente a visibilidade, a reputação e a capacidade de conexão das marcas com seus públicos

Muitos empresários ainda associam crescimento exclusivamente às vendas, expansão comercial ou aumento de faturamento. No entanto, negócios sustentáveis não crescem apenas a partir de números. Crescimento consistente é consequência de construção diária, experiência de marca e capacidade de gerar conexão com o público.

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A presença digital deixou de ser opcional. Redes sociais, canais online e plataformas digitais passaram a funcionar como extensão direta da experiência oferecida ao cliente. Hoje, a percepção sobre uma marca não é construída apenas dentro do ponto de venda ou no atendimento presencial, mas também nas interações digitais.

Comentários, avaliações, compartilhamentos e conteúdos publicados influenciam diretamente a reputação das empresas. O tradicional boca-a-boca migrou para o ambiente digital e ganhou escala.

Essa transformação mudou a lógica de crescimento. Empresas que mantêm canais digitais abandonados, ou sequer estão presentes nas redes sociais, deixam de ocupar espaços relevantes de relacionamento, perdem visibilidade e reduzem suas chances de aquisição de novos clientes.

Além da exposição, o ambiente digital fortalece a lembrança de marca e mantém negócios acessíveis ao público. A construção de autoridade passa por comunicação consistente, clareza na proposta de valor e relacionamento contínuo.

Leonardo Chucrute é CEO do Zerohum, gestor em Educação,

Mais do que publicar com frequência, a presença digital exige estratégia, posicionamento e coerência entre discurso e experiência entregue. Quando atendimento, comunicação e reputação caminham juntos, aumentam as chances de fidelização, retorno e indicação.

No cenário atual, investir em marketing digital, produção de conteúdo e fortalecimento de canais online tornou-se parte natural da estratégia empresarial. Não se trata apenas de acompanhar tendências, mas de garantir competitividade e relevância em um mercado onde atenção e confiança são ativos decisivos.

Crescimento sustentável não acontece por acaso. Ele é consequência de experiência, adaptação ao comportamento do consumidor e capacidade de construir relacionamento dentro e fora do ambiente digital. Empresas que entendem essa dinâmica fortalecem sua autoridade e ampliam oportunidades de crescimento no longo prazo.

(*) Leonardo Chucrute é CEO do Zerohum, gestor em Educação, mentor de empresários, palestrante e autor de livros didáticos.

Fonte e fotos Joyce Nogueira Jornalista e Assessora de Imprensa – Drumond Assessoriaa

Flávio Dino determina reintegração de Andrei Rodrigues no comando da PF

Flávio Dino determina reintegração de Andrei Rodrigues no comando da PF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (9/9) a reintegração de Andrei Rodrigues como diretor-geral da Polícia Federal (PF). 

O delegado foi afastado do cargo na terça-feira (8/8) por decisão do também ministro André Mendonça. A maioria dos ministros da Segunda Turma do STF acompanhou a decisão de Mendonça, mas o julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federa

Dino atendeu a pedido formulado pelo próprio Andrei Rorigues. Em sua determinação, Dino mencionou “atropelos processuais” para afirmar a nulidade do afastamento, entre os quais ilegitimidade do partido Novo para pedir o afastamento de autoridade pública em um processo de natureza criminal. 

“O partido político mencionado, no caso, não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais ou processos penais, como revela o próprio desenho normativo do Código de Processo Penal, em cujos preceitos inexiste qualquer referência a partidos políticos entre os sujeitos legitimados a atuar nessa seara do Direito”, escreveu o ministro. 

Dino frisou ainda que o Novo possui interesse direto e político-partidário no afastamento de Andrei Rodrigues, uma vez que possui candidato próprio à presidência da República, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, adversário do atual mandatário e candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi quem nomeou o diretor-geral da PF. 

“Não há dúvida de que tal projeto eleitoral é absolutamente legítimo, em sua seara própria, mas não em um processo penal que, por sua gravidade, não pode ter as suas regras vilipendiadas.”

Investigações paralisadas

O ministro mandou reintegrar também o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. Ele citou o prejuízo de investigações em curso, sob sua relatoria, caso a produção de relatórios de inteligência seja interrompida. 

“Em área de tamanha sensibilidade institucional, a abrupta substituição da direção possui aptidão para comprometer a continuidade dos trabalhos, os fluxos de informação e o tempestivo cumprimento de determinações judiciais, de modo que, seja pelas ilegalidades já assinaladas, seja pela necessidade de preservar a regular atuação da Polícia Federal, impõe-se, neste juízo sumário, o restabelecimento de sua situação funcional”, escreveu Dino sobre Almada. 

A decisão de Dino foi tomada no processo em que a PF analisa o material apreendido pela Polícia Civil de São Paulo em investigações sobre o desvio de emendas parlamentares para financiar a produção do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

No pedido para ser reintegrado, Andrei Rodrigues alegou que seu afastamento “interfere na organização da equipe responsável pelas investigações, retarda o acesso ao material disponibilizado e compromete a atuação célere da instituição”.

Competência 

Outro argumento do ministro Dino para derrubar a decisão de Mendonça é o de que o colega não teria a competência para determinar o afastamento do diretor-geral da PF. 

Ao afastar o diretor-geral da PF, Mendonça alegou ser alvo de “monitoramento sistemático”, de forma ilegal, por parte do setor de inteligência da PF, com a produção de ao menos seis relatórios ocultos e apócrifos durante o mês de agosto. 

Dino destacou, contudo, que o presidente do Supremo, Edson Fachin, já abriu, no último dia 3 de setembro, um processo para apurar os relatórios dos quais Mendonça é alvo, motivo pelo qual o ministro não poderia ter proferido uma decisão tendo como base os mesmos documentos. 

Uma vez que a controvérsia encontra-se sob relatoria do Fachin, apenas o presidente do Supremo ou o plenário teria competência para tomar decisões com base na regularidade ou não de tais relatórios. 

Na terça, Mendonça pediu o afastamento do diretor-geral da corporação

“Ou seja, caso o Exmo. Ministro André Mendonça, parte no procedimento instaurado pelo Presidente, considere que há um direito subjetivo em risco, é ao Presidente ou ao Plenário que deve se dirigir, sob pena de grave usurpação das atribuições dos demais Ministros”, afirmou Dino. 

O ministro determinou que somente o plenário possa julgar sua decisão de reintegrar Andrei Rodrigues. Dino acrescentou ainda que, ao afastar o diretor-geral da PF, Mendonça teria agido em causa própria. 

“Compreende-se que o digno Ministro André Mendonça tenha suas divergências funcionais ou pessoais com a Polícia Federal e possa defender os seus direitos perante a instância própria. Mas tais direitos — inerentes a qualquer parte que se sinta prejudicada — não podem converter-se em fundamento para a prolação de decisão em causa própria, com o efeito de paralisar investigações e os trabalhos policiais”. 

Recursos

Ao determinar o afastamento de Andrei Rodrigues, o ministro André Mendonça submeteu sua decisão para referendo da Segunda Turma do STF, horas depois depois de assinar o despacho, em sessão virtual extraordinária de 24 horas. 

A Segunda Turma alcançou maioria de três votos entre os cinco ministros que compõem o colegiado para manter o afastamento, com os votos dos ministros Luiz Fux e Nunes Marques favoráveis à decisão de Mendonça. O julgamento não foi concluído, contudo, devido a um pedido de vista (mais tempo de análise) do ministro Gilmar Mendes. 

Ainda ontem, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a Fachin, presidente do Supremo, a suspensão da liminar de Mendonça, alegando usurpação de prerrogativa exclusiva do presidente da República para nomear e exonerar a chefia da PF. 

Ainda na noite de terça, Fachin abriu prazo de três dias para Mendonça responder o recurso da AGU. Tal prazo, contudo, acabou atropelado pela decisão de Dino. 

Em paralelo, Fachin é relator de um processo em que a regularidade ou não dos relatórios citados por Mendonça é analisada. O presidente do Supremo pediu manifestação dos envolvidos e ainda não decidiu se abre ou não uma investigação sobre os documentos. 

Master

A crise entre ministros do Supremo ganhou proporções sem precedentes depois de Mendonça ter divulgado, na semana passada, relatórios parciais da Operação Compliance Zero, da qual é relator e que tem como alvo a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do Banco Master. 

No material divulgado constam 52 mensagens que os investigadores do caso dizem terem sido enviadas por Vorcaro ao ministro Alexandre Moraes. Nelas, o ex-banqueiro demonstra proximidade com o ministro e aparenta ter encaminhado a ele um contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. 

Em outra mensagem, Vorcaro parece buscar junto a Moraes informações sobre uma possível operação da Polícia Federal para prendê-lo. As respostas do interlocutor ao ex-banqueiro não puderam ser resgatadas, informaram os investigadores.  Moraes, por sua vez, negou qualquer contato com o ex-banqueiro.

Logo após a divulgação do material, Moraes decidiu tornar público o que disse ser um “relatório de inteligência” da PF segundo o qual Mendonça estaria direcionando as investigações do caso Master contra desafetos políticos.

O documento, porém, não é assinado nem traz o cabeçalho da corporação, além de trazer capa o alerta de que seu conteúdo foi produzido “sem caráter probatório”. 

Ampliada às 10h38 – fonte FELIPE PONTES – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

Chef Rogério Barbosa comanda novo restaurante da Assembleia do ES

Chef Rogério Barbosa comanda novo restaurante da Assembleia do ES

A Enseada do Suá ganha uma nova opção de alimentação de qualidade e preço acessível a partir desta quarta-feira (9/9) com a reabertura do restaurante da Assembleia Legislativa. Foram seis anos fechado desde que a pandemia mudou tudo na vida das pessoas e o antigo empreendedor teve de entregar o espaço diante das restrições impostas pelas autoridades sanitárias, inviabilizando o negócio.

Bendito Café funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas, com serviços de lanchonete e almoço self-service

O Bendito Café abriu suas portas às 7 horas e vai funcionar todos os dias, de segunda a sexta-feira, até 19 horas, sob a liderança do chef Rogério Barbosa, 46 anos, no ramo de gastronomia desde 2017. Ele se tornou ainda mais conhecido ao participar do reality Chef de Família, exibido pela TV Vitória/Record.


“Estou animado e com uma equipe motivada para oferecermos não apenas aos funcionários da Assembleia, mas também ao público externo, uma alimentação de qualidade e acessível. É um novo desafio que nossa equipe se dispõe a assumir e desejamos que essa relação seja longeva”, afirmou Rogério.

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A reabertura do restaurante foi uma decisão da Mesa Diretora da Assembleia, que tinha urgência e quem aceitou o desafio de reabrir o espaço em 30 dias foi Rogério: “Foi desafio mesmo. Com seis anos parado, o local estava bem deteriorado, mas, com muita dedicação, conseguimos recuperar tudo em tempo recorde”.


O diretor-geral da Assembleia Legislativa, Miguel Pedro Amm Filho, disse que o objetivo da Mesa Diretora, com a reabertura do restaurante, foi gerar mais conforto e bem-estar aos servidores, mas também possibilitar ao público que frequenta o Espaço Assembleia Cidadã, que comporta a oferta de vários serviços públicos, mais uma possibilidade.


“A Mesa sempre se preocupa com esse bem-estar do servidor. Ter um restaurante nas dependências da casa, além de uma alimentação de qualidade e preço acessível, oportuniza também um espaço de sociabilização tanto interno quanto de servidores com o público externo. Estamos animados”, destacou Miguel.

Restaurante está aberto ao servidores da Assembleia e ao público externo


Servidora efetiva da Casa há 14 anos, a taquígrafa Kátia Dias, concorda com o diretor: “Muitas vezes a gente não traz comida de casa e não vai mais precisar sair do prédio em busca de alimentação. É bom saber que, no próprio ambiente de trabalho, a gente tem essa opção”.


O restaurante tem expectativa de servir de 400 a 500 refeições diariamente, atendendo aos servidores e também ao público externo, no 2º andar da Torre Parlamentar do Palácio Domingos Martins, na Enseada do Suá. A lanchonete funcionará em tempo integral, das 7 às 19 horas, mas o restaurante atenderá das 11 às 14h30 com self-service a quilo.


A comida tradicional, com carne na grelha, terá o preço de R$ 74,99 numa região onde o quilo chega a custar R$ 110,00. O Bendito Café terá opção também de carnes nobres e, nesse caso, o quilo vai custar R$ 89,99. São aceitas as formas tradicionais de pagamento, em dinheiro ou pix, e os principais cartões de crédito e vale-alimentação.


Para atender ao novo desafio, Rogério Barbosa contratou 15 funcionários, que trabalharão em dois turnos. Uma turma chega mais cedo para atender no café da manhã e o lanche do meio da manhã e a outra entra mais tarde, para cobrir o fluxo do horário do almoço até o final do expediente.
Rogério estreou no ramo da gastronomia em 2017 com o Carango da Orla, inicialmente somente com delivery de caranguejo. Depois de quatro anos, ganhou a concessão do restaurante do clube Aert, no Bairro de Fátima, na Serra. Depois, em 2022, ampliou o negócio com o Bendito Café ao ganhar a concessão da Prefeitura de Vitória.

Serviço

Restaurante Bendito Café, na Assembleia Legislativa
Endereço: Av. Américo Buaiz, 205, 2º andar da Torre Parlamentar, Enseada do Suá, Vitória
Funcionamento: segunda a sexta-feira
Horários
Almoço: 11 às 14h30 – self-service a R$ 74,99 o quilo ou R$ 89,99 (com carne na grelha)
Lanchonete: 7 às 19 horas
Formas de pagamento: dinheiro, pix e principais cartões de crédito e vale-alimentação

Fonte Nety Façanha da Costa

Supremo confirma regras do TSE para partidos que deixam de prestar contas 

Supremo confirma regras do TSE para partidos que deixam de prestar contas 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que são constitucionais as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que disciplinam a suspensão de órgãos partidários estaduais e municipais que deixem de prestar contas à Justiça Eleitoral. A decisão foi tomada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7947, na sessão virtual encerrada em 4 de setembro.

Plenário negou pedido do PRD e do Solidariedade contra dispositivos de resolução da Justiça Eleitoral

Na ação, PRD e Solidariedade alegavam que o TSE havia criado, por resolução, uma sanção não prevista em lei, com invasão de competência do Congresso Nacional e restrição da autonomia partidária e a participação política. 

Prestação de contas 

Segundo o relator, ministro Dias Toffoli, a Resolução TSE 23.662/2021 não criou nova sanção, mas estabeleceu o procedimento necessário para aplicar uma medida cuja validade já havia sido reconhecida pelo STF na ADI 6032. Naquele julgamento, o Supremo afastou apenas a possibilidade de suspensão automática e determinou que a medida fosse precedida de processo específico, com contraditório e ampla defesa.  

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Dias Toffoli ressaltou que a prestação de contas é um dever constitucional dos partidos e permite à Justiça Eleitoral fiscalizar a movimentação financeira. A suspensão se aplica aos casos de ausência total de prestação de contas, e não à mera desaprovação ou a irregularidades contábeis. Além disso, a medida é reversível: a resolução permite a regularização posterior das contas e, em determinadas situações, o levantamento da suspensão.  

O relator também rejeitou o pedido alternativo para que o órgão nacional dos partidos pudesse assumir de forma irrestrita todas as atribuições eleitorais do órgão regional suspenso. Para o ministro, essa ampliação não está prevista na resolução e reduziria os efeitos da própria medida.  Fonte e foto TSE

BigData: Com 49%, Ricardo amplia vantagem e dispara na preferência dos capixabas

BigData: Com 49%, Ricardo amplia vantagem e dispara na preferência dos capixabas

O governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB/ES), ampliou a vantagem na liderança da disputa pelo governo capixaba. Pesquisa Real Time Big Data, divulgada na manhã desta quarta-feira (9/9), confirma que o atual governador tem a preferência dos capixabas em todos os cenários, de 1º e 2º turnos, alcançando 49% na liderança.

Atual governador vence em todos os cenários e eleição no Espírito Santo pode ser decidida no 1º turno. Foto: Divulgação

Em cenário estimulado em primeiro turno, Ricardo (MDB/ES) vence com 43% das intenções de voto. Na segunda colocação, Lorenzo Pazolini (Republicanos-ES) registra 33%, Helder Salomão (PT-ES) 13% das intenções, Breno Barcelos (Missão/ES) 2% e Rafael Demuner (UP/ES) não pontuou. Nulo ou branco são 6% e 3% não souberam ou preferiram não responder.

Na estimulada em segundo turno, Ricardo (MDB) cresceu também e chega a 49% das intenções de voto, frente os 38% de Lorenzo Pazolini (Republicanos-ES). Nulos e brancos são 8% e não sabem ou não responderam 5%.

Senado

A Real Time Big Data perguntou pelas duas vagas do Senado. O ex-governador Renato Casagrande (PSB-ES) lidera com 28%, seguido pelo deputado Estadual Sergio Meneguelli (PSD-ES), com 12%.

Presidência

A pesquisa também ouviu os eleitores capixabas na disputa presidencial. Em cenário estimulado de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registram 35% das intenções de voto, estando empatados. Para segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 47% das intenções de voto e Lula registra 42%.

No Espírito Santo foram ouvidas 1.600 pessoas entre os dias 4 a 8 de setembro. Com índice de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais (para mais ou para menos), a pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08236/2026 e ES-01967/2026.

Emendas parlamentares no Orçamento de 2027 podem chegar a R$ 57,5 bilhões

Emendas parlamentares no Orçamento de 2027 podem chegar a R$ 57,5 bilhões

As emendas parlamentares ao Orçamento de 2027 (PLN 24/26) poderão atingir até R$ 57,5 bilhões. Em 2026, elas somaram cerca de R$ 50 bilhões, mas é preciso levar em conta que R$ 3,9 bilhões reservados para as emendas de bancadas estaduais foram remanejados para o Fundo Eleitoral.

Para 2026 foram aprovados R$ 12,1 bilhões em emendas de comissões permanentes da Câmara e do Senado – FOTO Fonte: Agência Câmara de Notícias.

Portanto, o crescimento das emendas seria de quase 7%, um pouco menor que o aplicado para o conjunto das despesas pelas regras do arcabouço fiscal. O total estimado para as emendas representa pouco mais de 25% das despesas não obrigatórias do governo federal – ou seja, custeio e investimentos.

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Com as emendas, os parlamentares destinam recursos para obras em estados e municípios, mas a maior parte é alocada para a área de saúde.

Regra de correção

Na proposta orçamentária, o Executivo reservou R$ 44,8 bilhões para as emendas individuais e de bancadas estaduais, que são as emendas de execução obrigatória. Foi feita uma correção dos valores de acordo com regra fixada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.

Pela regra, a correção das emendas deve levar em conta o menor valor entre o reajuste fixado pelo arcabouço fiscal para o limite de gastos total, a variação da receita corrente líquida e o crescimento das despesas não obrigatórias. De acordo com o diretor da Consultoria de Orçamento da Câmara, Graciano Rocha Mendes, o reajuste do arcabouço foi o menor.

“O governo fez esta comparação entre os critérios e considerou que o ajuste pela regra do teto de gastos, que é a reposição de inflação com um ganho real calculado, seria conforme essa decisão do ministro Flávio Dino. Então a gente tem as emendas ainda crescendo, só que em ritmo de aceleração mais controlado porque o critério menor de crescimento é o levado em conta a cada ano”, explicou.

Emendas de comissão

Além disso, para 2026 também foram aprovados R$ 12,1 bilhões em emendas de comissões permanentes da Câmara e do Senado. Pela Lei Complementar 210/24, a correção desse valor deve ser feita pelo IPCA acumulado até junho deste ano, ou 4,64%. Portanto, essas emendas poderiam ser de até R$ 12,7 bilhões.

Como o valor das emendas de comissão não está na proposta orçamentária, o Congresso terá que decidir se vai retirar esse total de outras ações.

O governo até prevê uma “folga” de R$ 10,1 bilhões no alcance da meta fiscal de 2027, que é de um superávit (receitas maiores que despesas) de R$ 73,2 bilhões. Mas o arcabouço também tem um teto de gastos de R$ 2.576,5 bilhões. Além disso, o governo quer obter um superávit “efetivo” – sem contar as deduções legais de algumas despesas – de R$ 18,6 bilhões.

Graciano afirma que o superávit é pequeno e pode ser desfeito por alguma frustração de receitas, por exemplo. Mas classificou a sinalização de contas equilibradas como “positiva”. Fonte: Agência Câmara de Notícias